segunda-feira, 12 de outubro de 2026

BOLÍVIA MARCHA CONTRA RODRIGO PAZ * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

BOLÍVIA MARCHA CONTRA RODRIGO PAZ

 "97-KILÓMETROS A MARCHA CHEGARÁ À LA PAZ EM 13 DE OUTUBRO

Franco García, um líder de Cochabamba, confirmou que a marcha começará em 13 de outubro a partir de Patacamaya, rumo à sede do governo, com uma rota de 97 quilômetros. A mobilização busca resolver as suas demandas e expressa seu rejeito às medidas econômicas do governo e ao decreto que elimina a subvenção para o diesel."
RADIO ORIGEN - BOLÍVIA
CENTRAL OBRERA BOLIVIANA - COB
MILVA CARLA
MILVA CARLA
BOLÍVIA MARCHA CONTRA RODRIGO PAZ!!

4 INCÊNCDIOS EM SÉRIE: COINCIDÊNCIA OU ATENTADOS? * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

4 INCÊNCDIOS EM SÉRIE: COINCIDÊNCIA OU ATENTADOS?
OCUPAÇÃO LUIZA MAHIM:
INCÊNDIO OU ATENTADO?
PRÉDIO DA UFPE:
INCÊNDIO OU ATENTADO?
IGREJA QUEIMADA: ATENTADO.
POSTO DE SAÚDE EM SALVADOR:
INCÊNDIO OU ATENTADO?

São só quatro perguntas, sem a intenção de atingir a ninguém. Apenas um convite à reflexão. Foi assim também que começaram os atentados no Brasil inteiro na época da abertura política, praticados pela extrema direita, que não aceitava a democratização do Brasil.

MEMÓRIA
700 MIL

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

AOS TRABALHADORES BRASILEIROS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

AOS TRABALHADORES BRASILEIROS

O contexto da vitória de Flávio Bolsonaro (por 1,87% dos votos) no primeiro turno das eleições presidenciais deste ano sobre o presidente Lula, acende um alerta do qual não podemos, de forma nenhuma, ignorar.

O crescimento gigantesco de candidatos da extrema direita bolsonarista que obtiveram expressivas vitórias para as vagas no Senado e Câmara dos Deputados, além da eleição aos governos em importantes estados da federação, que serão a partir de 2027 controlados pela coalizão extremista de direita, fará com que o bolsonarismo terá sem dúvida, muita força política em nível nacional.

Uma suposta vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno, possibilitará de forma inconteste que as oligarquias que comandam a economia brasileira, emplaquem uma caçada destrutiva sem precedentes contra as conquistas econômicas e sociais dos trabalhadores no país.

O recrudescimento das contra-reformas trabalhista e previdenciária, que podem suprimir na prática a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o sistema público de aposentadorias, podendo inclusive ser entregue nas mãos do sistema financeiro e da banca internacional, eliminaria conquistas históricas e civilizatória de nosso povo. Essa possibilidade é algo concreto e anunciado.

Recentemente a coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que se eleito, o filho 01 do miliciano implementará um ajuste ultraliberal inspirado no que o presidente argentino Javier Milei tem implacado de forma selvagem em seu país.

O resultado prático para o povo argentino de tal ajuste fundamentalista, tem sido o avanço estrondoso do desemprego estrutural no país, a queda vertiginosa do mercado interno, repressão salarial e das aposentadorias que já sofrem perdas gigantescas e degradação completa da economia e do tecido social argentino.

Outras medidas de um suposto governo Flávio Bolsonaro, seria uma violenta tesourada no orçamento público, para assegurar as beneses dos rentistas internacionais que ganham especulativamente com a dívida pública e demais frações das classes dominantes. Setores essenciais para a sobrevivência de milhões de trabalhadores pobres seriam atingidos com o completo sucateamento do SUS, da educação pública, do Benefício de Prestação Continuada, etc.

Segundo matéria recente do site de economia Infomoney, os planos macabros já estão engatilhados. Na matéria referida, a página da revista burguesa expõe: "A equipe econômica de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, estuda cortar cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas obrigatórias, algo próximo a R$ 250 bilhões. O alvo são as rubricas que sustentam a Previdência, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e os gastos mínimos com saúde e educação" (https://www.infomoney.com.br/politica/plano-de-ajuste-fiscal-de-flavio-bolsonaro-preve-corte-de-2-do-pib-diz-jornal/amp/).
A verdade é que Flávio Bolsonaro se eleito, adotará um profundo choque na economia nacional e derrubará a atividade econômica.

