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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

UNIDADE DOS POVOS LATINO-AMERICANOS PARA DERROTAR O IMPERIALISMO * LIGA COMUNISTA BRASILEIRA - LCB

UNIDADE DOS POVOS LATINO-AMERICANOS PARA DERROTAR O IMPERIALISMO
LIGA COMUNISTA BRASILEIRA - LCB


O ataque de Donald Trump à Venezuela, com o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da deputada Cilia Flores, é um emblema de como será a nova doutrina geopolítica dos Estados Unidos para a América Latina. Embriagado pelo sucesso da operação, Trump declarou: “Não preciso do direito internacional” e só seguirá sua “própria moralidade”. O tom agressivo de suas declarações revela a disposição do imperialismo estadunidense de impor sua vontade pela força, sem qualquer tipo de disfarce, como forma de contornar sua decadência.

E, agora, Trump lança novas ameaças aos povos e países da América Latina. Para o México, sugeriu a possibilidade de bombardear áreas do país perto da fronteira com os Estados Unidos, em nome de combater grupos narcotraficantes. E tem exigido da presidenta do país, Claudia Sheinbaum, o fim da venda de petróleo a Cuba. Quanto a Colômbia, ameaçou o país e o presidente Gustavo Petro de ter o mesmo destino de Nicolás Maduro, caso não pare com as críticas ao imperialismo estadunidense. As ameaças a Cuba se tornam ainda mais graves, com Trump sinalizando uma intervenção militar na Ilha, caso esta não desista de seguir seu caminho revolucionário de construção do socialismo.

Apesar do sucesso e do forte impacto do sequestro do presidente Nicolás Maduro e de Cilia Flores, Trump foi incapaz de impor uma derrota à Revolução Bolivariana. O chavismo continua com o poder de Estado nas mãos e a cadeia de comando está mantida. As Forças Armadas não têm exibido sinais de fraturas internas. Resta, a Trump, lançar bravatas de um suposto acordo entre seu governo e a presidenta encarregada da Venezuela, Delcy Rodriguez, como forma de tentar dividir o chavismo. E a exigir do novo governo o envio de milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos, bem como acabar com os inúmeros convênios com Cuba, se Delcy não quiser ter um destino ainda pior do que o do presidente Maduro.

A agressividade do imperialismo estadunidense coloca a defesa da soberania nacional como uma necessidade premente dos povos latino-americanos. Sem a soberania nacional sobre todos os nossos recursos naturais será impossível construir um futuro de paz e dignidade para as nossas nações. Historicamente, o maior obstáculo à conquista da soberania nacional são as classes dominantes latino-americanas, cuja política é a de se colocar, em graus variados dependendo do país, como sócia menor do imperialismo. Cabe às massas trabalhadoras latino-americanos a tarefa de recuperar completamente a nossa soberania.

No momento imediato é preciso exigir o respeito completo à soberania da Venezuela. Isso passa por exigir a libertação do presidente Nicolás Maduro e da deputada e primeira combatente Cilia Flores. Não se trata, neste momento, de gostar ou não do governo Maduro. Mas de respeitar a integral soberania do povo venezuelano sobre seu destino, sem a interferência dos Estados Unidos, que age sempre no sentido de apoiar governos e políticos favoráveis aos seus interesses.

Por fim, a esquerda brasileira em seu conjunto precisa abrir o olho e se preparar para uma acirrada disputa política em 2026. Só os incautos acreditam numa suposta “química” entre o governo brasileiro e Donald Trump. Os Estados Unidos não têm amigos, mas interesses. E se o seu maior objetivo, hoje, é acabar com a Revolução Bolivariana, seu alvo no fundo é se apossar do Brasil.

