segunda-feira, 26 de outubro de 2026

NOSSA MOBILIZAÇÃO FAZ A DIFERENÇA * Wagner França/Pátria Latina

NOSSA MOBILIZAÇÃO FAZ A DIFERENÇA
Wagner França/Pátria Latina

A avenida Paulista, em São Paulo, foi tomada por uma multidão em um domingo de outubro. Estudantes, trabalhadores, movimentos sociais e comunidades ocuparam a via, transformando o ato em uma das maiores demonstrações de força popular da campanha. Não era apenas uma mobilização eleitoral. Era a expressão visível de um fenômeno que atravessa o país de Norte a Sul e que, independentemente do resultado das urnas, já produz efeitos concretos na forma como o povo brasileiro se relaciona com a política.

A mobilização em apoio à reeleição de Lula neste segundo turno não se resume à disputa entre candidatos ou às articulações de cúpula. O que se vê nas ruas, nas periferias, nos locais de trabalho e nos espaços de convivência é algo mais profundo: a descoberta, na prática, de que a organização coletiva é capaz de interferir nos rumos do país. Em Manaus, sindicatos, movimentos sociais, pescadores, indígenas e lideranças rurais articularam uma mobilização que, segundo estimativas, reuniu cerca de 150 mil pessoas na praça São Sebastião. No Rio de Janeiro, bairros populares como Santa Cruz, Campo Grande e Bangu, na Zona Oeste, foram palco de caminhadas que levaram a campanha para além das áreas centrais da cidade. Em São Paulo, a estratégia focou nas periferias, com apresentações de artistas como Emicida e Rashid em diferentes zonas da capital, aproximando a mobilização dos moradores que raramente aparecem no circuito tradicional de manifestações políticas.

Esse movimento não é homogêneo. Reúne trabalhadores de diversas categorias, juventudes estudantis, lideranças comunitárias e cidadãos comuns que, muitas vezes, nunca haviam participado ativamente de uma campanha eleitoral. A disposição para dialogar, disputar consciências e enfrentar a desinformação revela que uma parcela significativa da população se recusa a ser mero espectador da política. Em um cenário de empate técnico e de intensa circulação de conteúdos falsos, a militância digital se tornou parte dessa engrenagem. Canais de WhatsApp e grupos organizados ampliaram o alcance das mensagens, ainda que cercados de controvérsias e questionamentos judiciais. O enfrentamento à desinformação não é apenas uma tarefa técnica; é uma disputa política que exige organização e consciência.

A questão central que emerge desse processo não é apenas quem ocupará a Presidência da República. É o que acontece quando o povo descobre, na prática, a força que possui quando se organiza. A defesa eleitoral de Lula pode ser uma resposta imediata a uma conjuntura política específica, mas a capacidade de mobilização que se expressa nas ruas representa algo muito maior. Quando as pessoas deixam o isolamento individual e se reconhecem como parte de uma ação coletiva, a política ultrapassa os limites das instituições e passa a ser construída também de baixo para cima.

O desafio, agora, é compreender se essa força coletiva se dispersará depois da eleição ou se poderá continuar organizada para reivindicar direitos, enfrentar desigualdades e disputar os rumos da sociedade. A história recente do Brasil mostra que movimentos populares surgem, crescem e, muitas vezes, se dissolvem quando a conjuntura que os impulsionou se altera. Mas também mostra que, quando a organização popular cria raízes em associações de bairro, sindicatos, coletivos culturais e espaços de convivência, ela se torna uma força duradoura, capaz de influenciar a política para além dos ciclos eleitorais.