 Seu plano é promover a elevação do desemprego em grandes proporções, com o intuito declarado de colocar a classe trabalhadora na defensiva e rebaixar radicalmente a massa salarial no país, garantindo aos grandes empresários o incremento de suas taxas de lucro e o estabelecimento de um patamar mais elevado nos níveis de superexploração da força de trabalho.

O resultado será inevitavelmente a explosão da miséria, da degradação social, violência sem controle e desestruturação caótica do país.

Isso é parte de um projeto conjunto entre os capitalistas brasileiros, o agronegócio e o governo imperialista dos Estados Unidos, junto do "Estado" terrorista de "Israel", na figura de seu Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu, um assassino e criminoso de guerra, aliado do clã Bolsonaro. A grande jogada destas forças da morte é transformar o Brasil numa espécie de vasta feitoria moderna e um país fraturado, completamente indefeso diante do avanço da pilhagem neocolonial imperialista com apoio de seus servidores internos.

Flávio Bolsonaro, sua família e a extrema direita fascista brasileira estão de prontidão para executarem esse trabalho sujo contra o povo brasileiro.

As relações da família Bolsonaro com os representantes do governo de Donald Trump, sobretudo com o Secretário de Estado Marco Rúbio, ao qual Flávio se comprometeu entregar a equipe de transição de seu suposto governo, deixa patente o papel de ventrículo que os Bolsonaro buscam exercer, de pré-postos e lacaios traidores da pátria.

Para implementar uma agenda destrutiva destas proporções e nessa velocidade contra as conquistas e direitos históricos do povo brasileiro, Flávio Bolsonaro não poderia abrir mão de um regime de terror contra os sindicatos, as organizações estudantis, os movimentos populares e as forças da esquerda nacional.

A influência bolsonarista entre setores das forças armadas, das polícias militares e do judiciário, além dos vínculos da extrema direita com as milícias e o crime organizado, daria condições para a imposição de um regime político de força e violentíssimo. Tal governo direitista significaria uma séria ameaça inclusive de eliminação física de parte dos lutadores sociais, trabalhadores e jovens insatisfeitos.

A fascistização do conjunto da máquina estatal, seria algo certo, num governo bolsonarista que não vacilaria em afogar em sangue o protesto social.

Os perigos são enormes para podermos arriscar. A classe trabalhadora e a parcela honrada do povo brasileiro não podem de forma alguma permitir a chegada do bolsonarismo ao governo central do país.

Fazemos um sério e honesto apelo aos setores indecisos de nosso povo. E mesmo àqueles que, por justa indignação, acabaram votando no primeiro turno contra o presidente Lula.

Na situação dramática que vive nosso país neste momento, se abster significaria de fato auxiliar involuntariamente a candidatura fascista de Flávio Bolsonaro.

Convocamos todos às ruas neste momento decisivo de nossa história, pela defesa da reeleição do presidente Lula e para fazer recuar a extrema direita pela mobilização popular.
Fala da Vereadora Mayra do MST
SERVIDORES
AMBIENTALISTAS
NÓS2026
BOLSONARISMO DÁ A CARA
BOLSONARISMO DÁ A CARA
BOLSONAZI DE SANTA CATARINA

sábado, 26 de setembro de 2026

LA REVOLUCIÓN BOLIVARIANA, TRAYETÓRIA Y SUS DESAFIOS ANTES Y DESPUÉS DE 3 DE ENERO * Internacional Antifascista/Capítulo Brasil-RJ

LA REVOLUCIÓN BOLIVARIANA, TRAYETÓRIA Y SUS DESAFIOS ANTES Y DESPUÉS DE 3 DE ENERO
La Internacional Antifascista y la Asociacion Cultural Jose Martí gustarian de invitálo para hacer una palestara on line en el dia 17 de octubre a las 15 h. con el Tema "La Revolucion Bolivariana, Trayectoria y sus desafíos antes y después de 3 de enero ". Será un evento muy importante para la formación de nuestra militancia que tiene en el proceso bolivariano un marco fundamental en nuestra lucha en el continente pelo socialismo

Un abrazo, camarada
Luís Eduardo Mergulhão Ruas
A Internacional Antifascista - Capítulo Brasil, núcleo RJ em conjunto com a Associação Cultural José Martí te convida a participar do debate "A Revolução Bolivariana: trajetória e seus desafios antes e depois de 3 de Janeiro". O evento acontecerá no dia 17/10, às 15h de forma remota. Para participar, faça a inscrição no link do Google forms, enviaremos o link de acesso à sala para o e-mail cadastrado no ato da inscrição, 30 minutos antes do início do evento. 
INTERNACIONAL ANTIFASCISTA /CAPÍTULO BRASIL-RJ

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

OS TRABALHADORES E AS ELEIÇÕES 2026 * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

OS TRABALHADORES E AS ELEIÇÕES 2026
Nota pública da Frente Revolucionária dos Trabalhadores (FRT) sobre as eleições brasileiras.


