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domingo, 26 de abril de 2026

FIM DA ESCALA 6X1 JÁ! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

FIM DA ESCALA 6X1 JÁ!
*Descansar não é luxo é direito de quem trabalha.*

Enquanto a gente se desgasta todos os dias, tem deputado ganhando R$ 46 mil pra trabalhar só 3 dias por semana. Isso não é justo.

Promessa a gente já ouviu demais. Agora é hora de agir: *FIM DA ESCALA 6x1 JÁ!*

Não deixa esse vídeo parar aqui. Compartilha nos grupos, pressione quem decide e ajuda a fazer esse tema chegar mais longe.

_Bora sextar espalhando essa ideia?_
Já tem até *abaixo-assinado* rolando, participe:
APOIO
FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES
FRT

domingo, 18 de janeiro de 2026

DITADURA. ORA, DITADURA! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

DITADURA. ORA, DITADURA!
BOLSONARO NA PAPUDA NÃO TEM PREÇO!
NADA MELHOR QUE GOLPISTA NA PAPUDA
GOLPISTA BOM É GOLPISTA NA PAPUDA

quarta-feira, 19 de março de 2025

FORJAR NA LUTA UMA NOVA CONSCIÊNCIA DE CLASSE * Organização Comunista Arma da Crítica/OCAC

FORJAR NA LUTA UMA NOVA CONSCIÊNCIA DE CLASSE
OCAC

A crise de popularidade do governo é consequência direta das ambiguidades que marcam sua gestão. Lula, em seus dois primeiros mandatos, sem alterar o regime de acumulação neoliberal e o papel do Brasil como fornecedor de matérias-primas baratas, conduziu a economia de forma a promover um “ganha-ganha” geral. Os lucros do capital cresceram ao mesmo tempo em que a massas trabalhadora, pela via de empregos precários e acesso ao consumo por endividamento, acessava o mercado de consumo. Isso criou a sensação ilusória de satisfação e acomodamento entre as classes.

O cenário atual é completamente diferente. A crise econômica de 2008 destruiu a ilusão de prosperidade generalizada dos primeiros anos da década. E empurrou o imperialismo, para garantir o lucro capitalista, a aplicar um duríssimo ajuste fiscal e a arrochar os instrumentos de exploração colonial e neocolonial.

No Brasil, esse cenário foi aproveitado pela burguesia, associada ao imperialismo, para aumentar a taxa de exploração do povo. Fez-se a reforma trabalhista, impôs-se o teto nos gastos públicos, abriu-se um novo ciclo de assalto ao patrimônio do Estado via privatizações, o rentismo se tornou uma força ainda mais poderosa e o país se especializou ainda mais no comércio internacional como produtor de matérias-primas agrícolas e minerais baratas. E tudo isso agravado pela devastação do governo proto-fascista de Bolsonaro.

Superar esse cenário, e realizar na prática o lema “União e Reconstrução” do mandato, exigiria que este enfrentasse os interesses do grande capital. Que se revogasse as reformas trabalhistas e da previdência, que se reestatizassem as estatais privatizadas, que se retomassem as 4 mil obras paradas, que se aumentassem os investimentos públicos em saúde e educação, que se fizesse a reforma agrária, que se enfrentasse os interesses do rentismo e dos monopólios.

Todavia, o que estamos assistindo é uma rendição completa do governo a uma agenda que aprofunda o ajuste ultraliberal. Há um retrocesso generalizado nas políticas do governo por causa da política de restrição autoimposta com o Arcabouço Fiscal, inclusive nas políticas sociais. Exemplos são o anúncio recente do corte de R$ 7,7 bilhões no Bolsa Família e, no final do ano passado, a proposta do governo aprovada no Congresso para cumprir a meta do Arcabouço foi de restringir o acesso ao BPC e limitar o aumento do salário mínimo.

E, agora, assistimos a inação do governo diante do aumento do preço dos alimentos. Ao invés de intervir no mercado, combater os preços de monopólio, aumentar a produção agrícola voltada ao mercado interno, fazer a reforma agrária e até mesmo subsidiar a compra de alimentos, o governo espera ser salvo por uma nova supersafra ou pela diminuição do dólar.

O resultado dessa política é que o governo aliena cada vez mais sua base social e eleitoral, que se reflete no aumento da sua reprovação. A resposta do governo a esse cenário é o de buscar uma reaproximação com os movimentos populares, como forma de evitar a dispersão de sua base política de apoio. Porém, ela é mais fruto do desespero de contornar a situação imediata marcada pelo aumento da reprovação, do que uma reação coerente e articulada com um projeto de desenvolvimento.

