Mostrando postagens com marcador danny shaw. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador danny shaw. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de abril de 2024

TODA SOLIDARIEDADE AO PROFº DANNY SHAW * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

TODA SOLIDARIEDADE AO PROFº DANNY SHAW

À comunidade internacional:
Fui censurado, ameaçado e despedido do trabalho depois de 18 anos como professor em
@JJExtAffairs por defender a Palestina contra um dos maiores crimes das nossas vidas. Na chamada “democracia mais avançada” do mundo, onde está a nossa liberdade de expressão? #Palestina não merece perecer. Não é crime ser indígena. Tenhamos a moralidade de não virar as costas a um povo que sofre um genocídio!

CUNY: Adjuntos de recontratação demitidos em retaliação por discurso pró-Palestina!
Assine a declaração abaixo e compartilhe amplamente ( tiny.cc/cunyprofs ) para exigir que a CUNY recontrate adjuntos demitidos por discurso pró-Palestina!

O professor Danny Shaw, um popular professor adjunto do John Jay College da City University of New York (CUNY), foi demitido pelo presidente da faculdade, Karol Mason, no que parece ser um caso claro de retaliação por sua posição pública franca contra o genocídio e por Libertação Palestina. Em 20 de março, o presidente de Estudos Latino-Americanos e Latinx do John Jay College foi informado de que Mason havia intervindo diretamente para bloquear a aprovação das renomeações de Shaw no verão e no outono de 2024, violando os princípios de autonomia departamental e liberdade acadêmica. A intervenção de Mason favorece uma campanha de pressão coordenada de sionistas de direita que ficaram irritados com as contas do professor Shaw nas redes sociais. Shaw leciona no John Jay College desde 2007. Ele tem excelentes avaliações de colegas, avaliações positivas de milhares de alunos e foi informado em dezembro de que havia sido indicado para um prestigiado prêmio de ensino. A demissão de Shaw é pelo menos a segunda não renomeação retaliatória de adjuntos da CUNY por discurso pró-Palestina no ano passado, depois que o Hunter College demitiu a professora adjunta Lisa Hofmann-Kuroda no outono passado por postar em apoio à libertação da Palestina em suas redes sociais privadas.

Estas demissões enganam os estudantes da CUNY no seu direito de acesso a diversas perspectivas, criam um ambiente de trabalho hostil para professores e funcionários e representam uma grave ameaça à liberdade académica.

Condenamos estas demissões retaliatórias e exigimos que as nomeações docentes dos professores Shaw e Hofmann-Kuroda sejam imediatamente reintegradas.

Ambas as demissões fazem parte de uma bem documentada campanha de repressão levada a cabo pela administração da CUNY contra professores, funcionários e estudantes que se organizam contra o genocídio e pela libertação da Palestina. Incidentes notáveis ​​incluem:Cancelamento de última hora da conferência Palestine Lives pelo presidente John Jay Mason em maio de 2022
O Conselho de Curadores da CUNY, junho de 2023, difamação da graduada em Direito da CUNY, Fatima Mohammad, por seu discurso de formatura pró-Palestina
A decisão da presidente do Brooklyn College, Michelle Anderson , de transferir uma manifestação estudantil pró-Palestina para fora do campus em outubro de 2023
Decisão da administração da Faculdade de Direito da CUNY de cancelar de última hora um evento pró-Palestina organizado por estudantes em novembro de 2023
A decisão do presidente do Queens College, Frank Wu, de denunciar a Associação de Estudantes Muçulmanos ao NYPD por causa de uma postagem pró-Palestina na mídia social em novembro de 2023

Através destas e de inúmeras outras ações, os presidentes das faculdades da CUNY, a administração central da CUNY e o Conselho de Curadores da CUNY mostraram seu apoio enfático e direto à violência colonial dos colonos EUA-Israelenses contra o povo palestino e estão tentando silenciar aqueles na comunidade CUNY que protestam contra esta violência.

Apelamos à CUNY para que se desfaça do colonialismo dos colonos, do apartheid e do terrorismo patrocinado pelo Estado, e apoiamos todos os trabalhadores e estudantes da CUNY que continuam a falar pela libertação da Palestina.

Um ferimento a um é um prejuízo para todos.

CUNY para a Palestina

1º de abril de 2024

Fomos demitidos por falar sobre gen*c!de contra o povo palestino. Assine a petição para que eu e a professora Lisa Hofman-Kuroda possamos lecionar novamente na Universidade de Nova York.

Para assinar esta declaração, forneça um endereço de e-mail que não seja da CUNY e seu nome e afiliação abaixo.

Veja a lista de signatários aqui (será atualizada periodicamente): https://docs.google.com/document/d/1cueez0mAQr3HG6rGzjoSNcj95UuIACHyl1-IC2AaVJc/edit?usp=sharing
***

sábado, 10 de julho de 2021

O assassinato do presidente do Haiti e a América Latina * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT

 O assassinato do presidente do Haiti e a América Latina 


No dia 7 de julho foi assassinado o presidente do Haiti Jovenel Moise por pessoas  com alto treinamento militar e armamento de alta tecnologia, o que lhes permitiu  até driblar a segurança presidencial. 

No país mais pobre da América e um dos mais pobres do mundo, Moise já tinha o  mandato terminado, mas não tinha saído do governo. 

Ele contou com o apoio de Trump e posteriormente de Biden. 

