sexta-feira, 9 de maio de 2025

AMAZONAS O MAIOR RIO DO MUNDO * SILVINO SANTOS

AMAZONAS O MAIOR RIO DO MUNDO
1918 AMAZONAS
SILVINO SANTOS - DIRETOR

1918, AMAZÔNIA - Filme RARÍSSIMO perdido há mais de 100 anos.
O filme "Amazonas, o maior rio do mundo", de 1918, ficou mais de 100 anos perdido. Produzido por um brasileiro, foi parar na Europa, sem nunca ter sido exibido no Brasil. Lá, ganhou outro título, até que desapareceu na década de 1930.

"Amazonas, o Maior Rio do Mundo" é um filme brasileiro de 1918 (concluído em 1920) que retrata a vida na floresta amazônica. Produzido por Silvino Santos, é um documentário mudo e em preto e branco, considerado um dos registros cinematográficos mais antigos da região. O filme foi dado como perdido em 1931, mas foi redescoberto em 2023 no Arquivo de Filmes Tchecos

quarta-feira, 7 de maio de 2025

ATO EM DEFESA DA ÁGUA E DA CEDAE * Movimento Pautas Populares/MPP

ATO EM DEFESA DA ÁGUA E DA CEDAE
*Sexta-feira, 09/05, às 19h*

_Sindicatos, centrais sindicais, partidos e parlamentares de esquerda, além de diversas organizações do movimento social, estão unidos contra a tentativa do governador Cláudio Castro de privatizar os serviços restantes da *CEDAE: captação e tratamento da água.*

_A entrega desse bem essencial à iniciativa privada colocará em risco a qualidade da água e resultará, mais uma vez, em novos aumentos nas tarifas._

_A distribuição já foi entregue a empresas privadas, e o resultado tem sido desastroso: a conta absurda chega mas a água não, a torneira segue seca.

_Diante dessa situação, está sendo convocado um *Grande Ato em Defesa da Água, Contra a Venda da CEDAE*, que acontecerá no dia *15/05, às 10h, em frente à sede da empresa.*_

PRIVATIZAÇÃO É ROUBO!!!

quinta-feira, 1 de maio de 2025

O MUNDO NO PRIMEIRO DE MAIO DE 2025 * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

O MUNDO NO 1º DE MAIO DE 2025
CHARLIE CHAPLIN LIDERA 1º DE MAIO DE 2025
CONFIRA A MOBILIZAÇÃO DO 1º DE MAIO 2025
MÁRTIRES DE CHICAGO

Em 21 de junho de 1886, o caso foi iniciado contra 31 pessoas responsáveis, que depois caiu para oito. O julgamento foi sujeito a inúmeras irregularidades, violando todas as regras processuais de forma e substância, tanto que foi descrito como um julgamento de fachada. Os juízes foram considerados culpados. Três deles foram condenados à prisão e cinco à forca.
Samuel Fielden, inglês, 39 anos, pastor metodista e trabalhador têxtil, condenado à prisão perpétua.
Oscar Neebe, americano, 36 anos, vendedor, condenado a 15 anos de trabalhos forçados.
Michael Schwab, alemão, 33 anos, tipógrafo, condenado à prisão perpétua.Em 11 de novembro de 1887, a execução por enforcamento de:
Georg Engel, alemão, 50 anos, tipógrafo.
Adolf Fischer, alemão, 30 anos, jornalista.
Albert Parsons, americano, 39 anos, jornalista, marido da mexicana Lucy González Parsons, embora tenha sido comprovado que ele não estava presente no local, ele se entregou para ficar com seus colegas e mesmo assim foi julgado.
August Vincent Theodore Spies, alemão, 31 anos, jornalista.
Louis Lingg, alemão, 22 anos, carpinteiro, cometeu suicídio em sua própria cela para evitar a execução.

1º DE MAIO NA PALESTINA
1º de maio: Solidariedade com o povo palestino

Enquanto o mundo comemora o Dia Internacional dos Trabalhadores, o povo palestino resiste a um genocídio televisionado em andamento. Há 19 meses, Israel vem realizando um massacre em Gaza: mais de 65.000 pessoas mortas, o deslocamento forçado de quase toda a população e fome planejada, entre outros crimes contra todas as formas de vida.

Não podemos permanecer em silêncio diante dessa tragédia para a humanidade como um todo. É por isso que, no dia 30 de abril, estaremos nas ruas levantando nossas vozes em solidariedade à Palestina, promovendo a fraternidade entre nossos povos e pedindo a unidade de todos os trabalhadores ao redor do mundo.


MENSAGEM AOS TRABALHADORES E AO POVO DE CUBA

Caros compatriotas:

Aproxima-se o 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores, uma homenagem àqueles que produzem e sustentam a vida.

Mais de 30 anos atrás, após a queda do socialismo na Europa, as grandes celebrações deste dia se limitaram a alguns países, entre eles Cuba.

Com legítimo orgulho, podemos dizer hoje que, em meio às mais extremas dificuldades, nunca deixamos de erguer as bandeiras do Socialismo.

Nos anos seguintes, delegações do mundo inteiro vieram e continuam vindo para celebrar o dia nesta pequena e excepcional nação onde os trabalhadores governam.

Eles querem testemunhar e compartilhar a força da nossa difícil, mas alegre resistência.

