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domingo, 23 de novembro de 2025

GUERRA DE PASTORES POR PONTOS RELIGIOSOS * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

GUERRA DE PASTORES POR PONTOS RELIGIOSOS

Houve casos noticiados no Brasil onde pastores se envolveram em crimes, incluindo homicídios de outros religiosos, motivados por desentendimentos que, em algumas ocasiões, podem estar relacionados a questões de disputa por fiéis, poder ou dinheiro, mas nem sempre especificamente por um "ponto religioso" físico, como um imóvel.

Um caso de grande repercussão ocorreu em Pernambuco em 2019, onde um pastor matou outro a facadas e pedradas após uma discussão que, segundo a polícia, teve início por causa da "palavra de Deus" ou desentendimentos doutrinários.

Outro caso envolveu um ex-pastor na Bahia, que foi investigado e condenado por ordenar a morte de fiéis que decidiram abandonar sua igreja, o que pode ser interpretado como uma disputa indireta por "pontos" ou, mais precisamente, por manter sua congregação e influência.

É importante ressaltar que os crimes envolvendo líderes religiosos geralmente são casos isolados e não representam a totalidade das comunidades de fé. As motivações variam desde disputas pessoais e financeiras até crimes passionais ou violência comum.
O DEUS DO LIVRE MERCADO JÁ TEM TEMPLO NA AMÉRICA LATINA
CRENTES
CRENTES
CRENTES NA POLÍTICA

O deputado evangélico Euclides Pettersen, do Republicanos, Minas Gerais (Partido da Igreja Universal), foi apontado pela Polícia Federal como um dos principais beneficiados nas suspeitas de fraudes envolvendo o INSS, com valores estimados em cerca de R$ 14 milhões. O parlamentar bolsonarista, conhecido pelos discursos firmes, agora ganha destaque também no centro das investigações, *Deus Pátria e Família* 
MACEDÃO DA GRANA
RELIGIÃO, SEGUNDO KARL MARX

sábado, 2 de março de 2024

IGREJA DE POLÍTICO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

IGREJA DE POLÍTICO
"OS BOLSONARISTAS NA PAULISTA E O POVO BRASILEIRO"
PLR AMÉRICA LATINA

No domingo 25 de fevereiro de 2024, um grande número de bolsonaristas foram à Avenida Paulista a manifestar-se em apoio às lideranças bolsonaristas, contra os ataques promovidos pelo STF [Supremo Tribunal Federal e a imprensa golpista.

Imediatamente algumas questões chamam a atenção:

1. Qual é o impacto da demonstração de força dos bolsonaristas?

2. Como chegamos a esse ponto?

3. Qual é o papel das organizações dos trabalhadores e das massas?

Vamos responder a cada uma dessas questões:
Qual é o impacto da demonstração de força dos bolsonaristas?

O impacto sobre a sociedade é grande porque mostra que o fascismo nas ruas continua ativo e com capacidade de mobilização.

O bolsonarismo tem sido atacado a partir das instituições do estado com o objetivo de manter a governabilidade da “frente ampla” de Lula-Alckmin, mas isso não implica que tenha desaparecido.

Na frente ampla estão todos os inimigos dos trabalhadores e do povo brasileiro, menos aqueles políticos mais identificados com o bolsonarismo.

Essa manifestação nos lembra que o bolsonarismo continua latente e que poderá voltar à ação contra o movimento de massas assim que for acionado novamente, o que provavelmente acontecerá assim que o governo Lula-Alckmin perder o controle social.

Como chegamos a esse ponto?

O fascismo nas ruas só cresce quando as classes dominantes enxergam a necessidade de enfrentar os trabalhadores e o povo mobilizados, mas não confiam nas forças repressivas.

O fascismo nas ruas foi colocado em ação em 21 de julho de 2013 para enfrentar o movimento estudantil nas ruas, que já estava estendendo-se ao movimento popular e que não conseguia ser controlado por meio da repressão brutal.

