O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2024
76º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
terça-feira, 22 de novembro de 2022
UNIR TODAS AS FORÇAS EM DEFESA DA LEGALIDADE * Pedro César Batista - DF
UNIR TODAS AS FORÇAS EM DEFESA DA LEGALIDADE
Esperar na maioria das vezes deve ser uma opção apenas nos casos em que essa é a melhor alternativa. Ou a única alternativa. Diferente disso é preciso agir, fazer e tomar a iniciativa ou mesmo dar a resposta a uma ação ou omissão que traga risco a vida, a legalidade e aos direitos individuais e coletivos.
Na história nacional nunca as Forças Armadas e militares trataram as manifestações populares como neste momento agem em apoio as forças nazifascistas, que ocupam as portas de quarteis, pedem um golpe militar, pois não aceitam a vitória eleitoral de Lula para presidente do Brasil. Verificamos que alguns generais chegam a afirmar que é uma manifestação popular, pacífica e legítima, quando é um movimento de caráter fascista, ilegal, que tem usado largamente a violência e abusado do poder econômico para tentar impedir a normalidade jurídica e política. Alguns generais garantem o espaço militar para que ocorram acampamentos, manifestações e conspirações contra a legalidade. Uns chegam a falar publicamente em defesa das manifestações terroristas em curso.
Na história nacional não faltam exemplos de ações do Exército contra as mais legítimas manifestações do povo brasileiro.
Não podemos esquecer Canudos, o primeiro grande genocídio da República, em 1897, quando o Exército não poupou nem as crianças e mulheres que viviam no vilarejo, liderado por Antônio Conselheiro.
No início do século XX, entre 1912 e 1916, outro brutal massacre contra os pobres. Desta vez, em Santa Catarina e no Paraná, no Contestado, quando se estima que o Exército deixou um saldo de 20 mil mortos.
Dez anos depois o Exército bombardeou São Paulo, após ordem do ministro da Guerra, Setembrino de Carvalho - que também comandou o massacre no Contestado, destruiu parcialmente a capital paulista, naquilo que foi considerado o “maior conflito bélico urbano na história do Brasil e da América Latina”. Deixou um saldo de 800 mortos.
Em 1937, novamente o Exército massacrou outra comunidade que desejava apenas construir uma sociedade igualitária, destruiu Caldeirão dos Jesuítas, “uma das mais ricas experiências da vida comunitária da história brasileira”. Mataram mais de 1 mil pessoas, as quais foram enterradas em vala comum em local nunca informado pelos militares.
Depois que as Forças Armadas foram derrotadas, em 1961, pela Campanha da Legalidade, liderada por Leonel Brizola, em 1964, deram o golpe de 1 de abril, e ficaram 21 anos no poder, impediram a realização de eleições, censuraram a imprensa, prenderam, torturaram e assassinaram milhares, entre lideranças que não se sujeitaram aos crimes praticados em nome do Estado, sindicalistas, estudantes e povos indígenas, como o povo Waimiri Atroari, que tinha uma população estimada em 3 mil pessoas e quando o Exército saiu da região, ocupada para construir a BR 174 (Manaus – Boa Vista) restaram apenas 350 indígenas. Também tiveram os moradores da região do Araguaia, presos e torturados para localizarem os militantes do PCdoB que estavam na região, os quais foram assassinados quase em totalidade.
Em 1988, o Exército ocupou a Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, Rio de Janeiro, quando mais de 10 mil operários exigiam melhorarias salariais, deixou um saldo de 3 mortos.
Recentemente, em um bloqueio nas ruas da cidade do Rio de Janeiro, mais de 80 tiros partiram de soldados do Exército para fuzilar o músico Evaldo Rosa, assassinado na frente da família, quando seguiam para um aniversário.
Agora, depois de terem eleito um miliciano, expulso do Exército devido tentar explodir uma bomba em um gasoduto e outra dentro do quartel, estão omissos, com alguns generais apoiando, manifestantes que não reconhecem o resultado eleitoral para a Presidência.
A história mostra que não se pode confiar em quem tem uma larga ficha corrida contra os interesses nacionais. Somente quanto ocorreu a unidade de todas as forças democráticas, progressistas e legalistas foi possível derrotar o terrorismo de Estado.
