sexta-feira, 17 de abril de 2026

Revolução, democracia burguesa e o vazio político ocupado pela extrema direita * Matheus Hygino/MNLM

Revolução, democracia burguesa e o vazio político ocupado pela extrema direita
Pesquisa nacional revela que quase metade dos brasileiros quer revolução ou acredita que ela já começou, enquanto esquerda institucional se torna conservadora e defende manutenção do status quo.

A pesquisa nacional de opinião pública encomendada pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL) e realizada pela Ágora Consultores, com quase 10 mil entrevistados entre 17 e 23 de novembro de 2025, confirma aquilo que os socialistas vêm afirmando há décadas: a população brasileira está cansada do sistema político atual, da democracia burguesa e de suas instituições.

Segundo o levantamento, 35% dos brasileiros afirmam que mudanças só viriam com rupturas radicais, enquanto 10% avaliam que uma revolução já está em curso, ainda que lentamente. Somados, são quase metade da população expressando rejeição ao status quo. Em contrapartida, apenas 5% defendem que o sistema atual é melhor do que qualquer alternativa revolucionária. Os dados não apontam estabilidade democrática, mas esgotamento social e político profundo.

No entanto, a pesquisa também revela uma confusão estrutural sobre o que é, de fato, o sistema político brasileiro. A maioria da população rejeita o Congresso, o Senado, o Judiciário, o STF, os governos e os partidos, mas não identifica essas instituições como partes orgânicas de um mesmo sistema: o capitalismo em sua forma de democracia liberal burguesa. As instituições desacreditadas pelo povo são, justamente, instituições burguesas, desenhadas para servir ao capital, aos grandes proprietários, ao mercado financeiro e ao latifúndio (agronegócio).

A esquerda institucional se torna conservadora

Esse mal-estar, porém, não se distribui de forma homogênea entre os campos políticos. A pesquisa mostra que entre os eleitores de Lula em 2022, 63% se posicionam contra uma revolução, defendendo que “a democracia deve ser respeitada”. Apenas 16% desse grupo afirmam que mudanças só ocorreriam por meio de rupturas radicais. De forma semelhante, entre aqueles que se identificam como esquerda, 62% entendem que o sistema político atual precisa de “ajustes”, mas acreditam que essas mudanças podem vir pela via eleitoral, sem romper com o sistema capitalista.

Esses dados são reveladores. Eles demonstram como a esquerda institucional brasileira — especialmente o petismo e o chamado “campo democrático popular” — se tornou conservadora. Conservadora não no sentido moral, mas no sentido político de defender a manutenção das instituições da democracia burguesa, tratando “democracia” como um conceito abstrato, descolado de sua base material. É preciso adjetivar: não existe democracia em abstrato. O que existe no Brasil é uma democracia burguesa, que funciona plenamente para a classe dominante e de forma limitada, violenta e excludente para a classe trabalhadora.

O Estado para a classe trabalhadora


Enquanto a esquerda institucional se agarra à defesa do “Estado Democrático de Direito” e das “instituições”, a maioria da população não se vê representada nessa democracia. Para as periferias, o Estado chega majoritariamente como polícia, repressão e encarceramento, e não como garantidor de direitos. Falta saneamento, moradia, transporte público, energia, saúde e políticas estruturantes. Para a chamada “classe média”, o que se vive é a queda do poder de compra, a precarização do trabalho e a frustração das promessas de ascensão social.

Mesmo durante os governos petistas, políticas fundamentais como o Bolsa Família, o BPC e os programas de combate à fome — importantes e responsáveis por retirar milhões da miséria — não enfrentaram o núcleo da desigualdade brasileira: o poder do grande capital. Não houve taxação efetiva das grandes fortunas, nem enfrentamento do sistema financeiro, nem uma política consistente de reindustrialização. Ao contrário, manteve-se a financeirização da economia e avançaram privatizações e concessões de setores estratégicos, como transporte, energia, água e serviços públicos.

A precarização do trabalho

Esse modelo produziu uma distorção profunda do que passou a ser entendido como “esquerda”. Enquanto se comemoravam índices de “pleno emprego”, o que crescia era o trabalho informal, precarizado e mal remunerado, sobretudo no setor de serviços — realidade amplamente documentada por dados do IBGE e do DIEESE. A CLT foi enfraquecida, direitos foram retirados e a precarização passou a ser naturalizada, inclusive com apoio de parcelas da opinião pública, fruto da hegemonia neoliberal.

Nesse contexto, a esquerda institucional passou a defender com unhas e dentes um STF que o povo não reconhece como legítimo. Um Supremo Tribunal que retira direitos trabalhistas, mantém relações promíscuas com grandes empresários e banqueiros, promove eventos privados ao lado do capital financeiro e protagoniza escândalos recorrentes de lobby e conflito de interesses. Defender a punição dos golpistas de 8 de janeiro é correto; iludir-se achando que essas instituições defendem uma democracia popular é um erro político grave. Elas defendem, antes de tudo, a si mesmas e a reprodução do poder burguês.

