Mostrando postagens com marcador aniversario. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aniversario. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

76º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

76º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Uma Jornada de Luta e Esperança
Neste dia celebramos o 76º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, um marco fundamental que marcou a história contemporânea desde a sua proclamação em 10 de dezembro de 1948 pela Assembleia Geral da ONU. Esta declaração não só reconhece os direitos inerentes a cada ser humano, mas também ressoa com as lutas e aspirações das gerações ao longo da história.

Raízes Históricas e Evolução Cultural. Os direitos humanos têm as suas raízes na filosofia europeia do Iluminismo, mas o seu desenvolvimento não se limita ao Ocidente. Em todas as culturas e sociedades, as lutas populares, os movimentos de libertação e as construções socioculturais contribuíram para a evolução e o aprofundamento destes direitos. Dos movimentos laborais às lutas dos povos indígenas e das mulheres, cada uma destas vozes moldou a compreensão e a implementação dos direitos humanos em todo o mundo.

A Família: Pilar Fundamental na Promoção dos Direitos Humanos. A proteção da família como instituição social ancestral desempenha um papel crucial na formação de indivíduos preparados para participar ativamente na sociedade. A relação entre a família e os direitos humanos baseia-se na noção de que estes direitos constituem um conjunto integral que pertence a todas as pessoas. A família, como núcleo, tem a capacidade de incutir valores e princípios que fortalecem desde cedo o respeito e a dignidade humana.

Uma Nova Visão para as Novas Gerações. É imperativo redefinir a nossa compreensão dos direitos humanos para adaptá-los aos contextos atuais. Como Mahatma Gandhi salientou acertadamente em 1947, “os direitos que podem ser merecidos e preservados provêm de um dever bem cumprido”. Neste sentido, a partir da associação Fraternidad y Orientación Activa e do seu fundo editorial Orinoco Pensamiento y Praxis, celebramos esta importante declaração da ONU e convidamos investigadores e académicos a aprofundar estudos e publicações sobre a necessidade de redefinir uma nova visão dos direitos humanos.

Este aniversário convida-nos não só a celebrar, mas a refletir sobre o caminho que percorremos e os desafios que ainda enfrentamos para garantir que os direitos humanos sejam uma realidade tangível para todas as pessoas em todos os cantos do mundo.

Vamos continuar trabalhando juntos por um futuro mais justo e equitativo para todos!

Dra. Eladia Hurtado/Dr.Leonardo Mestre Vargas
Coordenação geral
*

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

FREI BETTO 80 ANOS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

 FREI BETTO 80 ANOS


_"Não choremos por aqueles que morreram em pé._
_Esses companheiros deixaram uma marca indelével e significativa em suas vidas: O selo dos revolucionários._
_Morreram mas não perderam a vida._ _Prova disso é que são exemplo e paradigma para tantos (...)._
_Não choremos, porque os mortos guiam os vivos._

_Choramos, sim, por aqueles que abandonaram a luta, se deixaram seduzir pelos encantos da vida capitalista, se acomodaram para não perder a tigela de lentilhas, uma migalha de poder, de riqueza ou de boa reputação entre as elites. _

*(Frei Betto).*
*-FCPP-*

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Marx deixou o mapa para a plena felicidade humana * Pedro Cesar Batista / DF

 Marx deixou o mapa para a plena felicidade humana


5 de maio de 1818, há exatos 205 anos nascia o maior de todos os pensadores de todos os tempos da humanidade, Karl Marx. 


Marx dedicou sua vida à pesquisa e elaboração para a compreensão do processo de desenvolvimento social da humanidade. Mostrou ao mundo, especialmente aos verdadeiros e únicos produtores de riquezas,  o proletariado, as causas das injustiças sociais,  mantida pela arbitrária, ilegítima e cruel apropriação do trabalho alheio, feita por um punhado de parasitas, sádicos e ladrões, que detém todo o resultado da riqueza  desenvolvida por milhões de homens e mulheres em todo o mundo. Enquanto um inexpressivo grupo, a burguesia, fica cada vez mais rico, a imensa massa segue empobrecida, vivendo em péssimas condições, mesmo na atualidade com o alto desenvolvimento tecnológico.  


