sexta-feira, 23 de outubro de 2026

CARTA DE BISPOS CATÓLICOS AO POVO DE DEUS DIANTE DO SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026 * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

CARTA DE BISPOS CATÓLICOS AO POVO DE DEUS DIANTE DO SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026
Senhor Deus falou, quem não profetizará? (Am 3,8)

O papa Leão XIV, em sua encíclica Magnifica Humanitas, diz: “Há situações em que, para permanecermos humanos, temos de abandonar as hesitações e tomar posição. Há conflitos nos quais não é justo permanecer neutros nem é suficiente pensar ‘não ser cúmplice’” (216).

Nós, bispos católicos de diversas dioceses do Brasil em comunhão com a CNBB, alinhados com a Mensagem do Conselho Permanente ao Povo Brasileiro, de 21/10/2026, acreditamos ser necessário e urgente, aplicarmos ainda mais em nossas preces pelo País e multiplicar mensagens para ajudar nos discernimentos, já que vivemos no Brasil uma dessas situações mencionadas pelo Papa Leão XIV, diante do cenário eleitoral dado, que exige tomar posição em nome do Santo Evangelho e da Doutrina Social da Igreja (DSI).

“O anúncio do Evangelho não pode esquecer a vida concreta dos povos” (Rerum Novarum, 15). O católico e a católica devem exercer a sua cidadania inspirados pela DSI e decidir o seu voto à luz de seus ensinamentos. Devem deixar “que o Evangelho [...] avalie as estruturas econômicas e políticas que, como viria a recordar São João Paulo II, podem tornar-se verdadeiras e próprias ‘estruturas de pecado’, para que nenhuma pessoa e nenhum povo sejam vistos como prescindíveis nos processos de desenvolvimento (Magnifica Humanitas, 36)

Duas candidaturas estão colocadas. Independentemente de votarmos ou não, um dos candidatos será o próximo presidente do Brasil. Mas é preciso votar. Votem para fazer a diferença. O cenário é muito grave, pois uma das candidaturas ameaça frontalmente diversos pontos centrais da DSI, a existência da democracia, a soberania nacional e a prática do bem comum. Não se trata apenas de uma escolha eleitoral, tantas vezes já praticada no Brasil, mas da possibilidade de uma mudança profunda nos rumos da nação, cujos exemplos na história do século XX deixaram cruéis e amargas lembranças.

Queremos auxiliar os católicos em sua decisão, apontando alguns pontos de antagonismo entre o ensinamento social da Igreja e uma das candidaturas em disputa.

As mudanças tecnológicas do mundo atual “não podem ser avaliadas apenas em termos de eficiência, mas a partir da dignidade do trabalhador, do direito a uma remuneração suficiente e da efetiva possibilidade de participar na vida social” (Magnifica Humanitas, 37). A candidatura que sempre foi contra o fim da escala 6x1 e propunha pagar o salário por hora trabalhada, não reconhece a dignidade do trabalhador e poderá voltar a este tema.

“A promoção do bem comum nunca pode ser separada do respeito pelo direito dos povos a existir [...]. Qualquer tentativa ou projeto de eliminar ou subjugar uma nação é gravemente imoral e, por isso, inaceitável (Magnifica Humanitas, 64). Um dos candidatos promete submissão do Brasil aos Estados Unidos (EUA), fez parte de uma conspiração para taxar produtos brasileiros, defende a intervenção estrangeira em nossas eleições e promete entregar nossas terras raras à exploração dos EUA.

A exortação apostólica Dilexi Te (Eu te amei, sobre o amor para com os pobres) critica os que pensam que “seria melhor deixar [os pobres] na miséria e ensinar-lhes antes a trabalhar” e que “a liberdade do mercado levará naturalmente à solução do problema da pobreza” (114). O partido de um dos candidatos sempre foi publicamente contrário aos programas sociais e de combate à pobreza, por desconhecerem as causas da miséria no Brasil, mesmo que agora o seu candidato diga que vai continuar alguns programas sociais. Estão, portanto, em contradição com a evangélica opção preferencial pelos pobres, reafirmada nos principais documentos de nossa Igreja.

A DSI propõe o desarmamento e diz que “o enorme aumento das armas representa uma ameaça grave para a estabilidade e a paz” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 508). Um dos candidatos promete liberar o acesso amplo às armas, como fez o seu pai em seu Governo.

