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quinta-feira, 17 de abril de 2025

PRESOS POLÍTICOS NO MUNDO ATUAL * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

PRESOS POLÍTICOS NO MUNDO ATUAL
Hoje, enquanto o mundo aguardava o veredito final sobre a libertação de Georges Abdallah, o lutador comunista libanês pela Palestina preso na França por 40 anos, o Tribunal de Apelação francês adiou sua decisão até 19 de junho.

Em novembro de 2024, um tribunal francês ordenou a libertação de Georges após 40 anos em prisões francesas, apesar de ele ter direito à libertação desde 1999. No entanto, o Estado recorreu do caso, e uma decisão era esperada para hoje; Agora a decisão foi adiada por mais quatro meses.

De acordo com seu advogado, Jean-Louis Chalanset, o tribunal adiou sua decisão para que o condenado pudesse "compensar" as "partes civis" — ou seja, o agente da CIA e o agente do Mossad mortos na operação da Facção Revolucionária Armada Libanesa — algo que ele sempre se recusou a fazer.

É urgente continuar nossa mobilização e ação para LIBERTAR GEORGES ABDALLAH AGORA

Georges Abdallah deve ser libertado!
MAIS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS
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Da República Bolivariana da Venezuela 🇻🇪 o Coordenador Simón Bolívar expressa solidariedade ao nosso irmão Héctor Llaitul, líder do Povo Mapuche.
Caracas - Venezuela
Abril de 2025.
MAIS HECTOR LLAITUL
&
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Do Coordenador Simón Bolívar, Solidariedade com nossos companheiros presos políticos no Equador.
Caracas - Venezuela.
Abril de 2025.
Coordinadora Simón Bolívar Traslado Ya para Ilich Ramírez Sánchez a Venezuela 
Caracas - Venezuela 
Abril 2025.
Do Coordenador Simón Bolívar exigimos a repatriação de Simón Trinidad, sequestrado em uma prisão do império ianque, sem ter cometido nenhum crime nos Estados Unidos.
Liberdade Agora
Caracas - Venezuela
Abril de 2025.
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PRESOS POLÍTICOS DA COLÔMBIA
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PRESOS POLÍTICOS DE NAIYB BUKELE
LUCAS PASSOS
BRASILEIRO PRISIONEIRO DO MOSSAD NO BRASIL

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

LULA E SEU MINISTRO VENDEPÁTRIA * Pedro Pinho/Pátria Latina

LULA E SEU MINISTRO VENDEPÁTRIA
Pedro Pinho*

A respeito de licitação para compra de armas, em princípio vencida por empresa do Estado de Israel, o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, conforme se divulgou pela imprensa e redes sociais, disse algo semelhante a “uma questão diplomática interfere na Defesa. Houve agora uma concorrência, uma licitação. Venceram os judeus, o povo de Israel, mas por questões da guerra, o Hamas, os grupos políticos, nós estamos com essa licitação pronta, mas por questões ideológicas não podemos aprovar”.

Ora senhor Ministro, nem se trata de questão diplomática e muito menos ideológica, mas do orgulho nacional, por ter nosso Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, eleito pelo povo brasileiro, sido declarado pelo Primeiro Ministro do Estado de Israel “persona non grata”. Nenhuma empresa israelense deveria ser convidada a participar de licitação no Brasil, ainda mais uma fabricante das armas, que trucidam o povo palestino.

Mas é a consequência da invasão neoliberal que aconteceu no Brasil com a sucessão do Presidente Ernesto Geisel (março de 1974 a 1979). Desde então o nosso País retrocede em todos os campos, e, muito especialmente, no patriotismo, na defesa da nacionalidade, em tirar a precedência da questão nacional sobre qualquer outra.
Geisel foi obrigado pelas finanças apátridas e colocar como seu substituto o General João Baptista de Oliveira Figueiredo (março de 1979 a 1985), filho de Euclides Figueiredo, contra quem Geisel lutara em 1932, na denominada Revolução Constitucionalista de São Paulo.

A respeito desta “Revolução” é oportuno recordar o que dela escreveu a filha e secretária de Getúlio, Alzira Vargas do Amaral Peixoto, em “Getúlio Vargas, meu Pai”, obra de 1960: “Positivamente, a Revolução Constitucionalista de São Paulo não era nenhuma dessas três coisas. Não era uma revolução. Era uma represália. Não era constitucionalista, pois apenas contribuiu para perturbar a constitucionalização do país. E, por estranho que pareça, também não era paulista. O fermento veio do Rio Grande do Sul e a massa que se servia da juventude e do solo bandeirantes, como campo de batalha, era feita dos grãos de ódio de todos os reacionários, de todos os tempos e de todos os Estados”.

