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domingo, 15 de setembro de 2024

GLAUBER BRAGA ANTIFASCISTA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

GLAUBER BRAGA ANTIFASCISTA
DEPUTADO FEDERAL GLAUBER BRAGA, preso agora na UERJ, onde apoiava o movimento estudantil na luta por direitos legítimos, foi vítima de violenta repressão policial, miliciana e jagunçada contratada pela reitoria.
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"Pra quem não é da UERJ, é difícil entender o que está acontecendo na Universidade mais popular do RJ. Por isso, cabe uma pequena cronologia:
- 1- durante a campanha eleitoral, a chapa 10, Gulnar e Bruno, apresentou um programa eleitoral de universidade popular, prometendo manter todas as bolsas estudantis e a ampliação da assistência e permanência estudantil na UERJ.
- 2- a chapa 10 assinou uma carta compromisso com a ASDUERJ, sintuperj e DCE se comprometento a ampliar a assistência estudantil da UERJ.
- 3- por esses e outros motivos, eu mesmo apoiei a chapa 10 e ajudei a elegê-la.
- 4- o primeiro AEDA publicado pela gestão eleita Gulnar e Bruno prorrogou todas as bolsas estudantis até 31 de dezembro de 2024 (AEDA 001/2024)
- 5- AEDA é uma sigla para Ato Executivo de Decisão Administrativa. É como se fosse um decreto, não precisando de aprovação do Consun.
- 6- como o AEDA 001/2024 consolidava o que foi apresentado em campanha, não tinha nenhum problema de ser feito por "decreto". Eu sou contra o uso do expediente do AEDA, ainda que todas as Reitorias tenham feito uso disso.
- 7- a situação da UERJ mediante o RRF estava grave e os movimentos dos segmentos da UERJ fizeram campanhas desde o 1o dia letivo avisando da gravidade orçamentária, com muitos atos no palácio Guanabara, ALERJ etcetera.
- 8- Chegamos a ter ameaça de termos salários cortados pela ALERJ. A decisão do Tofoli de adiar o pagamento dos juros do RRF aliviou esta situação
- 9- salários dos substitutos atrasaram recorrentemente durante o 1o semestre. Os salários e auxílios dos terceirizados seguem atrasando.
- 10- o vice-Reitor, Bruno Deusdará, percorreu várias unidades informando a crise orçamentária e avisou que estava adiantando parcelas do orçamento, o que ia fazer o dinheiro acabar em julho, mas nunca cogitou cortar direitos. Eu mesmo vi o Bruno informar isso na minha unidade e em outras.
- 11- no dia 24 de julho, no meio das férias da UERJ, a Reitoria publicou o AEDA 38, reduzindo o grupo que tem direito às BAVS e seus benefícios de até 1 salário mínimo e meio para meio salário mínimo, o que exclui do programa de assistência estudantil cerca de 1500 estudantes da Bolsa Vulnerabilidade Social, que seria extinta no ano que vem.
- 12- no dia 26 de julho, ainda durante as férias, os estudantes da UERJ ocuparam a Reitoria no campus Maracanã. Ato contínuo os campus da FFP e da FEBF foram ocupados. Depois, a FENF tb foi ocupada.
- 13- Eu mesmo suspeitei que esse 1o momento da ocupação foi incitado pelo Ricardo Lodi, ex-Reitor da UERJ e atual oposição à Gulnar-Bruno, mas não há nenhuma evidência concreta disso. Os ocupantes informam que os lodistas só chegaram num segundo momento da ocupação. Ou seja, a ocupação não foi incitada pelo Lodi.
- 14- logo nos 1os dias, praticamente todas as forças políticas da UERJ se juntaram à ocupação. Praticamente todo o espectro da esquerda participou. Tendências do PSOL, do PT, PSTU, UP, PCBR, UJC, MEPR, Novo MEPR, CRIA, Ocupa DCE, ADEP e longos etc.
- 15- nas primeiras 24hr da ocupação da reitoria, advogados e mandatos estaduais e municipais, estudantes com remédios e com comida para os ocupantes, foram impedidos de entrar, inclusive rolou cortes de água e luz.
- 16- Quando houve a repressão, os estudantes recuaram para a Reitoria, tbm foram impedidos de entrar e sair do campus, comida não chegou, remédio não chegou, funcionários ficaram presos dentro do pavilhão João Lyra Filho (prédio principal do campus Maracanã) e do campus. Teve uma aluna, diretora da UNE, que teve seu braço torcido por um anti-greve e, segundo os estudantes, um membro da PR4 foi responsável por liberar o criminoso.
- 17- logo nos 1os dias, a atual Reitoria comparou os estudantes aos golpistas de 8 janeiro, tentando criminalizar nossos estudantes. A Reitoria tb chamou a ocupação de invasão, o que vai no extremo oposto do entendimento da esquerda. Vale ressaltar que o vice-Reitor, qnd era estudante de doutorado em 2008, apoiou a ocupação ocorrida naquele momento, que conquistou o bandejão do campus Maracanã, de modo que acredito que o Bruno se orgulhe disso, me estranhando que agora ele chame ocupação estudantil de invasão.
- 18- a partir daí, começou uma guerra de narrativas enviesadas e fake news tanto da parte do Lodi quanto da atual Reitoria. O que dificulta muito que quem não é da UERJ entenda o que está acontecendo na nossa universidade
- 19- não preciso nem citar que a cobertura da oligarquia midiática sobre a crise na UERJ é tendenciosa
- 20- em assembleia, a ASDUERJ deliberou apoio aos estudantes, à permanência e assistência estudantil da UERJ e contra a criminalização dos estudantes.
- 21- a partir disso, a Reitoria e seus apoiadores passaram a atacar a ASDUERJ, o que suscitou uma nota de solidariedade do ANDES, que acusa a Reitoria de "práticas antissindicais" contra a ASDUERJ.
