O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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domingo, 10 de agosto de 2025
Bozofascismo: quando a crença supera a análise * Arnaldo Chioquetta/RS
sábado, 27 de janeiro de 2024
ABIN DO BOZO BABOU * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
PAULO GUEDES NAZISTA * Alexandre Santos - PE
quarta-feira, 7 de dezembro de 2022
CENSO 2022 E OS POVOS ORIGINÁRIOS * TALITA BEDINELLI / SUMAUMA

quinta-feira, 24 de novembro de 2022
DOS GESTOS NAZI-FASCISTAS ÀS DESPÉROLAS TEATRAIS * Adão Alves dos Santos - SP
DOS GESTOS NAZI-FASCISTAS ÀS DESPÉROLAS TEATRAIS
CRÔNICAS PARA DESEMBURRECER TOMO CMXXXII
Se é inegável, o surgimento de gestos nazi-fascistas nas atuais manifestações golpistas que pipocam pelo Brasil, os fatores históricos que marcam tal surgimento, e estes países tem importâncias referências no povoamento tupiniquim.
Os povos originários foram primeiro vítimas da invasão portuguesa, sentia a "clava diabólica da santa inquisição". Quando falamos desta invasão portuguesa, falamos do fascismo português, que só foi superado pela revolução dos cravos no dia "25/04/74".
Ainda no séc XVII, a coroa portuguesa, num instante vacância, "ou de matrimônio", integrou o reino espanhol, aqui o fascismo chegou ao auge com o generalíssimo Franco. Neste país, assim como no Brasil, não houve ruptura, o fim da fascismo se deu com a morte do ditador, e a Espanha voltou a ser um reinado, não uma república, como até a primeira metade do séc XX.
A Itália, durante os tempos anteriores a unificação, forneceu grande parte dos imigrantes "brancos", que vieram para cá, substituir a mão de obra escravizada. Na Itália o fim do fascismo, foi em consequências da derrota na guerra.
A imigração alemã, ocupou os estados do Sul, "Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estados onde o despresidente bozo, teve os maiores percentuais de voto.
O fato completamente alienígena nesta história é o comportamento teatral, já que a arte, sempre foi pobre de libertação, ver o potencial artístico reforçando manifestações golpistas, enfraquecem a força revolucionária da arte, para felicidade geral, eles são uma absoluta minoria.
&
OS GESTOS NAZI-FASCISTAS NAS MANIFESTAÇÕES GOLPISTAS: PARTE 2 INDO UM POUCO ALÉM
CRÔNICAS PARA DESEMBURRECER TOMO CMXXXIV
PARTE 2
Se imaginarmos que as razões para o surgimento do nazi-fascismo, já é um pouco mais profundo, que só as consequências da primeira guerra, sua expansão pela Europa também. O fascismo surgiu na Itália, com Mussolini, país de unificação tardia, foi para Alemanha, igualmente igualmente unificado apenas no séc XIX, teve ascensão também na Espanha com "Franco" e em Portugal, "Salazar". Nestes dois últimos, potências nos séc XV e XVI, tinha suas pujanças econômicas fundamentadas no capital externo, em outras palavras, fora a nobreza comercial, não houve "lucros" com as atividades, nem mesmo para o Estado, que estruturou as atividades, não usufruiu, exatamente como acontece no capitalismo. O Estado banca, as elites mamam.
Não foi só nestes países, que a características religiosas sobressaem, a Europa, foi o centro do mundo até o surgimento da potência yanque, assim como a presença da religião e da igreja católica e total, chegando até ser o próprio Estado. Igreja forte Estado fraco. É justamente a necessidade de fazer forte o Estado, o fermento para o surgimento do nazi-fascismo, tem tem como característica principal o estado forte, sem partido o com partido único.
O nazi-fascismo surge com o Estado forte, ele precisa fortalecer a hipotética imagem do homem, (justamente do homem), nazi-fascismo, é um regime machista, xenófobo, sexista, racista homofóbico, com um exemplo de ser humano, se surgiu na Europa, além de homem, pelo machista, intolerante religioso.
