CARTA AOS IDOSOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS
CRÔNICAS PARA DESEMBURRECER TOMO DCCLXVIII)
Para alguém com claros sinais de psicopatia, que os incautos chamam de mito e ainda o elegeram despresidente, a morte de um idoso é tratado com o cancelamento de um CPF e, a consequente economia de uma aposentadoria, caso o despresidente tivesse estudado um pouquinho de filosofia econômica, saberia que os recursos disponibilizados pelo governo, na forma de benefícios sociais, vão imediatamente para o consumo, e nele, a metade volta diretamente aos cofres públicos como imposto, mas antes de voltar, circula algumas vezes.
Também sabemos quão recente é o registro de saberes para as sociedades tecnológicas, já as sociedades tradicionais, ainda não desenvolveram a capacidade de registrar para eternizar seus conhecimentos, portanto os idosos são, verdadeiras bibliotecas vivas, quando um idoso vem a óbito, perde-se muito mais que um parente, perde-se na verdade o saberes de um cultura.
Não pensem no entanto, que estas bibliotecas vivas, seja apenas um dom das sociedades tradicionais, os avós, muitas vezes analfabetos, eram capaz de arquivar não apenas histórias, mas também receitas, verdadeiros tesouros culturais.
Infelizmente nossas críticas ao desgoverno, não se limita as infelicidades das frases de um despresidente despreparado para o cargo, mas por opção política, o despresidente dá muitas sinais de omissão no trato da pandemia, na elaboração de barreiras sanitárias, e estas omissão terminaram por levar a óbito centenas se não milhares de idosos de indígenas e quilombolas.
As missões do despresidente, não apenas causaram a retração econômica pela não circulação de recursos, tanto o despresidente quanto seus eleitores, devem ser responsabilizados pelo desaparecimento destes saberes.
São incontáveis os crimes do travamento do governo Dilma pelo playboy chorão, potencializados pelo juizeco inventor de provas, pelo promotor PowerPoint, pelo PIG, pelo conservadorismo religioso e tantos outros setores que conscientes ou não, levaram a eleição do inominável.
Adão Alves dos Santos.SP