O que fizeram as finanças para impor Figueiredo a Geisel?

O Brasil crescera como poucos países no período de 1967 a 1979. Foi o “Milagre Brasileiro” com a taxa de crescimento do PIB saltando de 9,8% a.a., em 1968, para 14% a.a., em 1973, e a inflação reduzindo de 19,46%, em 1968, para 15,6%, em 1973.
Como é óbvio, este crescimento se deu à custa de investimentos num momento em que as taxas de juros denominadas “prime rate”, nos Estados Unidos da América (EUA) oscilavam entre 6% e 8% (EUA, Federal Reserve).

Porém, as finanças lutavam dentro do capitalismo para se sobrepor ao industrialismo, sendo a energia do petróleo um dos alvos, pois agregava nesta campanha movimentos ecológicos e ambientalistas.

Em 1973 dá-se o primeiro choque do petróleo e em 1979 vem o segundo. O barril de petróleo, que passara desde 1928 até 1968 praticamente no mesmo valor, cresce até quatro (1973) e três (1979) vezes, indo a mais de 100 dólares, em moeda da época, em 1979.

Em 15 de agosto de 1971, o presidente estadunidense rompe unilateralmente com os Acordos de Bretton Woods e as taxas de juros iniciam acelerada elevação, chegando a 13%/15% no fim da década.

O Brasil se endividara, desde 1967, para crescer, investindo e importando até um milhão de barris de petróleo por dia. Ao fim do governo Geisel acumulava a dívida externa de quase 100 bilhões de dólares. Assim deu-se o golpe da sucessão de Geisel e a entrada do neoliberalismo com João Figueiredo.

Para crescer muitas empresas foram constituídas, não somente de economia mista – COBEC, COBRA, DATAPREV, EMBRATER, NUCLEBRÁS, IMBEL – mas igualmente de capitais privados nos polos industriais da Zona Franca de Manaus, petroquímico, em Camaçari, na Bahia, em São Paulo com o programa do Pró-Álcool, no Rio Grande do Sul, no Paraná etc.

Tudo começa a se desmanchar, se desfazer, principalmente atingindo o trabalhador, e, em especial, o homem do campo que merecera de Médici e Geisel os programas de assistência e previdência ((Pro-Rural).

Chegamos, agora, ao fim do caminho. Defendendo um Estado belicista e genocida, que tem como propósito implementar o disposto no livro de Theodor Herzl, “O Estado Judeu” (1895), transferindo (eliminando?) as populações palestina, árabe, de seus territórios até ocupar todo Oriente Médio, sendo a guerra um meio.

E para alcançar este objetivo se valer da relação estabelecida com a aristocracia inglesa, por ocasião da criação do Banco da Inglaterra (1694), e do poderoso e rico lobby sionista no Congresso dos EUA.

Por que o Brasil, país miscigenado e pacífico entra nesta briga e do lado errado?

 Porque está entre nós, como um poder interferindo na vida nacional, a ideologia neoliberal financeira, que tira direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores, que fecha empresas públicas e privadas, como obteve a Operação Lava Jato, e ainda tem ministro que cria polêmica para comprar armas de Israel!
*Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado.

terça-feira, 16 de abril de 2024

ISRAEL É UMA COLÔNIA DE ANDROIDES * Samuel Braun/SP

ISRAEL É UMA COLÔNIA DE ANDROIDES
Israel não é um país normal que “tem de tudo”. Israel é um experimento.

Foi construído a partir da planejada importação de pessoas de uma mesma etnia e religião, de diferentes partes da Europa, para deliberadamente colonizar as terras e a população local. Não todos desta etnia ou desta religião, apenas aqueles dispostos a este projeto supremacista.

Ao longo da vida, todo o Estado construído com leis e filosofia de apartheid, desde a alfabetização rudimentar familiar até o letramento escolar orientado à linguagem supremacista, teocrática e racista. Uma geração passando pra outra. Todos os ritos sociais em torno desse ethos.

Não se trata de um segmento social radicalizado, ou mesmo de uma maioria social opressora num contexto multicultural, é a ordem estatal de um país legalmente pertencente a uma “raça”.

Se isso não bastasse, há a mesma construção de identidade no inimigo vital: os palestinos. Odiá-los e desejar seu extermínio é naturalizado até nos livros didáticos, cânticos infantis e festejos oficiais.

