O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
MILICIANO NÃO É CIDADÃO * CEP Magalhães/SP
sábado, 17 de junho de 2023
RAÍZES DA LAVAJATO * Autor desconhecido / PR
sexta-feira, 24 de março de 2023
A MINA DE OURO DA MILÍCIA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
TERRORISMO SEM CAUSA * Antônio de Pádua Elias de Sousa - Formiga-MG
quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
Capitão Nelson! Um prefeito destruidor de conquistas! * Reinaldo Antonio.RJ
Capitão Nelson! Um prefeito destruidor de conquistas!
O inimigo não é a milícia. O inimigo não é o tráfico.
O inimigo é o funcionário público.
O amigo do capitão é a maioria esmagadora dos Vereadores eleitos pela população gonçalense que vota nos seus próprios carrascos.
É de espantar que muitos moradores gonçalenses, inclusive tendo pessoas de suas famílias como funcionários públicos, votaram nos seus próprios carrascos. Dá para entender?
Para termos clareza do desgoverno do capitão Nelson, podemos fazer uma rápida cronologia de seus ataques ao funcionalismo trabalhadores do serviço público municipal- da saúde, da receita, da limpeza e conservação, da educação , do transporte, das obras,etc.
14 .12.2021
O plano de carreira dos professores foi extinto pelo Prefeito capitão Nelson Ruas em acordo com os vereadores eleitos do município que votaram a favor da extinção. A bancada de oposição foi contra.
Este plano era um dos melhores planos de carreira do Estado referente à Educação e estava em vigor há mais de 20 anos. Com essa ação foram extintos uma série de direitos e benefícios dos trabalhadores da Educação.
Julho de 2021
O governo do prefeito capitão Nelson-que elegeu seu filho para deputado Estadual com votação de mais de 150 mil votos em São Gonçalo- mudou o regime de previdência dos servidores.
O que fez? Aumentou, com votação favorável dos Vereadores eleitos pela população gonçalense que tem parentes e amigos funcionários públicos, o valor do desconto a alíquota de 11% para 14% do salário de cada funcionário.
Isto aumentou o desconto do salário no contracheque do trabalhador, diminuindo sua renda.
Como se não fosse pouco esta sacanagem política, fez com que os funcionários ,agora, tenham que trabalhar mais tempo para se aposentar, seguindo a reforma administrativa federal do governo extinto de Bolsonaro.
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Isto fez com que seja aumentado a idade para se aposentar assim como aumentou o tempo que o funcionário terá de contribuir para pleitear o direito à aposentadoria.
Então, mais desconto no salário -menos dinheiro no bolso e MAIS tempo de trabalho para se aposentar.
13.12.2022
Agora, o prefeito capitão Nelson Ruas, eleito pelo povo trabalhador gonçalense, dentre eles funcionários públicos municipais, REVOGOU com os votos dos Vereadores eleitos pelo eleitor gonçalense, a Lei 050/91 Estatuto do Funcionalismo, e cria outras diretrizes funcionais, trabalhistas e salariais dentro de um novo regime jurídico.
Este novo Estatuto atinge negativamente quem irá ingressar, via concurso, na Prefeitura tanto quanto os trabalhadores temporários, e, PRINCIPALMENTE aos que já trabalham no serviço público municipal como funcionários efetivos concursados.
Obra concluída pelo prefeito capitão Nelson, derrotando os servidores municipais e a qualidade combalida do serviço público na cidade de São Gonçalo COM APOIO dos vereadores eleitos pelo próprio povo trabalhador gonçalense.
Merece esse prefeito e esses Vereadores uma greve geral do funcionalismo municipal pelo REVOGAÇO dessas leis.
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
UM FASCISTA TUPINIQUIM * Pedro Cesar Batista - DF
UM FASCISTA TUPINIQUIM
Mais um dia começaria. Ele tinha programado outro discurso, falaria com convicção, a mesma de sempre. Antes de chegar ao plenário, encontrou no Salão Verde a deputada Maria Rosário. Partiu para cima dela aos gritos:
- “Não te estupro porque você é feia, você não merece”.
Muitas pessoas acompanharam a ofensa. Ele foi além, a empurrou, ameaçava estapeá-la. Continuou o seu caminho, seguiu sorrindo, como se nada tivesse acontecido.
- “Teria que ter matado 30 mil, mataram pouco”, costumava falara em coletivas de imprensa lembrando a ditadura militar de 1964. Abertamente defendia que deveriam ter matado mais, - mataram pouco, afirmava sempre. Seus filhos, desde criança foram educados com essa ideia, que era preciso matar quem fosse de esquerda.
