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domingo, 31 de outubro de 2021

O mentiroso da nação * Poeta Cosme Lopes / RN

O mentiroso da nação 

Quem preside um país 

Quem representa a nação 

Precisa ter polidez 

Ter ética e educação 

Pois sendo um delinquente

Com função de presidente

Só causa decepção


Afirmar que a vacina

Que deixa o povo curado

Quem toma em outro pais

Com Aids é contaminado

Um presidente fascista

Além de negacionista 

É mal intencionado


Falar mal do Reino Unido

É mais que indecoroso

Mas o governo de lá 

Lhe chamou de mentiroso

Terás alguém inocente

Que defendo o presidebte

Vendo que ele é criminoso?


Vacinas em todo o lugar

Deixa o povo imunizado

Profissionais de saúde 

Trabalham com muito cuidado

Quem usa a inteligência 

Quem acredita na ciência 

Vê que tu és desvairado 


O povo do nosso Brasil

Merece ser respeitado

Por toda autoridade

Ser muito bem informado

Mas temos um falastrão 

Que envergonha a nação 

Por ser desqualificado


Presidente o mundo sabe

Que tu é despreparado

Todo dia mente muito

Já está desmoralizado

Tu nem sabe o que diz 

Se desejar ser feliz

Basta que fique calado


Poeta Cosme Lopes

Ceará-Mirim, 26 de outubro de 2021


domingo, 12 de setembro de 2021

Leão reduzido a rato * Poeta Cosme Lopes / RN

 Leão reduzido a rato


O cordel vem ao leitor

Trazendo mais um relato

Dos últimos dias no Brasil

Fica aqui esse extrato

De quem rugiu como leão

Afrontou a Constituição 

Hoje foi ruído de rato


Queria a insurreição 

Mas hoje está bloqueado

Para seus apoiadores

Fez discurso inflamado

Demonstrou-se corajoso

No ato foi criminoso

Agora está acabrunhado


Desafiou a Justiça 

Disse que não obedecia

Mas em oito de setembro

Nele se viu covardia

Pois diante de Moraes

Para não ir aos tribunais

DISSE: "Falei o que não devia"


Hoje ele está assim

Igual a pinto no ovo

Escondido como toupeira

Não imita mais o corvo

Quem se achava gigante

Ficou bem periclitante

Lhe botaram o estorvo 


Pensou que abria a boca

E falava o que queria

Ofendendo autoridades

E a nossa democracia

Defendendo ditadura

Mas acabou a bravura

Hoje o sujeito nem chia


Hoje até seus cupinchas

Lhe chamam cabra de peia

Está igual a avestruz

Com a cabeça na areia

E nem pode reclamar

Pois se besteira falar

Vai direto para a cadeia


O golpe não será dado

Acabou-se o argumento

Até seus apoiadores

Já não tem esse argumento

Pois o povo brasileiro

Que quer o Brasil ordeiro

Somos setenta por cento 


No estado que se encontra

Não pode fazer joguete

Pois o Supremo Tribunal

Manda desce-lhe o cacete

Mesmo que apele a Michael 

E venha pedido em papel

Por carta ofício ou bilhete


Mando um avião da FAB

Para buscar proteção 

Pediu que o Michael Temer

Falasse com o Chandão

Afrontou mas ficou frouxo

De medo até ficou roxo

De ir para uma prisão 


Chamou apoio ao golpe

Em Brasília e na Paulista

O número de apoiadores 

Ficou abaixo da lista

Caiu mesmo do cavalo

Pensava cantar de galo

Mas quebraram-lhe a crista 


A situação está ruim

Indo ao despenhadeiro

Não tem mais apoio do agro

E nem de caminhoneiro

Acabou-se o arrogo

Quando quis demostrar fogo 

Apareceu-lhe um bombeiro


Quem desejar se salvar

Use os membros e corra

A justiça não deixa o Brasil

Se tornar completa zorra

Foi uma grande broxada

Chega de tanta fakeada

Agora acabou "porra"


Poeta cordelista Cosme Lopes

Ceará-Mirim, 10 de setembro de 2021

*

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Queremos é o feijão * Poeta Cosme Lopes / RN

 Queremos é o feijão

Trabalhador não quer fuzil

Compra é arroz e feijão

Quem usa fuzil é bandido

Miliciano e valentão

Fuzil é para matar

O povo quer se alimentar

Manter a casa com o pão


Quem ganha salário mínimo

Não pensa no tal fuzil

O dinheiro nem lhe sobra

Para comprar um cantil

Mas o defensor da morte

Acha que arma é suporte

Para melhorar o Brasil


O trabalhador brasileiro

Quer é comida no prato

Quer um salário mais justo

Feijão e arroz barato

Quer ter é dignidade

Sentir a felicidade

De ter roupa e sapato


Brasileiro quer trabalho

Para está sempre ativo

Quer um Brasil que prospere

Não um país primitivo

Quer almoçar e jantar

Isso é menos que esbanjar

O cartão corporativo


Brasileliro quer comida

Mesmo sem ser o atum

Pois já cansou de ouvir 

A quem só faz zumzumzum

Comete crime e alarma

Pois quem incita usar arma

Comete um crime comum


E esse crime comum

Que já foi noticiado

Os juristas e ministro

Deixou o povo orientado

Veio de um delinquente

Dum cara inconsequente

O maior chefe de Estado


O maior chefe de Estado

Mentiroso e falastrão 

O seu histórico de vida

É cheio de corrupção 

Decreta amor ao fuzil

E ao povo do Brasil

Nega comida e proteção 


Metade dos brasieleiros 

Por ele foi enganado

Se apresentou como justo

Mas está desmascarado 

Se vê que ele não trabalha

Na verdade atrapalha 

O país está desgovernado


O cordel convida o Brasil

A vim fazer resistência 

Para não se engabelar

Mas usar a inteligência 

A usar bem a razão 

E desde agora dizer não 

A que ocupa a presidência 


A maioria dos brasileiros 

Quer é comida no prato

Quer trabalho quer vacina

Quer a justiça de fato

Rejeição a incoerência 

Renúncie da presidência 

Sujeito ignóbil e ingrato


Poeta Cosme Lopes

Ceará-Mirim, 31/08/2021


quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Os maus profetas * Poeta Cosme Lopes / RN

Os maus profetas

Conheço muitas pessoas

Com o nome de Cristo na boca

Mas no trato com os irmãos

A inteligência é pouca

Proferem muitas maldades

Falam tantas inverdades

Meu Deus essa gente é louca.


São tantos ignorantes

Que se acham cheio de Jus

Ao vermos seus semblantes

São tristes e jururus

Suas ações são covardes

Fazem as atrocidades

E se dizem de Jesus


Pessoas que quando falam

Não demosntram piedade

Expem o ódio o asco

Faltam nelas humanidade

Aprenderam a enganar

Mas querem se auto afirmar

Que tem muita dignidade


Quem engana os humildes 

E se afirmam cristãos

Tiram proveito do povo

Fazendo falsa pregação

Querem só o sue dinheiro

São lobos em pele de cordeiro

Mas eles não passarão.


Saiba querido leitor

O cordel vem orientar

Não deixe quem é iníquo 

Querer te alienar

Se afastem dos purulentos

Que usam maus argumentos

Somente para te ganhar.


Poeta Cosme Lopes

Ceará-Mirim, 24 se agosto de 2021.