Eles não querem perder o exemplo impressionante deste povo, capaz de celebrar os direitos conquistados, mesmo nas piores condições econômicas, e ao mesmo tempo criticar e exigir que, junto com o bloqueio, consigamos superar nossas próprias deficiências e erros.

Foi isso que a classe trabalhadora foi empoderada a fazer após a vitória de 1959, e esse poder foi ainda mais fortalecido quando Cuba se declarou o primeiro estado socialista do Hemisfério Ocidental.

Estes dias não são melhores do que aqueles em que a utopia era um horizonte invisível sob o peso da derrota do Socialismo em outras latitudes.

Assim como marchamos naquela época, celebrando o poder sustentado dos trabalhadores e camponeses, criadores e artistas, estamos aqui hoje, prontos para marchar e continuar celebrando.

Os ventos com força de furacão do poder imperial sopraram, e continuam a soprar, mais fortes do que nunca sobre nossa economia, determinados a apagar esse exemplo de resistência ousada e criativa do mapa político mundial.

Demonstremos mais uma vez que não estamos vivos e de pé porque o maior inimigo do povo cubano quis que estivéssemos. Estamos vivos, de pé, resistindo e criando, graças à vontade dos cubanos.

E desta vez com uma inspiração especial. O Primeiro de Maio marca 25 anos do discurso histórico de Fidel na Praça lotada, quando ele nos pediu para agir com "senso do momento histórico", para "mudar tudo o que precisa ser mudado" e para "nos emancipar por meio de nossos próprios esforços".

Como Fidel declarou então: "Revolução é unidade, é independência, é lutar por nossos sonhos de justiça para Cuba e para o mundo".

Vamos marchar em Primeiro Lugar mostrando a força da UNIDADE. Pela nossa independência e pelos nossos sonhos de justiça.

Contra o bloqueio e contra o retorno do fascismo. Contra o genocídio em Gaza e contra os genocídios silenciosos causados ​​pelo mar de injustiças que ameaçam nossa espécie.

Marchemos pelo mundo melhor possível que Cuba quer e merece.

Vejo vocês na Plaza!

Miguel Díaz-Canel Bermúdez
    Secretário Geral do Partido Comunista de Cuba
CANTO DE UNIDADE
José Antonio Benítez Buais.Bol
CANÁRIOS DEL CHACO
ELOGIO AO TRABALHADOR

Bem-aventurado aquele que, com seu esforço,
constrói seu país dia após dia;
e com determinação ele continua forjando o universo,
gerando mais-valia com seu sangue.

Bendito seja o suor que é derramado,
trabalhando incansavelmente, Parabéns!
Bendita seja a chama que o acende.
que te impulsiona, que te nutre, que te preenche.

Bem-aventurados os filhos e a esposa,
que veneram o guerreiro que descansa,
da luta que se amplia a cada dia.

E abençoado é todo aquele que compreendeu
e que age plenamente convicto
que o trabalho dignifica o país.

Jesus Nunez León. Venezuela
Todos os direitos reservados.
AO TRABALHADOR

A doméstica apressada
Acorda de madrugada
Pra deixar os filhos no colégio
Trabalhar é privilégio 
Pra quem vive na labuta
Mas segue firme na luta 
Pois ser pobre é "sacrilégio"

A professora na escola
Faz do ensino um abrigo
Oferecendo o ombro amigo
Bombeiro apagando o fogo
No olhar triste o desafogo
Da lágrima que não rolou
Da árvore que despencou
Da vida que não salvou.

Soldado arriscando a vida
Para prender o inimigo
Que é um perigoso bandido
No circo a cara pintada
Palhaço faz palhaçada 
Mesmo escondendo sua dor
O jardineiro em seu jardim
Traz a beleza da flor
E entrega na hora marcada
Para dar nome ao amor.

Um grito vem de uma sala
Mais uma vida traz o médico 
Com a ajuda da enfermeira 
Que as vezes vira parteira 
Pra cumprir seu dever ético.

0 gari  limpa o fétido.
No cosmos voa o astronauta,
Sempre buscando outro espaço
O som do universo é "flauta"
Motorista aqui na terra
Conduz o pobre e o ricaço 
Pra todos tem um sorriso
Um bom dia e até um abraço

Precisamos uns dos outros 
Para o ciclo completar
Seja em qualquer trabalho 
Seja em qualquer lugar
Não importa a profissão 
E nem mesmo seu diploma
O que importa é a coragem 
Seu caráter e sua honra 

Trabalho é a força do homem.
Trabalhador  é  um herói
Mesmo andando descalço 
Mesmo enfrentando percalços 
No mundo que ele constrói.

Feliz dia do trabalhador.
        Professora Alba, poetisa do entorno
GO
*Monumento aos Mártires de Haymarket*
CHICAGO 1893
Mártires das Lutas dos Trabalhadores de Chicago de 1886

O memorial e uma escultura estão localizados no *Forest Home Cemetery em Forest Park,* um subúrbio de Chicago, Estados Unidos.

Dedicado em 1893, ele homenageia os acusados ​​pelos distúrbios trabalhistas pelos quais foram responsabilizados, condenados e executados por um ataque a bomba que não cometeram durante os dias úteis para obter 8 horas de descanso, 8 horas de estudo e 8 horas de trabalho, ocorrido em Haymarket (1886).

Os elementos esculturais de bronze do monumento são do artista Albert Weinert. Em 18 de fevereiro de 1997, o monumento foi designado um *Marco Histórico Nacional*.