Participar de uma eleição é exercer um direito. Reconhecer a própria capacidade de transformar a realidade é algo diferente. É descobrir que o voto é apenas uma das ferramentas disponíveis e que a organização coletiva é o que permite que essa ferramenta tenha sentido. A mobilização que estamos vendo neste segundo turno revela que uma parcela significativa do povo brasileiro está disposta a ir além do voto. Está disposta a ocupar as ruas, a dialogar, a disputar consciências e a defender seus direitos. Se essa energia se mantiver viva depois das urnas, ela pode se tornar uma força capaz de transformar não apenas o resultado de uma eleição, mas a própria forma como a política é feita no país.
MOBILIZAÇÃO

*Eu considero extremamente importante realizarmos uma comemoração em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Estamos falando de um território historicamente marcado pela atuação da milícia, onde ocupar as ruas em defesa da democracia e contra o fascismo também é um ato de coragem e resistência!*

*Muitas pessoas estiveram presentes mesmo com medo, mas foram. Porque acreditar na democracia é também ter coragem de ocupar os espaços, levantar a voz e mostrar que a Zona Oeste não se cala diante do autoritarismo.*

*Agora, queremos celebrar o resultado dessa luta nas ruas e mostrar que Campo Grande, na Zona Oeste, não é só milícia! É também povo, resistência, consciência política e luta por liberdade.*

*Estivemos nas ruas, fizemos história e mostramos que a Zona Oeste tem voz!
ILUSTRAÇÕES




ETERNO MILTON NASCIMENTO
*
FAMILÍCIA UNIDA

sábado, 24 de outubro de 2026

A MÁSCARA DO FLÁVIO CAIU * J. Ernesto Dias/MA

 A MÁSCARA DO FLÁVIO CAIU


O ninho do nazismo no Brasil 
Do qual o Bolsonaro 
E o seu filho se integram
Está sendo desmantelado;

E mostrando a cara
Dos integrantes da quadrilha,
Onde aparece o atual
Governador de São Paulo; 

E o ex juiz Sérgio Moro;
Ronaldo Caiado;
Ex governador de Goiás,
E o canalha ratinho,
Provando que não vale nada!

Além desses, têm muitos outros
Que foram arrancado a máscara;
Para que os eleitores;
Não se confundam mais;

Com o discurso fascista
Deus família e pátria
Discursado por nazistas
Em campanha eleitoral.

A máscara do nazista Flavio caiu!
Igual caiu a do seu pai
Enquadrado na justiça
E botado atrás das grades.

O povo brasileiro
Derrotando o Flávio nas urnas
Livrou o Brasil do mal
Que ameaça a soberania nacional.

J. Ernesto Dias
São Luís, 24 de novembro de 2026
VÍDEO DA VIRADA

*Uma forma bem legal para quem ainda não sabe em quem votar ou para quem tem dúvidas.*


1 - Você é a favor do *Comando Vermelho, PCC* e da *Milícia do RJ* terem influência direta na presidência da república?
( ) Sim 22
( ) Não 13


2 - Você concorda com a exploração do Brasil pelos EUA?
( ) Sim 22
( ) Não 13


3 - Você é a favor de orgias com menores de idade refugiadas de guerra?
( ) Sim 22
( ) Não 13


4 - Você é a favor da Polícia Federal não investigar nenhum político corrupto?
( ) Sim 22
( ) Não 13


5 - Você concorda com a perseguição à Igreja Católica?
( ) Sim 22
( ) Não 13


6 - Você concorda com a perseguição ao direito de professar uma fé, só porque pensa diferente?
( ) Sim 22
( ) Não 13


7 - Você concorda em vender estatais com *desconto de 90%* para o estrangeiro?
( ) Sim 22
( ) Não 13


8 - Você concorda com a livre exploração dos recursos naturais do Brasil por outros países?
( ) Sim 22
( ) Não 13


9 - Você é a favor de crianças terem acesso a armas de fogo, podendo causar até mesmo mortes acidentais?
( ) Sim 22
( ) Não 13


10 - Você é a favor que *Daniel Vorcaro* do Banco Master seja inocentado?
( ) Sim 22
( ) Não 13


11 - Você é a favor de políticos bancarem regalias eróticas a ministros do STF em troca de favores?
( ) Sim 22
( ) Não 13


12 - Você concorda com a venda de empresas como a *Petrobras*, que gera muitos empregos e lucro?
( ) Sim 22
( ) Não 13


14 - Você concorda que um presidente seja eleito *sem propostas*?
( ) Sim 22
( ) Não 13


