O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
PAGINAS FRT
- Página inicial
- APOIE A FRT
- Contato
- Cultura
- Programa
- Formação
- QuemSomos
- Comunicados
- NOSSA MIDIA
- MULHER
- Documentos
- Manifesto da FRT
- Regimento Interno
- Carta aos revolucionários
- Manifesto Eleições 2022
- Comitê de Luta dos Desempregados
- TRIBUNA DE DEBATES FRT
- ANTIIMPERIALISMO
- FORUM PALESTINA
- POLÍTICA DE ORGANIZAÇÃO
domingo, 16 de novembro de 2025
A GUERRILHA DO ARAGUAIA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
sexta-feira, 25 de julho de 2025
CLARA CHARF 100 ANOS * Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra/MST
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
MALCOLM X – LÍDER DA LUTA ANTIRRACISTA NO CORAÇÃO DO IMPERIALISMO * Organização Comunista Arma da Crítica/OCAC
MALCOLM X – LÍDER DA LUTA ANTIRRACISTA NO CORAÇÃO DO IMPERIALISMO
Malcolm X foi assassinado há 60 anos, a 21 de fevereiro de 1965. Nascido no Nebraska em 1925, Malcolm se tornou órfão aos seis anos. Seu pai, um pregador batista ativista dos direitos civis, foi provavelmente assassinado por uma organização racista.
Com a desestruturação familiar, Malcolm vive entre Boston e o Harlem e deixa a escola antes de completar o ensino médio, mesmo sendo um excelente aluno. Se envolve com consumo e tráfico de drogas, com lenocínio e assaltos. Em 1946 é preso e condenado a 11 anos de prisão, que cumpre no sistema penitenciário de Nova Iorque. Na prisão, Malcolm se cura do vício das drogas, devora livros na biblioteca prisional e se converte ao Islã. Sob a influência do irmão Reginald, se filiou à Nação do Islã, liderada por Elijah Muhammad, da qual se tornou um dos mais importantes porta-vozes.
A Nação do Islã pregava o separatismo entre negros e brancos, considerando os brancos como a fonte de todo o mal. A Nação do Islã cresceu, tendo em vista o extremo racismo e o verdadeiro apartheid a que eram submetidos os negros nos EUA.
Malcolm discordava de Martin Luther King, com suas ideias de não violência. O que era controversa, porque a visão de King sobre não violência implicaram resistência ativa e enfrentamento com o poder racista.
Com o tempo, Malcolm X identificou contradições e uma dupla moral na direção da Nação do Islã. Inclusive um possível pacto de não-agressão com a Ku Klux Klan, desde que a Nação mantivesse o separatismo negro.
Malcolm X procura se aproximar do movimento dos direitos civis e critica a Nação do Islã por seu isolacionismo.
Em 1964, Malcolm X faz uma peregrinação a Meca. Lá vê crentes de todas as raças, unidos pela fé em Alah. Inicia seu amadurecimento político, no rumo do socialismo e do anti-imperialismo. Participa de congressos da Organização da Unidade Africana, se aproxima de Fidel Castro. Rompe com a Nação do Islã e funda a Organização da Unidade Afro Americana.
Faz uma leitura de que o inimigo do povo negro é o racismo e não os brancos como um todo. Em um encontro público em Nova Iorque foi assassinado por membros da Nação Islâmica, com provável colaboração do FBI e da polícia de Nova Iorque.
Malcolm X é um dos grandes nomes do movimento negro americano. Sua trajetória mostra que é preciso derrotar o capitalismo e o imperialismo para acabar com o racismo.
Para conhecer um pouco mais a história e a luta de Malcolm X sugerimos o filme Malcolm X, de 1992, dirigido por Spike Lee e que tem Denzel Washington no papel principal: https://www.youtube.com/watch?v=b09nrSfTAXs.
Também indicamos o livro Malcolm X Fala: Os Últimos Anos de Vida de Malcolm X, publicado em 2021 pela Ubu Editora. Trata-se de coletânea de textos e discursos compilados por George Breitman e traduzido por Marilene Felinto.
domingo, 1 de dezembro de 2024
PEDRO LOBO DE OLIVEIRA: GUERRILHEIRO E OBRA * Comissão Nacional da Verdade
segunda-feira, 4 de novembro de 2024
MARIGHELLA HERÓI DO POVO BRASILEIRO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
MARIGHELLA, PRESENTE!
O filme Marighella de Wagner Moura é um soco no estômago, uma tapa na cara, um gancho no queixo. Você bate, apanha, vai quase a nocaute, levanta, desperta e pensa qual será o próximo movimento físico e metafísico.
O filme prende a respiração, não oferece espaço pra distração, deixando-nos atentos, fortes e mobilizados o tempo todo. E agora.
