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sexta-feira, 22 de setembro de 2023

MILITARES REDE GLOBO GOLPISMO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT.BR

MILITARES REDE GLOBO GOLPISMO
( O GLOBO/01/04/1964)

MILITARES DISSERAM "FORA BOLSONARO!!"
MILÍCIA GOIANA EXECUTA FÁBIO ESCOBAR

Em delação, Mauro Cid revela que Bolsonaro fez reunião com cúpula militar para avaliar golpe no país


Cid recebeu estudo sobre 'poder moderador' de militares dois dias após reunião de Bolsonaro com chefes das Forças Armadas


Bela Megale


O ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniu, no ano passado, com a cúpula das Forças Armadas e ministros da ala militar de seu governo, para discutir detalhes de uma minuta que abriria possibilidade para uma intervenção militar. Se colocado em prática, o plano de golpe impediria a troca de governo no Brasil. A informação chegou à atua chefia das Forças Armadas, como um dos fatos narrados em delação premiada pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid.


O relato caiu como uma bomba entre os militares. Segundo informações apuradas pela coluna, Cid relatou que ele próprio foi um dos participantes de uma reunião, onde uma minuta de golpe foi debatida entre os presentes.


O dado que mais criou tensão na cúpula das Forças é o de que Cid revelou que o então comandante da Marinha, o almirante Almir Garnier Santos, teria dito a Bolsonaro que sua tropa estaria pronta para aderir a um chamamento do então presidente. Já o comando do Exército afirmou, naquela ocasião, que não embarcaria no plano golpista.


A delação premiada de Mauro Cid é considerada um ponto de partida das investigações. A Polícia Federal tem tratado o tema com cautela e sigilo. Para os fatos serem validados e as pessoas citadas pelo tenente-coronel serem eventualmente responsabilizadas, é preciso que haja provas que corroborem as informações repassadas pelo ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.


É grande a preocupação entre os militares, sobre os efeitos que o relato de Mauro Cid pode ter, principalmente por envolver membros da cúpula das Forças e ministros que, apesar de estarem na reserva, foram generais de alta patente.


*
Tá correndo a notícia que no dia em que o genocida ameaçou dar o golpe, com a provação e apoio do almirante Garnier, o comandante do exército general Freire Gomes não aceitou e teria ameaçado de prender o golpista mor. O brigadeiro comandante da aeronáutica teria ficado em silêncio, nem aprovando o golpe e nem se colocado contra. Covarde total, pelo menos os outros dois tiveram alguma coragem, caso tudo isso seja verdadeiro. Não importa...

O ministro da defesa José Múcio, aquele que defenda a milicagem a qualquer custo, tem usado essa informação para mostrar que foram os militares quem defenderam a democracia ao se recusarem a dar o golpe. Pura fantasia, papo enganar inglês. Militar brasileiro é golpista por definição histórica e por gênese corporativa. Sem golpes eles não vivem, é como ar que se respira, faz parte do dia-a-dia dos milicos. É uma casta maldita criada para mandar, matar, torturar, são mercenários, gostam e querem ser poder para fazerem o que bem entendem.

A tal ordem e progresso mostra bem quem são. Ordem para mandar e progresso pra corporação militar sempre. Na verdade, todo esse papo é apenas propaganda tentando limpar a merda que fizeram desde o golpe contra a Dilma, em 2016. Como todos sabem que o governo Lula não fará nada contra eles, ao contrário deu mais dinheiro para comprarem brinquedinhos de guerra de segunda ou terceira mão no mercado externo, os militares com a imprescindível ajuda do Múcio, procuram aparecerem como heróis, como defensores da democracia, como legalista e respeitadores da constituição.

Nunca foram, é só acompanhar a História do país pra confirmar esta babaquice sem tamanho. Militar brasileiro só existe para ocupar o país militarmente (basta ver o enorme número de quartéis espalhados, tipo bases de ocupação, sem nenhuma necessidade militar que não seja manter a tal ordem e progresso contra quem queira melhores qualidades de vida), reprimir violenta e cruelmente a população, ter licença para matar e torturar o inimigo interno, continuar ganhando toneladas de dinheiro dos que precisam dos seus favores como o OGROnegócio e bancos e, como casta que são, continuarem distantes do povo, gente essa que odeiam, o cheiro de cavalo é melhor.