O problema é a brutal desestabilização do Haiti que já dura vários anos. Nos  últimos meses, as mobilizações pela saída de Moise tinham recrudescido. 

Fora a história policial, o mais importante é entendermos o contexto político em  que esse assassinato aconteceu e a serviço de quem aconteceu. 

Enquanto Moise foi assassinado, os imperialismos norte-americano e inglês se  vêm obrigados a retirar as tropas do Afeganistão, apesar de que buscam deixar  tropas especiais para controlar o tráfico do ópio (componente básico da heroína)  como um dos mecanismos para sustentar as operações militares e policiais com  verbas ilegais. 

A isso se lhe soma a pressão que sofrem no Iraque, na Síria e no Iêmen; O imperialismo precisa se fortalecer para ir à guerra.

O imperialismo sofre recorrentes crises por causa do aprofundamento da crise  capitalista mundial que é a maior de toda a história. 

A economia mundial se encontra em recessão há um ano e meio e ainda há o  problema dos volumes obscenos de capitais fictícios/ especulativos que se  transformaram em componentes fundamentais da taxa media mundial de lucros. 

ENTREVISTA COM DANNY SHAW
professor, pesquisador e jornalista norteamericano

Toda crise capitalista tem como objetivo queimar os “excessos”, principalmente  o capital fictício, para dessa maneira retomar a produção de mercadorias em  ritmo ainda superior ao que foi antes. Esta é uma das leis principais do capital, sua  reprodução ampliada. 

Todas as leis do capitalismo se encontram tensionadas como nunca antes, e  piorando. 

O controle da crise por meio da “pandemia” faz parte da política para conter a  crise que tem fortes componentes militares. Mas ela funciona mais como uma  máscara, uma maquiagem. 

A verdadeira saída para crise, por parte das potências capitalistas, passa por uma  grande guerra que consiga “corrigir os desarranjos”, queimar forças produtivas e  redividir o mercado mundial. 

Para ir à guerra o imperialismo norte-americano precisa fortalecer-se onde é  mais forte, a América Latina.

Somente com a “pax norte-americana” na região é possível tentar derrotar ou  neutralizar as demais potências, principalmente a China aliada da Rússia, e  manter e (ainda) aumentar o controle do mercado mundial. 

O assassinato de Jovenel Moise acontecesse justamente nesse contexto, dos  estados de sítio crescentes na região, na militarização dos estados, da entrega  total dos recursos nacionais para as grandes empresas, a troco de nada, do  rebaixamento das condições de vida das massas, da aprovação de leis ultra  repressivas, do rápido fortalecimento da direita, o enfraquecimento da  “esquerda” oficial e o chamado “progressismo” com a sua incorporação ao Grupo  de Puebla. Esses são todos componentes da estabilização do quintal traseiro do  imperialismo norte-americano em preparação para a guerra. 

As tarefas colocadas para os revolucionários 


Os revolucionários enfrentamos uma das situações mais difíceis da história e ao  mesmo tempo uma das situações políticas mais favoráveis. 

Se bem o imperialismo e a burguesia escalaram a agressividade, os mecanismos  de contenção têm se fragilizado. 

O principal mecanismo de controle dos trabalhadores é a ditadura do capital nas  empresas. 

O segundo mecanismo são as burocracias oportunistas e mafiosas dos sindicatos,  dos partidos da “esquerda oficial” e dos movimentos sociais. Eles quase não têm  militantes na base mais, principalmente no movimento operário. 

Isso é uma fraqueza do movimento de trabalhadores? Sim, mas ao mesmo tempo  é uma fraqueza ainda pior da burguesia porque os trabalhadores devem ser  controlados na ponta das baionetas e com o fascismo e as ditaduras militares. 

Há uma avenida aberta para a revolução, o que não significa que a avenida esteja  sem buracos e pedras no caminho. 

A avenida está aberta porque quando um conjunto de revolucionários sérios,  com muita clareza política e flexibilidade tática agem, alinhados com o estado de  espírito das massas, podem conseguir resultados que seriam impensáveis há 30  anos. Exemplos, as duas greves dos Correios contra Bolsonaro, o levante no Chile  ou até ir na porta de uma fábrica. Nos anos de 1980, nas portas das fábricas havia  vários grupos políticos distribuindo materiais, e a maioria deles com militantes  na base. Hoje praticamente todos desapareceram. 

Os revolucionários temos o dever histórico de abandonarmos os “ismos” e o culto às grandes personalidades do passado. Nós temos o dever sim  de tomar as experiências do passado para colocarmos em pé políticas que nos  permitam organizar a lutas dos trabalhadores e das massas. 

Devemos levantar as bandeiras de luta que representam a saída dos  trabalhadores para a crise. E em torno delas desenvolver a política para as  massas e agrupar os revolucionários. 

***

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Danny Shaw Entrevistas *Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT

DANNY SHAW

Militante socialista internacionalista; viajou em trabalho militante a diversos países da América do Sul, sobretudo Venezuela e Brasil; professor de relações internacionais da Universidade pública de Nova Iorque, escritor e lutador antiimperialista, defensor dos povos do terceiro mundo, aliado da FRT.

ENTREVISTA AO PAINEL BRASIL/ROSA DINIZ

https://rosadiniz.com/2021/01/22/o-que-muda-para-a-america-latina-o-governo-joe-biden/

PROFESSOR DANNY SHAW / YOUTUBE
***