O componente religioso é importante, já que historicamente a igreja impôs ao mundo a inquisição, onde perseguia os hereges.
Nos países como Itália e Alemanha, o inexsistente Estado precisou ser forte, para colocar este países no cenário europeu, que também era mundial.
Estes quatro países, tem em diferentes estágios, papel de relevância na colonização do Brasil e, é esta importância que discutiremos amanhã.
Adão Alves dos Santos - SP
quarta-feira, 23 de novembro de 2022
O BOZO E OS ETS * Rodrigo Fontes - SP
O BOZO E OS ETS
Ela olha para aquela multidão de otários no sol (que já estava pra se pôr) e diz, com um sorriso enorme e muita alegria: "Os ETs disseram que graças a energia e fé de vocês que vieram pra cá, não vai mais ter dilúvio! Vocês salvaram o mundo, podem ir pra casa!". Depois de uns segundos de silêncio, a multidão irrompe em gritos de alegria: "Salvamos o mundo!"
O Custo afundado é quando você já colocou tanto investimento (emocional, físico, mental e até espiritual) em algo, que simplesmente não consegue aceitar o valor perdido e então dobra a aposta, mesmo contra toda a razão e lógica. É um processo irracional, e no fundo vem da dificuldade que o ser humano tem de reconhecer que errou e/ou que foi feito de otário.
É difícil demais aceitar que você se alimentou de fake news, aceitando uma ideologia insana e desconectada com a realidade, criando espantalhos e inimigos imaginários, ignorando e piorando os problemas reais em pról de mentiras e loucuras.
É difícil aceitar que você estava do lado errado, que se fosse um alemão você estaria do lado do bigodinho. É difícil perceber isso, mesmo fazendo o Seig Heil em protesto e pedindo por golpe militar e ditadura. É difícil perceber que você é o golpista, você é quem quer transformar o país numa Venezuela. É difícil, bizarro e revoltante - mas tá tudo bem. Não vai ter mamadeira de piroca, não vão fechar igreja, não vão proibir a bíblia e nem vai ter gente abortando a torto e direito. O brasil não vai virar comunista.
A única coisa que vai acontecer é que o fascismo vai voltar pro bueiro, quando o bozo e sua trupe perderem o foro e começarem a ser investigados e as provas surgirem. Aí vocês vão perceber o que todo mundo já percebe. E aí, tomara, que sintam vergonha na cara e reconheçam os erros, ao invés de dobrar novamente a aposta e se tornar ainda mais alienado e irracional, vivendo no seu próprio mundo paralelo - onde apesar de não ter sinal nenhum de et e de dilúvio, prefere acreditar que salvou o mundo ao invés de cogitar que talvez só tenha perdido um tempo que nem otário se queimando no sol por acreditar numa mentira sem pé nem cabeça."
(Texto de Rodrigo Fontes)
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
UM FASCISTA TUPINIQUIM * Pedro Cesar Batista - DF
UM FASCISTA TUPINIQUIM
Mais um dia começaria. Ele tinha programado outro discurso, falaria com convicção, a mesma de sempre. Antes de chegar ao plenário, encontrou no Salão Verde a deputada Maria Rosário. Partiu para cima dela aos gritos:
- “Não te estupro porque você é feia, você não merece”.
Muitas pessoas acompanharam a ofensa. Ele foi além, a empurrou, ameaçava estapeá-la. Continuou o seu caminho, seguiu sorrindo, como se nada tivesse acontecido.
- “Teria que ter matado 30 mil, mataram pouco”, costumava falara em coletivas de imprensa lembrando a ditadura militar de 1964. Abertamente defendia que deveriam ter matado mais, - mataram pouco, afirmava sempre. Seus filhos, desde criança foram educados com essa ideia, que era preciso matar quem fosse de esquerda.
Durante a campanha eleitoral para presidente do Brasil, em um comício no Estado do Acre, pegou um suporte de microfone, imitou uma metralhadora e falou ao microfone: “Vamos fuzilar a petralhada”. A sua assistência gritava como cães raivosos.