O momento exige a unidade, mobilização e organização da mais ampla resistência em defesa da legalidade democrática, que obriga as autoridades a prenderem os terroristas, que tentam, mais uma vez, impor a dor, o medo e o terror ao povo brasileiro.
Não basta esperar que a legalidade seja executada, urge a mobilização de todas as forças para que a lei seja cumprida e a normalidade restaurada.
segunda-feira, 26 de setembro de 2022
A REDE PÚBLICA QUE PODE TRANSFORMAR O BRASIL * ERMÍNIA MARICATO, ION DE ANDRADE & JOÃO SETTE WHITAKER FERREIRA / SP
domingo, 5 de junho de 2022
Despejo Zero urgente nas cidades e no campo * Kelli Mafort / MST
domingo, 15 de maio de 2022
DOSSIÊ DA LIBERDADE DE IMPRENSA * Rogerio Christofoletti / Federação Nacional dos Jornais - FENAJ

sábado, 23 de abril de 2022
ONDE ESTÁ CARLOS LANZ? * Comissão de Busca e Libertação de Carlos Lanz / Venezuela
sábado, 15 de janeiro de 2022
A ORIGEM DOS DIREITOS * Juíza Federal Raquel Domingues do Amaral / MS
A ORIGEM DOS DIREITOS
"Sabem do que são feitos os direitos, meus jovens?
Sentem o seu cheiro?
Os direitos são feitos de suor, de sangue, de carne humana apodrecida nos campos de batalha, queimada em fogueiras!
Quando abro a Constituição no artigo quinto, além dos signos, dos enunciados vertidos em linguagem jurídica, sinto cheiro de sangue velho!
Vejo cabeças rolando de guilhotinas, jovens mutilados, mulheres ardendo nas chamas das fogueiras! Ouço o grito enlouquecido dos empalados.
Deparo-me com crianças famintas, enrijecidas por invernos rigorosos, falecidas às portas das fábricas com os estômagos vazios!
Sufoco-me nas chaminés dos Campos de concentração, expelindo cinzas humanas!
Vejo africanos convulsionando nos porões dos navios negreiros.
Ouço o gemido das mulheres indígenas violentadas.
Os direitos são feitos de fluido vital!
Pra se fazer o direito mais elementar, a liberdade,
gastou-se séculos e milhares de vidas foram tragadas, foram moídas na máquina de se fazer direitos, a revolução!
Tu achavas que os direitos foram feitos pelos janotas que têm assento nos parlamentos e tribunais?
Quando se revoga um direito, desperdiça-se milhares de vidas ...
Os governantes que usurpam direitos, como abutres, alimentam-se dos restos mortais de todos aqueles que morreram para se converterem em direitos!
Quando se concretiza um direito, meus jovens, eterniza-se essas milhares vidas!
Quando concretizamos direitos, damos um sentido à tragédia humana e à nossa própria existência!
O direito e a arte são as únicas evidências de que a odisseia terrena teve algum significado!"
***
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
O PESO DO POVO ORGANIZADO * José Ernesto Dias / MA
O PESO DO POVO ORGANIZADO!
O povo unido na base
Formando o quarto poder
Pode botar ordem na casa
Exigindo dos três poderes...
Que apliquem a lei de verdade
Sem protecionismo
Aos que cometem barbárie
Massacrando os oprimidos...
O povo organizado na base
Tem peso para fortalecer o governo
Que governe com o povo para o povo
Respeitando a sociedade...
O quarto poder
Junto aos integrantes
Dos três poderes
Pode cobrar sem bater continência...
Exigindo, que nas forças armadas
Todos:- de cabo a general
Sejam eleitos pelo povo
Com o voto popular...
Voto dos soldados raso
E de todos os eleitores
Da sociedade organizada
Nos quatro poderes...
Todos respeitando o povo
Junto ao povo
Sem espaço aos carrascos
Que massacram o povo...
O povo unido na base
Tem moral e peso
Para baixar a guarda
Dos que agem a serviço, do grande capital...