O movimento popular e sindical não pode ficar na expectativa de uma mudança de rumo do governo. O momento e as condições para isso já se esfumaram. É preciso se colocar em movimento e organizar lutas que mobilizem as massas trabalhadoras em torno de demandas imediatas, como o preço dos alimentos, o fim da escala 6 x 1 e a reforma agrária. Outro exemplo é a luta contra a política de juros do Banco Central que engessa o crescimento econômico e favorece o rentismo. Será por esse caminho, da luta e organização, que a necessária consciência de classe para enfrentar a burguesia brasileira será forjada.

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

O QUE É OLIGARQUIA * Roniel Sampaio-Silva/Café com Sociologia

O QUE É OLIGARQUIA

A oligarquia é um conceito político que descreve um sistema de governo onde o poder está centralizado nas mãos de um grupo restrito de indivíduos ou famílias. Este grupo, frequentemente composto por elites financeiras, políticas ou sociais, exerce controle significativo sobre as decisões políticas, econômicas e sociais de uma sociedade. A palavra “oligarquia” tem raízes etimológicas no grego antigo, combinando “oligos” (poucos) e “arkein” (governar), denotando claramente a governança por uma minoria.

Essa forma de governo se distingue pela exclusividade no acesso ao poder. Os membros da oligarquia geralmente mantêm sua influência por meio de uma combinação de riqueza, conexões familiares, controle de recursos cruciais ou domínio sobre instituições-chave do Estado. Esse controle estreito muitas vezes resulta em políticas que beneficiam os interesses do grupo oligárquico em detrimento das necessidades e aspirações da maioria da população.

Historicamente, a oligarquia tem sido observada em várias formas e contextos. Na Grécia Antiga, algumas cidades-estado eram governadas por uma elite aristocrática, onde apenas os cidadãos com determinado status social e financeiro tinham voz ativa na política. Na Idade Média europeia, algumas monarquias também se inclinavam para uma forma de oligarquia, onde conselhos de nobres detinham grande influência sobre os reis.

Nos tempos modernos, embora muitas sociedades se autodenominem democráticas, a presença de oligarquias ainda é percebida. Em muitos casos, a influência financeira desproporcional de certos grupos ou corporações pode moldar as políticas governamentais, influenciando a legislação em seu favor e mantendo um controle indireto sobre as decisões políticas.

A concentração de poder nas mãos de poucos pode resultar em diversas consequências prejudiciais para a sociedade. Uma delas é a perpetuação da desigualdade. As políticas favorecendo a oligarquia podem reforçar divisões econômicas, levando a disparidades sociais cada vez maiores. A falta de representação igualitária também pode minar os princípios democráticos, corroendo a confiança das pessoas nas instituições políticas.

A corrupção é outra preocupação grave em sistemas oligárquicos. Quando um pequeno grupo detém poder absoluto, o risco de corrupção aumenta, com decisões sendo tomadas em benefício próprio em vez de visar o bem-estar coletivo. Isso pode minar a justiça, criar um ambiente de impunidade e impedir o desenvolvimento equitativo da sociedade.

Combater a oligarquia muitas vezes demanda reformas profundas. É essencial fortalecer as instituições democráticas, garantindo a transparência e prestação de contas no governo. Medidas para limitar a influência do dinheiro na política, promover a igualdade de oportunidades e facilitar a participação cívica são passos cruciais na direção de uma sociedade mais justa e equitativa.

Entretanto, desmantelar estruturas oligárquicas não é tarefa simples. A resistência por parte dos grupos no poder pode ser feroz, e mudanças reais podem enfrentar obstáculos consideráveis. Educação cívica, mobilização social e um compromisso contínuo com os valores democráticos são essenciais para promover mudanças significativas e sustentáveis.

Diante do exposto, a oligarquia representa uma forma de governo onde o poder está nas mãos de poucos, criando desequilíbrios de poder, desigualdades e possíveis abusos. Superar os desafios impostos por esse sistema requer um esforço coletivo para fortalecer as bases democráticas, garantir a representação justa e construir uma sociedade mais inclusiva e igualitária.

CONFERINDO...
MERCADO FINANCEIRO
GRANDES EMPRESÁRIOS OLIGARCAS NO BRASIL
OLIGARQUIA PERUANA,
trabalho da Doutora Fabiola Gallegos.Peru
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sábado, 2 de novembro de 2024

INFORME FRT * FÓRUM NACIONAL DA FRT/Frente Revolucionária dos Trabalhadores (FRT)

INFORME FRT
FÓRUM NACIONAL DA FRT/Frente Revolucionária dos Trabalhadores (FRT)

Saudações, camaradas!