Militar brasileiro não presta, não é confiável, só existe para explorar o povo. O resto é conversa pra boi dormir...
(Texto postado por CEP MAGALHÃES)
&
MILITARES

"O atual comandante do Exército, general Tomás Paiva, é o legalista que disse que, “infelizmente”, Lula havia vencido a eleição. Não tem militar legalista no Brasil. São todos golpistas. Repito: não tiveram força para dar golpe. No entanto, toleraram e protegeram acampamentos golpistas até 10 de janeiro de 2023, apesar de Lula ter vencido a eleição em 30 de outubro de 2022. Militares agiram como fiscais de urna. Curtiram boquinhas no governo Bolsonaro. Ouviram proposta de golpe e ficaram calados. Nunca fizeram mea culpa sobre 64. Infelizmente, não tem joio e trigo. Só joio. Apenas o Múcio e certo jornalismo profissional acreditam em golpismo isolado."

- O jornalista Kennedy Alencar é mais um jornalista que deixa claro que não existe militar legalista no Brasil, nenhum deles respeita a constituição, a bandeira, os valores democráticos, o povo. Desde a origem, a corporação militar, especialmente o exército, só fizeram dar golpes de estado.

A república foi o primeiro e de lá pra cá  foram mais de cem tentativas, entre os que deram certo e os que não deram. Dar golpes de estado faz parte da formação militar, tal qual o escorpião, não podem ir contra a natureza. No momento estão quietos, calados, bateram em retirada. Estão se reagrupando, acumulando mais força, esperando ter uma melhor logística conjuntural para contra atacar e dar o golpe que flopou. Tática normal que todo militar conhece muito bem.

O golpe virá, pode ser daqui a semana, meses, anos, mas acontecerá. Porque essa é a grande marca dos milicos brasileiros, foram criados para isso e somente isso: dar golpes de estado, torturar, matar e desaparecer com os corpos como política de ESTADO é o que melhor sabem fazer. O momento para enfrentar os golpistas militares é agora. Se não, o golpe virá.

(TEXTO ATRIBUIDO A KENNEDY ALENCAR)

ECOS DA MÍDIA

Por que as mídias corporativas sobrevivem e mantêm sua audiência?

Porque os telespectadores não compreendem a FUNÇÃO dos meios de comunicação de massa numa sociedade complexa, e no nosso caso, CAPITALISTA.
A função básica das mídias corporativas é gerar uma ACEITAÇÃO do modelo CAPITALISTA, baseada no MERCADO. Portanto, a EMPRESA-MÍDIA faz PROPAGANDA de outras EMPRESAS que vendem suas MERCADORIAS. E o telespectador entra nesse processo como CONSUMIDOR POTENCIAL das mesmas. EMPRESA-MÍDIA e EMPRESA-MERCADORIA estão umbilicalmente ligadas. A função de ambas, enquanto empresas é a de FATURAR.
Acontece que a EMPRESA-MÍDIA tem um elemento especial: ela PRODUZ IDEOLOGIA. Ela induz, geralmente de abrupta ou de forma homeopática, em pequenas mas regulares doses, uma determinada concepção de sociedade. ELA FORMA A SUA OPINIÃO acerca de TUDO.
O telespectador é levado, pela construção DISCURSIVA-NARRATIVA da EMPRESA-MÍDIA a pensar e agir conforme os agentes políticos e econômicos desejam. Isso também se chama ALIENAÇÃO.