- 22- essas práticas antissindicais têm comprovação cabal, uma vez que o pró-reitor de assistência estudantil (PR4), professor Daniel Pinha, leu, em plena assembleia da ASDUERJ, uma carta que sugeria a destituição da direção do nosso sindicato. Um ato explícito de assédio contra a direção do sindicato.
- 23- desde o 1o momento, a Reitoria se recusou a negociar com o comando de greve dos estudantes e escolheu negociar com o "DCE". Essa parte é mais difícil pra quem é de fora da UERJ entender. Acontece que no final da gestão passada da Reitoria, qnd aconteceu o escândalo do CEPERJ, pessoas ligadas ao DCE foram acusadas de receber propina de 5 mil reais por mês da Reitoria. Isso dissolveu o DCE, que se fragmentou e pulverizou e gerou a ocupação do DCE. Desde então, o DCE perdeu sua legitimidade perante os estudantes.
- 24- a Reitoria decidiu "negociar" com membros do DCE próximos a ela, mas que não representam os estudantes UERJ. Outra parte dos diretores do DCE estava ocupando. Tática semelhante à usada pelo governo federal qnd resolve "negociar" com o PROIFES.
- 25- logo nas primeiras semanas de ocupação, houve uma ordem, ninguém sabe de onde, de os seguranças da UERJ, junto com os terceirizados, desocuparem violentamente a ocupação. As cenas de violência rodaram o Brasil. A Reitoria quis culpar os estudantes pela violência da DESEG-UERJ e dos terceirizados, mas não colou. O próprio sindicato da segurança terceirizada condenou a ordem pros atos violentos.
- 26- durante esse processo, aconteceram 3 sessões do Consun. Logo na 1a, o conselheiro Pablo entrou com pedido de urgência para revogar o AEDA 38. A Reitoria usou de táticas nada republicanas para evitar a votação, pq provavelmente perderia a votação e o AEDA seria revogado. Durante as 3 sessões, a Reitoria e seus defensores usaram de discursos passivo-agressivos para atacar os estudantes, que responderam às agressões, subreptícias, de forma inadequada. Mais uma vez, a Reitoria quis criminalizar os estudantes, escondendo que ela provocou os estudantes o tempo todo.
- 27- no fim, a Reitoria utilizou de manobras nas 3 sessões e impediu a votação.
- 28- na 3a sessão, a Reitoria leu um parecer de um advogado da UERJ ligado ao instituto Millenium dizendo que o Consun não podia revogar AEDAs.
- 29- sabemos que o parecer do advogado ligado ao instituto Millenium é mentira pq o Consun da UERJ já revogou um AEDA no ano de 2011.
- 30- a história do instituto Millenium é central: a professora de economia da UERJ, Lúcia Helena, colaboradora do instituto Millenium, foi presidente da comissão eleitoral da eleição pra Reitoria. Logo depois do pleito com a vitória da chapa 10, ela foi indicada pela chapa vencedora para ser a nova auditora da Reitoria, rendendo vencimentos de cerca de 35 mil para ela. Um procedimento bastante duvidoso. Independente disso, o fato é que a Reitoria indicou uma auditora ligada ao Instituto Millenium.
- 31- a atual Reitoria, cujo projeto de universidade eu apoio, dobrou a aposta o tempo todo tentando criminalizar nossos estudantes.
- 32- A Reitoria também informou que não é possível remanejar verbas entre as linhas e rubricas orçamentárias, o que é uma meia verdade, já que existem sim algumas rubricas "fechadas" que não permitem remanejamento, mas todas as outras rubricas permitem sim remanejamento.
- 33- com ajustes na rubrica de obras, é possível remanejar o suficiente pra linha 4 do orçamento, atividades finalísticas, viabilizando o pagamento de todas as bolsas e auxílios até o fim do ano. Vale ressaltar que a Reitoria prometeu orçamento participativo para a comunidade acadêmica.
- 34- essas apostas dobradas chegaram ao auge com a solicitação de reintegração de posse, que criminaliza 5 estudantes, dos quais 4 pretos, e 1 TAE não- binário (que sequer é estudante e muito menos ocupante).
- 35- até onde tenho conhecimento, só Reitorias abertamente de direita tinham pedido Reintegração de posse: na UFRJ, o interventor Vilhena em 1998. Na UERJ, no começo dos anos 2000, Nilcéa chamou o Choque pra conter manifestações estudantis e o Vieiralves entrou com reintegração de posse em 2008 .
- 36- a atual Reitoria da UERJ oferece, com os AEDAs 41, 42 e 43, uma transição para a aplicação, em janeiro, de todos os cortes previstos na AEDA 038. Ou seja, praticamente troca seis por meia-dúzia.
- 37- eu, pessoalmente, não sinto sangue nas minhas mãos, pois eu apoiei o projeto de universidade popular da chapa 10, que ajudei a eleger. A eleição não é um cheque em branco para os eleitos fazerem o que quiserem, mas é um acordo com a comunidade de implementar o programa eleitoral aprovado na eleição.
- 38- ao cortar direitos dos estudantes, a atual Reitoria faz o oposto do que se comprometeu com a comunidade, que ganhou meu voto e meu apoio.
- 39- defendemos ideias e não pessoas. Defendemos pessoas na medida em que elas representam as ideias acordadas e aprovadas pela comunidade durante o processo eleitoral.
- 40- ainda estou disposto a defender o projeto de universidade popular representado pela atual Reitoria, desde que ela faça o que acordou com a comunidade e que está registrado no seu programa eleitoral e na carta compromisso assinada com a ASDUERJ, sintuperj e DCE.
- 41- atacar os estudantes e criminalizá-los não faz parte do que essa Reitoria acordou com a comunidade acadêmica.


