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quinta-feira, 21 de março de 2024

Exército é o principal cliente da empresa israelense de espionagem política * JEFERSON MIOLA

Exército é o principal cliente da empresa israelense de espionagem política
JEFERSON MIOLA

Enquanto a mídia foca no esquema criminoso de arapongagem montado no governo bolsonaro dentro da disputa entre servidores da ABIN e PF, o Exército, ator central no esquema ilegal e principal contratante do software espião, passa incólume. Além de pagamentos milionários fora do país, filho do general Santos Cruz foi, até ano passado, representante da empresa israelense no Brasil.


PARTE III (Final)  Parágrafos selecionados e resumidos do documento "Relações militares do Brasil com Israel", dos movimentos Stop the Wall/BDS*

*A indústria militar israelense recebeu bilhões de dólares em contratos na preparação dos Jogos da Copa Do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil: Seis das sete empresas que disputaram contratos têm ligações comprovadas com crimes de guerra israelenses e/ou estiveram envolvidas em suspeitas de atividades de espionagem. ( _"É inaceitável que o Brasil entregue o dinheiro de seus contribuintes a essas empresas e, no final, é preciso tomar uma decisão entre lidar com Israel ou se posicionar com o povo palestino."_ [Pg. 31] )*– A Elbit foi uma das primeiras companhias israelenses a entrar no mercado brasileiro de vigilância e de espionagem ( https://jacobin.com.br/2024/01/exercito-e-o-principal-cliente-da-empresa-israelense-de-espionagem-politica/ ) também outras empresas que operam no Brasil, como a *Afcon Holdings*, que desenvolve sistemas de controle presentes nos checkpoints da Cisjordânia; a *Carmor*, especializada em veículos militares; e a *Contact International*, também produtora de equipamentos militares (*em 2017, o Exército Brasileiro fechou acordo de R$ 6,3 bilhões com empresas israelenses para compra de blindados, acordo este, que pode se estender por vários anos se não houver a sua revisão/revogação, em vista dos eventos atuais*).

*Genocídio da população palestina é "laboratório" da exportação militar de Israel*– _"Em um país como o Brasil, com todas as desigualdades, Israel vai dar todo o sistema de segurança e vigilância para controlar a população. Esse controle populacional é o que fazemos há 70 anos. Somos um laboratório, controlamos palestinos e isso é o que nos diferencia no mercado: milhões de palestinos indo para os 'checkpoints' diariamente."_ [Jeff Halper, antropólogo e escritor israelense].

De acordo com informações da ONG 'Who Profits', um centro de pesquisa dedicado à monitoração das relações comerciais envolvendo multinacionais israelenses, a importância que o Estado de Israel assumiu no contexto internacional está relacionada justamente à exportação de inteligência militar. _"Israel está em todos os países, não apenas diretamente no sentido militar, mas em termos de treinamento, exportação de armas, unidades de operação especial, segurança presidencial. Está mais dentro das sociedades do que os Estados Unidos, exatamente porque eles ficam nos termos militares e nós vamos para a segurança, a polícia, as prisões. *é exatamente esse papel internacional que livra o país de condenações na Justiça. Dessa forma, Israel escapa do fato de fazer uma ocupação há 50 anos, de estar realizando crimes de guerras, dezenas de violações da lei internacional da ONU,"*_ explica a ONG 'Who Profits'.

*O documentário "The Lab", do diretor israelense Yotam Feldman explora essa relação e importância para a legitimidade da indústria bélica israelense*– No filme, o Brasil é novamente citado como um grande parceiro comercial de Israel. (Artigo sobre o documentário "The Lab": https://operamundi.uol.com.br/permalink/29695 ) .
Documento "Relações militares do Brasil com Israel":

 *A•T•U•A•L•I•D•A•D•E•S*

Em Feveireiro, 2024, um e-mail enviado à Palestine Action, a gigante dos transportes Kuehne+Nagel declarou que cortou relações com a maior empresa de armas de Israel, Elbit Systems, e que não voltará a trabalhar com ela no futuro. Essa vitória ocorre após uma extensa campanha de ação direta, que envolveu primeiramente ativistas da Palestine Action.