A extrema direita avança

É nesse vazio que a extrema direita neofascista avança. Como mostra a pesquisa, 48% dos eleitores de Bolsonaro defendem rupturas radicais, e entre direita e centro-direita esse número chega a 50% e 51%. A extrema direita se apropria de pautas históricas da esquerda, como revolução, ruptura e combate às elites, oferecendo uma falsa saída. Não propõe superar o capitalismo, mas aprofundá-lo em sua forma mais brutal, neoliberal e autoritária — como já se vê na Argentina de Milei ou no Equador de Noboa.

A pesquisa do ICL confirma, portanto, um alerta antigo do movimento comunista: a população brasileira não aguenta mais ser feita de palhaço. Não aguenta governos que anunciam crescimento enquanto falta comida no prato. Não aguenta empregos cada vez mais precários. Não aguenta ver ministros do STF confraternizando com empresários, banqueiros e políticos do centrão — essa direita tradicional brasileira que nunca teve nada de centro. O artigo primeiro da Constituição, que afirma que “todo poder emana do povo”, não se realiza em um sistema estruturalmente construído para garantir que a propriedade privada esteja acima da vida, da moradia e dos direitos sociais.

A escolha é objetiva

Diante desse cenário, a escolha é objetiva. Ou a esquerda rompe com o conservadorismo, retoma o trabalho de base, sai dos gabinetes e volta às ruas para disputar o sentimento antissistêmico do povo, explicando que o problema não são apenas instituições isoladas, mas o próprio sistema capitalista e sua democracia burguesa; ou continuará empurrando a classe trabalhadora para o colo da extrema direita, que fala em “revolução” enquanto oferece barbárie.

Quanto mais a esquerda se vende em nome de uma governabilidade de fachada, mais despolitiza a classe trabalhadora e mais abre espaço para que a extrema direita ocupe as ruas falando em mudança radical. Uma mudança falsa, reacionária e profundamente antipopular — mas que cresce exatamente onde a esquerda abandonou sua tarefa histórica.


quinta-feira, 16 de abril de 2026

Conjuntura eleitoral no Rio de Janeiro em março de 2026 Reinaldo Antonio/RJ

Conjuntura eleitoral no Rio de Janeiro em março de 2026
Reinaldo Antonio/RJ

As eleições que ocorrerão está ano será para Governador do Estado do Rio de Janeiro e  seu vice, assim como as eleições parlamentares para Deputado Estadual, Deputado  Federal, Senadores da Republica. 

Aqui vamos abordar uma visão sobre a disputa para o cargo de Governador do Estado  considerando os nomes que estão colocados publicamente como candidatos. 

O que inicialmente podemos afirmar, com plena certeza, é que o quadro eleitoral para  governador até este momento, mês de março, está indefinido. 

Se temos certeza que o quadro ainda é neste momento indefinida, por outro lado  também podemos afirmar que a definição das candidaturas, o provável vencedor desse  processo eleitoral estará vinculado umbilicalmente a disputa pela presidência da  República do Brasil com um dos polos mais importantes dessa disputa que será o  candidato Lula e o PT. 

É um quadro muito indefinido até mesmo porque temos até o momento em torno de  quatro candidaturas. Estas candidaturas são as de Eduardo Paes, Prefeito da cidade do  Rio de Janeiro, a capital do Estado, cuja população é de aproximadamente 6 milhões de  habitantes. A de Douglas Ruas, deputado estadual e atualmente exercendo a função de  Secretário das cidades pelo governo estadual. Em tese a população atingida seria a de  todo o Estado do Rio de Janeiro com sua ação como secretario e mais particularmente a  cidade de São Gonçalo onde seu pai é Prefeito ampliando com as cidades do leste  fluminense, com exceção de Maria, espaço no qual seu grupo político, liderado  particularmente pelo Deputado Altineu Cortes mandam e desmandam. Temos também  a candidatura do condenado na justiça, Wilson Witzel, advogado, ex Governador cassado  devido a condenações por crime de responsabilidade. ( https://g1.globo.com/rj/rio-de- 

  

1 Este texto reflete o momento da disputa eleitoral do inicio do ano de 2026 e será atualizado em breve. 2 Reinaldo Antonio é professor de Geografia, tem formação em Administrador de Empresas, Mestre em  Educação pela UFF. É militante do Partido dos Trabalhadores no município de São Gonçalo e um de seus  fundadores. Participa da Coordenação do Núcleo de Educadores do PT São Gonçalo e é membro do  

Núcleo Paideia de Educação, na cidade do Rio de Janeiro e do Núcleo Fernando Paulino, do PT Niterói.

janeiro/noticia/2021/07/23/stf-mantem-condenacao-de-wilson-witzel-por-crime-de responsabilidade.ghtml).E, possivelmente Garotinho, também ex governador do Estado  nos anos dedo ano de 1999 até o ano de 2002 e quando ao sair do cargo elegeu a sua  esposa como Governadora em 2003, o sucedendo, sendo seu Secretário de Segurança. 

