segunda-feira, 30 de março de 2026

MORTE AO SEPARATISMO NO BRASIL * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

MORTE AO SEPARATISMO NO BRASIL

"O separatismo no Brasil é considerado inconstitucional, pois a Constituição Federal define a República como uma união indissolúvel, tornando qualquer tentativa de separação um ato antidemocrático. Movimentos separatistas, como no Sul, são inexpressivos, com baixa adesão popular (cerca de 2% em 2017), frequentemente movidos por motivações econômicas passageiras.

Pontos Principais sobre o Separatismo no Brasil:Inconstitucionalidade: A Constituição de 1988 estabelece que o Brasil é uma República Federativa indissolúvel.
Movimento "O Sul é meu país": Atua há mais de 30 anos, com foco nos três estados do Sul (RS, SC, PR), mas possui apoio limitado.
Histórico: Movimentos separatistas, como a Revolução Farroupilha, existiram, mas a unidade nacional foi consolidada pelo Império.
Consequências: Tentativas de separação à força poderiam resultar em intervenções federais e graves conflitos internos.
Contexto: As discussões sobre separação geralmente ressurgem em momentos de polarização política e econômica.

A maioria dos debates separatistas é considerada inexpressiva e sem base profunda na cultura ou na história brasileira, não representando um desejo real da maioria da população"

URRO DOS SEPARATISTAS

É o nazismo enraizado
Que ramificou- se no Brasil 
Que têm que ser barrado
Não pode prosseguir

Na próxima eleição
O bando do terrorismo
Macomunados na nação
Podem ser banidos

Derrubados nas urnas:
Os dezoito terroristas 
Que em bando urram
Afrontando a justiça

Defendendo os meliantes
Do bando que em Brasília
Destilando a arrogância
A brutal gangue pretendia

Matar o presidente:
Democraticamente eleito 
Para manter o perdedor
Líder da gangue violenta

Gangue de separatistas
Que insistem nos planos
De dividir o Brasil
Levando; nazistas no comando

O povo não pode se iludir:
Com o bando que esperneia;
Agoniado em urros;
Querendo dividir os brasileiros 

J. Ernesto Dias

São Luís, 30 de janeiro de 2026

Para leitura e reflexão dos defensores do separatismo

Minha Língua Portuguesa
Paulo Monteiro

Mistura de índio, de africano e luso,
ponta de lança e pata de cavalo
usei para marcar o chão que cruzo
e os limites da língua na qual falo.
A lei e ferro impus também o uso
deste idioma em que vivo por amá-lo
ao que veio depois, quase de intruso,
fugindo à fome que ia devorá-lo.
De gaúcho me chamam. Não me engano
co’a força do meu verbo e do meu braço,
pois ao traçar o mapa americano
eu cantava no idioma lusitano
e arrastava canhões com o meu laço
gritando palavrões em castelhano.

NOTAS DO AUTOR:

Verso 1º – Referência aos três elementos formadores da nacionalidade brasileira, presentes em todas as tropas portuguesas envolvidas nas guerras de limites com as colônias espanholas e os estados delas originados.
Verso 2º – Aproveitamento de frase famosa do tribuno gaúcho João Neves da Fontoura, membro da Academia Brasileira de Letras, segundo o qual as fronteiras do Rio Grande do Sul foram traçadas a ponta de lança e pata de cavalo.
Verso 5º – Referência à obrigatoriedade do ensino da língua portuguesa e em língua portuguesa em todas as escolas do território brasileiro, a partir do governo do sul-rio-grandense Getúlio Vargas, durante o chamado Estado Novo.
Verso 8º – Está historicamente comprovado que a maioria dos imigrantes europeus que vieram para o Brasil durante os séculos XIX e XX fugiam à crise econômica em seus países de origem.
Verso 13 – Acostumados ao uso do laço em suas lidas diárias, os gaúchos, muitas vezes, empregaram-no como arma, inclusive, laçando canhões adversários.
Verso 14 – Muitas interjeições usadas na linguagem popular são originadas de palavrões espanhóis. Exemplo “ A la pucha!”, de “¡A la puta que te parió!".

Prof Paulo Monteiro - historiador e escritor gaucho.

SEPARATISMO ESDRÚXULO

"Deputado Paulo Bilynskyj sugere dividir o Brasil em dois países durante podcast
O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) causou repercussão ao sugerir a divisão do Brasil em duas nações durante participação no podcast Redcast. A declaração ocorreu enquanto os participantes discutiam o funcionamento do sistema político brasileiro e a representação dos estados no Senado.

Durante a conversa, o parlamentar afirmou que o país poderia ser separado em dois blocos territoriais. Na proposta apresentada por ele, os estados das regiões Norte e Nordeste formariam o chamado “Brasil do Norte”, enquanto Centro-Oeste, Sudeste e Sul passariam a compor o “Brasil do Sul”.

A sugestão surgiu no contexto de uma discussão sobre o Senado Federal, onde cada estado possui três senadores independentemente do tamanho da população, situação que, segundo o deputado, pode gerar distorções na representação política. 

O apresentador do programa, Junior Masters, reagiu afirmando que a ideia se aproximaria de um discurso separatista. Em resposta, Bilynskyj questionou a crítica e argumentou que, ao longo da história, países menores tenderiam a desenvolver sistemas políticos mais democráticos.

A fala repercutiu nas redes sociais e no meio político, gerando debates sobre federalismo, representação política e possíveis interpretações separatistas."
DEPUTADO PAULO BILYNSKYJ
REBELIÃO DE GOVERNADORES?

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