Foi organizado hoje (02/11/2024), uma reunião da nossa FRT, onde discutimos alguns tópicos que julgamos importantes na atual conjuntura histórica das lutas de classes no Brasil e no mundo. Abaixo segue de forma bem resumida alguns tópicos de nossa reunião:

1-Foi abordado a atual ameaça da ofensiva burguesa contra os trabalhadores no Brasil pelas mãos do governo Lula. Avaliamos que essa ofensiva atual, é parte componente do contexto da guerra que os capitalistas têm travado contra a classe operária em todo o mundo. Ao nosso ver, é uma exigência imperativa do modo de produção capitalista em crise geral e que parece ter encontrado alguns limites absolutos para a sua reprodução: o capital somente pode reproduzir-se atualmente no lastro da barbárie e da destruição, o que leva a seguinte perspectiva histórica: a perenidade do capitalismo como modo de produção dominante na sociedade, tem dado mostras concretas de que já põe em risco as condições de existência da humanidade;

2-É dentro desta perspectiva histórica totalizante, que devemos ter em conta o que ocorre no Brasil e o avanço dos ataques neoliberais que o governo Lula.

3- pode começar a acirrar contra os trabalhadores. Enquanto nos seus dois mandatos anteriores Lula possuía margens de manobra para disfarsar-se como social democrata neodesenvolvimentista, hoje, num quadro de deterioração generalizada do regime burguês e do declínio histórico do sistema de dominação imperialista, o governo petista não pode mais manobrar como antes.

A burguesia e o imperialismo exigem severidade austericida e neoescravismo contemporâneo como "atualização" da histórica relação de superexploração do trabalho, como eixo central característico do capitalismo dependente;

4-Ao adotar em seus traços principais, o modelo econômico desenhado pelo grande capital financeiro e pelo latifúndio contemporâneo, o governo de Lula já se desgasta e leva de roldão o seu partido, além de desmoralizar sua base e todo o arco da esquerda liberal. Num contexto histórico de acirramento da ofensiva guerreirista das classes dominantes contra as massas, suprime-se as bases da política vacilante, conciliatória e bem comportada do que hoje se convencionou chamar de "esquerda" no Brasil. Forma-se assim o vácuo político preenchido e consolidado pela extrema direita agressiva e pela hegemonia ideológica neopentecostal.

A vitória acachapante da extrema direita nas eleições municipais deste ano deixa bem claro esse fenômeno. Onde a esquerda esmorece e se apresenta como agente da ordem; onde não se apresenta como ferramenta estratégica e referência de luta das massas trabalhadoras, o inimigo de classe encontra um campo aberto para atuar, manobrar e dar as suas cartas. A situação atual de enfraquecimento e decadência ideológica, programática, teórica e organizativa da esquerda brasileira, tem desarmado os trabalhadores e facilitado o caminho para a consolidação do Estado neoliberal no Brasil.

Não podemos esquecer que Lula tem sido desde às últimas décadas, o grande instrumento de desmobilização, despolitização e desmoralização da classe operária em nosso país. Dessa forma o PT, uma espécie de socialdemocracia tardia, fora do tempo e do espaço, perdeu já todas as condições que lhe permitia manter certa hegemonia no movimento operário e popular brasileiro, como como peso eleitoral;

5-Portanto, a atual crise generalizada do regime burguês, golpeou no coração as possibilidades de continuidade e perenidade do oportunismo petista. O PT passou pelo seu grande transformismo, tornou-se um agente da ordem, neste período de contra reforma burguesa, característico do capitalismo em sua fase neoliberal e agora transfigura-se cada vez mais num partido de centro, caminhando para se tornar um novo PSDB. E mais, o mesmo destino espera os demais entes da esquerda liberal, que em seu nascedouro já não encontram bases concretas para ocupar o posto do PT no campo do oportunismo;

6-Ao nosso ver, o recrudescimento das amarras da dependência do Brasil em relação ao grande capital imperialista e estrangeiro, sua posição subordinada no mercado e na divisão mundial do trabalho, são as bases das vergonhosas captulações e traições cometidas por Lula e sua chancelaria (Celso Amorim em primeiro lugar) no âmbito internacional. O imperialismo não permite mais vacilações demagógicas de Lula e exige fidelidade absoluta de seu mordomo latinoamericano, seja para quebrar as possibilidades de integração latinoamericana, isolar geoestratégicamente a Venezuela visando azeitar as armas da guerra híbrida contra a pátria de Bolívar e Chávez, ou sobretudo, inviabilizar e enfraquecer os BRICS por dentro. Essas são as tarefas que o decadente Tio Sam exige de seu vassalo petista;