Há outras candidaturas como a do Pstu com o Cyro Garcia, o do Missão, Bombeiro Rafa,  uma candidatura do Psol que pode ser qualquer um dos deputados federais, mas que no  momento se destaca o nome de Glauber. Possivelmente outras candidaturas irão aparecer. 

Poderíamos dizer que a partir de abril ou maio e que começara efetivamente a se definir  o quadro das candidaturas pois até lá já haverá esgotado prazos legais e também as  forças políticas já terão se movimentado para construção de seus acordos. 

Hoje, diria que efetivamente as duas candidaturas que terão condições de competir  firmemente são o Eduardo Paes e Douglas Ruas porque, pelo que nos apresenta de  articulação que aparece na imprensa e por entender que suas influencias se dão por uma  área territorial e populacional muito grande. 

Acompanhando as informações da imprensa burguesa hegemônica o que temos até o  momento de articulação passa pelo seguinte. 

Douglas Ruas (https://pt.wikipedia.org/wiki/Douglas_Ruas) 

Quanto ao candidato Douglas Ruas, todos sabemos que ele é deputado estadual  licenciado e atual Secretário de Cidades do Rio de Janeiro. Tem apoio até o momento do governador do Estado Claudio Castro sendo candidato do Partido Liberal (PL). 

Não é demais falar que sua candidatura tem como objetivo final dar continuidade ao poder  do grupo político que está no controle do governo do Estado. 

Esta e uma aliança dos partidos PL-PP e Vice-Governador: com apoio e articulação do  Rogério Lisboa, que é o candidato a vice governador. Isto fortalece a candidatura na  baixada fluminense e com isto, com esta aliança, fortalecer o tempo de televisão

Para além deste apoio esta candidatura foi definida em reunião realizada em Brasília com  a presença do governador Cláudio Castro, do deputado federal Altineu Côrtes (líder do  PL na Câmara) e do senador Flávio Bolsonaro.  

O nome de Ruas é visto como um elo entre o grupo de Claudio Castro e o bolsonarismo. 

Esta candidatura tem como contrapartida o apoio ao Claudio Castro como candidato a  Senador. 

O Douglas Ruas e filho do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), Douglas Ruas  fortalece sua pré-candidatura através da articulação com prefeitos do PL, PP, que foi  reeleito na cidade com um índice superior a 80 por centro dos votos. 

Até onde vai, não se sabe, há discussões que levam a proposta de tornar Douglas Ruas o  nome para ser o governador Tampão na eleição indireta da Assembleia Legislativa dor. 

Eduardo Paes =https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Paes 

Quanto ao candidato Eduardo Paes sabemos que ele e Prefeito da cidade do Rio de  Janeiro, capital do Estado. 

Suas articulações políticas buscam construir uma base ampla, equilibrando o apoio do  governo Lula com aproximações à centro-direita para superar resistências no interior do  estado. 

Sua chapa para governador tem o partido MDB com a Jane Reis sua vice, que é irmã do  ex prefeito de Nova Iguaçu. Com isto sua candidatura, uma candidatura da capital pode  se espalhar para a Baixada Fluminense. Essa aliança é estratégica para ampliar a  capilaridade da candidatura na Baixada Fluminense, região onde ele enfrenta maior  resistência. 

Eduardo Paes fez acenos ao Eleitorado Evangélico e Conservador com inclusive soltando  a frase Mexeu com Malafaia mexeu comigo, mas tempos depois o próprio Malafaia  declarou encerrado seu apoio a EP dizendo que não adianta botar vice evangélica. mantém  conversas com partidos de direita, incluindo membros do PL, buscando uma "terceira via"  que evite a polarização extrema.

Em relação a apoio do governo Federal Paes se diz apoiado e irá apoiar o presidente Lula  em sua reeleição como parte de um acordo Paes/PT (não há unanimidade) no PT do Rio  e do Estado. 

É importante ressaltar que Paes e filiado no momento ao PSD que é um partido dirigido  nacionalmente por Kassab, o quadro burguês que tem pé em todos os governos, do  Tarcísio ao governo Lula. A aliança partidária de Paes vai desde o PSD, até o PP e PDT  passando pelo PT. Como vemos uma aliança amplíssima. 

Diria que a candidatura de Garotinho até o momento e uma incógnita dado que ele vem  fazendo uma série de denúncias em seu blog (https://blogdogarotinho.com.br/) e em  seu podcast (https://open.spotify.com/show/30NjWvttj8TB6yJiurroeK) desagradando  em muito o status quo político atual. Até o mês de fevereiro Garotinho pensava que  fosse contar com o apoio de Washington Reis, da baixada fluminense, com candidatura  a Governador do estado, fato que não se realizou.. 

