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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

SOCORRO DO ALÉM * MÁRCIO SANTILLI - GO

SOCORRO DO ALÉM

MÁRCIO SANTILLI

 Ódio e covardia são a herança maldita do bolsonarismo em fúria após derrota!

Bolsonaro fez de tudo para se reeleger. Esteve em campanha nos quatro anos de mandato. Montou um poderoso esquema de caixa dois entre empresários de direita, que promove e dissemina informações falsas, banca motociatas e manifestações antidemocráticas, alimentando uma militância, devidamente alienada, para sempre defender o que for do seu interesse. Em plena campanha, avançou sobre o orçamento para privilegiar corporações específicas, quadrilhas de supostos pastores evangélicos e segmentos do “ogronegócio”. Para não falar do auxílio emergencial, restaurado para o período eleitoral, e do orçamento paralelo, que carreou bilhões em obras e serviços que beneficiaram os seus aliados.

Entre o primeiro e o segundo turno, Bolsonaro mobilizou um enorme esquema paralelo para reduzir a abstenção eleitoral nos seus redutos e aumentá-la nos de Lula, valendo-se dessa rede de empresários e de falsos pastores para constranger funcionários e fiéis, e usando até mesmo a Polícia Rodoviária Federal para bloquear estradas e dificultar o acesso dos eleitores às urnas. Com tudo isso, Bolsonaro conseguiu reduzir de seis para dois milhões a vantagem de Lula, mas não impediu a derrota. Ele é o primeiro presidente a perder uma reeleição, mesmo estando com o poder na mã o.

Bolsonaro não aceita a derrota e, mesmo em silêncio, esperneia e ainda deseja barulho. Move a engrenagem para bancar manifestações golpistas, embora tema ser preso, se comparecer a elas. Pressiona e divide seus generais, para que impeçam a posse do Lula. Exige que o PL peça a anulação da eleição. Dizem que, isolado no palácio, trata de uma erisipela, infecção cutânea que o impede de vestir calças e aparecer em público. Mas que não o impede de falar. O problema é que mito que é mito não perde eleição, não fica em segundo lugar, não subsiste diante de outro ente maior. A farsa de que Bolsonaro seria um enviado de Deus também não combina com derrota nas urnas. E nisto se funda a fraude política de que só a fraude eleitoral poderia explicar a derrota nas urnas.

O silêncio do derrotado é o sinal para a sua rede promover bloqueios de estradas e acampamentos diante dos quartéis. Os bloqueios são uma idiotice política, pois penalizam mais a população de regiões em que Bolsonaro venceu, como Mato Grosso e Santa Catarina. Os “patriotas” acampados tentam forjar a falsa ideia de que há apoio popular para um golpe militar. Mas o tempo está passando e a estratégia de pressão sobre os quartéis não produziu os efeitos desejados. Tanto que o “gabinete do ódio”, dedicado a desconstruir a reputação dos seus desafet os, abriu fogo contra seis dos 14 generais do Alto Comando, que estariam se opondo à intervenção militar para impedir a posse do Lula, e, por isso, seriam “generais-melancia”, patriotas por fora e comunistas por dentro.

O ataque direto aos generais obrigou os comandantes militares (inclusive o ministro da Defesa), a publicar uma nota de repúdio. Afinal, os 14 foram atingidos, pois os outros oito, não sendo “melancias”, só poderiam ser golpistas. A reação tornou ainda mais remota a hipótese de uma ruptura institucional. Os “patriotas” têm produzido inúmeras cenas patéticas nas estradas e quartéis. A sublime resistência do cara agarrado à parte externa da carroceria de um caminhão viralizou. Assim como a saudaç ão nazista de uma pequena multidão em Santa Catarina. Ou as imagens das pastoras do apocalipse, orando em meio à tempestade que se abateu sobre o quartel-general de Brasília, com a ventania arrancando barracas e as pessoas com a água pelo joelho.

Com Bolsonaro eclipsado e silenciado por seu problema de saúde e com os generais batendo em retirada, grupos de “patriotas” depositam as suas últimas esperanças golpistas em seres extraterrestres. É que pilotos de aviões observaram no céu de Porto Alegre, na madrugada de terça-feira (15), luzes misteriosas, que piscavam e se deslocavam rapidamente no firmamento, como se fossem naves alienígenas. Logo circulou nos acampamentos a notícia de que que ETs já estavam chegando para impedir a posse do Lula.


http://bit.ly/3Vbplrl 

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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

O BOZO E OS ETS * Rodrigo Fontes - SP

O BOZO E OS ETS


Tem a história de uma mulher nos anos 70 que disse que os ETs iam enviar um dilúvio e destruir toda a humanidade, menos quem tivesse no quintal dela (que ganharia uma carona num disco voador top). No dia e na hora anunciados, a multidão que se convenceu da mensagem da mulher esperava debaixo do sol quente o dilúvio, que não veio. Quando ficou claro que não ia acontecer nada, e a multidão começou a ficar desconfortável e insegura, a mulher sai da casa finalmente. 

