ANOS DE CHUMBO
DOCUMENTOS REVELADOS
Quem vivenciou, ou leu sobre o Regime Militar (Ditadura 1964-1985), sabe do que os militares são capazes, foram vinte e um anos de perseguição, prisão, tortura e assassinatos de opositores.
Além de muitos escândalos de corrupção e obras inacabadas.
Roubos e contrabando de uísques, perfumes e roupas de luxo, envolvido capitão Ailton Guimarães.
Um dos maiores torturadores de presos políticos, delegado Sergio Fernandes Fleury.
Foi acusado pelo MP por associação ao tráfico de drogas e extermínio, apontado como líder do esquadrão da morte e proteção ao tráfico.
Governadores biônicos.
No Paraná, Haroldo Leon Peres, escolhido governador, foi descoberto tempos depois que ele era ladrão em Maringá, e foi pego extorquindo um empreiteiro.
Outro governador envolvido em várias denúncias, o conhecido Paulo Maluf, foi acusado de corrupção no caso Lutfalla, empresa têxtil de sua mulher, sobre empréstimos no BNDE.
Era prática do Regime Militar, mordomias de Ministros e servidores financiados com dinheiro público.
Uma piscina térmica na casa do Ministro das Minas e Energia.
O Ministro do Trabalho tinha 28 empregados.
Na casa do Governador de Brasília, frascos de laquê e alimentos eram comprados em grande quantidade, 6800 pãezinhos tinham sidos comprados num mesmo dia.
Obras inacabadas:
A mais famosa delas é a rodovia transamazônica, BR 230, que começa em Cabedelo na PB.
O que eram proibidos e confiscados, eram liberados para servidores.
Era uma verdadeira farra com dinheiro do povo.
Esses foram alguns casos de corrupção no Regime Militar.
Durante a Ditadura Militar, 191 brasileiros que resistiram ao regime foram mortos.
210 estão até hoje desaparecidos.
Foram localizados apenas 33 corpos.
Totalizando 434 militantes mortos e desaparecidos.
Ao elegerem o genocida, parece até que desconheciam a história ou estavam com saudades dos tempos de chumbo.
Os quatro anos de destruição do Brasil , pelo desgoverno, foram uma amostra do que viria a seguir.
Já imaginaram o que estaria acontecendo se o genocida tivesse se reeleito?
RONILDO ANDRADE/PB


