quarta-feira, 19 de agosto de 2020

O Meu Direito de Voto Colocado Em Cheque Mate * FRT

O MEU DIREITO DE VOTO COLOCADO EM CHEQUE MATE !!!!

O QUE FAÇO COM MEU VOTO? VOTAR OU ANULAR, EM PROTESTO???

QUANTO VALE O MEU VOTO?  O QUE ME ASSEGURA O DIREITO DE VOTO ?

Eu votei no Partido dos Trabalhadores , Lula e Dilma, para a Presidência do País. E o bom desempenho  de seus governos, embora reformistas, junto com a descoberta do  Petróleo do Pré-sal, junto com o bom desempenho de empresas  brasileiras como  a Petrobrás, BR Distribuidora, Eletrobrás, Refinarias,  Odebrecht, OAS,  Freeboi,  entre outras, que competiam com os EUA nos mercados internacionais,  foram o “pivot” de mais um golpe. Não esqueçamos, já houve outros no passado,  orquestrados  pelos EUA, amparado nos traidores internos, nas lideranças e nos partidos da direita e da extrema-direita, e nos nossos militares  já nossos velhos conhecidos golpistas de outros tempos. MEU VOTO, E OS DE MAIS DE 50 MILHÕES DE BRASILEIROS, FORAM TOTALMENTE IGNORADOS, PISOTEADOS, HUMILHADOS, JOGADOS NA LAMA JUNTO COM A DEMOCRACIA BURGUESA .


Bolsonaro foi eleito num processo  tremendamente complicado, fraudado, cheio de notícias falsas, calúnias, recheados de  robots, perfis falsos, contas falsas das redes sociais,  e certamente milhares de dólares da CIA e do FBI, como acontece há tempos aqui na nossa Latino América. Esses fatos  podemos acompanhar claramente em História Sincera da República, de Leoncio Basbaum,  e  em “ As Veias Abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano.  Todos os partidos, inclusive os ditos da esquerda, participaram daquela eleição, legitimando o golpe e  concordando com as regras do jogo. Como era  lógico, os bolsonaristas  venceram com larga  folga deixando a esquerda de 01,99, social democrata reformista totalmente tonta.


E agora, caminhamos para mais uma eleição que continua referendando o golpe, com muitas cartas marcadas, que já se anunciam. Apesar dos pesares, pois ninguém apareceu para dizer que TODAS AS  ELEIÇÕES  DEPOIS DE 2016, SERVEM  APENAS PARA LEGITIMAR O GOLPE DADO EM DILMA, PORQUE NENHUM PARTIDO CONTESTOU ISSO, enxugamos as lágrimas das derrotas e partimos para mais uma eleição. Todos animados, tentando escolher bons candidatos populares, dentro do espectro da Esquerda, com a esperança de mudarmos algo, ou melhorarmos nossas condições de escravos colonizados e mitigarmos nossa condições de pobreza e indigência .  Dispostos a minimizar os estragos feitos por Bolsonaro e todos os seu prepostos, que destruíram  toda a economia do país, que venderam  nossas grandes empresas, geradoras de impostos e empregos, dinamizadoras do nosso mercado interno e externo,  que  estão gastando nossas reservas deixadas por Lula, que estão destruindo a  nossa Educação, retornando  aos níveis da Idade Média, que estão destruindo nossa Saúde,  permitindo que mais de 100 mil pessoas morressem pelo corona vírus, desassistidas completamente,   sem qualquer tipo de proteção, além da perigosa  cloroquina, da qual Bolsonaro foi garoto-propaganda,  e uma infinidade de malefícios ao Brasil e aos brasileiros, e...TCHAN, TCHAN, TCHAN.
E AÍ VEM O TREMENDO BALDE DE ÁGUA FRIA.


Apareceu na imprensa uma história em Belford Roxo, cidade da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, citando um fato inusitado, porém muito conhecido da população. O PT de Belford Roxo faz uma aliança com o MDB, pela qual o PT se comprometeria a não  lançar  candidatos, faria as campanhas para o candidato do MDB a troco de cargos no governo do MDB, no caso atual , dirigido por Wagner, conhecido como Waguinho.  Denunciado o caso pelo Twitter, logo outras pessoas começaram a anunciar que em suas cidades, em outros Estados,  o mesmo acontecia. Com o alvoroço criado,  manifestou-se o presidente do PT Estadual do Rio de Janeiro, Quaquá,  ex-prefeito de Maricá, que escreveu uma interessante e duvidosa justificativa ideológica sobre essa aliança do PT com bolsonaristas  amiguinhos,  para prefeituras de várias cidades, muitas delas situadas em outros Estados do País, o que demonstra que esta prática aliancista do PT com a direita tem sido uma prática comum.


