HOMENAGEM A ROBERT KURZ
O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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sexta-feira, 14 de julho de 2023
HOMENAGEM A ROBERT KURZ * CRÍTICA RADICAL - CE
domingo, 6 de novembro de 2022
HOMENAGEM * Andréa Matos - RO/Alba Valéria Aparecida da Silva-GO
HOMENAGEM
Um brinde a você que sobreviveu à longa noite fascista que se instalou no Brasil, desde 2016;
Um brinde a você que foi chamado de petralha, comunista, apenas por ter demonstrado apreço à democracia e à liberdade;
Um brinde a você que inúmeras vezes foi ameaçado e ironizado nas redes sociais;
Um brinde a você que não desistiu de lutar, mesmo quando toda a massa ignara e a grande imprensa insistia no seu discurso neo-fascista;
Um brinde a você que, pra se preservar, cortou laços com tantas pessoas com quem tinha ,antes da grande noite , um convívio sadio;
Um brinde a você que não bebeu da fonte do ódio que se espalhou pela Nação, disfarçada de justiça;
Um brinde a você que descartou o rótulo de “cidadão de bem”, enquanto milhões perdiam os direitos previdenciários e trabalhistas;
Um brinde a você que sempre foi solidário com a parcela mais frágil da sociedade;
Um brinde a você que se indignou diante das tragédias ambientais;
Um brinde a você que se entristeceu diante da verdadeira chacina que foi a pandemia de Covid;
Um brinde a você que sempre acreditou na Ciência, na vacina e não na cloroquina;
Um brinde a você que não se curvou aos falsos profetas, disfarçados de Messias;
Um brinde a você que nunca abriu os dedos das mãos pra fazer gesto de “arminha”;
Um brinde a você que resistiu, mesmo, quando milhões acreditavam no falso mito;
O percurso será longo e duro para reconstruir tudo o que destruíram, mas um brinde a você que acreditou que a primavera chegaria.
UM BRINDE À ESPERANÇA
Eu hoje brindo a você
Que é um sobrevivente
De um governo demente Incompetente
e fascista Tirano e egoísta
Que no Brasil se instalou
Mas em trinta de outubro
O povo decidiu tudo
E o fascismo derrotou
Hoje eu brindo a você
Que foi chamado de petralha
De jumento com cangalha
E de pão com mortadela
Brindo a você, brindo a ela
Que resistiu a esse relho
O nosso sangue é vermelho
A bandeira verde e amarela.
Eu hoje brindo a você
Que foi chamado comunista
De vagabundo petista
Mas que manteve a labuta
Que nunca fugiu da luta
Foi na urna e votou
E com seu voto derrotou
O genocida egoísta
Eu hoje brindo a você
Que votou por liberdade
Que acreditou na igualdade
De um país mais humano
Botou pra fora o tirano
Trouxe de volta a alegria
Pois nossa democracia
Já não suporta esse dano.
Eu hoje brindo a você
Que nas redes sociais
Sofreu por coisas banais
Ironias, ameaça
Levante agora sua taça
E comemore feliz
Pois vencida a desgraça
Que assolava o país.
Eu hoje brindo a você
Que não deixou de lutar
Não deixou de acreditar
E de esperar por bonança
Que manteve a esperança
De ver chegar a justiça
Que com muita temperança
Pôs fim a tanta injustiça
Derrotando o fascista
Que causava insegurança.
Eu hoje brindo a você
Que viveu esse episódio
Vendo imperar o ódio
Aqui, ali, mais além
Pelo " cidadão de bem "
Que fez arminha com a mão
Que ameaçou a nação
E hoje está sem ninguém.
Eu hoje brindo a você
Que sempre foi solidário
Com índio e o operário
E com a causa indigenista
Que o governo salafrário
Tratou com tanta injustiça.
Eu hoje brindo a você
Que perdeu gente com COVID
Eu peço ninguém duvide
Acreditou na vacina
Mas esse tal presidente
Sociopata, incompetente
Quis tratar com cloroquina
Sei que o percurso foi longo
Foi triste, foi dolorido
Seu caminho foi sofrido
Mas você ficou na espera
Do raiar de um novo dia
Fé, confiança e alegria
Eis chegada a primavera.
Professora Alba, poetisa do entorno.
quinta-feira, 8 de julho de 2021
CHÊ * GERALDO VANDRÉ
Perdoa minha canção
Se canta só minha boca
Se tem forma de oração
Se a minha voz fica rouca
Qual arma sem munição
Se ela é franca mais é pouca
Enquanto fica a canção
Sobe monte desce rio
Sobe monte desce rio
Sobe monte desce rio
Vida e barbas por fazer
Sobe monte desce rio
Sobe monte desce rio
E um dia derrepente foi morto num amanheçer
Na frente de todo mundo
Pra todo mundo aprender
Quem afrouxa na saída
Ou se entrega na chegada
Não perde nenhuma guerra
Más também não ganha nada
Sobe monte desce rio
Sobe monte desce rio
Sobe monte desce rio
Vida e barbas por fazer
Sobe monte desce rio
Sobe monte desce rio
E um dia derrepente fez da morte mais viver
Quem temia teu caminho
Não podia te prender
E mesmo por traíção
Pensando que te matava
No meu corpo americano
Fincou mais teu coração
Che
Perdoa minha canção
Se canta só minha boca
Se tem forma de oração
Se ela é franca mais é pouca
Enquanto fica a canção
Se ela é franca mais é pouca
Enquanto fica a canção
Che





