Mostrando postagens com marcador liberdade de imprensa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador liberdade de imprensa. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Quem teme a lei das fake news * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

QUEM TEME A LEI DAS FAKE NEWS
O CRIME DA FAKE NEWS

&

Quem é contra censurar Fake News? Quem é contra censurar a mentira, o racismo, LGBTfobia, ataques à democracia, incentivo à violência?

A liberdade religiosa está protegida pela lei.

Quem espalha Fake News é contra essa lei!

E quem não quer pagar direito autorais também!

Lei da transparência no Ambiente Digital!!!


CONHECIMENTO DE CAUSA

&
&
&
&
&
&
&
 
&
&
&
&
&
&

&
***

domingo, 25 de setembro de 2022

ATO PELO JORNALISMO E A DEMOCRACIA * Barão de Itararé

ATO PELO JORNALISMO E A DEMOCRACIA
Diante da escalada de ameaças, agressões, ataques físicos e virtuais e tentativas de censura e intimidação contra as e os jornalistas, especialmente durante o período eleitoral, as entidades jornalísticas e organizações que defendem a liberdade de imprensa e os direitos humanos convocam ato unificado em defesa das e dos profissionais de imprensa e da Democracia.

O Ato em Defesa do Jornalismo e da Democracia ocorrerá na próxima terça-feira, 27 de setembro, às 19h, no Auditório 239 – Prof. Paulo Barros de Carvalho, da PUC de São Paulo (Rua Ministro Godoi, 969, Perdizes, no Edifício Reitor Bandeira de Mello).

As jornalistas Patrícia Campos Mello e Bianca Santana, vítimas de agressões e ataques promovidos pelo atual presidente da República e seus apoiadores, estarão presentes no ato para compartilhar suas histórias.

Durante a atividade, as entidades organizadoras apresentarão os mais recentes números da violência contra as e os jornalistas no último período e divulgarão um manifesto unificado em defesa do livre exercício do jornalismo e da democracia.

O evento contará com a presença de organizações da sociedade civil em defesa dos direitos humanos, como OAB, Grupo Prerrogativas, Grupo Tortura Nunca Mais e Comissão de Justiça e Paz, Condepe - Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, além do apoio e parceria do Curso de Jornalismo da PUC-SP.

Convocam o ato: Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Associação de Jornalismo Digital (Ajor), Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Repórteres sem Fronteiras (RSF), Instituto Vladimir Herzog, Associação Profissão Jornalista (ApJor), Barão de Itararé, Intervozes, Centro Acadêmico Vladimir Herzog, Centro Acadêmico Benevides Paixão.

Serviço
Ato em Defesa do Jornalismo e da Democracia
Terça-feira, 27 de setembro, às 19h
Auditório 239 da PUC São Paulo, no Edifício Reitor Bandeira de Mello (prédio novo)
Rua Ministro Godói, 969, Perdizes, São Paulo

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Assange, Herói da Humanidade * Anita Leocadia Prestes / RJ

 Assange, Herói da Humanidade 

Anita Leocadia Prestes / RJ

*"Salvar a vida de Julian Assange - Obrigação de todos os homens e mulheres de bem!"* 

maio 19, 2022


https://cpelalibertacaodejulianassange.blogspot.com/2022/05/salvar-vida-de-julian-assange-obrigacao.html


Na qualidade de filha de Luiz Carlos Prestes e de Olga Benario Prestes, dois revolucionários que dedicaram suas vidas à luta contra o fascismo e pela democracia, pela justiça social e contra o obscurantismo; na qualidade de vítima do fascismo, resgatada por minha avó paterna Leocadia Prestes de uma prisão na Alemanha nazista, onde minha mãe foi assassinada numa câmara de gás; sinto-me no dever de lembrar que fui salva graças a uma campanha mundial pela libertação dos presos políticos no Brasil, pela liberdade da minha mãe e minha. 


Foram a força e a pressão exercidas por esse movimento de solidariedade que garantiram minha libertação. Eis a razão por que me considero filha da solidariedade internacional. 


A solidariedade internacional tem o dever de salvar agora a vida de Julian Assange, mantido injustamente preso na Inglaterra há mais de três anos e ameaçado de deportação para os EUA, onde, se for julgado, poderá enfrentar pena de 175 anos de prisão. 


Com estado de saúde precário, Assange está condenado à morte por ter denunciado os crimes do imperialismo e contribuído, com a fundação do Wikileaks, para a luta contra o fascismo e a democracia no cenário mundial. 


Se Assange for extraditado e condenado nos EUA por expor crimes de guerra, estaremos assistindo a criminalização de um jornalista que possibilitou o vazamento de informações de interesse público e expandiu o poder da liberdade de expressão contra os poderosos com o advento da internet. 


