O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
LULA: DIREITA VOLVER! * Editorial de LA JORNADA - México, Janeiro de 2023
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
O ÚLTIMO DISCURSO * Charlie Chaplin
VEM AÍ O AGRODÓLAR * DERF.AR
domingo, 12 de fevereiro de 2023
A LETARGIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA * Uribam Xavier/Segunda Opinião
A LETARGIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA
Fevereiro de 2023
Quando Euclides da Cunha, na sua obra maior “Os sertões”, publicada em 1902, afirmou que “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”, talvez quisesse dizer, embora o sertanejo tenha resistido e derrotado por duas vezes as forças armadas, que ele era capaz de sobreviver às adversidades naturais do sertão e à exploração e ao domínio dos donos do capital, atributo que os dotavam de capacidades diferenciadas para suportar a servidão. Hoje, porventura, estamos constatando que parte dos brasileiros, aquela que se identifica com o pensamento político de esquerda e portadora de um pensamento crítico, seja portadora do medo de rupturas estruturais e do conflito violento com o poder, talvez, por medo de perder os privilégios de classe média num país de desigualdade brutal, comportamento bem diferente dos setores de extrema direita e fascistas que vêm se consolidando no país depois do golpe de 2016. Estes, com objetivos fascistas, colocam-se contra a ordem e forçam as esquerdas a serem o seu guardião, pois renunciaram a um horizonte político emancipador.
Na Argentina, no início de dezembro de 2022, quando a justiça condenou Cristina Kirchner por corrupção e lavagem de dinheiro, uma parte saiu às ruas para defender a prisão e outra para protestar contra esta, afirmando que se tratava de uma manobra política e jurídica para retirar Cristina da disputa pela presidência da República. No Peru, é impressionante a intensa mobilização e enfrentamento com a força policial que a maioria da população vem realizando desde 8 de dezembro de 2022, quando o presidente Pedro Castillo foi destituído e preso após tentar fechar o Congresso ao ser cassado. A população peruana, desde então, ocupa as ruas e vem se deslocando de várias partes do país para a capital pedindo a renúncia da presidenta Dina Boluarte e novas eleições gerais. O confronto da polícia com a população já produz mais de 60 mortos, mas ela não se retira das ruas, não se verga ao poder.
No Brasil, passamos quatro anos de mandato de Bolsonaro, assistindo, de forma pacífica ou adormecida, ao governo patrocinando e participando de atos antidemocráticos que pediam intervenção militar; assistimos, durante dois anos, ao governo comandando uma política genocida como forma de enfrentamento da pandemia da covid-19; assistimos aos atentados golpistas por meio do terrorismo aos três poderes no dia 8 de janeiro de 2023; e assistimos ao fato chocante revelado pelas imagens dos povos originários Yanomami vitimados pela política genocida de Bolsonaro e seus ministros, mas nada de mobilização nas ruas.
É assustador o adormecimento da sociedade brasileira que se diz crítica e de esquerda, parece que ela renunciou a participar do processo de intervenção estrutural da sociedade, aderiu à ideologia do fim da história e do sujeito político, esperando resolução dos problemas a partir de algum tipo de salvador da pátria (Lula), da combinação de ações atrapalhadas dos que mantêm a servidão e exploração dos corpos e das consciências coletivas, da providência divina ou, até mesmo, do acaso.
O comportamento do brasileiro de esquerda é esdrúxulo, ele afirma, por meio das mídias sociais, “não à anistia”, mas espera, juntamente com os seus, tomando cerveja na mesa de bar ou trocando ideias em suas lives, que a partir das instituições políticas de sustentação da reprodução do capital, principalmente o poder judiciário, que se possa fazer justiça e manter a ordem. A indignação como rebelião e resistência à ordem de dominação e exploração é algo que nos falta, é algo que os partidos de esquerda não alimentam como possiblidade de sedimentação de uma nova cultura política.
Não à toa que o paroxismo da política de esquerda passou a ser “democracia sempre”, democracia como respeito às regras do jogo, num ordenamento jurídico de manutenção da ordem que garante a expansão do processo de acumulação do capital e, ao mesmo tempo, da pobreza, da miséria, da violência e da destruição do planeta.