Em 1964, o golpe de Estado no Brasil foi arquitetado por forças políticas, econômicas e sociais nativas com a aquiescência e estímulo logístico e financeiro das multinacionais e governos estrangeiros, notadamente dos Estados Unidos. E claro, com o Departamento de Estado dos Estados Unidos dando todos os suportes necessários.
O Brasil, como país DEPENDENTE e PERIFÉRICO, com uma burguesia
&
ASSOCIADA-DEPEDENTE pode muito, mas não pode tudo.
Precisa do AVAL DA MATRIZ para dar ensejo e continuidade aos seus projetos, inclusive os GOLPISTAS.
Os EUA avaliaram que em 2023 não seria o caso de golpe, visto como algo desnecessário.
Depois dos golpes mais recentes, o de 2016, da deposição da Dilma, da LAVA JATO quebrando as nossas empresas de infra-estrutura pesada, impedimento do Lula ser candidato em 2018 e outras questões etc. etc.o GOLPE não seria necessário: O LULA TERIA VISTO TUDO O QUE O IMPÉRIO É CAPAZ. Não pelos livros, não pelos estudos, não pela teoria. Mas pelos próprios olhos. Sentindo, inclusive, na própria pele. O Império acredita - e acho que ele tem toda razão nisso - a de que Lula vai jogar DENTRO DAS 4 LINHAS estipuladas pelo capitalismo tupiniquim e alhures.
Game over. Os vencedores de ontem continuam a dar as cartas das questões MACRO no país. Ao Lula ficou o gerenciamento das questões menores.
As quatro linhas sempre foram o CERCADINHO imposto pelo IMPERIALISMO aos governantes. Claro, quando isso lhes convém.
*
Enquanto o governo federal não tiver a coragem de enfrentar cara-a-cara os militares das três armas, deixar de conciliar e conchavar com esta maldita casta, as atrocidades e chacinas que as PM (Prontos pra Matar) fazem, continuarão pelo país, pouco importa quem seja o governador. 

Na Bahia, em Pernambuco, onde os governadores eleitos seriam progressistas, aliados do governo federal, não importa se do PT ou não, as chacinas continuam. Os jagunços uniformizados travestidos de policiais, obedecendo ou não ordens dos governadores/comandos, continuam matando cruel e impunemente quem acham que devam morrer. Por vingança invadem residências e assassinam os moradores tenham ou não qualquer ligação com a morte de algum soldado profissional jagunço. 

O mesmo acontece com a PRF, sob jurisdição do ministério da justiça, do Dino. A menina baleada na cabeça por um soldado da PRF, que morreu depois de nove dias no hospital, é um exemplo. Durante o tempo em que ficou no hospital, viaturas da PRF apareceram no hospital para que os soldados fossem verificar o carro dos pais da garotinha. Procurando o que? A justificativa dada pelo comando é que estavam no local para protegerem. Proteger quem, carapálida? 

O ministro Dino divulgou que esta esperando que o processo de investigação sobre o acontecido acabe e que o responsável deverá ser responsabilizado criminalmente. Será? 

A casta militar, mesmo em silêncio, retraída, continua no comando de tudo. Exatamente por não ter sido responsabilizada por tudo que aconteceu no país, por estar sendo protegida pelo ministro da defesa José Múcio, por continuar tendo as regalias de todo os tipos, a mensagem é clara e cristalina: estamos vivos e comandando. 

O Dino sabe disso, será que terá coragem de enfrentá-los, ainda mais agora que está sendo cotado para o STF? Antes de tudo ele é um político, sabe das coisas, onde pisar e com quem andar. Só acredito vendo...
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terça-feira, 15 de agosto de 2023

O QUE É DÍVIDA PÚBLICA E QUAL É O SEU PAPEL *Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

O QUE É DÍVIDA PÚBLICA E QUAL É O SEU PAPEL

NOTA DA FRT

Longe de querer ditar verdades, nossa meta, com esta matéria, é tentar trazer nossos amigos, leitores, simpatizantes e militantes, a se inteirarem do enredo que representa a DÍVIDA PÚBLICA, em todos os aspectos que ela significa para o cidadão. É preciso ficar claro que TODOS PAGAM SEM SEQUER SABER POR QUE. Por isso, estamos iniciando com a AULA Nº1 DO CURSO AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA, ministrada pela Profª Maria Lúcia Fatorelli.

TODOS SÃO BEM VINDOS!

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"A dívida surge e aumenta sempre que o governo gasta mais do que arrecada. Assim, quando os impostos e demais receitas não são suficientes para cobrir as despesas, o governo é financiado por seus credores (pessoas físicas, empresas, bancos etc), dando origem à dívida pública.

Assim como o bom uso do crédito por um cidadão facilita o alcance de grandes conquistas (a compra de sua casa própria, por exemplo), o endividamento público, se bem administrado, permite ampliar o bem-estar da sociedade e favorece o bom funcionamento da economia.

Especialistas costumam destacar a importante função que o endividamento público exerce ao garantir níveis adequados de investimento e de prestação de serviços pelo governo à sociedade, ao mesmo tempo em que propicia maior equidade entre gerações.