Marighella é um filme phodda! Põe a gente num ringue. Ou melhor, numa luta. Ao final do último round somos tomados por um impulso no pulso erguido e cerrado em duas palavras de ordem: “Marighella, presente!” Seguido, imediatamente, por um “Fora Bolsonaro!”.
Noutras palavras, Marighella é um filme de ação. Ele nos coloca em estado de luta. Ele nos mobiliza por dentro e por fora no sentido de que outro país mais justo e democrático não é só mais possível e sim, necessário.
O filme de Wagner Moura não é só uma representação histórica ou narrativa cinematográfica de um passado ditatorial civil-militar violento e bem recente na história de nosso país. Como disse Wagner Moura, o filme fala muito mais do Brasil de hoje, deste tempo sombrio que ataca por dentro do próprio governo, o estado democrático de direito.
A exibição do filme Marighela no dia 26 de outubro no Cineteatro São Luiz em Fortaleza, Ceará, foi uma noite memorável e encantadora. Façamos de cada exibição do filme Marighella nas salas de cinema um ato artístico e político pela redemocratização do Brasil. Mas também um ato de amor pelo Brasil, como grita a atriz Maria Marighella, numa das cenas mais emocionantes do filme.
Dentre as várias leituras possíveis, o filme veio para nos tocar e mobilizar pela redemocratização do Brasil. Nossos corações democratas agradecem e se sentem comovidos (comover é mover com) e mais mobilizados pela reconstrução, refundação e regeneração do Brasil. Isso é urgente, enquanto ainda temos tempo. Numa frase de Marighella que capturo do filme, “as pessoas precisam saber que no Brasil tem gente resistindo”. Sim Marighella, sim Wagner, estamos na r(e)xistência. Eles não vencerão. A liberdade é uma luta constante.
No mais, Salve Wagner Moura!
Marighella, presente!
Saudações ternas e (in)tensas
Fabiano dos Santos Piúba
Fortaleza, 27/10/2022
(um texto ainda com a temperatura do filme em mais do que meu corpo)
Quem quis matar a luta
do Martin Luther King?
Por que puseram Gandhi atrás das grades?
Por que mandaram prender Mandela?
Quem mandou matar Marielle?
Quem deu guela
de onde tava o
Marighella?
A prisão do Rafael Braga ainda indaga:
ver o sol nascer quadrado
por portar um Pinho Sol?
E o Malcolm X, então,
precisa dizer
qual foi o X da questão?
E o Chico Mendes? Me diz
E o que devia Angela Davis?
E a Carolina Maria,
que foi presa porque lia?
Lição da Malala:
educação não é balela
E por que mantiveram o homem
que tirou o país da fome
quinhentos e oitenta dias
trancado numa cela?
Rafael de Noronha (São Paulo/SP)
Aos 4 dias do mês de novembro de 1969, em noite de terça-feira, em São Paulo capital, Carlos Marighella, Comandante da Revolução Socialista Brasileira, era brutalmente assassinado pelas forças repressivas da ditadura militar, então instalada no Brasil após o golpe de 1964.
Naquela ocasião, o movimento comunista do Brasil, a tradição combativa de nosso povo, e a luta revolucionária pela Libertação Nacional e pelo Socialismo, enfim, perderiam um homem de pensamento e ação, um militante da teoria e da prática, que perto de completar 58 anos de vida, estava liderando a única resistência possível diante dos idos ditatoriais. O povo brasileiro perderia naquele momento o seu filho mais completo politicamente, a brava gente deste país perderia um verdadeiro herói.
Aqueles que mataram Marighella não conseguem ocupar a memória nem mesmo dos canalhas que tentam ainda hoje defender o indefensável regime facínora militar. Aqueles que mataram Marighella acabaram fuzilados pela História. Aqueles que mataram Marighella, e nisso estão também os que mandaram matar, inclusive o próprio imperialismo ianque e seus títeres da ditadura no Brasil, todos esses, mais cedo ou mais tarde, terão as contas acertadas com o povo explorado do Brasil e de todo o mundo.
O corpo de Marighella descansa em Salvador, a capital baiana onde nasceu o Comandante em 5 de dezembro de 1911. Mas a sua presença nunca parou. Marighella está presente em todas as lutas do povo brasileiro.
Carlos Marighella vive, Carlos Marighella para sempre viverá!
Há 55 anos ele morria por nós, ele morria pelo povo, ele morria pelo Brasil...
Carlos Marighella é um símbolo das lutas pela libertação do povo brasileiro.
Filho de Augusto Marighella, operário metalúrgico imigrante italiano e de Maria Rita do Nascimento, negra descendente dos malês. Fez seus estudos secundários no antigo Ginásio da Bahia, hoje Colégio Central. Em 1932, ingressou na Escola Politécnica da Bahia, onde se torna líder estudantil. Abandona o curso para seguir para o Rio de Janeiro para dirigir o PCB, em 1934.
