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quinta-feira, 31 de julho de 2025

LULA, ROMPA COM ISRAEL JÁ! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

LULA, ROMPA COM ISRAEL JÁ!
PRECISAMOS HONRAR O LEGADO HUMANISTA DO BRASIL.
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Junte-se à pressão popular que pede o fim das relações brasileiras com Israel!
*PARTICIPE do abaixo-assinado*, contribua com a campanha e compartilhe em suas redes sociais!
Já somos mais de 14 mil pessoas que pedem: LULA, ROMPA COM ISRAEL!

ASSINE ESTA PETIÇÃO
BASTA DE GENOCÍDIO NA PALESTINA!

O presidente Lula vem denunciando mundialmente o genocídio cometido pelo governo de Israel contra os palestinos desde a intensificação dos ataques sionistas em outubro de 2023. Uma de suas principais declarações ocorreu em fevereiro de 2024, durante 37ª Cúpula da União Africana, em que afirmou “o que está acontecendo hoje com o povo palestino não tem precedentes na história do mundo. Na verdade, houve um momento em que Hitler decidiu matar os judeus”. Esta corajosa declaração do presidente brasileiro deu início à campanha “Lula Tem Razão”.

Nos últimos dias, Lula vem escalando suas denúncias contra o governo israelense, e em sua visita a Paris voltou a evidenciar o genocídio cometido pelo governo de Benjamin Netanyahu contra o povo palestino. Sem dúvidas, estas declarações são muito importantes e corajosas, mas o momento vivido em Gaza exige ação. Portanto, o que propomos é uma ruptura de relações do Brasil e uma chamada ao boicote mundial contra Israel!

O fim imediato do genocídio, o boicote internacional à Israel, a retirada das forças de ocupação israelenses dos territórios palestinos e o direito ao retorno à sua terra são as mais importantes bandeiras humanistas e internacionalistas que podemos, e devemos, defender neste momento. E o posicionamento do presidente Lula na decisão de romper as relações com Israel é crucial para uma ampla articulação internacional em defesa do povo palestino.

Que a resistência em Gaza nos inspire e nos encoraja a construir nas ruas brasileiras a campanha “LULA, ROMPA RELAÇÕES COM ISRAEL”, sendo assim mais uma das frentes de batalha contra o genocídio do povo palestino.
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MAIS UMA VEZ O BRASIL CAPITULA AO SIONISMO
Romper laços com Israel não é caridade, é obrigação", diz relatora da ONU; Brasil não assina declaração.

Relatora especial da ONU para Direitos Humanos na Palestina, Francesca Albanese, fala na conferência do Grupo de Haia, bloco com mais de 30 países reunidos para tomar medidas concretas contra "israel" para frear Holocausto Palestino.

O Brasil participou da conferência em Bogotá, Colômbia, porém não se comprometeu com as medidas propostas, que incluem impedir transferência de armas e combustível militar para "israel", revisar contratos públicos com a ocupação ilegal dos territórios palestinos e aplicação de jurisdição universal para crimes de guerra e contra a humanidade. 

sexta-feira, 31 de maio de 2024

LULA, ROMPA COM ISRAEL JÁ! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

LULA, ROMPA COM ISRAEL JÁ!!
REUNIÃO COM A COMUNIDADE CULTURAL
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Carta aberta ao presidente Lula sobre o genocídio do povo palestino

Estimado presidente Lula,

Antes de mais nada, queremos saudá-lo por seu comportamento sempre firme e coerente em solidariedade ao povo palestino, denunciando reiteradamente o genocídio do qual é vítima, especialmente suas mulheres e crianças.

O Brasil tem apresentado seguidas propostas para o cessar fogo na Faixa de Gaza e a solução de dois Estados estabelecida por resoluções internacionais. Graças ao seu governo, somos uma das nações que reconhecem, no âmbito das Nações Unidas, a soberania e a independência da Palestina.

No entanto, a crescente violência imposta pelo governo Netanyahu, com ataques desumanos e cruéis contra civis, obriga o mundo a ir além de gestos e propostas diplomáticas, como já debatem diversos países da União Europeia e outras regiões.

O governo Netanyahu viola abertamente deliberações emanadas da Corte Internacional de Justiça, colocando-se à margem do direito, além de desrespeitar o Conselho de Segurança e a Assembleia Geral da ONU.

Recentes ataques contra um acampamento de deslocados em Rafah, no sul de Gaza, com dezenas de inocentes assassinados, demonstram claramente inaceitável desprezo à ética humanitária.

Estamos convencidos, querido presidente, que é hora de nosso país se juntar às demais nações que romperam relações diplomáticas e comerciais com o Estado de Israel, exigindo o cumprimento das decisões que colocam fim ao genocídio e garantem a autodeterminação do povo palestino.