Mas também podemos dizer que se Garotinho entrar na disputa poderá desarrumar em  parte o quadro eleitoral, particularmente dado que penso existir um grande apoio a  Garotinho no interior do Estado, Campos e no noroeste fluminense, e seu recall de  Governador do Estado, onde articulou grandes apoios sociais. 

Não se pode desconsiderar que ele já foi Governador de Estado, elegeu sua esposa para  o Governo do Estado em seguida a sua gestão (1988-2002) e foi Secretário de Segurança  do Estado. 

Pesquisas 

Até o momento as pesquisas eleitorais indicam o Eduardo Paes como o candidato que  maior índice de aprovação para ser o governador possui. No entanto não e demais  considerar que ainda estamos em março de 2026 e como dizem, muita água vai rolar por  baixo dessa ponte. 

As forças políticas quase todas elas já se posicionaram em torno dessas candidaturas 

Se pensamos em descontentamento podemos dizer, vendo os noticiários atuais, que há  um grande descontentamento em relação só grupo político do deputado estadual 

Bacelar, ex presidente da Alerj, que foi pego pela Policia Federal, em seus acordos com  o tráfico e a milicia conforme noticiado amplamente pelos órgãos da imprensa formal. 

Junto a estes descontentes e até onde a vista alcança, também temos parte do Partido  dos Trabalhadores que estão descontentes com o apoio que o Partido dá para o  candidato Eduardo Paes. 

As movimentações dos candidatos e intensa e não podemos desconsidera que possam  ocorrer novos acordos, desacordos, realinhamentos. 

Quero considerar que Eduardo Paes será aquele candidato que mais será bombardeado pelo mundo político. Não podemos deixar de levantar o histórico de suas candidaturas  sendo a mais importante sua derrota no ano de 2018 quando foi derrotado pelo Wilson  Witzel no segundo turno. Este candidato tem um jeito de fazer política com uma pratica  de, no processo eleitoral, querer agradar a todos o espectro político, tentando juntar da  direita a esquerda em sua campanha, mas que no fundo, vencedor, quer fazer o que  deseja que é aplicar uma agenda neoliberal em sua gestão assim como perseguição a  certos setores sociais. É o neoliberal social. 

Este bombardeio vira tanto da esquerda quanto da direita do espectro político partidária e social. Assim a questão para o Eduardo Paes será saber qual sua capacidade de resistência política para suportar tal movimento.  

Por exemplo já temos declaração pública de sua vice ao cargo de Governadora que ela  não fara campanha para Lula à presidência da República e Lula e parte do PT conta com  o apoio no Estado da campanha de Eduardo Paes para contrabalançar o poder e  influência do Bolsonarismo no Estado, local onde se criaram. 

Considerando 70% a 80% da dos grupos políticos que o apoiam é da direita e da extrema  direita.  

Como é que fica isso?  

Para além dessas considerações sobre este quadro político que se refere particularmente  ao mundo político INSTITUCIONAL, quero afirmar que ainda existem quatro elementos  a serem considerados neste tabuleiro eleitoral para o ano de 2026 no Estado do Rio de  Janeiro, no sentido de melhor elaborar este raciocínio.

Estes elementos são quatro forças políticas sociais que ainda não claramente aparecem  no cenário eleitoral, ao menos para mim, e que darão melhores cores a esta disputa.  Este são forças sociais que se travestem de força política eleitoral nos anos de eleição. 

Quais são elas? Diria que são a forças social e política do tráfico, da milicia, das igrejas  neopentecostais, dos movimentos sociais organizados de esquerda e dos governos  estaduais e federais, ou seja, as forças institucionais. 

As perguntas que se podem fazer são: para onde vão estas forças políticas organizadas  na base da sociedade? 

O que fara a milicia? Concretamente esta força política estará junto aquela candidatura  que representar melhor o candidato Flavio Bolsonaro no Estado. Desta forma esta  candidatura que levara o apoio dessa fatia de forças política será o Douglas Ruas. 

O que fara o tráfico? O tráfico ficar com aquela candidatura que for apontado pelo  Rodrigo Bacelar. Apesar de acreditar que haverá uma dispersão desta força política no  apoio a candidaturas. Na realidade posso apostar para quais candidatura ela não irá.  Certamente não irá para o Psol e não irá para Garotinho e Eduardo Paes. 

O que farão as igrejas neopentecostais? Este conjunto de forças políticas estarão com  aquela candidatura que melhor e maior lhe de nacos do poder do Estado. 

O que farão os movimentos sociais organizados? Os movimentos sociais organizados  estarão no apoio de candidaturas de esquerda, dado suas tradições, que até o momento  está cristalizada pelo nome do candidato do Psol. Possivelmente teremos candidaturas  de outros partidos pequenos da esquerda como Pstu, e algum PC da vida, cuja força e  poder q quase nulo do ponto de vista eleitoral. 