As organizações do movimento de trabalhadores e do movimento de massas foram apodrecidas principalmente nos governos do PT, por meio de vários mecanismos de corrupção das lideranças, num processo que já tinha sido muito acelerado nos governos de FHC.

As centrais sindicais, os sindicatos e os movimentos sociais foram tão corrompidos que quase não enfrentaram o fascismo nas ruas até 2016, e capitularam miseravelmente com Temer, quando não enfrentaram em qualquer medida as “reformas“ trabalhista e da Previdência.

A vitória do bolsonarismo em 2018 foi a maior fraude eleitoral em 100 anos da qual participaram as direções corrompidas do movimento de massas.
Qual é o papel das organizações dos trabalhadores e das massas?

A única força social capaz de enfrentar o fascismo nas ruas são os trabalhadores e os setores oprimidos da população organizados, nas ruas e em luta.

Como as organizações formada ao calor da luta em contra da Ditadura foram cooptadas pela pequeno-burguesia arrivista e corrupta, a saída para a grave situação só pode ser a mesma que foi na luta contra a Ditadura: o surgimento de organizações classista, de luta e revolucionárias.

Por exemplo, a CUT, a Central Única dos Trabalhadores, foi fundada em 1983 a partir da retomada de mais de 1500 sindicatos pelegos vinculados à Ditadura, por oposições classistas e revolucionárias.

A fundação do MST, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, foi fundado a partir do ascenso das lutas no campo.

O movimento estudantil foi refundado a partir do ascenso que se abriu em 1977.

Somente com novas organizações que sirvam como instrumento de luta e não da corrupção de um punhado de pequeno-burgueses corruptos é que o fascismo poderá ser enfrentado e derrotado nas ruas.
Como organizar os trabalhadores e o povo se estão paralisados?

Para analisar o desenvolvimento da luta de classes é preciso analisar a situação política atual em perspectivas, desde de onde vem na direção futura.

O aperto dos Estados Unidos sobre a América Latina é brutal e crescente, o que é imposto por sua maior crise histórica.

É esse aperto o que está fazendo implodir a Argentina e que marca o rumo à implosão de toda a região e até do mundo capitalista.

A política do imperialismo norte-americano é nos levar a uma guerra mundial, que só pode ser nuclear, para manter a economia funcionando a partir do complexo militar industrial, e para evitar a explosão da especulação financeira, da qual dependem os lucros de todas as grandes empresas. O papel que atribuiu à América Latina é mantê-la muito apertada como o seu quintal traseiro.

Uma nova explosão capitalista só pode ser muito pior do que foi a crise de 2008, com consequências sociais e políticas que podem levar a uma situação revolucionária.

A tarefa mais importante dos trabalhadores de luta e dos revolucionários hoje deve estar focada em organizar a luta dos trabalhadores e das massas que tende a tornar-se cada vez mais explosiva, conforme as condições de vida vão se tornando insuportáveis."

BOZOTERRORISMO
MORO E CIA
BOZOTERRORISTAS NA CADEIA
IGREJA DE POLÍTICO
IGREJA DE POLÍTICO
IGREJA DE POLÍTICO
TERRORISTAS REUNIDOS
PARTIDO DE TERRORISTAS
***

sábado, 18 de fevereiro de 2023

CASA DE VENDILHÕES OU IGREJA * Autoria desconhecida(FRT)

 CASA DE VENDILHÕES OU IGREJA

Por que é tão perigoso frequentar um templo evangélico? 


As igrejas , ditas evangélicas, protestantes e de tradicão neopetencostal tem se espalhado pelos quatro cantos do MUNDO principalmente em locais onde as massas de empobrecidos são mais densas.