O cuidado com a Ecologia Integral é hoje elemento central da DSI. A Laudato si’ critica “as atitudes que barram os caminhos de solução” que “vão da negação do problema à indiferença" (14). Um dos candidatos não reconhece a crise climática, nega os problemas ecológicos e quer dar continuidade às políticas de devastação que caracterizaram o Governo de seu pai e a atuação de seu partido no Congresso. Lembremo-nos da “Lei da Devastação” (nº 15.190/2025) aprovada no ano passado.

“O discípulo de Cristo rejeita todo recurso [à tortura], de modo algum justificável” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 404). Um dos candidatos é publicamente favorável à tortura e sua família fez homenagens a um dos maiores torturadores da ditadura brasileira, o general Brilhante Ustra, que matou muitas pessoas.

“A Igreja encara com simpatia o sistema da democracia [...]; ela não pode, portanto, favorecer a formação de grupos restritos de dirigentes, que usurpam o poder do Estado a favor dos seus interesses particulares ou dos objetivos ideológicos” (Centesimus Annus, 46). Um dos candidatos é filho do presidente que foi condenado e preso por atentar contra a democracia e segue suas ideias. Fez várias declarações de ameaça à ordem constitucional e, se eleito, governará com maioria absoluta no Congresso Nacional e no STF, criando as condições para uma usurpação do poder e submissão do país à sua ideologia.

Por outro lado, temos outra candidatura que, embora também esteja sujeita a críticas, sempre manifestou responsabilidade com os pobres e com a Casa Comum e atuou dentro dos limites da ordem democrática, respeitando a Constituição. Gostar ou não do atual Governo não pode ser razão para entregar o país nas mãos de quem manifesta tamanha contradição com os ensinamentos de nossa Igreja.

Diante desses e inúmeros outros elementos, não podemos nos manter neutros, a fim de que nossa consciência ou a história não nos condenem no futuro. Quem se calou diante das ameaças totalitárias que se concretizaram na Europa do século XX deixou uma herança vergonhosa para as gerações seguintes.

Conclamamos a todos os católicos para que não deixem de exercer seu direito e votem no dia 25 de outubro, em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja.

Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, ilumine a mente de cada um e cada uma de nós.

ASSINE AQUI
DEIXE A PADROEIRA EM PAZ


Legião de sacripantas,

Borras do cocô da escória,

Latas de lixo da História,

Hienas, ratos e antas,

Vocês que agridem santas

Por ordem de Satanás

Lacaios de generais,

Pedófilos negacionistas,

Gangue de ladrões fascistas

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


Vocês que incendeiam igrejas,

Que agridem bispos e o papa

Vocês que matam de tapa

As tradições sertanejas.

Vocês, almas malfazejas

Fugidas de Alcatraz,

São satânicos samurais

Da espada contra a cruz,

Respeitem a mãe de Jesus...

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


O tal piNIKOLAS FERREIRA

Relinchou, que o Espírito Santo 

Estuprou, vejam que espanto,

A Mãe de Deus verdadeira;

Rachadinha, noutra asneira

Diz que ela não será mais

Pra os católicos nacionais

A Rainha dos meus brasis...

Calem a matraca, imbecis

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


Por ser mulher e ser preta,

Vir das mãos de pescadores

Os fascistas detratores

Contra ela fazem treta;

Dizem que ela é do capeta.

Os que adoram o ladravaz,

Cometem ações infernais,

Odeiam orando a pneus,

A mãe do Filho de Deus...

DEIXEM A PADROEIRA EM PAZ!


CRISPINIANO NETO

Poeta, jornalista, escritor,  engenheiro agrônomo e Bacharel em Direito.

Rio Grande do Norte/RN

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AS TERRAS RARAS SÃO NOSSAS * Associação Brasileira de Imprensa (ABI)RJ

"AS TERRAS RARAS SÃO NOSSAS"
ABI LANÇA CAMPANHA

Na ocasião, o presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, convidou para o Ato em Defesa da Democracia que aconteceu nesta quarta-feira, às 17 horas, na sede do Clube.

Rogério Marques / QuarentenaNews 

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) lançou nesta terça-feira (20), em sua sede histórica, a campanha "As Terras Raras são Nossas". Assim como protagonizou a campanha "O petróleo é Nosso" nos anos 50, a Casa do Jornalista inicia, após este evento, a campanha em defesa da soberania nacional sobre a riqueza representada pelas terras raras.

O ato de abertura da campanha, mediado pelo diretor de Educação da ABI, Vitor Iorio, teve como palestrantes a jornalista Tania Malheiros, especialista no tema, o presidente do Clube de Engenharia Francis Bogossian e o vice-presidente da entidade, Fernando Peregrino.