Ela olha para aquela multidão de otários no sol (que já estava pra se pôr) e diz, com um sorriso enorme e muita alegria:  "Os ETs disseram que graças a energia e fé de vocês que vieram pra cá, não vai mais ter dilúvio! Vocês salvaram o mundo, podem ir pra casa!". Depois de uns segundos de silêncio, a multidão irrompe em gritos de alegria: "Salvamos o mundo!"


O Custo afundado é quando você já colocou tanto investimento (emocional, físico, mental e até espiritual) em algo, que simplesmente não consegue aceitar o valor perdido e então dobra a aposta, mesmo contra toda a razão e lógica. É um processo irracional, e no fundo vem da dificuldade que o ser humano tem de reconhecer que errou e/ou que foi feito de otário.


É difícil demais aceitar que você se alimentou de fake news, aceitando uma ideologia insana e desconectada com a realidade, criando espantalhos e inimigos imaginários, ignorando e piorando os problemas reais em pról de mentiras e loucuras.


É difícil aceitar que você estava do lado errado, que se fosse um alemão você estaria do lado do bigodinho. É difícil perceber isso, mesmo fazendo o Seig Heil em protesto e pedindo por golpe militar e ditadura. É difícil perceber que você é o golpista, você é quem quer transformar o país numa Venezuela. É difícil, bizarro e revoltante - mas tá tudo bem. Não vai ter mamadeira de piroca, não vão fechar igreja, não vão proibir a bíblia e nem vai ter gente abortando a torto e direito. O brasil não vai virar comunista. 


A única coisa que vai acontecer é que o fascismo vai voltar pro bueiro, quando o bozo e sua trupe perderem o foro e começarem a ser investigados e as provas surgirem. Aí vocês vão perceber o que todo mundo já percebe. E aí, tomara, que sintam vergonha na cara e reconheçam os erros, ao invés de dobrar novamente a aposta e se tornar ainda mais alienado e irracional, vivendo no seu próprio mundo paralelo - onde apesar de não ter sinal nenhum de et e de dilúvio, prefere acreditar que salvou o mundo ao invés de cogitar que talvez só tenha perdido um tempo que nem otário se queimando no sol por acreditar numa mentira sem pé nem cabeça."


(Texto de Rodrigo Fontes)





quinta-feira, 17 de novembro de 2022

VITÓRIA PÍRRICA OU DERROTA ESTRATÉGICA: OS DESCAMINHOS DA ESQUERDA LIBERAL * QUANTUM BIRD

VITÓRIA PÍRRICA OU DERROTA ESTRATÉGICA:
OS DESCAMINHOS DA ESQUERDA LIBERAL.
QUANTUM BIRD

As eleições federais acabam de ser concluídas no Brasil e o resultado – apesar da relutância da militância de “esquerda” – foi o esperado: Lula foi eleito presidente, pela terceira vez. Lula derrotou Bolsonaro por uma margem de aproximadamente 1%, em um universo de quase 100 milhões de votos úteis.

O profundo descrédito acumulado doméstica e internacionalmente por Bolsonaro, que executou um mandato caótico, reduzindo o Brasil a um anão geopolítico, e marcado por crimes, desmandos, corrupção, perda de controle sobre a economia, privatizações de recursos estratégicos e mais uma miríade de acontecimentos incrivelmente bizarros sugeriria, de acordo com a lógica mais simples, uma vitória de Lula por avalanche, ainda no primeiro turno.

[Sidebar: As pesquisas de opinião nunca indicaram que isto aconteceria, mas os institutos de pesquisa não são minimamente confiáveis no Brasil, portanto, deixemos de lado a pseudo-informação vinda dessas pesquisas.]

A “esquerda” não foi capaz de impor a Bolsonaro, e seu mítico “bolsonarismo” – imbecilismo seria termo mais adequado – uma derrota clara e definitiva. Nas linhas seguintes examino alguns dos fatores conjunturais e os prospectos para o exercício da presidência por Lula.

Militância eufórica e woke: a sexta-coluna brasileira [NR]
Jair Bolsonaro projetou-se durante o impeachment de Dilma Rousseff como um proxy de Olavo de Carvalho e militares rebeldes de alta patente, liderados pelo General Villas Boas, e acabou eleito em 2018 como resultado do colapso da estratégia da direita e quinta-coluna nativas, que apresentaram Geraldo Alckmin, então no PSDB – agora no PSB e vice-presidente de Lula (sic) – como candidato a presidente. A quinta-coluna surfou a onda do antipetismo fomentado por quase 20 anos por alguns dos setores, mas foi derrotada por algo ainda mais visceral: o discurso de ódio puro, difuso e imbecilizado, catalisado por Bolsonaro. Alckmin não passou ao segundo turno, e seus proponentes apoiaram automaticamente Bolsonaro contra Fernando Haddad, do PT. Lula estava então preso ilegalmente, sob ordem de Sérgio Moro, um dos líderes da famigerada operação Lava-Jato e agora eleito Senador por seu estado, o Paraná.