Após o assassinato, julgamento e execução de August Spies, Adolph Fischer, George Engel, Louis Lingg e Albert Parsons, eles foram enterrados no Cemitério Alemão em Waldheim (mais tarde fundido com o Cemitério Forest Home).

A Pioneer Aid and Support Association organizou uma assinatura para um monumento funerário. Em 1893, o Monumento aos Mártires de Haymarket, do escultor Albert Weinert, foi erguido em Waldheim. Consiste em um poço de granito de 4,8 metros de altura encimado por uma pedra triangular esculpida. Há uma base de dois degraus, que também sustenta um pedestal e uma figura monumental da Justiça, representada como uma mulher guardando o corpo de um trabalhador caído, ambos em bronze. Em uma mão ele segura uma coroa de louros para coroar os caídos. No topo do segundo degrau há um arranjo de folhas de palmeira em bronze. A inscrição no pedestal diz "1887", o ano das execuções. Além disso, há uma citação sobre o primeiro passo atribuída a Spies, registrada pouco antes de sua execução por enforcamento: "Chegará o dia em que nosso silêncio será mais poderoso do que as vozes que vocês estão estrangulando hoje."

Na parte de trás do monumento estão listados os nomes dos homens. Acima dos nomes, uma placa de bronze contém o texto do perdão posteriormente emitido pelo governador John Peter Altgeld, de Illinois.

O monumento foi inaugurado em 25 de junho de 1893, após uma marcha de Chicago. A cerimônia de dedicação contou com a presença de 8.000 pessoas, com bandeiras do Reino Unido e a bandeira americana penduradas no monumento. Sindicatos europeus e organizações americanas enviaram flores para serem colocadas. Vários ativistas e líderes sindicais foram posteriormente enterrados nas proximidades. Os réus de Haymarket, Michael Schwab e Oscar Neebe, também foram enterrados no monumento quando morreram. Samuel Fielden é o único réu de Haymarket que não foi enterrado em Forest Home. Durante anos, foram realizadas comemorações anuais.

Desde a década de 1970, a Illinois Labor History Society detém a escritura do monumento e é responsável por sua manutenção e restauração. Realiza visitas guiadas mensais ao Cemitério Forest Home de maio a outubro.
Hoje, 1º de maio, é comemorado em todo o mundo o Dia do Trabalho, um dia de protesto que presta homenagem aos Mártires de Chicago que foram às ruas em 1886 para lutar por seus direitos trabalhistas e exigir a redução da jornada de trabalho de 16 para 8 horas.

Naquele ano, 1886, trabalhadores americanos foram executados após realizarem uma série de greves exigindo melhores condições de trabalho.

Por um salário digno.

*Simón Bolívar Coordenador*

Resgatando a memória histórica.

Levante-se com aqueles que lutam! ! !

A única luta perdida é aquela que é abandonada! ! !

Só a luta nos libertará! ! !

*Plante a Memória para que o esquecimento não cresça*

Da Venezuela Terra dos Libertadores, 533 anos do início da Resistência Anti-Imperialista na América e 215 anos do início da nossa Independência.

Caracas - Venezuela
Maio de 2025.
Coordenadoria Simon Bolivar.VE
"Se vocês acham que nos enforcando podem acabar com o movimento operário... então nos enforquem! Aqui vocês pisam em uma faísca, mas ali e em todos os lugares, atrás de vocês, na frente de vocês e em todos os lugares, chamas surgirão. É um incêndio subterrâneo. Vocês não conseguirão apagá-lo." 
(August Spies, mártir de Chicago, 1886).

O Dia do Trabalho comemora a luta dos trabalhadores de Chicago em 1886, que exigiam uma jornada de trabalho de oito horas sob o lema "oito horas para trabalho, oito para descanso e oito para educação".

O sacrifício dos heróis de Chicago, criminalizados pelo capital, tornou-se um símbolo da Resistência Mundial dos Trabalhadores!

1º de maio é uma data histórica que homenageia o sangue derramado pelos mártires de Chicago e renova nosso compromisso com a Revolução Proletária. Na Venezuela, sitiada pelo imperialismo e pela burguesia sem Estado, a luta de classes se intensifica. Hoje mais do que nunca, o PCV convoca seus filiados a levantar as bandeiras do socialismo e da resistência anti-imperialista.

Como Karl Marx observou, "a emancipação da classe trabalhadora deve ser obra da própria classe trabalhadora", um princípio que Lenin reforçou ao enfatizar que "sem luta revolucionária, mesmo as reformas mais elementares são utopias".

Hoje, esta data reafirma que a unidade proletária é invencível diante da exploração.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Pela construção da Pátria Socialista!
Somente a luta dos trabalhadores derrota o capital!

Henry Parra
PCV.VE
Socorro. Dia forjado pelas lutas da classe trabalhadora.

Hoje, 1º de maio de 2025, em meio a uma grande ofensiva da direita mundial, o proletariado se vê obrigado a olhar para si mesmo, olhar para seu entorno e sua história para escapar das garras do vil explorador e fortalecer suas forças revolucionárias para continuar seu curso, sempre com a firme ideia de enfrentar e derrotar seu inimigo burguês, o fascismo e o imperialismo, bem como seus cúmplices, que com discursos enganosos e práticas demagógicas, em uma aliança macabra, reforçam o sistema explorador e o aprofundam em meio a pactos antioperários, ocultos ou abertos para perpetuar a exploração.