15 - Você acha justo que o salário mínimo *não tenha aumento* acima da inflação?
( ) Sim 22
( ) Não 13


16 - Você acha justo se aposentar só com *70 anos*?
( ) Sim 22
( ) Não 13


17 - Você acha justo o valor da aposentadoria *não receber reajuste*?
( ) Sim 22
( ) Não 13


18 - Você acha justo o SUS *não oferecer mais* tratamentos e vacinação gratuitos?
( ) Sim 22
( ) Não 13


19 - Você é a favor da *diminuição de 90% do orçamento* das universidades e institutos federais?
( ) Sim 22
( ) Não 13


20 - Você é a favor da *diminuição do orçamento* da farmácia popular?
( ) Sim 22
( ) Não 13

A JUVENTUDE GUIANDO A REVOLUÇÃO

Pessoal, estamos organizando uma lista de gritos e músicas para todos sabermos. Vamos adicionando no fio!

“Trabalhador, olha pra cá! Eu tô na rua pro seu filho estudar!”

“Trabalhador, presta atenção! A 6x1 só é boa pro patrão!”

“A 6x1 tem que acabar! Quero viver, não apenas trabalhar!”

A nossa luta unificou, é estudante junto com trabalhador!”

“Ô Flávio, seu otário, tem que explicar o dinheiro do Vorcaro!”

“Ah, eu não me engano! O Bolsonaro é miliciano!”

“A nossa luta é todo dia, educação não é mercadoria!”

“Democracia não se negocia!”

“Se você paga, não deveria! Educação não é mercadoria!”

“Trabalhador, olha pra luz! O Flávio quer acabar com o nosso SUS!”

“Flávio Bolsonaro, só pede Pix pro Vorcaro!”

“Nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu? Aqui está presente o movimento estudantil!”

Bet, pode parar! Nosso dinheiro não é pra apostar!”

“Douglas Ruas miliciano, eu quero o Paes por quatro anos!”

“Sem violência e opressão, mulher viva é revolução!”

“Trabalhador, vem protestar e defender a Farmácia Popular!”

“Trabalhador, não quer emenda Pix!”

“Trabalhador, vem protestar! Eu tô lutando pra sua vida melhorar!”

“Trabalhador que folga só um dia, não consegue curtir sua família!”

Foquem em chamar a atenção dos trabalhadores para as causas que estamos defendendo por eles. Senão, eles podem cair no discurso de que estamos na rua apenas para prejudicá-los, de que somos vagabundos etc.
3 RAZÕES PARA LULA VENCER
DANIEL COMUNISTA
FLAVIO É UMA BICHEIRA

RESOLUÇÕES RUNASUR * Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA)/Bolívia

RESOLUÇÕES RUNASUR
Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA)


EVO MORALES ES PROCLAMADO PRESIDENTE DE LA CIMA, LA “MURALLA ANTIIMPERIALISTA DE LOS PUEBLOS”

El expresidente del Estado Plurinacional de Bolivia, Evo Morales Ayma, fue proclamado presidente de la Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA), denominada la “Muralla Antiimperialista de los Pueblos”.

La proclamación fue realizada el lunes 12 de octubre por Mayquel Umaña, dirigente del magisterio y titular de la delegación de Chile, quien señaló que Evo Morales asume la presidencia como representante de los pueblos de América y Centroamérica que luchan contra el imperialismo.

El nombramiento se produjo durante el cierre del Encuentro Internacionalista, que concluyó con una multitudinaria concentración en el estadio municipal de Shinahota, donde se congregaron aproximadamente 40.000 personas de las seis federaciones del Trópico de Cochabamba, delegaciones del interior del país y representantes internacionales.

El encuentro se desarrolló durante tres jornadas, sábado, domingo y lunes, en Villa Tunari, con la participación de delegaciones de distintos países y movimientos sociales de la región.

Declaración de Shinahota plantea 20 puntos para la lucha antiimperialista de los pueblos.

La Declaración de Shinahota, aprobada el 12 de octubre, Día de la Descolonización de Nuestra América, establece 20 puntos que orientan la creación y los principios de la Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA).

