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quinta-feira, 21 de maio de 2026

DERROTAR O GRANDE CAPITAL ASSOCIADO AO FASCISMO E AO CRIME ORGANIZADO * Liga Comunista Brasileira/LCB

DERROTAR O GRANDE CAPITAL ASSOCIADO AO FASCISMO E AO CRIME ORGANIZADO
BOZOVORCARO
BOLSOMASTER

Na última semana ações da Polícia Federal confirmaram o que já era sabido. O senador Ciro Nogueira agia como despachante do Banco Master. Em paralelo, aparece o saque que o governo Ibaneis promoveu no Banco Regional de Brasília, como a venda da financeira do banco, se não bastasse as negociatas com o mesmo Master.

Denúncias aparecem por todo o Brasil. Organização social que prestava serviços para o governo goiano acusada de lavar dinheiro para o crime organizado, o presidente do União como sócio oculto de instituições financeiras da Faria Lima, figuras da extrema-direita se acusando mutuamente de roubo, o ex-presidente do Banco Central fazendo lobby nacional e internacional para o Nubank. A lista parece interminável.

O fascismo é um empreendimento econômico. A desregulação promovida pelo sinistro da economia Paulo Guedes foi um salvo-conduto para a corrupção, para a ação do crime organizado e para o cometimento de crimes contra o consumidor e a saúde pública. Vide o recente caso dos detergentes.

O crime se apossou de diversas estruturas governamentais. A terceirização e a privatização possibilitaram a ampliação da atuação do crime organizado, que captura prefeituras e governos estaduais.

O discurso fascista e o chorume neoliberal servem de cobertura para o saque e para o roubo deslavado. É necessário reverter as privatizações e as terceirizações e o Estado assumir diretamente os serviços públicos. Da mesma maneira, mudar o papel das agências reguladoras, tipo Aneel, Anatel e ANP, frequentemente capturadas pelos agentes regulados.

É urgente, também, retomar o controle da política monetária, cambial e sobre o Banco Central, independente do povo e dependente dos maganos do mercado financeiro. Esses objetivos implicam na mudança do caráter do Estado, da sua composição de classe. Os políticos do Centrão e da extrema direita e os dirigentes do Banco Central e das agências reguladoras são representantes do grande capital.

Derrotar o grande capital é uma tarefa da classe trabalhadora, que vai além das disputas eleitorais.
VORCARO BOLSONARO
EPOPEIA VORCARO

domingo, 14 de dezembro de 2025

BANDIDOS E GOLPISTAS É NA CADEIA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

BANDIDOS E GOLPISTAS É NA CADEIA

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Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
ARRASTÃO DA DEMOCRACIA

DIA DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL - 14/12
*SEM ANISTIA PARA GOLPISTAS*
*TODOS ÀS RUAS NO DOMINGO!*

Organização e Sistematização: Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo
*NORTE*
AC
Rio Branco – 17h – Lago do Amor
AM
Manaus – 9h – Faixa liberada da avenida Getúlio Vargas
AP
Macapá – 16h – Praça Veiga Cabral (ao lado do Teatro das Bacabeiras)
PA
Belém - 09h - Escadinha das Docas
RO
Porto Velho – 15h – Pça da Estrada de Ferro
*NORDESTE*
AL
Maceió - 9h - Praça 7 Coqueiros
BA
Salvador - 10h - Morro do Cristo
CE
Fortaleza – 15h – Praia de Iracema,1750 (Espigão da Rui Barbosa)
MA
São Luís – 9h – Largo do Carmo
PB
João Pessoa – 09h – Busto do Tamandaré
PE
Recife – 14h – Rua da Aurora
PI
Teresina – 09h – Praça Pedro II
RN
Mossoró – 17h – Teatro Municipal
Natal – 08h – Av. Roberto Freire (Calçada do Ferreira Costa)
SE
Aracaju – 14h – Praia da Cinelândia
*CENTRO-OESTE*
DF
Brasília – 10h – SESI LAB (ao lado da rodoviária) com Marcha até o Congresso
Brasília – 14h – Esplanada dos Ministérios (em organização)
GO
Goiânia – 15h – Praça Universitária
MS
Campo Grande – 08h – Afonso Pena com a 14 de Julho
 *SUDESTE*
ES
Vitória – 16h – UFES
MG
Belo Horizonte – 9h – Praça Raul Soares
Divinópolis – 8h30 – Feira do Niterói
Ipatinga – 9h30 – Feira do Canaã
Juiz de Fora – 10h – Praça da Estação
Montes Claros – 8h – Praça da Matriz
Passos – 9h – Feira Livre da JK
Poços de Caldas – 10h – Praça Pedro Sanches
Serra do Cipó – 10h – Praça Central
Teófilo Otoni – 8h30 – Praça da Imigrantes
Uberaba – 10h30 – Feira da Abadia
Uberlândia – 9h30 – Praça Clarimundo Carneiro SP
SP
Araçatuba - 09h - Câmara Municipal
Botucatu - 10h - Em frente a EECA
Campinas – 09h – Largo do Pará
Ribeirão Preto – 15h30 – Esplanada Pedro II
Santos – 14h – Estação da Cidadania
São Paulo – 14h – Em frente ao MASP (Avenida Paulista)
Sorocaba – 10h – Praça da Bandeira ao lado do Shop. Cianê
RJ
Rio de Janeiro – 13h – Posto 5 Copacabana