Consideramos este Primeiro de Maio excepcional, principalmente porque o processo de fascistização se espalha rapidamente por todos os cantos do planeta, retirando suas máscaras, normalizando critérios opressores para arrebatar, sem nenhuma vergonha, e até com sorrisos, os direitos humanos, trabalhistas e sociais dos povos, ignorando normas internacionais, nacionais ou constitucionais, com o objetivo aberto de aumentar os lucros do capital, recorrendo ao fascismo como forma de se vingar da classe trabalhadora por sua rebeldia, levando progressivamente as condições de vida dos trabalhadores a níveis extremos de pobreza, à pauperização, como não ocorria desde os tempos sombrios da ofensiva fascista que desembocou na Segunda Guerra Mundial.

Diante desses avanços agressivos dos exploradores, quando a repressão contra os trabalhadores chega a extremos, as guerras de agressão e genocídio se tornam comuns, é quando as forças proletárias do mundo, com a experiência do Partido de Stalin e da Internacional Comunista, que delinearam os métodos de luta para enfrentar e derrotar Hitler e seus sequazes, assumem a ordem do dia, conclamando a não ceder nem se desmoralizar diante da traição e da inconsistência dos reformistas, mas sim a redobrar os esforços pela libertação nacional e pelo socialismo.

Neste dia histórico, em que a opressão, a eliminação de direitos e a superexploração se tornam a norma entre os governos burgueses, o proletariado deve ter clareza da urgência de trilhar seu próprio caminho, sem depender de seus algozes ou lacaios.

Da Unidade Popular Revolucionária Anti-Imperialista (UPRA), enviamos saudações fraternais a todos os trabalhadores do mundo e os instamos a continuar trabalhando pela unidade internacional por meio de espaços de coordenação da luta.

"Trabalhadores do mundo, uni-vos"
Venezuela, 1º de maio de 2025.
1º DE AMIO - GUATEMALA
A INTERNACIONAL
TOMÁS BORGE - NICARÁGUA
TOMÁS BORGE - FRENTE SANDINISTA DE LIBERTAÇÃO NACIONAL - NICARÁGUA
CENTRAL OPERÁRIA BOLIVIANA - COB/BOL
*
MOVIMENTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA E CONTRA O FASCISMO EM FEIRA DE SANTANA-BA
Por um Primeiro de Maio Revolucionário

'A Causa do Trabalho é a Causa da Irlanda, a Causa da Irlanda é a Causa do Trabalho. Eles não podem ser
separou-se.'- James Connolly

No Dia Internacional dos Trabalhadores de 2025, a Ação Anti-Imperialista da Irlanda estende a nossa
solidariedade à classe trabalhadora irlandesa e aos trabalhadores revolucionários de todo o mundo engajados na luta de classes contra o capitalismo e o imperialismo.

A classe trabalhadora irlandesa encontra-se hoje explorada e oprimida por um capitalismo burocrático doméstico administrado por uma classe de guarnição cujos representantes se sentam em Leinster House e Stormont, e pelo imperialismo estrangeiro, nomeadamente o imperialismo britânico, europeu e norte-americano. A posição da classe trabalhadora irlandesa é agravada pela contínua divisão e ocupação do nosso país pela Grã-Bretanha e pela OTAN. É da divisão e ocupação da Irlanda que provêm todos os males enfrentados pela classe trabalhadora irlandesa, e é apenas através do combate bem-sucedido à Ocupação e Partição do nosso país que tais questões podem ser abordadas. Não fazê-lo, ou ignorar esta verdade fundamental, como é o caso de muitos dos chamados "socialistas", é continuar a condenar a classe trabalhadora irlandesa à Exploração e à Opressão.

Como Republicanos Socialistas Irlandeses Revolucionários, a Ação Anti-Imperialista acredita que a luta de classes é um dos principais motores da luta pela independência irlandesa.
Libertação Nacional e o estabelecimento de uma República Socialista de Toda a Irlanda, com 32 condados. É através da ligação das lutas cotidianas dos trabalhadores e das comunidades contra o capitalismo e a exploração à luta republicana.
contra o imperialismo na Irlanda, que nossa luta será bem-sucedida.

Ao lado da resistência
a ocupação e a partição do nosso país, as principais lutas da classe trabalhadora na Irlanda hoje incluem habitação, a presença de empresas multinacionais estrangeiras,
a luta por salários e condições, a propriedade de indústrias-chave e nossa recursos nacionais, controle de nossas comunidades e, finalmente, quem detém o poder em nosso país, questões que devem ser assumidas e promovidas pelo Movimento Republicano Revolucionário para dar liderança genuína e eficaz à nossa classe na luta pela Liberdade e pelo Socialismo.

Hoje, na Irlanda, a classe trabalhadora está em grande parte desorganizada e, como resultado, sujeita a
cada vez mais exploração. Há muito abandonado pelos Sindicatos de Trabalhadores.

Parceria, a classe trabalhadora irlandesa precisa de novas organizações de luta para organizar trabalhadores e comunidades, elevar a consciência de classe revolucionária em todo o país e mobilizar os trabalhadores irlandeses para a luta pela Libertação Nacional e pela Revolução Socialista. Essas organizações também devem lutar pela causa dos trabalhadores no dia a dia. Não é uma tarefa fácil, mas sua criação fortalecerá significativamente a luta revolucionária e antiimperialista na Irlanda.

