O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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domingo, 18 de janeiro de 2026
DITADURA. ORA, DITADURA! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
40 anos do fim da ditadura e a comissão de mortos e desaparecidos * Em direção à caminhada do silêncio/TV GGN
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
BYE BYE DITADURA * Adão Alves dos Santos/SP
segunda-feira, 3 de abril de 2023
Anivaldo Padilha - entrevista: Ditadura nunca mais! - Xadrez Político
CONVERSANDO COM ANIVALDO PADILHA
Este convite anuncia um debate ainda meio "proibido" no meio evangélico.
O grupo de Direitos Humanos da Metodista convida para um momento de oração seguido de conversa com o metodista Anivaldo Padilha. Foi preso e torturado, entregue pela própria cúpula da Igreja
É um depoimento muito importante cuja história, só recentemente está escrita e discutida.
A Igreja Metodista fica na Av Santos Dumont, 33 bem perto do Metró estação Tiradentes.
Logo após um momento de oração teremos uma *RODA DE CONVERSA"* com *Anivaldo Padilha* sobre o *TEMA:* _" *Igrejas Evangélicas na Ditadura Militar:* dos abusos do poder à resistência cristã"_
Será uma boa discussão!!
quinta-feira, 30 de março de 2023
Todos às ruas em 31 de março! * FRENTE ANTIFASCISTA DO DF/FRT BR
terça-feira, 21 de março de 2023
DITADURA NUNCA MAIS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
quinta-feira, 31 de março de 2022
31 DE MARÇO 58 ANOS DO GOLPE MILITAR DE 1964 * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
D E S A B A F O
D E S A B A F O
Marcelo Mário de Melo
Em memória de Wladimir Herzog e Manoel Fiel Filho (*)
Isto não é uma exposição acadêmica nem um requebro retórico. É um desabafo.
Talvez muitos preferissem a linguagem das estatísticas.
Esta a coluninha dos torturados.
Aqui os estropiados fisicamente com subdivisões para hematomas cicatrizes fraturas lesões e toda a nomenclatura da medicina torturante de urgência.
Aqui os mutilados mentalmente com sub-sessões reservadas a psicoses neuroses fobias úlceras gastrites insônias obsessões apatias.
Neste espaço reservado a Torturas/Mortes computem-se “Suicídios”, “Mortos em Tiroteio” e “Tentativas de Fuga”.
E nesta linha verde-acinzentada escreva-se com sangue: Distensão/Desaparecidos.
Poderia preencher um gráfico que satisfaria ao esteticismo seco do mais exigente burocrata. Tão imponente e preciso aos espíritos formalistas como as tabelas do imposto de renda e os projetos de reforma administrativa.
Mas os que precisassem disso para avalizar nossas denúncias jamais seriam convencidos de nada porque há muito estariam vacinados contra a verdade ou formados nas filas do lado de lá.
Quem não puder ser convencido hoje pelos exemplos esparsos indícios ruídos abafados da máquina de triturar presos políticos abrirá certamente os olhos só se os abrir quando as verdades vivas de agora passarem à respeitabilidade morta dos museus de amanhã ou se a máquina começar a moer a sua própria carne os próximos.
Nós os presos políticos do Brasil atual nos dirigimos àqueles que sabem pressentir a cascavel pelo sibilo e se dispõem a renegar o seu veneno.
Mesmo que apenas com o grito de alerta ou o gesto mudo repulsa de quem se associa à dor.
(*) Escrito em outubro de 1975, em cela do Esquadrão Dias Cardoso, Bongi, Recife-PE, no intervalo entre uma greve de fome e outra, depois dos assassinatos sob tortura, em São Paulo, do jornalista Wladimir Herzog e do operário Manoel Fiel Filho.
QUEM O FARÁ?
Purgar os erros.
Lembrar os mortos.
Fecundar os sonhos.
Festejar as vitórias.
Se não fizermos isto
pela nossa história
Quem o fará?
*
DIRETAS JÁ O GRITO AS RUAS
Nosso movimento se propõe a denunciar as graves violações de direitos humanos cometidas pelo Estado brasileiro no período da Ditadura Civil Militar (1964 - 1985), violações essas que se perpetuam até nossos dias, reivindicar o tombamento definitivo e a conclusão das obras da Casa frei Tito de Alencar e a manutenção e estruturação do Memorial da Resistência - Arquivo das Sombras (antiga sede da polícia federal no Ceará e centro clandestino de torturas).