FONTE
https://segundaopiniao.jor.br/o-adormecimento-da-sociedade-brasileira/
*Uribam Xavier* - gosta de café com tapioca e cuscuz, peixe frito ou no pirão, de frutas e verduras, antes de ser hipertenso era chegado a uma buchada e a um sarapatel. Frequenta o espetinho do Paraíba, no boêmio e universitário bairro do Benfica [Fortaleza], e no pré-carnaval segue o bloco Luxo da Aldeia. É professor, ativista decolonial e anti-imperialista, escrever para puxar conversa e fazer arenga política. Seus dois últimos livros são: “América Latina no Século XXI – As resistências ao padrão Mundial de poder”. Expressão Gráfica Editora, Fortaleza, 2016; “Crise Civilizacional e Pensamento Decolonial. Puxando conversa em tempos de pandemia”. Dialética Editora, São Paulo, 2021
ANEXO
sábado, 11 de fevereiro de 2023
GUERRAS DO BRASIL.DOC - Ep. 1: As guerras da conquista * Movimento dos Pequenos Agricultores-MPA
AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL É GOLPE | Luiz Gonzaga Belluzzo - Brasil de Fato
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023
ENTREVISTA MARIA MARIGHELLA * Jornalistas Livres
domingo, 5 de fevereiro de 2023
REAL VERSUS VIRTUAL * Crônicas Anônimas
REAL VERSUS VIRTUAL
Entrei apressado e com fome no restaurante.
Escolhi uma mesa bem afastada, pois queria aproveitar os poucos minutos de que dispunha para comer.
Abri meu notebook e levei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:
- Tio, dá um trocado
- Não tenho menino.
- Só uma moeda para eu comprar pão...
- Está bem, compro um para você.
Para variar, minha caixa de entradas estava lotada. Fico distraído vendo poesias, e dando risadas com as piadas malucas.
- Tio, pode por margarina e queijo também?
Percebo que o menino tinha ficado ali.
- Ok, mas depois me deixe trabalhar.
Chega a minha refeição. Faço o pedido do menino e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto sair.
Minha consciência me impede de dizer sim. Digo que está tudo bem.
Deixe-o ficar, traga pão e mais uma refeição decente para ele.
Então o menino se senta à minha frente e pergunta:
- Tio o que está fazendo?
- Estou lendo uns e-mails
- O que são e-mails?
São mensagens eletrônicas mandadas por pessoas via internet, é como se fosse uma carta, só que via internet.
- Tio, você tem internet?
- Tenho sim, é essencial no mundo de hoje.
- O que é internet?
É um local no computador onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender.
Tem tudo no mundo virtual.
- O que é virtual tio?
Dou uma explicação simples, certo de que ele pouco vai entender, e vou poder comer sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer, criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.
- Legal isso, gostei.
- Mocinho, você entendeu o que é virtual?
- Sim tio, eu também vivo neste mundo virtual.
- Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito. Minha mãe fica todo dia fora, só chega muito tarde, quase não a vejo. Eu fico cuidando do meu irmão pequeno que vive chorando de fome, e eu dou água para ele pensar que é sopa.
Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo, ela sempre volta com o corpo dela.
Meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de natal e eu indo para a escola para virar médico um dia. Isso não é virtual tio?
Fechei meu notebook, não antes que as lágrimas viessem aos olhos.
Esperei que o menino terminasse de literalmente "devorar" o prato dele, paguei a conta e dei o troco para o garoto, que me retribuiu com um dos mais belos e sincero sorriso que eu já recebi na vida, e com um "brigado tio, você é legal".
Ali naquele instante, tive a maior prova do virtualíssimo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel rodeia de verdade, e fazemos de conta que não percebemos!
Vamos sair do virtual e ter ações e atitudes concretas.
Participar da vida dos nossos irmãos, da nossa Comunidade e da nossa Família.
sábado, 4 de fevereiro de 2023
África Brasil * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
O futuro chegou depressa * Boaventura de Sousa Santos/Portugual
O futuro chegou depressa
Dificilmente se encontrará na política internacional um começo tão turbulento de um mandato democrático como o que caracterizou o do presidente Lula.
