O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quarta-feira, 14 de outubro de 2026
TRABALHADORES CONTRA O BOLSONARISMO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
domingo, 14 de julho de 2024
CARTA AOS REVOLUCIONÁRIOS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
*CARTA AOS REVOLUCIONARIOS*
Como os companheiros bem sabem, o sistema capitalista vive uma profunda crise estrutural que atinge o seu organismo como totalidade.
Há muito a crise que atinge o modo de produção capitalista, não é apenas somente econômica, mas social, política, civilizatória, etc; enfim, a crise possui um caráter universalizante e ameaça de forma objetiva a própria sobrevivência da humanidade.
O momento atual tem como uma de suas marcas, o auge da contra-revolução; aberta sobretudo, desde o fim da União Soviética e queda do Muro de Berlim, acontecimentos históricos que expressaram dura derrota do proletariado mundial.
A fragmentação em que se encontra a esquerda revolucionária brasileira, potencializa seu isolamento em relação a classe, fator que contribui inexoravelmente para a solidificação da contra-revolução burguesa.
Nesse sentido, torna-se mesmo imperativo construir no país um polo autenticamente revolucionário, que aglutine os melhores, mais combativos e abnegados elementos da vanguarda classista para criar de fato, as bases de um partido comunista da revolução brasileira.
Nesta perspectiva buscamos construir junto às demais organizações proletárias e comunistas este instrumento de Frente de Lutas, que pode tornar-se um embrião do partido revolucionário, não como ficção, mas sim concretamente. Dessa forma propomos a aproximação de todas as correntes, no sentido de atuação pela via política da Frente Única de esquerda.
*Propomos pôr de pé uma imprensa operária, popular e comunista, que saiba fazer seu papel de esclarecer e despertar as massas trabalhadoras. Que saiba, em seu cotidiano e intervenção, fazer a ponte dialética entre o programa mínimo e as necessidades históricas da revolução brasileira em nossa agitação e propaganda;
*Propomos fortalecer a Frente Única Revolucionária dos trabalhadores brasileiros, que centralize as organizações revolucionárias, no sentido de superar nossa fragmentação e fortalecer nossa atuação junto às massas;
*Propomos deliberar uma agenda de atuação e intervenção na atual conjuntura histórica gravíssima, visto que o tempo corre.
Com a perspectiva de avançarmos para a construção de um instrumental para potencializar as lutas dos explorados, diante de uma conjuntura marcada pela guerra de classe que a burguesia declarou ao povo brasileiro, é que apresentamos as propostas acima aos demais camaradas.
Saudações revolucionárias
!!!!!!
Frente Revolucionária dos Trabalhadores
FRT
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segunda-feira, 27 de setembro de 2021
Propostas para Consolidação da Frente Revolucionária dos Trabalhadores * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
Propostas para Consolidação da Frente Revolucionária dos Trabalhadores
Camaradas, o momento histórico em que nos encontramos, caracteriza-se pelo auge da contra-revolução; ataques sem precedentes do capital contra as conquistas econômicas e sociais dos trabalhadores; avanço da fascistização e do terrorismo de Estado por parte das oligarquias burguesas; destruição do meio ambiente no pais e recrudescimento dos ataques contra os povos originários, reprimarização de nossa economia e a consolidação no país, de relações de trabalho que se assemelham quase que literalmente, a uma grande feitoria moderna.
A inflação avassaladora consome os minguados recursos de nosso povo, significando de fato, uma escandalosa e aberta transferência de renda em benefício dos grandes parasitas capitalistas, que não são mais que verdadeiros entraves para o desenvolvimento da nação, base de um capitalismo dependente e monstruoso, que é a sociedade brasileira de herança escravagista.
Diante do agravamento da crise capitalista mundial, a burguesia brasileira aprofunda a dependência, o subdesenvolvimento e a miséria absoluta de nossa gente.
Numa situação tão complexa e dramática para as massas trabalhadoras, as direções sindicais, dos movimentos populares e da esquerda liberal encontram-se mudas, apáticas, esperando a chegada das eleições de 2022, para aí, "dar uma resposta nas urnas", enquanto o país se desintegra e o povo brasileiro sofre na pele os efeitos do desemprego voraz, da fome e da miséria.
Em um quadro tão grave como este, é urgente por em pé uma política ofensiva dos trabalhadores contra a burguesia. Para isso, é preciso fortalecer e articular uma agenda nacional de enfrentamento popular, como as marchas da fome, movimentos contra o desemprego, a carestia, etc.
É mais atual do que nunca unificar todas as organizações de luta da classe operária e das massas populares. Um grande Fórum da classe trabalhadora precisa ser construído com urgência no país.
Dessa forma, o trabalho de fortalecimento da Frente Revolucionária dos Trabalhadores torna-se imprescindível. As organizações da esquerda revolucionária necessitam superar neste momento histórico, a fragmentação e divisões sectárias que até agora perduram em nosso meio.
Precisamos urgentemente diante de tal situação dramática, dar um sério combate para fortalecer as fileiras da Frente aglutinando em seu interior, as organizações da esquerda Revolucionária, no sentido de potencializar um sério trabalho classista e revolucionário, que consiste em fortalecer e elevar a consciência de classe e política do nosso povo, organizar as massas para os futuros combates contra os exploradores e fazer avançar a agenda da revolução brasileira em marcha.
