O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
UNIDADE DOS POVOS LATINO-AMERICANOS PARA DERROTAR O IMPERIALISMO * LIGA COMUNISTA BRASILEIRA - LCB
sábado, 27 de setembro de 2025
25 ANOS DA 2ª INTIFADA * Brasil de Fato
25 ANOS DA 2ª INTIFADA
A Segunda Intifada Palestina, iniciada em 2000, completa 25 anos em um cenário de recrudescimento da violência contra o povo palestino. Ao BdF Entrevista, da Rádio Brasil de Fato, Ualid Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), avaliou que o atual genocídio em Gaza escancara ao mundo a verdadeira face de Israel.
“Nesse momento, nós temos a humanidade enxergando a cara feia do sionismo, a cara feia de Israel, que nunca tinha aparecido. Essa cara não é nova, só que as pessoas estão vendo essa cara agora, porque este é um genocídio televisionado”, disse.
Rabah destacou que a Segunda Intifada nasceu de uma grande frustração com os Acordos de Oslo, firmados em 1993. Para ele, a morte de Yitzhak Rabin, então premiê israelense, e a ascensão de figuras como Ariel Sharon, ex-primeiro-ministro de Israel, e Benjamin Netanyahu, atual premiê israelense, sabotaram qualquer possibilidade de paz.
“Ariel Sharon se opunha a qualquer solução negociada. Ele chega ao poder [em 2001] e, imediatamente, começa a invadir cidades palestinas da Área A e, logo em seguida, cerca Hebron, a própria Ramallah. Inclusive, ao invadirem Ramallah, cercam a Muqata, a sede do governo palestino em que ficava [o ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser] Arafat”, recordou.
A chamada Área A é a parte da Cisjordânia que deveria estar sob controle palestino, conforme os Acordos de Oslo, enquanto Hebron e Ramallah são duas das principais cidades da região. A Muqata, em Ramallah, era o complexo governamental onde Arafat ficou sitiado até sua morte, em 2004.
Segundo o presidente da Fepal, a militarização da Segunda Intifada também foi usada como justificativa por Israel para ampliar a repressão. “Há quem diga que ela se militariza no seu segundo momento e, ao se militarizar, teria dado a Israel argumentos públicos e midiáticos. Em história não existe ‘se’. Nós temos o que aconteceu”, afirmou.
11 de setembro e fim da liderança de Arafat
Para Rabah, os ataques de 11 de setembro de 2001 mudaram drasticamente a percepção mundial sobre os árabes e reforçaram a repressão israelense. Ele lembra que o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, deu o aval a Sharon para isolar e eliminar lideranças palestinas.
“Bush filho autoriza Ariel Sharon a implementar medidas de eliminação política e física de Yasser Arafat. Há também uma coordenação para a eliminação da liderança do Hamas”, apontou. O falecimento de Arafat em 2004 e a prisão de Marwan Barghouti, considerado uma espécie de “Nelson Mandela palestino”, simbolizaram o enfraquecimento das lideranças internas da resistência.
Reconciliação palestina e papel internacional
Apesar das divisões, Rabah se mostrou otimista com o processo de reconciliação nacional, mediado pela China em 2023, que tenta uma reunificação política entre as facções palestinas. Ele defendeu a integração do Hamas e da Jihad Islâmica à Organização para a Libertação da Palestina (OLP). “A OLP assume todo esse processo, em um governo de unidade nacional, com uma administração provisória exclusivamente para a reconstrução de Gaza”, explicou.
O dirigente também celebrou os reconhecimentos do Estado da Palestina por países ocidentais como Reino Unido, França, Canadá, Austrália e Japão, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), iniciada na última terça-feira (23). “Esses países não poderão, pelo menos em tese, apoiar o genocídio na Palestina ou a eliminação da população palestina porque eles reconhecem o Estado da Palestina”, afirmou.
Genocídio em curso
Para Rabah, a ofensiva israelense atual busca não apenas exterminar palestinos, mas também apagar provas de crimes de guerra. “Nós vamos impedir que se investigue. Então nós vamos matar todos os jornalistas, todos os médicos, destruir todos os hospitais, todos os prontuários médicos, destruir todos os documentos, destruir tudo para dificultar a investigação do genocídio”, denunciou, referindo-se às ações de Israel e dos EUA.
Apesar da gravidade do momento, ele aposta que o processo de descolonização da Palestina seguirá a mesma trajetória de resistência que derrubou o apartheid na África do Sul. “A luta é uma sequência de vitórias, derrotas, acúmulo, e há um momento em que o Apartheid deixou de ser admissível. Nesse momento, nós temos a humanidade enxergando a cara feia do sionismo. Esse genocídio nunca custou tão caro”, projetou.
quinta-feira, 26 de junho de 2025
POESIA VENEZUELA PALESTINA * Fundação Claudino Silva/RJ
quinta-feira, 29 de maio de 2025
CARTA ABERTA AO PRESIDENTE LULA SOBRE O GENOCÍDIO DO POVO PALESTINO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
quinta-feira, 21 de novembro de 2024
QUEM FINANCIA O GENOCÍDIO PALESTINO * Ana Paula Rocha/SE
sexta-feira, 18 de outubro de 2024
Ato Político – Cultural em apoio à Resistência Palestina * Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino - DF
domingo, 29 de setembro de 2024
07 DE OUTUBRO INUNDAÇÃO DE AL-AQSA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
Inicia-se mais um capítulo da luta mundial contra o capitalismo, e para isso, precisamos derrota-lo no campo de batalha. Até hoje perdeu todas as guerras, desde os tempos coloniais, como na invasão da Nicarágua, na década de 1930, em que os guerrilheiros comandados por Augusto Cesar Sandino puseram seus marines para correr. Ou como no Vietnam, em que meninas tomavam fuzis da mãos dos seus mercenários e os conduziam ao campo de prisioneiros, ou, mais recentemente, no Afeganistão, aonde vimos ao vivo, a "tropa mercenária" se matando para entrar no avião e fugir do fogo guerrilheiro. Exatamente assim é que esperamos derrotá-lo nos campos do Oriente Médio, sob o fogo do povo palestino, do povo libanês e dos demais povos da região.