Já ao governo brasileiro cabe, nesse contexto, ser um ponto de contenção ao avanço do imperialismo sobre os países latino-americanos. Lula precisa exigir a libertação imediata de Maduro e Cilia Flores, como forma de restabelecer a soberania venezuelana agredida pelo sequestro. Ao mesmo tempo, liderar uma frente em defesa da soberania nacional e corrigir sua conduta até o momento errática em relação à Venezuela, aprovando a entrada imediata do país nos Brics.

A unidade e a luta dos povos latino-americanos transformará nosso continente na tumba do imperialismo estadunidense.

sábado, 2 de novembro de 2024

INFORME FRT * FÓRUM NACIONAL DA FRT/Frente Revolucionária dos Trabalhadores (FRT)

INFORME FRT
FÓRUM NACIONAL DA FRT/Frente Revolucionária dos Trabalhadores (FRT)

Saudações, camaradas!

Foi organizado hoje (02/11/2024), uma reunião da nossa FRT, onde discutimos alguns tópicos que julgamos importantes na atual conjuntura histórica das lutas de classes no Brasil e no mundo. Abaixo segue de forma bem resumida alguns tópicos de nossa reunião:

1-Foi abordado a atual ameaça da ofensiva burguesa contra os trabalhadores no Brasil pelas mãos do governo Lula. Avaliamos que essa ofensiva atual, é parte componente do contexto da guerra que os capitalistas têm travado contra a classe operária em todo o mundo. Ao nosso ver, é uma exigência imperativa do modo de produção capitalista em crise geral e que parece ter encontrado alguns limites absolutos para a sua reprodução: o capital somente pode reproduzir-se atualmente no lastro da barbárie e da destruição, o que leva a seguinte perspectiva histórica: a perenidade do capitalismo como modo de produção dominante na sociedade, tem dado mostras concretas de que já põe em risco as condições de existência da humanidade;

2-É dentro desta perspectiva histórica totalizante, que devemos ter em conta o que ocorre no Brasil e o avanço dos ataques neoliberais que o governo Lula.

3- pode começar a acirrar contra os trabalhadores. Enquanto nos seus dois mandatos anteriores Lula possuía margens de manobra para disfarsar-se como social democrata neodesenvolvimentista, hoje, num quadro de deterioração generalizada do regime burguês e do declínio histórico do sistema de dominação imperialista, o governo petista não pode mais manobrar como antes.

A burguesia e o imperialismo exigem severidade austericida e neoescravismo contemporâneo como "atualização" da histórica relação de superexploração do trabalho, como eixo central característico do capitalismo dependente;

4-Ao adotar em seus traços principais, o modelo econômico desenhado pelo grande capital financeiro e pelo latifúndio contemporâneo, o governo de Lula já se desgasta e leva de roldão o seu partido, além de desmoralizar sua base e todo o arco da esquerda liberal. Num contexto histórico de acirramento da ofensiva guerreirista das classes dominantes contra as massas, suprime-se as bases da política vacilante, conciliatória e bem comportada do que hoje se convencionou chamar de "esquerda" no Brasil. Forma-se assim o vácuo político preenchido e consolidado pela extrema direita agressiva e pela hegemonia ideológica neopentecostal.

A vitória acachapante da extrema direita nas eleições municipais deste ano deixa bem claro esse fenômeno. Onde a esquerda esmorece e se apresenta como agente da ordem; onde não se apresenta como ferramenta estratégica e referência de luta das massas trabalhadoras, o inimigo de classe encontra um campo aberto para atuar, manobrar e dar as suas cartas. A situação atual de enfraquecimento e decadência ideológica, programática, teórica e organizativa da esquerda brasileira, tem desarmado os trabalhadores e facilitado o caminho para a consolidação do Estado neoliberal no Brasil.