Essas medidas, adotadas por nosso país e sob uma liderança de sua envergadura, certamente serviriam de exemplo a outros governos e constituiriam uma imensa contribuição para que se encerre essa carnificina insuportável.
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OS MENINOS INVISÍVEIS
CLUBE DEPORTIVO PALESTINO/CHILE

terça-feira, 16 de abril de 2024

ISRAEL É UMA COLÔNIA DE ANDROIDES * Samuel Braun/SP

ISRAEL É UMA COLÔNIA DE ANDROIDES
Israel não é um país normal que “tem de tudo”. Israel é um experimento.

Foi construído a partir da planejada importação de pessoas de uma mesma etnia e religião, de diferentes partes da Europa, para deliberadamente colonizar as terras e a população local. Não todos desta etnia ou desta religião, apenas aqueles dispostos a este projeto supremacista.

Ao longo da vida, todo o Estado construído com leis e filosofia de apartheid, desde a alfabetização rudimentar familiar até o letramento escolar orientado à linguagem supremacista, teocrática e racista. Uma geração passando pra outra. Todos os ritos sociais em torno desse ethos.

Não se trata de um segmento social radicalizado, ou mesmo de uma maioria social opressora num contexto multicultural, é a ordem estatal de um país legalmente pertencente a uma “raça”.

Se isso não bastasse, há a mesma construção de identidade no inimigo vital: os palestinos. Odiá-los e desejar seu extermínio é naturalizado até nos livros didáticos, cânticos infantis e festejos oficiais.

Não se trata de uma horda de bolsonaristas, ou de supremacistas brancos do sul dos EUA, é a própria essência do enclave nacional.

A única solução é desmontar essa institucionalidade racial segregacionista e substituir por um Estado multiétnico e democrático a partir de uma amplo política de retorno palestino."


Samuel Braun
Mestre em Ciência Política
Doutorando em Economia Política Internacional
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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

As palavras apodrecem * Luiz Eduardo Soares/RJ

As palavras apodrecem
Luiz Eduardo Soares


O mais dilacerante sofrimento humano não é nomeável, descritível, muito menos mensurável. Transborda os limites da linguagem e de qualquer medida. Sua natureza é a incomensurabilidade. Por isso, quando provocado, este sofrimento, por ações alheias evitáveis, não pode ser justificado, não cabe em nenhuma sequência moralmente motivada de atos.

 Milhares de crianças mutiladas, membros amputados sem anestesia, espíritos destroçados, seus mundos familiares arruinados, seu espaço devastado, as coisas que as cercam estilhaçadas e calcinadas. Essas palavras estão vazias, evocam mas não substituem os corpos empilhados em Gaza, apodrecendo em Gaza: as palavras também apodrecem. 

Nenhum sofrimento extremo é comparável a nenhum outro, porque não pode ser partido em unidades, pesado, delimitado, contabilizado, apreendido fora de si mesmo, dado a outrem como um dom, devolvido por seu preço em moeda comum, a moeda que se troca entre mãos hábeis. 

O sofrimento excruciante da criança em agonia é um só, um oceano e um deserto, sem começo nem fim: a história interminável do avesso do que gostaríamos de chamar humano. A criança em pânico, agonizando em Gaza, é a mesma criança em pânico agonizando no campo de concentração nazista. 

As duas agonias não são comparáveis porque são uma só e a mesma agonia. Nenhum de nós, nenhuma testemunha tem medida para distinguir, hierarquizar e comparar. Nenhum de nós tem o direito de sugerir que sabe o que é isso de que falamos para velar. 

Mas temos o dever de nos postar como guardiões da inexpugnabilidade do sofrimento extremo, de sua incomparabilidade, de sua incomensurabilidade, de sua irredutibilidade à linguagem e a toda forma de neutralização. E temos também o dever de nomear os carniceiros. 

Os agentes das carnificinas, o governo de Israel e os nazistas, cometeram crimes contra a humanidade e têm de responder perante a história. Seus crimes não são comparáveis. São um só.


(Luiz Eduardo Soares).
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

URGE CORTAR RELAÇÕES COM ISRAEL * MALU AIRES

URGE CORTAR RELAÇÕES COM ISRAEL
MALU AIRES

O governo de Israel está em guerra contra o Brasil, desde o dia que se apaixonou por Bolsonaro e pelo seu discurso nazifascista.
O Brasil venceu a extrema-direita nas urnas, mas ainda enfrenta seu venenoso discurso de ódio que só o capitalismo é capaz de patrocinar para confundir.

A relação Brasil-Israel está abalada, desde o dia que o ódio desfilou com bandeiras de Israel, anunciando um "Messias" miliciano que prometia matar todos.

A parceria genocida entre os dois países, durou 4 anos. Bolsonaro passava a boiada e o governo de Israel comprava a carne e a soja que bancava maior destruição. Israel vendeu armas pros genocidas brasileiros, vendeu equipamentos de espionagem pro golpe durar mais 20 anos e deixou seu embaixador preparado para contestar as urnas brasileiras. O governo de Netanyahu perdeu as eleições no Brasil e também não aceita a derrota, até hoje.