Hoje, os inimigos da classe trabalhadora irlandesa tentam nos manter divididos, alimentando divisões artificiais de religião, raça e cor. Novamente, instamos a classe trabalhadora irlandesa a não se deixar levar por essas divisões, mas a manter o foco em nossos verdadeiros inimigos: a classe patronal, os criminosos de Leinster House e Stormont e o imperialismo estrangeiro. Esses são os alvos contra os quais a raiva da classe trabalhadora deve ser lançada e, unindo-nos para isso, nossa classe pode alcançar vitórias.

No Dia Internacional dos Trabalhadores, a Anti Imperialist Action Ireland está convocando a classe trabalhadora irlandesa a se comprometer novamente com a luta pela Libertação Nacional e a tomar seu lugar na luta de classes contra a classe de guarnição, contra o imperialismo estrangeiro por uma República Socialista de 32 condados em toda a Irlanda.

Nas palavras do Comandante Geral James Connolly do Exército Cidadão Irlandês, 'A classe trabalhadora irlandesa só será livre quando possuirmos tudo, do arado às estrelas', 'A luta deve continuar'!
AÇÃO ANTIIMPERIALISTA IRLANDESA
FRENTE POPULAR PARA LIBERTAÇÃO DA PALESTINA
FPLP
O dia 1º de maio, Dia do Trabalho, tem sido comemorado com marchas em vários países, levantando reivindicações e petições para melhorar as condições de trabalho.
A polícia francesa dispersou violentamente as manifestações do Primeiro de Maio. Entre os afetados, um jornalista foi agredido enquanto cobria os protestos na capital.

Conflitos no Campo Brasil 2024 * COMISSÃO PASTORAL DA TERRA - CPT

Conflitos no Campo Brasil 2024
Conflitos no Campo Brasil 2024
COMISSÃO PASTORAL DA TERRA - CPT

sexta-feira, 25 de abril de 2025

domingo, 20 de abril de 2025

A Perseguição a Glauber Braga e os Limites da Conciliação: Quando a Coerência se Torna Crime * Prof Aurélio Fernandes/RJ

GLAUBER FICA
A Perseguição a Glauber Braga e os Limites da Conciliação: Quando a Coerência se Torna Crime

Por Aurelio Fernandes O pedido de cassação do mandato do deputado federal Glauber Braga não pode ser lido como um caso isolado ou meramente jurídico. Ele é, antes de tudo, um ato político com profundo significado. Trata-se de mais um episódio da perseguição sistemática a parlamentares que não se curvam às regras não escritas do jogo institucional brasileiro – aquelas que blindam os donos do poder e sufocam vozes dissidentes.

Glauber Braga se destacou nos últimos anos como uma das poucas figuras da esquerda parlamentar que mantém uma posição clara e combativa contra os interesses da direita e da extrema direita. Ele não mede palavras ao denunciar os esquemas, negociatas e acordões que permeiam o Congresso Nacional. E, mais do que isso, recusa-se a tratar o parlamento como uma vitrine de vaidades ou uma feira de conchavos.

Essa postura o tornou alvo preferencial de setores fascistas e do centrão fisiológico. Glauber incomoda porque denuncia. Porque expõe o que muitos preferem manter nas sombras. Sua atuação firme, especialmente nas comissões e nas votações mais sensíveis, mostra que ainda há espaço para coerência política dentro de uma instituição dominada por interesses privados.

O pedido de cassação contra ele se insere justamente nesse contexto. A justificativa oficial pode até usar a linguagem da moralidade e do decoro, mas o que está por trás é a tentativa de silenciar um parlamentar que rompe com o protocolo da conciliação. Glauber não "constrói pontes" com quem sabota os direitos do povo – ele denúncia. E isso, para a elite política brasileira, é inaceitável.

Mais do que criticar a direita, Glauber Braga tem apontado os limites da atual composição do governo Lula, centrada em uma lógica de conciliação de classes que historicamente se mostrou incapaz de promover transformações estruturais. A reedição do pacto social-democrata, em pleno colapso do neoliberalismo e sob pressão de uma extrema direita ativa, não passa de um paliativo frágil.

Essa crítica não é feita da oposição cínica, mas desde uma esquerda que entende a urgência do nosso tempo. Glauber representa um campo político que sabe que a mudança real não virá da negociação com os inimigos do povo, mas do enfrentamento organizado, enraizado nos movimentos populares, nos trabalhadores e na juventude combativa.

É por isso que sua presença no Congresso incomoda tanto. Porque ele atua como um vetor de radicalização democrática em um ambiente moldado para domesticar. Glauber Braga transforma a tribuna em trincheira, e isso não é figura de linguagem: é prática política. Sua coerência desmascara a hipocrisia dos discursos institucionais que, em nome da governabilidade, se ajoelham diante dos algozes da democracia.
Enquanto boa parte da esquerda se adapta aos limites impostos pelo sistema, Glauber insiste em ultrapassá-los. Ele entende que a política, para ser transformadora, precisa se reconectar com o povo e com seus interesses reais. E, nesse sentido, ele encarna uma ideia de política que vai além da gestão do possível: a política como "arte de tornar possível o impossível".

Essa concepção resgata a dimensão revolucionária da política. Não como utopia abstrata, mas como prática concreta de ruptura. Glauber sabe que nenhum direito foi conquistado por meio da conciliação com os opressores – todos vieram da luta. E sua atuação parlamentar reflete essa compreensão histórica.