*SUL*
PR
Curitiba – 14h – Boca Maldita
Maringá – 14h – Av. Brasil com Av. Getúlio Vargas (Centro)
RS
Porto Alegre – 14h – Arcos da Redenção
SC
Florianópolis – 09h30 – Ponte Hercílio Luz (Lado Ilha)
Joinville – 17h – Praça Nereu Ramos
*

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

BYE BYE DITADURA * Adão Alves dos Santos/SP

BYE BYE DITADURA
"CRÔNICAS PARA ORGANIZAR TOMO MMXXIV"


ENTRE PRAÇAS


a) minha memória vai à base aérea de "Val-de-Cans" os anos eram de chumbo, os corpos mortos "pedaços de carne", não eram vítimas da repressão, ah, ainda estavam vivos, por mero detalhe, já que suas vidas poucos valiam, eles enfrentavam o regime, o regime como em qualquer seita, é soberano.

Eu ouvi tal relato, de um ébrio, no "VER-O-PESO", peguei um táxi, corri para o aeroporto, se houvesse sangue no chão, tinha sido lavado, era inútil minha falsa credencial de repórter, não passou do saguão. Isto no dolorido ano de 1970, depois da copa, depois da seleção, ir a Brasília, tirar fotos com o ditador de plantão, o cara que estava azul, mas, "sentando a pua" slogan nos aviões da FAB, nas campanhas na terra da bota, ah, o presidente era Emílio Garrastazu Médice, um dos mais "tortuosos" e assassinos anos da ditadura, quando voltei ao mercado, nem sombras do ébrio, nem nas minhas viagens seguintes, à terra do Círio de Nazaré.

Apesar, desta, que não é, mina única lembrança ruim de Belém do Pará, lá tenho muitos amigos, lá, participei de "FORUNS SOCIAIS MUNDIAL" e de encontros da educação popular, o bairro da Pratinha, nos muros da base aérea, a cerâmica Marajoara, a casa do seu Bajico e da D. Inês, meus velhos novos amigos, amigos dos tempos dos fóruns, não dos anos de chumbo.

"VER-O-PESO, HANGAR, DOCAS" espaços de concentração popular, praça da República, praça quinze, seus mangueiras derrubando mangas nas ruas, mangas, ainda com o verde na casca, poupa amarela, sem nenhum fiapo, um prato de açaí com farinha, uma cuia de tacacá, tudo isto são memórias de além& século, são memórias vivas e descartáveis, por qualquer um que vá a Belém do Pará.

Mas, a lembrança que não sai da memória são as palavras de ébrio, verdades, realmente, não sei.

Seu que as praças de hoje em Belém do Pará, estão cheias de vendedores ambulantes, vendendo iguarias, que só em Belém há, tudo isto por causa e consequência, de um cara, muito boa praça, o tal do Luiz Inácio, que muito diferente do cara que sentava na praça, aquele humorista que nos tempos, tortuosos tempos da ditadura, fingia, ou deixava transparecer, que não jorrava sangue nos porões da ditadura, ele, poderia até não saber mesmo, só que hoje, depois de tudo revelado, depois do juizeco, o marreco de Maringá, ser exposto, ele ainda não mudou o discurso.

Há, realmente, no mínimo , quatro , na verdade muito mais, falemos destes quatro tipos de praças, os pracinhas do exército, aqueles que o deputado Rubens Paiva, recomendou para que os pais de boa índole, não deixassem suas filhas dançarem, o Rubens Paiva, teve seu sangue lavado, deu corpo desaparecido, o ébrio tinha razão, as as praças das iguarias, não só em Belém Pará, há o boa praça Luiz Inácio.

Há, o cara da praça, que era "nossa" nos tempos" da ditadura, acho que a praça, era mesmo da ditadura.


Adão Alves dos Santos/SP"
*

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

BOLSONARO&GOLPISTAS NA CADEIA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

BOLSONARO&GOLPISTAS NA CADEIA

FESTA DA DEMOCRACIA E DA SOBERANIA!
SEM ANISTIA PARA GOLPISTA!
DIA DOIS DE SETEMBRO.
cordel alegrado.