Resta aqui, sobre este apoio, uma necessária análise de conjuntura sobre a real força  que tem os movimentos sociais que possam influenciar resultados eleitorais no Estado.  E diria, rapidamente, tanto o movimento sindical, quanto o movimento de bairros, sem  falar nos Ongs ou mesmo os movimentos identitários, NÃO TEM FORÇA suficiente  organizada ou de opinião para mudar ou influenciar a definição de votos massivamente. 

O que fara a institucionalidade, governos federais e governo estadual? Como já está previamente roteirizado, o governo do Estado irá todo ele para o apoio da candidatura 

do Douglas Ruas se esta candidatura se consolidar. Já o governo Federal irá para Eduardo  Paes, acredito, a depender de alguns ajustes finos. Nenhuma dessa duas forças  institucionais estar no apoio de uma possível candidatura de Wilson Witzel ou  Garotinho. 

Mesmo considerando estas possibilidades acima do deslocamento dessas forças sociais  e políticas, não podemos desconsiderar a qualidade de sua definição pensando em como  elas darão este apoio. Os apoios serão definidores ou em bloco? O apoio será com  divisão para duas candidaturas? O apoio será disperso em várias candidaturas? 

Estas forças política ainda não entraram em campos, novamente, até onde minha vista  alcança, de uma forma já definidora, ou seja, já definindo para que lado irão ou a quem  irão apoiar. Creio que estas forças terão muito peso na definição de para onde vai o voto  na realidade concreta da disputa. 

Apesar de sabermos que todas as forças política se movimentam para conseguir apoio  dessas forças política, movimentações no subterrâneo e movimentações na superfície com cobertura de impressa e mídia, aponto abaixo um quadro que possa ocorrer. 

Fazendo este prognostico precoce, podemos dizer que as igrejas neopentecostais possivelmente estarão divididas na direção de uma possível candidatura de Garotinho e  numa candidatura de Douglas Ruas. Douglas ruas Rua, talvez tenha a possibilidade de  levar uma grande fatia desse eleitorado das suas lideranças.  

Podemos também afirmar que estas quatro forças quando entrarem em campo suas  decisões de quem e onde apoiar poderá se dar de forma definitiva e compacta, ou seja  todos indo numa só direção. Ou poderão estas forças estando divididas na direção de  duas ou três candidaturas. Ou, por último e o pior quadro dessas forças, elas poderão  estar espalhadas, ficarem dispersas, por todas as candidataras existentes as forças então  podem entrar de forma dispersa.  

Este e um quadro que construo agora no mês de março de 2026. A conferir as  movimentações para adequar o texto a realidade nos próximos meses.

Você pode consultar várias informações da mídia burguesa que acompanha esta  conjuntura eleitoral 

https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/02/25/movimento-de-eduardo-paes tira-direita-da-inercia-e-acelera-plano-do-pl-para-o-governo-do-rj.ghtml 

https://diariodorio.com/perfis-dos-pre-candidatos-aos-cargos-de-governador-e-vice para-a-eleicao-de-2026/ 

https://www.cartacapital.com.br/politica/eduardo-paes-confirma-vice-do-mdb-na chapa-ao-governo-do-rj/ 

https://www.instagram.com/p/DVv5OpTFp_C/ 

https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/real-time-big-data-paes-lidera-cenarios-de-1o turno-no-rj/ 

https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/eduardo-paes-tem-46-das-intencoes-de-voto-e lidera-pesquisa-para-governador-do-rio-de-janeiro-08032026/ 

https://veja.abril.com.br/politica/pt-reafirma-apoio-a-eduardo-paes-no-rio-em-meio-a articulacoes-para-candidatura-propria/ 

https://www.folhabv.com.br/colunas/eduardo-paes-e-andre-ceciliano-articulam governador-tampao-na-alerj-e-acendem-disputa-por-palanques-de-2026/ 

https://oglobo.globo.com/google/amp/rio/noticia/2026/03/12/mandato-tampao-de governador-regras-da-eleicao-indireta-sao-definidas-por-lei-sancionada-confira.ghtml 

https://oglobo.globo.com/google/amp/politica/noticia/2026/03/13/jogo-politico-a universal-e-o-aluguel-de-nove-estadios-para-dar-um-recado-dos-evangelicos-a-lula-e ao-pt.ghtml

UMA PROSPECÇÃO SOBRE CANDIDATURAS 

Possiveis deputados federais e estaduais do PT e Federação, que ouço falar que poderão  ser eleitors. 

AVALIAÇÃO RETRATO FEITO NO FINAL DO MÊS DE MARÇO DE 2026 

Deputado Federal 

Deputado Estadual

Esta será, por ordem ,a lista dos futuros  eleitos da Federacao- PT dependendo do  quantitativos a ser eleito, considerando que  no minimo o PT elegera 4 dep federais e no  máximo 7 deputados federais. 