São Luís – MA - 03 de Dezembro de 2022
José Ernesto Dias
sábado, 25 de dezembro de 2021
Wikileks & Julian Assange * Diário do Centro do Mundo/DCM
LULA DEFENDE JULIAN ASSANGE
''Em entrevista ao DCM TV em 2020, o ex-presidente Lula mandou um recado a Donald Trump, Emmanuel Macron e “todos os líderes do mundo”:
“Assange deveria nesse momento estar sendo definido como um herói da democracia, como um herói da liberdade, como um herói da comunicação, como um cara que prestou bem a humanidade, denunciando crimes de guerra cometidos pelos Estados Unidos”.
Nesta sexta-feira (10), a Justiça do Reino Unido decidiu que Assange poderá ser extraditado para os Estados Unidos ao aprovar um pedido de recurso do governo americano.
O australiano de 50 anos enfrenta nos EUA ao menos 17 acusações criminais, incluindo uma violação da lei de espionagem, e conspiração para invadir computadores do governo.
Lula disse que Assange merecia um Nobel da Paz
O ex-presidente defendeu que ele deveria ganhar um Nobel da Paz pelos serviços prestados e criticou “democratas mentirosos” que não se manifestam a favor do ativista australiano.
“Assange não merece ser punido, merece ser reconhecido como homem que prestou enorme serviço a humanidade, denunciando o genocídio das guerras, denunciando a mentira, a manipulação dos Estados Unidos”.
À época em que Lula cedeu a entrevista, discutia-se a extradição do fundador do WikiLeaks.
“Como é que pode um jornalista ser preso e condenado por prestar informação que todos os jornais defendem?”, questionou ainda o petista.''
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
DONDE ESTÁ CARLOS LANZ * Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz / Venezuela
DONDE ESTÁ CARLOS LANZ
Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz
Venezuela, 12 de diciembre de 2021
*BALANCE*
*de la*
*ASN*
El miércoles 8 de diciembre de 2021 el Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz ejecutó la Acción Simultánea Nacional (ASN), consistente en la consignación de un documento en la sede principal de la Defensoría del Pueblo así como en las demás sedes de las defensorías delegadas en todos los estados de la República. También abarcó la ASN la realización de un Tuitazo nacional a las 8 pm del aludido día.
Se procede de seguida a efectuar un BALANCE de la ASN, es decir, a determinar el nivel de realización de los objetivos y metas perseguidas en comparación con los resultados obtenidos producto de la misma.
Para el Comité, el Balance es parte integrante de todo proceso de acción, de allí la pertinencia y obligación de su realización, pues con él se logra identificar las debilidades, errores, carencias, desviaciones, fortalezas, potencialidades, etcétera, en función de formular los planes dirigidos a corregir y superar todo cuanto afecte negativamente las capacidades combativas, así como para consolidar y ampliar las cualidades positivas con las que se cuenta.
Se fijaron como objetivos generales de la Acción Simultánea Nacional (ASN) los siguientes:
*A.-* Mantener activa la agitación sobre el caso del camarada Carlos Lanz, en función de evitar que el conjunto de maniobras puestas en marcha para silenciarlo, promover el olvido y, finalmente, instaurar la impunidad logren su cometido.
*B.-* Continuar la denuncia sobre las irregularidades que presenta la investigación que sustancia el Ministerio Público, pues si las mismas no se subsanan no habrá posibilidad de liberar sano y salvo a Carlos Lanz del secuestro político del cual es objeto, menos aún, identificar a los responsables intelectuales y materiales del hecho y, por tanto, que se les imponga el castigo que les corresponde conforme a derecho.
*C.-* Requerir la intervención de la Defensoría del Pueblo, en tanto institución de rango constitucional encargada de promover y defender los derechos humanos, para que se haga parte en el proceso de investigación y, en tal sentido, coadyuve a su reactivación y garantice la realización de las diligencias investigativas que son necesarias para esclarecer el caso.
*D.-* Estimar la capacidad de convocatoria y movilización del Comité, en la perspectiva de evaluar la factibilidad de realizar con éxito una Macha Popular Nacional hacia Miraflores en enero o febrero del año 2022.