No dia dois de setembro.
Quando o tempo se abrir
O sol vai reluzir,
Como brisa no sereno.
Deuses descendo do céu
Para aplaudirem o supremo.

Dizem que Deus é Brasileiro.
No hino cantado se viu
Os heróis da independência.
O hino nacional aplaudiu.
Para marcar na história
Quem defende o Brasil.

Nesse dia dois de setembro
A história vai ser marcado.
Quando cinco ministros
Vão estar de lado a lado.
Na ordem punir os golpistas
Que eu os chamo de fascista.
Na tentativa do golpe passado.

Os Ministros vão mostrar.
Uma constituição estendida.
Que as instituições democráticas.
Deve ser por nós defendidas.
Que nossas leis de verdade
Devem ser todas cumpridas.

As punições vão ser exemplar
Corta o núcleo de quem serviu.
As punições vão se estender
Neste campo varonil
Para desaparecer
Golpes dados no Brasil.

Chico poeta.
Em 19/8/2025.
GOLPE FRUSTRADO 

No dia dois de setembro.
Quando o dia surgiu
E quando sol  reluziu
Como brisa no sereno.
Vi  deuses do céu descendo 
Para enxotar a preguiça 
E fazer cumprir a justiça
Aplaudindo o Supremo 

Pois se Deus é brasileiro 
O Brasil é resistência 
A justiça tem decência 
E todo a gente viu
Dentro da Corte Suprema
Desmantelado o esquema 
De uma quadrilha vil

E esse dia dois de setembro
Na história vai ser marcado.
De quando cinco ministros
Trabalhando lado a lado.
Para  punir os golpistas
A quem  chamo de fascistas
Pais de um golpe fracassado.

Cinco ministros falando 
Sobre a constituição
E sobre a democracia 
Que rege a nossa nação 
Que deve ser defendida
A lei deve ser cumprida 
Por todo bom cidadão.

Quero ver todos punidos
Todo aquele que serviu
A esse triste papel
De golpe mesquinho e vil
General e capitão
Eu quero ver na prisão 
Quem tentou contra o Brasil.

A justiça sendo feita 
E mesmo sob pressões
Até sofrendo sanções 
Dentro do  quotidiano 
Mas venceu a democracia 
Esse foi um grande dia
Meu Brasil é soberano 

      Professora Alba, poetisa do entorno/GO
TERRORISTAS IDENTFICADOS NO EXÉRCITO! 

Não tem nenhum sentido,
As forças armadas,
Ter poder moderador,
Perante a sociedade...
O poder legislativo,
O executivo e o judiciário;
Junto ao povo,
Não pode permitir;
Que os militares,
Tenham esse poder.
Afinal, o que cabe aos militares,
É atuar nas fronteiras.
Sem o inesplicavel poder moderador.
Cabe aos três poderes,
Cada um em seu papel,
Agindo dentro da lei...
Os três poderes,
Com o aval do povo;
Por sua vez, não pode permitir,
Que se repita, os horrores 
praticados...
Pelas forças armadas:
Que ultrapassando os limites:
Tem praticado golpes militar;
Atendendo as altas elites ...
De grupos parasitários;
Carrapatos e sanguessugas,
Que na usura, e na ganância,
Sugam o proletariado.
Principalmente os que produzem,
Na linha de produção.
Seja no campo na agricultura,
E, nos complexos industriais. 
Ganhando o mínimo,
Para se manterem vivos;
Sofrendo na pindaíba.
Imposta no sistema selvagem.
Que roubando a mais valia,
Dos calejados operários,
Pilham fortunas exorbitante;
Sugando os operários;
Que quando decidem,
Pedir o justo, reajuste salarial:
Pelos empresários,
Os operários são surpreendidos.
Atacados por estupidos policiais,
Que chegam para torturar.
Os operários são agredidos.
Por policiais!
Que atuam a serviço,
De grupos empresariais;
Que acionam a polícia,
Para bater nos operários.
Como fizeram agindo,
No golpe de sessenta e quatro:
Perseguindo, prendendo,
Torturando e matando, líderes sindical.
Trabalhadores e professores,
Na ditadura foram torturados,
Por generais terroristas;
Em defesa do grande capital.
Todos os jagunços terroristas;
Recente, identificados no exército,
Precisam ser punidos.
E, expulsos da corporação!
Sendo poupado aqueles,
Corretos generais no seu exercício,
Que compre com o seu papel;
Se afastando dos terroristas.
Inimigos do proletariado.
Ficando os defensores do Brasil,
E, dos brasileiros explorados,
No selvagem capitalismo.
 

José Ernesto Dias
São Luís, 25 de novembro de 2024 – São Luís - Maranhão
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BOZOFASCISMO NA CADEIA!!