Na Tribuna, com muito orgulho, afirmou “fui o único deputado a votar contra os direitos das empregadas domésticas”, reafirmou o que tinha dito antes, que “não empregaria mulheres com o mesmo salário”, o homem deve ganhar, pois não engravida e não precisa se afastar do trabalho por não ficar gestante, merece um salário maior.
Veio a pandemia da Covid-19, governantes em todo o mundo, orientados por pesquisadores e a Organização Mundial da Saúde deram orientações para salvar vidas. No Brasil, milhares de pessoas morriam diariamente e ele repetia: “Não sou coveiro, todos vão morrer, só os mais fortes viverão”. Ao mesmo tempo, levantava em frente à sede da residência oficial, o Palácio da Alvorada, uma caixa de ivermectina, como um troféu. Seus seguidores, sem usar máscaras, nem fazer o distanciamento, gritavam ao vê-lo levantar o remédio para matar piolhos, incentivando todos a fazerem o “tratamento preventivo”. As Forças Armadas definiram um protocolo médico, orientou os militares a tomarem o mata piolho e a cloroquina. As mortes passavam de 4 mil por dia e ele negando a pandemia, afirmava que a vacina contra a covid-19 “faria a pessoa virar jacaré”, “ficar gay”, “causar aids”. “Só se eu compra vacina na casa de sua mãe”, respondia aos que pediam vacina. Enquanto isso, durante suas lives, imitava um doente sem ar: “cof, cof, cof”.
Certa vez, ainda deputado, durante visita a um centro israelita, no Rio de Janeiro, contou uma visita que fez a um quilombo. A seleta plateia de judeus ricos escutou: “o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Nem para procriador ele serve mais", mostrando seu desprezo pelo povo negro.
“Parabéns à polícia civil do Rio de Janeiro” disse, em nome da Presidência da República, em nota oficial, logo após uma incursão da policial civil carioca, acompanhada de policiais rodoviários federais à Favela do Jacarezinho, que deixou 28 pessoas mortas. Todos negros e pobres, fuzilados na cabeça.
Em rodas de admiradores dizia que se “o filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento”, informando como combatia a orientação sexual das pessoas LGBT. “Eu sou imbrochável”, bradou durante o ato em comemoração ao bicentenário da independência, na Esplanada dos Ministérios, na Capital Federal, sendo repetido em coro por uma multidão vestida com a camisa da seleção de futebol do Brasil: “imbrochável, imbrochável, imbrochável”.
Mais uma vez, disputava uma eleição, candidato à reeleição para a Presidência da República, “nunca teve um governo tão honesto como o meu”, afirmava, sem esquecer sua máxima “Eu sonego tudo que for possível”, falava sorrindo sobre o pagamento de impostos, ao mesmo tempo que tinha decretado sigilo de 100 anos sobre seus gastos no cartão coorporativo. Sem esquecer que certa vez, perguntado sobre por que pegava o auxílio moradia da Câmara dos Deputados se possuía residência em Brasília, respondeu: para comer gente”. Sempre se assumiu como desonesto, nunca escondeu.
O que assustava quem ouvia estes discursos era que ele tinha muitos seguidores, os quais gritavam “mito, mito, mito”, por onde ele passava, depois de finalizar seu discurso com o bordão “Brasil acima de todos, Deus acima de tudo”, ao mesmo tempo que animava seus apoiadores a se armarem, “vamos armar todo mundo”, “as minorias terão que aceitar ou serão expulsas do Brasil”.
O imbrochável animava a massa ignara quando contava que “pintou um clima com umas 3 ou 4 meninas de 14 e 15 anos”. “Nossa bandeira nunca será vermelha”, destacava sempre que destruía algum patrimônio nacional. “Eu vim para destruir”, ele disse, assim que assumiu a presidência, durante ato em Washington, ao lado de Donald Trump e fora aplaudido.
Pedro César Batista.DF