O pedido de cassação, portanto, revela mais sobre os acusadores do que sobre o acusado. Mostra o medo das instituições diante de qualquer sopro de insubordinação real. Não é Glauber quem ameaça à democracia – é a tentativa de silenciá-lo que revela o quanto ela está fragilizada.

É preciso denunciar esse processo como parte de uma estratégia maior de contenção da esquerda combativa. O sistema tenta cooptar quem pode ser cooptado e destruir quem resiste. Glauber escolheu resistir, e paga o preço por isso. Mas sua voz segue ecoando porque ela fala verdades que muita gente sente, mas poucos têm coragem de dizer.
É também um teste para a esquerda institucional. Defender Glauber não é apenas defender um parlamentar – é defender o direito à divergência, à crítica, à construção de alternativas. É afirmar que a política não pode ser reduzida à gestão do que está posto, mas deve servir para imaginar e construir o que ainda não existe.

A cassação de Glauber seria uma vitória da ordem vigente. Uma ordem que naturaliza a fome, a miséria, a violência policial e o saque das riquezas nacionais. Ele incomoda porque rompe com essa naturalização e exige que a política cumpra seu papel transformador.

Sua coerência escancara a incoerência alheia. Por isso ele é perigoso para os que se escondem atrás da “governabilidade”. Glauber não aceita o discurso de que é preciso ceder tudo para avançar pouco. Ele aponta para outro caminho – um caminho de confronto, organização popular e luta de classes.

É esse caminho que assusta. Porque ele reacende a memória de que é possível fazer política com dignidade. Que é possível resistir sem vender a alma. E que é possível sonhar com um Brasil onde a política esteja a serviço da maioria, e não de meia dúzia de privilegiados.

A perseguição a Glauber deve ser entendida como um alerta. Se conseguem cassá-lo hoje, quem será o próximo? A criminalização da esquerda radical não começa com repressão de rua – começa com o cerco institucional, o isolamento político, o linchamento moral.

Por isso, é hora de unidade em torno da defesa de Glauber Braga. Não apenas por ele, mas pela prática política que ele representa. Uma política radical que recusa a conciliação com os exploradores e aposta na organização da classe trabalhadora como sujeito histórico da transformação.

Em tempos de crise ecológica, social e política, manter a ilusão da estabilidade é a verdadeira irresponsabilidade. Glauber joga luz sobre essa farsa e, por isso, querem apagá-lo. Mas ideias não se cassam. E a luta segue.

Sua trajetória mostra que ainda é possível fazer política com coragem, com ética e com propósito. E se é disso que têm medo, então é exatamente isso que precisamos fortalecer.
&
PROF WLADIMIR TADEU BAPTISTA SOARES
NITERÓI . RJ
GLAUBER BRAGA EM GREVE DE FOME
FAZENDAS DE ARTHUR LIRA

sexta-feira, 18 de abril de 2025

Massacre de Eldorado do Carajás * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

MASSACRE DE ELDORADO DO CARAJÁS
Airton Souza nasceu em Marabá e publicou em 2023 o livro Outono de Carne Estranha, premiado pelo Sesc de melhor romance do ano. 
Quinta, 17 de abril de 2025
Neste 17 de abril se completam 29 anos do dia que a PM do Pará matou 21 sem-terra

Outono de Carne Estranha, romance premiado do escritor marabaense Airton Souza, é um relato ficcional, com altos traços de realidade, sobre a crise humanitária que foi Serra Pelada, entre o final dos anos 1970 e início dos 1980.

Segundo o autor, a obra é inspirada nas memórias do seu pai, que atuou como garimpeiro na região, e também da sua mãe, mais uma das migrantes atraída pelos relatos de fartura e abundância que levaram o Brasil à febre do ouro.

A inquietação para o livro veio de uma percepção do escritor de como major Curió, que foi designado como gestor do garimpo pela ditadura, não foi devidamente reconhecido como um torturador nas diversas produções que contam a história de Serra Pelada.

“Isso me levou a escrever essa história e fazer esse recorte para também mostrar essa face horrenda ou esse modo de poder exercido por esse personagem real e que no romance é ficcionalizado”, explica em entrevista ao Conversa Bem Viver desta quinta-feira (17), quando se completam 29 anos do Massacre de Eldorado do Carajás.

Para Airton Souza, mesmo separados por quase duas décadas, os dois episódios são intimamente ligados e indissociáveis. Cerca de 50 quilômetros separam a Curva do S, onde a polícia executou os 21 sem-terra, da Serra Pelada.

Mas, para além da proximidade geográfica, o que liga os dois acontecimento é a perpetuação da violência e o “estado de barbárie”, que segundo Airton Souza segue predominante na região sudoeste do Pará.

“Isso é barbárie, a região vive esse isolamento não só geográfico, mas o isolamento de todos os níveis que você possa imaginar. Isolamento cultural, social, histórico. E isso é proposital. É proposital justamente por conta das riquezas que a região tem. Isso tem a ver com essa apropriação dessas riquezas também.”

Confira a entrevista na íntegra:

Conversa Bem Viver: Você relaciona esses dois episódios, Serra Pelada e o Massacre do Carajás?

Airton Souza: Esses dois episódios, realmente, fazem parte de um contexto histórico da região sudoeste do Pará e eles estão intimamente ligados. Um tem a ver com o outro.

Sobretudo quando se descobre o garimpo, já no final da década de 1970 e início da década de 1980. Esse povoamento exacerbado da região vai provocar, no final das contas também, o nascimento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra [MST] na região.