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

GOLPISTAS AVANÇAM RUMO À PAPUDA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

GOLPISTAS AVANÇAM RUMO À PAPUDA
Bolsonaro e o Núcleo Militar do Golpe de 8 Janeiro de 23
PPROF JAIR GALVÃO - CE
DEP LEONEL RADE
ANISTIAR GOLPISTA JAMAIS
*
RELATÓRIO FINAL SOBRE OS GOLPISTAS
*
TERRORISTA SOBREVIVENTE DO ATENTADO AO RIOCENTRO
*

sábado, 6 de julho de 2024

COMO ENFRENTAR A EXTREMA DIREITA * Breno Altman / SP

COMO ENFRENTAR A EXTREMA DIREITA
Breno Altman / SP

Solução democrática está condicionada à emergência de um novo projeto civilizatório, anti-imperialista e anticapitalista.

As recentes eleições europeias alarmaram o teatro político, agora agravado pelo crescimento da extrema direita no primeiro turno da disputa parlamentar francesa. O neofascismo, a julgar por esses fatos, continua em rota ascensional. À espera do resultado da corrida presidencial nos Estados Unidos, distintas correntes ideológicas estão em polvorosa. Vitorioso Donald Trump, a democracia liberal poderia estar em grave perigo.

O senso comum, da esquerda institucional à direita tradicional, parece indicar que, diante de tão grave ameaça, todas as forças democráticas deveriam se juntar para barrar a extrema direita. A contradição principal do planeta, para muitos, seria entre democracia e autoritarismo, como apregoa o governo Joe Biden, em um discurso que pretende isolar tanto o ultraconservadorismo quanto nações como China, Irã e Rússia.

Essa narrativa, contudo, padece de evidente paradoxo. Afinal, por que deveria ser defendido o sistema responsável pela alimentação do extremismo, ao propagar uma brutal onda de insatisfação? Qual o sentido de advogar essa ordem, quando é a sua existência que infelicita a maioria dos cidadãos e os empurra para a pulsão destrutiva da qual se apropriam grupos neofascistas?

Natural que velhas castas se agarrem como náufragos desesperados ao pacto pós-soviético, sustentado pela supremacia das ideias liberais. De republicanos tradicionais a sociais-democratas, esses grupos representam forças dirigentes de um mundo em crise e obviamente não desejam entregar a rapadura.

Por que, no entanto, partidos de esquerda deveriam se juntar a esse roteiro, no qual salta às vistas que seu papel seria coadjuvante e subordinado, além de abrir espaço para a extrema direita monopolizar o discurso antissistema? Não seria pura falcatrua chancelar a estrutura que empurra grande parte da humanidade para o empobrecimento, desigualdade, catástrofe climática e guerra?

Bem fizeram as legendas progressistas da França, ao constituírem, para enfrentar os extremistas de Marine Le Pen, uma alternativa ao social-liberalismo do presidente Emmanuel Macron, a Nova Frente Popular, ainda que limitada pela presença do Partido Socialista, parceiro da política pró-Ucrânia e pró-sionismo do atual mandatário.

A verdade é que a dualidade entre democracia e autoritarismo está longe de ser o crivo real da atual situação planetária. Essa leitura restringe-se a descrever duas alas empenhadas em proteger, com estratégias e radicalidades diferentes, o mesmo modelo que colocou o mundo à beira do abismo – e que foi estabelecido pelo sistema imperialista liderado pelos Estados Unidos, com seu programa neoliberal e neocolonial.

Somente haverá saída para essa crise profunda através do fortalecimento de coalizões cujo propósito principal seja enterrar o ordenamento hegemônico desde o final da Guerra Fria. Uma solução efetivamente democrática está condicionada à emergência de um novo projeto civilizatório, anti-imperialista e anticapitalista, capaz de converter o mal-estar dos povos em mobilização transformadora.

Aprisionada à armadilha do fim da história, segundo a qual o capitalismo e a democracia liberal seriam a última estação do trem, a humanidade estará cavando sua própria sepultura.
xxx