Preso em 1936, foi torturado pela polícia política de Filinto Muller. Solto, passa a clandestinidade, sendo preso novamente em 1939. Só é solto em 1945, com a anistia aos presos políticos no fim do governo Vargas. É eleito deputado constituinte pelo PCB da Bahia, tendo atuação destacada na Assembleia que redigiu a Carta de 46.
O PCB teve seu registro cassado em 1947, e os deputados comunistas perderam o mandato em 1948. Mais uma vez na clandestinidade, Marighella exerce várias funções na direção do Partido. Nos anos de 1953 e 1954, Marighella viaja pelo mundo socialista, inclusive a China Popular.
Com o golpe de 64 é preso novamente. Resistiu à prisão em um cinema do Rio de Janeiro. Descreveu o episódio no texto Porque Resisti à Prisão. Em seguida, se estabelece em São Paulo, onde assume a direção regional do Partido.
Logo no início da ditadura, Marighella abre divergência com a direção do Partido. Em 1966, comparece ao encontro da OLAS, Organização Latino-Americana de Solidariedade, em Havana. Rompe com a Comissão Executiva do Partido e, em 1967, é expulso. Organiza o Agrupamento Comunista de São Paulo, que viria a nuclear a Ação Libertadora Nacional, fundada em 1968.
A ALN se tornou a mais importante organização armada de luta contra a ditadura. A captura do embaixador estadunidense, em 1969, em conjunto com o MR8, seria uma das ações mais espetaculares da organização.
Marighella foi elevado a inimigo número 1 do regime. Após a prisão dos padres dominicanos que contribuíam com a ALN, armou-se uma operação para assassinar o líder revolucionário. Na noite de 4 de novembro de 1969, Marighella foi assassinado pela equipe comandada pelo delegado Fleury.
Marighella se tornou uma lenda. Não à toa, a extrema-direita ainda hoje o considera o inimigo número 1. Marighella inspira as novas gerações de revolucionários, com a sua coragem e espírito de luta.
Marighella é a expressão de toda uma geração de comunistas em nosso país. Para quem quiser conhecer mais a vida de Carlos Marighella indicamos o livro Marighella: O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo, de Mário Magalhães, publicado pela editora Companhia das Letras. Também indicamos a música Mil Faces de um Homem Leal, feita pelos Racionais em 2012 para o documentário Marighella, de Isa Grinspum Ferraz: https://www.youtube.com/watch?v=5Os1zJQALz8
*
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
FARC-EP HÁ 60 ANOS ABRINDO CAMINHOS * Revista Nova Colômbia - Colômbia
sábado, 25 de março de 2023
DOM OSCAR ROMERO VIVE * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
sexta-feira, 10 de março de 2023
SE FORES PRESO CAMARADA * CARLOS MARIGHELLA / SP
SE FORES PRESO CAMARADA
CARLOS MARIGHELLA
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
Proibido esquecer Douglas Bravo * Coordenadoria Simón Bolívar / Ve
PROIBIDO ESQUECER
Terra de Libertadores 530 anos após o início da
.sexta-feira, 14 de janeiro de 2022
PROIBIDO ESQUECER FREDDY PARRA * Coordenadoria Simón Bolívar / VE
PROIBIDO ESQUECER FREDDY PARRA
É difícil expressar tudo o que nosso colega Freddy Parra foi.
Palavras não podem descrever o revolucionário, o amigo incondicional e o homem íntegro que ele foi. No entanto, parceiro,
queremos prestar-lhe esta pequena homenagem para que todo o país saiba do seu esforço, da sua luta, do seu amor por todos.
Nascido em uma família humilde e unida, prosseguiu seus estudos com muito esforço e determinação. Estudando na Escola Secundária Manuel Palacio Fajardo na Parroquia 23 de Enero, suas ideias revolucionárias começaram a surgir, o que o levou a participar de protestos estudantis organizados no país para exigir apenas reivindicações populares.
Assim ele chega à Universidade Central da Venezuela, onde estudou na Faculdade de Humanidades, na Escola de História. Graduado nesta disciplina nunca a deixou. A História foi uma das suas grandes paixões, o que o levou a ser professor de História no ensino secundário e diversificado. Também na Universidade Central fez uma vida ativa como estudante, juntando-se a muitos outros jovens que com sua rebelião ergueram suas vozes contra a injustiça, a repressão estatal, a corrupção e a falência do país pela camarilha Adeco-Copeyana que governou por quase 40 anos. anos na Venezuela.
Morando em “El Pueblito” no Setor Mirador em 23 de janeiro, participou ativamente da organização de bairro “Los amigos del Pueblito”, que mais tarde se uniu a outras organizações de bairro para criar o Coordenador Cultural Simón Bolívar, do qual foi membro fundador .
