O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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domingo, 26 de abril de 2026
FIM DA ESCALA 6X1 JÁ! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
domingo, 18 de janeiro de 2026
DITADURA. ORA, DITADURA! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
quarta-feira, 19 de março de 2025
FORJAR NA LUTA UMA NOVA CONSCIÊNCIA DE CLASSE * Organização Comunista Arma da Crítica/OCAC
terça-feira, 31 de dezembro de 2024
O QUE É OLIGARQUIA * Roniel Sampaio-Silva/Café com Sociologia
sábado, 2 de novembro de 2024
INFORME FRT * FÓRUM NACIONAL DA FRT/Frente Revolucionária dos Trabalhadores (FRT)
quarta-feira, 7 de agosto de 2024
30º GRITO DOS EXCLUÍDOS * Coordenação Nacional
REPRODUÇÃO
Uma data a celebrar e festejar! E qual é a melhor maneira que temos para isso? Apostar no processo de organização e na educação popular e nas ruas! Alguém aí se identifica? Se sim, é porque é parte ativa dessa história que construímos coletivamente. Quem constrói esse processo ou está nas ruas nos 7 de setembro sabe a importância que esse Grito tem para nós e ao conjunto das lutas populares desse país!
Grito dos Excluídas e das Excluídas 2024 – 30 anos de Resistência! Segue o genocídio do povo Palestino, mulheres e crianças como alvo, porque Israel e seus aliados acham que vidas palestinas não importam. Com os impactos das catástrofes climáticas, cada vez maiores, sobre os territórios periféricos. Que não são só climáticas, mas provocadas pelo sistema capitalista para o qual a vida da natureza não vale e a vida dos povos tradicionais não importa.
A riqueza dos cinco homens mais ricos mais que dobrou, entre 2020 e 2023, saindo de 405 bilhões de dólares para 869 bilhões de dólares. Enquanto 5 bilhões de pessoas ficaram mais pobres, no mesmo período. A desigualdade e a fome aumentam dia após dia. E as políticas sociais continuam sendo cortadas dos orçamentos públicos porque a vida das pessoas que acessam os serviços públicos pouco importa.
A dívida pública continua a consumir quase metade do orçamento público federal (em 2023 foram R$ 1,879 trilhão, sendo 46,3% para pagar juros e serviços da dívida), estrangulando os gastos sociais em favor dos financeiros. Porque a vida dos que são credores de uma dívida social e ambiental pouco importa.
Na transação energética presente na intensa agenda internacional em que se encontra o Brasil, em 2024 e 2025, precisamos mostrar que as energias eólica e solar em grande escala não respondem a nossa soberania energética. São povos do campo e do mar enganados por falsos mercadores e a construção de torres de grande porte, impedindo que as pessoas durmam e crianças brinquem. A vida dessas pessoas importa?
O crescente feminicídio, crime contra mulheres, causa pavor e indignação. O Brasil é um dos países que mais mata mulheres por atos violentos que acontecem, em sua maioria, dentro de casa. A vida das mulheres e crianças parece ter menos valor. Aumenta o número de empregos, e também a carga diária de trabalho. Os trabalhadores estão ganhando menos. A precarização tem destaque no setor de aplicativos. A vida desses trabalhadores/as parece não importar.
Nesses 30 anos do Grito, “A vida em primeiro lugar” nos acompanhou! No mu- tirão pela vida, por terra, teto e trabalho! Porque a vida das mulheres, das crianças, do povo periférico, do povo preto, dos indígenas, dos quilombolas, das marisqueiras, das pessoas no campo, na floresta e na cidade IMPORTA.
Romper a barreira do ultra individualismo como nos propõem a Campanha da Fraternidade - “Vós sois todos irmãos e irmãs” – é o grande desafio. É na amizade e companheirismo que construímos no dia a dia: nas lutas, nas comunidades, nos movimentos sociais e populares, nos sindicatos, nos partidos políticos. Somos diferentes e diversos, vamos nos somando, mostrando que dois mais dois nunca é quatro e sim muito mais. É a sinergia fazendo acontecer. A força dos coletivos nas ruas ou na formação/estudo vai nos apontando um futuro de justiça e, com esperança e organização, seguirmos adiante na comemoração desses 30 anos do Grito!
Coordenação Nacional
domingo, 21 de julho de 2024
TODO DIA É DIA DE MATAR O PATRÃO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024
AONDE O CAPITALISMO DEU CERTO? * Bernardino Brito/SP
quarta-feira, 30 de agosto de 2023
AS EMPREGADAS DOMÉSTICAS E A OPRESSÃO PATRONAL * José Bessa Freire-RJ
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
AULA 5 - O ESTADO NEOLIBERAL NO BRASIL * PROF GIOVANNI ALVES
terça-feira, 15 de agosto de 2023
O QUE É DÍVIDA PÚBLICA E QUAL É O SEU PAPEL *Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
O QUE É DÍVIDA PÚBLICA E QUAL É O SEU PAPEL
Longe de querer ditar verdades, nossa meta, com esta matéria, é tentar trazer nossos amigos, leitores, simpatizantes e militantes, a se inteirarem do enredo que representa a DÍVIDA PÚBLICA, em todos os aspectos que ela significa para o cidadão. É preciso ficar claro que TODOS PAGAM SEM SEQUER SABER POR QUE. Por isso, estamos iniciando com a AULA Nº1 DO CURSO AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA, ministrada pela Profª Maria Lúcia Fatorelli.
