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sábado, 6 de abril de 2024

NÓS PRECISAMOS DE UMA REVOLUÇÃO SOCIAL NO BRASIL * JOSÉ DIRCEU.SP/JOSÉ ERNESTO DIAS.MA

NÓS PRECISAMOS DE UMA REVOLUÇÃO SOCIAL NO BRASIL

 Levantando essa bandeira


Eu não vejo nenhum desses partidos intitulados esquerda: levantar essa bandeira mobilizando a sociedade exigindo a desestatização já das estatais. Das empresas como a Vale, a Eletrobras  e Telebrás (telefônica) e ferrovias.


Que tal o PCTB levantar essa bandeira para discutir essa causa com o PT?


PCB, PCdoB PSOL, PSTU, PCO, PSB ETC,. pouco ou nada adianta um desses partidos isoladamente botar uma simples nota em um jornal desses partidos. Como eu tenho observado isso de todos esses partidos citados acima. Ou se junta todas na luta por essa causa ou não vamos chegar em canto nenhum camarada.


Pense nisso e convoque esses partidos junto à  pelegada dirigente sindical para discutir o assunto propondo essa mobilização de imediato. Uma greve geral parando a nação por tempo indeterminado; eu acredito que seria a solução para arrancar o Lula do colo dos empresários, encorajando ele a agir nesse sentido. 


Ou se juntam todos nessa luta, ou vão continuar esses partidos isoladamente fazendo essas propostas pra si próprio; com a sua limitada militância. Pense nisso camarada.

JOSÉ ERNESTO DIAS - MA

Dirigente sindical e escritor

XADRES POLÍTICO - JAIR GALVÃO
JOSÉ DIRCEU.SP

sexta-feira, 19 de maio de 2023

DEMOCRACIA SEGUNDO TIO SAM * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

DEMOCRACIA SEGUNDO TIO SAM
Os Estados Unidos se apresentam como uma democracia, mas na realidade são uma ditadura disfarçada. Seu sistema eleitoral é injusto e antidemocrático, pois não respeita o voto popular dos cidadãos, mas se baseia em um colégio eleitoral de representantes que podem votar contra a vontade da maioria. Além disso, os Estados Unidos são dominados pelo capitalismo, um sistema econômico e social que explora os trabalhadores. O capitalismo é uma ditadura do capital, que impõe seus interesses acima dos direitos humanos e da preservação do planeta. Por essas razões, os Estados Unidos não são uma verdadeira democracia, mas uma ditadura que oprime seu povo e o resto do mundo.
FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES

sábado, 21 de janeiro de 2023

RECONSTRUÇÃO SE FAZ COM MOBILIZAÇÃO * Frei Betto.SP

RECONSTRUÇÃO SE FAZ COM MOBILIZAÇÃO
Frei Betto.SP

A vitória eleitoral de Lula sinaliza a derrota das forças destrutivas que se apoderaram da administração federal nos últimos quatro anos. Não sei se o lema do novo governo – “União e Reconstrução” – se transformará em fato. União nacional não é tarefa fácil.

IMPOSTO DE RENDA

A cultura bolsonarista, impregnada de ódio, contaminou inúmeras pessoas que se somaram aos 58 milhões de votos recebidos por Bolsonaro no segundo turno. E não há possibilidade de união nacional nessa sociedade injustamente marcada por gritante desigualdade social.

Contudo, reconstrução é viável. Lula tem plena consciência do que precisa ser feito. Seus discursos de posse expressam o caráter deste terceiro mandato, onde se destacam três prioridades: combater a fome e a insegurança alimentar; reduzir a desigualdade social; proteger nossos biomas e fortalecer as políticas socioambientais.

Lula está atento ao que deveria ter sido feito em seus primeiros mandatos e, por força da conjuntura, não aconteceu. Sabe que, agora, é talvez sua última oportunidade de governar o Brasil. Na conversa privada que tivemos no Itamaraty, na noite de 1º de janeiro, eu disse a ele que este é o início de seu penúltimo mandato. Ele sorriu. Estou convencido de que será candidato à reeleição em 2026, aos 81 anos. A quem alega a idade avançada, lembro do cardeal Roncalli, eleito papa João XXIII com 77 anos, em 1958, e com 80 promoveu uma revolução na Igreja Católica ao convocar o Concílio Vaticano II.