Durante a campanha eleitoral para presidente do Brasil, em um comício no Estado do Acre, pegou um suporte de microfone, imitou uma metralhadora e falou ao microfone: “Vamos fuzilar a petralhada”. A sua assistência gritava como cães raivosos.
Na Tribuna, com muito orgulho, afirmou “fui o único deputado a votar contra os direitos das empregadas domésticas”, reafirmou o que tinha dito antes, que “não empregaria mulheres com o mesmo salário”, o homem deve ganhar, pois não engravida e não precisa se afastar do trabalho por não ficar gestante, merece um salário maior.
Veio a pandemia da Covid-19, governantes em todo o mundo, orientados por pesquisadores e a Organização Mundial da Saúde deram orientações para salvar vidas. No Brasil, milhares de pessoas morriam diariamente e ele repetia: “Não sou coveiro, todos vão morrer, só os mais fortes viverão”. Ao mesmo tempo, levantava em frente à sede da residência oficial, o Palácio da Alvorada, uma caixa de ivermectina, como um troféu. Seus seguidores, sem usar máscaras, nem fazer o distanciamento, gritavam ao vê-lo levantar o remédio para matar piolhos, incentivando todos a fazerem o “tratamento preventivo”. As Forças Armadas definiram um protocolo médico, orientou os militares a tomarem o mata piolho e a cloroquina. As mortes passavam de 4 mil por dia e ele negando a pandemia, afirmava que a vacina contra a covid-19 “faria a pessoa virar jacaré”, “ficar gay”, “causar aids”. “Só se eu compra vacina na casa de sua mãe”, respondia aos que pediam vacina. Enquanto isso, durante suas lives, imitava um doente sem ar: “cof, cof, cof”.
Certa vez, ainda deputado, durante visita a um centro israelita, no Rio de Janeiro, contou uma visita que fez a um quilombo. A seleta plateia de judeus ricos escutou: “o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Nem para procriador ele serve mais", mostrando seu desprezo pelo povo negro.
“Parabéns à polícia civil do Rio de Janeiro” disse, em nome da Presidência da República, em nota oficial, logo após uma incursão da policial civil carioca, acompanhada de policiais rodoviários federais à Favela do Jacarezinho, que deixou 28 pessoas mortas. Todos negros e pobres, fuzilados na cabeça.
Em rodas de admiradores dizia que se “o filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento”, informando como combatia a orientação sexual das pessoas LGBT. “Eu sou imbrochável”, bradou durante o ato em comemoração ao bicentenário da independência, na Esplanada dos Ministérios, na Capital Federal, sendo repetido em coro por uma multidão vestida com a camisa da seleção de futebol do Brasil: “imbrochável, imbrochável, imbrochável”.
Mais uma vez, disputava uma eleição, candidato à reeleição para a Presidência da República, “nunca teve um governo tão honesto como o meu”, afirmava, sem esquecer sua máxima “Eu sonego tudo que for possível”, falava sorrindo sobre o pagamento de impostos, ao mesmo tempo que tinha decretado sigilo de 100 anos sobre seus gastos no cartão coorporativo. Sem esquecer que certa vez, perguntado sobre por que pegava o auxílio moradia da Câmara dos Deputados se possuía residência em Brasília, respondeu: para comer gente”. Sempre se assumiu como desonesto, nunca escondeu.
O que assustava quem ouvia estes discursos era que ele tinha muitos seguidores, os quais gritavam “mito, mito, mito”, por onde ele passava, depois de finalizar seu discurso com o bordão “Brasil acima de todos, Deus acima de tudo”, ao mesmo tempo que animava seus apoiadores a se armarem, “vamos armar todo mundo”, “as minorias terão que aceitar ou serão expulsas do Brasil”.
O imbrochável animava a massa ignara quando contava que “pintou um clima com umas 3 ou 4 meninas de 14 e 15 anos”. “Nossa bandeira nunca será vermelha”, destacava sempre que destruía algum patrimônio nacional. “Eu vim para destruir”, ele disse, assim que assumiu a presidência, durante ato em Washington, ao lado de Donald Trump e fora aplaudido.
Pedro César Batista.DF
segunda-feira, 11 de julho de 2022
Vincent Bevins: projeto de Bolsonaro é exterminar a esquerda * BRASIL 247
terça-feira, 14 de junho de 2022
Armas para reservistas sinalizam “Capitólio” de Bolsonaro * ALEX SOLNIK / SP
Armas para reservistas sinalizam “Capitólio” de Bolsonaro
Duas notícias apontam para a possibilidade de Bolsonaro tentar promover uma insurreição no país caso perca as eleições.
A primeira é a decisão da PM do Rio de Janeiro de distribuir pistolas e três carregadores para até 10 mil policiais da reserva, anunciada ontem, de sopetão. Sem mais, nem menos.