Não podemos esquecer que Lula tem sido desde às últimas décadas, o grande instrumento de desmobilização, despolitização e desmoralização da classe operária em nosso país. Dessa forma o PT, uma espécie de socialdemocracia tardia, fora do tempo e do espaço, perdeu já todas as condições que lhe permitia manter certa hegemonia no movimento operário e popular brasileiro, como como peso eleitoral;

5-Portanto, a atual crise generalizada do regime burguês, golpeou no coração as possibilidades de continuidade e perenidade do oportunismo petista. O PT passou pelo seu grande transformismo, tornou-se um agente da ordem, neste período de contra reforma burguesa, característico do capitalismo em sua fase neoliberal e agora transfigura-se cada vez mais num partido de centro, caminhando para se tornar um novo PSDB. E mais, o mesmo destino espera os demais entes da esquerda liberal, que em seu nascedouro já não encontram bases concretas para ocupar o posto do PT no campo do oportunismo;

6-Ao nosso ver, o recrudescimento das amarras da dependência do Brasil em relação ao grande capital imperialista e estrangeiro, sua posição subordinada no mercado e na divisão mundial do trabalho, são as bases das vergonhosas captulações e traições cometidas por Lula e sua chancelaria (Celso Amorim em primeiro lugar) no âmbito internacional. O imperialismo não permite mais vacilações demagógicas de Lula e exige fidelidade absoluta de seu mordomo latinoamericano, seja para quebrar as possibilidades de integração latinoamericana, isolar geoestratégicamente a Venezuela visando azeitar as armas da guerra híbrida contra a pátria de Bolívar e Chávez, ou sobretudo, inviabilizar e enfraquecer os BRICS por dentro. Essas são as tarefas que o decadente Tio Sam exige de seu vassalo petista;

7-Dentro dessa conjuntura adversa, a questão fundamental para os trabalhadores é reorganizar suas forças, restabelecer com paciência e consciência, seu poder de fogo, construir ou consertar suas ferramentas e armas que dêem condições de preparar um novo período de ofensiva contra o inimigo.
Reconstruir uma retaguarda que dê proteção e sustentação, mas acima de tudo, solidificar uma vanguarda que esteja a altura do que a guerra exige, são as principais tarefas da estratégia e tática da arte da guerra de classes na contemporaneidade.
Neste sentido, nossa avaliação é que torna-se um imperativo reconstruir um partido revolucionário de massas no Brasil, que possa se inserir no interior da classe, fortalecer sua hegemonia e conquistar a possibilidade de tornar-se o grande dirigente da classe. Essa tarefa tem, ao nosso ver, de estar sendo discutida, analisada e pensada pelos atuais setores revolucionários minoritários que não se renderam a ordem do capital. Superar nossa fragmentação, aglutinar numa organização os elementos mais conscientes do que existe entre os melhores e mais aguerridos militantes e dirigentes, aplainar uma estrada que possa nos unificar para uma direção que possibilite fortalecermos e colocar em pé tal perspectiva de organização, deve ser tarefa central para os revolucionários dispersos no país;

8-Diante da grave crise que passa o movimento operário brasileiro devido a uma conjunção de fatores, avaliamos que é preciso estabelecer um eixo de atuação que, mesmo limitado, possa fazer retomar uma política de atuação sistemática dos revolucionários nos locais de trabalho, nos sindicatos, fomentando a formação de oposições sindicais e núcleos de trabalhadores ; na aproximação das massas nos bairros populares e nas escolas, etc. Fortalecer um plano estratégico e tático para tal trabalho entre a classe, é o primeiro passo a ser dado, no sentido de batalhar para minar a influência ideológica da extrema direita, da cultura burguesa individualista e do neopentecostalismo entre as massas;