Nos mandatos anteriores, Lula assegurou sua governabilidade pelo modelo “saci-pererê”, apoiada em uma só perna: o Congresso Nacional. Agora sabe que a perna mais importante é a da mobilização popular. Espero que ministros e ministras se deem conta de que apoio popular não se confunde com os 60 milhões de votos recebidos por Lula. Depende de intenso trabalho pedagógico. Não brota do espontaneísmo nem resulta automaticamente das políticas de inclusão social. Feijão não muda automaticamente a razão.

Participação cidadã advém de consciência crítica, organização e mobilização. E o governo federal dispõe de amplos recursos para promovê-las, desde poderoso sistema de comunicação à seleção de livros didáticos. Sobretudo valorizar a capacitação política de seus representantes em contato direto com a população, como os 400 mil agentes comunitários de saúde.

Sem povão não há solução!











Frei Betto é escritor, autor de “Tom vermelho do verde” (Rocco), entre outros livros. Livraria virtual: freibetto.org
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domingo, 15 de janeiro de 2023

NINGUÉM LARGA A MÃO DE NINGUÉM * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

NINGUÉM LARGA A MÃO DE NINGUÉM

NEM TALIBOZOS NEM TALITRUMPS
Tanto os Talibãns como os terroristas do Estado Islâmico agiram no sentido de destruir enormes estátuas de Buda ou relíquias milenares da civilização Assíria.

Destruindo esses símbolos acreditavam estar enterrando o passado, único meio de construir o novo. A crença alienada de que o poder estaria ali, nos prédios de Niemeyer, representa também, por mais contraditório que possa parecer, uma vitória do sistema que acreditam combater.

O poder não está ali. Nunca esteve, mas apenas uma fração dele. Curiosamente, até pessoas mais preparadas, estavam atônitas com a ação dos golpistas como se estas fossem o estopim para viradas autoritárias.

Sofrem do mesmo mal. Subestimam as condições materiais propícias para um golpe. Não entenderam nem mesmo 64. Ou seja, a conjunção dos interesses do PIG¹, com seus representantes do poder civil, a justiça e o caos social artificialmente criado. Subestimam que o arranjo essencial já se deu antes das eleições e as urnas referendaram.

Lula como artífice, numa costura complexa sobre um tecido socialmente esgarçado. Bolsonaro é e tornou-se um artigo caro no contexto internacional, num país baseado em comoditties e com um arsenal ambiental de proporções continentais. Só na aparência, a caminhada de mãos dadas por todos os partidos, poderes e o Presidente da República significou uma aliança pela democracia.

Era muito mais, representava que a conjunção de interesses econômicos concretos, já tinha encontrado o seu termo, o seu processo de formação. Lula foi o artífice, felizmente, e no limite concreto das nossas possibilidades civilizatórias. Na verdade, a grande simbologia da força do sistema, nos foi legada pelos golpistas.

Acreditavam que o mesmo os acudiria, e só agora compreenderam o inverso. O sistema respondeu que, nessas atuais circunstâncias, poderá sobreviver com muito mais relevância, através do respeito às instituições, muito mais do que através do abandono das mesmas.

É sobrevivência sistêmica, que se realiza na lógica da sua reprodução. Não sai da caneta de iluminados. E talvez seja exatamente esse, o mais sofisticado legado de Lula, ou o traço mais evidente da sua personalidade na história. A saber, que sua presença tenciona o País a dirigir-se na direção do que construímos de melhor, apesar de tudo.

(NOTA: PIG: Partido da Imprensa Golpista;)
AUTOR DESCONHECIDO
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terça-feira, 10 de janeiro de 2023

BRASIL URGENTE Nº2 * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT

BRASIL URGENTE Nº2
Bom dia pessoal. Agradeço aqui a oportunidade de poder me manifestar. Para mim, eu acho que todos esses fatos que ocorreram já de conhecimento amplo de todos é bem caracterizado uma ação de tumulto com o objetivo de canalizar para um confronto ou uma guerra civil interna e os militares camuflados e disfarçados, aguardando que fuja do controle para poder fazer intervenção.

Mas no fundo no fundo, nós sabemos que é a direita que está organizando essa manifestação, tentando dar um golpe de estado. Isso é bem claro e a esquerda por outro lado está desarticulada, na defensiva, sem qualquer iniciativa para o confronto.

No fundo, nós sabemos que a direita não aceita perder a eleição e a única forma de se manter no poder é através de uma ditadura e do golpe militar.