7-Dentro dessa conjuntura adversa, a questão fundamental para os trabalhadores é reorganizar suas forças, restabelecer com paciência e consciência, seu poder de fogo, construir ou consertar suas ferramentas e armas que dêem condições de preparar um novo período de ofensiva contra o inimigo.
Reconstruir uma retaguarda que dê proteção e sustentação, mas acima de tudo, solidificar uma vanguarda que esteja a altura do que a guerra exige, são as principais tarefas da estratégia e tática da arte da guerra de classes na contemporaneidade.
Neste sentido, nossa avaliação é que torna-se um imperativo reconstruir um partido revolucionário de massas no Brasil, que possa se inserir no interior da classe, fortalecer sua hegemonia e conquistar a possibilidade de tornar-se o grande dirigente da classe. Essa tarefa tem, ao nosso ver, de estar sendo discutida, analisada e pensada pelos atuais setores revolucionários minoritários que não se renderam a ordem do capital. Superar nossa fragmentação, aglutinar numa organização os elementos mais conscientes do que existe entre os melhores e mais aguerridos militantes e dirigentes, aplainar uma estrada que possa nos unificar para uma direção que possibilite fortalecermos e colocar em pé tal perspectiva de organização, deve ser tarefa central para os revolucionários dispersos no país;

8-Diante da grave crise que passa o movimento operário brasileiro devido a uma conjunção de fatores, avaliamos que é preciso estabelecer um eixo de atuação que, mesmo limitado, possa fazer retomar uma política de atuação sistemática dos revolucionários nos locais de trabalho, nos sindicatos, fomentando a formação de oposições sindicais e núcleos de trabalhadores ; na aproximação das massas nos bairros populares e nas escolas, etc. Fortalecer um plano estratégico e tático para tal trabalho entre a classe, é o primeiro passo a ser dado, no sentido de batalhar para minar a influência ideológica da extrema direita, da cultura burguesa individualista e do neopentecostalismo entre as massas;

9-Diante da ofensiva mundial do imperialismo contra os povos para incrementar o neocolonialismo contemporâneo e a pilhagem, a América Latina torna-se vulnerável às investidas imperialistas, fato que a história de nossa região tem confirmado. Neste sentido, avaliamos que a criação de uma organização de Frente Antiimperialista em nosso continente é indispensável. A Frente Antifascista convocada pelo governo Maduro é, neste sentido, muito importante e condiz com a necessidade atual da sistematização da luta antiimperialista e antisionista, apesar de suas limitações. Dessa forma, temos estabelecido e fortalecido os contatos internacionais que estão se encaminhando para fortalecermos de alguma forma, mesmo que limitadamente essa ferramenta internacional de combate ao imperialismo e ao sionismo. Também, participar ativamente da resistência e luta da povo palestino de alguma forma, golpeando internacionalmente o Estado genocida de "Israel" , talvez seja a tarefa mais importante de nosso tempo, pois derrotar o Estado sionista é derrotar o imperialismo, maior inimigo da humanidade e base de sustentação do capitalismo mundial.

Essas são algumas questões debatidas pelos camaradas da FRT em nossa reunião. Fazemos um chamado aos demais camaradas para que venhamos a amadurecer essas discussões e que possamos trabalhar juntos para colocarmos em pé as ferramentas indispensáveis para o combate contra o capital e para a revolução socialista em nosso país.

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES
FRT
02/11/2024
*

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

30º GRITO DOS EXCLUÍDOS * Coordenação Nacional

GRITO DOS EXCLUÍDOS
30 anos tecendo o Brasil que a gente quer!

REPRODUÇÃO

Uma data a celebrar e festejar! E qual é a melhor maneira que temos para isso? Apostar no processo de organização e na educação popular e nas ruas! Alguém aí se identifica? Se sim, é porque é parte ativa dessa história que construímos coletivamente. Quem constrói esse processo ou está nas ruas nos 7 de setembro sabe a importância que esse Grito tem para nós e ao conjunto das lutas populares desse país!

Grito dos Excluídas e das Excluídas 2024 – 30 anos de Resistência! Segue o genocídio do povo Palestino, mulheres e crianças como alvo, porque Israel e seus aliados acham que vidas palestinas não importam. Com os impactos das catástrofes climáticas, cada vez maiores, sobre os territórios periféricos. Que não são só climáticas, mas provocadas pelo sistema capitalista para o qual a vida da natureza não vale e a vida dos povos tradicionais não importa.

A riqueza dos cinco homens mais ricos mais que dobrou, entre 2020 e 2023, saindo de 405 bilhões de dólares para 869 bilhões de dólares. Enquanto 5 bilhões de pessoas ficaram mais pobres, no mesmo período. A desigualdade e a fome aumentam dia após dia. E as políticas sociais continuam sendo cortadas dos orçamentos públicos porque a vida das pessoas que acessam os serviços públicos pouco importa.

A dívida pública continua a consumir quase metade do orçamento público federal (em 2023 foram R$ 1,879 trilhão, sendo 46,3% para pagar juros e serviços da dívida), estrangulando os gastos sociais em favor dos financeiros. Porque a vida dos que são credores de uma dívida social e ambiental pouco importa.

Na transação energética presente na intensa agenda internacional em que se encontra o Brasil, em 2024 e 2025, precisamos mostrar que as energias eólica e solar em grande escala não respondem a nossa soberania energética. São povos do campo e do mar enganados por falsos mercadores e a construção de torres de grande porte, impedindo que as pessoas durmam e crianças brinquem. A vida dessas pessoas importa?