E, para corroborar isso, tomamos conhecimento,  através de várias publicações, que o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, por 40 votos a 36, se recusou a debater o recurso contra o apoio do PT á reeleição de Waguinho,  aliado do bolsonarismo. Trocado em miúdos, metade da Direção Nacional do PT apóia a colaboração com os bolsonaristas, o que é gravíssimo, pois envolve a prisão do Lula, a morte de Marisa, e outros dramas pessoais e muitos outros dramas nacionais de grandes perdas, justamente para quem? Para os Trabalhadores, tão somente, porque a burguesia não perde nunca. Muito estranho esse comportamento,  muito diferente do PT que conheci e ajudei a fundar e do qual me afastei por essas e outras.  A única coisa que pode dar jeito no Partido dos Trabalhadores, é sua MILITÂNCIA. Porque a ASSEMBLEIA GERAL DE TODOS OS MILITANTES PODERÁ  DECIDIR E IMPRIMIR NOVO RUMO AO PARTIDO, INCLUSIVE REESCREVENDO SUAS DIRETRIZES. E o PT poderá novamente vir a ser o partido dos trabalhadores, para  os trabalhadores, e pelos trabalhadores, e não mais um partido de colaboração com  banqueiros,  empresários, que  ganharam muito mais dinheiro do que todos os trabalhadores juntos, e que deram um baita golpe nos petistas.  PORQUE A ASSEMBLEIA É A AUTORIDADE MÁXIMA. Porque é ela, a militância,  que sustenta o Partido e que o carrega nas costas, é a Militância que vai para as ruas, lutar no corpo a corpo, pedir votos nas bases do partido, nas praças através dos microfones, como fizemos em várias greves e as  viagens de todo o Brasil até Brasília,  para impedir o golpe em Dilma, gritando a plenos pulmões “ NÃO VAI TER GOLPE, VAI TER LUTA”. Se não o conseguimos, acredito que o Partido já estava doente, atravancado por esses  oportunistas e corruptos, que sempre se insinuam entre os bons e os sinceros, desde que a porta da colaboração entre as classes  esteja aberta, que tanto mal já causaram ao Partido e ao Brasil.  É HORA DE APERFEIÇOAR O PARTIDO, É HORA DA FAXINA  E ISSO SOMENTE A MILITÂNCIA PODERÁ FAZER. Recomeçando IMEDIATAMENTE, a partir das velhas salas, PRESENCIAIS OU VIRTUAIS , dando nova vida ao Partido, imprimindo novo rumo e enterrando as velhas práticas nocivas. A militância tem que endurecer,  “SEM PERDER A TERNURA,  JAMAIS”, dando novas chances a quem fizer autocrítica sincera e profunda,  mas mantendo  seu pulso firme na direção e ficando de olho nas tentativas de reincidência, expulsando os recalcitrantes e empreendendo nova direção ao Partido, abandonando a velha prática de colaboração entre classes,que já demonstrou o prejuízo que nos causa, e IMPULSIONANDO A VELHA E SEMPRE NOVA LUTA DE CLASSES aliada a uma AÇÃO TRANSFORMADORA QUE TANTO O BRASIL NECESSITA  .
E POR QUE TEM QUE SER ASSIM?????


Ora, para qualquer um que participa de eleições, mesmo que como votante, logo percebe que o PT, em troca de cargos nas Prefeituras do MDB , ajuda a eleger candidatos bolsonaristas. É  claro que essas Prefeituras bolsonaristas  irão trabalhar intensamente nas campanhas para Governos dos Estados, para os seus Partidos, e seus candidatos bolsonaristas, e  não para o PT, e certamente, para Presidente da República, o mesmo processo vai  acontecer, garantindo a reeleição PARA BOLSONARO, OU OUTRO QUE O IMPERIALISMO INDICAR OU PREFERIR. SEM CHANCES PARA QUALQUER OUTRO CANDIDATO DAS OPOSIÇÕES.  Parece que está na cara que o Partido dos Trabalhadores está sendo usurpado, no escondidinho da madrugada, pelos seus próprios sócios  inimigos, o Imperialismo estadunidense e europeu, e a burguesia nacional ainda com ranços de escravocrata.


É AQUI QUE ENTRA MINHA INDAGAÇÃO. VALE A PENA VOTAR NO PT??
Pois estarei, indiretamente, ajudando as futuras eleições municipais, estaduais e presidenciais  dos bolsonaristas.  Para mim, isto está mais claro do que água da fonte.


SERÁ QUE VALE Á PENA PARTICIPAR  DE  ELEIÇÕES COM CARTAS MARCADAS?


No passado recente, votei em João Goulart, e ele foi golpeado, anulando meu direito de voto e consequentemente, meu direito de escolha, apelidado de Democracia, uma democracia parecida com um jogo de futebol, onde  as redes , os bandeirinhas e o juiz são todos do dono da bola.  E quem deu o golpe foram uns militares, manipulados pelos EUA, que eu nunca pude escolher, porque nunca me deram esse direito. Porque os militares não usam a democracia. Eles usam a Hierarquia. Ou seja, uma ditadura tipo Imperial, ou  dinástica, coisa assim, muito atrasada, do tempo da Idade Média, introduzida enquanto dormimos de touca, ou seja, uma coisa esquisita lá onde o  povo ( TODO O PODER EMANA DO POVO, Art, 1º. Da Constituição )  não tem direito  nem a palpite, quanto mais a  escolha. E AINDA SE ESTICAR DEMAIS A CORDA, VAI PRESO, COM DIREITO A TORTURA E ASSASSINATO. Quem sabe um dia, numa Democracia Popular, vamos submeter a escolha dos militares ao nosso voto, quem sabe ?! nem teremos um STF  !?!?!, nem teremos um Senado !?!?! pois para que servem???.  Mas esse conjunto chamado de Pilares da Democracia,  Militares, STF , Senado, usurpadores da democracia burguesa,  também me roubaram esse direito quando cassaram Dilma Rousseff, e mais uma vez, manipulados pela Metrópole EUA.  Uns militares, diga-se de passagem, que não valem um vintém furado, como se dizia no meu tempo de criança. Porque além de traidores da Pátria, uma vez que subservientes a um País estrangeiro, os EUA,  se mostraram da pior espécie, seqüestradores, prendendo arbitrariamente pessoas, como aconteceu comigo,  sem ordem judicial , sem direito a avisar a família onde se estava, sem direito  á habeas corpus , sem acusação de qualquer crime,  levando-as imediatamente para os calabouços onde eram torturadas covardemente amarradas, algumas vezes assassinadas, ocasionalmente com seus corpos escondidos, crime inafiançável e imprescritível, considerado hediondo pela ONU.  Eu termino como comecei:


VALE Á PENA, AOS TRABALHADORES,  TERMOS ELEIÇÕES???
PARA QUE AS ELEIÇÕES SERVEM AOS TRABALHADORES ????
PELO QUE TENHO VISTO, OS TRABALHADORES, A ÚNICA COISA QUE GANHAM, NAS ELEIÇÕES, ONDE SE FAZ UM POUCO DA DISTRIBUIÇÃO DA RENDA, SÃO UNS TROCADOS,  QUANDO  VENDEM SEUS VOTOS A QUEM DÁ MAIS.


Marlene Soccas, Criciúma, Santa Catarina, 18 de agosto de 2020.
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domingo, 16 de agosto de 2020

Uma Nova Semana Com o Velho Poder * Pedro César Batista / DF

Uma nova semana com o velho poder


O Brasil aproxima-se da marca de 110 mil famílias enlutadas, enquanto ônibus ficam mais lotados e cresce o movimento nos bares, os bilionários ficam mais ricos e o chefe miliciano, o presidente jagunço do capital, segundo a última pesquisa divulgada, aumentou seu apoio político na sociedade.