Não vamos aqui disfarçar a realidade. A direita está organizada. Ela não morreu. Esse acidente não deu em nada mas ela vai continuar insistindo e articulada junto com os militares para que possa ter poder, implantar um neoliberalismo radical no país. Isso é bem claro. e

Eu acho que nós devemos fazer uma discussão sobre a quem interessa tudo isso, para onde vai caminhar tudo isso. Daí eu acho que é um debate amplo e não se resume numa discussão de 30-40 minutos.

Tem que ser aprofundado, tem que abrir um forte debate com pessoas que realmente tem afinidade com a política mais séria.

Fica aqui um abraço a todos.


Carlos Borges: Presidente nacional da central sindical UST. Grato pela oportunidade.
Carlos Borges é Presidente nacional da central UST; uma central sindical independente, sem qualquer vínculo partidário, formado em economia, com mestrado em ciências políticas e sindicalista há 30 anos.
ATO PELA DEMOCRACIA

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

O PAPEL DA ESQUERDA NOS GOVERNOS PROGRESSISTAS * Henrique Saenz - Resistência Hiperbórea

O PAPEL DA ESQUERDA NOS GOVERNOS PROGRESSISTAS 
"Cada dia tem sua ânsia." 

Assim diz o ditado popular, quer dizer o que quer dizer. Ou seja, cada um tem sua própria dinâmica, sua própria aventura e/ou desastre. Algo semelhante acontece com os tempos, com as modas que aparecem, com as tendências, com a política.

Se outrora o reformismo se vestia de revolucionário quando no fundo não o era (bastava quebrar o termo “reformista” para entender que era o contrário) ele sempre atuou como um muro de contenção, alternando sua liderança com as demais expressões da ideologia burguesa, como posições laicas, social-cristãs, liberais ou social-democratas. A luta ideológica pela hegemonia entre eles foi por vezes apresentada como se fossem antagônicas quando no final eram complementares. Isso fez com que as “massas” participassem de seus líderes como se fosse uma luta total ou de vida ou morte. Grandes discursos e marchas massivas. Fazia parte do espetáculo político, do show, ou como dizem, parte do jogo democrático. Nota “jogo”.

Mas os tempos mudam.

As novas gerações mostram-se mais livres ou liberais e as posições ideológicas clássicas como o social-cristão, os conservadores, etc. falham na interpretação dessas gerações. Parecem verdadeiros dinossauros, como peças de museu, e os velhos reformistas têm no máximo um sopro de nostalgia, de velho meigo e inofensivo cujo prato cai a cada duas sílabas. Então parece que a classe dominante ficará nua, desprovida de ideologia, mas nada está mais longe da verdade. Nasceu o progressismo, a nova reação da ideologia dominante.

Se os governos tradicionais da direita dinossauro provocam forte repúdio na população para que a classe dominante possa levar a cabo as políticas de reatualização e revalidação do capitalismo sem retrocessos ou desabafos, esta classe dominante exige um discurso atraente, jovial, coisa fresca, flexível, inclusiva, gentil até erótica que pode sorrir para a massa enquanto passa o rolo compressor sobre si mesma.

O progressismo nasceu a serviço da classe dominante e sua dupla função de contenção e extensão está gravada em sua certidão de nascimento.

De contenção porque se sabe que o capitalismo está em crise profunda e que com isso a luta de classes se agravou a tal ponto que agora usam golpes brandos como forma de tentar colocar a casa em ordem e seguir em frente com o capitalismo . Isso provocou protestos, revoltas, rebeliões, greves e paralisações por tempo indeterminado. Para evitar isso e poder avançar em seu programa capitalista, a classe dominante promove, cria e permite que os progressistas sejam assumidos como uma espécie de filhos putativos. A sua cara amiga, e em muitos casos a sua origem popular, serve para conter o descontentamento popular-social, serve para confundir as massas e serve claramente para que a classe dominante cumpra os seus objectivos, pelo exposto. Eles são o governo de contenção.

Prolongam-se também porque a contenção não é estática, imóvel, não congela mas pelo contrário, ao mesmo tempo que se contém, avança e se consolida, se aperfeiçoa e os custos da crise são transferidos para o povo e os trabalhadores. Em meio à crise, os progressistas prometem um futuro melhor, mas para o qual é necessário o sacrifício de "todos", entendendo por "todos" não eles, os capitalistas, mas "nós", ou seja, nós, os trabalhadores.