LEMBRANÇAS E BANDEIRAS
Marcelo Mário de Melo
Tremulam as bandeiras da lembrança.
Os estudantes de direito carregando a bandeira de Demócrito de Souza Filho nas passeatas e a levantando, frente aos pelotões da polícia do governo de Cid Sampaio e das tropas do Exército, quando foram expulsos a coronhadas da Faculdade, por ordem do presidente Jânio Quadros, em 1961, durante o movimento nacional que reivindicava a representação estudantil de 1/3 nos conselhos universitários.
Na tarde de 1º de abril de 1964, depois de uma assembléia na Escola de Engenharia, ainda funcionando na R. do Hospício, seguíamos em passeata para o Palácio das Princesas, no intento de defender o Governo de Miguel Arraes.
Carregando a bandeira brasileira e cantando o hino nacional, formos atingidos por tiros de fuzil, restando mortos os estudantes comunistas Jonas Barros, do Ginásio Pernambucano, e Ivan Aguiar, aprovado no vestibular para Engenharia, e que não chegou a iniciar o curso. Passando por diversas mãos, restou caída e manchada de sangue, a bandeira brasileira.
Em 1964, quando os militares quiseram fazer com o governador Miguel Arraes uma negociata política em troca da sua liberdade, ele lhes respondeu que tinha sido eleito pelo povo e não reconhecia neles autoridade para lhes dar ordens de governo, que tinha nove filhos e, um dia, queria poder lhes contar essa história olhando nos olhos. O governador Miguel Arraes foi coerente com as suas bandeiras e fiel aos seus compromissos com o povo. Os militares o levaram para a prisão em Fernando de Noronha.
Quando o Coronel Ibiapina, em 1964, disse na porta da cela do menino David Capistrano Filho, com 16 anos, que a culpa da sua situação era do seu pai, um comunista irresponsável, teve a resposta de que o seu pai era um homem sério e honesto, e ele é que era um golpista. O coronel mandou retirar o colchão de David e o transferiu para o juizado de menores, onde passou três meses, preso entre meninos infratores.
Naquele momento histórico, um homem maduro, governador de estado, pai de dez filhos, e um menino, estudante de colégio, foram fieis às bandeiras do povo. mostrando que coerência não tem idade. E também que as bandeiras podem e devem passar de pai para filho, de avô para neto.
As conjunturas mudam e há necessidade de se atualizarem estratégias, táticas e formas de luta no processo de mobilização por liberdade, democracia e mudança social. Mas é fundamental que isto ocorra sob a base de uma linha de coerência e continuidade histórica em matéria de campos e objetivos centrais.
Acima e além dos interesses de facções e da promoção de grupos ou personalidades, a ampliação dos espaços para as camadas populares, nos dispositivos legais, nas políticas públicas e nas representações políticas formais e informais, deve fundamentar o critério de avaliação. Aí está a substância da simbologia das bandeiras.
AOS QUE CUIDAM DE BANDEIRAS
(Em memória de Miguel Arraes)
Marcelo Mário de Melo
Há aqueles que levantam uma bandeira
e prosseguem.
Aqueles que afrouxam as mãos
e abandonam as bandeiras no caminho.
Aqueles que rasgam queimam
renegam bandeiras e se recolhem.
Aqueles que se bandeiam
e passam a defender
bandeiras contrárias.
Aqueles que refletem
e escolhem bandeiras melhores.
Aqueles que encerram as bandeiras
em gavetas vitrines e altares.
Aqueles que colocam as bandeiras a venda.
É triste ver bandeiras abandonadas
vendidas ou sacralizadas no céu distante.
As bandeiras não são entidades
para comércio adoração e arquivo
Expostas ao vento e ao tempo
as bandeiras são coisas simples da vida
que exigem cuidado:
como uma casa
uma roupa
um filho
uma flor.
&
1964:JONAS E IVAN:
O SENTIDO SIMBÓLICO
Marcelo Mário de Melo
Em 1964 havia no Colégio Estadual de Pernambuco – CEP, antigo Ginásio Pernambucano, hoje novamente com o velho nome, no Recife, uma base do Partido Comunista Brasileiro com 25 jovens militantes, homens e algumas mulheres. A ação política se desdobrava nas reivindicações locais, nas campanhas pelo diretório estudantil e nas disputas com a direita em torno das entidades municipal e estadual dos secundaristas: a Associação Recifense dos Estudantes Secundários – ARES e o CESP – Centro dos Estudantes Secundaristas de Pernambuco.
