O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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terça-feira, 23 de maio de 2023
BOLSONARISTA BOM É BOLSONARISTA PRESO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
terça-feira, 21 de março de 2023
RAIO X DOS ATENTADOS NO RN * Pedro Chê - Policiais Antifascistas/RN
sábado, 4 de fevereiro de 2023
O futuro chegou depressa * Boaventura de Sousa Santos/Portugual
O futuro chegou depressa
Dificilmente se encontrará na política internacional um começo tão turbulento de um mandato democrático como o que caracterizou o do presidente Lula.
A democracia esteve por um fio e foi salva (por agora) devido a uma combinação contingente de fatores excepcionais: o talento de estadista do presidente, a atuação certa no momento certo de um ministro no lugar certo, Flávio Dino, logo secundado pelo apoio ativo do STF.
As instituições especificamente encarregadas de defender a paz e a ordem pública estiveram ausentes, e algumas delas foram mesmo coniventes com a arruaça depredadora de bens públicos. Quando uma democracia prevalece nestas condições dá simultaneamente uma afirmação de força e de fraqueza. Mostra que tem mais ânimo para sobreviver do que para florescer.
A verdade é que, a prazo, só sobreviverá se florescer e para isso são necessárias políticas com lógicas diferentes, suscetíveis de criarem conflitos entre si. E tudo tem de ser feito sob pressão. Ou seja, o futuro chegou depressa e com pressa.
O Brasil não volta a ser o que era antes de Bolsonaro, pelo menos durante alguns anos. O Brasil tinha duas feridas históricas mal curadas: o colonialismo português e a ditadura. A ferida do colonialismo estava mal curada porque nem a questão da terra nem a do racismo antinegro, anti-indígena e anticigano (as duas heranças malditas) foram solucionadas. A última só com o primeiro governo de Lula começou a ser enfrentada (ações afirmativas, etc). A ferida da ditadura estava mal curada devido ao pacto com os militares antidemocráticos na transição democrática de que resultou a não punição dos crimes cometidos pelos militares.
Estas duas feridas explodiram com toda a purulência na figura de Bolsonaro. O pus misturou-se no sangue das relações sociais por via das redes sociais e aí vai ficar por muito tempo por ação de um lúmpen-capitalismo legal e ilegal, racial e sexista, que persiste na base da economia, uma base ressentida em relação ao topo da pirâmide, o capital financeiro, devido à usura deste. Esta ferida mal curada e agora mais exposta vai envenenar toda política democrática nos próximos anos.
A convivência democrática vai ter de viver em paralelo com uma pulsão antidemocrática sob a forma de um golpe de Estado continuado, ora dormente ora ativo. Assim será até 2024, data das eleições norte-americanas, devido ao pacto de sangue entre a extrema-direita brasileira e a norte-americana.
A tentativa de golpe de 8 de janeiro alterou profundamente as prioridades do presidente Lula. Dado o agravamento da crise social, a agenda de Lula estava destinada a privilegiar a área social. De repente, a política de segurança impôs-se com total urgência. Prevejo que ela vá continuar a ocupar a atenção do Presidente durante todo o tempo em que o subterrâneo golpista mostrar ter aliados nas Forças Armadas, nas forças de segurança e no capital antiamazônico.
Este capital está apostado na destruição da amazônia e na solução final dos povos indígenas. A fotos dos Yanomanis que circularam no mundo só têm paralelo com as fotos das vítimas do holocausto nazista dos anos de 1940. Como poderia eu imaginar que, oito anos depois de dar as boas-vindas na Universidade de Coimbra aos lideres indígenas de Roraima (comitiva em que se integrava a agora Ministra Sônia Guajajara) e de receber deles o cocar e o bastão da chuva – uma grande honra para mim – assistiria à conversão do seu território, por cuja demarcação lutamos, num campo de concentração, um Auschwitz tropical? O Brasil precisa da cooperação internacional para obter a condenação internacional por genocídio do ex-presidente e alguns dos seus ministros, nomeadamente Sérgio Moro e Damares Alves.
Quando o futuro chega depressa faz exigências que frequentemente se atropelam. O drama midiático causado pela tentativa de golpe exige muita atenção e vigilância por parte dos dirigentes. Contudo, visto das populações marginalizadas a viver nas imensas periferias, o drama golpista é muito menor do que o de não poder dar comida aos filhos, ser assassinado pela polícia ou pelas milícias, ser estuprada pelo patrão ou assassinada pelo companheiro, ver a casa ser levada pela próxima enxurrada, sentir os tumores a crescer no corpo por excessiva exposição a inseticidas e pesticidas, mundialmente proibidos mas usados livremente no Brasil, ver a água do rio onde sempre se buscou o alimento contaminada ao ponto de os peixes serem veneno vivo, saber que o seu jovem filho negro ficará preso por tempo indefinido apesar de nunca ter sido condenado, temer que que o seu assentamento seja amanhã vandalizado por criminosos escoltados pela polícia.
