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quinta-feira, 14 de julho de 2022

TEM GENERAL ENVERGONHANDO AS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL * Alexandre Santos - PE

TEM GENERAL ENVERGONHANDO AS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL

Entre as organizações mais importantes de um país, estão as Forças Armadas - braço armado da diplomacia, um recurso essencial para a defesa do território e elemento de dissuasão nas negociações mais complicadas. Daí a necessidade de elas [as Forças Armadas] serem treinadas, bem equipadas e motivadas para o cumprimento do seu objetivo e, por isso, despertarem orgulho e respeito dos conterrâneos. Naturalmente, esta condição é tanto mais apurada quanto mais evoluída for a nação. No Brasil, infelizmente - especialmente depois de que, com o golpe de 2016, o país regrediu ao patamar das ‘republiquetas das bananas’ -, esta condição foi alterada e, ao que parece, graças à irresponsabilidade de alguns chefetes militares, ao invés de evoluir, as Forças Armadas retrocederam ao estágio mais bruto da força, passando a praticar o ativismo militar e, neste embalo, a funcionar como elemento auxiliar de golpes e golpistas (como o foi por toda a história republicana do País). 

Agora, por exemplo, em comportamento que retira razões para o Povo ter orgulho dos seus soldados, sob o comando do general ministro da defesa Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, as Forças Armadas brasileiras parecem estar empenhadas no projeto subversivo de manter o capitão Jair Bolsonaro na presidência da república a qualquer custo. De fato, parecendo querer colocar as Forças Armadas a serviço do plano antidemocrático de tomar o resultado das eleições na ‘mão grande’, transformando-as numa mera peça do xadrez que já inclui a campanha fora de época, a escalada da violência contra opositores, a disseminação de Fakenews e o uso do dinheiro público para comprar o voto dos mais necessitados (que, diga-se de passagem, empobreceram mais ainda graças ao modelo econômico do governo Bolsonaro), o general-ministro Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira tenta intimidar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, pasme, a serviço daquele que vem sendo o pior presidente da história do Brasil, transformar as Forças Armadas brasileiras em mero órgão do sistema eleitoral. Foi com este espírito que, nos últimos dias, ao tempo que o general-vice-presidente Hamilton Mourão defecou que ‘Lula não tem o respeito das Forças Armadas’, o general-ministro da defesa Paulo Sérgio informou o desejo de fazer uma apuração paralela das eleições presidenciais e pediu que o TSE remetesse às FFAA todo o material relativo às eleições anteriores. Uma vergonha que esquipara o Duque de Caxias a François Duvalier e o Exército Brasileiro a uma versão civilizada do Tonton Macoute. 

Como brasileiro que serviu ao Exército com orgulho e sempre respeitou as Forças Armadas, torço pela existência de algum líder militar que faça valer o bom senso e lembre aos gorilas fardados que, conforme reza a sabedoria militar, LUGAR DE MILICO É NA CASERNA.


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sábado, 23 de abril de 2022

AS FORÇAS ARMADAS FORAM AO PARAISO * Adão Alves dos Santos / SP

AS FORÇAS ARMADAS FORAM AO PARAISO

FORÇAS ARMADAS E BRASIL, O CASAMENTO QUE NUNCA HOUVE!

 (CRÔNICAS PARA DESEMBURRECER TOMO DCCXXVI)

Os patéticos pronunciamentos de militares e, inclusive de um ministro do STM, debochando da existência da tortura, ignoro aqui as falas do inqualificável despresidente. 


Se eu lembrasse apenas do período da minha vida, não poderia generalizar, já que o Marechal Lott, morreu com as poupanças fruto de soldos militares e só.


GOLPE DE 1964

Mas falando especificamente das forças armadas, sou sempre levado a refletir sobre o DNA, destas forças, o dia 19/04, dia do excercicio, em homenagem ao Duque de Caxias, nos leva de imediato à guerra do Paraguai, onde as marcantes cenas do Conde D'eu, genro do imperador branindo  sua espada atrás de mulheres e meninos pelas ruas de Assunção, mesmo depois da rendição do exército paraguaio, não é necessariamente um exemplo de dignidade, voltando então ao DNA das tais forças armadas, "um grupo de mercenários ingleses", que alugavam suas armas onde houvesse conflito, mas sempre fiéis a coroa.


No Brasil, o papel constitucional das forças armadas deveria ser a defesa das legislação, no entanto, aqui voltando apenas aos últimos sessenta anos, período em não preciso de livros de história para contar, o papel destas forças, sempre foram o golpe, sempre alegando uma questão ideológica, que se houvesse, não seria papel dos militares interferir, repito, se houvesse, o tal medo da inexsistente ameaça comunista, não havia em 64, como também não houve em 2016, e não há hoje, quando os militares se colocam inclusive com terceira via, nossa pergunta continua, terceira via, ou só uma variante da via nazi-fascista?