O discurso progressista consiste no fato de que para chegar a esse futuro são necessários ajustes estruturais (de cunho capitalista), que o Estado deve poupar e, portanto, a ajuda será mínima, ou menos que mínima, e direcionada. O que é melhor do que nada. Que o ótimo é inimigo do bom. Não se preocupe, ano que vem será melhor.

Enquanto soam aqueles cantos de sereia, os ajustes acontecem, novas leis são promulgadas em meio a shows massivos de algum rockstar ou megaevento, ou mulher em plena Copa do Mundo. Começa a onda de demissões em massa, de redução de salários, de mudanças arbitrárias dos contratos totais, é fácil culpar os russos, os ucranianos e os chineses e não a oligarquia dessas latitudes.

Por tudo isso, o rosto amigo de um professor, de um metalúrgico, de um ex-guerrilheiro, de algum ex-líder de um povo indígena ou de um líder estudantil, de um funcionário de uma instituição financeira ou de um cadeirante que se veste de progressista e que tem a capacidade de conter e prolongar, de dar mais oxigênio a esse cadáver podre da democracia burguesa. Se ele não puder, dê as boas-vindas ao golpe suave e ao próximo com o rosto gentil. O elenco será a ordem do dia.

O LEOPARDO
CANAL YOUTUBER RESISTÊNCIA HIPERBÓREA

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Carta de Apoio ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva * Movimento Geração 68

 Carta de Apoio ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva  

Querido Companheiro Lula,  

Somos da histórica Geração 68, que ousou afrontar a ditadura militar, levou às ruas milhares  de pessoas em manifestações contra o regime que nos fora imposto em 64, caracterizada pelos  ideais e valores de Humanidade, Solidariedade, Generosidade e Democracia, que nortearam e  norteiam nossa existência.  

O Movimento Geração 68 nasceu em abril de 2021, quando lançou sua Carta Aberta às  brasileiras e aos brasileiros, aos movimentos sociais, partidos, sindicatos, centrais, organizações  da sociedade civil, redes e a todos então dispostos a trabalhar pelo Direito à Vida Digna e pelo  Estado Democrático de Direito. Estamos presentes nas manifestações de ruas e praças, e  ocupamos as redes sociais, onde expressamos nossa demanda por um Brasil e por um mundo  melhor para todos.  

O Movimento Geração 68 integrou com arrojo as forças que construíram a vitória que ora  celebramos. Com suas bandeiras unificadoras e seu simbolismo histórico, criou ferramentas e  espaços digitais para engajamento na grande luta, angariou assinaturas de apoio em todo o país  e até fora dele, e entregou solenemente sua Carta Aberta à Ordem dos Advogados do Brasil  (OAB), à Associação Brasileira de Imprensa (ABI), à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro  (ALERJ), ao Senado e à Comissão Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).  

Responder às demandas das múltiplas forças sociais que lhe deram sustentação será desafiador  para o seu novo governo a ser montado sobre o amplo espectro democrático que viabilizou seu  êxito eleitoral. É um novo tempo que se inaugura agora na vida do país, no qual terão que ser  honrados os compromissos assumidos na campanha com a classe trabalhadora, com todo o povo  brasileiro e com seus grandes protagonistas na difícil construção dessa conquista – mulheres,  pobres, negros, povos originários, portadores de necessidades especiais, jovens, idosos,  comunidades LGBTQIA+ e outros.  

Agora, com a sua eleição, abre-se nova etapa à nossa frente, construções que a democracia  exige, em seus pilares político, econômico, social e cultural, a demandar novo concurso do  Movimento Geração 68. Portanto, é tempo de comemorar - e comemorar muito! - o  extraordinário triunfo da democracia e seu, presidente Luíz Inácio Lula da Silva. É hora de  regozijo e alegria! A vitória é um fator fundamental para o restabelecimento dos direitos dos  trabalhadores suprimidos depois do golpe de 2016. Esse êxito é decisivo para a preservação do 

ecossistema, com a retomada de políticas que assegurem o cumprimento do acordo da agenda  ambiental e para a recuperação de todas as demais áreas que foram sistematicamente  degradadas.  

A extrema direita continuará a existir e fomentar a sua ideologia nazifascista e todos, como nós,  engajados na construção de uma democracia sustentável, estaremos na mesma trincheira de luta  contra o fascismo.  