O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS) aponta Israel entre os 15 primeiros países que mais contribuem para os gastos militares desde que começou a Guerra em Gaza, investindo ao todo US$ 23,4 bilhões em seu aparato militar, um valor correspondente a 4,5% do PIB do país no ano de 2022, por exemplo. O estudo do IISS ainda aponta as ajudas bilionárias dos EUA ao Estado judeu, atingindo um valor absurdo de US$ *905,5 bilhões.*

A ministra das Relações Exteriores do Canadá, Melanie Joly, informou ao jornal Toronto Star que o país não envia armas letais a Israel desde outubro de 2023, quando começou o ataque contra os palestinos na Faixa de Gaza, e que suspenderá futuras exportações de armas a Israel. Em março, 2024, um grupo de advogados e canadenses de origem palestina entrou com uma ação judicial para suspender as exportações de armas para Israel.
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terça-feira, 26 de dezembro de 2023

UM ANO DE IMPUNIDASDE DAS CÚPULAS MILITARES * Jeferson Miola

UM ANO DE IMPUNIDASDE DAS CÚPULAS MILITARES

Charge satiriza a Lei da Anistia, de 1979. Ilustração: Carlos Latuff
Publicado originalmente no blog do autor

O 8 de janeiro de 2023 foi uma espécie de 31 de março de 1964 que, todavia, não deu certo.

Foi um ataque violentíssimo e impetuoso aos poderes da República e à democracia que fracassou no objetivo de promover ruptura institucional e destruir o Estado de Direito.

Diferentemente de 1964, em 2023 os golpistas não contaram com o apoio dos EUA. E por isso não puderam avançar outra vez a empreitada antidemocrática.

Além disso, os “exageros” da barbárie fascista-militar assustaram certos setores da oligarquia dominante que preferiram desembarcar da escalada golpista à qual tinham se associado organicamente na fraude eleitoral de 2018 armada pelo judiciário lavajatizado.

O 8 de janeiro tem parentesco com outros atentados antidemocráticos perpetrados pelas oligarquias golpistas na história recente do país – como o 17 de abril e o 31 de agosto de 2016, dois momentos-chave do impeachment fraudulento da presidente Dilma; e como o 3 de abril de 2018, data em que o Alto Comando do Exército obrigou o STF a prender ilegalmente o presidente Lula para impedi-lo de disputar e vencer a eleição daquele ano.

A rememoração do 1º aniversário do 8 de janeiro de 2023 programada pelo governo será incompleta e insuficiente, porque fortemente permeada pelo “vício” do Brasil em contemporização e impunidade.

Se bem é verdade que cerca de 1.200 criminosos da extrema-direita bolsonarista e lavajatista tenham sido presos na ocasião, o fato lastimável é que nenhum –absolutamente nenhum– líder central, planejador ou arquiteto intelectual da intentona do 8 de janeiro foi processado e preso.

Todas as pessoas presas ou que respondem a processos criminais são cidadãos e cidadãs civis de relevância e responsabilidade terciárias na cadeia geral de planejamento e execução dos atentados.

Não foram processados e presos nem mesmo aqueles oficiais militares e membros da família militar que durante meses acamparam nas áreas dos quartéis e inclusive ajudaram nos preparativos dos atos terroristas de 12 e 24 de dezembro em Brasília.

A justiça militar, essa excrescência jurisdicional herdada da ditadura, julgou e condenou a um mês e 18 dias de prisão e em regime aberto um único militar criminoso, o coronel bolsonarista Adriano Camargo Testoni.

