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quinta-feira, 20 de junho de 2024

FORA CAMPOS NETO * COLETIVO PARA TODOS

OU O BRASIL ACABA COM CAMPOS NETO
OU CAMPOS NETO ACABA COM O BRASIL
CAMPOS NETO DÁ GOLPE TODO DIA
O QUE LULA TEM QUE FAZER

Roberto Campos Neto não tem independencia para continuar exercendo seu cargo de presidente do Banco Central, atua com interesses políticos-partidários para sabotar o governo Lula desde o início de 2023, se tornando a última esperança bolsonarista derrotada nas urnas e na tentativa de golpe do 8 de janeiro.

Mesmo com todos os sinais de controle inflacionário, crescimento do PIB, redução do desemprego e positivo ambiente econômico, Campos Neto se recusa a aceitar o resultado das urnas de 2022 e colaborar com a retomada econômica brasileira. E pior, depois de sinalizar que poderia aceitar o convite para ter um eventual cargo de ministro da Fazenda de um candidato bolsonarista a disputar as eleições presidenciais de 2026, o presidente-suspeito Roberto Campos Neto violou a qualquer postura ética que se espera minimamente de uma autoridade pública.

Só restam duas saídas para Campos Neto: a renúncia ou o exoneração através de sessão do Senado Federal.

Roberto Campos Neto não atua de acordo “desempenho suficiente para o alcance dos objetivos do Banco Central do Brasil” como exige a lei 179 de 2019 e deve portanto, ser afatado. Não demonstra a postura nem compromisso público na condução do BC, mas, atua para sabotar a política econômica eleita nas urnas por mais de 60 milhões de pessoas e conduzidas pelos Ministros Fernando Haddad e Simone Tebet.

Campos Neto atua em favorecimento próprio, fazendo com a economia brasileira brasileira o que Sérgio Moro fez com o judiciário na Lava Jato. Com a diferença que Campos Neto assumiu sua parciaidade sem a necessidade do hacker. É sabatador-confesso da política econômica brasileira e por isso precisa ser afastado imediatamente.

Exigimos a sua renúncia ou sua exoneração pelo Senado Federal que, de forma majoritária, tem o dever de afasta-lo.

Chega de sabotagem bolsonarista!

É RENUNCIA OU EXONERAÇÃO, 
CAMPOS NETO NÃO!

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quinta-feira, 29 de junho de 2023

OU DETONAM CAMPOS NETO OU ELE EXPLODE O PAÍS * Crispiniano Neto/RN

OU DETONAM CAMPOS NETO

 OU ELE EXPLODE O PAÍS


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"Erro contábil" de R$ 1 trilhão pode tirar Campos Neto do BC
Processo de 2019 aberto no Tribunal de Contas da União aponta rombo trilionário e é estudado pelo governo como a possível brecha para ganhar disputa sobre queda da Selic

Já é de conhecimento público a insatisfação do Governo Lula com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em relação à manutenção da Selic em 13,75%, anunciada na última quinta-feira (22). Dessa vez, aliados de Lula (PT) no Congresso Nacional estudam a possibilidade de utilizar um processo aberto em 2019 no Tribunal de Contas da União (TCU), que aponta um “erro contábil” de R$ 1 trilhão, como a brecha para retirar o presidente da autarquia.

O processo apura as inconsistências apontadas, à época, pela Controladoria-Geral da União (CGU). O rombo trilionário se refere ao balanço do BC naquele mesmo ano. Para os auditores do TCU que avaliaram os dados advindos da ação, a documentação analisada não refletia a situação patrimonial, o resultado financeiro e nem o fluxo de caixa do BC, conforme relatório publicado.

A explicação dos auditores foi dada ao ministro Jonathan de Jesus, do TCU, que também é deputado federal pelo Republicanos. Jesus ficou com a relatoria do processo após o antigo relator, ministro Bruno Dantas, passar a presidir o tribunal, o que o obrigou a deixar as relatorias que exercia. Logo que assumiu o caso, o novo relator solicitou uma série de documentos que agora estão passando por análise.

De acordo com os aliados do Governo Lula, se o BC for condenado em plenário no TCU, uma brecha poderia ser aberta para que o Senado abrisse um processo de cassação de Campos Neto. A possibilidade existe, e a defesa do presidente do Copom (Comitê de Política Monetária; que estipula das taxas de juros) do BC está trabalhando para evitar a abertura da brecha.

“O caso se trata de uma mera divergência de interpretação entre o BC e a CGU sobre a forma de divulgação do fluxo de caixa em moeda local ou a segregação entre circulante e não circulante”, diz nota do BC à imprensa que antecipa o argumento da defesa.
Governo Lula x Banco Central

Após o bolsonarista Roberto Campos Neto, alçado pelo ex-presidente à Presidência do Banco Central, declarar guerra ao governo com a manutenção da taxa Selic em 13,75%, Lula voltou a criticar a política monetária da instituição e mirou o economista, convocando a sociedade brasileira a entrar na "briga" para baixar os juros.

“Quem está brigando com a taxa de juros é a sociedade brasileira, não o governo, porque é irracional o que está acontecendo hoje no Brasil. 72% da população brasileira está endividada. Não há crédito. Eu tenho cobrado dos Senadores que colocaram esse cidadão no Banco Central”, disse Lula em Roma na manhã da última quinta-feira (22), antes de embarcar para a França, onde encontrará o presidente Emmanuel Macron.

A manutenção dos juros escorchantes causou indignação no governo e entre empresários do setor produtivo, que acreditam que Campos Neto busca forçar uma crise, provocando sua demissão, para prejudicar a política econômica de Lula.