Tortura é crime hediondo, onde a própria defesa se constitui crime, punível com prisão.


Adão Alves dos Santos

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sexta-feira, 15 de abril de 2022

NO REINO DE BROXOMINIUS * Adão Alves dos Santos / SP

NO REINO DE BROXOMINIUS 

-SURFE, PICANHA, SALMÃO & VIAGRA: A DESONESTA- HONESTIDADE DO BROXOMINIUS

(CRÔNICAS PARA DESEMBURRECER TOMO DCCXVII)


De cara um alerta  antes da cabal certeza, a conta da farra ou da farsa, quem paga somos nós, com a costumaz informação,que no caso do surge nas límpidas e despoluídas águas do Pinheiros, o evento não acorreu, portanto não houve corrupção, esquecendo é claro de informar que quem protocolou o pedido para tal insólito torneio é o bozo 03, o Dudu bananinha, aquele carioca reeleito deputado federal por São Paulo. Lembro aos bolzominius de plantão que não há praia para haver onda, condições fundamentais para que haja surfe.


Além da insólita competência, o festival de picanha e salmão, far-nos-ia lembrar da caótica penumbra em que viva os milicos, antes das gestões progressistas, quais os militares tanto odeiam e deram suporte para o golpe de 2016. Ainda que defendamos que os milicos passem fome, sou obrigado a reconhecer: nas gestões petistas, houve dignidade, não abusos, talvez, a busca dos abusos tenha motivado o golpe.


Mas falando em desonesta honestidade, os escândalos publicitados, alguns frustrados, aqui o mundaréu de insanidades na cônica tentativa de não comprar vacinas contra a covid, as igualmente absurdas negociatas para liberação de verbas do MEC, articuladas por pastores, de igualmente curioso nos dois episódios, sempre há religiosos envolvidos.


Obviamente não pretendemos generalizar, até por que sabemos que os religiosos desonestos não estão apenas nas igrejas que igualmente, o simples fato de ser religioso, não transforma ninguém em corrupto, mas a quantidade de pessoas desonestas próximas da gestão do bozo é absurda.


Caberia a nós esperar que os religiosos, mesmo os conservadores honestos, percebam a roubada qual ajudaram a mergulhar o Brasil e em outubro próximo desfaça o grande mal, votando em candidatos e candidatas que defendem as ideias de Cristo, aqueles que defendem ideias esquerdistas.


Adão Alves dos Santos / SP

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sábado, 5 de fevereiro de 2022

Escândalos da caserna * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT - BR

ESCÂNDALOS DA CASERNA

(100 GENERAIS PROMOVIDOS A MARECHAIS COM O POSTO JÁ EXTINTO.ALÉM DE DESFRUTAR DO REGIME ESCRAVISTA AINDA VIGENTE NAS INSTITUIÇÕES MILITARES, ONDE A MASSA OPRIMIDA É HUMILHADA DE TODAS AS MANEIRAS, O OFICIALATO BRASILEIRO NÃO PRESTA CONTAS DE SEUS ATOS À SOCIEDADE QUE SUSTENTA SEUS PRIVILÉGIOS. VIVE UMA VIDA DE CASTA, VERDADEIRA ARISTOCRACIA. ISSO TEM QUE ACABAR!!)

" Dados públicos disponibilizados no Portal da Transparência informam que 100 generais de exército (último posto da escala hierárquica do Exército Brasileiro) receberam a patente de marechal, extinta desde 1967 após uma reforma no regramento da força terrestre que pôs fim ao título, normalmente atribuído a oficiais de alto escalão considerados heróis nacionais por comandarem tropas em conflitos bélicos. A partir da promulgação da Lei Federal 6.880, de 1980, chamada de Estatuto dos Militares, a possibilidade de um general passar ao posto de marechal voltou, mas em condições restritíssimas: somente em tempos de guerra.

Entre os generais elevados a tal posto, que não existe mais, exceto em casos de campanha, estão Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) do governo Bolsonaro, os ex-comandantes do Exército Edson Leal Pujol e Eduardo Villas Bôas, além de Sérgio Etchegoyen, que ocupou também o GSI, mas na gestão de Michel Temer. Enzo Peri e Francisco Roberto de Albuquerque, ex-chefes máximos da maior organização militar brasileira durante os governos Lula e Dilma Rousseff, são outros que engrossam a lista de marechais. (Confira as listas das três Forças Armadas ao final da matéria)


Na Marinha e na Aeronáutica, os postos equivalentes ao de marechal são, respectivamente, o de almirante e de marechal do ar, igualmente extintos. Nessas outras duas organizações militares a nomeação para a posição inexistente também corre solta. Na listagem disponível no Portal da Transparência é possível perceber que vários almirantes de esquadra e tenentes-brigadeiros (postos compatíveis com o de general de exército no Exército) receberam a “promoção” que deixou de existir há 54 anos. Eles somam 115 nesses dois ramos militares.