A militância de “esquerda”, que tolerou o golpe contra Dilma Rousseff e não conseguiu evitar a prisão de Lula, nunca foi capaz de entender e combater o bolsonarismo. De fato, os estrategistas wokes da campanha de Haddad preferiram se desconectar da realidade da maioria dos trabalhadores, e desprezar outros fatores táticos bem concretos, como por exemplo a profunda capilaridade do bolsonarismo nas redes sociais, igrejas evangélicas e forças de ordem do Estado, para aderir à sinalização de virtudes e ridicularização (memes) para contrapor-se a Jair Bolsonaro. As “virtudes sinalizadas” foram extraídas, como sempre, do wokeismo e do identitarismo que sensibilizam apenas um pequeno setor da classe média urbana, que por outro lado é majoritariamente reacionário e ideologicamente escravista. Slogans como o “O amor vai vencer o ódio” dizem muito pouco para uma população de trabalhadores vivendo em uma situação de vulnerabilidade permanente e expostos ao assalto cognitivo das redes sociais e a uma violência urbana avassaladora.

Os últimos quatro anos do Brasil sob Jair Bolsonaro viram o aprofundamento e consolidação do wokeismo e do identitarismo como atitudes ideológicas dominantes entre os militantes de “esquerda”. Esta militância aderiu massivamente ao “Ele não”, “Fora Bolsonaro” e denunciou incansavelmente o governo como fascista e opositor das diretivas civilizatórias wokeistas, reagindo a clickbaits políticos com memes, e sinalizando virtudes e cancelando vozes dissidentes, reiteradamente. Tudo isto enquanto ignorava o desmonte da infraestrutura econômica e industrial do Brasil. Por exemplo, protestos massivos foram organizados ao longo dos anos durante, e ao redor, das Paradas ao Orgulho Gay, mas poucos moveram um dedo para defender a Eletrobras ou a Petrobras da privatização. Durante a pandemia, esta “esquerda” aderiu e legitimou a erosão dos direitos humanos atacados durante o estabelecimento de lockdowns (confinamentos) e apoiou amplamente a inviabilização da estrutura sanitária nacional para fabricação de vacinas, favorecendo as multinacionais da Big Pharma. Por fim, a mesma “esquerda”, que denunciou Bolsonaro como fascista por quatro anos, posicionou-se ao lado do Ocidente Coletivo e do Regime Nazista em Kiev, quando a Operação Militar Especial Russa foi lançada para defender a População do Donbass na antiga Ucrânia.

Tudo isto contribuiu para formar um quadro de desconexão com a realidade e dissonância cognitiva que produziu anomia na população e desmobilização das entidades e quadros representativos da agenda de esquerda real, trabalhista e soberanista, abrindo espaço para a formação de alianças amplas à direita, articuladas de modo a sinalizar as devidas virtudes wokes à massa de trabalhadores e desempregados que tomou conta das ruas do país, mas sem qualquer detalhamento real a respeito do que de fato importa, ou seja, a agenda econômica e a recuperação dos recursos liquidados a toque de caixa por Bolsonaro. O próprio vice de Lula é um quadro orgânico da quinta-coluna nativa, e sua escolha passou ao largo das opiniões da militância mais crítica e comprometida. A militância woke, por outro lado, papagaia ad nauseum slogans vazios como “garantia de governabilidade”, “ele (Alckmin) mudou e busca redenção” e outros disparates.

Instituições renegadas

A perda de controle sobre as instituições começou ainda no primeiro mandato de Lula, que perdeu por pura inépcia o controle da ABIN. Desde o início, o principal fomentador da erosão da ordem institucional é o STF, que passou a atuar como um partido político de oposição ao governo de esquerda, em colusão com a mídia nativa e conspirando com os partidos políticos da direita quinta-colunista e interesses transnacionais. Nos anos seguintes, a rebelião reacionária alastrou-se para setores inferiores do Judiciário e Ministério Público – vide Operação Lava-Jato – Polícias Federais (judiciária e rodoviária) – policiais federais postaram rotineiramente vídeos nas redes sociais treinando tiro de pistola em alvos com o rosto da presidente Dilma Rousseff, sem sofrerem punições além de uma reprimenda. O quadro de balburdia institucional logo se alastrou para a sociedade civil, para o baixo clero do Judiciário e contaminou as polícias estaduais e municipais. Boicotes promovidos por caminhoneiros e apoiados pelas instituições que deveriam reprimi-los, judicial e criminalmente, se tornaram comuns. As instituições renegadas da República, que agora incluíam também o alto-comando das forças armadas, toleraram oficialmente, e fomentaram nos bastidores, todo tipo de ação que pudesse minar o governo de esquerda e contribuíram para jogar o país no abismo da crise institucional.