Os estudantes também eram convocados a atuar nas campanhas eleitorais e em mobilizações vinculadas às bandeiras políticas da época. Defendíamos as reformas de base, entre elas a reforma agrária, a reforma urbana, a reforma do ensino. Éramos pelo direito de voto para os analfabetos e soldados e cabos das forças armadas.
Combatíamos o colonialismo e as ditaduras no mundo, com destaque para a libertação das colônias africanas, as ditaduras de Salazar em Portugal, Franco na Espanha e Strossner no Paraguai. Defendíamos ardorosamente a jovem revolução cubana e, muitas vezes, participávamos de atos públicos, panfletagens e pichações em defesa de Cuba, contra as ameaças e as tentativas de invasão comandadas pelo imperialismo norte-americano, então sob a batuta do bonitão John Kennedy.
Na base do CEP havia um grupo de companheiros que participava do Clube Literário Monteiro Lobato, o famoso CLML, que ativava um concurso permanente de crônicas, tinha reuniões sistemáticas, possuía centenas de filiados de diversos colégios e chegou a publicar alguns números do jornal Juvenília, inviabilizado a partir do golpe de abril de 1964.
O CLML tinha uma grande força atrativa entre os secundaristas mais novos. Os seus integrantes comunistas formavam um grupo com identidade própria, inclusive, com uma organização de base específica, vinculada ao Comitê Secundarista. Jonas fazia parte desse grupo, juntamente com David Capistrano Filho, Francisco de Assis Barreto da Rocha, Amaro Quintino, Dmitri, Rogério Jansen e outros companheiros.
Eu não tinha muita aproximação com Jonas. Convivia com ele nas reuniões e o encontrava constantemente nas agitações de rua e em eventos políticos. Via-o muito ao lado de Davizinho, outras vezes com Davizinho e Rosa Barros, que participava da base do Colégio Estadual do Recife, de alunado feminino, e, como ele, morava no bairro de Santo Amaro. Tinha maior aproximação com o seu irmão mais velho, Carlos Augusto, que participava da base do CEP e chegou a disputar a presidência do diretório.
No dia 1º de abril de 1964, no meio da tarde, saímos em passeata da Escola de Engenharia, na Rua do Hospício, em direção ao Palácio das Princesas, cercado por tropas verde-oliva, para defender o governo de Miguel Arraes. Quando estávamos na altura da Pracinha do Diário, no cruzamento com a Av. Dantas Barreto, em marcha passo de ganso, avançou contra nós um pelotão vindo das imediações do Palácio da Justiça, que começou a disparar, inicialmente, para cima. Depois foi baixando o ângulo até o nível dos manifestantes.
Alguns companheiros gritaram: "é festim"! Mas eu vi os pedaços de reboco caindo do alto de um edifício, sob o efeito das balas, e dei o grito de alarme: "não é festim, não! É bala!” Entre correrias e tiros, avistei o companheiro Oswaldo Coelho, que me havia recrutado para a base do CEP e agora estudava Direito, carregando um corpo masculino com um grande buraco se estendendo pelo pescoço, o queixo arrancado a tiros. Somente depois, voltando para casa, soube que o ferido era Jonas.
Junto a Jonas também tombou o jovem Ivan Aguiar, comunista de nascença, filho de Severino Aguiar, que morreu na década de 90 com mais de noventa anos, ostentando o orgulho de ser o mais antigo comunista vivo do Brasil. Ivan havia sido aprovado no vestibular para engenharia e aguardava o momento de começar a fazer o curso. Já ferido, ele ainda conseguiu disparar um tiro de um revólver 38 que Antônio Florêncio, comunista de Palmares, recolheu e guardava como relíquia.
A Ivan, um brinde pela iniciativa desse - lamentavelmente único - tiro dado em Pernambuco em defesa da democracia e contra os golpistas de 1964. Diz-se que, ao lado de Ivan e Jonas, também tombaram um homem desconhecido e uma funcionária da loja de produtos masculinos - Remilet - colhida por um tiro no seu local de trabalho, na Av. Dantas Barreto.