*O processo administrativo correu a toque de caixa. Foi iniciado a 18 de maio.*
Mas por que distribuir armas para reservistas? Sigilo. Os documentos estão sob “acesso restrito”. E por que?
*O comando da PM menciona o artigo da Lei de Acesso à Informação que veda acesso a documentos que possam “comprometer atividades de inteligência, bem como de investigação ou fiscalização em andamento, relacionadas com a prevenção ou repressão de informações”*.
Nada mais que isso. Um silêncio ensurdecedor.
*Vão distribuir armas por questões de “inteligência”, “prevenção” e “investigação” sem expor o motivo*. O que me deixa - e qualquer pessoa bem informada - com a pulga atrás da orelha. Dez mil pessoas sem uniforme policial vão circular armadas nas ruas do Rio de Janeiro.
No mesmo dia, ou seja, ontem, ficamos sabendo que há alguns dias, num jantar na casa da ministra do STF, Cármen Lúcia, presentes o presidente do STF, Luiz Fux, e sete senadores, Fernando Bezerra Coelho, ex-líder do governo no Senado disse que não se deve subestimar a capacidade de Bolsonaro de incendiar o país.
Outro, Tasso Jereissati, aconselhou Fux a conversar com a cúpula militar para neutralizar os planos de Bolsonaro.
Renan Calheiros, Kátia Abreu, Randolfe Rodrigues, Marcelo Castro e Eduardo Braga apoiaram a sugestão de Tasso.
O “Capitólio” de Bolsonaro pode ter um roteiro diferente do de Trump.
*Assim que for anunciada sua derrota, os reservistas da PM do Rio saem às ruas para protestar, alegando fraude nas urnas eletrônicas.*
Promovem protestos violentos, que se alastram pelas PMs em todo o país, exigindo anulação do resultado.
O governo decreta estado de emergência, o Exército é obrigado a reprimir os protestos, o que poderá colocar a tropa e talvez alguns comandantes numa escolha de Sofia: reprimem os reservistas da PM ou aderem ao protesto?
Daí ser imperativo o diálogo do presidente do STF com o comandante das Forças Armadas, que devem permanecer coesas contra uma insurreição bolsonarista que se desenha no horizonte.
E a distribuição de armas a reservistas da PM deve ser coibida.
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sábado, 11 de junho de 2022
GRILAGEM DE MORADIA E VOTO PARLAMENTAR * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT
GRILAGEM DE MORADIA E VOTO PARLAMENTAR
VEJA OS NOMES DE DEPUTADOS NO RIO DE JANEIRO E OS PARTIDOS DOS QUE VOTARAM PARA QUE DONOS DE BANCOS POSSAM TOMAR A CASA DOS ENDIVIDADOS.
Alessandro Molon (PSB) – NÃO
Altineu Côrtes (PL)
Aureo Ribeiro (Solidariedade) – SIM
Benedita da Silva (PT) – NÃO
Carlos Jordy (PL) – SIM
Chico D´Angelo (PDT) – NÃO
Chiquinho Brazão (União) – SIM
Chris Tonietto (PL) – SIM
Clarissa Garotinho (União) – SIM
Daniel Silveira (PTB) – SIM
Daniela Waguinho (União) – SIM
David Miranda (PDT)
Del Antônio Furtado (União) – SIM
Dr. Luiz Antonio Jr (PP)
Felício Laterça (PP) – SIM
Gelson Azevedo (PL) – SIM
Glauber Braga (PSOL) – NÃO
Gurgel (PL) – SIM
Gutemberg Reis (MDB) – SIM
Helio Lopes (PL) – SIM
Hugo Leal (PSD) – SIM
Jandira Feghali (PCdoB)
Jones Moura (PSD) – SIM
Jorge Braz (Republicanos) – SIM
Juninho do Pneu (União) – SIM
Lourival Gomes (PP) – SIM
Luiz Lima (PL) – SIM
Luiz Antônio Corrêa (PP) – SIM
Major Fabiana (PL) – SIM
Marcelo Calero (PSD) – SIM
Marcelo Freixo (PSB) – NÃO
Márcio Labre (PL) – SIM
Marcos Soares (União)
Otoni de Paula (MDB)
Paulo Ganime (Novo) – SIM
Paulo Ramos (PDT) – NÃO
Pedro Augusto (PP)
Pedro Paulo (PSD) – NÃO
Professor Joziel (Patriota) – SIM
Ricardo da Karol (PDT)
Rosangela Gomes (Republicanos)
Soraya Santos (PL) – SIM
Sóstenes Cavalcante (PL)
Talíria Petrone (PSOL) – NÃO
MARIELE FRANCO MORREU POR ISSO
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