A democracia esteve por um fio e foi salva (por agora) devido a uma combinação contingente de fatores excepcionais: o talento de estadista do presidente, a atuação certa no momento certo de um ministro no lugar certo, Flávio Dino, logo secundado pelo apoio ativo do STF.
As instituições especificamente encarregadas de defender a paz e a ordem pública estiveram ausentes, e algumas delas foram mesmo coniventes com a arruaça depredadora de bens públicos. Quando uma democracia prevalece nestas condições dá simultaneamente uma afirmação de força e de fraqueza. Mostra que tem mais ânimo para sobreviver do que para florescer.
A verdade é que, a prazo, só sobreviverá se florescer e para isso são necessárias políticas com lógicas diferentes, suscetíveis de criarem conflitos entre si. E tudo tem de ser feito sob pressão. Ou seja, o futuro chegou depressa e com pressa.
O Brasil não volta a ser o que era antes de Bolsonaro, pelo menos durante alguns anos. O Brasil tinha duas feridas históricas mal curadas: o colonialismo português e a ditadura. A ferida do colonialismo estava mal curada porque nem a questão da terra nem a do racismo antinegro, anti-indígena e anticigano (as duas heranças malditas) foram solucionadas. A última só com o primeiro governo de Lula começou a ser enfrentada (ações afirmativas, etc). A ferida da ditadura estava mal curada devido ao pacto com os militares antidemocráticos na transição democrática de que resultou a não punição dos crimes cometidos pelos militares.
Estas duas feridas explodiram com toda a purulência na figura de Bolsonaro. O pus misturou-se no sangue das relações sociais por via das redes sociais e aí vai ficar por muito tempo por ação de um lúmpen-capitalismo legal e ilegal, racial e sexista, que persiste na base da economia, uma base ressentida em relação ao topo da pirâmide, o capital financeiro, devido à usura deste. Esta ferida mal curada e agora mais exposta vai envenenar toda política democrática nos próximos anos.
A convivência democrática vai ter de viver em paralelo com uma pulsão antidemocrática sob a forma de um golpe de Estado continuado, ora dormente ora ativo. Assim será até 2024, data das eleições norte-americanas, devido ao pacto de sangue entre a extrema-direita brasileira e a norte-americana.
A tentativa de golpe de 8 de janeiro alterou profundamente as prioridades do presidente Lula. Dado o agravamento da crise social, a agenda de Lula estava destinada a privilegiar a área social. De repente, a política de segurança impôs-se com total urgência. Prevejo que ela vá continuar a ocupar a atenção do Presidente durante todo o tempo em que o subterrâneo golpista mostrar ter aliados nas Forças Armadas, nas forças de segurança e no capital antiamazônico.
Este capital está apostado na destruição da amazônia e na solução final dos povos indígenas. A fotos dos Yanomanis que circularam no mundo só têm paralelo com as fotos das vítimas do holocausto nazista dos anos de 1940. Como poderia eu imaginar que, oito anos depois de dar as boas-vindas na Universidade de Coimbra aos lideres indígenas de Roraima (comitiva em que se integrava a agora Ministra Sônia Guajajara) e de receber deles o cocar e o bastão da chuva – uma grande honra para mim – assistiria à conversão do seu território, por cuja demarcação lutamos, num campo de concentração, um Auschwitz tropical? O Brasil precisa da cooperação internacional para obter a condenação internacional por genocídio do ex-presidente e alguns dos seus ministros, nomeadamente Sérgio Moro e Damares Alves.
Quando o futuro chega depressa faz exigências que frequentemente se atropelam. O drama midiático causado pela tentativa de golpe exige muita atenção e vigilância por parte dos dirigentes. Contudo, visto das populações marginalizadas a viver nas imensas periferias, o drama golpista é muito menor do que o de não poder dar comida aos filhos, ser assassinado pela polícia ou pelas milícias, ser estuprada pelo patrão ou assassinada pelo companheiro, ver a casa ser levada pela próxima enxurrada, sentir os tumores a crescer no corpo por excessiva exposição a inseticidas e pesticidas, mundialmente proibidos mas usados livremente no Brasil, ver a água do rio onde sempre se buscou o alimento contaminada ao ponto de os peixes serem veneno vivo, saber que o seu jovem filho negro ficará preso por tempo indefinido apesar de nunca ter sido condenado, temer que que o seu assentamento seja amanhã vandalizado por criminosos escoltados pela polícia.