A consternação foi maior por causa dos números apresentados pela Economia, com inflação em queda e crescimento do PIB acima das previsões dos agentes do sistema financeiro ouvidos pelo próprio Banco Central no boletim semanal Focus, que já projeta um crescimento do país acima de 2% em 2023.

Em sua fala, Lula citou que está falando com senadores. O único caminho para exoneração de Campos Neto passa, necessariamente, pelo Senado, caso o governo peça a demissão por “comprovado e recorrente desempenho insuficiente” do presidente do BC na condução da Política Monetária.

Para isso, o Conselho Monetário Nacional (CMN) precisa buscar aval da Presidência da República para a exoneração, que precisa ser aprovada por 41 dos senadores. Principal articuladora de uma queda de Campos Neto, Gleisi Hoffmann classificou como sabotagem a manutenção dos juros em 13,75%.

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AUDITORIA CIDADÃ

segunda-feira, 10 de abril de 2023

59 ANOS DEPOIS A HERANÇA É BOZOZÓDIO * César Fonseca/SP

59 ANOS DEPOIS A HERANÇA É BOZOZÓDIO
César Fonseca/SP

 #BolsonaroDerrotadoCassadoCondenadoPreso afirma que no caso das joias o criminoso é o Bento Albuquerque (Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior é um almirante de esquadra brasileiro. Foi ministro de Minas e Energia do Brasil entre 1 de janeiro de 2019 e 11 de maio de 2022) por ter usado o “santo” nome dele em vão.

BOLSONARO VOLTA PARA LANÇAR GERME DA GUERRA CIVIL NO CAOS ECONÔMICO PRODUZIDO PELO SEU ALIADO CAMPOS NETO

4 CRIANÇAS VÍTIMAS DO ÓDIO

O retorno de Bolsonaro ao Brasil ocorre no momento em que a chantagem do BC Independente(BCI) comandada pelo bolsonarista Campos Neto cria expectativas de paralisações nos setores dinâmicos da economia, inviabilizando, completamente, a estratégia desenvolvimentista do presidente Lula lançada em campanha eleitoral; como os resultados nesse sentido não se apresentarão no curto prazo, mantida elevada a destrutiva taxa de juro Selic de 13,75%, inviável para promover retomada dos investimentos, da renda, do consumo, da produção e da arrecadação, enfim do giro capitalista, que depende dos trabalhadores como geradores de valor que se valoriza, Bolsonaro só espera as coisas se agravarem para agitar suas bases a uma reação conservadora fascista para derrubar Lula; essencialmente, sua estratégia é a guerra civil depois da morte da economia, prenunciada pelos prêmios Nobel da economia, Josef Stiglitz e Jeffrey Sachs, se for mantida política monetaristas do BCI.

Todas as promessas eleitorais caem por terra, diante da armadilha neoliberal que Bolsonaro e Campos Neto armaram para deixar Lula mal diante do seu eleitorado; ao se mostrar incapaz de atender a demanda das massas, que, essencialmente, são as ligadas a maior oferta de educação, saúde, infraestrutura, emprego e melhor qualidade de vida, o presidente se desmoraliza e perde credibilidade; os bolsonaristas fascistas se esfregam as mãos diante dessa possibilidade e têm certeza de que serão ouvidos pelos seus seguidores nas redes sociais, porque, simplesmente, sem retomada do desenvolvimento, impedido pela política monetarista, seus fake News ganharão foros de verdade.

Certamente, a cervejinha e a picanha, nos finais de semana, não acontecerão, na prática, como prometidos por Lula, sem a retomada desenvolvimentista ; os empregos não serão recuperados, pois os empresários não investirão diante da queda de demanda global, decorrente da queda do poder de compra dos assalariados.

A decepção com Lula, impossibilitado de retomar as 14 mil obras paradas, devido à falta de recursos barrados pela política econômica monetarista neoliberal, acentua-se diante da queda da oferta de emprego; sem novos investimentos para dinamizar produção, consumo, renda, arrecadação, os empresários perceberão – ou melhor, já estão percebendo – que sua sobrevivência depende do descolamento da economia real para a economia fictícia, onde se realiza a taxa de lucro, impossível de ser realizada no ambiente do subconsumismo que derruba a taxa de lucro; quem vai investir em máquinas novas para dinamizar produção e produtividade, se a economista está parada?

Bolsonaro e seu grande aliado Campos Neto terão construído o contexto ideal para expansão da crítica ao lulismo, incapaz de, diante dos juros pornográficos, como diz o presidente da Fiesp, Josué Gomes, de cumprir suas promessas de campanha eleitoral; se Lula não for capaz de promover aliança dos trabalhadores e dos empresários em favor das condições necessárias à retomada do desenvolvimento, favorecerá o ex-presidente; este estará, com sua volta ao país, a cavaleiro para iniciar campanha eleitoral municipal de 2024, capaz de fomentar sua força eleitoral na disputa presidencial em 2026.

Será nesse ambiente que Bolsonaro apostará tudo para destruir Lula, incensando polarização política, carregada do elemento bolsonarista destrutivo, ou seja, o sentimento de ódio diversionista, capaz de promover a violência; se Lula não for capaz de reverter a loucura neoliberal acelerada pela política neoliberal do BC, tocada por aquele que Bolsonaro colocou lá, para destruir a economia, jogando bomba atômica nela, como alertou o ex-ministro nacionalista Guido Mantega, perderá o controle político para o fascista neoliberal e seu exército de ódio.

Tal estratégia bolsonarista, não devem enganar-se os democratas, representa, inequivocadamente, o germe da violência política que o nazifascista Bolsonaro julga ideal e fundamental para promover a guerra civil com a qual, como já disse, eliminariam, no mínimo, 30 mil pessoas; essa taxa de mortandade é a que julga necessária para colocar nos trilhos a realidade brasileira adequada aos interesses nazifascistas.
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