O incrível, porém, é que este delinquente fardado que participou ativamente da devastação no 8 de janeiro não foi condenado pela participação nos eventos, mas porque xingou seus superiores, chamando-os de “frouxos e ‘fdp’” porque não posicionaram, como prometido, as tropas nas sedes dos três Poderes então tomadas pela horda fascista.

Que se saiba, o próprio Bolsonaro ainda não responde a nenhum inquérito criminal sobre o 8 de janeiro. De igual maneira não foram responsabilizados os comandantes militares e oficiais de alta patente da ativa e da reserva que durante quatro anos ameaçaram a ordem institucional e até o último minuto de 2022 tramavam a virada de mesa porque não aceitavam o resultado da eleição.

O ministro bolsonarista do TCU Augusto Nardes, que distribuiu áudio a apoiadores relatando “um movimento muito forte nas casernas que terá um desenlace bastante forte na Nação”, continua impune e recebendo cerca de R$ 45 mil por mês no Tribunal.

É até possível que Bolsonaro e “seus” generais, almirantes, brigadeiros, coronéis, capitães e outros delinquentes civis e fardados venham a ser investigados em razão do relatório da CPMI dos atos golpistas, mas isso só acontecerá se for revertido o acordão firmado para livrar a cara deles.

Do mesmo modo que os agentes de terror da ditadura de 1964, os golpistas de 2023 também ficarão outra vez impunes. As cúpulas fardadas novamente conseguiram impor ao poder político e à sociedade civil a anistia para militares que perpetram crimes contra a democracia.

Os militares exigiram e ganharam uma nova anistia. Ainda que não seja na forma de uma nova Lei da Anistia, é uma anistia tácita.

Isso é sinal não só de que os militares estão conseguindo se reposicionar depois da tentativa fracassada de golpe, mas que estão absolutamente fortalecidos, fortes e rearticulando seu projeto próprio de poder fardado.

Assim como a impunidade depois da ditadura encorajou a dinâmica golpista do último período, a impunidade em relação ao 8 de janeiro encorajará – e num futuro menos distante que se imagina– novas investidas de militares golpistas contra a democracia e o Estado de Direito.

A rememoração do 8 de janeiro só terá eficácia democrática real se produzir um grande esforço do Congresso, do governo federal, do judiciário e das instituições da República para punir aqueles que representam, historicamente, uma ameaça à democracia.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Atual ministro Múcio mostra perigosa alienação sobre cumplicidade do Exército * Jeferson Miola / BR

Atual ministro Múcio mostra perigosa alienação sobre cumplicidade do Exército

A jornalista Maria Cristina Fernandes [Valor Econômico] descreve em reportagem que de acordo com o futuro ministro da Defesa Múcio Monteiro, “os manifestantes acampados em frente ao Quartel General do Exército lá permanecerão na posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, se assim o desejarem”.

Será assim mesmo: os criminosos da família militar só levantarão acampamento “se assim o desejarem”! – uma liberalidade impensável para trabalhadores do MST, MTST, professores e sindicalistas em geral que se manifestam pacificamente em busca dos seus direitos.

Pode-se depreender que na visão de Múcio, seria da livre e espontânea vontade dos terroristas amotinados em frente ao QG do Exército a decisão de continuarem ou de interromperem suas práticas criminosas, terroristas e antidemocráticas, mas não a imposição da Lei.

A consequência trágica desta postura seria a de que, mesmo no governo eleito que assume em 1º de janeiro, a Constituição continuaria sendo desprezada nesse território sem Lei que são as áreas sob administração do Exército.

Ainda segundo relata a jornalista, Múcio assegura que “não vamos tirar ninguém na marra”.

Quando se refere a “ninguém” que será retirado “na marra”, Múcio está se referindo a “ninguém” menos que terroristas e baderneiros amotinados em frente à sede do Exército, desde onde arquitetam atentados terroristas como aqueles executados nos dias 12 e 24 de dezembro em Brasília com a cumplicidade notória das cúpulas fascistas das Forças Armadas.