Ao abrir o encontro, o presidente da ABI, Octávio Costa, lembrou que em 1951 a Casa do Jornalista lançou a campanha "O petróleo é nosso", que conquistou a sociedade, e dois anos depois a Petrobrás foi criada.

A jornalista Tania Malheiros fez um relato sobre as primeiras pesquisas sobre seu livro "Cobaias da Radiação", quando revelou informações pioneiras sobre terras raras no Brasil. Lembrou da primeira instalação nuclear brasileira, a Orquima, que "tentaram apagar", para ocultar o seu rastro de destruição, e trouxe o assunto para a época atual, falando sobre a ação de mineradoras em Goiás e nas cidades mineiras de Caldas e Poços de Caldas. As pressões dos Estados Unidos sobre o Brasil também foram abordadas por Tania Malheiros.

O presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, disse que as terras raras são um tema da maior importância para a entidade, e que um grupo de estudos foi formado para acompanhar e debater o tema. Bogossian fez um relato sobre o número de trabalhadores envolvidos na mineração, e os problemas que eles enfrentam.

Fernando Peregrino ressaltou a importância da discussão atual que tem por objetivo a criação de uma empresa estatal para operar especificamente na área dos minerais críticos, como nióbio, lítio, cobalto e outros.

Francis Bogossian e Fernando Peregrino aproveitaram o momento para convidar a ABI e toda a sociedade para o "Ato em defesa da Democracia, por um Brasil mais justo, livre e democrático", que aconteceru nesta quarta-feira (21), às 17 horas, no Clube de Engenharia. Ressaltaram que o momento é de união e mobilização em defesa da democracia no nosso país. O Clube de Engenharia fica na Avenida Rio Branco, 124.

FOTOS (Rogério Marques):

1 - O presidente da ABI, Octávio Costa, na abertura do lançamento da campanha "As Terras Raras são Nossas";
2 - A partir da esquerda, o vice-presidente do Clube de Engenharia Fernando Peregrino, a jornalista Tania Malheiros, o diretor de Educação da ABI Vitor Iorio e o presidente do Clube de Engenharia Francis Bogossian;
3 - A jornalista Tania Malheiros, durante sua exposição, ao relatar as pesquisas pioneiras que deram origem ao seu livro "Cobaias da Radiação".

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

ATO DOS ESTUDANTES DA FND PARA REELEGER LULA * Centro Acadêmico Cândido de Oliveira/CACO.UFRJ

 ATO DOS ESTUDANTES DA FND PARA REELEGER LULA
O ÚLTIMO ATO DOS ESTUDANTES DA FND PARA REELEGER LULA -
22/10, ÀS 18H, NA FND

O CACO convoca TODOS a estarem presentes no ÚLTIMO ATO DA FND PARA REELEGER LULA PRESIDENTE, amanhã, dia 22 de outubro de 2026, com concentração às 18h na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ.

Esta será a última mobilização da comunidade da FND antes do segundo turno; é a nossa última chance de mostrar para a sociedade que dizemos NÃO ao projeto de desmonte da Universidade Pública e SIM ao projeto que enxerga a educação como pilar indispensável na transformação e no desenvolvimento do Brasil.

A bateria rabugenta e a loucos estão confirmadíssimas para amanhã! Para chegarmos na central com tudo!
Não perca esse momento histórico em que todo o corpo social da fnd caminhará unido pela democracia, em defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade e em apoio ao Lula.
Mais uma vez, reforçamos a importância da presença de todos!
Contamos com vocês! Vamos juntos!

Quinta-feira, 22 de outubro de 2026, às 18h.
Faculdade Nacional de Direito, Rua Moncorvo Filho, nº 8, Centro, Rio de Janeiro/RJ.
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CACO 2025 Gestão Vozes Pelo Direito

CONFERÊNCIA LA REVOLUCIÓN BOLIVARIANA, TRAYETÓRIA Y SUS DESAFIOS ANTES Y DESPUÉS DE 3 DE ENERO * Internacional Antifascista/Capítulo Brasil-RJ

CONFERÊNCIA LA REVOLUCIÓN BOLIVARIANA, TRAYETÓRIA Y SUS DESAFIOS ANTES Y DESPUÉS DE 3 DE ENERO
Fizemos uma ótima ativividade com o camarada Juan Contreras. Foi muito didático , apontou as contradições , e mostrou a necessidade de maior proximidade e alianças entre todos os setores anti-imperialistas a nível continental . Elogiou nossa atividade e prometemos manter permanente intercâmbio . E vamos organizar outras atividades ! 