Aos 16 anos, depois de passar por três meses de prisão, quando perguntado, num inquérito, o que achava da "Revolução de 31 de Março de 1964", Davizinho Capistrano respondeu que não poderia achar nada de bom, porque o seu pai estava sendo perseguido, ele fora preso e o seu melhor amigo havia sido morto. Em cartas a mim, na década de 1960, David se refere a momentos de profundo sofrimento pela perda de Jonas, denominando-os de "jonismo".
Vim saber mais de Jonas depois da sua morte. Li poemas seus. Apreendi a dimensão da sua amizade grudenta com Davizinho e Rosa, formando um trio inseparável. Um dia, em 1964, acompanhei numa homenagem a Jonas o poeta Albérgio Maia de Farias, também companheiro do PCB e das lutas estudantis. Na Galeria de Arte, da qual Jonas era freqüentador, suspensa na margem do Rio Capibaribe, em frente aos Correios, destruída na cheia de 1965, ele deixou fixado no mural um poema que começava assim: "Na Galeria de Arte/há um banco de saudade/e há gestos de futuro/quebrando a serenidade".
Jonas e Ivan Aguiar tiveram suas vidas interrompidas na juventude. Passaram à condição de referências simbólicas dos jovens que lutaram pela democracia e contra a implantação da ditadura de 1964. Transformaram-se em bandeiras de idealismo e resistência, tremulando em nossos corações e apontando para a coerência dos nossos passos.
sábado, 11 de dezembro de 2021
MEDALHA CHICO MENDES * Grupo Tortura Nunca Mais / GTNM
*Medalha Chico Mendes*
sábado, 27 de novembro de 2021
TODOS OS CRIMES DA DITADURA MILITAR * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / RT
TODOS OS CRIMES DA DITADURA MILITAR
terça-feira, 7 de setembro de 2021
Arruaceiros são elles * Iracildo Binichevski / RS
Arruaceiros são elles
Tive a ventura de ser atuante na saída da ditadura para a redemocratização. Muitos de nós realmente ajudaram a escrever a história daquela época, fazendo a sociedade se organizar e evoluir: Associações de Bairro, Movimentos dos Desapropriados, Reorganização dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Movimento dos Sem-terra. Grãos de democracia, que, tal qual grãos de areia, formaram o areal da redemocratização.
DITADURA NUNCA MAIS
Éramos e ainda carregamos o estigma de “arruaceiros”, pois gritávamos pela liberdade de expressar a necessidade de um pedaço de terra, uma casa para morar, um emprego para sobreviver, a aposentadoria para as agricultoras, e o fim da fila de pedintes que tocavam a campainha de nossa casa pedindo comida.
Por isso éramos, e muitos ainda assim nos consideram, “arruaceiros”.
Claro, entramos à força de pequenos grupos em órgãos públicos, em terras de fazendeiros, e ocupamos ruas das cidades. Organizados, fazíamos com tais gestos apenas atos políticos, reivindicando direitos legítimos, negociando em favor de todos, e progredindo no rumo das conquistas sociais.
Jamais ameaçamos a democracia que ressurgia. Criticamos os poderes, até de modo ácido, mas sem atentar contra eles. Nunca reclamamos a falta de oportunidade de fazer confusão por interesses pessoais, de xingar de forma animalesca, de ofender as minorias. Nem mesmo, no MST, reclamamos por ter apenas foices e forcas para nos depender das forças opressoras.
No dia 7 de setembro os não “arruaceiros” planejam tomar as ruas das grandes cidades. Têm as costas quentes pelo dinheiro dos poderosos, rugem guarnecidos por forças militares clandestinas que afrontam as leis e seus regulamentos, defendem o direito de comprar armas, reivindicam o direito de xingar, de atentar contra os poderes, de vender o Brasil aos americanos, de desmatar e de espoliar os cofres públicos.
Não dizem uma única palavra em favor dos fracos e desprotegidos, nunca defendem os direitos das minorias e das maiorias pobres, ameaçam com a ditadura, não lamentam a crise social e econômica, não se importam com a fome que campeia e com as mortes, não estão nem aí se os pobres têm que escolher entre o almoço ou a janta (ou nenhum deles).
Nós éramos arruaceiros. E eles são o que?
Você, cidadão verdadeiramente de bem, pensa um pouco e não vá às manifestações dos que somente pensam em si e na violência. Pense em seus filhos e netos, e nos ajudem a devolver a paz e o progresso ao Brasil.
Arruaceiros são eles, nós sempre fomos cidadãos de bem e democráticos.