Que voce acha? 

Ha mais nomes? Retira algum? 

Tens outra sequencia diferente? 

Diz aí!! 

�������� 

Freixo 

Taina 

Lindberg 

Elias Jaubor no lugar de Jandira??? 

Diego 

Fabiano 

Enfermeira Rejane 

Celso Pansera 

Dimas 

Reimont

A avaliação e que todos os atuais deputados  federais se reelejam,menos a Carla Machado  que saira do PT. Quem acha que sabe, diz  que poderá eleger ate 6. Assim  

se a Carla Machado não se candidatar, abrira  uma vaga. Indica quem acha que sabe que  pode ser eleito para esta vaga o Andre  Ceciliano ou Adilson Pires. 

Marina 

Elika 

Veronica 

Carla Machadoxxxxx 

Renato Machado 

Zeidan 

Quem pode entrar? 

Adilson Pires 

Andre Ceciliano 

Valdeck Carneiro



GOVERNADOR DO ESTADO-Candidaturas ate o momento 

1-Douglas Ruas com apoio de Washington Reis ou Garotinho 

2-Candidato do Psol, William Siri 

3-Wilson Witzel  

4-Eduardo Paes  

5-Pstu

segunda-feira, 13 de abril de 2026

GOLPISMO: O projeto oculto das elites brasileiras * David Deccache/Outras Palavras

GOLPISMO: O projeto oculto das elites brasileiras
/OutrasPalavras

País segue sem perspectiva de futuro. Mas é enganoso culpar cultura do curto prazo. Há séculos, um setor sabe manter-se à tona e enriquecer, enquanto a maioria estagna. A partir de 2008, este ardil tomou a forma de um programa regressivo claro.

Tornou-se lugar comum afirmar que o Brasil sofre de curto-prazismo. A ideia aparece em análises econômicas, debates políticos e editoriais, geralmente associada à incapacidade do país de formular projetos estruturais de longo prazo.

Esse diagnóstico não é destituído de fundamento. Ele capta um traço visível da experiência política brasileira: a fragmentação das políticas públicas, a instabilidade institucional e a dificuldade de sustentar agendas estruturais voltadas à maioria da população e superação da posição periférica do Brasil na divisão internacional do trabalho. Seu limite está em permanecer no plano da manifestação.

Quando observamos a formação econômica e social brasileira sob a lente do conflito entre classes na especificidade de um país periférico, percebe-se que o que aparece como curto-prazismo para a maioria é, na realidade, a forma pela qual o projeto de longo prazo das classes dominantes se impõe.

No cotidiano da maioria dos brasileiros, o Estado aparece como gestor da urgência. A política social assume a forma de programas focalizados, transitórios e permanentemente condicionados à conjuntura fiscal e eleitoral. Direitos são implementados de maneira parcial, sujeitos a contingenciamentos e revisões constantes. Essa dinâmica produz a sensação de improviso permanente e alimenta a percepção de que o país é incapaz de planejar o futuro.

Se o improviso é visível para todos, o que ninguém pode ver, porque simplesmente não existe, é sequer um esboço de projeto consistente de transformação estrutural. Não há qualquer horizonte de mudança na distribuição de renda, na universalização de direitos e serviços públicos ou no reposicionamento do Brasil na divisão internacional do trabalho. Permanece intocado o padrão centro-periferia que organiza a economia nacional, sustentado por frações dominantes vinculadas ao complexo primário-exportador e ao capital rentista.

Ao mesmo tempo, quando se observa a trajetória das (contra)reformas institucionais e econômicas brasileiras, emerge um quadro bastante distinto. O país possui uma longa tradição de planejamento estrutural quando se trata de organizar e reorganizar as condições de acumulação para atender aos interesses das classes dominantes em cada quadra histórica. Para não ir muito longe, o que foi o amplo conjunto de contrarreformas liberais que, de forma articulada e coordenada, conjugou medidas fiscais, trabalhistas, previdenciárias, monetárias e regulatórias, formuladas e implementadas com notável continuidade estratégica nos últimos anos, senão a consecução bem-sucedida de um projeto de país?

Essa dinâmica possui raízes profundas na própria formação econômica do país. O Brasil não foi estruturado como um espaço vazio à espera de um projeto nacional, como supõem os mais otimistas que ainda aguardam a emergência de uma burguesia nacional redentora. Foi organizado desde a origem para cumprir funções específicas na expansão do capitalismo mundial. Sua inserção como economia primário-exportadora, dependente de tecnologia, crédito e mercados externos, longe de resultar de improviso histórico, expressa uma forma particular de planejamento subordinado, internalizado e continuamente reproduzido por suas classes dominantes.