*E.-* Evaluar el desempeño de las vocerías del Comité en los estados y el Distrito Capital, a objeto de adoptar las medidas que sean pertinentes para su mejoramiento, fortalecimiento y ampliación.
*F.-* Profundizar y ampliar las relaciones con las diversas organizaciones que integran el Campo Popular y Revolucionario Venezolanos, en tal contexto, avanzar en la elaboración e implementación de un PLAN DE FORMACIÓN Y CAPACITACIÓN DE LA MILITANCIA que conduzca a elevar el nivel de combatividad de las organizaciones y, por tanto, propicie la reactivación y reorganización del Movimiento Popular y Revolucionario en Venezuela.
En lo tocante a las metas, no se establecieron en correspondencia directa con los objetivos trazados, sino en relación a las dos (2) actividades constitutivas de la ASN, valga decir, la consignación del documento y el Tuitazo nacional.
He aquí el Balance por actividades:
*1.- CONSIGNACIÓN DEL DOCUMENTO:*
Se contempló como meta consignar el documento en la mayor cantidad de defensorías delegadas del Pueblo, aspirando cubrir la totalidad del país, sin embargo, como límite mínimo se fijó los trece (13) estados en que se había actuado en la oportunidad en que se ejecutó la Acción Simultánea Nacional ante el Ministerio Público, es decir, en agosto de 2020.
En esta ocasión se incorporaron a la ASN estados que no habían actuado en la anterior Acción, lográndose un total de dieciocho (18) entidades federales, a saber: Mérida, Táchira, Trujillo, Lara, Yaracuy, Portuguesa, Carabobo, Aragua, Miranda, La Guaira, Apure, Barinas, Nueva Esparta, Anzoátegui, Sucre, Monagas, Bolívar y Zulia. No se pudo concretar la participación en los estados Guárico, Delta Amacuro, Falcón, Cojedes y Amazonas.
En este sentido, se puede afirmar categóricamente que no sólo la meta fue cumplida en términos cuantitativos, sino que adicionalmente se logró que dicha ejecución se materializara en el marco de una activa agitación propagandística en las redes sociales.
Adicionalmente, con ocasión de la consignación del documento, en la mayoría de las defensorías delegadas del Pueblo con sede en los estados y en el Distrito Capital, se celebraron reuniones entre voceras y voceros del Comité y las y los titulares de dicha institución. Destacó como aspecto relevante de estas reuniones la cordialidad y diligencia brindada por las delegadas y los delegados de la Defensoría del Pueblo.
En el caso de Caracas se contó con la participación del Dr. Isaías Rodríguez, ex Fiscal General de la República y el Dr. Ignacio Ramírez, Primer Suplente de la Defensoría Pública y Presidente de la Federación Nacional de Defensa de los Derechos Humanos. Ambos compatriotas exhiben una honrosa hoja de servicio a favor de la defensa de los derechos del Pueblo.
Se subraya como un aspecto significativo, en el marco de esta actividad, el rol desempeñado por las Radios Comunitarias, las comunicadoras populares y los comunicadores populares, quienes con su labor contribuyen a romper el cerco informativo que han instaurado los grandes medios de difusión públicos y privados sobre el caso de Carlos Lanz.
Es importante tener presente que la logística para llevar a cabo esta actividad se basó exclusivamente en el esfuerzo y aporte hecho por las organizaciones e individualidades que participaron en la misma, toda vez que el Comité como dispositivo organizacional que aglutina a no menos de un centenar de grupos populares y revolucionarios no ha recibido ni recibe financiamiento de ningún ente público o privado, nacional o extranjero.
En efecto, la lucha por la liberación del camarada Carlos Lanz ha sido el fruto del trabajo voluntario, consciente y militante de un grueso contingente de activistas revolucionarios a lo largo y ancho de todo el país, quienes guiados por la firme convicción de la pertinencia histórica de combatir las injusticias, arbitrariedades y la impunidad no han cesado en la labor de denunciar, agitar, educar, organizar y luchar por la edificación de una Patria Socialista.