Foi um encontro reivindicado como de suma importância por todos os participantes e ressaltado pelo convidado JUAN CONTRERAS para avançar na integração do combate  ao imperialismo em nosso continente.

Tivemos a mediação do companheiro Luis Eduardo Mergulhão, a participação do Ricardo Duarte, Epitácio Brunet, Rodrigo e Antonio Cabral Filho. 

Tivemos diversos pontos consideráveis ALTOS, mas gostaria de destacar a perspectiva de avanço das lutas antiimperialistas no continente e especialmente, na Venezuela, dadas as articulações de forças políticas e movimentos sociais.
La Internacional Antifascista y la Asociacion Cultural Jose Martí gustarian de invitálo para hacer una palestara on line en el dia 17 de octubre a las 15 h. con el Tema "La Revolucion Bolivariana, Trayectoria y sus desafíos antes y después de 3 de enero ". Será un evento muy importante para la formación de nuestra militancia que tiene en el proceso bolivariano un marco fundamental en nuestra lucha en el continente pelo socialismo

Un abrazo, camarada
Luís Eduardo Mergulhão Ruas

INTERNACIONAL ANTIFASCISTA /CAPÍTULO BRASIL-RJ

COORDINADORA SIMON BOLÍVAR

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

VISÃO GERAL * Emancipação do Trabalho

VISÃO GERAL

Neste programa Visão Geral é analisado o *debate* presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro, as suspeições levantadas por juristas da ABJD e centenas de cientistas sobre o *TSE* comandado pelos bolsonaristas Kássio Nunes Marques e André Mendonça; a inédita e histórica *onda vermelha* de manifestações dos brasileiros em favor da virada de votos em favor de Lula, acompanhando as manifestações na França, Espanha, Itália, Portugal, Bélgica, Tunísia, Argentina contra o imperialismo, a mobilização de guerra e a direita. Também é feita uma análise do erro do chamado ao *Voto Nulo* pelas organizações que se dizem marxistas, bem como a necessidade de conquista dos mais de 30 milhões de eleitores que se abstiveram no primeiro turno. Com a participação de Andrea Destefani, German Motta, Wallace Armani, Érico Cardoso e Roberto Bergoci 

Debate lula x flaviobolsonaro, suspeição sobre TSE bolsonarista, a Onda Vermelha e virada lulista
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RESOLUÇÕES RUNASUR * Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA)/Bolívia

RESOLUÇÕES RUNASUR
Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA)

EVO MORALES ES PROCLAMADO PRESIDENTE DE LA CIMA, LA “MURALLA ANTIIMPERIALISTA DE LOS PUEBLOS”

El expresidente del Estado Plurinacional de Bolivia, Evo Morales Ayma, fue proclamado presidente de la Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA), denominada la “Muralla Antiimperialista de los Pueblos”.

La proclamación fue realizada el lunes 12 de octubre por Mayquel Umaña, dirigente del magisterio y titular de la delegación de Chile, quien señaló que Evo Morales asume la presidencia como representante de los pueblos de América y Centroamérica que luchan contra el imperialismo.

El nombramiento se produjo durante el cierre del Encuentro Internacionalista, que concluyó con una multitudinaria concentración en el estadio municipal de Shinahota, donde se congregaron aproximadamente 40.000 personas de las seis federaciones del Trópico de Cochabamba, delegaciones del interior del país y representantes internacionales.

El encuentro se desarrolló durante tres jornadas, sábado, domingo y lunes, en Villa Tunari, con la participación de delegaciones de distintos países y movimientos sociales de la región.

Declaración de Shinahota plantea 20 puntos para la lucha antiimperialista de los pueblos.

La Declaración de Shinahota, aprobada el 12 de octubre, Día de la Descolonización de Nuestra América, establece 20 puntos que orientan la creación y los principios de la Coordinación Internacionalista de Movimientos Sociales Antiimperialistas de la Abya Yala (CIMA).

Entre sus principales planteamientos destacan la lucha contra el imperialismo, el capitalismo, el colonialismo y el fascismo; la autodeterminación de los pueblos; la defensa de la soberanía nacional y los recursos naturales; y la reivindicación de los derechos laborales, sociales, económicos y culturales.

El documento también defiende los derechos de las mujeres, los pueblos indígenas, las personas migrantes y los sectores vulnerables, además de promover la protección de la Madre Tierra, la educación y la salud públicas, la paz mundial y un orden internacional multipolar.