O crescente feminicídio, crime contra mulheres, causa pavor e indignação. O Brasil é um dos países que mais mata mulheres por atos violentos que acontecem, em sua maioria, dentro de casa. A vida das mulheres e crianças parece ter menos valor. Aumenta o número de empregos, e também a carga diária de trabalho. Os trabalhadores estão ganhando menos. A precarização tem destaque no setor de aplicativos. A vida desses trabalhadores/as parece não importar.

Nesses 30 anos do Grito, “A vida em primeiro lugar” nos acompanhou! No mu- tirão pela vida, por terra, teto e trabalho! Porque a vida das mulheres, das crianças, do povo periférico, do povo preto, dos indígenas, dos quilombolas, das marisqueiras, das pessoas no campo, na floresta e na cidade IMPORTA.

Romper a barreira do ultra individualismo como nos propõem a Campanha da Fraternidade - “Vós sois todos irmãos e irmãs” – é o grande desafio. É na amizade e companheirismo que construímos no dia a dia: nas lutas, nas comunidades, nos movimentos sociais e populares, nos sindicatos, nos partidos políticos. Somos diferentes e diversos, vamos nos somando, mostrando que dois mais dois nunca é quatro e sim muito mais. É a sinergia fazendo acontecer. A força dos coletivos nas ruas ou na formação/estudo vai nos apontando um futuro de justiça e, com esperança e organização, seguirmos adiante na comemoração desses 30 anos do Grito!

Coordenação Nacional
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

AONDE O CAPITALISMO DEU CERTO? * Bernardino Brito/SP

AONDE O CAPITALISMO DEU CERTO?

À nós, Companheiros(as) e Camaradas, a construção de um projeto socialista, permanece como a única saída possível.

Essa escolha não se traduz em nenhum capricho intelectual, ela brota da lastimável realidade do mundo.

O capitalismo se colocou em total incapacidade na distribuição de riquezas. Assim, nossa oposição a esse modelo, não parte de uma vontade própria como alguns dizem: ah, eles torcem para dar errado. Não! O errado é que está dado.

Ora! São justamente os agentes de mercado, que se dizem tão apaixonados pela ciência dos números, que ignoram e fingem não ver, as tragédias desse modelo econômico. Aliás, uma parte mais sincera, está plenamente convencida de que seu sucesso financeiro pessoal, depende da desgraça de muitos, aceitando com tranquilidade tais resultados e consequências sociais.

A degradação humana e do meio-ambiente, em nada altera suas convicções e objetivos de lucro.
São promotores da miséria, violência e das guerras instaladas pelo planeta.

Até mesmo os países considerados ricos e desenvolvidos no capitalismo, na maior parte das vezes, por explorar outras nações, não escapam da vergonha interna, como demonstra o gráfico.

O 1% mais rico da Europa ocidental (linha azul), ainda mantém uma concentração de riqueza acima dos 20%, e nos EUA (linha vermelha), acima dos 30%.

Enquanto isso, os 50% mais pobres dessas nações (linhas pontilhadas) não sofreram alterações ao longo do século, oscilando entre 2% e 7% da riqueza total.

No entanto, para aplicar o mesmo critério de análise acima (dos países ricos do capitalismo) para observar a realidade brasileira, há que se ter certos cuidados, com um olhar e parecer específico, a fim de não criarmos distorções na interpretação.

Por exemplo, os 1% do topo no Brasil, ficam com 25% da renda nacional, enquanto os 50% da base da pirâmide, com 10%.

Os 25% de riqueza (dos 1%) estaria no mesmo nível dos países do gráfico, e os 10% da riqueza na base (dos 50%), nos pareceria melhor, já que o deles não passa de 7%.
Isso engana na aparência, mas não na essência.

Aqui, as faixas de classes por riqueza estão muito próximas, daí o porquê dizemos a toda classe média: vocês são pobres.

Classe média, coloca isso na sua cabeça: "vocês são Pobres". Afinal, "faixas de classe" não se confundem com o conceito de "classe".

Para entendermos melhor o caso brasileiro, possamos observar que uma pessoa que ganha um salário mínimo por mês, está entre os 50% mais pobres do país, porém, se recebe acima de 4 ou 5 mil, já está entre os 10% mais ricos. É pobre!!!
E se recebe 10 mil? É Pobre Plus. E 20 mil? Pobre Prime, e assim por diante.