Mesmo quando o país avançou em um projeto mais estrutural de industrialização, esse processo foi rapidamente incorporado a um padrão de modernização conservadora, consolidado após o golpe de 1964 e a instauração da Ditadura Civil-Militar, que reorganizou o Estado como instrumento de repressão à classe trabalhadora. Se, de um lado, havia um projeto coordenado de industrialização, de outro persistiam o arrocho salarial, a precariedade dos serviços públicos, a manutenção das desigualdades sociais e regionais e o poder das velhas oligarquias associadas ao imperialismo.

Nesse percurso, após muitos anos de luta da classe trabalhadora, a Constituição de 1988 representou uma inflexão importante ao projetar um amplo sistema de direitos sociais e estabelecer o princípio da universalização das políticas públicas. A criação do Sistema Único de Saúde, a reorganização da seguridade social, a institucionalização de políticas públicas universais nas áreas de assistência, educação e proteção ao trabalho, a vinculação constitucional de recursos para políticas sociais, a ampliação dos mecanismos de participação social e a consagração de princípios de desenvolvimento nacional e de função social da propriedade expressaram a tentativa de aproximar o país de uma forma periférica e tardia de welfare state.

Ao mesmo tempo, porém, esse horizonte passou rapidamente a ser enquadrado por severas restrições macroeconômicas. No final dos anos 1980 e ao longo da década de 1990 consolidou-se um regime marcado pela liberalização financeira e comercial, pela austeridade fiscal e monetária e pela retração do papel produtivo do Estado, reconfigurado como organizador de amplos processos de privatização, em meio a uma crescente especialização primário-exportadora da economia. Tratava-se, em última instância, da afirmação de um projeto das classes dominantes articulado à reorganização neoliberal do capitalismo e subordinado às hierarquias da economia mundial, no qual a austeridade operava como mecanismo de precarização dos serviços públicos e de legitimação das privatizações.

O resultado foi a progressiva limitação das bases materiais de sustentação do projeto social esboçado na Constituição. Estabeleceu-se, assim, uma convivência tensa e subordinada entre uma arquitetura constitucional orientada à universalização de direitos e um regime macroeconômico neoliberal que restringe sistematicamente sua realização.

Durante a primeira década deste século, o projeto de inserção subordinada do Brasil na divisão internacional do trabalho, embora amplamente dominante, conviveu com uma espécie de ensaio social-desenvolvimentista de baixa intensidade que operou nos marcos institucionais abertos pela Constituição de 1988, precisamente porque não colocava em questão o núcleo estrutural do projeto liberal. A conjuntura externa favorável e o dinamismo do mercado interno permitiram alguma margem de acomodação social, abrindo espaço para concessões distributivas como a valorização real do salário-mínimo, a expansão das universidades públicas, a ampliação das políticas de transferência de renda, o aumento da formalização do emprego e a retomada do investimento público, especialmente em infraestrutura e no financiamento público ao investimento produtivo. Ainda assim, tratava-se de uma acomodação limitada, que produziu avanços sociais relevantes sem alterar os fundamentos do padrão dependente de acumulação.

Esse arranjo começou a se esgotar ao longo da década de 2010. Mesmo as concessões limitadas realizadas no período anterior passaram a gerar fricções crescentes no interior do padrão de acumulação.

De um lado, a crise internacional iniciada em 2008 aprofundava suas consequências no centro do capitalismo. A desaceleração do crescimento e a compressão das taxas de lucro intensificaram a pressão das grandes corporações e do capital financeiro por novos espaços de valorização. Nesse contexto, economias periféricas como a brasileira passaram a se tornar cada vez mais atrativas para o capital das potências imperialistas, sendo vistas como territórios privilegiados para a reabertura de oportunidades de acumulação e recomposição das taxas de lucro, seja pela ampliação da exploração de recursos naturais, seja pela apropriação de ativos estratégicos por meio de privatizações, liberalização econômica e desorganização de capacidades produtivas nacionais.

Por outro lado, a redução do desemprego, a elevação da renda do trabalho e o fortalecimento do poder de barganha da classe trabalhadora intensificavam os conflitos distributivos. A melhora das condições no mercado de trabalho ampliava o poder social do trabalho e tensionava as margens de rentabilidade do capital. Diante desse cenário, frações dominantes da burguesia doméstica passaram a pressionar pela recomposição das taxas de lucro e pela restauração da disciplina sobre o trabalho, tendo a austeridade fiscal e o ajuste do gasto social como instrumentos centrais dessa ofensiva.

O espaço político e econômico para concessões, por mínimas que fossem, à classe trabalhadora começou, então, a se fechar rapidamente. Frações dominantes do capital passaram a se mobilizar de forma cada vez mais agressiva pela reversão daquele ciclo, exigindo a recomposição das taxas de lucro, a restauração da disciplina sobre o trabalho e uma profunda reconfiguração do Estado em favor da acumulação privada sem freios. Já não se tolerava sequer a manutenção daquele esboço inacabado e precário de projeto de bem-estar social inscrito na Constituição de 1988.

