O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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sexta-feira, 3 de novembro de 2023
A BOMBA DO RIOCENTRO EXPLODIU NA ESPLANADA * LINDBERG FARIAS/MRCELO ZERO-Carta Capital
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CPMI DO TERRORISMO * E. Precílio Cavalcante/RJ
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
TERRORISMO SEM CAUSA * Antônio de Pádua Elias de Sousa - Formiga-MG
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Por que 08.01.23 foi um “tiro pela culatra’? * Flavio Lara/RJ
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
SE SÓ ME RESTASSEM * Giovana Madalosso - FSP
quinta-feira, 12 de janeiro de 2023
TERRORISMO É CRIME! SIMPLES ASSIM * Wladimir Tadeu Baptista Soares/RJ
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
FAMILÍCIA BOLSONARO NA CADEIA * Hélio Schwartsman / Oscar Vilhena Vieira / FRT
FAMILÍCIA BOLSONARO NA CADEIA
Se nada ocorrer, todas as autoridades se sentirão livres para fazer o mesmo a cada quatro anos
Hélio Schwartsman
4.nov.2022 às 17h30
No mundo ideal preconizado por alguns manuais de direito, autoridades não têm a opção de deixar barato. Se existe a suspeita de que um crime foi cometido, o Estado precisa investigá-lo e, se for o caso, processar e condenar seus autores. No mundo sublunar, sabemos que não é bem assim. Por bons e maus motivos, autoridades frequentemente fecham os olhos para algumas situações.
Em breve, Jair Bolsonaro perderá imunidades e o foro especial. Ele deve ser responsabilizado pelos delitos que cometeu? Penso que sim, mas isso não é motivo para não examinarmos a argumentação dos que defendem o contrário. E ela é essencialmente política. Cassar os direitos políticos de Bolsonaro e colocá-lo na cadeia o transformariam numa espécie de mártir para seus seguidores, acentuando ainda mais a polarização.
Para uma corrente da ciência política, o que faz a democracia funcionar é justamente o fato de os derrotados nas urnas nunca perderem muito, o que torna entregar o poder pacificamente e aguardar uma oportunidade de voltar pelo voto a opção mais racional.
Embora os panos quentes possam facilitar a administração dos rancores políticos nos próximos tempos, eles criariam, acredito, precedentes que, no longo prazo, tendem a ser muito negativos, mesmo numa avaliação consequencialista. Bolsonaro não barbarizou só na pandemia, um evento que talvez não se repita tão cedo. Ele também fustigou as instituições e afundou as contas públicas para se reeleger. Se isso ficar sem punição, todas as autoridades se sentirão livres para fazer o mesmo a cada quatro anos.
Há complicadores. Bolsonaro não agiu só. Baluartes do Legislativo, que já vão se bandeando para o lado do futuro governo, foram no mínimo cúmplices do atual presidente. Alguém acha que serão punidos?
A administração da justiça como preconizam os manuais talvez seja uma impossibilidade, se não teórica, prática.
Enquadrado pelo Supremo
A 'rendição' de Bolsonaro se deu perante um tribunal que não se curvou aos seus ataques
4.nov.2022 às 17h46
"Acabou". Essa é a expressão empregada pelo presidente Jair Bolsonaro ao reconhecer sua derrota eleitoral aos ministros do Supremo Tribunal Federal. É significativo que a "rendição" tenha se dado perante um tribunal que não se curvou aos seus ataques, ameaças e desmandos.
Uso o termo rendição pois Bolsonaro sempre teve uma visão degenerada da política. Como outros líderes de extrema direita, Bolsonaro concebe a política não como uma disputa entre adversários, mediada por regras e instituições, mas como uma guerra. Guerra que tem por finalidade eliminar os inimigos e subjugar as instituições voltadas a limitar o poder.
Há um velho ditado da caserna que vaticina: "Na vida militar, ou você coloca os demais em forma ou te colocam em forma". Ao longo desses quatro anos de governo, Bolsonaro buscou enquadrar o Supremo. Ameaçou desrespeitar suas decisões. Ofendeu de forma vulgar ministros. Atiçou seus acólitos contra o tribunal. Incitou o pedido de impeachment de magistrados. Instigou as Forças Armadas contra o Supremo, insinuando que elas, e não o Supremo, receberam a missão de guardar a Constituição. Derrotado nas urnas e sem o proclamado apoio das Forças Armadas, viu-se obrigado a se submeter à autoridade do Supremo.
Para alguns, o Supremo foi além de suas atribuições nestes últimos anos. Discordo. O Supremo, apesar de seus defeitos, apenas reagiu aos ataques à democracia e aos direitos fundamentais desfechados pelo presidente, cumprindo a atribuição que lhe foi conferida pela mais democrática de nossas constituições.