As receitas e as despesas de um governo passam por ciclos e sofrem choques frequentes. Em momentos de crise, por exemplo, a economia produz menos e a arrecadação de impostos cai. Ao mesmo tempo o número de desempregados sobe e os gastos do governo com seguro desemprego aumentam. Com isso, a conta do governo fica mais apertada. Na ausência do crédito público, esses choques teriam de ser absorvidos por aumento na carga tributária ou por cortes em outros gastos, penalizando, demasiadamente, em ambos os casos, a geração atual.

Além da suavização, ao longo do tempo, do padrão de gastos de consumo e investimento do governo, o acesso ao endividamento público permite atender a despesas emergenciais (tais como as relacionadas a calamidades públicas, desastres naturais e guerras) e assegurar o financiamento tempestivo de grandes projetos com horizonte de retorno no médio e no longo prazos (na área de infraestrutura, por exemplo). A história está repleta de exemplos nesse sentido, não sendo surpreendente o uso disseminado do endividamento por praticamente todos os países do mundo.

Um exemplo de projeto com alto custo, mas com benefícios de longo prazo, é a construção de um hospital. Um hospital vai durar muitos anos e será utilizado por muito tempo, inclusive por pessoas que ainda nem nasceram. Nesse caso, é justo (e eficiente) que o custo de construção do hospital seja divido por todas as gerações que vão utilizá- lo. Por isso, ao invés de cobrar uma grande quantidade de impostos extras dos cidadãos que estão vivos durante a construção do hospital (geração atual), o governo pode financiar a obra e pagá-la em várias parcelas, dividindo, assim, o seu custo com as gerações futuras, também beneficiadas. Por meio do endividamento público, o governo poderá utilizar apenas parte da arrecadação atual e parte da arrecadação futura para pagar as parcelas relativas ao custo de construção do hospital. Assim, a dívida pública permite dividir os custos de um investimento com todas as gerações que irão se beneficiar dele.

O endividamento público pode exercer funções ainda mais amplas para o bom funcionamento da economia, auxiliando a condução da política monetária e favorecendo a consolidação do sistema financeiro.

Títulos de dívida pública são instrumentos essenciais na atuação diária do Banco Central para o alcance de seu objetivo de garantir a estabilidade da moeda, servindo de lastro para as operações típicas de política monetária, além de representarem referencial importante para emissões de títulos privados. O desenvolvimento do mercado de títulos, público e privado, pode ampliar a eficiência do sistema financeiro na alocação de recursos e fortalecer a estabilidade financeira e macroeconômica de um país.

A lição fundamental dessa discussão recai na relevância de se zelar pela qualidade do crédito público. Só assim se pode valer do endividamento e de suas funções de forma eficiente. Aqui, mais uma vez, a analogia ao cidadão comum se faz válida, o qual deve manter um bom crédito para garantir permanentemente melhores condições de financiamento (por exemplo, via menores custos e maiores prazos para pagamento).

No caso do governo, o mesmo ocorre, embora não de maneira tão simples. Suas condições de financiamento estão intimamente relacionadas à sua credibilidade, à sua capacidade de pagamento e à qualidade de gestão da dívida.

Por isso, a utilização responsável e consciente do endividamento público é importante para o bom desenvolvimento do país. A gestão eficiente da dívida pública brasileira é um dos deveres do Tesouro Nacional.

Todos esses temas relacionados à dívida pública serão tratados em outros vídeos e textos disponíveis nos canais do Tesouro Nacional. Não deixe de navegar pelo site, Facebook, Twitter e YouTube.

Que saber mais?

Consulte nossas publicações:

-   Livro da Dívida Pública: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/livro-divida-publica-a- experiencia-brasileira-

-  Plano Anual de Financiamento: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/plano-anual-de- financiamento

-  Relatório Mensal da Dívida: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/relatorio-mensal-da- divida

-     Relatório Anual da Dívida: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/relatorio-anual-da- divida

(Banco Central)"

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AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA

AULA Nº1 - MARIA LÚCIA FATORELLI

Aula 1 - Introdução (1 hora/aula)

• Auditoria Cidadã da Dívida: Por quê? Para quê? Como?
• Visão geral do universo do endividamento brasileiro federal, estadual e municipal
• Panorama do âmbito do trabalho da auditoria cidadã
• Papel da cidadania e responsabilidade social
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ANEXOS
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