Gregory Magalhães Costa, professor adjunto 4 da UERJ, lotado no Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAp UERJ)"

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"Nota de solidariedade ao Dep Glauber Braga

O comitê anti-imperialista general Abreu e Lima manifesta sua solidariedade ao deputado federal Glauber Braga, que está ameaçado de ser cassado pela sua atuação consequente dentro do parlamento e no dia a dia, quando faz o duro combate ao fascismo, ao sionismo e aos agentes dos EUA, que atacam os trabalhadores e retiram direitos conquistados nas ruas ao longo de décadas de lutas.

Quem tem que ser cassado são os lacaios das corporações, dos latifundiários, da burguesia e do imperialismo. O que somente com a unidade, organização e mobilização das massas trabalhadoras e populares será possível. O parlamento precisa de representantes do povo, que façam o combate aos fascistas e traidores do Brasil, o que tem sido feito pelo deputado Glauber Braga.

O combate aos fascistas, agentes do imperialismo, é tarefa determinante na luta revolucionária de todos os povos.

Todo apoio ao deputado Glauber Braga.
Fora Arthur Lira e todos os fascistas.

Brasília, 15 de setembro de 2024

Comitê anti-imperialista general Abreu e Lima"

"Glauber Fica! Lira não vai nos calar!

É a quinta vez que a extrema direita pede a cassação do mandato de Glauber, todas sem nenhum motivo ético ou moral.

Existe uma armação organizada por Arthur Lira (PP-AL) para cassar de fato o mandato de Glauber. Não é apenas mais um pedido, a extrema direita e o centrão vão rasgar a constituição e regimento da Câmara e vão fazer de tudo para cassar nosso mandato legitimamente eleito pelo voto popular.