Entretanto, a caixa de Pandora da anarquia institucional que foi aberta para debelar o governo de Dilma Rousseff e prender Lula não pode mais ser fechada. E aqueles que a abriram perderam o controle sobre os ânimos raivosos que liberaram. Bolsonaro tornou-se o seu catalisador e representante.

Enquanto escrevo este artigo, caminhoneiros estão bloqueando estradas – com o apoio de policiais rodoviários federais e estaduais – protestando contra o resultado das eleições. Atos de vandalismo e boicote econômico estão se intensificando nos estados onde Bolsonaro venceu. A continuação dessa situação fatalmente exigirá o emprego das forças armadas para restabelecer a lei e a ordem. Mas isso é problemático, pois as forças armadas são majoritariamente ocupadas por comandantes rebeldes e bolsonaristas, e tal ação seria amplamente interpretada pela metade da população que elegeu Lula como um golpe de Estado, o que fatalmente aprofundaria o caos institucional.

O grande jogo geopolítico

O cenário doméstico de convulsão institucional operante desde 2008, aliado à política externa inepta e caótica de Dilma Rousseff, bem como o alinhamento desastrado do Brasil aos EUA de Trump, promovido por Bolsonaro, reduziram o país a um membro irrelevante das instituições que o próprio Brasil protagonizou e ajudou a criar, como o G20 e os BRICS. A ausência de uma política externa coerente e nacionalista, converteu o Brasil em um play-ground das potências econômicas ocidentais e da China, que têm adquirido a valores irrisórios o patrimônio estratégico nacional. A economia nacional foi adicionalmente financeirizada, levando a uma desindustrialização profunda. Tudo isto ocorrendo concomitantemente com uma precarização histórica do trabalho assalariado, que tem convertido as cidades brasileiras em verdadeiras zonas de guerra do tráfico de drogas, e reativado redes de prostituição e tráfico internacional de seres humanos.

Just another talking head? (apenas uma cabeça falante?)
Em seu discurso, realizado logo após a divulgação dos resultados da eleição, Lula fez, como de costume, excelente uso da retórica. Principalmente se comparado às (não) intervenções de seu bizarro oponente. Se deixarmos de lado a euforia que contagiou a militância woke de “esquerda”, que vivenciou tudo como um carnaval fora de época, e analisarmos o que foi efetivamente sinalizado, somos forçados a admitir que os prospectos são sombrios. Lula citou a necessidade de restaurar urgentemente os contatos comerciais com a UE e os EUA, falou superficialmente sobre a restauração da economia, citou an passant os BRICS e nada mencionou sobre a recuperação das empresas estatais estratégicas que foram liquidadas pela dupla Jair Bolsonaro e Paulo Guedes. Temas irrelevantes, integrantes do receituário woke, como “energia verde” e aquecimento global mereceram espaço amplo no discurso, enquanto nenhum aceno foi de fato feito ao Sul Global.

Porquanto tenha sido importante afastar Bolsonaro da presidência do país, a verdade é que a vitória de Lula não foi, e nem pode ser lida, em nenhuma medida como uma vitória da esquerda, tão pouco dos setores progressistas e soberanistas do país.

É tudo sobre a consolidação de uma coalizão de centro-direita para recolocar nos trilhos uma economia fortemente desregulamentada e reestabelecer uma certa normalidade institucional no país, sem entretanto mudar as regras do jogo. O papel de Lula nessa coalizão pode muito bem se limitar a trazer os votos e fazer a interlocução com o povo. Uma espécie de neoliberalismo com uma face humana.

Algumas evidências desse arranjo já estão disponíveis. Geraldo Alckmin e Aloísio Mercadante – que não goza da confiança de Lula – estão liderando a equipe de transição de governo. Bolsonaro pode ter perdido a eleição, mas obteve mais votos do que nunca, já conta com sua tropa de lunáticos raivosos ocupando as ruas em diversas localidades – pedindo intervenção militar – e sabotando a rede logística de distribuição de alimentos e combustíveis do país. Bolsonaro endossou tais atividades em declaração recente. Ao mesmo tempo, o que transpira dos bastidores sobre a formação do novo governo não inspira nada de positivo. Por exemplo, Simone Tebet – fortemente ligada ao agrobusiness no Mato Grosso do Sul – condicionou seu apoio a Lula no segundo turno a sua indicação para o Ministério da Educação.

Assim, tudo somado, somos forçados a contemplar a possibilidade de que a vitória de Lula nas eleições de 2022 represente um mero avanço tático em uma Guerra Pírrica ou, o que parece ainda mais provável, represente uma derrota estratégica para a esquerda histórica e trabalhista, que foi substituída pelos wokes com sua agenda verde e identitária, e pode muito bem ficar sem qualquer representação no novo governo.