Entre sus principales planteamientos destacan la lucha contra el imperialismo, el capitalismo, el colonialismo y el fascismo; la autodeterminación de los pueblos; la defensa de la soberanía nacional y los recursos naturales; y la reivindicación de los derechos laborales, sociales, económicos y culturales.

El documento también defiende los derechos de las mujeres, los pueblos indígenas, las personas migrantes y los sectores vulnerables, además de promover la protección de la Madre Tierra, la educación y la salud públicas, la paz mundial y un orden internacional multipolar.

Asimismo, propone crear una Agencia Informativa del Abya Yala, una red continental de comunicación popular, un Tribunal Ético Popular, una Universidad de los Pueblos y una Escuela Internacional Antiimperialista, con sede inicial en el Trópico de Cochabamba.

La declaración respalda proyectos de integración como el ALBA-TCP y los BRICS, reivindica la organización y movilización popular y propone declarar octubre como el Mes de la Lucha Antiimperialista, la Descolonización y la Dignidad de los Pueblos del Abya Yala.

El documento concluye con la consigna: «¡Ante el Escudo de las Américas, levantamos la muralla antiimperialista de los pueblos!

*
CONFRATERNOZAÇÃO
CONVITE
*

A RESPOSTA VEM DA RUA * FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES-FRT/SP

A RESPOSTA VEM DA RUA
ANDRÉ CALDEIRA

Frente Revolucionaria dos Trabalhadores marca presença em manifestação operária e popular de Guarulhos

O movimento sindical e popular de Guarulhos, Grande São Paulo, organizaram ontem, 23/10, importante manifestação que tomou conta da região central da cidade, em defesa da vitória eleitoral do presidente Lula.

Importante parcela da classe operária, dos estudantes e da população em geral marcaram presença no ato.

A Frente Revolucionária dos Trabalhadores, representada pelo camarada André Caldeira, se fez presente. Em sua intervenção, nosso camarada demarcou posição e independência de classe, ao defender o voto crítico (e sem nenhum ilusão) em Lula contra a extrema direita neofascista brasileira na conjuntura dramática que vive o país.

O evento se caracterizou pela disposição do fortalecimento da mobilização popular contra a extrema direita bolsonarista, apontando o caminho para derrotar esses inimigos do povo trabalhador.




FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES
FRT/SP
Texto e fotos: Roberto Bergoci.

BOLÍVIA RUMBO AL PARO CONTRA RODRIGO PAZ * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

BOLÍVIA RUMBO AL PARO CONTRA RODRIGO PAZ

BOLÍVIA RUMO AL PARO
FUERA RODRIGO PAZ!!
BOLÍVIA MARCHA
BOLÍVIA MARCHA

BOLÍVIA EM MARCHA

 "97-KILÓMETROS A MARCHA CHEGARÁ À LA PAZ EM 13 DE OUTUBRO

Franco García, um líder de Cochabamba, confirmou que a marcha começará em 13 de outubro a partir de Patacamaya, rumo à sede do governo, com uma rota de 97 quilômetros. A mobilização busca resolver as suas demandas e expressa seu rejeito às medidas econômicas do governo e ao decreto que elimina a subvenção para o diesel."
RADIO ORIGEN - BOLÍVIA
CENTRAL OBRERA BOLIVIANA - COB
MILVA CARLA
MILVA CARLA
BOLÍVIA MARCHA CONTRA RODRIGO PAZ!!

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

CARTA DE BISPOS CATÓLICOS AO POVO DE DEUS DIANTE DO SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026 * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

CARTA DE BISPOS CATÓLICOS AO POVO DE DEUS DIANTE DO SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026
Senhor Deus falou, quem não profetizará? (Am 3,8)

O papa Leão XIV, em sua encíclica Magnifica Humanitas, diz: “Há situações em que, para permanecermos humanos, temos de abandonar as hesitações e tomar posição. Há conflitos nos quais não é justo permanecer neutros nem é suficiente pensar ‘não ser cúmplice’” (216).