Enfim, para você:
O capitalismo é um sistema político-econômico-
social de sucesso?
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quarta-feira, 30 de agosto de 2023

AS EMPREGADAS DOMÉSTICAS E A OPRESSÃO PATRONAL * José Bessa Freire-RJ

AS EMPREGADAS DOMÉSTICAS E A OPRESSÃO PATRONAL
José Bessa Freire

“Estou sem assunto. Lanço, então, um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica”. (Fernando Sabino. A Última Crônica. 1963)

Parece até parábola do Evangelho com ensinamentos sobre a vida. Ou história contada em Nheengatu pelos indígenas do Alto Rio Negro, na qual o Jabuti sabido exerce sua doce vingança. Essa aconteceu mesmo e foi relatada oralmente na Academia da Terceira Idade (ATI), no momento em que se alastra pelo Brasil a violência crescente, física e simbólica, contra empregadas domésticas. Se me permitem, descrevo antes o cenário e o contexto, no qual rolam muitas histórias narradas, enquanto as pessoas se exercitam.
Há cerca de dez anos, este velhinho que vos fala frequenta uma ATI em Icaraí para praticar gratuitamente exercícios físicos nos equipamentos instalados pela Prefeitura de Niterói. Lá convivi com vários grupos, em diferentes horários. Com o tempo, a gente acaba sabendo os nomes das pessoas, o perfil profissional e aspectos da vida privada de cada uma delas ou pelo menos das mais falantes.
O primeiro grupo é de quem acorda de madrugada: as domésticas na faixa dos 40-50 anos, residentes em São Gonçalo e morros adjacentes. No horário seguinte, os aposentados: militares e outros profissionais. Mais tarde, o turno subsequente é de quem não costuma madrugar: as madames. A escala não é tão esquemática assim, algumas vezes antes de uma turma se pirulitar, alguém do outro time chega mais cedo ou alguém sai mais tarde e há uma mistureba devida a tais infiltrações.
Inicialmente, frequentei o horário dos aposentados, com um ou outro milico até simpático e amável. Mas em 2018, na eleição presidencial, não suportei o papo da maioria fanática e obtusa. Mudei de turno. Subi, então, para o grupo das patroas, que também propagavam em voz alta as fake news em defesa do Mito, intercaladas com relatos esnobes de viagens à Europa incapazes de apreciar as diferenças culturais vistas com um olhar etnocêntrico e xenófobo. Elas entram nos países, porém os países não entram nelas. Então, eu entrava calado e saía mudo para evitar estresse. Mesmo assim não aguentei. Desci para o turno das empregadas, mas veio a Covid-19 e a ATI se esvaziou.

A sala e a cozinha

No pós-covid e especialmente após a eleição de Lula, patroas e milicos se escafederam e o ambiente ficou menos tenso. As empregadas domésticas tomaram conta do pedaço e as conversas passaram a rolar mais livremente. Eu ficava na minha, meditabundo, sem me manifestar. Apenas um “bom dia” formal na entrada para cumprir tabela. Só desmeditabundei quando comentaram o caso da babá agredida em Manaus pela mulher de um policial, em imagens que viralizaram divulgadas nos telejornais.
Foi aí que ouvi a história exemplar que agora conto, narrada por Lena aos usuários da ATI sobre o tratamento dispensado à sua amiga Liza, empregada em apartamento na Praia de Icaraí com vista para o mar. Ela chegava diariamente às 7h00, com pontualidade britânica, para evitar quea patroa de 60 e tantos anos, que nunca lhe pagava as horas extras, descontasse o atraso.
Liza era faxineira, lavadeira, passadeira e cozinheira, além de prestar assistência ao patrão demente com Alzheimer e de servir de babá dos netos – contou Lena, a narradora, enquanto se exercitava no simulador de caminhada, balançando pra frente e pra trás. Ela completou: – o salário da minha amiga era miserável, mas pelo menos o contrato incluía o direito ao café da manhã e ao almoço.
Que café! Um senhor café! Na mesa da sala, vários tipos de pães quentinhos, baguetes, queijos, bolo caseiro, ovos mexidos, panquecas, granola, café, chá, leite, suco de frutas, geleia e mel. Isso para a família. Para a empregada, desterrada na cozinha, só café preto com pão velho e dormido. E o almoço?
Voltamos aos nossos estúdios. É com você, Lena, que sabe contar histórias. Como era o almoço?