Asimismo, propone crear una Agencia Informativa del Abya Yala, una red continental de comunicación popular, un Tribunal Ético Popular, una Universidad de los Pueblos y una Escuela Internacional Antiimperialista, con sede inicial en el Trópico de Cochabamba.

La declaración respalda proyectos de integración como el ALBA-TCP y los BRICS, reivindica la organización y movilización popular y propone declarar octubre como el Mes de la Lucha Antiimperialista, la Descolonización y la Dignidad de los Pueblos del Abya Yala.

El documento concluye con la consigna: «¡Ante el Escudo de las Américas, levantamos la muralla antiimperialista de los pueblos!

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CONFRATERNOZAÇÃO
CONVITE
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BOLÍVIA MARCHA CONTRA RODRIGO PAZ * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

BOLÍVIA MARCHA CONTRA RODRIGO PAZ

FUERA RODRIGO PAZ!!
BOLÍVIA MARCHA
BOLÍVIA MARCHA

BOLÍVIA EM MARCHA

 "97-KILÓMETROS A MARCHA CHEGARÁ À LA PAZ EM 13 DE OUTUBRO

Franco García, um líder de Cochabamba, confirmou que a marcha começará em 13 de outubro a partir de Patacamaya, rumo à sede do governo, com uma rota de 97 quilômetros. A mobilização busca resolver as suas demandas e expressa seu rejeito às medidas econômicas do governo e ao decreto que elimina a subvenção para o diesel."
RADIO ORIGEN - BOLÍVIA
CENTRAL OBRERA BOLIVIANA - COB
MILVA CARLA
MILVA CARLA
BOLÍVIA MARCHA CONTRA RODRIGO PAZ!!

terça-feira, 20 de outubro de 2026

HINO ESTUDANTIL * Rami Chehade

HINO ESTUDANTIL
RAMI CHEHADE
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Nota das Centrais: Flávio Bolsonaro não defende trabalhador, ele só quer o seu voto * Centrais Sindicais Brasileiras

Nota das Centrais: Flávio Bolsonaro não defende trabalhador, ele só quer o seu voto

Em nota, centrais sindicais alertam que a mudança de posicionamento de Flávio Bolsonaro sobre o fim da escala 6x1 é questionável já que suas propostas de governo apontam para o enfraquecimento dos direitos.

Há apenas cinco meses, em maio de 2026, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro criticou a proposta que prevê o fim da escala 6×1 durante a Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios e defendeu uma jornada flexível: “Por que não é o trabalhador que, conforme as suas necessidades, é quem pode escolher sua jornada de trabalho? Muitas pessoas querem trabalhar mais, e a PEC [do fim da escala 6×1] pode engessar quem quer trabalhar mais”, disse.

Sabemos, porém, que não é assim que a economia funciona. O trabalhador, sozinho, não tem condições de negociar jornada, salário e direitos diretamente com o patrão em igualdade de condições. A necessidade de manter o emprego limita seu poder de negociação e dificulta a conquista de melhores condições de vida.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o vice-presidente Geraldo Alckmin explicou o modelo de jornada defendido por Flávio: remuneração por hora, com convocação conforme a necessidade da empresa, como o trabalho intermitente, modalidade prevista na legislação brasileira desde a reforma trabalhista de 2017 e criticada por precarizar as relações de trabalho.

Alckmin comparou esse modelo à dinâmica do futebol: a empresa teria uma espécie de banco de reservas de trabalhadores, acionados conforme a demanda. Sem jornada fixa, trabalhar-se-ia alguns dias no mês, sem convocação nos demais. A remuneração dependeria da quantidade de horas efetivamente trabalhadas e, nos meses com poucas convocações, poderia receber menos do que um salário mínimo.

Além da remuneração por hora, o plano de governo de Flávio propõe medidas que podem aprofundar a precarização do trabalho, como a contratação de jovens a um custo menor e a redução dos custos trabalhistas para as empresas. A ênfase na negociação individual também pode enfraquecer a organização coletiva dos trabalhadores, que dependem do emprego e têm pouca margem para negociar. Somam-se a isso propostas de revisão das previdenciárias, com redução dos reajustes das aposentadorias.

Por outro lado, o plano de Luiz Inácio Lula da Silva reúne compromissos que não constam no de Flávio Bolsonaro: o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução salarial; uma política permanente de valorização real do salário mínimo; o combate à pejotização fraudulenta; a regulamentação do trabalho por aplicativos e plataformas digitais; a igualdade salarial entre homens e mulheres; e o combate ao trabalho infantil e ao trabalho análogo à escravidão.