9-Diante da ofensiva mundial do imperialismo contra os povos para incrementar o neocolonialismo contemporâneo e a pilhagem, a América Latina torna-se vulnerável às investidas imperialistas, fato que a história de nossa região tem confirmado. Neste sentido, avaliamos que a criação de uma organização de Frente Antiimperialista em nosso continente é indispensável. A Frente Antifascista convocada pelo governo Maduro é, neste sentido, muito importante e condiz com a necessidade atual da sistematização da luta antiimperialista e antisionista, apesar de suas limitações. Dessa forma, temos estabelecido e fortalecido os contatos internacionais que estão se encaminhando para fortalecermos de alguma forma, mesmo que limitadamente essa ferramenta internacional de combate ao imperialismo e ao sionismo. Também, participar ativamente da resistência e luta da povo palestino de alguma forma, golpeando internacionalmente o Estado genocida de "Israel" , talvez seja a tarefa mais importante de nosso tempo, pois derrotar o Estado sionista é derrotar o imperialismo, maior inimigo da humanidade e base de sustentação do capitalismo mundial.

Essas são algumas questões debatidas pelos camaradas da FRT em nossa reunião. Fazemos um chamado aos demais camaradas para que venhamos a amadurecer essas discussões e que possamos trabalhar juntos para colocarmos em pé as ferramentas indispensáveis para o combate contra o capital e para a revolução socialista em nosso país.

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES
FRT
02/11/2024
*

sábado, 2 de setembro de 2023

A crise atual e as tarefas da esquerda revolucionária * Alejandro Acosta - SP

A crise atual e as tarefas da esquerda revolucionária
Alejandro Acosta - SP

A crise atual é a maior crise mundial de todos os tempos, que é continuidade da crise de 2008 que ainda não se fechou, com volumes obscenos de capitais fictícios que não encontram lugar na produção.

O impacto é mundial. A China também está sendo engolfada na crise, com bolhas financeiras enormes além das contradições capitalistas ficando cada vez mais tensionadas, como por exemplo o aumento da automatização da economia, o desemprego entre a juventude ou o retorno de uma boa parte dos trabalhadores ao campo.

A maior potência mundial, o imperialismo norte-americano, se debate para manter a sua hegemonia. Enquanto enfrenta problemas em todos os lugares, busca fortalecer-se apertando com crescente virulência o seu quintal traseiro, a América Latina.

As recentes eleições presidenciais no Equador e na Guatemala mostram que o imperialismo não está para brincadeiras e que a “democracia” não passa de uma brutal ditadura com uma maquiagem de “democracia” que a cada dia fica mais leve.

Devemos reforçar que a estabilidade do Brasil se relaciona com as taxas ultra usurárias pagas aos capitais ultra especulativos, que, inflação descontada, somam 10%. 

O paraíso do rentismo aprova todo tipo de leis para favorecer o saque financeiro parasitário do Brasil, como o Arcabouço Fiscal ou a Reforma Tributária. 

No que realmente importa, que é a política econômica, podemos até dizer que este governo é um governo FHC 3.0, o mais reacionário e entreguista desde o governo FHC.

Independentemente das boas intenções de Lula, o que temos é que de conjunto é o governo da “frente amplíssima”, que inclui até setores do que era o Bolsonarismo, com a direita dando as cartas, controlado integralmente pelo governo Biden.

A situação do povo brasileiro é muito grave hoje. Tudo está caríssimo e o salário raquítico. O subemprego e o desemprego atingem volumes assustadores.

A burguesia imperialista aposta na guerra, nas ditaduras e no fascismo como saída à sua crise. 

Os trabalhadores e os povos estão entrando em movimento rumo a grandes revoltas e revoluções.

Na Europa, a brutal escalada da crise provocada pela guerra na Ucrânia tem levado às maiores greves e protestas em 40 anos.

Na América Latina, as enormes manifestações populares no Peru que estouraram em dezembro de 2022 não somente não se fecharam, mas estão se articulando a partir de 700 organizações em contra do governo genocida encabeçado por Dina Boluarte, e voltando com força.

Na África Ocidental e Central têm surgido governos nacionalistas e anti-neocolonialistas a partir da média e baixa oficialidade dos exércitos treinados e financiados pelo próprio imperialismo para proteger seus interesses, com amplo apoio popular.