O período eleitoral no Brasil já está aberto. Em 2026 as eleições abarcam a presidência da república, governadores e cargos parlamentares.

O fator marcante nas eleições brasileiras desde há muito, tem sido a mais completa carência de qualquer debate sério sobre os grandes temas de interesse nacional e do povo trabalhador.

Especialmente em 2026, temos , em relação à disputa presidencial (o cerne eleitoral no país), em linhas gerais a manutenção do projeto liberal dependente, que tem amarrado o Brasil na cadeia da subserviência diante do rentismo internacional e do latifúndio "moderno", alcunhado pelo nome pomposo de "agronegócio".

O Brasil está absolutamente entregue ao capital financeiro imperialista, sobretudo desde o advento do famigerado Plano Real, dos anos 1990. De lá para cá, independente de quem seja o gerente da vez a ocupar o Palácio do Planalto, o modelo econômico rentista e exportador primário permanece.

Nos últimos 30 anos, o regime neoliberal de reprodução do capitalismo dependente brasileiro foi consolidado e institucionalizado. A institucionalização das metas de superávit primário, teto de gastos--sociais--, arcabouço fiscal, remuneração da sobra dos caixas de bancos, etc., nada mais são do que o reflexo da dominância do Estado brasileiro, por grupos de parasitas membros das altas cúpulas do sistema financeiro internacional.

Na divisão mundial do trabalho, o Brasil passa por uma profunda regressão, se comparado há cerca de 50 anos atrás. O país que possuía um setor manufatureiro pujante, apesar da estrutura dependente da industrialização nacional, hoje tornou-se o grande centro mundial de valorização do capital rentista e vadio, devido às maiores taxas de juros do planeta.

Desde os anos de 1990, o país gasta, em média, metade do seu orçamento público com a remuneração da dívida pública (externa e interna) aos grandes sangues sugas e magnatas imperialistas, comungados com a burguesia lumpen brasileira, parasitando as riquezas e potenciais de nossa nação.

Os governos petistas, por exemplo, mantiveram intacto em todos os seus mandatos, absolutamente todo o conjunto do regime neoliberal de reprodução do capitalismo no Brasil.

Lógico, precisamos ser responsáveis, não estamos colocando um selo de iguais entre petismo e bolsonarismo; pois o primeiro administra o suicídio da nação a conta gotas, enquanto o segundo pretende degolar e estropiar sem piedade e de uma vez o povo trabalhador. E isso não é pouca coisa para a massa trabalhadora em seu cotidiano na luta pela sobrevivência.

Na verdade, independente de quem ganhe o pleito eleitoral deste ano, os interesses das frações dominantes do capitalismo brasileiro--leia-se o capital financeiro, os latifundiários, o capital comercial monopolista--estarão assegurados.

O ministro da fazenda do atual governo, Dário Durigan, por exemplo, já sinalizou que num próximo mandato, a equipe econômica de Lula teria de atacar os pisos constitucionais da saúde e educação, avançar sobre o salário mínimo dos aposentados e estrangular até o limite, o Benefício de Prestação Continuada, que atinge as parcelas mais empobrecidas das massas, para garantir a manutenção do odioso arcabouço fiscal, menina dos olhos dos parasitas agiotas que dão as cartas na economia nacional.

Por outro lado, uma presidência de Flávio Bolsonaro significaria com toda certeza, a completa entrega sem peias, do país ao imperialismo americano.

As forças imperialistas, diante do agravamento de sua crise de hegemonia e por conta da derrota que vêm sofrendo militarmente para o Irã, o que coloca em xeque sua dominação inconteste no Golfo Pérsico ameaçando inclusive o sistema do petrodólares, obriga Washington a recrudescer sua agressividade neocolonial e centrar fogo contra todos os países da América Latina.