Marx desvendou nos mínimos detalhes como se dá o processo da acumulação praticada pela burguesia, que usa todas as armas políticas, jurídicas e econômicas para preservar o controle do Estado e manter suas riquezas. Detalhou como a burguesia incentiva os próprios explorados a acreditarem nas manipulações e mentiras, em nome do sagrado, do divino, da ordem, de uma democracia que só os ricos vivenciam e que garante a total alienação do resultado do trabalho e da compreensão da realidade à imensa maioria da população.


Marx mostrou as entranhas das lutas de classe, desde a comunidade primitiva até a invenção da indústria e identificou os recursos usados pela burguesia para se manter no poder. O capitalismo se sustenta com a reprodução  da crueldade praticada por todos os opressores e exploradores ao longo da história humana, impondo miséria cultural e material à classe trabalhadora. 


Marx mostrou que somente a luta dos explorados e oprimidos têm possibilitado desabrochar novos tempos, conquistar avanços sociais e construir a dignidade humana. 


Marx comprovou que a partir da realidade vivida pela classe trabalhadora, com a compreensão das lutas travadas e conquistas sociais obtidas pelo combate é possível adquirir a consciência e forjar a organização do proletariado para fazer a história avançar e colocar no passado a exploração e opressão. 


Marx nos deixou o caminho para construir uma sociedade livre, justa e soberana. Livre da exploração burguesa e dos valores pequeno burgueses do individualismo, consumismo e egoísmo. Justa, onde cada trabalhador ou trabalhadora satisfaça todas as suas necessidades materiais, elevando a estima, a capacidade intelectual e extirpando definitivamente a exploração, opressão e as classes sociais, criando um tempo de plena dignidade e emancipação humana. Soberana para todos os povos, que saberão conviver de maneira livre, justa e organizada, onde as riquezas,  a produção de bens e a qualidade de vida permitirão vivenciar a plena felicidade coletiva e individual, como resultado de uma sociedade altamente elevada, o comunismo. 


Marx segue sendo odiado pelas classes dominantes, atacado de maneira vil e covarde, assim como foi em toda a sua vida, quando, apesar de todas as dificuldades enfrentadas, ao lado de Jenny e suas filhas, nunca deixou de propagar a luta organizada da classe trabalhadora, o amor entre as pessoas, a verdadeira essência revolucionária, que ele comprovou ao se dedicar inteiramente, nas condições mais difíceis, a construir o programa capaz de fazer a utopia comunista se tornar realidade. 


Marx segue vivo, com seu parceiro, Friedrich Engels,  mostrando o caminho do amanhã onde a dignidade humana será plena. Cabe-nos fazer o novo mundo, libertar a humanidade do julgo da burguesia e do imperialismo. 


Pedro César Batista.DF

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Geraldo Vandré completa 87 anos * Profª Dalva Silveira - MG

Geraldo Vandré completa 87 anos

Hoje, 12 de setembro de 2022, Geraldo Vandré completa 87 anos e considero a ocasião propícia para falar de Amor. Então, para homenagear o artista, que o governo militar tentou apagar da memória coletiva nacional, postei um vídeo que apresenta “Quem quiser encontrar o amor”, música, de 1961, que incorpora elementos da Bossa nova e engajamento (Link: https://youtu.be/nV-fpUd__jo)  Se gostar, inscreva-se no meu canal, curta, comente e compartilhe! 


Também apresento um fragmento de meu livro que trata sobre o surgimento da composição: [...] voltando ao Rio de Janeiro, pediu a Carlos Lyra uma de suas canções, recebendo a sugestão para que ele mesmo fizesse uma letra. Assim nasceu “Quem quiser encontrar o amor”, sua primeira música feita em parceria:


Quem quiser encontrar amor

Vai ter que sofrer

Vai ter que chorar

Amor assim não é amor,

É sonho, é ilusão 

Pedindo tantas coisas 

Que não são do coração

Quem quiser encontrar o amor

Vai ter que sofrer

E ter que chorar

Amor que pede amor

Somente amor

Há de chegar

Pra gente que acredita

E não se cansa de esperar

Feliz então sorrindo

Minha gente vai cantar

Tristeza vai ter fim

Felicidade vai ficar

Quem quiser encontrar o amor

Vai ter que esperar



(Geraldo Vandré - A vida não se resume em festivais, Dalva Silveira, Fino Traço, 2011, p. 44)

Abraço da Dalva Silveira - MG