[NR] Woke, wokismo: Ideologia mistificatória promovida pelo Partido Democrata dos EUA, com o apoio de alguns movimentos sociais, destinada a dividir os trabalhadores através da promoção de políticas identitárias (feminismos, minorias étnicas e sexuais, deficientes, etc). Nos media corporativos o wokismo muitas vezes é apresentado como se fosse um movimento “de esquerda”.

FONTE
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O BRASIL DEPOIS DAS ELEIÇÕES
AÇÃO REVOLUCIONÁRIA COMUNISTA

terça-feira, 15 de novembro de 2022

CHICO LINHARES PRESO POLÍTICO * (Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT)

CHICO LINHARES PRESO POLÍTICO

NOTA DOS AMIGOS FAMILIARES E ATIVISTAS

 Francisco Emmanuel Soares dos Santos, aposentado da EDP (antiga Escelsa), trabalhou desde 1977 a 2012 nesta mesma empresa. Completando assim, 35 anos de contribuição de trabalho. Francisco é eletrotécnico formado pela Escola Técnica Federal de Campos. Se formou em Letras na Faculdade de Filosofia e Letras de Colatina. Fez parte do Sindicato dos Eletricitários do Estado do Espírito Santo em toda sua trajetória na EDP. Também foi integrante da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes). Trabalhou como voluntário no CRAS de Linhares, atuando como Instrutor de teatro para crianças em condições de vulnerabilidade social. Foi presidente da Comissão normativa da Lei Lastênio Calmon, a qual incentivava a cultura de Linhares.

Chico, como é conhecido por todos, sempre esteve ao lado das minorias, buscando contribuir com a luta delas. Seja doando cestas básicas, quanto oferecendo seu trabalho para levar cultura e afeto a essas pessoas. Em Linhares, nunca deixou de estar à frente da militância do Partido dos Trabalhadores. 


Francisco é casado há 32 anos com Rosana Félix dos Santos. Ela afirma que ele sempre foi excelente pai de família, além de filho amoroso, irmão e amigo de todas as horas. Nunca mediu esforços para ajudar quem está à sua volta. Chico é respeitado e querido em toda cidade de Linhares, bem como em sua cidade natal, Campos dos Goytacazes. Como relatou seu irmão, Wilson Miguel Soares dos Santos. 


O aposentado só tem bons antecedentes. A prisão dele, na visão dos advogados, foi arbitrária, baseada em falsos testemunhos. Família e amigos estão indignados com tamanha injustiça.

NOTA SOBRE A PRISÃO POLÍTICA DE CHICO LINHARES


*A ELEIÇÃO ACABOU NO DIA 30 DE OUTUBRO DE 2022.*


A vitória de Lula, reconhecida pelo mundo todo e fiscalizada por organizações nacionais e internacionais, é realidade. Não se confunde com o desejo e as mentiras levantadas por grupos minoritários desapontados e financiados para criar instabilidade política. O processo de transição já acontece reconhecido por todo o País.


*OS MOVIMENTOS QUE QUESTIONAM AS ELEIÇÕES SÃO CRIMINOSOS.*


Desde o dia 31 de outubro pequenos movimentos que contestam o resultado das eleições foram tratados com a firmeza da Lei. Considerados ilegais foram dissolvidos pelas forças policiais. A resistência e o impedimento da liberdade de ir e vir são crimes contra a sociedade.


*A INVENSÃO DO CRIME E A PRISÃO POLÍTICA*


Criminosos impedindo o trânsito na cidade de Linhares, no norte do Espírito Santo, tentaram impedir o trabalhador, filiado ao Partido dos Trabalhadores, *FRANCISCO EMANOEL SOEIRO SANTOS* o CHICO LINHARES, de se deslocar na cidade. Em um descuido do movimento criminoso conseguiu fugir do cerco. Reconhecido como “petista” foi perseguido e preso por uma autoridade que acoberta o movimento ilegal e criminoso. O motivo alegado foi a “tentativa de homicídio”. Sem provas. Tendo como testemunhas os criminosos que cercaram seu carro. Trata-se de prisão eminentemente política.


*A PRISÃO É ILEGAL, EXIGIMOS CHICO SOLTO IMEDIATAMENTE*


Não há motivos para a prisão do companheiro. Sua prisão é política. Seu direito de ir e vir, sua liberdade, seu convívio com a família, sua dignidade estão sendo afrontados por autoridades coniventes com atos sabidamente ilegais. *Chico Linhares é vítima da tentativa de golpe por inconformados com a derrota eleitoral.*


*#SomosTodxsCHICOsantos*


O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras está acompanhando a situação e exige das autoridades do ES uma solução imediata para esta prisão imoral, ilegal e criminosa do companheiro filiado ao partido. Nos unimos a todos e todas que acompanham esta situação revoltante, particularmente nossa solidariedade à família e ao próprio CHICO LINHARES.