Essas igrejas além de empobrecer a comunidade local,  são celeiros de transtornados mentais, algumas com líderes narcisistas e psicopatas. Cada ação dentro desses templos é nociva à liberdade individual e em alguns casos à sanidade mental de uma pessoa criando neuroses e psicoses com suas loucas e vans doutrinas voltadas para o aprisionamento mental e castração das liberdades individuais e coletivas do livre pensamento.


Vamos enumerar os três  principais traumas e coerções que atuam sobe a psique dos seus frequentadores, que modificam drasticamente a vida do indivíduo,  tornando-o escravo de um sistema sócio-religooso: 


1 - Coerção para doação de dinheiro e recursos. 


Em toda igreja  há uma exploração excessiva dos recursos dos seus frequentadores. Todos que adentram aos portões do templo são convidados a se voluntariarem para a obra de Deus e para darem ofertas financeiras para que o trabalho religioso ali funcione. Trabalhar na obra e contribuir para a salvação de almas perdidas é o "mandamento de Deus", dizem os dirigentes. Não basta se converter, tem que trabalhar voluntariamente e contribuir financeiramente.


Tudo no fim vira recursos pecuniários para o dirigente do templo. Além da farsa da obrigatoriedade da devolução à Igreja do dízimo bíblico, 10% dos ganhos brutos dos rendimentos de um trabalhador, que foi lei de impostos só para o povo de Israel até a destruição do templo de Jerusalém em cerca de 60 d.c. (do tempo comum ou depois de Cristo), há a obrigatoriedade de dar ofertas extras para propósitos especiais. Quem não der estará em desacordo com a "vontade de Deus" e não será abençoado, cabendo até maldições sobre quem " retém para si o que é destinado a Deus", ou seja, o seu dinheiro ganho com seu trabalho e suor.


A coerção psicológica atua através da pregação e livre interpretação da "santa palavra de deus" através de um "ministro do senhor" e do exercício forçado de ser expor ao público durante a prática do voluntariado e da oferenda de dinheiro. Todos devem escolher um local para trabalhar na igreja. Só ao dirigente é lícito receber pelo seu serviço religioso, porém os demais precisam trabalhar de graça para Deus para provarem a sua devoção.


Em todo culto, logo após as boas vindas e louvores, são todos "convidados" a ir até a frente da congregação, a vista de todos,  para colocar no gazofilácio ou sobre o altar o seu dinheiro em oferta. Quem não for naquele dia, certamente se sentirá constrangido com os olhares de estranhamento dos demais participantes. Só se inicia a pregação da mensagem após esse recolhimento inicial de dinheiro dos presentes,  sim inicial, pois após a mensagem vem o convite para a grande entrega dos dízimos e ofertas de "amor". O fiel já entra no templo sabendo que deverá separar uma boa parte dos seus rendimentos e ganhos para dar para "Deus", isso só para ficar em obediência com a divindade cósmica gananciosa, que enriquece seus ministros e explora e empobrece seus fiéis. A não obediência a esse princípio cria a neurose da eminente  derrocada econômica e castigo do "Deus que não irá repreender o devorador", ou seja, vai ficar na penúria e passará fome se não der o dinheiro de Deus. 


2 -Controle social e mental 


Quem frequenta uma igreja tem que viver de acordo com as normas daquela sociedade, por mais esdrúxula que seja. Se assim não for, estarão "escandalizando" a Deus e aos demais irmãos. Isso abrange qualquer área da vida. Da intimidade de um casal ao modelo de roupa e locais que devem ser frequentados. Acabou a liberdade. Quem não se comportar sofrerá,  pois será disciplinado na frente de todos, podendo inclusive ser humilhado e expulso de forma vergonhosa, debaixo de maldições da congregação. Um irmão deve vigiar o outro e entregar à liderança aqueles que estiverem em "pecado". É vigilância 24 horas perante a Deus e aos homens. É uma prisão social e mental. Os costumes ditos "tradicionais" para aquele grupo deve refletir a santidade na vida dos seus membros, pois peçam em pensamento, palavras e atitudes.