Assim como antes da covid (AC), os donos dos Bancos, latifundiários e a grande imprensa, seguem defendendo o estado mínimo, a eliminação de políticas sociais, a retirada de direitos dos trabalhadores, a privatização do patrimônio nacional e destacando os valores que sustentam o sistema, o lucro, os negócios e o todo poderoso mercado. Quando vier o DC – depois da covid, também não será diferente.


Os velhos inimigos do povo, que cinicamente se auto intitulam novo até no nome de um de seus partidos, como o do governador fascista de Minas Gerais, Zema, que, em plena pandemia, destrói escolas, ataca crianças e seus familiares, tudo para preservar o latifúndio, defender estelionatários e garantir um bom negócio com o maior produtor de café do Brasil, de olho nas terras do quilombo de Campo Maior. Tudo com ordem judicial, assim como sempre fez o Poder Judiciário para preservar o status quo e a riqueza nas mãos dos poderosos.


O que é preciso mudar é a forma de enfrentar a classe dominante e seu aparato jurídico e político. Se cada força que se autoproclama de esquerda seguir atuando em faixa própria, sonhando em eleger um vereador (o que não deixa de ser importante), o que se tornou mais difícil para os partidos ideológicos com o fim da coligação proporcional, ou se satisfazer ao afirmar que tal movimento é seu, com ataques, acusações, ironias e atomização crescente entre dentro do campo popular e de esquerda, que combate os velhos crimes da burguesia, a correlação de forças não se alterará.


Não é possível ter ilusões com a burguesia e seus agentes. A elite brasileira tem como herói Duque de Caxias, que queimava crianças no Paraguai, Borga Gato, que tinha prazer em matar e dizimar os povos indígenas, Brilhante Ustra, que torturou crianças na frente de suas mães. Sem falar em seus novos ídolos, Bolsonaro, um mito que foi expulso do Exército, Paulo Guedes, um traidor do Brasil, agente dos negócios de Wal Street. Muitos generais, jornalistas, médicos, poetas, pastores e proprietários de terras são fiéis aos seus referenciais, por isso não se compadecem com mais de 100 mil vidas perdidas, a destruição de escolas, crianças sendo atacadas pela polícia ou o assassinato de jovens nas periferias brasileira. O que importa é que o dólar passou a casa dos R$5,00 aumentando o lucro da safra de grãos. A justiça, o parlamento e o governo garantem que nada mudará. O que poderá fazer a diferença é a organização e unidade da classe trabalhadora, com seus movimentos, partidos e organizações superando o oportunismo, a estreiteza e a ilusão de classe.


Pedro César Batista /DF
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LUTE COMO UMA MÃE * FRT/BR

Movimento Lute Como Uma Mãe

O movimento surgiu depois do pronunciamento do secretário da educação do Estado de Santa Catarina, que intimidou  os pais a mandarem seus filhos para escola, assim que reabrirem para aulas presenciais, em setembro, mesmo sem uma solução para a Covid-19.
Lute como uma mãe foi criado com o intuito principal de exigir a total liberdade das mães e pais a escolherem se seus filhos devem ou não ir para a escola nesse momento ímpar, nunca vivido por essa geração.
Ao redor do mundo, as cidades que retomaram as aulas de forma presencial, oportunizaram aos pais a escolha, já que manterão as aulas online até que se tenha, no mínimo, uma vacina.
E não deve ser diferente em nosso Estado.
É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral, e do poder público, assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. (ECA, artigo 4º, caput)

Como é de conhecimento geral, não há vacina para o Corona Vírus. A única saída, atualmente conhecida, é o afastamento social.
É possível, nessas circunstâncias, retomar as aulas dos nossos filhos? Não precisa ser mãe ou pai para saber a resposta.
Os índices do avanço de contaminação e óbitos em SC pela Covid-19, vem crescendo absurdamente em nosso Estado, o que pode ser comprovado pelo alerta vermelho que nos encontramos.
Ninguém tem o direito moral tão pouco legal de obrigar os pais a exporem seus filhos a um vírus mortal e sem vacina.
Quando um filho nasce Deus manda para a Terra sua fiel representante: a mãe.
Só uma mãe conhece o maior amor do MUNDO.
Só uma mãe sabe os diferentes choros de um bebê no berço.
Só uma mãe sabe o que é ficar acordada a noite toda cuidando do filho e ao amanhecer ir direto para o trabalho.
Só uma mãe coloca as necessidades do filho em primeiro lugar, só uma mãe esconde sua dor para um filho não sofrer...
Só uma mãe trabalha em casa, tem seu negócio, trabalha fora, é eletricista, pintora de parede, cozinheira, costureira...
Só uma mãe pode dar a vida!
Uma mãe sabe o que é o maior amor do MUNDO. Em nome do amor aos nossos filhos e à vida nós exigimos o direito da não obrigatoriedade de mandar nossos filhos para as aulas presenciais enquanto não houver uma solução para o fim da pandemia.


Pelo direito à vida convidamos todos para esse movimento.
Em nome do Amor e pela preservação da vida.
A luta de uma mãe é de todos
Abaixo de Deus só uma mãe.

#forabolsonaro

#foranegacionistas

#lutecomoumamae
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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

OLHARES * NASIR KARIM

*OLHARES*
*OLHARES*

Hermosa como Beirut.
Triste como Irak.
Tan agotada como Siria.
Destruida como Yemen.
Herida como Libia.
Olvidado como Palestina.
Insultada y robada
Como el Sáhara

Nasir Karim

del muro de: Paola Fiorentino

Está es la expresión de la niña cuando el fotógrafo le pidió que sonriera
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domingo, 9 de agosto de 2020

Rede Globo e CIA * Valdir Gonçalves Pinto / PA

 REDE GLOBO E CIA

URGE COMBATER E DENUNCIAR A POLÍTICA FASCISTA DOS MONOPÓLIOS DE COMUNICAÇÃO


Entendo que a ameaça do fascismo é de fato um grande problema e temos sim que priorizar o combate a esse mal, mas o fascismo é apenas um produto ou um dos braços das formas de opressão do capital sobre os trabalhadores. Sabemos que o capitalismo é como um lagarto ou qualquer um desses animais que se regeneram, se cortarmos um de seus braços não demora muito pra aparecer outro. 


