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terça-feira, 24 de outubro de 2023

NAZISSIONISMO SE MOSTRA NO BRASIL * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

NAZISSIONISMO SE MOSTRA NO BRASIL
DENÚNCIA DA PROFESSORA BERENICE BENTO
-EIS AS CARAS DOS BOZONAZIS-

(Nesta sexta-feira, 20, dois deputados bolsonaristas, Gustavo Gayer (PL-GO) e Júlia Zanatta (PL-SC), divulgaram pelas redes sociais uma lista de nomes de ativistas e organizações pró-palestina que se opõem ao massacre perpetrado pelo Estado de Israel em Gaza.

Na mesma mensagem, Gayer também afirmava que acabava “de encaminhar um ofício para a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil informando, às autoridades competentes uma lista de políticos, entidades e civis brasileiros que, publicamente, já manifestaram apoio ao grujpo terrorista Hamas”. A lista aparece numa imagem timbrada com a logo da Câmara dos Deputados, e “Gabinete do Deputado Federal Gustavo Gayer”. Entre os nomes “denunciados”, além de uma série de deputados, partidos e organizações, está a da ativista pró-palestina e militante do PSTU, Soraya Misleh.


O deputado bolsonarista protagonizou recentemente um caso de racismo ao afirmar, em entrevista concedida a um podcast, que os africanos não têm “capacidade cognitiva” para ter democracia. Já a deputada Júlia Zanatta ficou conhecida por utilizar uma tiara de flores, muitas vezes associada a movimentos supremacistas, embora ela negue. O adereço, para a deputada, visa “exaltar a feminilidade e representar a cultura alemã”. Zannata pediu a seus seguidores que “listassem” nos comentários os nomes de quem deveria ser perseguido.

Já Gayer chegou a postar nas redes a lista com os nomes que, segundo ele, enviou à embaixada norte-americana, mas, num ato de covardia e prevendo que a imagem já circulava, apagou.
Perseguição e intimidação

Além de expressar um papel vergonhosamente subserviente aos EUA e ao nazi-sionismo do Estado de Israel, colocando-se na condição de reles espiões da embaixada norte-americana e capachos do Estado terrorista isralense contra os brasileiros, os deputados bolsonaristas tem como objetivo perseguir e intimidar qualquer um que se coloque contra as atrocidades cometidas pelo Estado de Israel na Palestina. É um artifício já utilizado pelo bolsonarismo país afora contra opositores, reeditado agora em favor da campanha empreendida pelo sionismo no Brasil.

“A exposição de quem minimamente expressa a solidariedade ao povo palestino e humanidade contra o genocídio em Gaza incita o ódio, a xenofobia, o racismo, serve à propaganda de guerra em curso para justificar a matança, inclusive de milhares de crianças pelos bombardeios criminosos de Israel. Faz coro ao macarthismo para calar a solidariedade e da desinformação que tem as mãos sujas de sangue palestino“, afirma Soraya Misleh

“Mas como tem se mostrado em várias partes do mundo, isso não vai silenciar as vozes que se levantam por justiça e libertação nacional nessa luta anticolonial em que a resistência do povo palestino é legítima sob todos os meios“, reforça.

É necessário que todos os ativistas e movimentos rechacem esse tipo de lista e tentativa de intimidação e perseguição.PSTU)
&
ANEXOS ORESTES

Segue a lista feita pelo deputado Caucasiano Gayer e a deturpada Júlia da tiara, com todos os nomes denunciados ao governo americano. Eles solicitaram inclusive, que o governo americano cancele o visto e proíba a entrada de todos os nomes da lista. Todos que estão listados podem e devem representar contra os dois deputados na justiça, no mínimo, por difamação e calúnia.

LISTA DOS PERSEGUIDOS

CARAS DOS NAZI-TERRORISTAS


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sexta-feira, 20 de outubro de 2023

NÃO À PERSEGUIÇÃO SIONISTA * Comitê de Solidariedade à Palestina - DF

NÃO À PERSEGUIÇÃO SIONISTA


Acompanhamos entristecidos e indignados há mais de 75 anos os cruéis ataques de Israel contra o povo palestino. O que um dia foi uma terra de paz e dignidade tem sofrido a destruição de cidades e povoados, e a expulsão de milhões de homens, mulheres e crianças.

Resistir aos atos terroristas de Israel se torna uma necessidade, além de um direito assegurado pela Carta das Nações Unidas, diante da brutalidade que se abate sobre a Palestina.