Múcio parece minimizar os graves e ameaçadores acontecimentos.

A jornalista diz que o futuro ministro considera que a polícia militar do DF, uma estrutura bolsonarista que não prendeu nenhum terrorista dos atos de terror de 12 de dezembro em Brasília, “está atuante”.

Segundo a matéria de Maria Cristina Fernandes, “o futuro ministro disse desconhecer o general” com quem o terrorista conversou previamente à perpetração do atentado. E, pelo visto, ele tampouco exigiu saber a identidade do general comparsa dos terroristas.

O assombroso é que estas manifestações do futuro ministro da Defesa ocorreram após o encontro que ele e o futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, tiveram com o general e ministro bolsonarista Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira para tratar do terrorismo que ameaça o país.

Múcio ainda naturalizou o fato do general Paulo Sérgio abandonar o cargo com dois dias de antecedência, para produzir propositalmente um vácuo de poder num momento tenso e de incertezas.

A postura de José Múcio, além de imprópria à luz da legislação e da Constituição brasileira, enfraquece a autoridade civil do futuro comandante supremo das Forças Armadas eleito pela soberania popular, o presidente Lula.

Este posicionamento do futuro ministro da Defesa não condiz com a gravidade e com a urgência da situação política nacional, em que células terroristas são fomentadas nos quartéis e contam com a cumplicidade e o envolvimento orgânico do Exército brasileiro.

Mesmo com a derrota da extrema-direita na batalha de 30 de outubro, a guerra fascista contra a democracia e o Estado de Direito não acabou. Os militares são o ator central desta guerra. Não é crível que o futuro ministro Múcio ainda não tenha entendido que o Exército faz do terrorismo do século 21 o seu Riocentro do ano 1981 do século passado.

Jeferson Miola
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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Protesto de mercenários em Cuba * Jeferson Miola

 *PROTESTO DE MERCENÁRIOS/EUA DENTRO DE CUBA PRETENDE POR OVO DA MESMA SERPENTE QUE NO BRASIL EM 2013 E PARIU UM BOLSONARO EM 2018*


Por Jeferson Miola

"EUA agravaram o bloqueio ilegal a Cuba para asfixiar o país e causar o caos social que anima reações contrarrevolucionárias como as que estão em curso.

A América Latina está no centro da disputa geopolítica que os EUA travam com Rússia e, principalmente, com a China, por isso a intensificação do ativismo imperial para derrubar governos e mudar regimes."

(...)" de modo geral, se observa que os estratagemas para a recolonização hemisférica passaram a ser mais elaborados, como se observa no inventário parcial da atuação – por vezes nem tão oculta – dos EUA nos últimos anos:– 2008: governo boliviano acusou os EUA de patrocinarem conflito separatista no departamento de Santa Cruz de La Sierra [Meia Lua]. Líderes da extrema-direita boliviana reuniram-se diversas vezes na embaixada dos EUA para planejar o plano de secessão;

– 2009: golpe em Honduras com a destituição, prisão e exílio ilegal do presidente Manuel Zelaya;

– 2012: golpe no Paraguai, com o impeachment sumário perpetrado em menos de 72 horas sem causa, sem processo e sem direito à defesa do presidente Fernando Lugo;

– 2012: criação da Aliança do Pacífico com governos vassalos para debilitar papel da UNASUL e CELAC;

– 2013: espionagem da presidente Dilma e da PETROBRÁS que pode estar relacionada com os preparativos da Lava Jato;

– 2013: cursos dos Departamentos de Justiça e de Estado e agências de inteligência dos EUA para procuradores, juízes, políticos, policiais federais e oficiais das Forças Armadas;

– 2013: “primavera brasileira” com as jornadas de junho e processos de desestabilização;