O capitalismo sempre vai manter o fascismo vivo como uma sombra ou uma medida desesperada contra os trabalhadores. A classe dominante sabe que esse braço costuma sair do controle quando é usado, mas ele só existe porque as sociedades de classes existem. A culpa da sua existência é deles e isso precisa ser dito o tempo todo sob pena de passarmos a jogar o jogo da classe dominante. Se queremos de fato derrotar o fascismo, precisamos cortar o mal pela raíz.


 No momento não se estar atacando a classe dominante de conjunto, estamos aqui apenas esclarecendo, falando a verdade. Se a Globo quer derrotar o fascismo precisa fazer autocrítica do fato de ter ajudado a que ele tenha chegado ao poder. Isso é o mínimo, pois precisamos de garantias que isso não vá se repetir. Se a Globo não assumir esse "erro" é porque na verdade ela não quer derrotar o fascismo definitivamente. Isso é necessário justamente para que essa luta tenha futuro, para que de fato possamos vencer.


Isso de maneira alguma atrapalha a luta contra o fascismo, pelo contrário. Isso a fortalece, a torna mais consistente.


Dom Pedro Casaldáliga * Dalva Silveira / MG

Perdemos mais um ser humano eterno:

nosso resistente bispo Pedro Casaldáglia

 

(16/02/1928- 08/08/2020)

 

Dentro de minha crença de que é preciso levar adiante o nome daqueles que acreditaram e lutaram por justiça social, rememoro agora uma das grandes  batalhas do grande bispo  Pedro Casaldáglia,  presente no meu livro “De Realidade a Caros Amigos: a Turma do Ex-, imprensa alternativa e seu legado (Letramento, 2018)”.

 

(Deixo aqui, também, em destaque,  um trecho do texto, convite a  uma reflexão para os que  acreditam, sem fazer uma minuciosa pesquisa, que a época da ditadura a política era diferente e a   vida do brasileiro era melhor: “nosso conflito inicialmente se configurou com o latifúndio capitalista, que esmagava o nosso povo e impossibilitava o futuro do nosso povo”.

Dalva Silveira

 

A ditadura militar também perseguiu célebres inimigos no campo religioso e o Ex- denunciou esse fato. Exemplo disso foi a matéria “Deus é grande, a mata é maior”, com fotos e texto do jornalista Alex Solnik. Nela, veem-se relatos do espanhol Pedro Casaldáglia, bispo de São Félix, região do Araguaia, ao norte do Mato Grosso. O texto revela que o título da reportagem foi emprestado dos sertanejos, que começaram a utilizar a expressão depois que o local foi destinado “à criação extensiva de gado, com incentivos da Sudam, em 1966” (Ex-, n. 16, p. 12, nov. 1975). A região, que possuía 150 mil km², agora estava dividida em apenas 73 propriedades, com tamanhos que variavam de 100 a 2.000 km². Porém, uma delas, a Suiá-Missu, do grupo Liquigás, era considerada a maior fazenda de gado do mundo, com 5.000 km². Os conflitos já se iniciaram em 1966, quando “grandes proprietários, que haviam comprado as fazendas ‘no mapa’ passaram a expulsar quem encontrassem em suas terras: índios ou posseiros de até 25 anos atrás” (Ex-, n. 16, p. 12, nov. 1975).

 

De acordo com a reportagem, dom Pedro Casaldáglia, que era o pastor de 70 mil almas da região, era “o primeiro bispo ameaçado de ser expulso do país” Ex-, n. 16, p. 12, nov. 1975. E isso estava acontecendo porque, frente às várias reclamações dos posseiros que estavam sendo expulsos da terra, ele e sua equipe resolveram, inicialmente, registrar os acontecimentos: “[...] começamos a tomar dados, a arquivar, a escrever. Os problemas, as situações semelhantes, iam se multiplicando” (Ex-, n. 16, p. 14, nov. 1975). Frente a essa constatação, tomaram uma atitude que incomodou os latifundiários capitalistas, que puderam contar com o apoio do governo na tentativa de expulsão do bispo, como pode ser visto neste seu relato:

Começamos a mandar cartas, documentos, relatórios, pedidos, reclamações, às diferentes autoridades estaduais e federais. Nosso conflito não foi diretamente nunca com o Exército ou Polícia, [...]. Nosso conflito inicialmente se configurou com o latifúndio capitalista, que esmagava o nosso povo e impossibilitava o futuro do nosso povo. É uma questão de vida e morte que nós tentamos resolver. Automaticamente, como esse latifúndio capitalista vinha acobertado por um sistema, por um governo, por uns órgãos de segurança, da Polícia, nosso conflito foi se globalizando, não de nossa parte, mas da parte deles Ex-, n. 16, p. 14, nov. 1975.


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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Sobre Ataques Terroristas Contra a Esquerda * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT-BR

Sobre ataques terroristas contra a esquerda 


Nestes tempos belicosos de estertores do capitalismo, o fascismo encena sua existência de várias formas. Alguém disse que “a cadela do fascismo está sempre no cio”. Além das já muito conhecidas, como as tentativas militares em vários quadrantes do mundo, e das guerras biológicas como covid-19 e congêneres, temos os formatos gerados pelas novas tecnologias, tais como os ataques de hackers – ou piratas virtuais. Há bem poucos meses assistimos aos blecautes de energia na Venezuela e pouquíssima gente se deu conta de sua importância. Daí, faz-se necessário dominar esses mecanismos.

Tivemos notícia de um recente atentado contra um órgão de imprensa dos mais relevantes na formação de opinião para todos, especialmente, para a classe trabalhadora, o DCO - Diário Causa Operária. Segundo registros, o ataque ocorreu em 18 de julho e causou sérios danos tanto ao site como ao acervo de material arquivado. As informações colhidas nos dão conta de que por volta de 4 mil artigos foram embaralhados ou simplesmente pulverizados. Não precisamos consultar nenhum terrorista cibernético serviçal do capital para saber que se trata de ação orquestrada, dirigida e financiada pelo fascismo contra os interesses de classe em foco naquele site e seus arquivos. Como também dispensamos seus préstimos para deduzir que queriam – entre outras coisas – tentar impedir tanto o funcionamento desse órgão de imprensa bem como barrar a vinda a público de alguma informação lá contida.

