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sábado, 11 de junho de 2022

GRILAGEM DE MORADIA E VOTO PARLAMENTAR * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT

 GRILAGEM DE MORADIA E VOTO PARLAMENTAR

VEJA OS NOMES DE DEPUTADOS NO RIO DE JANEIRO E OS PARTIDOS DOS QUE VOTARAM PARA QUE DONOS DE BANCOS POSSAM TOMAR A CASA DOS ENDIVIDADOS.


Rio de Janeiro

Alessandro Molon (PSB) – NÃO

Altineu Côrtes (PL)

Aureo Ribeiro (Solidariedade) – SIM

Benedita da Silva (PT) – NÃO

Carlos Jordy (PL) – SIM

Chico D´Angelo (PDT) – NÃO

Chiquinho Brazão (União) – SIM

Chris Tonietto (PL) – SIM

Clarissa Garotinho (União) – SIM

Daniel Silveira (PTB) – SIM

Daniela Waguinho (União) – SIM

David Miranda (PDT)

Del Antônio Furtado (União) – SIM

Dr. Luiz Antonio Jr (PP)

Felício Laterça (PP) – SIM

Gelson Azevedo (PL) – SIM

Glauber Braga (PSOL) – NÃO

Gurgel (PL) – SIM

Gutemberg Reis (MDB) – SIM

Helio Lopes (PL) – SIM

Hugo Leal (PSD) – SIM

Jandira Feghali (PCdoB)

Jones Moura (PSD) – SIM

Jorge Braz (Republicanos) – SIM

Juninho do Pneu (União) – SIM

Lourival Gomes (PP) – SIM

Luiz Lima (PL) – SIM

Luiz Antônio Corrêa (PP) – SIM

Major Fabiana (PL) – SIM

Marcelo Calero (PSD) – SIM

Marcelo Freixo (PSB) – NÃO

Márcio Labre (PL) – SIM

Marcos Soares (União)

Otoni de Paula (MDB)

Paulo Ganime (Novo) – SIM

Paulo Ramos (PDT) – NÃO

Pedro Augusto (PP)

Pedro Paulo (PSD) – NÃO

Professor Joziel (Patriota) – SIM

Ricardo da Karol (PDT)

Rosangela Gomes (Republicanos)

Soraya Santos (PL) – SIM

Sóstenes Cavalcante (PL)

Talíria Petrone (PSOL) – NÃO


MARIELE FRANCO MORREU POR ISSO


*

terça-feira, 15 de março de 2022

Marielle: Um Corpo Poético * Itaguary / SP

 Marielle: Um Corpo Poético

Hoje nesse dia do poeta

É tão difícil sair palavras

Os poetas sabem do que estou falando

Pois, cada poeta até pode escrever algumas letras sobre a própria poesia, a dor, a saudade, as cidades, as águas e a solidão das multidões.


Hoje nesse dia do poeta a personagem que me acompanhou foi Marielle

Ela está presente em tantas utopias, lutas, projetos e vidas.

Cada poeta pode desvelar o fascínio e os mistérios do cair da noite.


Marielle colocou seu corpo como poema revolucionário que ultrapassou o seu território, seu corpo poético se faz onipresença na organização das mulheres pretas e nas lutas cotidianas contra as forças da morte.


Hoje nesse dia do poeta 

Ecoa por todo o país, o grito e a indignação de Marielle diante da barbárie contra os pobres e excluídos com fome e sem teto, contra mulheres, contra lgbtqi +, contra jovens pretos presos ou mortos, quem disse que Marielle foi calada ou silenciada para sempre? Marielle continua viva através de seu corpo poético em cada mulher que se levanta contra as milícias, o patriarcado e o neoliberalismo maldito.


Hoje nesse dia do poeta a própria poética das ruas, praças, movimentos sociais e direitos humanos pergunta quem mandou matar Marielle?


Mas Marielle se manifesta hoje via o seu corpo poético em todos os territórios que lutam por justiça, paz, dignidade, feminismos e liberdade porque o sistema vida e da verdade se faz tempo presente na ética da história e do amor.


Itaguary 


São Paulo, 14 de março de 2022.


Para minha mana Helena Lima que desde cedo trouxe a poética da Marielle.

*

VÍDEOS



***

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Lewis Manuel Olivero

 LEWIS MANUEL OLIVERO

MEMÓRIA VIVA





NUNCA PODE SER 'MAIS UM


Lewis Manuel Oliveiro, 38 anos, foi executado numa rua da Tijuca (Zona Norte do Rio), há 10 dias. Ele era da República Dominicana, naturalizado norte-americano (onde seus pais vivem) e apaixonou-se pelo Brasil e sua gente. Morava no Rio desde 2011. Sophia, sua filha brasileira de 10 anos, está órfã. Sua mulher, viúva, seus amigos desconsolados. 


"Meu amigo, meu cunhado, meu irmão: sempre lembraremos de você assim, sorrindo, sempre alegre, sempre positivo, sempre incentivando a todos" - escreveu um parente.


Lu, como gostava de ser chamado, tinha 11 livros publicados. Era aficcionado pela capoeira e pelo "calor das ruas", o grafite, as artes murais. Uma de suas obras, "Memória Viva", lançado ano passado, trata das pinturas do rosto de nossa Marielle em muitos pontos da cidade, como reação e denúncia da atrocidade que a vitimou.


⁉️Agora, tragicamente, a indagação que continuamos fazendo sobre o crime hediondo que nos tirou Marielle Franco e Anderson Gomes se repete: quem matou e mandou matar Lu Oliveiro? Nenhum assassinato se justifica, nenhum crime de morte pode ficar impune.


‼️Uma coisa é certa: o armamentismo e o ódio oficiais estimulam essa barbárie.


Mandato Vereador Chico Alencar / RJ