TODOS SÃO BEM VINDOS!
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"A dívida surge e aumenta sempre que o governo gasta mais do que arrecada. Assim, quando os impostos e demais receitas não são suficientes para cobrir as despesas, o governo é financiado por seus credores (pessoas físicas, empresas, bancos etc), dando origem à dívida pública.
Assim como o bom uso do crédito por um cidadão facilita o alcance de grandes conquistas (a compra de sua casa própria, por exemplo), o endividamento público, se bem administrado, permite ampliar o bem-estar da sociedade e favorece o bom funcionamento da economia.
Especialistas costumam destacar a importante função que o endividamento público exerce ao garantir níveis adequados de investimento e de prestação de serviços pelo governo à sociedade, ao mesmo tempo em que propicia maior equidade entre gerações.
As receitas e as despesas de um governo passam por ciclos e sofrem choques frequentes. Em momentos de crise, por exemplo, a economia produz menos e a arrecadação de impostos cai. Ao mesmo tempo o número de desempregados sobe e os gastos do governo com seguro desemprego aumentam. Com isso, a conta do governo fica mais apertada. Na ausência do crédito público, esses choques teriam de ser absorvidos por aumento na carga tributária ou por cortes em outros gastos, penalizando, demasiadamente, em ambos os casos, a geração atual.
Além da suavização, ao longo do tempo, do padrão de gastos de consumo e investimento do governo, o acesso ao endividamento público permite atender a despesas emergenciais (tais como as relacionadas a calamidades públicas, desastres naturais e guerras) e assegurar o financiamento tempestivo de grandes projetos com horizonte de retorno no médio e no longo prazos (na área de infraestrutura, por exemplo). A história está repleta de exemplos nesse sentido, não sendo surpreendente o uso disseminado do endividamento por praticamente todos os países do mundo.
Um exemplo de projeto com alto custo, mas com benefícios de longo prazo, é a construção de um hospital. Um hospital vai durar muitos anos e será utilizado por muito tempo, inclusive por pessoas que ainda nem nasceram. Nesse caso, é justo (e eficiente) que o custo de construção do hospital seja divido por todas as gerações que vão utilizá- lo. Por isso, ao invés de cobrar uma grande quantidade de impostos extras dos cidadãos que estão vivos durante a construção do hospital (geração atual), o governo pode financiar a obra e pagá-la em várias parcelas, dividindo, assim, o seu custo com as gerações futuras, também beneficiadas. Por meio do endividamento público, o governo poderá utilizar apenas parte da arrecadação atual e parte da arrecadação futura para pagar as parcelas relativas ao custo de construção do hospital. Assim, a dívida pública permite dividir os custos de um investimento com todas as gerações que irão se beneficiar dele.
O endividamento público pode exercer funções ainda mais amplas para o bom funcionamento da economia, auxiliando a condução da política monetária e favorecendo a consolidação do sistema financeiro.
Títulos de dívida pública são instrumentos essenciais na atuação diária do Banco Central para o alcance de seu objetivo de garantir a estabilidade da moeda, servindo de lastro para as operações típicas de política monetária, além de representarem referencial importante para emissões de títulos privados. O desenvolvimento do mercado de títulos, público e privado, pode ampliar a eficiência do sistema financeiro na alocação de recursos e fortalecer a estabilidade financeira e macroeconômica de um país.
A lição fundamental dessa discussão recai na relevância de se zelar pela qualidade do crédito público. Só assim se pode valer do endividamento e de suas funções de forma eficiente. Aqui, mais uma vez, a analogia ao cidadão comum se faz válida, o qual deve manter um bom crédito para garantir permanentemente melhores condições de financiamento (por exemplo, via menores custos e maiores prazos para pagamento).
No caso do governo, o mesmo ocorre, embora não de maneira tão simples. Suas condições de financiamento estão intimamente relacionadas à sua credibilidade, à sua capacidade de pagamento e à qualidade de gestão da dívida.
Por isso, a utilização responsável e consciente do endividamento público é importante para o bom desenvolvimento do país. A gestão eficiente da dívida pública brasileira é um dos deveres do Tesouro Nacional.
Todos esses temas relacionados à dívida pública serão tratados em outros vídeos e textos disponíveis nos canais do Tesouro Nacional. Não deixe de navegar pelo site, Facebook, Twitter e YouTube.
Que saber mais?
Consulte nossas publicações:
-
Livro da Dívida Pública: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/livro-divida-publica-a- experiencia-brasileira-
- Plano Anual de
Financiamento: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/plano-anual-de- financiamento
- Relatório Mensal da
Dívida: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/relatorio-mensal-da-
divida
-
Relatório Anual da Dívida: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/relatorio-anual-da- divida
(Banco Central)"
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AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA









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