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domingo, 29 de março de 2026

POR UM BRASIL DIGNO, LIVRE DO IMPERIALISMO E DOS ANTI-PATRIOTAS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

POR UM BRASIL DIGNO, LIVRE DO IMPERIALISMO E DOS ANTI-PATRIOTAS!
"Como Flávio Bolsonaro quer trazer guerra de Trump ao Brasil

No afã de voltar ao poder, ultradireita submete-se ainda mais a Washington. Tentativa de classificar PCC como “terrorista” obedece à Doutrina Donroe. Há um antídoto: defender soberania, em diálogo com a rejeição cada vez maior das maiorias aos EUA.

À medida em que as eleições gerais brasileiras se aproximam, algumas dúvidas vão se consolidando como certezas. Se há algum tempo já era fato que a disputa se daria entre Lula e algum nome que substituísse o encarcerado Jair Bolsonaro representando a extrema-direita, hoje, já se pode dar quase como certo que este nome será o de seu filho Flávio.

Com as duas chapas presidenciais prestes a serem fechadas, volta-se às discussões sobre quais estratégias de campanha serão adotadas por cada um dos polos e como se comportará a mídia diante delas.

De um lado, a ampla frente democrática que sustenta Lula parece ter um objetivo claro: focar nos avanços sociais que o atual governo conquistou e nas próximas lutas sociais que pretende travar. Com isso, tudo indica que a campanha governista deve explorar feitos como a isenção do imposto de renda, a retomada e a expansão do Minha Casa Minha Vida, o programa Pé-de-Meia, a saída do mapa da fome, o pleno emprego, entre outros. Além disso, deve apostar na pressão e na promessa por novos avanços sociais, como o fim da escala 6×1 e os direitos de trabalhadores de aplicativos.

Já na extrema-direita, há indicativos de que a estratégia seja levar o debate para o campo da segurança pública e da corrupção. Neste segundo ponto, a CPI do INSS e a cobertura do caso do Banco Master dão parte do tom do que deve ser a campanha bolsonarista. Os esforços do mainstream do jornalismo em fazer um dos escândalos colar na imagem de Lula mostram que, nesse tema, Flávio contará com ajuda incondicional da mídia, repetindo-se o método político lavajatista.

No campo da segurança pública, as disputas que se intensificaram do fim de 2025 para cá é que indicam a tônica eleitoral. A chacina da Penha, em outubro do ano passado, escancarou a centralidade que o tema tem no projeto de retomada de poder pela extrema-direita brasileira, colocando na mesa o debate sobre a classificação das facções como grupos terroristas.

Voltarei neste ponto específico do terrorismo mais à frente, mas é nítido como a exploração midiática da chacina serviu de freio à reação que o Governo Lula vinha experimentando frente à opinião popular com o enfrentamento ao tarifaço e ao intervencionismo dos EUA e as mobilizações contra a “PEC da Blindagem”, que atingiram a imagem do Congresso Nacional.

O sentimento generalizado de insegurança no país é, claramente, um ativo político da extrema-direita brasileira que a favorece em duas frentes de ação. Primeiro, na de fomentar aquilo que os criminólogos chamam de “pânico moral”, pintando a imagem de um país onde o crime cresce sem controle porque o governo seria leniente. Segundo, a partir desse pânico, apresentando figuras policialescas como solução para esta crise que, uma vez no poder, insuflam ainda mais o movimento de politização das fileiras policiais e de autonomização das forças de segurança em relação ao poder civil. Favorece-se, portanto, a ideia de um Estado Policial como solução para a atual crise política.

Já me aprofundei mais acerca desta movimentação em artigos anteriores, mas, apenas para ilustrar, é importante apontar que, só neste último ciclo legislativo (2023 a 2026), 61 policiais e militares já ocuparam uma cadeira no Congresso Nacional entre deputados e senadores. A atuação dessa bancada no desmonte do PL Antifacção e da PEC da Segurança Pública foi didática para entender o embate que vem por aí.

Estes dois discursos narrativos antagônicos, portanto, provavelmente protagonizariam os próximos meses de disputa eleitoral. Ou, pelo menos, esta é a vontade de boa parte dos agentes políticos do país. Mas as vontades não necessariamente resistirão à uma realidade que pisa cada vez mais forte e mais próxima do Brasil.

O ano de 2026 começou com a esperada ofensiva de Trump sobre a América do Sul. Mas o sequestro de Maduro e o bombardeio na Venezuela não aconteceram da noite para o dia. Eles foram orquestrados por meses em uma insistente narrativa midiática que relacionava falsamente o governo venezuelano a um cartel narcotraficante classificado como grupo terrorista pelo governo dos EUA.