Assim, o Movimento Geração 68, hoje também integrante do Fórum Permanente da  Intelectualidade Orgânica Progressista, reafirma o apoio ao seu governo e declara nossa  disposição de contribuir de forma propositiva para a realização dos compromissos assumidos  durante a campanha.  

Por fim, pugnamos por:  

● Democracia sempre, ditadura nunca mais! 

● Apoio à luta pela Soberania Nacional; 

● Apoio à campanha de mobilização da sociedade pelo combate emergencial à fome; ● Apoio às políticas públicas de combate à desigualdade social e ao racismo estrutural; ● Apoio à reconstrução do país e de suas estatais estratégicas; 

● Fim do teto de gastos e do orçamento secreto; 

● Defesa da Universidade, da Ciência e Tecnologia como agentes transformadores para  inclusão do Brasil no rol das nações desenvolvidas e independentes;  

● Criminalização, por meio da Justiça, dos responsáveis por atos de tortura e por violações  de Direitos Humanos, assim como pelas ações golpistas contra a democracia;  ● Implantação de uma verdadeira Justiça de Transição; 

● Fortalecimento das organizações dos trabalhadores e suas lutas, assim como dos  movimentos sociais.  

Boa sorte, companheiro Lula!  

Brasil, dezembro de 2022

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terça-feira, 22 de novembro de 2022

UNIR TODAS AS FORÇAS EM DEFESA DA LEGALIDADE * Pedro César Batista - DF

 UNIR TODAS AS FORÇAS EM DEFESA DA LEGALIDADE


Pedro César Batista - DF


Esperar na maioria das vezes deve ser uma opção apenas nos casos em que essa é a melhor alternativa. Ou a única alternativa. Diferente disso é preciso agir, fazer e tomar a iniciativa ou mesmo dar a resposta a uma ação ou omissão que traga risco a vida, a legalidade e aos direitos individuais e coletivos.

Na história nacional nunca as Forças Armadas e militares trataram as manifestações populares como neste momento agem em apoio as forças nazifascistas, que ocupam as portas de quarteis, pedem um golpe militar, pois não aceitam a vitória eleitoral de Lula para presidente do Brasil. Verificamos que alguns generais chegam a afirmar que é uma manifestação popular, pacífica e legítima, quando é um movimento de caráter fascista, ilegal, que tem usado largamente a violência e abusado do poder econômico para tentar impedir a normalidade jurídica e política. Alguns generais garantem o espaço militar para que ocorram acampamentos, manifestações e conspirações contra a legalidade. Uns chegam a falar publicamente em defesa das manifestações terroristas em curso.

Na história nacional não faltam exemplos de ações do Exército contra as mais legítimas manifestações do povo brasileiro.

Não podemos esquecer Canudos, o primeiro grande genocídio da República, em 1897, quando o Exército não poupou nem as crianças e mulheres que viviam no vilarejo, liderado por Antônio Conselheiro. 

No início do século XX, entre 1912 e 1916, outro brutal massacre contra os pobres. Desta vez, em Santa Catarina e no Paraná, no Contestado, quando se estima que o Exército deixou um saldo de 20 mil mortos. 

Dez anos depois o Exército bombardeou São Paulo, após ordem do ministro da Guerra, Setembrino de Carvalho - que também comandou o massacre no Contestado, destruiu parcialmente a capital paulista, naquilo que foi considerado o “maior conflito bélico urbano na história do Brasil e da América Latina”. Deixou um saldo de 800 mortos. 

Em 1937, novamente o Exército massacrou outra comunidade que desejava apenas construir uma sociedade igualitária, destruiu Caldeirão dos Jesuítas, “uma das mais ricas experiências da vida comunitária da história brasileira”. Mataram mais de 1 mil pessoas, as quais foram enterradas em vala comum em local nunca informado pelos militares.

Depois que as Forças Armadas foram derrotadas, em 1961, pela Campanha da Legalidade, liderada por Leonel Brizola, em 1964, deram o golpe de 1 de abril, e ficaram 21 anos no poder, impediram a realização de eleições, censuraram a imprensa, prenderam, torturaram e assassinaram milhares, entre lideranças que não se sujeitaram aos crimes praticados em nome do Estado, sindicalistas, estudantes e povos indígenas, como o povo Waimiri Atroari, que tinha uma população estimada em 3 mil pessoas e quando o Exército saiu da região, ocupada para construir a BR 174 (Manaus – Boa Vista) restaram apenas 350 indígenas. Também tiveram os moradores da região do Araguaia, presos e torturados para localizarem os militantes do PCdoB que estavam na região, os quais foram assassinados quase em totalidade. 