Repudiamos a caça que está em curso contra quem tem se posicionado contra o terror que Israel impõe aos moradores de Gaza. Não podemos considerar aceitável a repetição da perseguição praticada pelos EUA após a Segunda Grande Guerra, conhecida como “Macarthismo”, quando qualquer pessoa que manifestava simpatia ao comunismo era demitida, perseguida e passava a fazer parte de uma relação de alijados de direitos.

Manifestamos, portanto, nossa solidariedade ao ex-presidente da EBC, Hélio Doyle, demitido de suas atribuições por tomar posição ao lado das vítimas do sionismo, bem como ao companheiro Sayid Marcos Tenório, demitido e ameaçado semana passada e a várias outras pessoas que neste momento passam pela mesma perseguição.

Repudiamos a campanha de mentiras da mesma grande imprensa que sustentou um golpe no Brasil, apoiou o nazifascismo e agora realiza uma verdadeira caça aos apoiadores do povo palestino.


Brasília, 19 de outubro de 2023
Comitê de Solidariedade à Palestina - DF

terça-feira, 17 de outubro de 2023

DETER O MASSACRE EM GAZA É DERROTAR O FASCISMO NO BRASIL * Organização Comunista Arma da Crítica/OCAC

DETER O MASSACRE EM GAZA É DERROTAR O FASCISMO NO BRASIL

O Estado de Israel foi criado com a intenção de ser uma cabeça de ponte do imperialismo, especialmente anglo- americano, no Oriente Médio. Seu papel central é o de ser um fator de desestabilização permanente numa região vital ao imperialismo, por concentrar grandes reservas de petróleo. A existência de Israel como Estado, portanto, requer uma situação de permanente conflito com as nações vizinhas de maioria árabe, bem como a constituição de um território livre da presença desses “inimigos”. Por isso seu esforço constante em exterminar com os palestinos da Cisjordânia e da faixa de Gaza.

-NÃO EM NOSSO NOME!!-

Israel, e a ideologia sionista que embala sua formação estatal, são um empreendimento imperialista e colonialista. Mas devido aos serviços que cumprem ao imperialismo, Estados Unidos e União Europeia passam pano para todas as atrocidades cometidas pelo Estado de Israel contra os palestinos. Para angariar mais apoio a essa política genocida, Israel se constituiu, na luta de classe mundial, como um pólo de atração e de articulação da extrema- direita do planeta. Até mais do que os Estados Unidos. Não é mero acaso, portanto, que nos últimos anos bandeiras de Israel sejam vistas com freqüência em manifestações da extrema-direita brasileira.

É que há uma identidade ideológica entre os genocidas de Israel e do Brasil. O projeto dos ruralistas brasileiros de avançar sobre territórios indígenas e quilombolas, exterminando-os, está em linha com o projeto do Estado israelense de exterminar os palestinos e completar a usurpação de suas terras.

Na última semana a Embaixada de Israel enviou um ofício e se reuniu com parlamentares como Júlia Zanatta (PL-SC), membro da bancada ruralista, e Eduardo Bolsonaro, que dispensa apresentação. O objetivo foi pedir que estes apresentassem moções para caracterizar o Hamas como organização terrorista e pressionar o governo brasileiro a ter uma posição abertamente pró-Israel.

-RAPPER ABUD-

Mas o extermínio de palestinos também é fonte de negócios. Em 2017, o Brasil de Fato denunciou que nosso país é um dos principais compradores de tecnologia e treinamento militar israelense. Como a nossa política de segurança pública identifica o povo principal inimigo do Estado brasileiro, empresas israelenses como a ISDS (International Security, Defence Systems) fundada por agentes secretos e certificada pelo ministério da defesa do país, tem treinado o famigerado Bope do Rio de Janeiro. O Bope aprende em Israel as técnicas genocidas sobre como tratar os “palestinos brasileiros”: a massa trabalhadora formada em sua maioria por negros e pobres moradores das nossas “Faixas de Gaza”, que são as favelas e comunidades pobres de nosso país

Ghassan Kanafani, palestino e um dos fundadores da Frente Popular para a Libertação da Palestina, disse que a causa palestina é a causa das massas oprimidas e exploradas de nossa era. Por isso, derrotar o projeto de extermínio do povo palestino é fundamental. Representa uma derrota ao imperialismo e à extrema-direita mundial, inclusive no Brasil. E abre caminho ao povo brasileiro em sua luta contra a exploração e opressão.
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