sexta-feira, 19 de abril de 2024

NAZISTAS "BICHAM" O BRASIL DESDE SANTA CATARINA * Melissa Rocha/Sputnik Brasil

NAZISTAS "BICHAM" O BRASIL DESDE SANTA CATARINA

Em entrevista à Sputnik Brasil, especialistas analisam a expansão de células neonazistas no Brasil, sobretudo na região Sul, e explicam como essa tendência remete às tentativas do Terceiro Reich alemão de fazer do país uma de suas bases para a difusão da ideologia nazista pelo mundo.
O debate em torno da ascensão do neonazismo no mundo costuma ser focado na Europa, especialmente na Alemanha e na Ucrânia. Porém a ideologia também vem se alastrando pelo Brasil, onde há uma grande incidência de células neonazistas.
Na semana passada, o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) enviou à Organização das Nações Unidas (ONU) um relatório no qual classificou como alarmante o crescimento de grupos neonazistas no Brasil. O documento alerta que a ascensão do neonazismo está ligada ao aumento no número de ataques em escolas.
O alastramento da ideologia nazista é observado em todo o Brasil, porém mais grave no recorte da região Sul, sobretudo no estado de Santa Catarina, que segundo o CNDH tem o cenário mais preocupante.
Segundo um relatório feito em 2022 pela antropóloga Adriana Dias, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) referência em pesquisa sobre o neonazismo no Brasil, falecida em 2023, o número de células neonazistas no Brasil saltou de 72 em 2015 para 1.115 em 2022.
No ranking de estados com maior concentração de células nazistas, os três do Sul constam nas primeiras cinco posições, sendo liderado por Santa Catarina, com 320 células, seguida de São Paulo (268), Paraná (197), Rio Grande do Sul (159) e Rio de Janeiro (61).
Em entrevista à Sputnik Brasil, especialistas analisam quais as causas da ascensão do neonazismo no Brasil, por que a região Sul é a mais fértil para o alastramento dessa ideologia e como combater o avanço das células extremistas no país.

A origem do nazismo no Brasil
BOLSONARO ASSUME SEU NAZISMO
***

quarta-feira, 17 de abril de 2024

BOLSONARO QUER ENCHER MAIS UMA PAPUDA * João Filho/The Intercept Brasil

BOLSONARO QUER ENCHER MAIS UMA PAPUDA
João Filho

Bolsonarismo entreguista articula rede internacional contra o STF
Bolsonaristas apelam para uma rede internacional da extrema direita para vender o delírio de estamos sob uma ditadura do judiciário.

COM SEUS PRINCIPAIS líderes encurralados pela Polícia Federal e pela justiça, os bolsonaristas têm acionado a rede internacional da extrema direita para ajudar a vender o delírio de que o Brasil vive sob uma ditadura do judiciário.

Os recentes ataques de Elon Musk à democracia brasileira não são fruto de uma bad trip de um bilionário viciado em ketamina e cocaína. Antes fosse. A armação liderada pelo dono do Twitter nos últimos dias faz parte de uma estratégia articulada pela extrema direita internacional para desestabilizar democracias pelo mundo e serve aos seus interesses comerciais no Brasil.

Com a ajuda do patriotismo entreguista dos bolsonaristas, Musk passou a semana insuflando narrativas conspiracionistas, ameaçando descumprir as leis brasileiras e contribuindo para o processo de destruição da reputação do STF encampado pelo bolsonarismo.
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Apesar do bilionário sul-africano gostar de posar de militante pela liberdade de expressão irrestrita pelo mundo, não é assim que a coisa funciona na realidade. O que primordialmente move esse idiota são os interesses comerciais. O personagem anarcocapitalista militante só entra em campo quando favorece seus negócios. Quando não, o militante dá lugar a um empresário cumpridor das leis.

Na Turquia, ele abana o rabinho para o governo autocrático de direita e cumpre caninamente todas as decisões judiciais. Nas últimas eleições, por exemplo, o Twitter atendeu à justiça turca e censurou contas de políticos da oposição às vésperas da votação.

Na Índia, que também é governada por uma autocracia de direita, o Twitter tem removido sistematicamente postagens críticas ao governo e banindo contas de jornalistas para cumprir decisões da justiça indiana. Ou seja, o nosso guerreirinho só veste a capa e sai à luta pela liberdade de expressão da extrema direita internacional — e/ou quando isso for interessante para seus negócios.

No Brasil, é mais interessante para Musk cumprir o papel do destemido militante ultralibertário para desestabilizar o governo. O país descobriu recentemente várias reservas de lítio, que é o metal essencial para a produção de baterias, energia solar e eólica e carros elétricos. A volta dos bolsonaristas ao poder poderia garantir a Musk — que também é dono da Tesla, fabricante de carros elétricos — livre acesso às reservas de lítio.

Quando era presidente, Bolsonaro lhe ofereceu a possibilidade de explorar nossas reservas de nióbio. Mas Musk deixou claro que o seu interesse é o lítio. Na Bolívia, país que possui uma das maiores reservas de lítio do mundo, Musk também conspirou contra o governo e admitiu abertamente o seu intuito golpista no Twitter: “Vamos dar golpe em quem quisermos!”.

Com seus principais líderes encurralados pela Polícia Federal e pela justiça, os bolsonaristas têm acionado a rede internacional da extrema direita para ajudar a vender o delírio de que o Brasil vive sob uma ditadura do judiciário. O bolsonarismo segue o seu instinto golpista e busca a qualquer custo criar uma ambiente político que inviabilize o trabalho STF e impeça a prisão de Bolsonaro.