Não podemos permitir que Lira e a extrema direita atropelem o voto popular e tentem intimidar e calar seus opositores

Assine nosso manifesto em defesa do Mandato de Glauber Braga
GLAUBER BRAGA PRESO NA UERJ, 20/09/2024
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terça-feira, 9 de abril de 2024

TODA SOLIDARIEDADE AO PROFº DANNY SHAW * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

TODA SOLIDARIEDADE AO PROFº DANNY SHAW

À comunidade internacional:
Fui censurado, ameaçado e despedido do trabalho depois de 18 anos como professor em
@JJExtAffairs por defender a Palestina contra um dos maiores crimes das nossas vidas. Na chamada “democracia mais avançada” do mundo, onde está a nossa liberdade de expressão? #Palestina não merece perecer. Não é crime ser indígena. Tenhamos a moralidade de não virar as costas a um povo que sofre um genocídio!

CUNY: Adjuntos de recontratação demitidos em retaliação por discurso pró-Palestina!
Assine a declaração abaixo e compartilhe amplamente ( tiny.cc/cunyprofs ) para exigir que a CUNY recontrate adjuntos demitidos por discurso pró-Palestina!

O professor Danny Shaw, um popular professor adjunto do John Jay College da City University of New York (CUNY), foi demitido pelo presidente da faculdade, Karol Mason, no que parece ser um caso claro de retaliação por sua posição pública franca contra o genocídio e por Libertação Palestina. Em 20 de março, o presidente de Estudos Latino-Americanos e Latinx do John Jay College foi informado de que Mason havia intervindo diretamente para bloquear a aprovação das renomeações de Shaw no verão e no outono de 2024, violando os princípios de autonomia departamental e liberdade acadêmica. A intervenção de Mason favorece uma campanha de pressão coordenada de sionistas de direita que ficaram irritados com as contas do professor Shaw nas redes sociais. Shaw leciona no John Jay College desde 2007. Ele tem excelentes avaliações de colegas, avaliações positivas de milhares de alunos e foi informado em dezembro de que havia sido indicado para um prestigiado prêmio de ensino. A demissão de Shaw é pelo menos a segunda não renomeação retaliatória de adjuntos da CUNY por discurso pró-Palestina no ano passado, depois que o Hunter College demitiu a professora adjunta Lisa Hofmann-Kuroda no outono passado por postar em apoio à libertação da Palestina em suas redes sociais privadas.

Estas demissões enganam os estudantes da CUNY no seu direito de acesso a diversas perspectivas, criam um ambiente de trabalho hostil para professores e funcionários e representam uma grave ameaça à liberdade académica.

Condenamos estas demissões retaliatórias e exigimos que as nomeações docentes dos professores Shaw e Hofmann-Kuroda sejam imediatamente reintegradas.

Ambas as demissões fazem parte de uma bem documentada campanha de repressão levada a cabo pela administração da CUNY contra professores, funcionários e estudantes que se organizam contra o genocídio e pela libertação da Palestina. Incidentes notáveis ​​incluem:Cancelamento de última hora da conferência Palestine Lives pelo presidente John Jay Mason em maio de 2022
O Conselho de Curadores da CUNY, junho de 2023, difamação da graduada em Direito da CUNY, Fatima Mohammad, por seu discurso de formatura pró-Palestina
A decisão da presidente do Brooklyn College, Michelle Anderson , de transferir uma manifestação estudantil pró-Palestina para fora do campus em outubro de 2023
Decisão da administração da Faculdade de Direito da CUNY de cancelar de última hora um evento pró-Palestina organizado por estudantes em novembro de 2023
A decisão do presidente do Queens College, Frank Wu, de denunciar a Associação de Estudantes Muçulmanos ao NYPD por causa de uma postagem pró-Palestina na mídia social em novembro de 2023

Através destas e de inúmeras outras ações, os presidentes das faculdades da CUNY, a administração central da CUNY e o Conselho de Curadores da CUNY mostraram seu apoio enfático e direto à violência colonial dos colonos EUA-Israelenses contra o povo palestino e estão tentando silenciar aqueles na comunidade CUNY que protestam contra esta violência.

Apelamos à CUNY para que se desfaça do colonialismo dos colonos, do apartheid e do terrorismo patrocinado pelo Estado, e apoiamos todos os trabalhadores e estudantes da CUNY que continuam a falar pela libertação da Palestina.

Um ferimento a um é um prejuízo para todos.

CUNY para a Palestina

1º de abril de 2024

Fomos demitidos por falar sobre gen*c!de contra o povo palestino. Assine a petição para que eu e a professora Lisa Hofman-Kuroda possamos lecionar novamente na Universidade de Nova York.

Para assinar esta declaração, forneça um endereço de e-mail que não seja da CUNY e seu nome e afiliação abaixo.

Veja a lista de signatários aqui (será atualizada periodicamente): https://docs.google.com/document/d/1cueez0mAQr3HG6rGzjoSNcj95UuIACHyl1-IC2AaVJc/edit?usp=sharing
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