Intento inútil, pois a esquerda tem laços de classe, a Classe Trabalhadora, e o PCO - Partido da Classe Operária, tem uma longa história construída no seio dos trabalhadores brasileiros, o que lhe garante fôlego para superar os reveses. E não será este o último de tantos que lhe aguardam afogados no ódio de classe burguês. Para tanto, conta ainda com a solidariedade revolucionária dos irmãos de lutas e de sonhos, por uma sociedade socialista, construída pelo proletariado.

Nesse sentido, a FRT – Frente Revolucionária dos Trabalhadores, vem a público irmanar-se na denúncia de mais essa ignomínia cometida pelo terrorismo a serviço do capital, ameaçando a liberdade de expressão e tentando intimidar toda a sociedade através do seu segmento mais relevante – os trabalhadores brasileiros, pois ao atacar um jornal ameaçou toda a imprensa comprometida com a defesa dos nossos interesses enquanto classe. Portanto, o fascismo não perde por esperar!

Abaixo o terrorismo!

Fascistas não passarão!!

Todo apoio ao PCO!!

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Frente Revolucionária dos Trabalhadores

FRT

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Barrar a Ofensiva Imperialista * FRT/BR

BARRAR A OFENSIVA
IMPERIALISTA

Barrar a ofensiva imperialista 
contra a Venezuela e a América Latina:
 criar um, dois, três Vietnãs!

 

Os Estados Unidos têm recrudescido sua política golpista e pirata contra a Venezuela no último ano. Seu cardápio de opções golpistas tem variado muito desde 2019 e vão do fracassado títere Juan Guaidó, completamente desmascarado e desmoralizado internacionalmente; da operação terrorista dirigida pelos Marines, na costa do país e esmagada pelo povo venezuelano; do açambarcamento colonial britânico das reservas de ouro bolivariano depositados no Banco da Inglaterra; e por fim do acirramento de criminosas sanções impostas diretamente pela Casa Branca em pleno auge mundial da pandemia de covid-19, no claro intuito de potencializar um verdadeiro genocídio contra o povo da Venezuela, para assim, segundo os intentos macabros de Washington, concretizar seu sonhado golpe contra o chavismo e levar adiante a completa espoliação da nação pelas mãos de seus serviçais internos.

Para incrementar a desestabilização interna da Venezuela, o imperialismo leva adiante em conluio com a imprensa capitalista mundial, sistemática guerra psicológica e de propaganda demonizando o governo Maduro e fecha um cerco contra a América Latina em cumplicidade com as burguesias nativas, redesenhando o mapa geopolítico da região. Para isso, desencadeou um verdadeiro processo de sucessivos golpes de Estado em todo o continente, recorrendo à extrema direita fascista, aos sistemas judiciários, parlamentos e Forças Armadas fantoches locais, levando ao poder gerentes lacaios e verdadeiros peões em países chaves como o Brasil, que, junto da Colômbia--enclave geopolítico de Washington-- apertam um torniquete contra Nicolas Maduro.

É verdade que, a ofensiva imperialista atual contra a Nossa América, também significa uma resposta da Casa Branca ao crescimento dos papéis de China e Rússia na região, considerada pelos escravagistas do Norte seu quintal desde a odiosa Doutrina Monroe; mas desde quando o comandante anti-imperialista Hugo Chaves chegou ao poder na Venezuela em 1998, é questão geoestratégica para a Casa Branca se livrar do chavismo e do nacionalismo bolivariano e impedir seu exemplo em toda a América Latina.

O agravamento da crise estrutural do capitalismo global, o esgotamento de fontes de exploração e depredação neocolonial na Terra e o abalo de sua hegemonia como potência dominante, faz com que o imperialismo estadunidense intensifique sua agressividade e rapina contra os povos, em busca de fontes de matéria prima, petróleo, mercado a ser explorado e mão de obra para produzir mais valor em detrimento de seus grandes concorrentes na arena da disputa do mercado capitalista mundial. Neste tabuleiro a Venezuela possui papel geoeconômico e geopolítico estratégico, devido suas enormes riquezas e potencialidades, sobretudo relacionadas às fontes energéticas.  Como disse o Embaixador brasileiro José Joaquim Moniz de Aragão, durante a Guerra do Chaco, em 1934: “Procuremos precisar quais os interesses em jogo na questão. Petróleo! Exclamam de todos os lados. O petróleo opera prodígios, tem ditado a política internacional das grandes potências, assentou e derrubou governos, abalou uma dinastia, criou fortunas fabulosas e conta entre os seus servidores estadistas dos mais notáveis”. (citado por Moniz Bandeira, no seu livro “Geopolítica e Política Exterior”).

Portanto, o que vemos é uma grande ofensiva criminosa de um império em franca decadência, contra um povo heroico e determinado. Dessa forma, é obrigação de todos os povos do mundo, defender a Venezuela, Cuba, Irã, Coréia do Norte, Síria, Palestina e todos os demais países oprimidos, assediados pelo imperialismo. Nenhum povo do mundo está livre de ser agredido pela beligerância imperialista, como nos diz o pensador estadunidense Noam Chomsky: “Nenhum país está isento desse tratamento (ofensiva imperialista), não importa o quão insignificante seja. Na verdade, são os países mais fracos e mais pobres que causam as maiores histerias”. (Noam Chomsky, “O Que o Tio Sam Realmente Quer”).

É nesse espirito internacionalista e anti-imperialista, que saudamos com muito entusiasmo a recente Plenária Nacional Bolivariana, organizada por partidos da esquerda brasileira, movimentos populares e comitês  solidários à Venezuela.

Defendemos o fortalecimento e maior articulação internacionalmente entre todos os fóruns e organizações, comprometidos com a defesa do povo venezuelano. É preciso fazer de Nossa América, um novo Vietnã contra o imperialismo, já enfraquecido pelo prelúdio de uma bem provável guerra civil em sua pátria, abalada por uma crise econômica, política, social e sanitária sem precedentes.

A causa da Venezuela e de Cuba, é a causa da revolução latino-americana contra o imperialismo e seus fantoches burgueses em nossos países, que perpetuam a miséria de nossa gente e o subdesenvolvimento.  Por uma Pátria Grande anti-imperialista socialista!