Como aspecto relevante en el ámbito cualitativo es conveniente anotar que la Acción Simultánea Nacional implica y significa una actitud de nuevo tipo en el actual quehacer político, ya que si bien es cierto que no niega la centralización en los procesos de conducción de las luchas, no es menos cierto que concibe la amplitud y pluralidad como rasgos estructurantes del devenir en materia de organización y luchas populares, por cuya razón en las filas del Comité concurren organizaciones e individualidades diversas que tienen como elemento común y unificador el trabajo militante a favor de la defensa y rectificación de la Revolución Bolivariana.
En este sentido, para el Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz no es posible construir una Patria Socialista sin combatir resueltamente las desviaciones en que incurren quienes asumen el ejercicio de funciones públicas, en especial, cuando las desviaciones implican la negación o trasgresión del orden jurídico institucional que adoptamos como Nación con motivo de la aprobación de la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela en el año 1999.
Asimismo, tampoco es posible dicha construcción si no se impulsa el protagonismo popular; si no se activan mecanismos para controlar el ejercicio del poder estatal; si no se avanza en la reactivación y reorganización del Movimiento Popular y Revolucionario como Sujeto Constructor de una nueva realidad histórica, habida cuenta que el destino de la Patria no es una cuestión que le pertenezca de forma exclusiva y excluyente a las personas que desempeñan altas funciones de Estado, sino que debe ser la sumatoria de múltiples esfuerzos que deben desarrollarse en una dinámica de apego absoluto a los mandatos Constitucionales y en ejercicio pleno e intenso de la democracia participativa.
Este es el aporte que el Comité viene realizando en silencio y consecuentemente al pueblo de Venezuela, valga decir, que mientras combate a quienes pretenden encubrir a los responsables del agravio contra Carlos Lanz, promueve una dinámica de lucha dirigida al rearme teórico, político y organizacional de los sectores populares con potencialidades revolucionarias.
Finalmente, cabe referir que en algunos estados los Enlaces que fueron designados para la coordinación de la ASN no ejecutaron las tareas que les correspondían realizar. Tal situación fue superada satisfactoriamente por la iniciativa de organizaciones y militantes revolucionarios que asumieron la responsabilidad de ejecutar la acción, dando así, testimonio de su alto compromiso con las luchas populares.
*2.- TUITAZO NACIONAL:*
En esta actividad, más que metas, se estableció el objetivo de realizar un Tuitazo nacional a fin de difundir todos los registros fotográficos y de audiovisuales que se hicieran durante la consignación del documento en las oficinas de las defensorías delegadas del Pueblo.
En esta oportunidad no se aspiraba a posicionarnos como primera tendencia nacional en la plataforma Twitter, incluso, no se habló de posiciones dentro del rating de etiquetas, ya que, se reitera, éste no era la actividad principal de la Acción Simultánea Nacional, lo cual no implica desmeritar su importancia y significado.
De otra parte, se tiene plena consciencia de las dificultades que en materia de propaganda electrónica han estado presentes a lo largo de la lucha por la liberación de Carlos Lanz.
A título de ejemplo, cabe mencionar que a finales del mes de noviembre de 2021 fue designado el camarada Vichini Squillachy como responsable nacional de la Brigada Tuitera del Comité, a objeto de que dirigiera el trabajo relacionado con la propaganda electrónica, dado que se había paralizado en virtud de la ausencia justificada de la camarada que estaba encargada de dicha labor.
Para el momento en que se llevó a cabo el Tuitazo nacional no todos los estados y el Distrito Capital habían nombrado sus correspondientes Enlaces para integrar el Equipo Nacional de Propaganda Electrónica, lo cual, obviamente, repercute en el desempeño efectivo y eficiente de tan estratégica actividad.
Luego, la convocatoria al Tuitazo se hizo tardíamente y con cierta debilidad, lo que también evidentemente influyó en el posicionamiento de la etiqueta elegida para ese día 8 de diciembre de 2021.
Pese a toda esta adversa situación hubo una participación significativa de compañeras y compañeros que a título personal expresaron su solidaridad y opiniones en lo atinente a la situación que está viviendo el camarada Carlos Lanz, lo cual hizo posible que la etiqueta se posicionara por más de dos (2) hora en la posición séptima del rating nacional, al tiempo que se logró difundir todos los registros fotográficos y de audiovisual de los dieciocho (18) estados participantes más el Distrito Capital.
