REPÚBLICA DE NECRÓPOLIS
AS FESTAS DE MORTE E DA (DÁ) MORTE)
Para todo bom idiota, os últimos dias foram de festas, tanto cá, "no Brasil", como lá, " nas terras do péssimo irmão do Norte, as mortes tem se acumulada com uma veracidade que só encontra eco, nos defensores da política de morte e de armas, que vieram no bojo das últimas eleições.
Ações desastrosas da polícia, se a ação é desastrosas em si, agravada nominalmente pela morte de uma moradora por tiro de fuzil, disparado a longa distância, onde as facilicitações da compra de armas a vilá esperada para uma política genocida.
O péssimo exemplo que os amantes da imponência importaram do modelo americano devolve ao dias atuais cenas do velho Oste yanque.
Apesar do verdadeiro festival de mortes e de horrores a claque dos bolzominiuns segue fiel, apesar o quê são vinte e cinco mortes anti a liberdade de ser um completo idiota. Poderíamos até mergulhar na psiquiatria falar da castração do processo de desenvolvimento da masculinid mas para esta discussão a interlocução teria que ser tátil, precisaríamos que houvesse por parte dos bolzominiuns uma leitura aceitável da realidade, se os bolzominius fossem capaz de ler a realidade, não seriam bolzominius.
Apesar de implorar para que não peçam para eu não desista, não quer dizer que eu não saiba quanto inglória e penosa é nossa tarefa. A tarefa de elucidar que a ostentação de contribui em nada para uma política de oaz.
Adão Alves dos Santos.SP
ANEXOS



