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sábado, 8 de julho de 2023

Extrema direita: Violência Política, Neonazismo e ataque a Democracia no Brasil * Jair Galvão - CE

Extrema direita: Violência Política, Neonazismo e ataque a Democracia no Brasil
JAIR GALVÃO
NOS ULTIMOS ANOS, MAIS ESPECIFICAMENTE, DESDE O GOVERNO DO EX-PRESIDENTE BOLSONARO, INTESIFICOU-SE NO BRASIL O FENOMENO DO DISCURSO DE ÓDIO, MUITAS VEZES PROMOVIDOS PELO PRÓPRIO EX-PRESIDENTE E SEUS SEGUIDORES, FACILITADO PELA ACESSO A PLATAFORMAS DIGITAIS DE COMUNICAÇÃO, COM FORTE IMPACTO NA SOCIEDADE BRASILEIRA, DE TAL FORMA QUE O ÓDIO, PARA ALÉM DE UM SENTIMENTO NEGATIVO, TORNOU-SE, TAMBÉM, UMA LUCRATIVA MERCADORIA A GERAR CAPITAL ECONOMICO E TAMBÉM CAPITAL SOCIAL E POLÍTICO

terça-feira, 25 de abril de 2023

As Ligas Camponesas, a luta começou em Pernambuco - Jair Galvão - CE

As Ligas Camponesas, a luta começou em Pernambuco
JAIR GALVÃO - CE
As ligas Camponesas foram as primeiras experiências de organização dos trabalhadores do campo brasileiro, em um momento histórico de intensa luta de classes. Conheça/relembre o início da luta pela reforma agrária no Brasil.

quinta-feira, 30 de março de 2023

Esquerda Volver - Os militares que resistiram ao Golpe de 1964 * Jair Galvão / CE

Nem todos os militares eram a favor do golpe

Em geral, ao se falar da ditadura no Brasil, imputa-se ao militares a autoria do golpe e a manutenção do estado autoritário. É frequente, por um lado, caracterizar a repressão como se ela fosse unicamente de responsabilidade da categoria militar, esquecendo a participação importante dos civis. Por outro, é comum ignorar que não foram todos os militares que apoiaram o golpe e a instalação da ditadura. Pouco se fala sobre a “resistência dos quartéis” ao golpe de 1964 e sobre a crítica interna aos rumos adotados pelos governos militares.

Fato é que os militares ficaram marcados pelo histórico repressivo e pela interpretação que se tornou hegemônica nos relatos históricos e nas memórias dos civis que resistiram. Mas os militares que não apoiaram as investidas de tomada do poder em 1964 formaram um grupo distinto que sofreu perseguições, punições e torturas.

Contrários ao militares de alta patente que esquadrinhavam os rumos da política e da economia do Brasil, cerca de 7,5 mil membros das Forças Armadas e bombeiros foram presos e torturados ou expulsos de suas corporações por oposição ao que se denominava nos quartéis de “revolução de 1964”. Assim como estudantes, sindicalistas e intelectuais, esses militares – em grande maioria de baixa patente, ou seja, subtenentes, cabos e sargentos – também tiveram um papel importante e necessário na resistência democrática e, proporcionalmente, foram penalizados em maior número que em outras categorias sociais.

Isso não corresponde a afirmar que todos estes militares perseguidos eram de esquerda. Eram de uma oposição fundamentalmente nacionalista, lutavam por questões que historicamente estavam relacionadas à preservação da soberania nacional e dos direitos humanos. De todo modo, a pauta de reivindicações desses militares, ainda antes do golpe de 1964, foi no sentido da ampliar seus direitos civis e políticos, vale lembrar que os chamados “praças” (militares não graduados) eram impedidos de votar.

Havia também, muitos oficiais de alta patente que eram contra o golpe, os chamados “legalistas”, mas que acabaram aderindo na última hora, pelo medo da quebra da hierarquia militar, por causa da movimentação dos cabos e sargentos por mais direitos.

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quarta-feira, 13 de julho de 2022

A mídia mata a verdade 24 horas por dia * Malu Aires/Jair Galvão

A mídia mata a verdade 24 horas por dia

Malu Aires


A mesma mídia que criminalizou toda a política apresentada pelo Partido dos Trabalhadores, durante aqueles 13 anos de fartura e sossego na vida dos brasileiros, hoje naturaliza todos os crimes hediondos cometidos pelo bolsonarismo. 

A mídia chamou o assassino que entrou numa festa de aniversário para cometer chacina de uma família, de "vítima".

Quando a gente acha que já viu de tudo, eles nos lembram que não têm limites.

A mídia vê crescimento econômico. Vê "chance de recuperação". Vê essa fome e essa pobreza e não diz quem mandou empobrecer e matar de fome os brasileiros. 

Tanto se esforça a mídia para dizer que o radicalismo bolsonarista está liberado, que fica difícil saber a diferença entre um Diretor de Jornalismo da Globo e um operador do esquema do Gabinete do Ódio.

Essa violência contra o PT, as mulheres, os pobres, os índios, começou no antipetismo, propagado 24h por dia na grande mídia. A gente avisava que aquilo que fazia plim-plim era Goebbels.

Bolsonaro foi autorizado a matar quantos brasileiros ele quisesse, fosse por violência, sabotagem, sadismo ou negligência.

A mídia chamará a vítima de culpada - foi o combinado. 

A midia chamará para se pronunciar, o aparelho federal mais podre da história da República e oficializará a mentira numa coletiva. 

A violência é reproduzida para inspirar mais violência. Mesmo com tudo gravado e exibido, a mídia ainda afirma que o culpado é "suspeito" e que a vítima merecia. 

A mídia brasileira é responsável pela volta do Brasil ao Mapa da Fome. Tirou a vara, a isca, o anzol, a lagoa e ensinou o brasileiro a pescar comida no lixão com as mãos. Essa e outras violências, a mídia incita.

Em 2016, interromperam o rito Democrático. Em 2018, também. Em 2022 não está sendo diferente e essa escalada de violência alimenta a criminalização que a mídia propaga do petismo. 

Eles mataram mais de 700 mil brasileiros negligenciando a saúde no país. Montaram coletivas para oficializar a subnotificação. 

A mídia ameaça a vida do povo brasileiro e chama a maioria do eleitorado brasileiro de "agressor".

O papel da mídia não é diferente do papel que ela já realizou na Ditadura.

Não estamos na Ditadura.

Estamos na Democracia, cuja beleza é a de permitir ao povo brasileiro que mande Bolsonaro pra cadeia, daqui 90 dias. 

A mídia propagará toda a violência que ela protege e fomenta. Nos próximos 90 dias, o povo não deve esperar da mídia brasileira menos que agressão. 

A mídia que negligencia as ameaças de Bolsonaro contra Lula e seu gigantesco eleitorado, é a mesma que mandou um juiz chinfrim tirar Lula das eleições de 2018. 

Em 2018, queriam Lula morto na cadeia. Mas a cadeia não pertence a Lula. Pertence a eles. Daqui 90 dias, o Brasil vai ser feliz de novo e que a gente prometa que este país nunca mais será ameaçado por estes cínicos!

FASCISTAS NÃO PASSARÃO

!!!

A Violência Política  Bolsonarista - Linha do Tempo - Jair Galvão