Vitória 11/11/2022

*Diretório Estadual do PT ES*

*#SomosTodxsCHICOLINHARES*

*#SoltemCHICOLINHARES*

*#CHICOLINHARESpresoPolítico

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CHICO LINHARES PRESO POLÍTICO


1 - Militante do PT capixaba se transforma no primeiro preso político do ES após a redemocratização - Grafitti News :: Informação e Publicidade Legal 

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2 - Militante petista é preso por furar bloqueio bolsonarista em Linhares - Século Diário 

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3 - PM bolsonarista prende militante do PT em bloqueio; homem está na cadeia há 5 dias


QUEM É CABO BONADIMAN

SÓ UM BOLSONARISTA
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quarta-feira, 2 de novembro de 2022

FALA À NAÇÃO * LUIS INÁCIO LULA DA SILVA - SP

FALA À NAÇÃO

LUIS INÁCIO LULA DA SILVA - SP

"Meus amigos.

 

Chegamos ao fim de uma das eleições mais importantes da nossa história. Uma eleição que colocou frente a frente dois projetos de país conflitantes, e que hoje tem um único e grande vencedor: o povo brasileiro.

 

Esta não é uma vitória para mim, nem para o PT, nem para os partidos que me apoiaram nesta campanha. É a vitória de um imenso movimento democrático que se formou, acima de partidos políticos, interesses pessoais e ideologias, para que a democracia pudesse triunfar.

 

Neste histórico 30 de outubro, a maioria do povo brasileiro deixou bem claro que quer mais, e não menos, democracia.

 

Ele quer mais, não menos, inclusão social e oportunidades para todos. Ele quer mais, não menos, respeito e compreensão entre os brasileiros. Em suma, ele quer mais, não menos, liberdade, igualdade e fraternidade em nosso país.

 

O povo brasileiro demonstrou hoje que quer mais do que exercer o direito sagrado de escolher quem vai governar suas vidas. Você deseja participar ativamente das decisões do governo.

 

O povo brasileiro demonstrou hoje que quer mais do que o direito de protestar, que está com fome, que não há trabalho, que seu salário é insuficiente para viver com dignidade, que não tem acesso à saúde e educação, que lhe falta um teto sobre suas cabeças vivem e criam seus filhos em segurança, que não há perspectiva de futuro.

 

O povo brasileiro quer viver bem, comer bem, viver bem. Quer um bom emprego, um salário sempre reajustado acima da inflação, quer ter saúde pública e educação de qualidade.

 

Ele quer liberdade religiosa. Ele quer livros em vez de armas. Você quer ir ao teatro, assistir ao cinema, ter acesso a todos os bens culturais, porque a cultura alimenta nossa alma.

 

O povo brasileiro quer recuperar a esperança.

 

É assim que entendo a democracia. Não apenas como uma bela palavra inscrita na Lei, mas como algo palpável, que sentimos na pele e que podemos construir diariamente.

 

Foi essa democracia, no sentido mais amplo do termo, que o povo brasileiro escolheu hoje nas urnas. Foi com esta democracia - real, concreta - que nos comprometemos ao longo de toda a nossa campanha.

 

E é essa democracia que buscaremos construir a cada dia do nosso governo. Com crescimento econômico compartilhado por toda a população, porque é assim que a economia deve funcionar, como instrumento para melhorar a vida de todos, não para perpetuar as desigualdades.

 

A roda da economia voltará a girar, com a criação de empregos, a reavaliação dos salários e a renegociação da dívida das famílias que perderam o poder de compra.

 

A roda da economia voltará a girar com os pobres como parte do orçamento. Com apoio aos pequenos e médios produtores rurais, responsáveis ​​por 70% dos alimentos que chegam às nossas mesas.

 

Com todos os incentivos possíveis para micro e pequenos empreendedores, para que coloquem seu extraordinário potencial criativo a serviço do desenvolvimento do país.

 

É necessário ir mais longe. Fortalecer as políticas de combate à violência contra as mulheres e garantir que elas ganhem os mesmos salários que os homens na mesma função.

 

Enfrente implacavelmente o racismo, o preconceito e a discriminação, para que brancos, negros e indígenas tenham os mesmos direitos e oportunidades.

 

Só assim poderemos construir um país para todos. Um Brasil igualitário, cuja prioridade são as pessoas que mais precisam.

 

Um Brasil com paz, democracia e oportunidades.

 

Minhas amigas e meus amigos,

 

A partir de 1º de janeiro de 2023, governarei para 215 milhões de brasileiros, não apenas para aqueles que votaram em mim. Não há dois Brasils. Somos um país, um povo, uma grande nação.

 

Ninguém está interessado em viver em uma família onde reina a discórdia. É hora de reunir as famílias, de reconstruir os laços de amizade rompidos pela disseminação criminosa do ódio.

 

Ninguém está interessado em viver em um país dividido, em estado de guerra permanente.