Nós, bispos católicos de diversas dioceses do Brasil em comunhão com a CNBB, alinhados com a Mensagem do Conselho Permanente ao Povo Brasileiro, de 21/10/2026, acreditamos ser necessário e urgente, aplicarmos ainda mais em nossas preces pelo País e multiplicar mensagens para ajudar nos discernimentos, já que vivemos no Brasil uma dessas situações mencionadas pelo Papa Leão XIV, diante do cenário eleitoral dado, que exige tomar posição em nome do Santo Evangelho e da Doutrina Social da Igreja (DSI).

“O anúncio do Evangelho não pode esquecer a vida concreta dos povos” (Rerum Novarum, 15). O católico e a católica devem exercer a sua cidadania inspirados pela DSI e decidir o seu voto à luz de seus ensinamentos. Devem deixar “que o Evangelho [...] avalie as estruturas econômicas e políticas que, como viria a recordar São João Paulo II, podem tornar-se verdadeiras e próprias ‘estruturas de pecado’, para que nenhuma pessoa e nenhum povo sejam vistos como prescindíveis nos processos de desenvolvimento (Magnifica Humanitas, 36)

Duas candidaturas estão colocadas. Independentemente de votarmos ou não, um dos candidatos será o próximo presidente do Brasil. Mas é preciso votar. Votem para fazer a diferença. O cenário é muito grave, pois uma das candidaturas ameaça frontalmente diversos pontos centrais da DSI, a existência da democracia, a soberania nacional e a prática do bem comum. Não se trata apenas de uma escolha eleitoral, tantas vezes já praticada no Brasil, mas da possibilidade de uma mudança profunda nos rumos da nação, cujos exemplos na história do século XX deixaram cruéis e amargas lembranças.

Queremos auxiliar os católicos em sua decisão, apontando alguns pontos de antagonismo entre o ensinamento social da Igreja e uma das candidaturas em disputa.

As mudanças tecnológicas do mundo atual “não podem ser avaliadas apenas em termos de eficiência, mas a partir da dignidade do trabalhador, do direito a uma remuneração suficiente e da efetiva possibilidade de participar na vida social” (Magnifica Humanitas, 37). A candidatura que sempre foi contra o fim da escala 6x1 e propunha pagar o salário por hora trabalhada, não reconhece a dignidade do trabalhador e poderá voltar a este tema.

“A promoção do bem comum nunca pode ser separada do respeito pelo direito dos povos a existir [...]. Qualquer tentativa ou projeto de eliminar ou subjugar uma nação é gravemente imoral e, por isso, inaceitável (Magnifica Humanitas, 64). Um dos candidatos promete submissão do Brasil aos Estados Unidos (EUA), fez parte de uma conspiração para taxar produtos brasileiros, defende a intervenção estrangeira em nossas eleições e promete entregar nossas terras raras à exploração dos EUA.

A exortação apostólica Dilexi Te (Eu te amei, sobre o amor para com os pobres) critica os que pensam que “seria melhor deixar [os pobres] na miséria e ensinar-lhes antes a trabalhar” e que “a liberdade do mercado levará naturalmente à solução do problema da pobreza” (114). O partido de um dos candidatos sempre foi publicamente contrário aos programas sociais e de combate à pobreza, por desconhecerem as causas da miséria no Brasil, mesmo que agora o seu candidato diga que vai continuar alguns programas sociais. Estão, portanto, em contradição com a evangélica opção preferencial pelos pobres, reafirmada nos principais documentos de nossa Igreja.

A DSI propõe o desarmamento e diz que “o enorme aumento das armas representa uma ameaça grave para a estabilidade e a paz” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 508). Um dos candidatos promete liberar o acesso amplo às armas, como fez o seu pai em seu Governo.

O cuidado com a Ecologia Integral é hoje elemento central da DSI. A Laudato si’ critica “as atitudes que barram os caminhos de solução” que “vão da negação do problema à indiferença" (14). Um dos candidatos não reconhece a crise climática, nega os problemas ecológicos e quer dar continuidade às políticas de devastação que caracterizaram o Governo de seu pai e a atuação de seu partido no Congresso. Lembremo-nos da “Lei da Devastação” (nº 15.190/2025) aprovada no ano passado.