Estes são alguns dos dramas das populações que no futuro próximo, responderão às sondagens sobre a taxa de aprovação do Presidente Lula e seu governo. Quanto mais baixa for essa taxa mais champanhe será consumida pelos golpistas e pelas lideranças fascistas nacionais e estrangeiras. Confiemos no gênio político do presidente Lula, que sempre viveu intensamente estes dramas da população vulnerabilizada, para governar com uma mão pesada para conter e punir os golpistas presentes e futuros e para com uma mão solidária, amparar e devolver a esperança ao seu povo de sempre.
*Boaventura de Sousa Santos é professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Autor, entre outros livros, de O fim do império cognitivo (Autêntica).
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
MANIFESTO CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO PERUANO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
MANIFESTO CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO PERUANO
Abaixo-assinado de entidades, personalidades, organizações, professores e movimentos populares em apoio à população e aos trabalhadores peruanos.
Em apenas 16 meses de governo, o presidente Pedro Castillo, eleito em 2021 no Peru, com apoio de trabalhadores e camponeses, enfrentou imensa pressão da extrema-direita fujimorista, do congresso conservador, da elite do país e dos meios de comunicação.
Mesmo levando-se em conta possíveis erros de Pedro Castillo, o fato é que o objetivo permanente da maioria do Congresso peruano foi impedir Castillo de governar, culminando com os acontecimentos de 7 de dezembro de 2022, com o afastamento e a prisão do presidente eleito.
Isso provocou grande indignação e uma poderosa mobilização dos trabalhadores e camponeses, exigindo a saída de Dina Boluarte, a convocação de novas eleições presidenciais e parlamentares, a convocatória de uma constituinte que enterre a Constituição fujimorista e a liberdade para Pedro Castillo.
Como resposta, Dina Boluarte e o Estado peruano desencadearam uma feroz repressão que já causou cerca de 50 mortes. Nada, no entanto, detêm o movimento popular. Na recente onda massiva de protestos, em Lima, houve a prisão inaceitável de 200 manifestantes na Universidad San Marcos.
Neste contexto, de aumento das mobilizações no país, nos somamos às pautas das organizações peruanas que exigem das autoridades do país:
1. Saída de Dina Boluarte;
2. Novas eleições presidenciais no país;
3. Convocatória de uma Constituinte que redesenhe o Estado peruano;
4. Pela liberdade de Pedro Castillo e todos/as presos/as políticas peruanos/as.
Assinam:
Parlamentares:
1. Deputada Federal Carol Dartora (PT/PR)
2. Deputado Federal Tadeu Veneri (PT/PR)
3. Deputada Federal Fernanda Melchionna (Psol/RS)
4. Deputada Federal Juliana Cardoso (PT/SP)
5. Deputada Federal Sâmia Bomfim (Psol/SP)
6. Deputado Distrital Fabio Felix (Psol/DF)
7. Vivi Reis (ex-deputada federal / Psol PA)
8. Deputada estadual Cida Ramos (PT/PB)
9. Deputado Estadual Goura (PDT/PR)
10.Deputada Estadual Márcia Lia (PT/SP)
11. Deputado Estadual Renato Freitas (PT/PR)
12. Deputada Estadual Luciana Genro (Psol/RS)
13. Deputado Estadual Josemar Carvalho (Psol RJ)
14. Deputada Estadual Rosa Amorim PT-PE
15. Mandato Coletivo e Popular do Vereador Bruno Pedralva (PT/MG)
16. Vereadora Luana Alves (Psol/ SP)
17. Vereadora Jô Oliveira, Campina Grande (PCdoB/PB) 18. Vereador Roberto Robaina (Psol/RS)
Entidades, movimentos populares e organizações políticas:
19. ALBA Movimentos - Capítulo Brasil
20. Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB)
21. CEBRAPAZ-PR
22. Central de Movimentos Populares (CMP)