A luta de libertação nacional empreendida por diversos povos mundo a fora ganha força todo dia. O imperialismo não consegue mais impor medo a ninguém. Veja a África, a Europa Oriental e agora o Oriente Médio. Os povos se levantam em lutas gloriosas. Não adianta mais propagar a invencibilidade da OTAN, do exército norteamericano, ou israelense. Não adianta mais bombardeios covardes de populações indefesas. No combate guerrilheiro os exércitos imperialistas perderam todas as guerras até hoje. Mas os financiadores de guerras sabem disso e só não recuam devido ao lucro do comércio de armas.
Os bombardeios contra Gaza, Cisjordânia e agora contra Beirute só tem feito crescer os exercitos guerrilheiros. A contratação de tropas pelo imperialismo caiu no vazio, pois a Ucrânia já demonstrou que o estoque de "buchas de canhão" está zerando. Ou seja, SÓ MORRE PELA PÁTRIA QUEM A AMA! Por isso, o guerrilheiro é um PATRIOTA, não um LIXO MERCENÁRIO.
Neste momento, Biden, Netanyahu, vampiros do sangue inocente, se desesperam atacando desordenadamente os paises visinhos de Israel, mas eles sabem que serão derrotados, exatamente no momento em que a onda antiimperialista se levantar de forma coordenada e atacá-lo de uma só vez. Nesse instante veremos o brilho da estrela de todos os mártires se acender no céu dos povos em luta.
PALESTINA LIVRE DO RIO AO MAR!!
COMITÊ PALESTINA LIVRE DO RIO AO MAR.RJ
domingo, 11 de agosto de 2024
MANIFESTO INTIFADA GLOBAL * FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES/FRT
sexta-feira, 3 de maio de 2024
PAI NOSSO DOS MÁRTIRES * Grupo Taracon
sexta-feira, 12 de abril de 2024
Primeiro de Maio para a Palestina! * Trabalho para a Palestina
terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
É GENOCÍDIO SIM * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
Condsef/Fenadsef
Em 17 de fevereiro, em Adis Abeba, capital da Etiópia, o Presidente do Brasil, Lula, declarou: "O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus(...). Não é uma guerra entre soldados e soldados. É uma guerra entre um Exército altamente preparado e mulheres e crianças".
Em reação, o governo de extrema-direita de Israel, presidido por Benjamin Netanyahu, declarou Lula "persona non grata" recebendo apoio entusiasmado do bolsonarismo no Brasil.
Não é segredo para ninguém que os mesmos deputados brasileiros de extrema-direita que apoiam a política genocida de Netanyahu mantêm relações com nazistas de outros países e são apoiados por grupos nazistas brasileiros de diversos matizes.
Eles defendem o sionismo, carregam bandeiras do estado sionista nas manifestações bolsonaristas.
O próprio Bolsonaro foi aplaudido por alguns sionistas quando, em abril de 2017, fez um discurso racista no Clube Hebráica do Rio de Janeiro ("Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais").
Ele também recebeu e tirou fotos com uma deputada de extrema-direita alemã, neta do ministro das finanças de Hitler.
Sob Bolsonaro a presidência usou frases de propaganda inspiradas na inscrição "O trabalho liberta", que havia na entrada de alguns campos de exterminação nazistas.
Nada disso incomodou o governo sionista de Israel. Nunca se ouviu Netanyahu repudiar o apoio de fascistas e nazistas e declará-los "persona non grata".
A declaração de Lula é verdadeira. Sionismo não é judaísmo, e por isso judeus em todo o mundo se erguem contra o genocídio dizendo "Não em nosso nome!".
Os bombardeios de Israel contra um povo encurralado numa prisão a céu aberto já mataram quase 30 mil pessoas, metade mulheres e crianças, destruíram escolas, hospitais, universidades.
Acusar o estado sionista de Israel de genocídio, solidarizar-se com os palestinos, é, para dizer o mínimo, um dever humanitário.
Conforme as resoluções de seu XIV Congresso a Condsef/Fenadsef reafirma sua solidariedade ao povo palestino e ao povo judeu, contra o genocídio, e levanta a necessidade urgente de o governo brasileiro cancelar todos os contratos e acordos de cooperação militar, econômica e acadêmica com as empresas e entidades do estado sionista de Israel.
Cessar fogo imediato!
Fim dos bombardeios e do bloqueio a Gaza!
Direção Condsef/Fenadsef
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quinta-feira, 4 de janeiro de 2024
DEFENDER A PALESTINA É COMBATER A EXTREMA-DIREITA NO BRASIL * Munir Naser/Monitor do Oriente















