Reeleger Lula para derrotar a extrema direita no mundo
O mundo acompanha a vitória da extrema direita na Alemanha, o cerco genocida contra Cuba, a continuidade do extermínio dos palestinos em Gaza e os contínuos ataques contra o Irã, sustentados por um discurso cada vez mais agressivo da mídia tradicional e pelas plataformas contra os povos soberanos e as forças que lutam contra a exploração, a opressão e a destruição da vida, como se vivêssemos em tempos de paz.
No Brasil, a situação não é diferente. As mesmas forças políticas que secularmente acumularam fortunas com a escravidão, mortes e mentiras têm agora seus herdeiros repetindo o velho bordão "Deus, Pátria e Família". Durante o governo eleito em 2018 — graças às mentiras que circularam intensamente nas redes e à Operação Lava Jato (Moro) —, vimos mais de 700 mil pessoas morrerem na pandemia da Covid-19, resultado de uma política de limpeza programada: “Tem que matar 30 mil”, dizia Bolsonaro, pai. Sempre agiram assim: na ditadura mataram milhares, diariamente matam a juventude nas periferias e afirmam cinicamente que "bandido bom é bandido morto". Não eles, bandidos milionários, mas os pobres.
Por outro lado, a pouco mais de 20 dias para a eleição no Brasil, verifica-se a dispersão das forças populares e a ausência de um discurso que ataque com firmeza os causadores da desesperança, da ignorância, da violência e da miséria em todos os campos. Os verdadeiros donos do poder, que detêm as riquezas, dominam o pensamento e as armas, e controlam o Estado, conseguiram influenciar setores da esquerda; alguns repetem o discurso divisionista e oportunista.
Derrotar a extrema direita na eleição de 4 de outubro tem importância não apenas para o Brasil; interessa aos trabalhadores de todo o mundo para se contraporem às ações terroristas em curso no planeta, sob o nome da liberdade propagada pelo neoliberalismo. Fraudaram as eleições em Honduras, Colômbia, Peru e Equador, e tentarão fraudar no Brasil, seja antes, durante ou após o pleito. "Para onde for o Brasil, a América Latina vai", dizia Henry Kissinger. Isso comprova a obsessão de Trump e Rubio.
Combater a extrema direita fascista, sionista e nazista é lutar contra o imperialismo e o neocolonialismo, simbolizados pela política genocida e intervencionista de Trump e seus agentes. Combater a extrema direita é defender a soberania dos povos de terem o direito de seguir o caminho que escolherem, sem a interferência de mentiras e o apagamento das lutas da classe trabalhadora na construção de um mundo de justiça e paz.
Ocupar às ruas, reeleger Lula e derrotar a extrema direita é a tarefa fundamental para o momento histórico.