A corrida para dominar por completo e de forma direta as fontes de minerais críticos, água doce, reservas de petróleo, biodiversidade, etc., em nossa região, exige da parte dos estrategistas imperiais uma ofensiva muito dura e contra nossos países.

O "corolário" trumpista da Doutrina Monroe e do Destino Manifesto, levado a cabo pela anturragem supremacista e fascio-sionista que compõem o atual governo criminoso em Washington, expressa essa necessidade imperialista para contrarrestar sua crise e decadência histórica.

A agressividade acelerada e radical que os peões da extrema direita latinoamericana impõe contra os trabalhadores nos países que gerenciam, expõe claramente o que certamente ocorrerá com o Brasil num suposto novo governo Bolsonaro, agora o filho.

Para não falar das implicações geopolíticas e seu significado para o povo cubano, por exemplo. Um Brasil governado pela extrema direita neocolonial fascista, significaria na prática, um avanço qualitativo do domínio imperialista direto, colonial em toda a nossa região. Também abriria a quase certa possibilidade de um regime de caráter terrorista estatal ascender sobre nosso país.

Por outro lado nunca as massas trabalhadoras em nosso país estiveram tão órfãs politicamente e ideologicamente como agora.

A esquerda brasileira se encontra praticamente ausente, fragmentada, sem rumo, sem programa e sem projeto.
Em tais circunstâncias históricas gravíssimas, não podemos de forma nenhuma permitir que a extrema direita bolsonarista procônsul da Casa Branca assuma o comando direto da máquina estatal no país.

E isso vai além do debate em torno da campanha pelo voto nulo, como alguns setores da esquerda têm defendido, ou apoiar acriticamente o governo neoliberal de Lula.

Aqui entra uma importante consideração de ordem tática:
Seria o mesmo, para um trabalhador individual e mesmo para o conjunto da classe, se deparar com um governo oportunista, demagogico, porém sem condições políticas por sua origem social e composição, de impor sobre as massas populares uma radical terapia de choque monetarista ultraliberal como o grande capital necessita; do que enfrentar a extrema direita abertamente fascistóide, que se declara comprometida em suprimir a ferro e fogo as conquistas sociais e ávida por participar diretamente, abrindo mão de intermediários, da entrega sem precedentes da nação ao Imperialismo?

Seria o mesmo para a classe operária argentina, por exemplo, em tais circunstâncias históricas concretas, enfrentar um governo de Cristina Kirchner e Javier Milei?

Não se trata de uma suposta defesa simplista do "mau menor", como alguns nos acusarão. Mas de uma análise concreta da realidade brasileira e latinoamericana.

Numa conjuntura onde os trabalhadores se encon
tram desmobilizados, desorganizados, sem uma referência concreta de protagonismo político claro, seria trágico um governo da extrema direita tomar o Brasil hoje.

É preciso toda precaução para não cairmos num ultra esquerdismo semelhante ao que ocorreu com os partidos comunistas europeus quando adotaram a infantil postura sectária conhecida como o "terceiro período", e da teoria infantil conhecida como "social fascismo", comparando a social-democracia ao fascismo.

Com isso não queremos dizer que vivemos atualmente uma conjuntura idêntica aos europeus dos anos 1930/40. No entanto, também vivemos um momento muito grave e que requer o maior cuidado político possível.

Nessas condições, nós da Frente Revolucionária dos Trabalhadores, sem qualquer ilusão na possibilidade de Lula supostamente dar um giro em sua política liberal, avaliamos que a vitória petista seria muito menos danosa às condições de sobrevivência e luta de todo o proletariado e das massas populares no Brasil na atual conjuntura histórica concreta.

No entanto, os trabalhadores brasileiros não podem de forma nenhuma continuarem reféns e à mercê das disputas no interior da burguesia. Necessitam urgentemente construírem um projeto próprio e se constituírem como uma força política e social capaz de confrontar e superar o capitalismo e tomar os destinos da nação em suas mãos, coisa que o petismo e o lulismo já deram provas incontestes de fracasso e comprometimento com os interesses alheios aos do povo trabalhador.


FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES
FRT
20/08/2026

domingo, 13 de setembro de 2026

VOTO BOZO E VOTO NULO SÃO VOTO LIXO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

VOTO BOZO E VOTO NULO SÃO VOTO LIXO

Cordel: Voto Consciente

Autor: Tião Simpatia
I
Nessas próximas eleições,
Meu caro amigo eleitor
Fique atento, “olho vivo”,
Com político enganador
Que venha lhe procurar
Para seu voto comprar
Não venda não, por favor!
II
Porque voto não tem preço
O voto tem consequência
Vote em quem achar melhor
Conforme sua consciência
Tenha sempre um olhar crítico
Pra todo e qualquer político
Que não tenha transparência.
III
Para que a democracia
Seja cada vez mais forte
Depende de suas escolhas
Não fique “tirando a sorte”
Nesse jogo ininterrupto
Pois quem vota em corrupto
Está votando na morte
IV
Não é que todo político
Seja corrupto, ou ladrão
Também há políticos bons
A regra tem exceção.
“Separe o Trigo do Joio"
Pra não entrar no comboio
Da velha corrupção.
V
Pesquise seu candidato
Veja se ele tem projeto
Se responde a algum processo
Se fez algo de concreto
Se tem “Ficha Limpa” ou Suja
Se se for réu na dita cuja
Não vote nem por decreto.
VI
Mas também não vote nulo
Porque isto não convém
O voto é a melhor arma
Que o nosso povo tem
Pra lutar por seus direitos
É a glória dos eleitos
E a cobrança também.
VII
Procure que você acha
Algum candidato sério
Que vai à comunidade
Que ganha e não faz mistério
Que do povo não se esconde
Só não me pergunte aonde!
Isso fica ao seu critério.
VIII
As promessas se repetem
Nas vésperas das eleições
Para todos os problemas
Parecem ter soluções
Mas se o "santo" exagerar
É melhor desconfiar
Pra evitar decepções.
IX
Afinal, somos patrões,
Do povo emana o poder
Aqueles que elegemos
Têm o sagrado dever
De cuidar do que é nosso
Por isso faço o que posso
Para o povo esclarecer.
X
Os impostos que pagamos
Retornam em benefícios
Ou pelo menos, deviam!
Alguns usam de artifícios
Pra poder meter a mão
No bolso do cidadão
Lhe causando malefícios.
XI
Quando a verba é desviada
Padece a população
A saúde vira um caos
Prejudica a educação
Mas isso só acontece
Porque o próprio povo esquece
De que ele é o patrão.
XII
Basta voltar na história
Pra ver que muito recente
O povo pintou a cara
Pra tirar um Presidente
Como de fato tirou
E esse fato provou
Que a força vem da gente.
XIII
O seu voto vale mais
Do que mil ou um milhão
Com um saco de cimento
Não se faz uma construção
Mais com o voto consciente
Muda-se drasticamente
Os rumos de uma nação.
XIV
A política é necessária
Para o desenvolvimento
Quem não gosta de política
Não tem bom discernimento
Pois tem políticos descentes
Com projetos excelentes
Falta é esclarecimento
XV
Aristóteles já dizia
Que o homem por natureza
É um animal político
E é, com toda certeza.
Maquiavel tanto versou
Sobre o tema que ficou
Como símbolo de esperteza.
XVI
Vamos às urnas, meu povo!
Fazer parte do processo
Democrático do Brasil
Não queremos retrocesso
Queremos sim, uma nação
Onde cada cidadão
Tenha vez, voz e progresso.
E-mail do autor: tiaosimpatia@hotmail.com
 É importante votar
Contra o ódio e prepotência 
Porque  contra o fascismo 
O povo faz resistência 
Defender a democracia 
Na luta do dia a dia
Mostrar nossa consciência.

Rogaciano Oliveira/CE
Continuar nossa luta
Contra a desigualdade
E por mais políticas públicas 
Para o campo e a cidade;
E conquistar mais  direito
Com ética e com respeito 
À  toda  diversidade.

Rogaciano Oliveira/CE
VOTO NULO É VOTO LIXO

Vou contar em verso e prosa
Pra o povo entender,
Que voto jogado fora
É deixar de escolher
Quem vai nos representar 
E nossos direitos defender 

Me preste muita atenção,
Meu amigo e companheiro,
Um voto nulo não vale,
É carteira sem dinheiro.
Porque na urna eletrônica,
Tem que se ter decisão,
Voto nulo é voto lixo,
É defunto no caixão.

Quem diz "não voto em ninguém"
Tá se enganando sozinho,
Deixa os outros decidir
Qual será seu caminho.
Reclamar do seu prefeito,
Do deputado sem futuro 
Mas na hora de votar
Fica em cima do muro.