A repentina mudança de posição de Flávio sobre o fim da escala 6×1 levanta dúvidas, pois não condiz com as diretrizes de seu plano de governo. Ele já afirmou, inclusive, que, se eleito, defenderá a revisão da medida, conforme foi noticiado em meios de comunicação nesta quarta-feira (14).

Diante dessas contradições, há motivos para questionar a sinceridade de seu apoio ao fim da escala 6×1. Seu discurso busca conquistar o voto do trabalhador, mas as propostas que apresenta apontam para o enfraquecimento dos direitos de quem trabalha.

Brasília, 14 de outubro de 2026

Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Sonia Zerino, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Nilza Pereira, secretária-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
José Gozze, presidente da Pública Central do Servidor

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

POR UM GOVERNO DOS TRABALHADORES * Comissão Organizadora dos Comitês Operários/Brasil

POR UM GOVERNO DOS TRABALHADORES

INTRODUÇÃO


Para construirmos o PODER DOS TRABALHADORES precisamos 1 - Organizar nossos instrumentos de defesa, ou seja, os nossos COMITÊS OPERARIOS, totalmente controlado por nós, onde todas as nossas decisões sejam oriundas de nossas assembleias.

2 - Órgãos decisórios: nossos órgãos decisórios são as nossas assembleias dos segmentos de que participamos, ou seja, locais de moradia, trabalho e estudo; 2.1 - as assembleias elegem uma coordenação específica de seu segmento; 2.2 - a coordenação de cada segmento elege até 2 membros como representantes no Conselho Geral de Comitês Operários. 

3 - o Conselho Geral de Comitês Operários é o órgão máximo de decisão na construção do Poder dos Trabalhadores.

4 - o Conselho Geral é o órgão executivo e deve encaminhar todas as decisões vindas dos órgãos de base.

*NOSSAS TAREFAS*

1) Criar Comitê Permanente de Mobilização Popular, por local de trabalho, moradia e estudo, rural e urbano, acionados sempre que um direito do trabalhador for ameaçado, ou, quando se busca ampliar direitos ou qualquer outra ação que fortaleça a cidadania;

2) REESTATIZAR todo o complexo ESTRATÉGICO BRASILEIRO, de petróleo, energético e mineral, incluindo as TERRAS RARAS. Por exemplo, a empresa Petrobrás com todas as suas ramificações passando desde pesquisa, prospecção, refino e distribuição, sejam EFETIVAMENTE MONOPÓLIO do Estado. Retomada da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), pelo Estado e a venda por este somente produtos industrialmente processados (lingotes, chapas etc.) para os para os países interessados;

3) Revogação imediata de todas as REFORMAS TRABALHISTAS e PREVIDENCIÁRIAS que prejudicaram os trabalhadores, e que diminuíram direitos e garantias aos ativos e aposentados.

4) Recuperação do salário mínimo para que atinjamos no menor espaço de tempo possível aqueles valores que estão ESTIPULADOS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL e que é atualizado mensalmente pelo DIEESE.

5) Reforma Agrária sob controle dos trabalhadores organizados em cooperativas com toda assistência (técnica e financeira) aos assentados, garantindo-lhes todo o domínio do processo, do plantio à distribuição;

6) Garantia da escala 5X2 e a diminuição das horas de trabalho semanais sem perda salarial;

7) Garantia do piso salarial aos professores e profissionais da saúde;

8) Reformulação da Doutrina Militar em nossas Forças Armadas e introdução do programa pedagógico voltado para a humanização do militar, desde os colégios militares até às academias, como forma de combater o mercenarismo e fortalecimento do patriotismo, retirando os preceitos estabelecidos durante a Guerra Fria, onde se tem "o inimigo interno" a ser vigiado e combatido, e estabelecendo outras diretrizes, para que nossas Forças Armadas contribuam para o desenvolvimento, inclusive tecnológico e econômico do país; as Forças Armadas devem ser estimuladas a produzir o máximo de armamentos em território nacional, gerando soberania em equipamentos também nesse setor.

9) Imediata abertura de AUDITORIA DA DÍVIDA PÚBLICA, cessando todos os pagamentos até a conclusão final desses trabalhos;

10) Fim da autonomia do Banco Central e a estatização de todo o sistema financeiro.