Encontros de doutrina e fé, chamado de retiros espirituais que duram dias inteiros,  são montados para que haja uma imersão e uma reafirmação desses valores, introjetados nentalmente através de celebrações ritualizadas, auto sugestão, sugestão direcionada, práticas de hipnose coletiva e shows de revelação e milagres, que são na verdade espetáculos de ilusionismo aplicado à realidade social e cultural do grupo. Pela fé não se deve duvidar dos sinais maravilhas, mesmo que sejam nitidamente falsos. Ao reprimir desejos e impulsos surgem uma série de neuroses comportamentais que vão começar a minar a noção de realidade podendo levar à total alienação do indivíduo. 


3 Dissolução de personalidade 


Cada membro de uma igreja dessas aceita se submeter à autoridade e liderança do seu pastor.

Esse pacto com o "lider representante de deus" e ministro da palavra de deus, se faz através de uma renúncia pessoal e a imposição pública de autoridade do líder sobre o fiel. A conversão, a obrigatoriedade de assistir os cultos e as classes (escola dominical) e discipulados fazem do novo fiel uma ovelha guiada pela palavra de um pastor.  Os tratamentos fraternos se dão sob a autoridade de um líder pensante sob uma massa de fiéis comandados. Quem ousar questionar  a autoridade ou pleitear também um "local ao sol" estará cometendo pecado de "rebeldia".


O pastor ao se posicionar no tablado frente ao púlpito se coloca como a personalidade a ser reverenciada. Alguns inclusive ostentam títulos de reverendo, pastores, bispos, discípulos e profetas. Ao colocarem as mãos sobre as cabeças dos fiéis, esses líderes passam ao subconsciente daqueles que quem o está tocando tem autoridade divina sobre quem é tocado. Dessa forma se monta a engrenagem de dependência afetiva, com o toque divino que distribui graça e bênçãos. Esse simples gesto, repetido várias vezes faz do dirigente uma personalidade a ser cultuada. 


O crente passa a não ter liberdade sobre as sua vida financeira, sobre a sua vontade e nem pode mais exercer sua vontade e liberdade para viver a sua fé sem se submeter à orientação do seu líder. Uma psicose comportamental toma conta do indivíduo e da pequena sociedade que se vê obrigada a cultuar a personalidade do líder, seguir seus ensinamentos sem questionar, como se de deus fosse uma revelação vinda do "Espírito santo". Um estado de mentira paralela à realidade passa a dominar a mente das ovelhas. Preparando-as para a tortura e depois o descarte.


Como exposto, de forma rápida e franca,  podemos notar que as igrejas são instituições castradoras e que promovem o sequestro da razão e da vida dos seus frequentadores. Em nome de uma doutrina religiosa transformam seres livres e pensantes em seres sem personalidade e autonomia. Quando um fiel empata  encontra líderes narcisistas e psicopatas vivem o inferno em terra. Torna-se seres dependentes e co-dependentes de migalhas de atenção e afeto, tudo suportando em nome de uma fé morta e corroída pela mente transtornada dos seus líderes. 


Alguns fiéis sucumbem mentalmente e passam a viver e estado de psicose e em um mundo paralelo. O fanatismo flerta com doutrinação e com a imposição mental de valores sociais, politicos e crenças ditas divinas. Em nome de Deus não se vive livremente, não se questiona, tudo se aceita e tudo se suporta. A ovelha por instrumentos de coerção e controle mental se entrega ao pastor e deixa-se ser castrada, molestada, explorada e por fim abatida em seus sonhos para ser descartada em estado de miséria.


Ovelhas nunca morreram de velhice, depois de anos de exploração sempre conheceram a fria lâmina do açougueiro. Por isso, sejam livres e mantenham-se afastados dessas instituições de destruição e de alienação coletiva. Mantenha a sua sanidade, não aceite ser evangelizado.