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sexta-feira, 24 de julho de 2020

Feliz Aniversário Simón Bolívar!! Ricardo Julio De La Cruz Castro/VE

FELIZ ANIVERSÁRIO SIMÓN BOLÍVAR

Se Cumplen 237 años del Natalició de Nuestro Padre Libertador Simón Bolívar


Simón José Antonio De La Santísima Trinidad Bolivar Palacios y Blanco nació en Caracas el 24 de julio de 1783,fueron sus padres Juan Vicente Bolívar y María Conceociòn Palacios a la edad de los 2 años quedó huerfáno de madre y a los 9 quedó huerfano de padre sus maestros eran Simón Rodríguez,Andrés Bello,Rafael Urdaneta,Francisxo De Miranda tuvieron que dar clases en su casa era rebelde,revoluciinarii,socialista se fue a Madrid se casó cin una madrileña Maria Teresa Rodríguez del Toro Ialaiza murió de una fiebre amarilla en San Mateo ,Estado Aragua cobsiguió su maestro Simón Rodríguez se fue a Roma se juramenti el 15 de Agosto de 1805 y se hizo Libertador Liberó a Venezuela a Colombia ( Nueva Granada),Ecuador,Perú,Bolivia y Panamá.


Sus resto de.mujeres eran de Bolívar: Elenita Lenoit Fanny Dubillars y Manuelita Saenz La Libertadora del Libertador.


Bolívar contribuyó la firma de la Independencia de Venezuela el 19 de Abril de 1810 .Ese mismo año,Bolívar fue partícipe en la Firma del Acta de La Independencia de Colombia ( Nueva Granada) el 20 deJjulio de 1810.


El 5 de Julio de 1811,Bolívar tambien logra liberar a Venezuela y derrota al imperio español.


Bolívar pensaba en no solo en años sino en siglos.Bolivar tenía planes para liberar a Cuba y Puerto Rico era porque Colombia tenia que ser redonda.


El 14 de mayo de 1813,Bolivar inicia la Campaña Admirable que inicia en Cartagena de Indias hasta el 6 de agosto del.mismo años en que entra triunfante a Caracas.


En 1814 Bolivar es exiliado en Haití ahí le otorgan el titulo del Libertador y ahí conoce a Alexander Petion a Henry Cullen y otros.


El 6 de septiembre de 1815,Bolivar redacta la Carta de Jamaica en el cual pedía el apoyo de la Unidad de los pueblos latinoamericanos y caribeños .Luego llegaban duras batallas que fueron derrotadas con Bolívar al mando la de la batalla del oriente por Barcelona Estado Anzoátegui en 1816 frente a las tropas de Pablo Morillo,José Tomas.Boves,Ambrosio Plaza,Pedro Gual y José María España.


En 1817,Bolívar funda el Correo del Orínoco el 20 de noviembre del mismo año,Bolívar anexó la octava estrella de Venezuela en honor a la liberación de la provincia de Guyana.


En 1818,Bolivar preparaba de afrontar muchas batallas.El 15 de febrero de 1819,Bolivar instala El Congreso de Angostura.El 3 de abril del mismo año,Bolivar lideraba una batalla que casi estaba apunto de perderla pero la ganaron con a punta de coraje era 150 llaneros contra 2 mil soldados españoles los derrotarin los desmoronaron completamente.El 25 de Julio de 1819,Nolívar lidera La Batalla del Pantano de Vargas derrotando a los soldados españoles hasta el 7 de Agosto de 1819 culmina con la Batalla de Boyacá Firmando El Acta de Independenxia de Colombia ( Nueva Granada).


En 1820,Bolívar recorría en grandes batallas y en grandes victorias.


El 24 de Junio de 1821,Bolivar estaba en La Batalla de Carabobo tambien derrotando con los soldados patriotas a los españoles.Ese año se instala La Convención de Ocaña.En 1822 Bolívar libera al Ecuador en diversas batallas como la de Atahualpa,la de Guayaquil,la de Guaras,y la de Quito y de ahí conocia A Manuelita Saenz La Libertadora del Libertador.En 1824 Bolívar se dirige al Perú y conocía al Gran Prócer de Argentina José De San Martín.Bolivar liberaba al Perú con las batallas de Cusco,Arequipa,Junín y Finalmente el 9 de Diciembre de 1824 con la de Ayacucho liderado tambien por el cumanes El Gra  Mariscal de Ayacucho,Antonio José de Sucre y Alcalá soldado Bolivariano y estuvo acompañado de los 400 momposinos junto a Bolívar.


En 1825,Bolivar se dirigió a Bolivia para liberar a su pueblo.Bolivar fue Ministro de Educación de Bolivia y Antonio José De Sucre y Alcalá fue primer Presidente de Bolivia ,instala El Congreso de Bolivia,iba dirigir a Argwntina pero el Congreso de Colombia (Nueva Granada) lo negaron.


En 1826 Bolivar instala el Congreso Anfictiónico de Panamá.


Cuando Bomivar regresó a Caracas en 1827 ya era dueño y señor del poder.Bolivar lo llamo en una ocasión la primera gran lanza heroes en la Queseras del.Medio en las Sabanas de Apure El frande Pallará el centauro José Antonio Paéz,pero a Paez al principio era Bolivariano pero traicionó a Bolívar y alio con la oligarquía negra se encargaban a Bolívar de difamarlo.Y de ahí a Bolívar lo echaron de Venezuela lo expulsan.A Bolivar lo querian fusiarlo ahí redactado el Decreto de Valencia llamandolo "Traidor" y ordenó su captura y su fusilamiento y se fue a Bogota y allá tenía muchas cosas quehaceres también .Ya era dueño y señor del poder un ambicioso granadino antibolivariano y viceral Francisco De Paula Santander y ahí casi matan a Bolívar ,Casi lo matan ennuna noche del 25 de Septiembre de 1828,se conoce como la Noche Septembrina o la Conspiraciin Septembrina esto fue en el Palacio Presidencial pero Manuela Saenz lo ayuda a cambiarlo de ropa y la ayuda a Escapar a Bolívar para evitar que lo asesinaran.