A embaixada de Israel, em novembro passado, promoveu encontros com a extrema-direita brasileira indiciada em graves crimes contra o Estado brasileiro.
O governo de Israel é bolsonarista, logo, um perigo também para a paz do povo brasileiro.
Lula sabe com quem está falando - com uma fraude, com um covarde, com um assassino, com um governante da mais baixa estirpe moral, com um patético genocida.

Se apropriar dos instrumentos religiosos para propagar terror, abuso, dolo e extermínio não é novidade na história de tragédias da humanidade.
Netanyahu é mais um meme nazifascista apoiado pelos EUA. A parceria do governo norte-americano com sanguinários não é novidade na história de vexames do imperialismo.

Na Palestina, a extrema crueldade é televisionada, arrancando a dignidade de um mundo obrigado a ver, sem poder gritar socorro. Estamos assistindo um genocídio que pune quem não compactua com a barbárie. Somos "personas non gratas" no banquete de cadáveres de crianças.
"Não perturbe os genocidas!", diz a propaganda de guerra.
Todo cuidado! A máquina de propaganda faz de qualquer besta um semideus, contratado para matar qualquer esperança.

A máquina não conseguiu vencer a nossa esperança.
O Brasil é soberano para dizer ao mundo que não compactua com genocidas. Lula foi eleito para derrotar um genocida tão desqualificado, imoral, mentiroso e desumano quanto Netanyahu. O Brasil retorna ao palco global para interpretar seu histórico papel de mediador da paz, governado por sujeito homem que não abaixa a cabeça para genocidas e demais bestas endeusadas.

Derrotamos a extrema-direita que governou o Brasil, com a mesma dignidade e postura que agora enfrentamos a extrema-direita que governa a barbárie no planeta.

Genocidas, temei! Deus é brasileiro e seus filhos são humanistas.

Palestina Livre e Viva para ver Netanyahu e o governo de Israel punidos por todos os seus crimes de guerra!
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

É GENOCÍDIO SIM * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

É GENOCÍDIO SIM
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No Brasil, nazistas e assemelhados apoiam o massacre de palestinos.

Acusar o estado sionista de Israel de genocídio, solidarizar-se com os palestinos, é, para dizer o mínimo, um dever humanitário. Conforme as resoluções de seu Congresso, a Condsef/Fenadsef reafirma sua solidariedade ao povo palestino e ao povo judeu.

Condsef/Fenadsef

Em 17 de fevereiro, em Adis Abeba, capital da Etiópia, o Presidente do Brasil, Lula, declarou: "O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus(...). Não é uma guerra entre soldados e soldados. É uma guerra entre um Exército altamente preparado e mulheres e crianças".

Em reação, o governo de extrema-direita de Israel, presidido por Benjamin Netanyahu, declarou Lula "persona non grata" recebendo apoio entusiasmado do bolsonarismo no Brasil.

Não é segredo para ninguém que os mesmos deputados brasileiros de extrema-direita que apoiam a política genocida de Netanyahu mantêm relações com nazistas de outros países e são apoiados por grupos nazistas brasileiros de diversos matizes.

Eles defendem o sionismo, carregam bandeiras do estado sionista nas manifestações bolsonaristas.

O próprio Bolsonaro foi aplaudido por alguns sionistas quando, em abril de 2017, fez um discurso racista no Clube Hebráica do Rio de Janeiro ("Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais").

Ele também recebeu e tirou fotos com uma deputada de extrema-direita alemã, neta do ministro das finanças de Hitler.

Sob Bolsonaro a presidência usou frases de propaganda inspiradas na inscrição "O trabalho liberta", que havia na entrada de alguns campos de exterminação nazistas. 

Nada disso incomodou o governo sionista de Israel. Nunca se ouviu Netanyahu repudiar o apoio de fascistas e nazistas e declará-los "persona non grata". 

A declaração de Lula é verdadeira. Sionismo não é judaísmo, e por isso judeus em todo o mundo se erguem contra o genocídio dizendo "Não em nosso nome!". 

Os bombardeios de Israel contra um povo encurralado numa prisão a céu aberto já mataram quase 30 mil pessoas, metade mulheres e crianças, destruíram escolas, hospitais, universidades.

Acusar o estado sionista de Israel de genocídio, solidarizar-se com os palestinos, é, para dizer o mínimo, um dever humanitário.

Conforme as resoluções de seu XIV Congresso a Condsef/Fenadsef reafirma sua solidariedade ao povo palestino e ao povo judeu, contra o genocídio, e levanta a necessidade urgente de o governo brasileiro cancelar todos os contratos e acordos de cooperação militar, econômica e acadêmica com as empresas e entidades do estado sionista de Israel.

Cessar fogo imediato!

Fim dos bombardeios e do bloqueio a Gaza!

Direção Condsef/Fenadsef

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