Não se trata de uma horda de bolsonaristas, ou de supremacistas brancos do sul dos EUA, é a própria essência do enclave nacional.

A única solução é desmontar essa institucionalidade racial segregacionista e substituir por um Estado multiétnico e democrático a partir de uma amplo política de retorno palestino."


Samuel Braun
Mestre em Ciência Política
Doutorando em Economia Política Internacional
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domingo, 12 de novembro de 2023

NAZISSIONISMO ATACA O BRASIL * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

NAZISSIONISMO ATACA O BRASIL

SIONISMO E BOLSONARISMO PRESSSIONAM O LULISMO


CÉSAR FONSECA


A reunião do embaixador de Israel, Daniel Zonshine, com o ex-presidente Jair Bolsonaro, hoje, na Câmara dos Deputados, representou início de formação de aliança sionismo-bolsonarismo para pressionar governo Lula a se definir diante da agenda de guerra israelense, apoiada pelos Estados Unidos, favorável à bandeira político-ideológica de Israel de direito de autodefesa colocado em prática no massacre sionista contra Palestina.


O encontro Bolsonaro-Zonshine, curiosamente, coincidentemente, ocorre no mesmo dia em que a Polícia Federal apreende terrorista islâmico supostamente ligados ao Hezbollah suspeito de armar atentados contra israelenses em território brasileiro.


Imediatamente à ação da PF brasileira, o presidente Benjamin Netanyahu divulga nota oficial de agradecimento do governo israelense às forças de segurança do governo Lula pela pronta providência em proteger interesses de Israel.


Politicamente, o governo Netanyahu considerou o episódio fator positivo a fortalecer as relações Brasil-Israel, no instante mais dramático da guerra de extermínio patrocinada pelo sionismo judeu contra os palestinos sufocados na Faixa de Gaza, com fome, com sede, sem socorros médicos, transformada em cemitério a céu aberto.


Consequentemente, do ponto de vista de Netanyahu, com essa diplomacia do terror, ficou mais complicada e, sobretudo, constrangedora possível ação diplomática brasileira no sentido de radicalizar contra Israel, em eventual tentativa de o Itamaraty retirar o embaixador brasileiro de Telavive.


Essa possibilidade tem sido aventada internamente devido ao fato de Israel, na Faixa de Gaza, atrasar a saída de brasileiros rumo ao Egito, para serem repatriados, graças às providências de Lula nesse sentido, sob pressão da sociedade brasileira.


JOGADA POLITICAMENTE EXPLOSIVA


A jogada política do bolsonarismo direitista fascista de aproximar do sionismo, por puro oportunismo ideológico, levando para dentro do Congresso nacional, o debate sobre a guerra de extermínio em curso, na Faixa de Gaza, coloca em xeque o lulismo.


Lula e seus aliados de centro esquerda passam a sofrer pressões adicionais de sua base quando as tensões diplomáticas Brasil-Israel entram em ponto de ebulição.


A crise tende a se agravar, principalmente, porque crescem dúvidas sobre as circunstâncias e fatores reais que levaram à prisão de integrantes do Hezbollah pela Polícia Federal, avisada/alertada pelo serviço secreto israelense do Mossad.


De imediato, o alerta levanta suspeita sobre relações PF-Mossad.


Teriam ambas as partes acordos de cooperação prévios que permitissem esse tipo de ação internacional do Mossad em território nacional?


Desde quando essa cooperação se realiza, com o conhecimento de quem, do ponto de vista institucional etc.?


As investigações, portanto, se fazem necessárias, transformando-se no foco do debate político a partir de agora.


Portanto, ambas as ocorrências, politicamente, incendiárias – de um lado, a ação cooperativa Mossad-PF-Brasil, e, de outro, a articulação sionismo/bolsonarismo no parlamento brasileiro – criam fato político que passa a sobrepor a própria política nacional como subproduto da guerra, que tem todas as condicionantes para se alastrar, conforme totalidade dos observadores internacionais. 

CÂMARA FEDERAL




PASTORA PREGANDO "ACABE COM GAZA"

PROF FRANCISCO CARLOS TEIXEIRA/UERJ/UFRJ-RJ
Algumas considerações

O que é espantoso nessa questão do pseudo atentado do Hezbolá no Brasil é a nossa imprensa burguesa não se questiona sobre os fatos.

Como a Polícia Federal ficou sabendo desse suposto atentado? Se prenderam duas pessoas, onde estão as provas: explosivos etc.? 

Nada. Depois que sabemos que foi o Mossad que assessorou a PF no caso (que supresa!) aí que a coisa toda vem por terra de maneira cômica. 