A mesma metodologia de intervenção agora já caminha a passos largos na direção da Colômbia com as notícias de que os EUA abriram investigação contra o presidente Gustavo Petro sob a alegação de que sua campanha teve ligações com grupos de narcotraficantes. Assim como o Brasil, a Colômbia se aproxima de novas eleições presidenciais e tem a esquerda como favorita para a vitória.

Infelizmente, as coincidências entre Colômbia e Brasil não param por aí. No último dia 10 de março, após notícias de que Trump estuda a classificação de facções brasileiras como grupos terroristas, o Departamento de Estado dos EUA emitiu nota citando PCC e CV como “ameaças significativas à segurança regional em função do seu envolvimento com o tráfico de drogas, violência e crime transnacional”, abrindo espaço para que nosso país sofra interferências estadunidenses como as vistas na Venezuela e que agora também ameaçam colombianos.

Muitos fatos dos últimos meses dão conta de que esta ação externa tem seus cúmplices em terras brasileiras. O próprio Flávio Bolsonaro, em outubro passado, após notícias de embarcações bombardeadas no Pacífico, sugeriu nas redes sociais que os EUA também afundassem barcos na costa do Brasil. Muito antes, em maio, o agora candidato entregou um dossiê a uma comitiva de Trump com a qual se reuniu. O documento elaborado pelas Secretarias de Segurança de São Paulo e do Rio de Janeiro, de seus aliados Tarcísio e Claudio Castro, associava o CV e o PCC a atividades terroristas.

É cada vez mais claro, portanto, como a extrema-direita enxerga, nessas movimentações, um verdadeiro projeto de poder, falseando-o como um suposto debate de segurança pública. Diante disso, seria intuitivo dizer que a direita está mais próxima de impor a sua narrativa estratégica para as eleições, certo?

Pois é nesse exato momento que a vontade pode se desencontrar da realidade. Quando o debate sobre a classificação das facções criminosas como terroristas ganhou holofotes pela primeira vez, no desmanche do PL Antifacção na Câmara dos Deputados liderado por Derrite logo após a chacina da Penha, o tema não foi tão facilmente digerido pela sociedade civil como acreditava a extrema-direita.

Mesmo jornalões que justificavam a chacina e apoiavam o endurecimento das leis penais publicaram as suas ressalvas quanto à proposta, reconhecendo que ela servia aos interesses intervencionistas dos EUA mais do que aos debates internos de nosso país. Estadão, Folha, Globo, entre outros grandes grupos midiáticos mostraram, de forma editorial, serem contrários à manobra, e Derrite teve de recuar em seu atrapalhado episódio de relatoria do PL Antifacção.

Essas confrontações, porém, não se deram em um vácuo. Desde a fuga de Eduardo Bolsonaro para os EUA e seu lobby pelo tarifaço para prejudicar o próprio país, o tema da soberania nacional se consolidou como eixo central do cenário político brasileiro. Enquanto tresloucados estendiam uma enorme bandeira norte-americana na Avenida Paulista em pleno 7 de setembro, o que surgia mesmo era uma forte reação da opinião pública e, pela primeira vez em muitos anos, o sentimento patriótico no país passou a pender para a esquerda.

É muito importante que se questione: não houvesse essa reviravolta iniciada com os papelões de Eduardo Bolsonaro nos EUA, teriam Derrite e toda a direita recuado da proposta sobre o terrorismo enquanto desmanchavam o PL Antifacção em novembro do ano passado?

Fato é que, após este recuo estratégico, o tema agora voltou à tona com ainda mais força, empurrado por um cenário global que transcende as disputas internas brasileiras, mas que também as influencia. Com a escalada bélica estadunidense no Irã e o cerco a Cuba, já não se pergunta mais se Trump e Rubio avançarão sobre a América do Sul, mas quando e como.

As recentes tensões no continente também não ajudam. Na Colômbia, Petro sabe que tem em suas costas o mesmo alvo colocado em Maduro, e o recente conflito em sua fronteira com o Equador acende um alerta ainda maior. Por mais risível que possa parecer o oferecimento de apoio militar argentino à guerra no Irã, este também é outro passo que aponta para uma militarização das relações sul-americanas.

Mais preocupante é o caso do Paraguai, onde se aprovou uma presença praticamente irrestrita das Forças Armadas norte-americanas. Frise-se que a fronteira do Brasil com o Paraguai tem sido central na narrativa da extrema-direita brasileira para defender a classificação das facções como terroristas, sendo este o local em que autoridades apontam um vínculo entre o PCC e o Hezbollah.