Vai ampliar a luta pela terra por conta dessa grande quantidade de pessoas que vão vir à região. Então são dois episódios que estão intimamente ligados.

Antes de desenvolver mais essa sua ideia, conta pra gente qual a sua relação com Serra Pelada. Como ela fez parte da sua vida?

O meu livro Outono de Carne Estranha é parte da minha experiência com o garimpo de modo indireto, porque meu pai foi garimpeiro de Serra Pelada e minha mãe fugiu de casa no Maranhão também por conta das notícias do garimpo, ela era uma menina de 17 anos de idade.

O garimpo é uma espécie de ferida que atravessou a minha família inteira, atravessou a nossa casa o tempo todo e a maneira que eu encontrei pra mostrar essa ferida aberta foi escrever um romance.

O garimpo assombrou a nossa casa a vida toda.

O livro faz esse relato da Serra Pelada a partir da história de dois garimpeiros que têm um relacionamento homoafetivo. Por que você escolheu esse recorte?

O recorte parte, principalmente, da experiência dos meus pais. Mas tinha uma coisa que me incomodava muito, que continua me incomodando na história do do Brasil, principalmente ligada ao garimpo de Serra Pelada.

Que é a nuance de esconder os principais personagens que criaram o horror na região.

Então você tem várias produções sobre o garimpo, incluindo livros, incluindo filmes, documentários, matérias de jornais e em todos os casos tem uma figura muito emblemática que fica escondida por trás de toda essa produção e que deveria ser, na verdade, a figura de linha de frente.

Que é o major Curió. Então eu tinha essa inquietação, porque eu não conseguia enxergar nessas produções sobre o garimpo esse sujeito que era a representação do poder governamental na região sudeste do Pará.

Então isso também me levou a escrever essa história e fazer esse recorte para também mostrar essa face horrenda ou esse modo de poder exercido por esse personagem real e que no romance ele é ficcionalizado.

Então provavelmente é uma das primeiras produções ligadas à arte que você vai ter a representação desse sujeito.

O major Curió é a representação do Estado na região. Então ele é a representação do poder. E todas as mazelas que vão surgir e que vão se perpetuar na região, elas devem justamente essa relação de poder entre o Estado e a sociedade.

E eu precisava contar essa história para mostrar como essa máquina de poder agia na região, a partir de execuções, de tortura, a partir de ameaça, de ocupação dos espaços e de ocupação do discurso também.

A chegada do major Curió em Serra Pelada acontece nos últimos anos de ditadura militar, próximo a chamada transição democrática, mas ainda era ditadura. Te parece que tudo que aconteceu, todas essas cenas de horror e tortura, só aconteceram porque ainda vivíamos ditadura militar?

Essa é uma boa pergunta e tem uma resposta também muito boa. Provavelmente, aconteceria da mesma forma.

Porque a região de um modo geral ainda é uma região isolada. E não me refiro ao isolamento territorial, ao isolamento geográfico.

Mas há um isolamento feito dessa região que parte também do pensamento, da intelectualidade.

A nossa região é vista ainda como um espaço selvagem. Então, provavelmente, mesmo que a gente tivesse diante de um governo democrático, essa história também teria se dado nesse contorno de violência.

Porque se você pegar os índices de violência que acontecem no Brasil e fazer uma comparação por região, você vai ver que nós vivemos em uma na região de barbárie, numa região muito, muito problemática.

Não há um exemplo maior para mostrar para você como o Massacre do Carajás. Nós estávamos em um momento democrático, de retomada da democracia, já tinha havido eleições e mesmo assim você tem o Estado brasileiro assassinando 21 trabalhadores sem-terra, assassinados ao vivo, sendo transmitido ao vivo pela TV.

Isso é barbárie, a região vive esse isolamento não só geográfico, mas o isolamento de todos os níveis que você possa imaginar. Isolamento cultural, social, histórico. E isso é proposital.

Isso é proposital justamente por conta das riquezas que a região tem e que isso tem a ver com essa apropriação dessas riquezas também.

Te ouvindo, fiquei com a sensação que você está dizendo que a violência legitimada durante a Serra Pelada foi o combustível para que Carajás fosse possível…

É isso. Eu sempre enxerguei os dois episódios muito intimamente ligados. Depois que o garimpo surge, todas as lógicas que vão acontecer na região se dão a partir disso.

Então, eu nunca consegui desassociar essa ideia. A partir disso está vindo um novo romance meu que se passa no contexto do Massacre de Eldorado do Carajás, ele termina naquela cena do Massacre.

Importante comentar que toda essa barbárie foi implantada na região antes de tudo disso, a partir da década de 60, com a abertura das rodovias. São coisas que foram criando esses mecanismos de violência de modo mais efetivo.

A partir de tudo isso, como você define seu sentimento sobre o garimpo? É ódio, raiva?

Na verdade, eu nem sei explicar, porque é uma mistura, é uma mistura de sentimentos

Até por conta de eu ter nascido nessa região…eu devo isso também ao garimpo, em parte.

Dizer que eu sinto ódio, sinto raiva, seria um pouco raso da minha parte, porque foi o espaço também que configurou a relação amorosa entre meu pai e minha mãe. Foi o que gerou um aspecto de sobrevivência, não só para eles, mas para os filhos também deles.