 

Este país precisa de paz e unidade. Essas pessoas não querem mais lutar. Essas pessoas estão cansadas de ver no outro um inimigo a temer ou destruir.

 

É hora de depor as armas que nunca foram feitas para serem empunhadas. Armas matam. E escolhemos a vida.

 

O desafio é imenso. É necessário reconstruir este país em todas as suas dimensões. Na política, na economia, na gestão pública, na harmonia institucional, nas relações internacionais e, sobretudo, no atendimento aos mais necessitados.

 

É necessário reconstruir a própria alma deste país. Recuperar a generosidade, a solidariedade, o respeito pelas diferenças e o amor ao próximo.

 

Trazer de volta a alegria de ser brasileiro e o orgulho que sempre tivemos no verde-amarelo e na bandeira do nosso país. Aquele verde-amarelo e aquela bandeira que não é de ninguém, a não ser do povo brasileiro.

 

Nosso compromisso mais urgente é acabar com a fome novamente. Não podemos aceitar como normal que milhões de homens, mulheres e crianças neste país não tenham o que comer, ou que consumam menos calorias e proteínas do que o necessário.

 

Se somos o terceiro maior produtor de alimentos do mundo e o primeiro em proteína animal, se temos tecnologia e vastas terras cultiváveis, se somos capazes de exportar para todo o mundo, temos o dever de garantir que todo brasileiro possa tomar café da manhã , almoço e jantar todos os dias.

 

Este será, mais uma vez, o compromisso número um do nosso governo.

 

Não podemos aceitar como normal que famílias inteiras sejam obrigadas a dormir na rua, expostas ao frio, à chuva e à violência.

 

Assim, retomaremos o Minha Casa Minha Vida, com prioridade para as famílias de baixa renda, e recuperaremos os programas de inclusão que tiraram 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza.

 

O Brasil não pode mais conviver com esse imenso abismo sem fundo, esse muro de cimento e desigualdade que separa o Brasil em partes desiguais que não podem ser reconhecidas. Este país precisa se reconhecer. Você precisa se encontrar novamente.

 

Além de combater a pobreza extrema e a fome, vamos restabelecer o diálogo neste país.

 

É preciso retomar o diálogo com os Poderes Legislativo e Judiciário. Sem tentativas de exorbitar, intervir, controlar, cooptar, mas buscando reconstruir a convivência harmoniosa e republicana entre os três poderes.

A normalidade democrática está consagrada na Constituição. É o que estabelece os direitos e obrigações de cada poder, de cada instituição, das Forças Armadas e de cada um de nós.

 

A Constituição rege nossa existência coletiva, e ninguém, absolutamente ninguém, está acima dela, ninguém tem o direito de ignorá-la ou contestá-la.

 

Também é mais do que urgente retomar o diálogo entre o povo e o governo.

 

Então vamos trazer de volta as conferências nacionais. Para que os interessados ​​escolham suas prioridades e apresentem ao governo sugestões de políticas públicas em cada área: educação, saúde, segurança, direitos da mulher, igualdade racial, juventude, habitação e muitas outras.

 

Vamos retomar o diálogo com os governadores e prefeitos, para definirmos juntos as obras prioritárias para cada população.

 

Não importa a que partido o governador e o prefeito pertençam. Nosso compromisso sempre será melhorar a vida da população de cada estado, de cada município deste país.

 

Também vamos restabelecer o diálogo entre governo, empresários, trabalhadores e sociedade civil organizada, com a volta do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

 

Ou seja, as grandes decisões políticas que impactam a vida de 215 milhões de brasileiros não serão tomadas em segredo, na calada da noite, mas após um amplo diálogo com a sociedade.

 

Acredito que os principais problemas do Brasil, do mundo, do ser humano, podem ser resolvidos com diálogo, e não com força bruta.

 

Que ninguém duvide do poder da palavra quando se trata de buscar o entendimento e o bem comum.

 

Nas minhas viagens internacionais e nos contatos que tenho tido com líderes de diversos países, o que mais ouço é que o mundo sente falta do Brasil.

 

Saudades daquele Brasil soberano, que falava de igual para igual com os países mais ricos e poderosos. E isso ao mesmo tempo contribuiu para o desenvolvimento dos países mais pobres.

 

Brasil que apoiou o desenvolvimento dos países africanos por meio de cooperação, investimento e transferência de tecnologia.

 

Que trabalhou pela integração da América do Sul, América Latina e Caribe, que fortaleceu o Mercosul e ajudou a criar o G-20, UnaSul, CELAC e os BRICS.

 

Hoje estamos dizendo ao mundo que o Brasil está de volta. Que o Brasil é grande demais para ser relegado a esse triste papel de pária no mundo.

