ESCRACHANDO O FASCISMO
As organizações nazistas no Brasil nunca foram
investigadas.
Monark e Kataguiri são pintos no lixo.
O desenrolar do novelo das fake deve chega nas
células nazistas.
A Polícia Federal já tem um grande volume de
informações das chamadas milícias digitais, aquelas que atacaram o STF e as
urnas eletrônicas.
O Brasil teve o maior partido nazista do mundo,
fora da Alemanha nas décadas de 1920 a 1930.
Trazidos pela migração alemã, ainda nas décadas de
20/30, se concentraram nos estados do Sul: RS, SC, PR, SP.
No período da ditadura tiveram até jornal
circulando, clandestinamente.
Em 1978, bancas de revista foram incendiadas em
Brasília e em outras cidades, do país.
Em Brasília circulava um capitão da Marinha,
chamado Nei Mohn, conhecido ex-integrante do Centro de Informações da Marinha
(CENIMAR), que era nazista confesso. Não escondia.
Ele tinha uma casa em Sobradinho onde, numa batida
policial, foi descoberto um arsenal de armas, suástica, bandeira e livros
nazistas. A imprensa da época deu matérias.
Ele foi apontado por vários jornais e revistas de
comandar atentados, não só em Brasília, mas em outros estados.
As células nazistas continuam em atividade,
seduzindo principalmente jovens, com discurso de ódio nas redes sociais.
Laurez Cerqueira do FB
O QUE É FASCISMO
A IMPERCORRÍVEL DISTÂNCIA ENTRE O FEICHE, "FASCISMO" E O COMUM, "COMUNISMO"!
Quando mudamos para o alto da Brasilândia, não tínhamos fogão a gás, nem o caminhão de entregas chegava aqui, cozinhávamos em fogão de lenha, assim todos os dias íamos ao mato buscar um feiche de lenha, para fazer fogo, qual minha mãe, ou irmã mais velha, ficava por quatro horas, de plantão, até o feijão cozinhar.
O feiche, amarrado com um pedaço de pano, ou a própria camisa, facilitava o manejo, "domínio", mas em casa o feiche, era desfeito, para a quebra e queima. É exatamente esta a simbologia par trás do fascismo. Primeiro se junta o que julga diferente de si, (etnias, opções sexuais, religiosas, o próprio sexo, não homem branco e rico, cultura, etc...", depois dentro de cada um dos grupos, os indivíduos são separados para a quebra individual. Situação radicalmente oposta ao que é comunismo, que vem da palavra comum.
Se novo nazi-fascismo, a segregação é o tom da organização, no comunismo a organização é o tom da organização e, é justamente esta organização que faz o homem branco e rico temer o comunismo, e faz com que ele sempre que se imagina ameaçado, recorrer ao fascismo, para afastar a ameaça que muitas vezes, só a certeza que este homem branco e rico tem, já que sua riqueza é fruto da exploração do trabalho dos outros.
Se o medo do comunismo endossa a ação do homem branco e rico, porque a mulher, mesmo a rica, esta, "acomodada nas benéfices sociais" as demais mulheres ou integrantes das classes intermediárias ou mesmo dos excluídos defendem tal absurda ideologia, o sequestro dos patrões culturais, principalmente o religioso.
Com este "sequestro cultural", o inquilino de um barraco na favela, ou o empregado de um pequeno comércio, a anti-comunista, para defender a propriedade do senhorio, ainda que este seja claramente um explorador" mas o pequeno comércio, não faz parte do objetivo do comunismo, por não fazer parte da grande propriedade.
Enquanto o nazi-fascismo, segrega os excluídos para beneficiar os privilegiados, o comunismo torna todos comuns.
Adão Alves dos Santos/SP
"A história dos afro-alemães aprisionados em campos de concentração e
usados como cobaias por Hitler. Estima-se que 2 mil deles viviam no país
durante o período – mas, das 75 mil pedras em memória às vítimas, apenas quatro
são de pessoas negras"
Os negros são as vítimas esquecidas da Alemanha
nazista, diz Marianne Bechhaus-Gerst, professora de Estudos Africanos na
Universidade de Colônia. A perseguição deles sob os nazistas definitivamente
“não é enfatizada o suficiente”, acrescenta.
É difícil estimar quantos negros viviam na
Alemanha quando os nazistas tomaram o poder, em 1933. Embora alguns fossem
originários do efêmero império colonial alemão na África (1884-1919),
tratava-se, na verdade, de “uma população muito diversa e ainda assim
consideravelmente móvel”, diz Robbie Aitken, professor da Sheffield Hallam
University, na Inglaterra, e especializado em história da Alemanha negra.”
PROVOCAÇÃO COMO TÁTICA