Em 1988, o Exército ocupou a Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, Rio de Janeiro, quando mais de 10 mil operários exigiam melhorarias salariais, deixou um saldo de 3 mortos.  

Recentemente, em um bloqueio nas ruas da cidade do Rio de Janeiro, mais de 80 tiros partiram de soldados do Exército para fuzilar o músico Evaldo Rosa, assassinado na frente da família, quando seguiam para um aniversário.

Agora, depois de terem eleito um miliciano, expulso do Exército devido tentar explodir uma bomba em um gasoduto e outra dentro do quartel, estão omissos, com alguns generais apoiando, manifestantes que não reconhecem o resultado eleitoral para a Presidência.  

A história mostra que não se pode confiar em quem tem uma larga ficha corrida contra os interesses nacionais. Somente quanto ocorreu a unidade de todas as forças democráticas, progressistas e legalistas foi possível derrotar o terrorismo de Estado. 

O momento exige a unidade, mobilização e organização da mais ampla resistência em defesa da legalidade democrática, que obriga as autoridades a prenderem os terroristas, que tentam, mais uma vez, impor a dor, o medo e o terror ao povo brasileiro.

Não basta esperar que a legalidade seja executada, urge a mobilização de todas as forças para que a lei seja cumprida e a normalidade restaurada.


quarta-feira, 19 de outubro de 2022

MANIFESTO DEMOCRACIA EM DEFESA DO SUS * (Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT)

 MANIFESTO DEMOCRACIA EM DEFESA DO SUS 

Votamos Lula/Alckmin 

Assinam: 

Ex-Ministros da Saúde 

Ex-presidentes do CONASS 

Ex-presidentes do CONASEMS 

Ex-presidentes da ANS 

Ex-presidentes da ANVISA 

O SUS é uma das pedras angulares da nossa democracia e um dos principais vetores de  combate à desigualdade social. Sua construção, ao longo de mais de três décadas, é fruto  de um desafiador contrato social tecido ao longo de vários governos, que permitiu que se  transformasse em uma política de Estado, que encontrou meios legais para se financiar e  prestar ações e serviços com base em responsabilidades compartilhadas entre entes  federativos, governo e sociedade.  

A despeito de ainda persistirem imensos desafios para sua plena implementação, seu  legado permitiu, entre outras conquistas, o aumento da expectativa de vida dos brasileiros,  a redução da mortalidade infantil e uma ampla cobertura vacinal. Programas como os de  imunização, combate ao HIV, hepatites, tabagismo, assistência farmacêutica, entre 

outros, viraram referências e um fator distintivo do Brasil no mundo. É inegável que o  SUS proporcionou mais qualidade de vida a partir da premissa de que a saúde é um direito  universal e um dever do Estado. 

Essas conquistas, todavia, têm sido seriamente ameaçadas pelo Governo Bolsonaro. A  atuação do presidente no enfretamento da pandemia é expressão cabal da falta de  compromisso com a saúde e com a vida dos brasileiros. Bolsonaro lidou com a pandemia  de forma irresponsável e como consequência desastrosa o país tem mais de 687 mil  mortos pela COVID-19. Substituiu a gestão técnica e científica por uma linha de comando  militar e submissa aos interesses do Centrão. Sua irresponsabilidade e desídia não têm  limites. 

Os princípios fundamentais do SUS passaram a ser solapados insidiosamente. A  desestruturação das políticas de atenção básica, imunização, saúde mental, saúde da  mulher e assistência farmacêutica são alguns exemplos de retrocessos inaceitáveis. A  situação se agrava ainda mais pelo atual padrão de desfinanciamento do SUS e a  introdução inaceitável das emendas secretas, que ampliam as iniquidades regionais e  desorganizam o sistema de saúde. 

Cuidar da saúde do povo brasileiro tornou-se, mais do que nunca, um desafio central para  o governo que será eleito em 30 de outubro.  