23. Central Única dos Trabalhadores (CUT)
24.Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) 25. Central dos (as) Trabalhadores (as) do Brasil - PR
26. Centro de Direitos Humanos de Palmas/TO (CDHP) 27. Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo (Cefuria) 28. Centro de Estudos Barão de Itararé
29. Coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia (CAAD) 30. Coletivo Feminista Coritibano
31. Coletivo Soylocoporti
32. Comitê Antiimperialista General Abreu e Lima
33. Comitê Popular Praça Tiradentes - Curitiba
34. Confederação Nacional de Trabalhadores da Educação (CNTE) 35. Consulta Popular
36. Comunidade Liberta
37. Esquerda Marxista
38. Federação Única dos Petroleiros (FUP)
39. Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
40. Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense (FMAP) 41. Frente Brasil Popular
42. Frente Povo Sem Medo
43. Jovens pelo Clima (SP)
44. Jovens Pelo Clima (BSB)
45. Juventude Travessia
46. Levante Popular da Juventude
47. Livia Sampaio - Economista
48. Marxismo 21
49. Movimento de Atingidos por Barragens (MAB – Brasil) 50. Movimiento de Afectados por Represas Internacional (MAR) 51. Movimento Brasil Popular
52. Movimento Camponês Popular (MCP)
53. Movimento em Defesa da Soberania Nacional
54. Movimento de Esquerda Socialista (MES/Psol)
55. Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) 56. Movimento Negro Evangélico do Paraná (MNE-PR) 57. Movimento Nacional da População em Situação de Rua (MNPR) 58. Movimento Popular por Moradia (MPM)
59. Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
60. Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD)
61. Movimento de Trabalhadores Sem Teto (MTST) 62. Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) 63. Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM) 64. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Aprofundamento Marxista – PUCSP (NEAM)
65. Partido Comunista do Brasil (PC do B)
66. Pastoral Popular Luterana
67. Psol Uberlândia (MG)
68. Secretaria de Mulheres do PCdoB-PR
69. Sindicato de Jornalistas do Paraná (Sindijor-PR) 70. Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares 71. Rede Social de Justiça e Direitos Humanos
72. Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (ASFOC-SN)
73. Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos Estaduais (SindSaúde-PR)
74. Sindicato dos Docentes da UTFPR (Sindiutfpr)
75. Sindicato dos Escritores do Estado de São Paulo
76. Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal de Uberlândia (ADUFU -Seção Sindical)
77. Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE-SP)
78. União Brasileira de Mulheres (UBM-PR)
79. União da Juventude Socialista (UJS)
80. União de Moradores e Trabalhadores (UMT)
Adesões individuais, personalidades e lideranças políticas:
81. Ademir Assunção, poeta e escritor
82. Altamiro Borges, jornalista
83. Anísio Garcez Homem, escritor e militante
84. Antonio Carlos Mazzeo, dirigente nacional PCB
85. Armando Boito, professor da Unicamp, dirigente da Consulta Popular
86. Beatriz Bissio, professora associada da UFRJ
87. Beatriz Vieira, professora Universitária, UERJ
88. Bia Abramides, professora da PUC-SP
89. Breno Altman, jornalista e coordenador do site Opera Mundi 90. Bruno Magalhães, dirigente do MES/Psol
91. Caio N. de Toledo, professor aposentado da Unicamp 92. Camila Souza, dirigente do MES/Psol
93. Carol Proner, advogada e professora da UFRJ
94. Claudio Ribeiro, advogado trabalhista aposentado
95. Cecilia Castillo Nanjarí, teóloga feminista e pentecostal 96. Danilo Enrico Martuscelli, professor da UFU
97. Dario G. Schaffer, pastor luterano
98. Démerson Dias, funcionário público