O desenlace fatal

Um senhor almoço! – garantiu Lena. A família degustava os deliciosos quitutes feitos pela empregada. Um dia, Liza preparou um filé mignon de cor rosada com alho, pincelado de mostarda e um feijão gostoso, cujo tempero podia figurar no show gastronômico do chef de cuisine Claude Troisgros. Serviu tudo na mesa da sala. Mas na cozinha, o seu pratinho trivial era diferente.
Aqui a narradora Lena parou de balançar no simulador de caminhada e sua voz tremeu de indignação para revelar que a patroa proibiu Liza de saborear a mesma comida da família. A megera tirou da geladeira um feijão congelado, amassado quinze dias antes na peneira para dar o caldo ao neto. Era só palha. Disponibilizou ainda uma salsicha ultra processada, sebenta e gordurosa, com aditivos, nitritos e nitratos.
Liza não comeu aquela porcaria e disse à patroa que a partir daquela data traria a comida de sua casa. Foi advertida que o salário continuaria o mesmo. No dia seguinte, trouxe efetivamente marmita com filé mignon, puré de batata e uma supimpa salada de alface, tomate-cereja, palmito de pupunha e manga. De sobremesa, uma maçã gala vermelha. Dona Lucinda – esse é o nome da patroa – intrigada, não acreditou no que viu:
– Você trouxe isso de casa?
Por via das dúvidas conferiu os filés na geladeira e contou as maçãs. Não deu falta de nada. Estava tudo em ordem.
Aí quem esnobou foi Liza, cujo marido acabara de arrumar um emprego como vigilante numa construção e ela pôde, assim, fazer aquela extravagância uma única vez. Mentiu:
– Em casa comemos sempre assim.
Foi então que ocorreu o desenlace fatal.

A alma lavada

No dia seguinte, dona Lucinda desperta às 9h00 e encontra a mesa da sala vazia. Nada de Liza. Telefona e cobra com voz autoritária:
– Liza, são 9h00 horas, o que aconteceu?
– Aconteceu que o seu telefonema me acordou – mentiu Liza outra vez, com voz fingidamente sonolenta.
– Você está dormindo até agora? Vou descontar do teu salário? Venha já para cá – ordenou Lucinda, que esqueceu o 13 de maio de 1888. Mas Liza lembrava da data:
– Não vou hoje, nem amanhã, nem nunca mais. Fique com o meu salário, porque agora a senhora é que vai ter de cozinhar.

Nunca fariseus e fariseias receberam um tapa assim com luva de pelica – disse naquele tempo um Mestre a seus discípulos. Em verdade em verdade vos digo, nem Cafarnaum, nem Jericó testemunharam ajuste de contas tão justiceiro e com “tanta classe” como esse ocorrido em Icaraí.
Quando Lena, a narradora, terminou o seu relato, não me contive, rompi meu silêncio obsequioso e gritei:
– Essa história lavou minha alma.
Contei a ela que vejo em cada empregada doméstica uma senhora de nome Elisa – olha a coincidência – que trabalhou no turno da noite, varrendo as salas e recolhendo o lixo no Grupo Escolar Cônego Azevedo, no bairro de Aparecida, em Manaus, mãe de 13 filhos, entre os quais esse velhinho que vos fala.
No final do relato de Lena, participamos de uma espécie de dabacuri, o ritual indígena que celebra a fartura de comida e a união das pessoas. Lizete, uma das frequentadoras da ATI, trouxe no ônibus várias pencas de banana plantadas no quintal de sua casa. Generosa, nos convidou a comer banana prata e banana ouro.

Valeu a pena seguir o conselho de Fernando Sabino. Ele tinha de escrever sua crônica para o jornal e estava sem assunto. Foi tomar café no balcão de um botequim, quando viu um casal de negros comprar a fatia de bolo mais barata e colocar nela três velinhas. Discretamente, o casal cantou baixinho o parabéns para a filha, uma negrinha linda que aniversariava. O pai, no início constrangido, viu o olhar cúmplice do cronista e logo se abriu num sorriso.
– Assim, eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso – escreveu Sabino.
Espero que essa crônica sobre empregadas domésticas, que não é a última, reforce aquela gargalhada gostosa que tomou conta da ATI, zoando a dona Lucinda. Doce vingança de Jabuti.

P.S. Ver também sobre o mesmo tema cronica de abril de 2018: https://www.taquiprati.com.br/cronica/1391-papo-de-velho-%E2%80%9Cai-meu-deus-so-jesus-na-causa%E2%80%9D
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terça-feira, 15 de agosto de 2023

O QUE É DÍVIDA PÚBLICA E QUAL É O SEU PAPEL *Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

O QUE É DÍVIDA PÚBLICA E QUAL É O SEU PAPEL

NOTA DA FRT

Longe de querer ditar verdades, nossa meta, com esta matéria, é tentar trazer nossos amigos, leitores, simpatizantes e militantes, a se inteirarem do enredo que representa a DÍVIDA PÚBLICA, em todos os aspectos que ela significa para o cidadão. É preciso ficar claro que TODOS PAGAM SEM SEQUER SABER POR QUE. Por isso, estamos iniciando com a AULA Nº1 DO CURSO AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA, ministrada pela Profª Maria Lúcia Fatorelli.

TODOS SÃO BEM VINDOS!

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"A dívida surge e aumenta sempre que o governo gasta mais do que arrecada. Assim, quando os impostos e demais receitas não são suficientes para cobrir as despesas, o governo é financiado por seus credores (pessoas físicas, empresas, bancos etc), dando origem à dívida pública.