 

Vamos recuperar a credibilidade, previsibilidade e estabilidade do país, para que os investidores, nacionais e estrangeiros, recuperem a confiança no Brasil. Para que deixem de ver nosso país como fonte de lucro imediato e predatório, e se tornem nossos parceiros na retomada do crescimento econômico com inclusão social e sustentabilidade ambiental.

 

Queremos um comércio internacional mais justo. Retomar nossas parcerias com os Estados Unidos e a União Européia em novas bases. Não nos interessa acordos comerciais que condenam nosso país ao eterno papel de exportador de commodities e matérias-primas.

 

Vamos reindustrializar o Brasil, vamos investir na economia verde e digital, vamos apoiar a criatividade dos nossos empreendedores. Também queremos exportar conhecimento.

 

Voltaremos a lutar por uma nova governança global, com a inclusão de mais países no Conselho de Segurança da ONU e com o fim do direito de veto, que prejudica o equilíbrio entre as nações.

 

Estamos prontos para retomar a luta contra a fome e a desigualdade no mundo e nos esforços para promover a paz entre os povos.

 

O Brasil está pronto para retomar seu papel de liderança no combate à crise climática, protegendo todos os nossos biomas, especialmente a Floresta Amazônica.

 

Em nosso governo conseguimos reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia, reduzindo consideravelmente a emissão de gases causadores do aquecimento global.

 

Agora, vamos lutar pelo desmatamento zero na Amazônia

 

O Brasil e o planeta precisam de uma Amazônia viva. Uma árvore em pé vale mais do que toneladas de madeira derrubada ilegalmente por quem só pensa em lucro fácil, à custa da deterioração da vida na Terra.

 

Um rio de água límpida vale muito mais do que todo o ouro extraído às custas do mercúrio que mata a fauna e põe em risco a vida humana.

 

Quando uma criança indígena é morta pela ganância de predadores ambientais, uma parte da humanidade morre com ela.

 

Portanto, retomaremos o monitoramento e fiscalização da Amazônia e combateremos toda atividade ilegal, seja mineração, mineração, extração de madeira ou ocupação agrícola ilegal.

 

Ao mesmo tempo, promoveremos o desenvolvimento sustentável das comunidades que vivem na região amazônica. Vamos demonstrar mais uma vez que é possível gerar riqueza sem destruir o meio ambiente.

 

Estamos abertos à cooperação internacional para preservar a Amazônia, seja na forma de investimento ou pesquisa científica. Mas sempre sob a liderança do Brasil, sem nunca abrir mão de nossa soberania.

 

Estamos comprometidos com os povos indígenas, outros povos da floresta e a biodiversidade. Queremos a pacificação ambiental.

 

Não estamos interessados ​​em uma guerra pelo meio ambiente, mas estamos prontos para defendê-lo de qualquer ameaça.

 

O novo Brasil que construiremos a partir de 1º de janeiro não interessa apenas ao povo brasileiro, mas a todas as pessoas que trabalham pela paz, solidariedade e fraternidade, em qualquer parte do mundo.

 

Na última quarta-feira, o Papa Francisco enviou uma importante mensagem ao Brasil, rezando para que o povo brasileiro seja livre do ódio, da intolerância e da violência.

 

Quero dizer que queremos a mesma coisa e trabalharemos incansavelmente por um Brasil onde o amor prevaleça sobre o ódio, a verdade vença a mentira e a esperança seja maior que o medo.

 

Todos os dias de minha vida lembro-me do maior ensinamento de Jesus Cristo, que é o amor ao próximo. Portanto, acredito que a virtude mais importante de um bom governante sempre será o amor, por seu país e por seu povo.

 

No que depender de nós, amor não faltará neste país. Cuidaremos muito bem do Brasil e do povo brasileiro. Viveremos um novo tempo. Paz, amor e esperança.

 

Uma época em que o povo brasileiro tem o direito de voltar a sonhar. E as oportunidades de realizar o que você sonha.

 

Para isso, convido todos os brasileiros, independentemente do candidato em que votaram nesta eleição. Mais do que nunca, estamos percorrendo o Brasil juntos, olhando mais para o que nos une do que para nossas diferenças.

 

Conheço a magnitude da missão que a história me reservou, e sei que não poderei realizá-la sozinho. Vou precisar de todos: partidos políticos, trabalhadores, empresários, parlamentares, governadores, prefeitos, pessoas de todas as religiões. Brasileiros que sonham com um Brasil mais desenvolvido, mais justo e mais fraterno.

 

Repito o que disse ao longo da campanha. O que nunca foi uma simples promessa de candidato, mas uma profissão de fé, um compromisso de vida:

 

O Brasil tem um caminho. Todos juntos podemos consertar este país e construir um Brasil do tamanho dos nossos sonhos, com oportunidades para torná-los realidade.

 

Mais uma vez, renovo minha eterna gratidão ao povo brasileiro. Um grande abraço, e que Deus abençoe nossa viagem". 



ANEXOS

Homenagem Revolução Cidadã
Homenagem Guarany Kaiovah
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