99. Diana Abreu, diretora do Sismmac Magistério Municipal de Ctba 100. Edilson José Graciolli, professor da UFU
101. Edward Guimarães, teólogo e professor universitário 102. Eliel Machado, professor da UEL
103. Flávio Antônio de Castro, aposentado
104. Gisele Cittadino, professora associada da PUC-RJ 105. Gustavo Erwin Kuss, dirigente municipal do PT- Ctba 106. Igor Fuser, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC)
107. Israel Dutra (Secretário-geral do Psol)
108. Jales Dantas da Costa, professor, UnB Brasil
109. João Ricardo Dornelles - Professor do Programa de Pós graduação em Direito da PUC-RJ;
110. John Kennedy Ferreira, professor da UFMA
111. José Oscar Beozzo. Padre e historiador
112. Luiz Bernardo Pericás, professor de história da USP 113. Luiz Eduardo Motta, professor UFRJ
114. Luiz Felipe Osório, CPDA/UFRRJ
115. Luiz Bernardo Pericás, professor de história da USP 116. Lusmarina Campos Garcia, pesquisadora de direito pela UFRJ, teóloga luterana
117. Manfredo Araújo Oliveira, professor de Filosofia no doutorado da UFC
118. Maria Luiza Flores da Cunha Bierrenbach, advogada 119. Maria Luiza Quaresma Tonelli, advogada
120. Maria Teresa Toribio Brittes Lemos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ - PPGH-UERJ)
121. Manuel E. Gándara Carballido, instituto Joaquín Herrera Flores (AL)
122. Maristhéla Cândida Garcia de Campos Freitas, trabalha na Câmara Municipal de Cuiabá, filiada ao PT, profissional do direito 123. Marly de Almeida Gomes Vianna, professora aposentada da UFSCar
124. Nanny Alves, bailarina e coreógrafa – Catalunha (Espanha) 125. Otto Leopoldo Winck, escritor
126. Osvaldo Coggiola, historiador
127. Patrícia Vieira Trópia, Professora da UFU
128. Paulo Henrique Furtado de Araújo, professor da Faculdade de Economia da UFF
129. Pedro Carrano, escritor, jornalista, dirigente da Consulta Popular
130. Pedro Cesar Batista
131. Priscila Faulhaber Barbosa, pesquisadora Titular do Museu de Astronomia e Ciências Afins
132. Migdáleder Mazuera, iglesia Presbiteriana de EEUU, presbiterio de Tampa Bay
133. Ricardo Figueiredo de Castro (Historiador - UFRJ) 134. Ricardo Gebrim, advogado, dirigente da Consulta Popular
135. Roberto E. Zwetsch, pastor luterano, professor e pesquisador de Teologia no sul do Brasil. Membro da Pastoral Popular Luterana (PPL)
136. Rogerio Dultra dos Santos - Professor da Faculdade de Direito da UFF
137. Sidnei J. Munhoz, Historiador (UFSC e UEM)
138. Mariana Riscali, tesoureira nacional do Psol
139. Juliana Neuenschwander Magalhães - Professora da Faculdade de Direito da UFRJ
140. Leandro Recife, secretaria nacional de Formação do Psol 141. Lúcia Skromov, professora, pertencente ao Comitê Pró-Haiti e ao Comitê pela reabertura de Hospitais Públicos na cidade de São Paulo (Brasil)
142. Marcus Giraldes - servidor da Fundação Oswaldo Cruz 143. Neila Ruiz Alfonzo, professora de música, regente coral 144. Pedro Fuentes, dirigente do MES/Psol
145. Ricardo Azambuja, economista e jornalista
146. Roberto Ponciano, escritor e professor
147. Sinivaldo S. Tavares, franciscano, professor de teologia 148. Tania Jandira Rodrigues Ferreira, Umbandista, Militante da Ccir - Comissão de Combate à intolerância religiosa do RJ 149. Valério Arcary, professor, dirigente nacional do Psol 150. Wilma Ferreira de Jesus, mestre em História Social (INHIS/UFU), professora aposentada.
151. Zé Maria, coordenador do Setorial de Energia e Recursos Minerais do PT
152. PCOA BRASIL - Plataforma da Classe Operária Antiimperialista
153. Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT
154. Partido Comunista dos Trabalhadores Brasileiros/PCTB