A “esquerda” e a esquerda hoje

A “esquerda” institucional encontra-se num estado lastimável. Tão integrada aos esquemas impostos pelo imperialismo que fica até difícil diferenciá-la da direita.

As principais direções sindicais e dos movimentos sociais fazem parte desse esquema e quase não têm base de massas.

Os mecanismos de contenção social, que junto com a ditadura do capital e do estado burguês, fazem parte da proteção da atual ordem de coisas e estão muito fracos. Estão ficando cada vez mais frente a frente os trabalhadores e os povos oprimidos de um lado e a burguesia mundial.

Os grupos de esquerda atuais no geral são muito pequenos, sem inserção no movimento de massas. Até porque apesar das 558 greves que  segundo o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) aconteceram no primeiro semestre deste ano, o movimento operário tem sido controlado ainda pelos mecanismos oficiais e sem impacto importante na sociedade.

Além de pequenos, no Brasil, a esquerda no geral está muito contaminada com a paralisia e a acomodação pelos 40 anos do chamado “neoliberalismo” e porque ainda não é uma esquerda revolucionária de trabalhadores.

As definições serão colocadas de maneira clara na luta efetiva no ascenso de massas em primeiro lugar, que é quando a margem para a enrolação acaba ficando muito reduzida.

Muito se fala da crise da esquerda e pouco se fala da maior crise do sistema capitalista mundial no seu conjunto.

A capitulação à propaganda burguesa, que tem se transformado abertamente em parte das PsyOps, as operações psicológicas de guerra, é gigantesca.

Este é o momento mais favorável para a luta em contra do capital em escala mundial devido à debilidade estrutural do capitalismo, o que não implica em que esteja menos agressivo, muito pelo contrário.

As tarefas e os desafios da esquerda revolucionária

É preciso marcar um caminho no sentido de deslindar os campos com os inimigos dos trabalhadores e do povo brasileiro que agem como agentes do imperialismo.

Essa visão precisa ainda materializar-se na luta política concreta em contra dos seus inimigos e a favor do campo de luta e revolucionário.

Algumas atividades em oposições sindicais são positivas, mas evidentemente insuficientes considerando os altíssimos níveis de corrupção generalizada das direções sindicais que têm transformado os sindicatos em cartórios corruptos, muito parecido ao que havia na Ditadura.

Obviamente essa situação pode mudar rapidamente numa situação de ascenso, que conforme a crise continua desenvolvendo-se passa a ficar à ordem do dia. Isso vimos, por exemplo, no Equador e no Chile em 2019, na França em várias ocasiões, e agora no Peru ou na África Ocidental e Central.

Como exercício político vale perguntar-nos o que nós faríamos nessas situações recentes e atuais? Até porque um revolucionário tem o dever de ser um internacionalista.

É preciso reforçar a propaganda e a agitação política, principalmente em contra do massacre que está sendo imposto.

E principalmente é preciso aglutinar um grupo de lutadores sociais e revolucionários que aspirem a converter-se num fator de direção política no próximo período de ascenso, construindo-se a partir de hoje.

Com esta perspectiva é que chamamos os lutadores sociais e revolucionários a fortalecermos este polo com os métodos de luta real. Com discussões, mas sem diletância. Com convicções mas sem dogmatismo, por exemplo, ficar repetindo as receitas de bolo do passado sem uma profunda análise da realidade.

Sem oportunismo nem sectarismo. Buscando em primeiro lugar as convergências para poder avançar e ir discutindo as principais divergências para aumentar a coesão.

Essa é a tarefa que os trabalhadores e o povo brasileiro nos impõem, porque precisam de políticas para a ação concreta hoje. E é isso o que nós precisamos entregar com energia e na prática. E o reforçamos considerando que recentemente foi o Dia do Preso Político e do Desaparecido em vários países da América Latina, em homenagem aos mártires que caíram na luta em contra da opressão.
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