A farsa armada por Elon Musk opera dentro desse contexto. Políticos bolsonaristas, que há pouco mais de um ano insuflaram uma tentativa de golpe no país, foram aos EUA tentar convencer parlamentares republicanos a aprovar sanções contra o governo brasileiro. É assim que agem os traidores da pátria que se dizem patriotas. “Brasil acima de tudo”, não é mesmo?

Nos últimos dias, Elon Musk participou ativamente na disseminação das mentiras e narrativas bolsonaristas. O tal “Twitter Files”, anunciado como uma bomba contra o “ditador” Alexandre de Moraes, na verdade se resume a meras trocas de emails entre advogados e funcionários do Twitter.

Um jornalista americano chamado Michael Shellenberger foi escalado para conferir algum verniz de credibilidade para esse falso dossiê. Trata-se de um picareta, uma espécie de Oswaldo Eustáquio gringo. É mais um parajornalista que desinforma deliberadamente visando atender os interesses de grandes lobbies, como o da indústria nuclear.

Com base nos emails fornecidos pelo Twitter, Shellenberger inventou que Alexandre de Moraes ameaçou funcionários da empresa de prisão caso não fossem entregues informações privadas de determinados usuários. Mais tarde, o próprio parajornalista confessou a mentira. Mas o estrago já estava feito e o objetivo do picareta atingido.
É ridículo que tenhamos que lidar com esses patetas da extrema direita nacional e internacional, mas esse é o mundo na era da pós-verdade.

A falsa narrativa fez a cabeça de boa parte da população e deixou os bolsonaristas em polvorosa. Como se sabe, não importa se a armação parece amadora, nem que ela seja desmascarada mais tarde. O que importa é fazer a falsa narrativa circular massivamente para acabar se naturalizando como uma verdade.

Com o circo armado, parlamentares bolsonaristas convocaram Schellenberger para falar na Comissão de Comunicação do Senado. Lá, o parajornalista fez uma exaltação da liberdade de expressão absoluta garantida pelas leis americanas: “Em 1977, a Corte Suprema dos EUA resolveu que os nazistas poderiam fazer manifestações em bairros de judeus sobreviventes do Holocausto. É uma coisa incrível!”.

Realmente é uma coisa incrível. Os EUA é hoje um dos maiores caldeirões de tensão racial no mundo graças em grande parte à liberação dos discursos de ódio. É o país com o maior número de massacres do mundo e com a maior taxa de homicídios entre os chamados países desenvolvidos.

Grande parte desses assassinatos foram motivados por discursos de ódio contra minorias. Percebam como é “incrível” viver em um lugar em que supremacistas brancos desfrutam da liberdade de sair às ruas pregando o extermínio de pretos e judeus. Viva a liberdade de expressão absoluta!

Com boa parte da opinião pública contaminada pela farsa, o STF se viu obrigado a reagir à armação. Elon Musk foi incluído como investigado no inquérito das fake news, o que acabou por ajudar a fortalecer a narrativa de que Alexandre de Moraes é um ditador.

O episódio demonstra que a regulação das big techs se tornou mais urgente do que nunca. É impossível continuarmos sem uma lei regulatória das redes sociais. Ou o país enquadra essa turma ou passará os próximos anos vendo sua democracia como marionete nas mãos de bilionários estrangeiros donos de big techs.

Lembram do caso “Pavão Misterioso“? Estamos diante de uma armação do mesmo naipe, mas, dessa vez, além de atender aos interesses bolsonaristas, atende também aos interesses comerciais de um bilionário estrangeiro. O mesmo ecossistema em que floresceu o Pavão Misterioso, que pautou o debate público com um dossiê falso, está vivo, atuante e mais forte do que nunca.

É um momento difícil para a democracia brasileira. O STF virou alvo de uma orquestração internacional que visa destruir sua reputação. O bolsonarismo foi cuspido do executivo federal nas eleições, mas sua base parlamentar é grande e seus tentáculos sobre a democracia estão mais fortes do que nunca. Agora eles contam com a ajuda de um lunático bilionário que controla uma das redes sociais mais importantes do mundo e está sedento pelas nossas reservas de lítio.

Elon Musk, o parajornalista gringo e os políticos bolsonaristas mentem como respiram. São patéticos, mas muito eficientes em fazer propaganda da sua realidade paralela. É ridículo que tenhamos que lidar com esses patetas da extrema direita nacional e internacional, mas esse é o mundo na era da pós-verdade. A superação dessa realidade é um desafio que está posto não só para a democracia brasileira, mas para todas as democracias do mundo.