11) Retomada da industrialização com a queda vertiginosa da taxa SELIC que hoje impede que empresários possam gerir adequadamente seus negócios e investimentos.

12) Que o setor diplomático seja rápido e responsável, rompendo relações com países que promovam direta ou indiretamente genocídio e violação sistemática dos Direitos Humanos. O rompimento não deverá ser apenas diplomático, mas que atinja todos os ramos, inclusive os militares, culturais e econômicos;

13) Eliminação do analfabetismo, inclusive o funcional, em todo o território nacional dentro de no máximo 3 anos, proporcionando ao mesmo tempo ensino de qualidade e acesso às universidades sem o concurso dos vestibulares;

14) Consulta popular no meio do mandato presidencial para verificar se a população aprova ou não a continuidade da administração presidencial.

15) Introduzir na constituição a revogabilidade de mandato em todos os níveis através de Iniciativa Popular conforme estabelecido no Artigo 14 (inciso III) e no artigo 61 (§ 2º) da Constituição.

TODO PODER AOS TRABALHADORES!

NOTA

Companheiros, nesta comissão devemos adicionar somente pessoas com a necessária consciência de que apenas o sindicato, o parlamentar e o membro do poder executivo ( prefeito, governador ou presidente) nao são os responsáveis por solucionar os nossos problemas. Ou seja, sem nossa devida organização em cada segmento da vida social é preciso entender que ninguém sabe que nós existimos. Pagar impostos e votar nunca diminuiu a miséria de ninguém. Portanto, a luta de classes não é um piquenique; à luta companheiros!
PROPOSTA DA FRT

 Camarada, muito bom texto. Eu faria uma alteração no parágrafo que afirma literalmente: "quem não trabalha não come". Eu tiraria essa expressão, porque acho ela muito dura, pode soar algo desumano, comparado a frase predileta dos liberais de quinta, que é o tal "não tem almoço grátis". 

Eu sei que no contexto do texto, nos referimos a burguesia e outros elementos que podem parasitar a economia do Estado proletário. Mas não podemos dar margens para deturpações má intencionais por parte do inimigo. Eu substituiria "quem não trabalha não come", por: "todo cidadão em condições de labor, deve trabalhar para potencializar a cooperação e incremento da riqueza social e criar as condições materiais para que cada um contribua de acordo com suas possibilidades e receba do fundo social, de acordo com suas necessidades". 

Algo mais ou menos neste sentido.

 Também, penso que esses pontos sintetizados e numerados em cada parágrafo, podem ser a culminação de um texto geral, que abranja de forma resumida nossa história econômica; nossa estrutura social; nossa formação política e cultural. Acrescida de uma espécie de seção tratando do atual período histórico do capitalismo no Brasil.

Neste texto geral, devemos analisar de forma radical, a questão das classes no Brasil contemporâneo; quem é o proletariado brasileiro hoje e quais as classes aliadas em nossa revolução. Além de fazer uma radiografia da burguesia brasileira contemporânea, seus vínculos com o imperialismo, a pequena burguesia, suas frações e interesses; quais as novas formas de dependência; as atuais manifestações do subdesenvolvimento; a questão da revolução latinoamericana e o imperialismo americano.
ACESSE!

domingo, 18 de outubro de 2026

sábado, 17 de outubro de 2026

LEGADO DE ULISSES GUIMARÃES * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

LEGADO DE ULISSES GUIMARÃES

A íntegra do histórico discurso do deputado Ulysses Guimarães: “A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo. A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa ao admitir a reforma. Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais”

Senhoras e senhores constituintes. Dois de fevereiro de 1987. Ecoam nesta sala as reivindicações das ruas. A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar. São palavras constantes do discurso de posse como presidente da Assembléia Nacional Constituinte.

Hoje. 5 de outubro de 1988, no que tange à Constituição, a Nação mudou. (Aplausos). A Constituição mudou na sua elaboração, mudou na definição dos Poderes. Mudou restaurando a federação, mudou quando quer mudar o homem cidadão. E é só cidadão quem ganha justo e suficiente salário, lê e escreve, mora, tem hospital e remédio, lazer quando descansa.

Num país de 30 milhões, 401 mil analfabetos, afrontosos 25 por cento da população, cabe advertir a cidadania começa com o alfabeto. Chegamos, esperamos a Constituição como um vigia espera a aurora.

A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo. A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa ao admitir a reforma. Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca.

Traidor da Constituição é traidor da Pátria. Conhecemos o caminho maldito. Rasgar a Constituição, trancar as portas do Parlamento, garrotear a liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio e o cemitério.