No entanto, há várias questões que exigem resposta. Porque Lula e Flávio Dino autorizaram tal operação fajuta? 

Por que o Hezbolá decidiu explodir sinagogas justamente no Brasil, país que acabar de aprovar o ingresso no Irã nos BRICS? 

Que propósito serviriam esses atentados?

Por que não há notícias de atentados contra sinagogas em outros países do mundo? 
 
Será que o Hezbolá vai dispersar os seus poucos recursos, necessários na guerra contra Israel para destruir prédios pelo mundo? 

*E mais importante de tudo: quem acredita nessa história?*

Agora, apesar de tudo isso, há algo político muito importante para os brasileiros: não está na hora de investigar essa PF que não para de organizar golpes deste tipo, provavelmente (?) com a colaboração do FBI e da CIA?

Acabamos de ter atentados terroristas em Brasília, em 08 de janeiro, com invasoes e depredacoes dos 03 mais importantes prédios públicos da Republica, fogo em onibus, invasao de predio da PF,  rodovias bloqueadas, atentado frustado em caminhao de queresone no Aerporto de Brasilia, na véspera do Natal de 2022, milhares de terroristas brasileiros presos, e alguns já julgados e condenados a 17 anos de cana, e os caras vem falar em planejamento de atentados contra alvos sionistas.

Acham que somos otários.

Tá na cara que é pressao de judeus ricos no Brasil, para tentar justificar o genocidio, em curso, do povo palestino em Gaza.

O governo brasileiro se prestar a esta palhaçada tambem, para liberar 24 brasileiros em Gaza, nao é eticamente justificável.
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sábado, 21 de outubro de 2023

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE RONDÔNIA HOMENAGEIA NETANYAHU * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE RONDÔNIA HOMENAGEIA NETANYAHU

VERGONHA!

Depois de massacrar mais de 1.000 crianças palestinas em Gaza em menos de 10 dias, o Estado de Rondônia no Brasil concede o título de cidadão honorário ao Primeiro Ministro de Israel, o genocida Benjamin Netanyahu, por proposta do Deputado Marcelo Cruz.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Comunicado Conjunto dos governos da Argentina, Brasil, Chile e México sobre a expansão de assentamentos israelenses na Cisjordânia * (Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT)

NOTA À IMPRENSA Nº 60

Comunicado Conjunto dos governos da Argentina, Brasil, Chile e México sobre a expansão de assentamentos israelenses na Cisjordânia

Publicado em 17/02/2023 13h02 Atualizado em 17/02/2023 13h10

Os governos da Argentina, Brasil, Chile e México veem com profunda preocupação a decisão do governo de Israel de legalizar nove postos avançados (“outposts”) e construir dez mil casas em assentamentos existentes na Cisjordânia.

Essas medidas unilaterais constituem graves violações do Direito Internacional e das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, especialmente a resolução 2.334 (2016), além de contribuir para elevar as tensões atuais.

Nossos governos expressam oposição a qualquer ação que comprometa a viabilidade da solução de dois Estados, na qual Israel e Palestina possam compartilhar fronteiras seguras e reconhecidas internacionalmente, respeitando as legítimas aspirações de ambos os povos de viver em paz.

Os governos da Argentina, Brasil, Chile e México pedem a israelenses e palestinos que se abstenham de atos e provocações que possam promover nova escalada de violência e que retomem as negociações para chegar a uma solução pacífica para o conflito.

Comunicado Conjunto de los Gobiernos de Argentina, Brasil, Chile y México

Los Gobiernos de Argentina, Brasil, Chile y México ven con profunda preocupación la decisión del gobierno de Israel de legalizar nueve puestos de avanzada y construir diez mil viviendas en asentamientos ya existentes en Cisjordania.

Estas medidas unilaterales constituyen graves violaciones del Derecho Internacional y de las Resoluciones del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, especialmente la n. 2334 (2016), además que contribuyen a elevar las actuales tensiones.

Nuestros gobiernos expresan su oposición a cualquier acción que comprometa la viabilidad de la solución de dos Estados, en la que Israel y Palestina puedan compartir fronteras seguras e internacionalmente reconocidas, a la vez que se respeten las legítimas aspiraciones de ambos pueblos de vivir en paz.

Los Gobiernos de Argentina, Brasil, Chile y México llaman a israelíes y palestinos a abstenerse de actos y provocaciones que puedan promover una escalada mayor de la violencia y a reanudar las negociaciones para alcanzar una solución pacífica al conflicto.
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