“O discípulo de Cristo rejeita todo recurso [à tortura], de modo algum justificável” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 404). Um dos candidatos é publicamente favorável à tortura e sua família fez homenagens a um dos maiores torturadores da ditadura brasileira, o general Brilhante Ustra, que matou muitas pessoas.

“A Igreja encara com simpatia o sistema da democracia [...]; ela não pode, portanto, favorecer a formação de grupos restritos de dirigentes, que usurpam o poder do Estado a favor dos seus interesses particulares ou dos objetivos ideológicos” (Centesimus Annus, 46). Um dos candidatos é filho do presidente que foi condenado e preso por atentar contra a democracia e segue suas ideias. Fez várias declarações de ameaça à ordem constitucional e, se eleito, governará com maioria absoluta no Congresso Nacional e no STF, criando as condições para uma usurpação do poder e submissão do país à sua ideologia.

Por outro lado, temos outra candidatura que, embora também esteja sujeita a críticas, sempre manifestou responsabilidade com os pobres e com a Casa Comum e atuou dentro dos limites da ordem democrática, respeitando a Constituição. Gostar ou não do atual Governo não pode ser razão para entregar o país nas mãos de quem manifesta tamanha contradição com os ensinamentos de nossa Igreja.

Diante desses e inúmeros outros elementos, não podemos nos manter neutros, a fim de que nossa consciência ou a história não nos condenem no futuro. Quem se calou diante das ameaças totalitárias que se concretizaram na Europa do século XX deixou uma herança vergonhosa para as gerações seguintes.

Conclamamos a todos os católicos para que não deixem de exercer seu direito e votem no dia 25 de outubro, em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja.

Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, ilumine a mente de cada um e cada uma de nós.

ASSINE AQUI
DEIXE A PADROEIRA EM PAZ


Legião de sacripantas,

Borras do cocô da escória,

Latas de lixo da História,

Hienas, ratos e antas,

Vocês que agridem santas

Por ordem de Satanás

Lacaios de generais,

Pedófilos negacionistas,

Gangue de ladrões fascistas

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


Vocês que incendeiam igrejas,

Que agridem bispos e o papa

Vocês que matam de tapa

As tradições sertanejas.

Vocês, almas malfazejas

Fugidas de Alcatraz,

São satânicos samurais

Da espada contra a cruz,

Respeitem a mãe de Jesus...

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


O tal piNIKOLAS FERREIRA

Relinchou, que o Espírito Santo 

Estuprou, vejam que espanto,

A Mãe de Deus verdadeira;

Rachadinha, noutra asneira

Diz que ela não será mais

Pra os católicos nacionais

A Rainha dos meus brasis...

Calem a matraca, imbecis

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


Por ser mulher e ser preta,

Vir das mãos de pescadores

Os fascistas detratores

Contra ela fazem treta;

Dizem que ela é do capeta.

Os que adoram o ladravaz,

Cometem ações infernais,

Odeiam orando a pneus,

A mãe do Filho de Deus...

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


CRISPINIANO NETO

Poeta, jornalista, escritor,  engenheiro agrônomo e Bacharel em Direito.

Rio Grande do Norte/RN

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AS TERRAS RARAS SÃO NOSSAS * Associação Brasileira de Imprensa (ABI)RJ

"AS TERRAS RARAS SÃO NOSSAS"
ABI LANÇA CAMPANHA

Na ocasião, o presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, convidou para o Ato em Defesa da Democracia que aconteceu nesta quarta-feira, às 17 horas, na sede do Clube.

Rogério Marques / QuarentenaNews 

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) lançou nesta terça-feira (20), em sua sede histórica, a campanha "As Terras Raras são Nossas". Assim como protagonizou a campanha "O petróleo é Nosso" nos anos 50, a Casa do Jornalista inicia, após este evento, a campanha em defesa da soberania nacional sobre a riqueza representada pelas terras raras.