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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Eleições e religião: a nova aposta do bolsonarismo * Glauco Faria/OutrasPalavras

Eleições e religião: a nova aposta do bolsonarismo


Ultradireita dá demonstração de força, mas talvez já conte perder sua principal referência. Falas de Malafaia e Michelle sugerem aposta no pleito de outubro, com discurso apoiado em hipocrisia moral e fundamentalismo religioso.


A manifestação da Avenida Paulista, realizada neste domingo (25), atendeu a algumas das necessidades mais urgentes de Bolsonaro em um cenário no qual a sua condenação e posterior prisão passam a ser dadas como favas contadas. Primeiro, como o próprio ex-presidente disse em seu discurso, retratou, em “uma imagem para o Brasil e para o mundo”, que a extrema direita ainda tem poder de mobilização, embora tenha sido um ato nitidamente inferior a outros realizados pela base bolsonarista. Há três razões para o declínio: o cenário adverso do ponto de vista político, a ausência dos grandes financiadores, hoje temerosos em relação ao que pode vir das investigações da Polícia Federal sobre a irrigação de recursos para sustentar o golpismo, e o de não estarem mais à frente do Executivo federal.


Se antes eram eventos pulverizados em várias cidades, ontem foi São Paulo o centro imagético que provaria a resistência da extrema direita brasileira. Mais do que o número de presentes em si, calculados em aproximados 185 mil, segundo grupo de pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), é importante observar o sentido e as mensagens veiculadas durante o ato, que apontam para o que será do bolsonarismo, caso se veja sem a figura que dá nome ao movimento.

O primeiro sentido político é bem evidente: buscar anistia e insistir na tese de que não houve tentativa de golpe, a despeito de toda a apuração feita até agora pelas autoridades policiais. Bolsonaro se referiu mais de uma vez às pessoas que participaram dos acampamentos e do 8 de Janeiro como “pobres coitados”. “O que eu busco é a pacificação, é passar uma borracha no passado. É buscar maneira de vivermos em paz, não continuarmos sobressaltados. É, por parte do parlamento brasileiro, uma anistia para os pobres coitados que estão presos em Brasília”, disse.

Há projetos no Congresso Nacional, como o do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), para anistiar pessoas envolvidas no 8 de Janeiro, mas, além da pouca viabilidade política de apreciação e aprovação nas duas casas legislativas, juristas apontam que qualquer iniciativa de anistia para crimes contra o Estado democrático de direito é inconstitucional. Mesmo assim, Bolsonaro tenta fazer o que sempre fez (com relativo sucesso, dada a adoção por parte da mídia comercial do jornalismo declaratório e pela busca de audiência): pautar a agenda política e se fazer de vítima de perseguição.

O mais longo discurso na manifestação foi o do pastor Silas Malafaia, responsável pelo aluguel dos trios elétricos e principal organizador do ato. A sua fala foi a mais efetiva em costurar uma versão que amalgamou fake news, recortes descontextualizados de fatos e declarações de terceiros e informações distorcidas para contar uma história sobre uma suposta “engenharia do mal” articulada para perseguir Bolsonaro.

Em seu revisionismo de um passado recente, retratou o ex-presidente como alguém que havia fumado o “cachimbo da paz”, após suas declarações de que não respeitaria mais decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, dadas em 7 de setembro de 2021. Na fábula de Malafaia, o então chefe do Executivo ficou “em silêncio absoluto” após a derrota nas eleições de 2022, foi aos EUA no final de seu mandato e “não falou de ninguém”, como se fosse um resoluto respeitador do pleito eleitoral, e não alguém que não só tramava um golpe, mas que também havia feito um discurso dúbio no fim do seu mandato, dizendo, entre outras coisas, que “as Forças Armadas deviam lealdade ao povo”.

Se Bolsonaro não podia atacar o STF, coube a Malafaia fazê-lo, com sua ficção da tal “engenharia do mal” e também ao apontar que Alexandre de Moraes teria “sangue nas mãos” em função da morte de um dos presos pelos ataques golpistas de 8 de Janeiro que estava na Penitenciária da Papuda. O pastor afirmou que o ministro “vai dar conta a Deus”. Não é a primeira vez que ele diz isso. Para passar a imagem de um Bolsonaro sereno, foi o pastor que encarnou a virulência que forja inimigos e amarra o discurso permeado de ódio que tem o poder de mobilizar.

“Momento da libertação”

Ainda que seja um líder de igreja, não foi de Malafaia o discurso com maior teor religioso, e sim o da ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro. Ela discursou por quase 16 minutos, em uma fala que misturou pregação, oração, citações bíblicas e política.

Deus teve o nome mencionado 32 vezes por ela, com referências, também na casa das dezenas, ao termo “Senhor”, que esteve presente em frases como “o Brasil é do Senhor”. “Meu marido foi escolhido e declarou que era Deus acima de todos. Se é difícil com Deus, é impossível sem Ele”, disse ainda, sempre em tom choroso, fazendo da trajetória do cônjuge uma espécie de jornada do herói.