Renunció al poder porque ya no lo quería.En 1829 Bolívar funda el Correo De Bucaramanga .


El 4 de Junio de 1830,Bolívar pierde a sus mas grandes compañeros ,camaradas leales es asesinado Antonio José De Sucre de tres balazos en la Selva de Berruecos.Bllivar recorría de Cartagena de Indias,Barranquilla,Soledad,y de ahí llega a Santa Marta,Colombia (Nueva Granada) a la Hacienda de San Pedro Alejandrino estaba acompañado del medico fránces Alejandro Próspero Reverend, el mayordomo se llamaba Joaquín de Mier .Bolivar lo dejaban  bilipendiado,cuestionado,traicionado,solitario casí fue para el día 10 de diciembre del mismo año y el Día de 17 de Diciembre de 1830 siendo la 1 y 15 minutos de la tarde dejá siembre nuestro Padre Libertador Simón Bolívar.


Nuestro Comandante Hugo Rafael Chávez Frías Devolvió y revindicaba la reseña histórica y el pensamiento de las ideas de Simón Bolívar porque vive por siempre y para siempre en Nuestra Patria Grande Libre y Soberana sin ningún imperio que lo interfiera por siempre y para siempre !!


Que Viva Simón Bolivar!!

Que Viva Nuestro Comandante Hugo Rafael Chávez Frías!!

Que Viva Nuestro Presidente Obrero y Chavista Nicolás Maduro Moros!!!

Que Viva Nuestra Revolución Bolivariana !!!

Que Viva Nuestro Socialismo Bolivariano del Siglo XXI!!

Unidad,Lucha,Batalla y Victoria Rodilla en Tierra Fusiles al Hombro y Bayoneta Calada !!

#LealesSiempreTraidoresNunca LEALES SIEMPRE TRAIDORES NUNCA !!

INDEPENDENCIA Y PATRIA SOCIALISTA VIVIREMOS Y VENCEREMOS !!!

HASTA LA VICTORIA SIEMPRE!!


PALABRA QUE SI!!


Redactado por: Ricardo Julio De La Cruz Castro/VE

Dirigente Bolivariano,Revolucionario,Socialista,Antiimperialista,Feminista,Humanista,Radicalmente,Verdaderamente,Prifundamente,Esencialmente Chavista de verdad de verdad,Solidario,Activo,Disciplinado,Dirigente de La Colombia Humana,Poeta,Escritor,Intelectual,Ensayusta,Deportista,Atleta,Adiciinado,Recreativo,Gran Lector,Hombre de Lucha,Hombre de Paz,Coherente,Correcto,Elocuente,Locutor Alternativo,Popular,Comunitario,Dirigente Juvenil,Abogado Litigante en Ejercicio.

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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Florestan Fernandes 100 Anos * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT/BR

Florestan Fernandes 100 Anos
Quem é Florestan Fernandes
Nasceu em 22 de julho de 1920, em São Paulo - SP. Era filho único de mãe solteira, a portuguesa imigrante Maria Fernandes, empregada doméstica das grandes famílias paulistas. Florestan é o nome do motorista alemão da família na casa da qual veio a nascer. Sem ter conhecido o pai, Florestan Fernandes, praticamente, foi criado na casa da madrinha Hermínia Bresser de Lima, incentivadora dos seus estudos. Foi por essa convivência que tomou contato com os livros. 

Mas não eram poucas as dificuldades de sua mãe, e transitando  de cortiço em cortiço, o ambiente reconfortante era a casa da madrinha, onde se disciplinava através da leitura, mesmo meio desorganizada.

Afastou-se dos estudos no terceiro ano primário e foi trabalhar para ajudar a sua mãe; foi engraxate, ajudante de padaria e de restaurante. Mas ao completar 17 anos, foi incentivado a retomar os estudos. Matriculou-se numa espécie de "supletivo" e cursou em três anos o correspondente a sete séries, concluídas em 1940.  Aí fez provas para ingressar na USP - Universidade de São Paulo, onde iniciou os estudos de sociologia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas em 1941 para bacharelar-se em 1943. 

Nessa época o Brasil vivia sob a ditadura Vargas - implantada pelo gaúcho Getúlio Vargas através de um golpe, denominado Estado Novo. Por isso, Florestan Fernandes começa a escrever em jornais. O Estado de São Paulo e a Folha da Manhã são os primeiros. Através dessa atividade conhece o intelectual, escritor e jornalista Hermínio Sacchetta, que o convida a militar no Partido Socialista Revolucionário - PSR. Dessa militância resulta sua participação na campanha em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade, como dever do Estado e direito de todos.

A partir daí Florestan Fernandes se insere no mundo disposto a transforma a vida, não só pessoal, mas da sociedade brasileira como um todo. E começou a produzir livros, quase que um atrás do outro. Seu trabalho de conclusão de curso na USP veio a se tornar a sua tese de doutoramento e foi ela a sua primeira obra, inicialmente intitulada A Organização Social dos Tupinambás, foi reescrita e apresentada com revolucionários conceitos de análise social, para vir a ser A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá.

Os novos conceitos sociológicos apresentados por Florestan Fernandes levaram-no a se tornar um inovador da chamada "Escola Sociológica Brasileira", e suas obra transformadas em fonte de inspiração para as gerações futuras de pesquisadores e sociólogos não apenas brasileiros.

Alguns livros do Mestre para quem desejar seguir seu caminho:
A Revolução Burguesa no Brasil
Capitalismo Dependente e Classes Sociais na América Latina
Mudanças Sociais no Brasil
O Negro no Mundo dos Brancos
O Significado do Protesto Negro
Que Tipo de República
Florestan Fernandes e seus diálogos intelectuais
O Que é Revolução
Poder e Contra Poder na América Latina

 Paralelo a sua atividade intelectual, Florestan foi professor universitário, pesquisador e exerceu dois mandatos de deputado federal constituinte pelo PT e veio a falecer devido a um transplante de fígado malsucedido por rejeição. Sua morte ocorreu no dia 10 de agosto de 1995.

Creio que é preciso mais do que a morte para matar um homem, pois inútil foram as perseguições sofridas pelo Professor Florestan Fernandes, vítima dos militares e de todos os fascistas que os apoiam, Sempre recebeu a solidariedade dos intelectuais comprometidos com a defesa dos trabalhadores e conseguiu atravessar o tempo recebendo esse carinho, que agora completa 100 anos.