De um lado, todo este cenário demonstra que o projeto de poder da direita brasileira, de utilizar o debate da segurança pública para abrir caminho a uma intervenção estrangeira que a favoreça, avança materialmente. De outro, porém, essas próprias movimentações que o possibilitam geram reações e aumentam também os seus obstáculos: na medida em que o caráter intervencionista fica mais evidente, a máscara da falsa preocupação com a segurança pública se desmancha.

Com todas as ressalvas que se possa fazer a pesquisas de opinião, é simbólico, por exemplo, o monitoramento que tem feito a Quaest acerca da opinião dos brasileiros sobre os EUA neste cenário. Desde 2025, o povo brasileiro tem uma visão cada vez mais desfavorável sobre o país norte-americano, crescendo o medo de uma intervenção.

O que se observa, portanto, é uma tendência que o avanço deste projeto bolsonarista tem de fomentar o seu próprio antídoto. Por mais que a extrema-direita falseie seu entreguismo com supostas preocupações com a segurança pública, à medida em que os EUA avançam sobre o continente com o discurso do narcoterrorismo, a defesa da soberania nacional cresce como ativo político para a frente lulista.

Eis aí, portanto, a realidade que pode se sobrepor às vontades iniciais dos dois polos que disputam estas eleições. Cabe ao governo Lula e a todos que apoiam a sua reeleição reivindicar seu papel nesta curva histórica em que nos encontramos e se negar a jogar o jogo proposto pelo bolsonarismo.

Em outras palavras, mais especificamente, não podemos tratar o debate sobre o narcoterrorismo como um debate sobre segurança pública. Devemos tratá-lo como o que ele de fato é: um projeto de intervenção estrangeira em nosso país que ameaça nossa soberania nacional.

Por tantos anos vista como ultrapassada, a verdade é que 2025 nos mostrou que pontos da velha gramática da esquerda seguem mais vivos do que nunca. A defesa da soberania e a luta anti-imperialista, quem diria, são sentimentos com potencial aglutinador muito maior do que os “coveiros da história” poderiam imaginar. Colocá-las no centro do debate deve ser nosso papel nestas eleições, sem dúvidas, as mais importantes da história do Brasil.
FLAVIO TRUMPBOY
LULA PORROU O CAIADO

O Presidente Lula reagiu com firmeza contra tentativa dos Estados Unidos de selar acordos diretos com estados brasileiros para exploração de terras raras, minerais estratégicos para a tecnologia global. O Palácio do Planalto e o Itamaraty classificam essas negociações bilaterais como desprovidas de qualquer validade jurídica, uma vez que a competência sobre recursos minerais e relações internacionais pertence exclusivamente à União. 

sábado, 22 de julho de 2023

MANIFESTO ANTIIMPERIALISTA * MARLENE SOCCAS - SC

 MANIFESTO ANTIIMPERIALISTA

BRASILEIROS E BRASILEIRAS,  PATRIOTAS  QUE AMAMOS NOSSO BRASIL,

Victória Nuland está aqui no Brasil, certamente a mando dos norte-americanos. VICTORIA NULAND ORGANIZOU UM GOLPE NA UCRÂNIA, EM 2013, PROVOCANDO UMA SITUAÇÃO GOLPISTA, QUE AGORA ESTAMOS ASSISTINDO A TERRÍVEL GUERRA NA UCRÂNIA, COMO RESULTADO DA VISITA DA DONA VICTORIA NULAND. 


TODOS NÓS, BRASILEIROS, JÁ SABEMOS QUE O IMPERIALISMO ATRAVÉS DOS NORTEMAERICANOS JÁ DERAM O GOLPE DE 1964, EM CIMA DE JOÃO GOULART, usando nossos militares como massa de manobra;  DERAM OUTRO GOLPE, EM CIMA DA DILMA, EM 2016, PARA PEGAREM O PETRÓLEO DO PRÉ-SAL, usando nossos parlamentares desatentos, como massa de manobra. 


 Para arrastar o Brasil para a situação de colônia, retirando daqui as riquezas que temos, COMO PETRÓLEO, NOSSA AMAZÔNIA, JÁ PEGARAM FORTEMENTE NOSSA BASE DE ALCÃNTARA NO MARANHÃO, E AGORA ESTÃO DE OLHO NAS  RIQUEZAS DA NOSSA AMAZÔNIA E NO PETRÓLEO RECÉM DESCOBERTO NA FOZ DO AMAZONAS. 


Não podemos aceitar outro golpe.