A eleição de Lula/Alckmin representa hoje a única possibilidade de fortalecer e promover  avanços no SUS e implementar políticas intersetoriais que enfrentem os determinantes  sociais que afetam diretamente a saúde da população, tais como o enfrentamento da  insegurança alimentar, do desemprego e da queda de renda e da destruição do meio  ambiente, entre outros, que juntamente com as consequências prolongadas da pandemia  de COVID-19, degradam as condições de vida e têm repercussões profundas no nosso 

sistema de saúde. Tarefa primordial será reconstruir o pacto interfederativo, solidário e  cooperativo, envolvendo e responsabilizando as três esferas de governo no compromisso  de retomar a implementação do SUS, a partir de seus princípios constitucionais, como um  compromisso cívico inadiável em defesa da vida. 

É por isso que agora, no segundo turno, estamos juntos e votaremos em Lula/Alckmin, pelo futuro do Brasil, pela democracia e em defesa do SUS

Ex-ministros da Saúde: 

Humberto Costa (2003-2005) 

José Saraiva Felipe (2005-2006) 

Jose Agenor Alvarez da Silva (2006-2007) 

José Gomes Temporão (2007-2011) 

Alexandre Padilha (2011-2014) 

Arthur Chioro (2014-2015) 

Marcelo Castro (2015-2016) 

Ex-presidentes do CONASS: 

Armando Raggio 

Carlos Eduardo Lula 

João Gabbardo dos Reis  

José Wanderley Neto  

Júlio Müller 

Marcus Pestana 

Ex-presidentes do CONASEMS: 

Paulo Dantas 

José Eri Medeiros 

Armando Raggio 

Edmundo Gallo 

Gilberto Natalini 

Luiz Odorico Monteiro de Andrade 

Silvio Fernandes da Silva 

Helvécio Miranda Magalhães Junior 

Fernando Monti 

Ex-presidentes da ANS: 

Fausto Pereira dos Santos 

André Longo 

Ex-presidentes da ANVISA: 

Gonzalo Vecina  

Claudio Mayerovicth  

Dirceu Raposo de Mello 

Dirceu Barbano 

Willian Dib

Ruth Lerner FroimtchukMiguel Froimtchuk

*Em defesa da SAÚDE, da VIDA e da CIDADANIA* 


Nós profissionais da saúde de todo o país, abaixo listados, optamos neste 2º turno por votar em  *LULA* para Presidente, por entender que seu *compromisso* com as bandeiras abaixo o faz merecedor do nosso voto.

1-  *Compromisso*  de promover o  ACESSO da população em tempo real a  serviços assistenciais de saúde por meio de uma profunda revisão da governança, financiamento e gestão do SUS, incorporando as necessárias tecnologias digitais e investindo na qualificação profissional que transformem a estrutura da saúde brasileira;

2- *Compromisso* com a construção de um sistema nacional de educação que garanta o ACESSO  a uma educação pública de qualidade;

3- *Compromisso* de incentivar a pesquisa científica, o empreendedorismo e a Inovação através da criação de um ambiente  atrativo  para a ciência e para a economia criativa no país;

4) *Compromisso* de investir em políticas que reduzam as desigualdades sociais, que garantam a liberdade de expressão, que promovam a paz entre os cidadãos e que defendam o Estado democratico de direito.


Isto é VIDA, SAÚDE E CIDADANIA.