Foi nesse contexto que, a partir de 2015, o conflito se deslocou para um novo patamar. A tentativa do governo Dilma de recompor a confiança das frações dominantes por meio de um ajuste ortodoxo revelou-se rapidamente insuficiente. Veio o golpe. Para amplos setores do capital, já não se tratava de corrigir rumos ou administrar a conjuntura dentro dos marcos existentes. O que estava em jogo era a remoção dos limites institucionais que ainda restringiam a plena realização de seu projeto, especialmente aqueles inscritos na Constituição de 1988 e em sua arquitetura de direitos sociais. Nada que pudesse obstruir esse movimento seria tolerado, nem a democracia.

É nesse momento que ganha centralidade o documento Uma Ponte para o Futuro, apresentado em 2015 pelo PMDB, como plataforma programática das classes dominantes para a reorganização da política econômica brasileira. O texto defendia a consolidação de um regime de austeridade fiscal radical e permanente, a desvinculação constitucional de receitas orçamentárias, a revisão dos mecanismos de indexação do gasto público, a ampliação das privatizações e concessões, a flexibilização das relações de trabalho e uma abertura mais ampla da economia ao capital privado, nacional e estrangeiro. Tratava-se de uma ofensiva destinada a remover qualquer limite institucional ainda preservado pela Constituição de 1988 à expansão do capital, liberando sua tendência a converter em mercadoria tudo o que encontra pela frente, a submeter sem freios o trabalho e a natureza à lógica da valorização e a dissolver os remanescentes de soberania econômica nacional.

Nos anos seguintes, essa agenda se materializou em uma série de contrarreformas estruturais: a instituição do teto de gastos por vinte anos, cuja lógica reapareceu no atual regime fiscal; a contrarreforma trabalhista, que desmontou mecanismos de proteção ao trabalho; as mudanças no sistema previdenciário, que ampliaram o espaço para a previdência privada; a autonomia formal do Banco Central; e a expansão de programas de privatização, concessões e parcerias público-privadas. Consolidou-se, assim, um Estado simultaneamente austero no plano social e ativo na reorganização institucional e regulatória necessária à ampliação dos processos de desestatização.

Longe de qualquer improviso ou curto-prazismo, avança a pleno vapor um projeto de longo prazo para as elites, enquanto a maioria não sabe se poderá se aposentar, se os jovens terão um emprego minimamente digno ou, em muitos casos, se haverá comida na mesa amanhã.
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quinta-feira, 9 de abril de 2026

III Reunião Nacional do Capítulo Brasil – Internacional Antifascista

 III Reunião Nacional do Capítulo Brasil – Internacional Antifascista

Acontecerá em São Paulo, nos próximos dias 11 e 12 de abril, a III reunião nacional do Capítulo Brasil da Internacional Antifascista, quando serão debatidas as tarefas atuais no combate anti-imperialista, antifascista e em defesa da soberania dos povos.

A Internacional Antifascista foi criada em Caracas (VNZ), durante o Congresso Mundial contra o fascismo, o sionismo, o nazismo e outras práticas similares, com a participação de delegações de 97 países. O Capítulo Brasil foi formalizado em fevereiro de 2025, durante reunião em Brasília com dezenas de organizações. 

Construir a unidade contra o inimigo comum dos povos é a tarefa principal.

A III Reunião Nacional acontecerá nas dependências do Sindsep com a seguinte programação:

Dia 11/04, às 9hs (sábado)
Ameaça imperialista contra Cuba, Venezuela, Irã e Brasil 

Mesa de Debates:
Amyra El Khalili - Movimento Mulheres Pela Paz na Palestina
Benigno Perez - Cônsul Geral de Cuba em São Paulo
Sheik Hossein Khaliloo -  Centro Islâmico Imam Al Mahdi de Diálogo no Brasil - CIADB, Irã 
Marcelo Buzzeto - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST 

Mediação:
Pedro César Batista - Comitê General Abreu e Lima
Gabriela Gomes - Comitê General Abreu e Lima 

Dia 11/04, às 14hs (sábado)
Internacional Antifascista como instrumento de combate ao imperialismo e ao fascismo 

Mesa de Debates: 
Igor Grabois - Liga Comunista Brasileira - LCB
José Reinaldo - Centro Brasileiro de Solidariedade Aos Povos e Luta Pela Paz - Cebrapaz
Antonio Lima - Partido Comunista Brasileiro - PCB

Mediação:
Andreia Destefani - Grupo Emancipação do Trabalho - GET
Érico Cardoso - Grupo Emancipação do Trabalho - GET

Dia 11/04, às 17h (sábado)
Lançamento dos livros

"Textos Reunidos" de Maurício Grabois
"Marcha Interrompida" de Pedro César Batista. 30 anos do massacre de Eldorado dos Carajás.

12/04, às 9h (domingo)
Informes, organização e ações

12h - Encerramento

Local:
Sindsep - Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo
Rua da Quitanda, 101/106, Centro
São Paulo