– 2013: avião presidencial de Evo Morales foi obrigado a fazer pouso de emergência em Viena depois dos EUA obrigarem países europeus a proibirem pouso técnico para reabastecimento em viagem de regresso de Evo da Rússia, colocando a vida do presidente em risco. Motivo: suspeitavam que Evo trazia Edward Snowden para conceder-lhe exílio na Bolívia;

– 2013: diplomata tucano Eduardo Saboia, encarregado de negócios da embaixada do Brasil em La Paz arquitetou e executou pessoalmente a fuga do senador oposicionista Roger Pinto, condenado criminalmente pela justiça da Bolívia [como prêmio, o diplomata tucano tornou-se chefe de gabinete de Aloysio Nunes no Itamaraty no governo golpista e ilegítimo de Temer];

– 2015/2016: derrubada da presidente Dilma. Em 18 de abril de 2016, dia seguinte à aprovação da fraude do impeachment na Câmara, o senador tucano Aloysio Nunes viajou a Washington para 3 dias de encontros com altas autoridades estadunidenses;

– 2017: eleição de Lenin Moreno para reverter a “revolução cidadã” no Equador;

– 2017: formação do Grupo de Lima com governos vassalos para avançar plano de atacar a Venezuela;

– 2018: governos vassalos dos EUA abandonam a UNASUL, organismo pelo qual os países da região equacionavam conflitos regionais pacificamente e sem interferência da OEA, organismo totalmente teleguiado por Washington;

– 2018: esvaziamento da CELAC, organismo que congrega todos países do hemisfério americano e que deixa de fora apenas EUA e Canadá [espécie de OEA sem EUA e Canadá];

– 2018: pressão dos EUA para FMI conceder empréstimo eleitoral de US$ 57 bilhões ao governo Macri, da Argentina, para impedir a eleição do peronismo [Alberto e Cristina] ao governo;

– 2019: designação de Juan Guaidó como “presidente autoproclamado” [sic] da Venezuela;

– 2019: simulacro de ajuda humanitária para invadir a Venezuela com apoio dos governos Bolsonaro e Ivan Duque;

– 2019: Luís Almagro, da OEA, falsificou informes para anular eleição legítima de Evo Morales e justificar o golpe perpetrado pela extrema-direita boliviana com o apoio material, político e diplomático dos governos Macri/Argentina, e Bolsonaro/Brasil;

– 2020: enfraquecimento do MERCOSUL por meio do acordo com a União Européia e tentativas de flexibilização da Tarifa Externa Comum do Bloco;

– 2020: agentes e apoiadores do governo brasileiro seguem caminho de Olavo de Carvalho e refugiam-se nos EUA – irmãos Weintraub, blogueiro Allan dos Santos, empresário cloroquiner Carlos Wizard, juiz-ladrão Sérgio Moro etc;

– 2021: viagem da vice-presidente dos EUA à América Central para difundir o eixo de ação dos EUA de “combate à corrupção” para a região [sic];

– 2021: presidente venezuelano Nicolás Maduro denunciou que o comandante do Comando Sul dos Estados Unidos Craig Faller e o diretor da CIA William Burns visitaram Colômbia e Brasil com objetivo de preparar plano para assassiná-lo;

– 2021: diretor da CIA se reuniu no Brasil com o chefe da ABIN, generais do governo militar e com Bolsonaro.

No último 7 de julho o presidente do Haiti Jovenel Moïse foi assassinado por mercenários de nacionalidade colombiana e estadunidense.

E, para completar este inventário provisório, destacam-se ainda os estranhos protestos “patrióticos” que espocaram em Cuba neste domingo, 11 de julho. Neles, “patriotas” usavam máscaras faciais estampadas com a bandeira dos EUA, também agitadas nos protestos."

PROTAGONISTAS DA CONTRAREVOLUÇÃO CUBANA
Luiz Almagro, pela OEA e Rosa Maria Payá, pelo Movimento Cristão de Libertação.
Almagro com um grupo de CONTRAS de San Isidro - Cuba.

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