Alberto Chebabo

Amarino Oliveira Jr

Amilcar Tanuri

Ana Maria Malik

Angela Maria M Abreu

Carlos Telles

Daniel Soranz

Daniel Tabak

Denise Pires de Carvalho

Drauzio Varela

Gilbero Schwartsman

Gonzalo Vecina

Jacob Kligerman 

Jose Gomes Temporão 

Josier Vilar

Julio Croda

Ligia Bahia

Luiz Antonio Santini

Margareth Dalcolmo

Mauricio Ceschin

Nelson Monteiro Vaz

Paulo Buss

Paulo Chapchap

Pedro Barbosa

Roberto Medronho

Rubens Belfort


Adalberto Vieyra

Adriane Todeschini

Adriano Massuda

Afranio Lineu Kritski

Alex Rafacho

Alexandre Cesar Conti

Alexandre Kalache 

Alfred Sholl Franco

Alice Helena Violante

Amilcar Tanuri

Ana Maria Malik

Andre Luiz Souza Santos

Andrea Taborda Cunha

Antonio Cabral Filho

Antonio Carlos Boscheto

Antonio Carlos C Carvalho

Antonio Eduardo Nakamura

Antonio Egidio Nardi

Ariel Cesar de Carvalho

Bianca Gutfilen

Carlos Morel

Carlos R da Silva Filho

Carmen Cabanelas Moura

 Carmen Froes Asmus

Celia Regina Nogueira

Celuo Geraldo Freire Lima Celso Caruso Neves

Clarissa Damaso

Carolina Ferrar

Claudia Domingues Vargas

Claudia Farias Benjamin

Claudio Gil Araujo

Claudio Maierovitch

Claudio Tadeu Daniel-Ribeiro

Cristina Dias

Crystina Barros

Daniel Paes Santos

Daniel Soranz

Daniel Tabak

Darcilio Fernandes Baptista

Denise Pires de Carvalho

Diego Gafuri Silva

Diego Rovaris

Drauzio Varella

Ednilson Porangaba Costa

Egberto Gaspar Moura

Ekaterini Goudouris

Eleinora Kurenbach

Eliete Maria Silva

Enoi Guedes Vilar

Emiliano Medei

Everardo Magalhães Carneiro

Fernanda Araujo

Fernanda Cruz

Fernando Abdulkader

Filipe Cavalcanti Porto

Flavia Bloise

Francemilson Goulart Silva

Francescantonio Menezes

Francisco Moura

Gabriel Cambraia Pereira

Gabriel Forato Anhê

Gilberto Schwartsman

Gisele Nunes Yonezawa

Gonzalo Vecina

Heitor Siffert

Hermano Castro

Irnak Marcelo Barbosa

Jair Jesus Mari

José Carlos Carraro Eduardo

João Augusto Madeira

João Barroca

Jodelia Henriques

Jorge Carvalho Guedes

Jose Gomes Temporão 

Jose Roberto Lapa e Silva

Josier Vilar

Juliana Pimenta

Isis Hara Trevenzoli

Karla Coelho

Karlos Mesquita

Leandro Miranda Alves

Lidia Antonia Menezes

Ligia Bahia

Lilia Portela

Lucas Leite Cunha

Lucia Drummond

Luciana Chiarini

Luciana Schmidt Andrade

Luciana Venturini Rossoni

Lucieni Oliveira Conterno

Luiz Afonso Mariz

Luiz Eurico Nasciutti

Luiz Antonio Santini

Lutegarde Vieira de Freitas

Magnus Dias da Silva

Marcello Andre Barcinski

Marcia Denise Guedes

Marco Oliveira Py

Margareth Dalcolmo 

Maria Bellio

Maria da Graça Martins

Maria do Socorro Pontes

Maria Gomes Pereira

Maria Isabel Dutra Souto

Maria Lucia Guida Coé

Maria Luiza Chaves

Maria Tereza Nunes

Mariana Boechat Abreu

Mariana S. Silveira

Marilene Tavares Oliveira

Marisa Dreyer Breitenbach

Marli Maria Lima

E Mateus Gouveia Franco

Matheus Oliveira Barros Mauricio Barreto

Mauricio Ceschin

Mauro Pires Dias da Silva

Maximus Taveira Santiago

Mayra Rochael

Monica Corso Pereira

Monica Moreira Rochs

Mônica Senna Salerno

Nelson Monteiro Vaz

Olga Maria Carvalho

Paulo Buss

Paulo ChapChap

Paulo Hilario Saldiva

Pedro Barbosa

Pedro Kurtz

Rafael Linden

Reinaldo Rondinelli

Renata Aranha

Renato Veras

Ricardo de Melo Reis

Ricardo Onofre da Rocha

Roberto  Cooper

Roberto Medronho

Rodolfo Rocha

Rodolfo Rocha Paranhos

Rosana Lantver

Rossela Falcao Dias

Rubens Belfort

Salete de Andrea

Savino Wilson

Sergio Bydlowski

Sergio Ferreira

Silvana Bordin da Silva

Silvia Rodrigues Jardim

Sirlei Daffre

Soraya Smaili

Susana Carvajal

Tais Hanae Brunswick

Tammy Rodrigues

Tatiane Chagas

Tania Ortiga

Thais Carvalho

Thereza Cristina Barja Fidalgo

Thiago Martins Santos

Terezinha Castaneiras

Vania Maeia C Costa

Veronica Moreira Amado

Wanderley de Souza 

Wladimir Tadeu Baptista Soares 

Miguel Froimtchuk 

Ruth Lerner Froimtchuk

Maria de Fatima Dias Gaui

Eduardo Nagib Gaui


Se quiser assinar coloque seu nome ao final e repasse 

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