Nosso Brasil já foi espoliado pelos portugueses,  a partir de 1500, depois em 1808, entraram os ingleses, também nos explorando, e depois em 1945, APÓS A Segunda Guerra,  vieram os norte-americanos, fincando suas garras em cima dos nossos trabalhadores e das nossas riquezas. 


NÃO PODEMOS ACEITAR MAIS UM GOLPE.


Temos que nos organizar. Temos que sair às ruas, dizendo que somos um povo altaneiro e que não aceitamos mais ser colonizados e explorados. 


OS EUA ESTÃO COM UMA DÍVIDA DE 33 TRILHÕES DE DÓLARES, E NÃO CONSEGUEM PAGAR SEUS COMPROMISSOS. Pretendem arrancar mais aqui do Brasil, como se fossemos seu quintal.


Vários países da América Latina já sofreram golpes dos norte-americanos, com  assassinatos de muitos Presidentes e Patriotas, E que agora, certamente, querem arrancar mais riquezas aqui do Brasil, já que gastaram o que tinham em guerras e golpes de dominação pelo mundo, com a construção de 800 bases militares pelo mundo, e agora não conseguem sustentar.  

Temos que ficar alertas. TEMOS QUE CONSTRUIR UMA GRANDE FORÇA NACIONALISTA, MUITO BEM ORGANIZADA,  CONSCIENTE DOS NOSSOS DEVERES PARA COM A PÁTRIA, o que podemos fazer facilmente pela internet, RERSPEITANDO, É CLARO,  A ESPIONAGEM QUE JÁ É ENDÊMICA EM NOSSO PAÍS. 

Vamos nos unir, pelo bem do Brasil, dos nossos filhos, das nossas famílias.


UNIDOS, SEREMOS FORTES.

FORA VICTÓRIA NULAND!

FORA IMPERIALISTAS!

FORA INTERVENCIONISTAS!! 

OU FICAR A PÁTRIA LIVRE OU MORRER PELO BRASIL!!


MARLENE SOCCAS . SC


A semana no mundo - O que Victoria Nuland, senhora da guerra e do golpe

VICTORIA NULAND
TV247

sábado, 17 de setembro de 2022

PRIMAVERA VERMELHA * Wladimir Tadeu Baptista Soares * RJ

 PRIMAVERA VERMELHA

Aproxima-se a primavera

E um novo tempo vai chegar.

O amor renascerá das trevas

E a paz voltará a reinar.

A fome deixará de existir de novo

E o trabalhador voltará a ter proteção social. 

Discursos de ódio serão calados para sempre

E a verdade histórica prevalecerá. 

Servidores públicos serão valorizados

E o Ministério Público voltará a ser uma instituição democrática defensora da nossa Constituição e da nossa sociedade.

O SUS será melhor financiado e as Universidades Públicas terão a sua dignidade resgatada.

Concursos Públicos voltarão a acontecer 

E os preços públicos serão ajustados à nossa realidade social.

A criação de empregos estáveis será uma prioridade

E os reajustes salariais não serão nunca mais em índice abaixo da inflação.

Educação Pública será priorizada e a previdência social será revista para corrigir as injustiças que foram criadas.

Do mesmo modo, a reforma trabalhista, que foi feita toda ela privilegiando o empregador.

As indicações para o STF obedecerão critérios puramente técnicos, e tomara que inclua nomes oriundos da Defensoria Pública. 

A transparência será a regra e os gastos com cartões corporativos serão melhor fiscalizados. 

Mas para que tudo isso aconteça, não basta votar no Lula para Presidente. É fundamental também eleger um Congresso Nacional renovado e com maioria de Deputados e Senadores da esquerda, com claro compromisso social e legítima representatividade. 

Aqueles parlamentares do "centrão" têm que ser banidos para sempre do nosso Parlamento, para que o novo governo não sofra nenhuma chantagem política e possa ter autonomia para propor políticas públicas, sociais, culturais, ambientais e econômicas que atendam ao interesse público nacional.

Por isso, nas próximas eleições, o sol deverá nascer vermelho, expressando uma vontade popular soberana de mudar a nossa atual realidade para melhor.

E vai ser no primeiro turno porque o povo brasileiro não aguenta mais tanta covardia, tantas mentiras, tanta Incompetência, tanta negligência, tanta injustiça, tanta violência, tantos xingamentos e tanta corrupção posta sob um sigilo de cem anos.


Wladimir Tadeu Baptista Soares 

Niterói/Cambuci - RJ 

Nordestino 

wladuff.huap@gmail.com 

13/09/2022