Construir a Frente, propor sem sectarismo a aproximação das demais correntes revolucionárias no país; desenvolver o programa da revolução brasileira e se enraizar profundamente nas bases da classe operária e das massas populares, devem ser nosso horizonte no próximo período da luta de classes no pais. Derrubar o governo genocida de Bolsonaro e todo o retrocesso histórico que representa, é tarefa primordial do momento. Avante camaradas, pois grandes possibilidades se apresentam no horizonte!
*Não ao pagamento da corrupta dívida pública!
*Revogação imediata da Emenda Constitucional do Teto de Gastos!
*Revogação imediata de todas as privatizações e "reformas"neoliberais, como trabalhista e previdenciária!
*Por um plano nacional de geração de empregos!
*Por uma renda básica, de um salário mínimo aos trabalhadores desempregados!
*Escala móvel das horas de trabalho, com redução da jornada!
*Escala móvel dos salários e dos benefícios sociais financeiros!
*Por uma Petrobrás 100% estatal sob controle dos trabalhadores petroleiros!
*Reforma agrária já!
*Abaixo o latifúndio!
*Fora Bolsonaro-Mourão!
*Por um governo dos trabalhadores!
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domingo, 18 de abril de 2021
Unificar os verdadeiros revolucionários e anti-imperialistas contra o massacre * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB
Unificar os verdadeiros revolucionários e anti-imperialistas contra o massacre
O avanço do massacre dos trabalhadores e do povo brasileiro avança a passos largos perante a paralisia generalizada no Brasil.
Se tornou imperioso organizar a resistência com o massacre. A violência dos ataques tende a colocar as massas em movimento inevitavelmente. Esse é o verdadeiro motivo do acelerado aparelhamento repressivo do estado e da burguesia, assim como o fortalecimento das milícias, da incorporação das bandas criminosas ao estado e dos fascistas.
Não é mais lógico nem prudente continuar atuando a partir de pequenos núcleos. As divergências táticas entre os agrupamentos da esquerda revolucionária devem ser deixadas de lado em prol da defesa das bandeiras de luta contra o massacre dos trabalhadores e do povo brasileiro e dos povos da América Latina. O cancelamento da ultra corrupta dívida pública e das privatizações. A saúde e a educação públicas. O salário mínimo vital e o emprego. O fim do latifúndio e o “agronegócio”. O rompimento com todas as imposições do imperialismo e pela soberania nacional.
É preciso unir a esquerda revolucionária na defesa do programa revolucionário
Muitas das divergências estão ultrapassadas para o presente momento histórico, pois se relacionam com “ismos” ou grandes personalidades cujas “correntes revolucionárias” cumpriram um papel, até importante, em épocas determinadas. Ainda onde essa política conduz a não ser à conformação de seitas.
Precisamos responder à altura das necessidades que os trabalhadores e os povos têm hoje.
Também precisamos superar o “egocentrismo” em prol da organização da luta de massas ao invés de ficarmos pulverizados em aparelhinhos.
A unidade na luta se tornou imprescindível hoje, inclusive adotando medidas orgânicas.
Neste momento, em que a “esquerda” oficial se passou com mala e cuia para o campo da direita e do imperialismo, dando continuidade ao processo que escalou a partir da década de 1980, com o chamado “neoliberalismo”, é preciso ocupar o campo político que ficou aberto, qual uma avenida. Até porque se essa tarefa não for cumprida, esse campo será ocupado pelo fascismo e/ou esmagado pelas ditaduras pinochetistas.
Precisamos nos agrupar para lutar, unir forças e ideias, e criar o núcleo de um grande movimento para salvar a nação brasileira.
Muita gente está morrendo pela pandemia e principalmente pela destruição da saúde pública, dos empregos, de todos os serviços sociais, num clima generalizado de insegurança.
Contra o governo Bolsonaro, o fascismo e o imperialismo
O Brasil, o fascismo e o pinochetismo, e o gado indo para o abate
Se encontra em andamento uma CPI contra o governo Bolsonaro em relação à gestão da pandemia.
Em primeiro lugar, devemos entender o caráter deste governo se não quisermos ser enganados mais uma vez.
O governo Bolsonaro estava prestes a cair quando Donald Trump perdeu as eleições nos Estados Unidos para Joe Biden/ Kamala Harris. Como por arte de mágica, ele foi reciclado e passou a resumir o conjunto do regime político.
O governo Bolsonaro 2.0 impôs os presidentes das câmaras dos deputados e dos senadores de levada. A seguir aprovou a Autonomia do Banco Central por 336 votos a 114 e a abertura de contas em dólares para as grandes empresas contarem com facilidades adicionais para repatriar os lucros.
A aprovação da PEC 186, a denominada PEC do Auxílio Emergencial, na prática teve como objetivo reforçar a Lei do Teto para os gastos sociais.
Agora temos todo o regime político, desde a extrema direita até a “esquerda” oficial teleguiada pelo imperialismo norte-americano para impor o massacre do povo brasileiro.