Os ex-comandantes da Aeronáutica Luiz Carlos Bueno, Juniti Saito e Nivaldo Rossato, que chegaram ao topo da hierarquia da FAB como tenentes-brigadeiros, figuram no site que divulga os gastos do governo federal como marechais do ar, da mesma forma que os almirantes de esquadra Roberto de Guimarães Carvalho, Julio Soares de Moura Neto e Eduardo Bacellar Leal Ferreira, que chefiaram a Marinha no passado, e que hoje são classificados como almirantes.


Foi a partir de uma Lei Federal que entrou em vigor em 2019, de número 13.954, que dispõe sobre questões previdenciárias dos militares e que não revogou o ordenamento jurídico anterior, que aparentemente esses generais passaram a figurar como marechais. Não se sabe qual foi a interpretação dada pelo governo federal para proceder com tais promoções, até porque o Ministério da Defesa não esclarece as circunstâncias dessas mudanças na hierarquia, tampouco a data em que elas ocorreram.


A reportagem entrou em contato três vezes com a assessoria da pasta chefiada pelo general Walter Braga Netto, desde a última sexta-feira (30/07), por e-mail e via plantão do Centro de Comunicação, por WhatsApp, mas diferentemente da área de imprensa de outros ministérios, que respondem prontamente, o Ministério da Defesa ignorou os questionamentos sobre o assunto.


Oposição quer explicações


O deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) foi informado pela reportagem sobre as promoções inadvertidas a oficiais generais das três Forças Armadas a postos que não existiriam mais e disse que o caso, ao que tudo indica, à margem da lei, causa estranhamento, e que exigirá, junto a outras lideranças parlamentares, uma explicação do Ministério da Defesa.


É muito estranho. Na verdade, é esdrúxulo. Vamos propor um requerimento de informação ao Ministério da Defesa. Acho válido que seja assinado por vários líderes da oposição.”


Quem também informou à Fórum que exigirá respostas do Ministério da Defesa é o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). O parlamentar quer saber até que ponto esse tipo de promoção pode acarretar em mais gastos públicos ou outros tipos de benefícios, além de entender com qual base legal esses generais passaram a constar no Portal da Transparência como marechais.


Viúvas e filhas de “marechais imaginários”


Recebendo proventos de marechal há também 3.867 pensionistas de generais de exército (viúvas ou filhas), que automaticamente passaram a garantir os vencimentos deste posto. Entre as beneficiadas está uma personagem conhecida quando o assunto é a regalia de filhas solteiras de oficiais militares que têm direito a polpudas pensões: a neta do ex-presidente brasileiro do período da Ditadura Militar (1964-1985) Emílio Garrastazu Médici, que numa manobra judicial, momentos antes de sua morte, adotou legalmente Claúdia Candal Médici como filha, para assegurar a ela volumosos pagamentos mensais que atualmente são de R$ 32.213,10.


Das 226 mil pessoas que recebem esse tipo de benefício militar no Brasil atualmente, 137.916 são filhas solteiras de integrantes das Forças Armadas, ou seja, 60% do total. A média dos vencimentos é de R$ 5.897, mas há pagamentos de valores muito maiores.


É o caso de Gecy Brilhante da Fontoura Rangel, filha de um almirante da Marinha (cargo também extinto, equivalente ao de marechal, no Exército, e marechal do ar, na Aeronáutica) falecido em 1996, data em que tiveram início os pagamentos a ela.

Gecy recebe R$ 60,5 mil mensais, já com os descontos feitos no demonstrativo, mas esse valor varia conforme o mês. Em setembro de 2020, a filha do oficial general dos mares que misteriosamente virou almirante recebeu R$ 117.012,43 de pensão.


Regalias não param por aí


Uma nota técnica do Ministério da Economia de julho de 2020 mostrava que um reajuste de 73% numa bonificação chamada “adicional de habilitação” (que incorpora aumentos nos vencimentos dos militares que fazem cursos) acarretaria num prejuízo aos cofres públicos de R$ 8,14 bilhões até o final de 2024. Isso sem falar nos casos de militares como Augusto Heleno e Walter Braga Netto, que além de garantirem robustos soldos ainda recebem salários de ministros de Estado, com direito a penduricalhos que renderam só no mês de junho passado mais de R$ 100 mil de vencimentos para cada um.


Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), divulgado em 27 de junho, por meio do mesmo Portal da Transparência, mostrou que o governo federal desembolsou R$ 19,3 bilhões só com o pagamento de pensões a dependentes de militares em 2020. No entanto, o que causa mais estranheza, para além da vergonhosa mordomia que custa mais de R$ 4 bilhões por ano ao erário público só com o pagamento de oficiais generais vivos, é o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira promoverem centenas de seus quadros a uma patente que foi extinta numa reforma estrutural há mais de cinco décadas. Ainda que, em tese, um general de exército (chamado de ‘quatro estrelas’) possa ser promovido a marechal apenas em caso de comandar tropas em campanha, ou seja, no campo de batalha, em guerra, nenhum dos beneficiados com o “título” tem algo do tipo em seu currículo.

Em resumo, os marechais de gabinete foram criados por uma canetada e usufruem do elevado grau militar, que em muitos casos foram passados às suas viúvas e filhas.


Graduação destinada a heróis nacionais, no Brasil e no Mundo


O último marechal brasileiro na ativa foi Mascarenhas de Morais, que após a reserva teve o título mantido pelo Congresso, ostentando-o até a morte, em 1968. Ele comandou a Força Expedicionária Brasileira (FEB), o contingente aeroterrestre que ajudou a aplacar o nazifascismo durante a 2ª Guerra Mundial, libertando a Itália do jugo terrífico de Mussolini e Hitler. Foi elevado ao posto em 1.946, pelo Congresso Nacional.


Marechal Mascarenhas de Morais


Já Waldemar Levy Cardoso, que morreu aos 108 anos, em maio de 2009, foi o último marechal vivo brasileiro. Ele foi comandante do 1° Grupo de Artilharia Expedicionário, que travou batalhas sangrentas em Monte Castelo, no território italiano, também na 2ª Guerra Mundial.


Marechal Levy Cardoso


A França, por exemplo, nomeou seu último marechal em 1984, e o agraciado recebeu o título 14 anos após sua morte. O general Marie-Pierre Koenig foi considerado um herói da 2ª Guerra Mundial, depois de vencer tropas alemães e italianas, que estavam em vantagem numérica de 10 para 1 em relação aos franceses na Batalha de Bir Hakeim, na Líbia, em 1942, quando comandou a 1ª Brigada Francesa Livre na Guerra do Deserto, um feito bem mais glorioso que os monótonos despachos de folhas carimbadas de nossos marechais de repartição.


Marechal francês Marie-Pierre Koenig


O ditador fascista espanhol Francisco Franco Bahamonde, ocupante do último posto na hierarquia do exército republicano de seu país, também tinha sua tara por títulos militares. Mas no seu caso, a obsessão beirava o ridículo.


Insatisfeito com o posto de general, a ambição de Franco foi além do cargo de marechal. As leis gerais que foram implantadas após a vitória das tropas sublevadas comandadas por ele que derrubaram o sistema republicano democrático e constitucional, após o fim da Guerra Civil (1936-1939), deram-lhe o título de “Jefe de Estado, Caudillo de España y de la Cruzada, Generalísimo de los Ejércitos con la Gracia de Dios”.


O exagero embaraçoso, especialmente no que diz respeito à concordância do Todo-Poderoso com o título, levou até mesmo a uma rusga com o influente arcebispo de Sevilha, Pedro Segura y Sáenz, que gostava de afirmar em seus sermões, durante a ditadura Franquista, que “caudilhos era chefes de quadrilhas de foragidos” e que, segundo Santo Ignacio de Loyola, caudilho era sinônimo de diabo. A falta de noção do Generalíssimo espanhol chegou ao ponto de exigir que carregassem sobre ele, ao entrar numa igreja, um dossel, espécie de cobertura de tecido, decorada e luxuosa, preso por quatro ou seis hastes, que cobre um santo ou divindade durante uma procissão.


Uma pouca vergonha com o erário público brasileiro, os militares que nunca fizeram nada para o país, sozinho estão usurpando o dinheiro do povo brasileiro, até as filhas desses vermes, estão recebendo pensões astronômicas basta não casar no papel, pois quase todas elas são casadas


E com esse montante pra menos de 5 mil desocupadas, daria pra dar em bolsa família pra quem tem fome, mães e crianças que não sabem qual será a próxima refeição para no mínimo aí, umas 20 milhões de pessoas.


Isso só o dinheiro das desocupadas, não tô contando essa manobra jurídica feita pelo bolsonaro pra elevar acima de cem mil reais os vencimentos desses outros vermes, daria pra investir dezenas de bilhões em segurança, saúde e educação."


Texto: Transparência Brasil e Revista Forum

CONFIRA

EXCLUSIVO: Brasil tem 100 generais nomeados marechais; Augusto Heleno, Villas Bôas e Etchegoyen entre eles - Revista Fórum

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