Uma das mais amargas lições deixadas pela ascensão de Hitler ao poder —reiterada pela nova onda de populistas autoritários— é que o povo pode, pelo voto ou por meio de seus representantes, destruir a democracia e os direitos humanos.
Por essa razão, muitos países que se reconstitucionalizaram após as barbáries da Segunda Guerra, ou as experiências perversas da colonização, da segregação racial, dos regimes militares ou de partido único, optaram por conferir às suas cortes constitucionais a tarefa de defender a democracia e os direitos humanos.
Não se trata de uma tarefa fácil e destituída de riscos. Afinal, tribunais não têm artilharia. Muitas cortes altivas sucumbiram nessa jornada. Outras preferiram se omitir em relação aos avanços autoritários, na esperança de serem as últimas a serem devoradas, para tomar emprestado a imagem de Churchill.
Com audácia, o Supremo não se deixou intimidar e agiu para conter o vandalismo institucional de Bolsonaro e seus aliados. Seus tropeços não o impediram de cumprir sua missão. Essa postura independente só foi possível pela conjugação de três fatores. De um lado, as prerrogativas, garantias e incentivos superlativos recebidos pelo Supremo para servir como guardião da ambiciosa Constituição de 1988. De outro, a musculatura política e institucional adquirida ao longo das últimas décadas, em decorrência das inúmeras crises e insuficiências do próprio sistema político que impuseram ao tribunal a necessidade de tomar decisões com forte impacto político. Por fim, o compromisso da maioria de seus ministros com o Pacto de 1988.
O fato é que o Supremo brasileiro, assim como o Tribunal Superior Eleitoral, não capitulou. Deixou claro à extrema direita que não abriria mão de sua obrigação de defender a Constituição. Que não aceitaria um golpe transvestido de legalidade. Enquadrado pelo Supremo, o presidente finalmente reconheceu sua derrota.
Oscar Vilhena Vieira
Professor da FGV Direito SP, mestre em direito pela Universidade Columbia (EUA) e doutor em ciência política pela USP.
sexta-feira, 4 de novembro de 2022
Às ruas para defender nossas conquistas e direitos! * Alternativa Socialista/Luta Socialista/PSOL
Às ruas para defender nossas conquistas e direitos!
segunda-feira, 11 de julho de 2022
Vincent Bevins: projeto de Bolsonaro é exterminar a esquerda * BRASIL 247
quarta-feira, 30 de junho de 2021
Abaixo a ditadura bolsonarista * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
ABAIXO A DITADURA BOLSONARISTA
Somos solidários com a preocupação da CONTAG e recebemos "com muita preocupação a informação da instalação na Câmara Federal da comissão especial que analisará o Projeto de Lei 1595/19 sobre ação antiterrorista no Brasil. O texto do PL tem modificações apresentadas pelo deputado Vitor Hugo (PSL-GO), de substitutivo da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado a projeto apresentado originalmente pelo atual presidente da república Jair Bolsonaro quando era deputado (PL 5825/16).
“O PL 1595/19 abre brechas que poderão levar a criminalização de ações estratégicas realizadas pelas entidades sindicais em defesa dos interesses dos(as) trabalhadores(as), dos movimentos e organizações sociais, dos(as) defensores(as) dos direitos humanos, assim como a restrições às liberdades fundamentais. Nos preocupa qualquer Projeto que fere a democracia e legaliza o genocídio da população brasileira, em especial, dos povos mais pobres e excluídos historicamente ao acesso às políticas públicas", compartilha o secretário de Política Agrária da CONTAG, Alair Luiz dos Santos.
Com um número alarmante de quase 516 mil mortes provocadas até agora pela Covid no Brasil e taxa recorde de 14,7% de desemprego registrada no 1º trimestre do 2021 de acordo o IBGE, para a CONTAG, o parlamento deveria debater e aprovar projetos de leis que: acelerassem a vacinação massiva e gratuita da população, promovessem a geração de emprego e renda e combatessem a fome no país.
“Cerca de 19 milhões de brasileiros estão passando fome neste exato momento como aponta a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (PENSSAN). E a Câmara analisando um Projeto que poderá silenciar (criminalizar) as organizações sindicais e movimentos sociais. É muita falta de sensibilidade aos reais anseios do povo brasileiro”, afirma o secretário de Política Agrária da CONTAG.
Alair, dirigente sindical, ainda lembra que graças às ações estratégicas que a CONTAG, Federações e Sindicatos realizam (Grito da Terra Brasil, Marcha das Margaridas, Festival da Juventude Rural e outras) que foram alcançadas importantes políticas públicas para os trabalhadores rurais agricultores e agricultoras familiares. “É com o povo na rua reivindicando e negociando que os nossos direitos são conquistados. Não ao PL 1595 ”.
A comissão terá prazo de 40 sessões do Plenário para analisar o PL 1595/19 e apresentar um parecer final."
-baseado em texto da CONTAG-
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