Assim como o bom uso do crédito por um cidadão facilita o alcance de grandes conquistas (a compra de sua casa própria, por exemplo), o endividamento público, se bem administrado, permite ampliar o bem-estar da sociedade e favorece o bom funcionamento da economia.

Especialistas costumam destacar a importante função que o endividamento público exerce ao garantir níveis adequados de investimento e de prestação de serviços pelo governo à sociedade, ao mesmo tempo em que propicia maior equidade entre gerações.

As receitas e as despesas de um governo passam por ciclos e sofrem choques frequentes. Em momentos de crise, por exemplo, a economia produz menos e a arrecadação de impostos cai. Ao mesmo tempo o número de desempregados sobe e os gastos do governo com seguro desemprego aumentam. Com isso, a conta do governo fica mais apertada. Na ausência do crédito público, esses choques teriam de ser absorvidos por aumento na carga tributária ou por cortes em outros gastos, penalizando, demasiadamente, em ambos os casos, a geração atual.

Além da suavização, ao longo do tempo, do padrão de gastos de consumo e investimento do governo, o acesso ao endividamento público permite atender a despesas emergenciais (tais como as relacionadas a calamidades públicas, desastres naturais e guerras) e assegurar o financiamento tempestivo de grandes projetos com horizonte de retorno no médio e no longo prazos (na área de infraestrutura, por exemplo). A história está repleta de exemplos nesse sentido, não sendo surpreendente o uso disseminado do endividamento por praticamente todos os países do mundo.

Um exemplo de projeto com alto custo, mas com benefícios de longo prazo, é a construção de um hospital. Um hospital vai durar muitos anos e será utilizado por muito tempo, inclusive por pessoas que ainda nem nasceram. Nesse caso, é justo (e eficiente) que o custo de construção do hospital seja divido por todas as gerações que vão utilizá- lo. Por isso, ao invés de cobrar uma grande quantidade de impostos extras dos cidadãos que estão vivos durante a construção do hospital (geração atual), o governo pode financiar a obra e pagá-la em várias parcelas, dividindo, assim, o seu custo com as gerações futuras, também beneficiadas. Por meio do endividamento público, o governo poderá utilizar apenas parte da arrecadação atual e parte da arrecadação futura para pagar as parcelas relativas ao custo de construção do hospital. Assim, a dívida pública permite dividir os custos de um investimento com todas as gerações que irão se beneficiar dele.

O endividamento público pode exercer funções ainda mais amplas para o bom funcionamento da economia, auxiliando a condução da política monetária e favorecendo a consolidação do sistema financeiro.

Títulos de dívida pública são instrumentos essenciais na atuação diária do Banco Central para o alcance de seu objetivo de garantir a estabilidade da moeda, servindo de lastro para as operações típicas de política monetária, além de representarem referencial importante para emissões de títulos privados. O desenvolvimento do mercado de títulos, público e privado, pode ampliar a eficiência do sistema financeiro na alocação de recursos e fortalecer a estabilidade financeira e macroeconômica de um país.

A lição fundamental dessa discussão recai na relevância de se zelar pela qualidade do crédito público. Só assim se pode valer do endividamento e de suas funções de forma eficiente. Aqui, mais uma vez, a analogia ao cidadão comum se faz válida, o qual deve manter um bom crédito para garantir permanentemente melhores condições de financiamento (por exemplo, via menores custos e maiores prazos para pagamento).

No caso do governo, o mesmo ocorre, embora não de maneira tão simples. Suas condições de financiamento estão intimamente relacionadas à sua credibilidade, à sua capacidade de pagamento e à qualidade de gestão da dívida.

Por isso, a utilização responsável e consciente do endividamento público é importante para o bom desenvolvimento do país. A gestão eficiente da dívida pública brasileira é um dos deveres do Tesouro Nacional.

Todos esses temas relacionados à dívida pública serão tratados em outros vídeos e textos disponíveis nos canais do Tesouro Nacional. Não deixe de navegar pelo site, Facebook, Twitter e YouTube.

Que saber mais?

Consulte nossas publicações:

-   Livro da Dívida Pública: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/livro-divida-publica-a- experiencia-brasileira-

-  Plano Anual de Financiamento: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/plano-anual-de- financiamento

-  Relatório Mensal da Dívida: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/relatorio-mensal-da- divida

-     Relatório Anual da Dívida: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/relatorio-anual-da- divida

(Banco Central)"

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AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA

AULA Nº1 - MARIA LÚCIA FATORELLI

Aula 1 - Introdução (1 hora/aula)

• Auditoria Cidadã da Dívida: Por quê? Para quê? Como?
• Visão geral do universo do endividamento brasileiro federal, estadual e municipal
• Panorama do âmbito do trabalho da auditoria cidadã
• Papel da cidadania e responsabilidade social
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ANEXOS
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