Es justo reconocer que en esta oportunidad se contó con un conjunto de flayers de mayor calidad, tanto en su arte como en su contenido, lo que indiscutiblemente redunda a favor de la imagen y fuerza de la gestión propagandística que ha emprendido el precitado camarada a cargo de la Brigada Tuitera del Comité.
En conclusión, se consiguió concretar el objetivo trazado para el Tuitazo, adicionalmente se logró posicionar la etiqueta en la tendencia nacional de la plataforma Twitter, todo lo cual equivale a reconocer que se alcanzaron resultados satisfactorios, aún hay muchas cosas que deben ser mejoradas y fortalecidas en esta materia.
*REUNIÓN CON EL DEFENSOR DEL PUEBLO:*
No se fijó como meta reunirse con el Defensor del Pueblo, razón por la cual en la planificación inicial no se establecieron gestiones destinadas con tal propósito. No obstante, en las labores de coordinación con dicha institución para la consignación del documento, se abrió la posibilidad de llevar a cabo dicha reunión. En tal contexto, el Comité expresó su supremo interés en reunirse con el Prof. Alfredo Ruiz Angulo, quien oportuna y diligentemente tomó previsiones para asegurar que la reunión se concretara ese mismo día a las 4 pm en la sala de reuniones de su Despacho.
La reunión se desarrolló en un ambiente de mutuo respeto y cordialidad, correspondiéndole a la vocería del Comité iniciar el dialogo con una exposición en la que, entre otras cosas, manifestó:
Que agradecía la prontitud con que el Defensor del Pueblo atendió al Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz; que la Acción Simultánea Nacional ejecutada ante la Defensoría del Pueblo no debía ser valorada como un acto de beligerancia u hostilidad para con la institución; que el Comité requería la intervención del Defensor del Pueblo para restablecerle los derechos humanos a Carlos Lanz que se les están violando doblemente, principalmente por el hecho de que el Estado no cumple con su obligación de investigar el caso con celeridad y exhaustividad.
Continuó manifestando la vocería del Comité que el Ministerio Público no es su enemigo y, menos aún, el Fiscal General de la República; que la diferencia con el Ministerio Público reside en la actitud y forma como ha llevado la investigación sobre la desaparición forzosa de Carlos Lanz, ya que la misma presenta un cúmulo de irregularidades que conduce a pensar que no hay voluntad ni interés en que se sepa la verdad de lo que está ocurriendo con el camarada; que la única manera de liberar sano y salvo a Carlos Lanz y saber la verdad sobre su situación es que se reactive la investigación y se subsanen y corrijan todas las irregularidades que afectan la efectividad y objetividad de la investigación.
Finalizó la vocería del Comité su exposición afirmando que espera que la Defensoría del Pueblo en ejercicio de las atribuciones que le confiere el Texto Constitucional y la Sentencia número 469 que con fuerza vinculante dictó en fecha 27 de junio de 2017 la Sala Constitucional del Tribunal Supremo de Justicia intervenga en el caso a fin de coadyuvar en la reactivación de la investigación, se corrijan las irregularidades y se practiquen las diligencias investigativas que se requieren para esclarecer la situación.
Por su parte, el Defensor del Pueblo expuso que el Despacho estaba en la mejor disposición para asumir las gestiones y diligencias necesarias en función de contribuir al esclarecimiento del caso; que iba a someter el documento consignado por el Comité al estudio de la Dirección General de los Servicios Jurídicos de la Defensoría del Pueblo para determinar qué actuaciones podía realizar la Defensoría en atención a sus atribuciones; que consideraba conveniente que se estableciera un enlace entre la Defensoría y el Comité para adelantar todos los trámites y gestiones necesarias en aras de concretar las diligencias que se vayan a realizar.
En síntesis, la reunión arrojó como resultado concreto el hecho de que el Defensor del Pueblo asumió el compromiso de comunicarse con los Enlaces designados por el Comité para sostener una nueva reunión una vez tuviera la opinión de la Dirección General de Servicios Jurídicos de la Defensoría del Pueblo sobre la petición formulada por el Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz.