Em diferentes horários, de segunda a sexta-feira, o programa é transmitido na Rádio Super de Sorocaba (SP); Rádio Palermo (SP); Rádio Cantareira (SP); Rádio Interativa, de Senador Alexandre Costa (MA); Rádio Comunitária Malhada do Jatobá, de São João do Piauí (PI); Rádio Terra Livre (MST), de Abelardo Luz (SC); Rádio Timbira, de São Luís (MA); Rádio Terra Livre de Hulha Negra (RN), Rádio Camponesa, em Itapeva (SP), Rádio Onda FM, de Novo Cruzeiro (MG), Rádio Pife, de Brasília (DF), Rádio Cidade, de João Pessoa (PB), Rádio Palermo (SP), Rádio Torres Cidade (RS); Rádio Cantareira (SP); Rádio Keraz; Web Rádio Studio F; Rádio Seguros MA; Rádio Iguaçu FM; Rádio Unidade Digital ; Rádio Cidade Classic HIts; Playlisten; Rádio Cidade; Web Rádio Apocalipse; Rádio; Alternativa Sul FM; Alberto dos Anjos; Rádio Voz da Cidade; Rádio Nativa FM; Rádio News 77; Web Rádio Líder Baixio; Rádio Super Nova; Rádio Ribeirinha Libertadora; Uruguaiana FM; Serra Azul FM; Folha 390; Rádio Chapada FM; Rbn; Web Rádio Mombassom; Fogão 24 Horas; Web Rádio Brisa; Rádio Palermo; Rádio Web Estação Mirim; Rádio Líder; Nova Geração; Ana Terra FM; Rádio Metropolitana de Piracicaba; Rádio Alternativa FM; Rádio Web Torres Cidade; Objetiva Cast; DMnews Web Rádio; Criativa Web Rádio; Rádio Notícias; Topmix Digital MS; Rádio Oriental Sul; Mogiana Web; Rádio Atalaia FM Rio; Rádio Vila Mix; Web Rádio Palmeira; Web Rádio Travessia; Rádio Millennium; Rádio EsportesNet; Rádio Altura FM; Web Rádio Cidade; Rádio Viva a Vida; Rádio Regional Vale FM; Rádio Gerasom; Coruja Web; Vale do Tempo; Servo do Rei; Rádio Best Sound; Rádio Lagoa Azul; Rádio Show Livre; Web Rádio Sintonizando os Corações; Rádio Campos Belos; Rádio Mundial; Clic Rádio Porto Alegre; Web Rádio Rosana; Rádio Cidade Light; União FM; Rádio Araras FM; Rádios Educadora e Transamérica; Rádio Jerônimo; Web Rádio Imaculado Coração; Rede Líder Web; Rádio Club; Rede dos Trabalhadores; Angelu’Song; Web Rádio Nacional; Rádio SINTSEPANSA; Luz News; Montanha Rádio; Rede Vida Brasil; Rádio Broto FM; Rádio Campestre; Rádio Profética Gospel; Chip i7 FM; Rádio Breganejo; Rádio Web Live; Ldnews; Rádio Clube Campos Novos; Rádio Terra Viva; Rádio interativa; Cristofm.net; Rádio Master Net; Rádio Barreto Web; Radio RockChat; Rádio Happiness; Mex FM; Voadeira Rádio Web; Lully FM; Web Rádionin; Rádio Interação; Web Rádio Engeforest; Web Rádio Pentecoste; Web Rádio Liverock; Web Rádio Fatos; Rádio Augusto Barbosa Online; Super FM; Rádio Interação Arcoverde; Rádio; Independência Recife; Rádio Cidadania FM; Web Rádio 102; Web Rádio Fonte da Vida; Rádio Web Studio P; São José Web Rádio – Prados (MG); Webrádio Cultura de Santa Maria; Web Rádio Universo Livre; Rádio Villa; Rádio Farol FM; Viva FM; Rádio Interativa de Jequitinhonha; Estilo – WebRádio; Rede Nova Sat FM; Rádio Comunitária Impacto 87,9FM; Web Rádio DNA Brasil; Nova onda FM; Cabn; Leal FM; Rádio Itapetininga; Rádio Vidas; Primeflashits; Rádio Deus Vivo; Rádio Cuieiras FM; Rádio Comunitária Tupancy; Sete News; Moreno Rádio Web; Rádio Web Esperança; Vila Boa FM; Novataweb; Rural FM Web; Bela Vista Web; Rádio Senzala; Rádio Pagu; Rádio Santidade; M’ysa; Criativa FM de Capitólio; Rádio Nordeste da Bahia; Rádio Central; Rádio VHV; Cultura1 Web Rádio; Rádio da Rua; Web Music; Piedade FM; Rádio 94 FM Itararé; Rádio Luna Rio; Mar Azul FM; Rádio Web Piauí; Savic; Web Rádio Link; EG Link; Web Rádio Brasil Sertaneja; Web Rádio Sindviarios/CUT.

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Massacre de Eldorado do Carajás segue impune há 29 anos
BRASIL DE FATO

Nos anos 90, um massacre marcou para sempre a luta dos trabalhadores rurais no Brasil. Em Eldorado do Carajás, no Pará, 21 camponeses foram mortos pela polícia durante uma manifestação. Foi uma das ações mais violentas do Estado contra o povo do campo — e o mundo todo ficou sabendo. Hoje, 29 anos depois, a memória das vítimas segue viva através de homenagens, protestos e resistência.