NAS ENTRELINHAS
O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
PAGINAS FRT
- Página inicial
- APOIE A FRT
- Contato
- Cultura
- Programa
- Formação
- QuemSomos
- Comunicados
- NOSSA MIDIA
- MULHER
- Documentos
- Manifesto da FRT
- Regimento Interno
- Carta aos revolucionários
- Manifesto Eleições 2022
- Comitê de Luta dos Desempregados
- TRIBUNA DE DEBATES FRT
- ANTIIMPERIALISMO
- FORUM PALESTINA
- POLÍTICA DE ORGANIZAÇÃO
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
NAS ENTRELINHAS * Patrícia Souza&Raimundo Fraga/BA
terça-feira, 14 de maio de 2024
A quem interessa que a Saúde seja luxo? * Ladislau Dowbor/Outras Palavras

quarta-feira, 12 de outubro de 2022
UNIDADE E LUTA EM DEFESA DOS EMPREGOS, DIREITOS, SALÁRIOS, SERVIÇOS PÚBLICOS! * SINTRASEB-SC
UNIDADE E LUTA EM DEFESA DOS EMPREGOS, DIREITOS, SALÁRIOS, SERVIÇOS PÚBLICOS!
O Sintraseb, Sindicato único dos trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau, se dirige ao conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público municipal de Blumenau da categoria e a toda população blumenauense neste momento de extrema gravidade, para se posicionar sobre o segundo turno da eleição para Presidente da República.
Desde o golpe de 2016 instalou-se, em nível federal, uma concepção política que tem aplicado a maior retirada de direitos dos trabalhadores da classe trabalhadora em geral e em especial as servidoras e servidores públicos. As reformas aprovadas dificultaram a vida de todos nós. As nossas aposentadorias ficaram mais inacessíveis, aumentando a contribuição das trabalhadoras e dos trabalhadores e taxando as aposentadas e os aposentados em 14%.
Vivemos, desde 2019, um dos governos mais nefastos da história do nosso país: constantes ataques à educação pública, às ciências, ao conhecimento e às liberdades democráticas. Degradação das condições de vida da classe trabalhadora; incentivo à destruição dos biomas brasileiros, especialmente da floresta amazônica e seus povos. Ataques machistas com aumento exponencial dos crimes de feminicidio, racismo, xenofobia, capacitismo e LGBTfóbia que provocam um verdadeiro genocídio. Pauperização e fome da população, com 33 milhões de pessoas sem ter o que comer; além das 700 mil mortes por COVID19, que comprovadamente poderiam ter sido evitadas em pelo menos 40% com medidas efetivas de proteção, durante a pandemia. Importante mencionar que as trabalhadoras e os trabalhadores do serviço público foram os mais exigidos, em contra partida tivemos a restrição ao aumento da remuneração, a alteração de estrutura da evolução na carreira, a contagem de tempo como período aquisitivo para a concessão de adicionais por tempo de serviço e licença-prêmio, através da Lei Complementar nº 173/2020. Além do fato de uma grande parcela do orçamento federal ser definida pelas emendas do relator, mais conhecida como “orçamento secreto” que destina recursos definidos de forma a agradar a base do Centrão no Congresso e ter indícios de desvios enormes destes recursos.
Não fosse suficiente, ainda temos no horizonte a famigerada Proposta de Emenda Constitucional no 32 (PEC32), a chamada “Reforma Administrativa”. A citada reforma modifica as regras de gestão das carreiras e da contratação de trabalhadoras e trabalhadores pelo setor público, abre a possibilidade de extinguirem carreiras, fechar postos de trabalho e entregar empresas e equipamentos públicos à gestão privada. Também abre a possibilidade de contração de profissionais sem a necessidade de concurso público.
Precisamos barrar este desmonte do serviço público. É isto que está em jogo.
É nosso dever, neste momento de decisão histórica, permanecer na luta por emprego, direitos, liberdade e defesa dos serviços públicos e da Democracia.
Por isso, nesse segundo turno (30 de outubro), nos unimos para derrotar o atual governo e avançar por um Brasil com desenvolvimento econômico sustentável com justiça social e democracia.
Conclamamos as servidoras e servidores públicos, a população trabalhadora, a exercer o direito à cidadania e ao voto democrático, comprometido com a mudança de rumo do país.
domingo, 21 de novembro de 2021
ALERTA! O que a EBSERH fez no Maranhão? * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
ALERTA! O que a EBSERH fez no Maranhão?
A entrega do HUUFMA (UFMA) para a EBSERH representou a ruptura da autonomia universitária e um distanciamento entre as atividades acadêmicas e assistenciais. O Hospital passou a ser apenas mais um cenário de prática, como qualquer hospital, para os estudantes da universidade deixou de ser um hospital Escola Universitário.
Quem faz o alerta é o professor Antônio Gonçalves Filho, professor de medicina da Universidade Federal do Maranhão, onde a gestão da Ebserh foi efetivada:
" _Ainda há tempo de reverter, e o caminho é pela busca do financiamento pelo fundo público. Estou certo de que as universidades são capazes de gerir os seus complexos hospitalares, ainda mais a maior Universidade do Brasil, que é a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Eu faço esse alerta com intuito de sensibilizar a comunidade para não entregar o seu complexo hospitalar à Ebserh, que é um caminho sem volta e de destruição do nosso Sistema de saúde."_
*Temos ATO dia 23 de novembro às 9h, em frente ao prédio da reitoria da UFRJ. Compareçam!*
#ForaEbserhnaUFRJ
#ForaBolsonaro
#ForaMourão
#AbaixoaPEC35
#VivaoSUS
Este conteúdo também está nas redes, acompanhe!
@foraebserhufrj
*Facebook:*
https://fb.watch/9nW-o3J2ht/
*Instagram:*
https://www.instagram.com/tv/CWd27wxJ15G/?utm_medium=copy_link
#ParaTodosVerem Antônio é um homem de pele clara, cabelos curtos e barba branca. Usa óculos pretos de grau e uma camisa branca. Está sentado em um consultório. O fundo é uma parede branca. Há uma logo no topo à esquerda, do Movimento Barrar a Ebserh na UFRJ, e no fim aparece um card verde-escuro também do movimento, onde pessoas seguram duas bandeiras:
"Viva a UFRJ" e "Fora Ebserh".