O ato de abertura da campanha, mediado pelo diretor de Educação da ABI, Vitor Iorio, teve como palestrantes a jornalista Tania Malheiros, especialista no tema, o presidente do Clube de Engenharia Francis Bogossian e o vice-presidente da entidade, Fernando Peregrino.

Ao abrir o encontro, o presidente da ABI, Octávio Costa, lembrou que em 1951 a Casa do Jornalista lançou a campanha "O petróleo é nosso", que conquistou a sociedade, e dois anos depois a Petrobrás foi criada.

A jornalista Tania Malheiros fez um relato sobre as primeiras pesquisas sobre seu livro "Cobaias da Radiação", quando revelou informações pioneiras sobre terras raras no Brasil. Lembrou da primeira instalação nuclear brasileira, a Orquima, que "tentaram apagar", para ocultar o seu rastro de destruição, e trouxe o assunto para a época atual, falando sobre a ação de mineradoras em Goiás e nas cidades mineiras de Caldas e Poços de Caldas. As pressões dos Estados Unidos sobre o Brasil também foram abordadas por Tania Malheiros.

O presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, disse que as terras raras são um tema da maior importância para a entidade, e que um grupo de estudos foi formado para acompanhar e debater o tema. Bogossian fez um relato sobre o número de trabalhadores envolvidos na mineração, e os problemas que eles enfrentam.

Fernando Peregrino ressaltou a importância da discussão atual que tem por objetivo a criação de uma empresa estatal para operar especificamente na área dos minerais críticos, como nióbio, lítio, cobalto e outros.

Francis Bogossian e Fernando Peregrino aproveitaram o momento para convidar a ABI e toda a sociedade para o "Ato em defesa da Democracia, por um Brasil mais justo, livre e democrático", que aconteceru nesta quarta-feira (21), às 17 horas, no Clube de Engenharia. Ressaltaram que o momento é de união e mobilização em defesa da democracia no nosso país. O Clube de Engenharia fica na Avenida Rio Branco, 124.

FOTOS (Rogério Marques):

1 - O presidente da ABI, Octávio Costa, na abertura do lançamento da campanha "As Terras Raras são Nossas";
2 - A partir da esquerda, o vice-presidente do Clube de Engenharia Fernando Peregrino, a jornalista Tania Malheiros, o diretor de Educação da ABI Vitor Iorio e o presidente do Clube de Engenharia Francis Bogossian;
3 - A jornalista Tania Malheiros, durante sua exposição, ao relatar as pesquisas pioneiras que deram origem ao seu livro "Cobaias da Radiação".

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

ATO DOS ESTUDANTES DA FND PARA REELEGER LULA * Centro Acadêmico Cândido de Oliveira/CACO.UFRJ

 ATO DOS ESTUDANTES DA FND PARA REELEGER LULA
O ÚLTIMO ATO DOS ESTUDANTES DA FND PARA REELEGER LULA -
22/10, ÀS 18H, NA FND

O CACO convoca TODOS a estarem presentes no ÚLTIMO ATO DA FND PARA REELEGER LULA PRESIDENTE, amanhã, dia 22 de outubro de 2026, com concentração às 18h na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ.

Esta será a última mobilização da comunidade da FND antes do segundo turno; é a nossa última chance de mostrar para a sociedade que dizemos NÃO ao projeto de desmonte da Universidade Pública e SIM ao projeto que enxerga a educação como pilar indispensável na transformação e no desenvolvimento do Brasil.

A bateria rabugenta e a loucos estão confirmadíssimas para amanhã! Para chegarmos na central com tudo!
Não perca esse momento histórico em que todo o corpo social da fnd caminhará unido pela democracia, em defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade e em apoio ao Lula.
Mais uma vez, reforçamos a importância da presença de todos!
Contamos com vocês! Vamos juntos!

Quinta-feira, 22 de outubro de 2026, às 18h.
Faculdade Nacional de Direito, Rua Moncorvo Filho, nº 8, Centro, Rio de Janeiro/RJ.
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CACO 2025 Gestão Vozes Pelo Direito