O momento mais emblemático, no entanto, talvez tenha sido o trecho em que condenou quem havia dito que “não poderiam misturar política com religião, e o mal ocupou o espaço”. Em seguida, clamou: “chegou o momento da libertação”. Ali, Michelle não só fez uma espécie de autorização para si a respeito da junção entre religião e política, posicionando-se como alguém que encarna esse ideário, mas também legitimou tal união como uma forma de combater o que chama de “mal”. Ela também agradeceu ao pastor Malafaia pela “mobilização”.

Michelle tomou a palavra por um tempo quase duas vezes e meia maior do que o discurso do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que em seu discurso divulgou conquistas do governo anterior que não eram dele, como o Pix. “Quem eu era, não era ninguém. E o presidente apostou em pessoas como eu e tantos outros que surgiram que tiveram posição de destaque porque ele acreditou”, disse, reforçando seu vínculo com o ex-chefe. Mas mostrou dificuldades em realizar uma comunicação mais direta com o público, falando do “desafio da representatividade que só vai ser vencido com liberdade” ou do “desafio da segurança jurídica para que a gente tenha previsibilidade”. Nada que anime qualquer tipo de plateia.

No evento, a diferença entre Michelle e Tarcísio era nítida: enquanto uma figura tinha o poder de atrair e agitar a base do ex-presidente, encarnada no fervor religioso que se torna ainda mais protagonista, o outro era o aceno à elite econômica e àqueles que não se importam com pendores autoritários ou mesmo com o frágil arranjo democrático brasileiro, sempre dispostos a abraçar o extremismo se lhes for conveniente.

O bolsonarismo sem Bolsonaro

O ato serviu para mostrar quais são os caminhos de um bolsonarismo que não terá Bolsonaro, já que hoje ele está inelegível e tem um caminho tortuoso em termos judiciais por conta de uma tentativa de golpe de Estado. O braço religioso da base extremista se fortaleceu e é hoje a avalista da sobrevivência desse segmento.

A Justiça, ao enquadrar militares de alta patente, enfraqueceu o ímpeto das Forças Armadas que, em uma espécie de política de redução de danos, buscam isolar os golpistas mais notórios para preservar sua imagem e seu poder de influência. Contam, para isso, com parte da mídia comercial e com aliados importantes nos Três Poderes. Isso, no entanto, acarreta perda de espaço no bolsonarismo, tanto do ponto vista das figuras que seriam protagonistas como na organicidade que sustenta o extremismo.

E esse vácuo já está sendo ocupado por Malafaia e outras lideranças do meio. Não à toa, Bolsonaro disse em seu discurso que era preciso ter atenção para votar nos “vereadores”, que em sua fala vieram antes mesmo dos prefeitos. Grupos evangélicos neopentecostais mobilizaram-se para as eleições dos conselheiros tutelares, em 2023, também para fomentar candidaturas às Câmaras de vereadores em 2024, projetando voos legislativos mais altos daqui a dois anos. O projeto de expansão da base de fiéis se relaciona com o aumento da participação política em nível institucional e o ato de domingo evidenciou que será o bolsonarismo a mola propulsora desse objetivo.

A anistia e a falta de uma justiça efetiva de transição democrática deram ao Brasil um governo de militares eleito pela via direta. Agora, as isenções tributárias, a falta de controle sobre movimentações financeiras de denominações religiosas, as vistas grossas diante de seu controle sobre veículos de comunicação, além da imunidade de lideranças que podem falar absolutamente qualquer coisa em seus púlpitos (o que inclui propaganda política irregular e destilação de toda sorte de preconceitos) podem legar ao país mais um elemento destinado a corroer seu tecido institucional.
ANEXOS

BOLSONARO É JUDEU?
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QUARTEL DA UNIVERSAL
Bope inaugura templo evangélico dentro do batalhão
Espaço já reúne nos cultos até 100 fiéis, que precisam se identificar na entrada e podem ser revistados. Obra foi realizada com doações:
https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-06-06/bope-inaugura-templo-evangelico-dentro-do-batalhao.html

Os cultos são animados pela Tropa de Louvor, a banda gospel do Bope, que tem um CD lançado e cujos músicos são conhecidos como ‘Caveiras de Cristo’. No dia da inauguração, o presidente da ONG Rio de Paz, o também pastor Antônio Carlos Costa fez uma pregação, falando da importãncia espiritual do “nascer de novo”. Nos cultos, há leituras bíblicas, testemunhos e orações. “Para nós, missão dada é missão cumprida. Inclusive quanto às coisas de Deus”, finalizou Monteiro.
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