A democracia é luta,
É suor e é conquista,
Não se joga ela no lixo
Com uma ideia egoísta.
Pois se  não gosta de um,
Escolha outro honesto
Mas não anule seu voto,
Que isso não é protesto 

Voto nulo é voto lixo,
Não muda a eleição,
Só vai mostrar que você
Não ama sua nação.
Por isso meu povo, eu peço 
Pense bem, com consciência,
O voto  é sua arma,
Use com inteligência.

   Professora Alba, poetisa do entorno
BRASILEIROS NÃO SE ENGANEM!

Eleitores prestem atenção
Na hora de votar
Pesquisem identificando
Os inimigos dos assalariados

Identifiquem os políticos
Que recorrem ao discurso
Brasil, família e patria,
Como fez o malvado Adolfo Hitler; 
indagando, Deus família e pátria 

Chegando ao poder
Decidiu fazer a limpeza ética
Matando seis milhões de judeus
De um jeito cruel 

Não se enganem
Com o Flávio Bolsonaro
Em seu discurso infame
Que confundem muitos do eleitorado

Quem faz o discurso; 
Pátria família Brasil
Se espelha no discurso
Do traste Adolfo Hitler 

O Flávio, só substitui a palavra Deus
Pela palavra Brasil,
Em político desse tipo 
Não dá para confiar

O nazista Flávio Bolsonaro
É um fantoche dos  Estados Unidos
Oposto ao Brasil
E aos assalariados brasileiros 

J. Ernesto Dias 
São Luís, MA - 09 de Setembro de 2026
RENIÃO DA MÁFIA DO BOZO
#VotoBozoeVotoNuloSaovotoLixo
#FrenteRevolucionariadosTrabalhadores
#Frt
MARCÍLIO GODOI
#AntiTrump
LULA 2026

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Reeleger Lula para derrotar a extrema direita no mundo * Pedro César Batista/DF

Reeleger Lula para derrotar a extrema direita no mundo
Pedro César Batista

O mundo acompanha a vitória da extrema direita na Alemanha, o cerco genocida contra Cuba, a continuidade do extermínio dos palestinos em Gaza e os contínuos ataques contra o Irã, sustentados por um discurso cada vez mais agressivo da mídia tradicional e pelas plataformas contra os povos soberanos e as forças que lutam contra a exploração, a opressão e a destruição da vida, como se vivêssemos em tempos de paz.

No Brasil, a situação não é diferente. As mesmas forças políticas que secularmente acumularam fortunas com a escravidão, mortes e mentiras têm agora seus herdeiros repetindo o velho bordão "Deus, Pátria e Família". Durante o governo eleito em 2018 — graças às mentiras que circularam intensamente nas redes e à Operação Lava Jato (Moro) —, vimos mais de 700 mil pessoas morrerem na pandemia da Covid-19, resultado de uma política de limpeza programada: “Tem que matar 30 mil”, dizia Bolsonaro, pai. Sempre agiram assim: na ditadura mataram milhares, diariamente matam a juventude nas periferias e afirmam cinicamente que "bandido bom é bandido morto". Não eles, bandidos milionários, mas os pobres.

Por outro lado, a pouco mais de 20 dias para a eleição no Brasil, verifica-se a dispersão das forças populares e a ausência de um discurso que ataque com firmeza os causadores da desesperança, da ignorância, da violência e da miséria em todos os campos. Os verdadeiros donos do poder, que detêm as riquezas, dominam o pensamento e as armas, e controlam o Estado, conseguiram influenciar setores da esquerda; alguns repetem o discurso divisionista e oportunista.

Derrotar a extrema direita na eleição de 4 de outubro tem importância não apenas para o Brasil; interessa aos trabalhadores de todo o mundo para se contraporem às ações terroristas em curso no planeta, sob o nome da liberdade propagada pelo neoliberalismo. Fraudaram as eleições em Honduras, Colômbia, Peru e Equador, e tentarão fraudar no Brasil, seja antes, durante ou após o pleito. "Para onde for o Brasil, a América Latina vai", dizia Henry Kissinger. Isso comprova a obsessão de Trump e Rubio.

Combater a extrema direita fascista, sionista e nazista é lutar contra o imperialismo e o neocolonialismo, simbolizados pela política genocida e intervencionista de Trump e seus agentes. Combater a extrema direita é defender a soberania dos povos de terem o direito de seguir o caminho que escolherem, sem a interferência de mentiras e o apagamento das lutas da classe trabalhadora na construção de um mundo de justiça e paz.

Ocupar às ruas, reeleger Lula e derrotar a extrema direita é a tarefa fundamental para o momento histórico.