Quando após tantos anos de lutas e sacrifícios promulgamos o Estatuto do Homem da Liberdade e da Democracia bradamos por imposição de sua honra.

Temos ódio à ditadura. Ódio e nojo. (Aplausos)

Amaldiçoamos a tirania aonde quer que ela desgrace homens e nações. Principalmente na América Latina.

Foi a audácia inovadora, a arquitetura da Constituinte, recusando anteprojeto forâneo ou de elaboração interna.

O enorme esforço admissionado pelas 61 mil e 20 emendas, além de 122 emendas populares, algumas com mais de 1 milhão de assinaturas, que foram apresentadas, publicadas, distribuídas, relatadas e votadas no longo caminho das subcomissões até a redação final.

A participação foi também pela presença pois diariamente cerca de 10 mil postulantes franquearam livremente as 11 entradas do enorme complexo arquitetônico do Parlamento à procura dos gabinetes, comissões, galeria e salões.

Há, portanto, representativo e oxigenado sopro de gente, de rua, de praça, de favela, de fábrica, de trabalhadores, de cozinheiras, de menores carentes, de índios, de posseiros, de empresários, de estudantes, de aposentados, de servidores civis e militares, atestando a contemporaneidade e autenticidade social do texto que ora passa a vigorar.

Como caramujo guardará para sempre o bramido das ondas de sofrimento, esperança e reivindicações de onde proveio.

Nós os legisladores ampliamos os nossos deveres. Teremos de honrá-los. A Nação repudia a preguiça, a negligência e a inépcia.

Soma-se a nossa atividade ordinária bastante dilatada, a edição de 56 leis complementares e 314 leis ordinárias. Não esquecemos que na ausência da lei complementar os cidadãos poderão ter o provimento suplementar pelo mandado de injunção.

Tem significado de diagnóstico a Constituição ter alargado o exercício da democracia. É o clarim da soberania popular e direta tocando no umbral da Constituição para ordenar o avanço no campo das necessidades sociais.

O povo passou a ter a iniciativa de leis. Mais do que isso, o povo é o superlegislador habilitado a rejeitar pelo referendo os projetos aprovados pelo Parlamento.

A vida pública brasileira será também fiscalizada pelos cidadãos. Do Presidente da República ao prefeito, do senador ao vereador.

A moral é o cerne da pátria. A corrupção é o cupim da República. República suja pela corrupção impune toma nas mão de demagogos que a pretexto de salvá-la a tiranizam.

Não roubar, não deixar roubar, por na cadeia quem roube, eis o primeiro mandamento da moral pública. Não é a Constituição perfeita. Se fosse perfeita seria irreformável.

Ela própria com humildade e realismo admite ser emendada dentro de cindo anos.

Não é a Constituição perfeita, mas será útil, pioneira, desbravadora, será luz ainda que de lamparina na noite dos desgraçados.

É caminhando que se abrem os caminhos. Ela vai caminhar e abri-los. Será redentor o caminho que penetrar nos bolsões sujos, escuros e ignorados da miséria.

A sociedade sempre acaba vencendo, mesmo ante a inércia ou o antagonismo do Estado.

O Estado era Tordesilhas. Rebelada a sociedade empurrou as fronteiras do Brasil, criando uma das maiores geografias do mundo.

O Estado encarnado na metrópole resignara-se ante a invasão holandesa no Nordeste. A sociedade restaurou nossa integridade territorial com a insurreição nativa de Tabocas e Guararapes sob a liderança de André Vidal de Negreiros, Felipe Camarão e João Fernandes Vieira que cunhou a frase da preeminência da sociedade sobre o Estado: Desobeder a El Rei para servir El Rei.

O Estado capitulou na entrega do Acre. A sociedade retomou com as foices, os machados e os punhos de Plácido de Castro e seus seringueiros.

O Estado prendeu e exilou. A sociedade, com Teotônio Vilella, pela anistia, libertou e repatriou.

A sociedade foi Rubens Paiva, não os facínoras que o mataram. (Aplausos acalorados)

Foi a sociedade mobilizada nos colossais comícios das Diretas Já que pela transição e pela mudança derrotou o Estado usurpador.

Termino com as palavras com que comecei esta fala.

A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar. A Constituição pretende ser a voz, a letra, a vontade política da sociedade rumo à mudança.

Que a promulgação seja o nosso grito. Mudar para vencer. Muda Brasil.”
FORA BOLSONARO