Texto de Iracildo Binicheski / RS - Escritório Binicheski Advogados
segunda-feira, 30 de agosto de 2021
CARTA ABERTA DA GERAÇÃO 68 SEMPRE NA LUTA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
CARTA ABERTA DA GERAÇÃO 68 SEMPRE NA LUTA
“Geração 68” entrega Carta Aberta para OAB, ABI e CNBB, em defesa da vida e da democracia.
O movimento Geração 68 Sempre na luta fará a entrega de sua Carta Aberta à OAB, à ABI e à CNBB como ato simbólico, buscando dialogar com três das organizações comprometidas com as lutas democráticas no Brasil.
A entrega da Carta Aberta será feita individualmente, a cada entidade, neste 30 de agosto, por comissões representando o Geração 68.
Às 11 horas, ao presidente da OAB no Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz.
Ainda no Rio, às 13:30, ao presidente da ABI, o jornalista Paulo Gerônimo.
E às 15 horas, na sede da CNBB, em Brasília, ao bispo Dom Joel Portella Amado, secretário geral da entidade.
A ida das comissões às entidades ocorre no momento em que a democracia brasileira está ameaçada pelo presidente da República, por sua desastrada condução do enfrentamento à pandemia, pelo aprofundamento do desemprego, da miséria e da estagnação da economia brasileira e, particularmente, pelas suas constantes falas prometendo golpe de estado e ofendendo diretamente instituições e seus representantes, iniciativas desestabilizadoras da democracia.
A Carta Aberta e o Movimento Geração 68 Sempre na luta Quando a Carta Aberta do Geração 68 foi lançada, em 13 de maio, o Brasil contava com "mais de 400 mil mortes".
Três meses depois, esse número já se aproxima de 600 mil mortes, parte substancial delas evitável, como demonstram inúmeras pesquisas e trabalhos científicos.
A Carta é também o marco do lançamento do próprio Movimento Geração 68 Sempre na luta, voltado para agregar forças "pelo Direito à Vida, contra o genocídio em curso, pela interdição do governo do presidente" da República, responsável por uma política que leva milhares de brasileiros à morte, e "pelo direito do povo de viver e de ter esperança.
A entrega da Carta Aberta ocorrerá na segunda-feira, 30 de agosto, nos seguintes endereços e horários:
– À Ordem dos Advogados do Brasil, será na Rua Araújo Porto Alegre, 36, grupo 1.208, ed. Aliança da Bahia, Rio de Janeiro, centro, às 11 horas;
– À Associação Brasileira de Imprensa – ABI, na sede à Rua Araújo Porto Alegre, 71 – Rio de Janeiro – Centro, às 13:30; e
– À Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, na sede, em Brasília, Setor de Embaixadas Sul, Quadra 801, Conjunto B – Asa Sul, às 15 horas.
Carta Aberta do movimento Geração 68 Sempre na luta, seguida de 68 assinaturas, entre as mais de 2 mil e quinhentas colhidas. Em seguida, as comissões que farão as entregas da Carta.
Carta Aberta da Geração 68
Basta de Genocídio! Fora Bolsonaro!
Às brasileiras e aos brasileiros, aos movimentos sociais, partidos, sindicatos, centrais, ONG’s, organizações da sociedade civil, redes e a todas(os) que estejam dispostas(os) a lutar pelo Direito à Vida e pela Democracia. Somos parte da Geração 68, uma das gerações que ao longo do tempo participaram de inúmeras passeatas e lutaram contra a Ditadura Militar e por um Brasil mais justo e igualitário. Nesse momento, no ano de 2021, estamos agregando forças para lutar pelo Direito à Vida, contra o genocídio em curso, pela interdição do governo do presidente que intencionalmente tem induzido a morte de milhares de brasileiros, pelo direito do povo de viver e de ter esperança. Nosso país já tem mais de 400 mil mortos em fins de abril. Em maio poderá chegar a meio milhão de óbitos. Conjugada à pandemia, pela inépcia governamental, se abateu sobre os segmentos mais fragilizados a miséria e a