El Comité aprecia como altamente positiva la reunión sostenida con el Defensor del Pueblo, no sólo por la cordialidad que privó en el desarrollo de ésta, sino por la actitud asumida de entrar a conocer el caso, a pocas horas de habérsele planteado, todo lo cual marca una diferencia radical con la actitud asumida por el Fiscal General de la República, el Presidente de la Asamblea Nacional y el Presidente de la República en la que se ha hecho evidente el incumplimiento de sus obligaciones, la indolencia, negligencia y la más absoluta carencia de solidaridad ante el secuestro del que es objeto Carlos Lanz.
.
En consideración a todo lo precedentemente expuesto la Coordinación Nacional del Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz, *ACUERDA:*
*PRIMERO:* Declarar que los objetivos y metas de la Acción Simultanea Nacional fueron alcanzados satisfactoriamente, en consecuencia, dicha jornada de organización y lucha resultó un éxito, pese a los problemas que se confrontaron tanto en la fase de su preparación como de su ejecución.
*SEGUNDO:* Reconocer que el éxito de la ASN obedeció esencialmente al trabajo militante de todas y todos quienes a lo largo y ancho del país asumieron voluntaria y conscientemente las tareas que ésta implicaba. En definitiva, las auténticas revolucionarias y los auténticos revolucionarios son la garantía de la realización de las tareas que demanda el proceso revolucionario en estas complejas y exigentes horas por la que atraviesa la Patria Bolivariana.
*TERCERO:* Implementar medidas destinadas a la ampliación y fortalecimiento de la Coordinación Nacional del Comité, procurando que en lo inmediato todos los estados cuenten con sus correspondientes vocería.
*CUARTO:* Centrarse en atender la situación de los estados Guárico, Delta Amacuro, Falcón, Cojedes y Amazonas para asegurar su actuación en futuras acciones.
*QUINTO:* Ratificar la pertinencia de la conformación del Equipo Nacional de Propaganda Electrónica, en consecuencia, exhortar a las entidades que no han designado a sus correspondientes enlaces que procedan a hacerlo en lo inmediato.
*SEXTO:* Previa evaluación especial, fijar la fecha para la realización de la Marcha Popular Nacional hacia Miraflores, de ser el caso.
*SÉPTIMO:* Crear el FONDO COMÚN del Comité de Búsqueda y Liberación de Carlos Lanz, en la perspectiva de prever, en lo posible, la satisfacción del requerimiento logístico que supone e implica el conjunto de actividades que se realizan en procura de alcanzar sus objetivos. En tal contexto, en lo inmediato se elaborará el Reglamente de Administración del Fondo Común del Comité, el cual regulará todo lo atinente a las actividades de recaudación, registro, uso, administración, rendición de cuentas, etc., del conjunto de recursos que por cualquier título se obtengan y, subsiguientemente, se empleen o egresen.
*OCTAVO:* Reconocer el valioso rol desempeñado por las Radios Comunitarias, las comunicadoras populares y los comunicadores populares, quienes con su labor contribuyen a romper el cerco informativo que han instaurado los grandes medios de difusión públicos y privados sobre el caso de Carlos Lanz. En consecuencia, se hace necesario profundizar y ampliar las relaciones, en la perspectiva de organizar una fuerza comunicacional al servicio de los intereses y derechos del Pueblo.
*NOVENO:* Continuar la ejecución del Plan de Distribución y Presentación del libro: Secuestro Político en Nuestra América ¿Dónde Está Carlos Lanz?
*CARLOS ESTÁ VIVO Y LO VAMOS A RESCATAR*
*EL AGRAVIO CONTRA CARLOS LANZ NO QUEDARÁ IMPUNE*
*FLORES ROJAS, PUÑO EN ALTO, A CARLOS LANZ LO De!*
Comuníquese y ejecútese.
Suscribe en Venezuela, a los 12 días del mes de diciembre del año 2021, la Coordinación Nacional del *COMITÉ DE BÚSQUEDA Y LIBERACIÓN DE CARLOS LANZ RODRÍGUEZ.*
.....

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