Estes são alguns dos dramas das populações que no futuro próximo, responderão às sondagens sobre a taxa de aprovação do Presidente Lula e seu governo. Quanto mais baixa for essa taxa mais champanhe será consumida pelos golpistas e pelas lideranças fascistas nacionais e estrangeiras. Confiemos no gênio político do presidente Lula, que sempre viveu intensamente estes dramas da população vulnerabilizada, para governar com uma mão pesada para conter e punir os golpistas presentes e futuros e para com uma mão solidária, amparar e devolver a esperança ao seu povo de sempre.
*Boaventura de Sousa Santos é professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Autor, entre outros livros, de O fim do império cognitivo (Autêntica).
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
O CAPITÓLIO TUPINIQUIM * Joãozinho Ribeiro / MA
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
TERRORISMO SEM CAUSA * Antônio de Pádua Elias de Sousa - Formiga-MG
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Por que 08.01.23 foi um “tiro pela culatra’? * Flavio Lara/RJ
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
SE SÓ ME RESTASSEM * Giovana Madalosso - FSP
domingo, 15 de janeiro de 2023
PERDEU NAS URNAS PERDEU NAS RUAS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
DEMOCRACIA SEMPRE * Deputado Federal Reimont - PT.RJ
DEMOCRACIA SEMPRE
Reimont é vereador há quatro mandatos e recém-eleito deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores. Doutorando em História Comparada na UFRJ, é professor, bancário, teólogo franciscano e defende, incansavelmente, a justiça social.
Quando chegou ao Rio de Janeiro, em 1989, foi pároco da Igreja dos Capuchinhos, na Tijuca. Desde o início de sua trajetória política, constrói políticas públicas junto aos mais empobrecidos. É presidente das Comissões de cultura, moradia adequada, comércio ambulante e população em situação de rua. Em fevereiro de 2023, toma posse na Câmara Federal para ampliar as frentes de luta.
APRESENTAÇÃO
Professor, bancário, administrador e teólogo franciscano, Reimont foi vereador do Rio de Janeiro e é deputado federal eleito e diplomado, com posse marcada para 1° de fevereiro. Mineiro de Conceição do Mato Dentro, chegou ao Rio em 1989, como pároco da Igreja dos Capuchinhos, na Tijuca, bairro onde mora até hoje.
Desde o primeiro mandato como vereador, em 2009, trabalha pela promoção da justiça social, ambiental e territorial, sempre em articulação com os movimentos sindicais, sociais e populares.
COMPROMISSOS
Educação
Cultura
Moradia adequada
Comércio ambulante e catadores de recicláveis
Populações vulnerabilizadas e em situação de rua
Defesa do Estado Democrático de Direito
Na Câmara Municipal, nesses 13 anos, já apresentou mais de 400 projetos de lei, em benefício das pessoas e da cidade; 117 viraram Leis, entre eles, a Lei do Artista de Rua, a Política Municipal para a População em Situação de Rua e a Lei do Orçamento para Crianças e Adolescentes (OCA).
Na pandemia, de março de 2020 a novembro de 2021, aprovou cerca de 70 leis ordinárias de autoria ou com a co-autoria do nosso mandato.
• LEI 6.903 - Programa Municipal para o Afroempreendedor, com estratégias e ações para o fortalecimento dos empreendedores negros.
• LEI 7.008 - Cria o Circuito Carioca de Economia Solidária, estimulando a comercialização de produtos artesanais.
• LEI 7.184 - Torna a comunidade do Horto uma Área de Especial Interesse Ambiental, garantindo o direito dos moradores tradicionais.
• LEI 6.829 - Torna a comunidade Trapicheiros, na Tijuca, uma Área de Especial Interesse Social, para fins de urbanização e regularização fundiária.
• LEI 6.760 (28/07/2020) - Criação de Programa Emergencial de Combate ao Coronavírus nas Favelas e Comunidades.quinta-feira, 12 de janeiro de 2023
LISTA NEGRA DO BOLSONARISMO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
1. Hirota Supermercados / Hirota Food Express
2. Gazin
3. Tecnisa
4. Artefacto
5. Centauro / By Tenis / Almax Sports / Nike Store (operador-representante no Brasil)
6. Havan
7. Brinquedos Estrela
8. UPS Transportes
9. Habib's / Ragazzo / Arabian Bread / Ice Lips / Promilat / Vox Line
10. Bio Ritmo / Smart Fit
11. Grupo GS& Gouvêa de Souza
12. Grupo Guararapes: Riachuelo / Midway Financeira / Transportadora Casa Verde / Confecções Guararapes / Shopping Midway Mall
13. JR Diesel
14. Dudalina
15. Polishop
16. ALE Combustíveis
17. Hemmer
18. Grupo Newcomm: Y&R Grey Brasil / Wunderman / VML / Red Fuse / Ação Premedia e Tecnologia
19. Holding Clube: Banco de Eventos / Rio360 / Sambapro / Lynx / Cross Networking
20. ELLUS
21. Mormaii
22. Ypê - Tixan, Bak e Atol
23. Riachuelo
24. Autotrac
25. Coco Bambu
26. Madero
27. Jeronimo
28. Multiplan
29. Barra World
30. Valevisa
31. Grupo Sierra
32. Valeshop
33. Ecap engenharia
34. havi Construction
35. Shopping Barra
36. Shopping Morumbi




















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