fome. Quantos ainda terão de morrer pelo negacionismo do governo federal? Assinar esta carta não representa apenas um desejo de viver, mas de lutar para proteger as pessoas que amamos, a economia local e nacional, um futuro melhor sem o risco mortal de uma doença que assola todo o planeta. Todos sabemos que o epicentro da pandemia, o maior aliado da propagação do vírus, é o atual presidente da república e seu governo, sendo o único dirigente do mundo a sabotar a política de vacinação, deixando de adquirir vacinas quando elas estavam disponíveis. Tornou o Brasil em berçário de variantes do coronavírus e uma ameaça não apenas para a nossa população como para o mundo inteiro. Assinar esta carta representa igualmente lutar pela democracia que tem sido cotidianamente ameaçada pelo atual governo desde que tomou posse. Significa, ainda, lutar contra a violência que está presente no país aniquilando jovens pobres, pretos e os povos originários. Deste modo, participamos e convidamos todos os movimentos organizados e a população em geral a se unirem nesta luta, pela vida e pela democracia, que é de todo o povo. Iremos, em princípio, realizar uma manifestação pública - com toda a segurança sanitária necessária frente à pandemia - em diversas cidades do país no dia 26 de junho. Nesta data serão comemorados os 53 anos da gigantesca passeata dos 100 mil no Rio de Janeiro. Se, então, gritávamos ‘Abaixo a Ditadura!’, hoje gritaremos em alto e bom som que ‘Ditadura Nunca Mais!’. Estamos dispostos a participar de qualquer outra manifestação, em qualquer outra data, que tenha os mesmos objetivos que expusemos acima. Esperamos encontrá-la(o) na manifestação, ou através das redes sociais, unindo forças pelo direito à vida e pela democracia.POR UM AUXILIO EMERGENCIAL DE R$ 600 PELA DEMOCRACIA SEMPRE. DITADURA NUNCA MAIS! BASTA DE GENOCÍDIO! FORA BOLSONARO!
https://blogdojuca.uol.com.br/2021/08/geracao-68-entrega-carta-aberta-para-oab-abi-e-cnbb-em-defesa-da-vida-e-da-democracia/
Assinam:
Afonsinho (ex-jogador de futebol)
André Singer
Bete Mendes
Carlos Minc
Celso Amorim
Chico Alencar
Chico Buarque
Cristovam Buarque
Dalmo Dallari
Dilma Rousseff
Djalma Bom
Eduardo Jorge
Eduardo Suplicy
Emir Sader
Ermínia Maricato
Fábio Konder Comparato Fernando Gabeira
Fernando Morais
Fernando Pimentel
Flávio Tavares
Franklin Martins
Frei Beto
Hildegard Angel
Humberto Costa
Idibal Pivetta
Ivan Valente
Jean Marc von der Weid
João Alberto Capiberibe
José Álvaro Moisés
José Aníbal Peres de Pontes José Dirceu
José Genoíno
José Miguel Wisnik
José Trajano
Juca Ferreira
Juca Kfouri
Laerte Coutinho
Leci Brandão
Leonardo Boff
Lucélia Santos
Lucia Murat
Luiz Carlos Barreto
Luiz Gonzaga Belluzzo
Luiz Nassif
Luiza Erundina
Manoel Conceição
Maria Rita Kehl
Maria Victoria Benevides Marieta Severo
Marilena Chaui
Marina Silva
Max Mauro
Olívio Dutra
Paulo Sérgio Pinheiro
Renan Calheiros
Renato Janine Ribeiro Roberto Amaral
Roberto Freire
Roberto Requião
Sebastião Salgado
Sérgio Mamberti
Silvio Tendler
Sueli Carneiro
Tânia Bacelar
Tarso Genro
Vitor Buaiz
Vladimir Palmeira
Walter Lima Jr.
Participarão das comissões para a entrega da Carta Aberta:
Na OAB e na ABI
Afonsinho
Beluce Belucci
Carlos Alberto Muniz
Cid Benjamin
Dulce Pandolfi
Edival Nunes Cajá
Eliete Ferrer
Elinor Brito
Eny Moreira
Fernando Gabeira
Heloísa Buarque de Holanda
Lizst Vieira
Lúcia Murat
Marcelo Santa Cruz
Mozart Campos Luna
Paulo Ramos
Pedro C Cunca Bocayuva Renata Sorrah
Umberto Trigueiros.
Na CNBB
Betty Almeida,
Hélio Doyle,
José Geraldo de Souza Jr
Madalena Rodrigues
Suely Belatto
Conheça o Movimento Geração 68 Sempre na luta: Site: https://68naluta.org/ *
Facebook: https://facebook.com/geracao68semprenaluta
*
Instagram: @geracao68naluta/