Levantemos nossas vozes contra mais esse crime dos imperialistas e, através desta campanha que ora se inicia no Brasil, somemos nossas forças ao movimento mundial em prol da salvação de Julian Assange, impedindo sua extradição e assegurando sua libertação! 


Anita Leocadia Prestes

Autora de vasta obra sobre a atuação política de Luiz Carlos Prestes e a história do comunismo no Brasil. É doutora em história social pela Universidade Federal Fluminense, professora do Programa de Pós-Graduação em História Comparada da UFRJ e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes.


Anita Leocadia Prestes nasceu em 27 de novembro de 1936 na prisão de mulheres de Barnimstrasse, em Berlim, na Alemanha nazista, filha dos revolucionários comunistas Luiz Carlos Prestes, brasileiro, e Olga Benario Prestes, alemã.

***

domingo, 15 de maio de 2022

DOSSIÊ DA LIBERDADE DE IMPRENSA * Rogerio Christofoletti / Federação Nacional dos Jornais - FENAJ

DOSSIÊ DA LIBERDADE DE IMPRENSA
Data: 29/04/2022Autor: Rogerio Christofoletti2

CONFIRA O DOSSIÊ


O Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) lançam na próxima terça-feira, 3 de maio, o dossiê “Ataques ao Jornalismo e ao Seu Direito à Informação”, uma publicação que aprofunda o debate sobre a violência contra o jornalismo no Brasil e seus impactos nos direitos da sociedade, como o direito à informação. Para marcar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e apresentar o dossiê, uma live no YouTube reúne a presidenta da federação, Maria José Braga, e um dos coordenadores do grupo de pesquisa, Rogério Christofoletti. A live começa às 19h30 com transmissão simultânea por canais de sindicatos dos jornalistas de todo o Brasil no Facebook.

Produzido ao longo de três meses e dividido em quatro capítulos, o dossiê parte dos dados apresentados no “Relatório de Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa 2021”, elaborado anualmente pela FENAJ desde 1998, e analisa aspectos que envolvem o ambiente hostil para a atividade jornalística no país. “O monitoramento dos ataques é fundamental para documentar a escalada da violência, mas apontamos também no dossiê como a precarização do trabalho e a perseguição aos jornalistas afetam as vidas das pessoas comuns”, afirma Christofoletti. A presidenta da FENAJ explica que o lançamento da publicação no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é uma maneira de contribuir para o debate público e de ajudar a consolidar direitos no Brasil. Afinal, ataques ao jornalismo também ajudam a corroer a democracia e as conquistas civilizatórias acumuladas há décadas.

O dossiê

Com 41 páginas e em formato eletrônico para download, a publicação oferece análise, interpretação de cenários e recomendações práticas para o combate à violência contra os jornalistas.

Na primeira seção, assinada pelo professor Alisson Coelho, os números ganham rostos e nomes, com as histórias por trás dos casos que vão de campanhas difamatórias nas mídias sociais, como ocorreu com o repórter independente, Ed Wilson Araújo, a ameaças e intimidações diretas, como aconteceu com o editor-executivo de The Intercept Brasil, Leandro Demori.

Em seguida, a pesquisadora Janara Nicoletti traça uma relação nem sempre aparente entre a precarização do trabalho dos jornalistas e a violência que afeta esses profissionais. Por meio de relatos dramáticos e no diálogo com outros estudos, Janara mostra como as ameaças não vêm apenas de fora do campo profissional, mas muitas vezes estão no próprio local de trabalho, na forma de sobrecarga, assédios ou de atraso no pagamento de salários, como o que vem ocorrendo no Diário de Pernambuco desde 2019.

Discutir como os atentados à liberdade de imprensa, por meio de ataques a jornalistas, e a violação de Direitos Humanos, especialmente do Direito à Informação, é o foco da terceira seção do dossiê, assinada pelo pesquisador Rogério Christofoletti. Mais que problema de uma categoria profissional específica, a situação deveria preocupar a todos os cidadãos. Por meio de entrevistas com especialistas de instituições independentes que acompanham os riscos à liberdade de expressão e de imprensa em diversos países, como a Artigo 19 e a Repórteres Sem Fronteiras, o contexto brasileiro é analisado de forma aprofundada.

De autoria do presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo (SBPJOR), Samuel Pantoja Lima, a quarta seção encerra o dossiê levando a questão da violência contra jornalistas e as ameaças à liberdade de imprensa a representantes de diversos setores da sociedade. Em destaque, o resgate sobre o Projeto de Lei 191/15 do deputado federal Vicentinho (PT/SP), que tem a proposta de federalizar os crimes contra a atividade jornalística. Ao final, o também coordenador do objETHOS enumera um conjunto de recomendações práticas para mitigar a violência contra jornalistas no Brasil.

***