Como lutador social, ele teve que defender seu povo contra o ataque fascista da direita. Foi assim que, em 27 de fevereiro de 1989, ele saiu às ruas com seus companheiros na luta para defender o povo que estava sendo massacrado por ordem do então presidente Carlos Andrés Pérez.
Durante o ano de 92, participou das rebeliões cívico-militares de 4 de fevereiro e 27 de novembro que visavam afastar da
presidência o assassino que ordenou o massacre do povo durante El Caracazo. Em 93, junto com outros jovens a partir de 23 de janeiro e da Universidade Central da Venezuela, a Brigada de Solidariedade Antonio José de Sucre aos Povos, que se desloca à Ilha de Cuba para realizar trabalho voluntário no campo.
Mais tarde, os membros desta Brigada dariam vida ao Coordenador Cultural Simón Bolívar, ao qual Freddy dedicaria
boa parte de sua vida, tanto para levar consciência revolucionária ao povo venezuelano por meio de suas atividades, quanto para formar
ideologicamente seus membros. Sua semente vive e pulsa no coração de todos nós que, de sábado a sábado,ouvi-lo
fomosdar suas aulas nas dependências da Coordenadora, e onde aprendemos outra história da Venezuela muito diferente daquela que nos ensinaram na escola, a história das grandes façanhas e estratégias dos
patriotas que junto com Bolívar nos deram a liberdade.
Freddy também era um trabalhador distinto. Desde 1987 ingressou
na indústria do petróleo classificando recibos. Ele cresceu graças à sua tenacidade e dedicação, seu profissionalismo acadêmico e seu amor por tudo o que fazia. Na indústria, realizou diversos treinamentos e workshops na área. Após 18 anos de
trabalho interrompido, Freddy estava servindo como Superintendente de Marketing da PDVSA Gas.
À data do acidente fatal, exercia as funções de Gestor Responsável pelo Marketing.
Cabe destacar que Freddy fez sua tese de graduação em gaseificação de petróleo e chegou a comentar que um de seus sonhos era
levar a gaseificação para toda a América Latina. Graças a seus esforços, a gaseificação do bairro de Sucre em 23 de janeiro foi alcançada.
Parra desempenhou
um papel importante no resgate da indústria do petróleo. Defensor do processo revolucionário e conhecedor da indústria petrolífera, esteve ao lado daqueles que, com coragem, se opuseram à sabotagem tramada pela direita petrolífera, e que com seus esforços conseguiram não
apenas que as atividades não fossem totalmente paralisadas, mas também que eles estavam normalizando, mais uma vez derrotando as intenções golpistas de alguns.
Como promotor do processo revolucionário, ele também saiu para defender o presidente e o povo nas ruas em 11 de abril de 2002, e
foi o primeiro na linha de batalha em 13 de abril, quando se colocou ao comando dos bravos soldados que retomaram o Palácio do
Governo. Consciente da importância do treinamento para defender a revolução mesmo à custa da própria vida, ingressou na reserva do exército, alcançando o posto de sargento.
Com a mesma energia, trabalhou para promover e consolidar missões educativas no oeste de Caracas, somando muitos a tão bela obra.
Freddy Parra também foi um pai exemplar de três filhos e um companheiro amoroso.
Freddy perdeu a vida junto com o general de brigada Tomás Moncanut, em um momento em que trabalhavam em projetos que agregavam o potencial das Forças Armadas ao processo de gaseificação. Há uma abundância de fatos e palavras para descrever suas ações. Sua herança é seu exemplo de homem excepcional e revolucionário.
Essa é a herança que ele deixa para seus filhos, essa é a herança que ele deixa para todos os seus companheiros de luta e sonhos. Essa é a herança que ele deixa para o seu povo.
IRMÃO, VOCÊ É UM DOS HOMENS QUE NUNCA MORREM, E PELO
CONTRÁRIO NASCE NO POVO!
ATÉ A VITÓRIA SEMPRE CAMARADA!!
Que o pensamento e a voz dos Pobres sejam ouvidos de nossas próprias bocas, sejam construídos com nossas próprias mãos e
moldem nossos próprios sonhos na mais bela realidade coletiva.
Resgatando a Memória Histórica.
Para cima aqueles que lutam! ! !
A única luta que se perde é a que se abandona! ! !
Só a luta nos libertará! ! !
Da Venezuela 🇻🇪 Tierra de Libertadores 530 anos após o início da Resistência Antiimperialista na América e 211 anos após o início de nossa Independência.
Coordenadoria Simón Bolívar
Caracas - Venezuela 🇻🇪.
Janeiro de 2022.
***

.jpg)