Salve Professor Florestan Fernandes!
Salve o intelectual comprometido com a luta pelo socialismo!! 
&

Florestan Fernandes e sua trajetória como intelectual orgânico do socialismo

Leonardo Venicius Parreira PROTO – mestrando em História pela UFG – bolsista da CAPES - leoproto@hotmail.com

Prof. Dr. David MACIEL – orientador (Programa de Pós-Graduação em História da UFG)

Palavras-chaves: Intelectual orgânico, autocracia e socialismo.

INTRODUÇÃO

Esse estudo sobre Florestan Fernandes como intelectual orgânico sustenta- se em termos da História dos Intelectuais a partir dos anos 50 no Brasil, com o referencial marxista como instrumental de análise e aprofundamento das pesquisas em torno da história social dos negros em São Paulo, numa pesquisa patrocinada pela UNESCO, que marcaria sua militância acadêmica e política em favor dos marginalizados na história do Brasil (KONDER, 2000).

Sua condição de sociólogo marxista foi ampliada à medida de sua formação acadêmica e atuação em torno das questões sociais do debate nacional a respeito da condição social dos negros, em defesa da escola pública e no próprio fazer acadêmico e termos de pensamento social posto a partir da década de 50 em diante (SOARES, 1997; CANDIDO, 2001).

Para Octávio Ianni (2004), na história da sociologia, o esforço intelectual de Florestan Fernandes está para consolidar esse campo das ciências humanas num sistema de saber, desenvolvendo toda uma sistemática de fundamentação da sociologia brasileira a partir das condições históricas da sociedade na conjuntura do pós-30 e da institucionalização da universidade brasileira.

O percurso intelectual de Florestan Fernandes no desenvolvimento do pensamento da história social no Brasil deve ser entendido não somente na singularidade de sua trajetória, mas como parte de um movimento histórico em que situa sua inserção na vida universitária e na consolidação da carreira acadêmica (a partir de 1940), sua aproximação inicial com o trotskismo (entre 1940 e 1950), seu envolvimento na luta contra a ditadura militar e seu exílio (a partir de 1969) e mais ao final sua militância partidária (a partir de 1985) e publicista na coluna que escrevia semanalmente para a Folha de São Paulo, na qual desenvolve os mais variados temas e debates das questões nacionais (a partir de 1983).

Nessa apresentação da trajetória histórica de Florestan Fernandes temos o intelectual militante, ultrapassando os limites somente teóricos, aplicando o método da práxis (GRAMSCI, 1995; MARX, 2002) em sua atuação teórica/prática, sendo um defensor do público quanto ao tratamento das questões sociais nesse país concentrador de riquezas e marginalizador dos/as trabalhadores/as, enfim, da maioria da população.

Essa imagem do intelectual envolvido com o debate público traz nessa pesquisa uma oportunidade para podermos polemizar com o conceito de intelectual orgânico de Antônio Gramsci (1995)1 o papel do sujeito do mundo das idéias efetivamente envolvido nas lutas sociais e na reflexão política das décadas de 50-70 (TOLEDO, 1998).

Para Eliane Veras (1997) a condição intelectual de Florestan Fernandes é que o teria feito atuar como político na organização partidária, desenvolvendo assim uma militância diferenciada no que diz respeito a seu papel político “de natureza intelectual”. Para esta autora, Florestan Fernandes teve uma atuação radical na política no processo da Assembléia Nacional Constituinte (em 1987), com destaque para o aprofundamento dos debates no país acerca da educação, da democracia, do desenvolvimento técnico-científico; além de sua presença atuante como publicista na imprensa nacional debatendo “temas candentes” dos rumos da nação brasileira. 

1 A influência ou mesmo o contato com a produção de Gramsci no Brasil só foi lida a partir da década de 60 pelos intelectuais de esquerda. A princípio, as idéias gramscianas não influenciaram os pensadores mais antigos da militância do PCB. Somente após o golpe de 64 é que veremos florescer entre os intelectuais do partido e da universidade a apropriação de seus referenciais teóricos (COUTINHO, 1998).

Essa característica de publicista do socialismo, advinda de sua condição de intelectual orgânico foi trabalhada por Paulo Silveira (1987) ao definir Florestan Fernandes em seu marxismo revolucionário. Para este autor, a atuação publicista de Florestan Fernandes reunia três condições de sua formação e trajetória histórica: a primeira está em seu conhecimento aprofundado da história estrutural da sociedade brasileira; a segunda está em sua


intransigência com as formas de manutenção do status quo burguês e a terceira condição situa a luta de classes não somente como desenvolvimento das condições objetivas, mas na relação entre a realidade objetiva e o campo de possibilidades envolvidos na forma expressão subjetiva.

MÉTODO

O estudo desse intelectual da esquerda brasileira se pautará  pelas idéias marxistas, de seu método materialista histórico dialético de análise e da influência de Gramsci no contexto brasileiro. Esse estudo do marxismo brasileiro deverá levar em conta a historiografia das idéias na interpretação sócio-histórica do Brasil dos governos de Jânio Quadros (61), João Goulart (61-

64) e todos os governos militares no pós-64, propício para a renovação do ideário das esquerdas em nosso país.

Em termos teórico-metodológicos, o conceito de intelectual orgânico nos acompanhará nessa pesquisa como referencial analítico das idéias de Florestan Fernandes e do desdobramento de suas análises e influências teóricas e políticas. A respeito desse conceito, a acepção gramsciana do termo refere-se à questão do intelectual como

Na análise de Macciocchi (1977), o intelectual orgânico para Gramsci é associado ao proletariado. Segundo essa autora, “orgânico é o intelectual cuja relação com a classe revolucionária é fonte de um pensamento comum” (p. 198). Sua atuação intelectual está diretamente vinculada há um projeto político de engajamento na luta pela transformação da ação histórica dos sujeitos sociais.

Em nossa metodologia de pesquisa buscaremos destacar na figura de Florestan a representação do intelectual engajado, assumindo a práxis como projeto militante-acadêmico, aproximando teoria e prática, mesmo em uma conjuntura repressiva daquele Estado autoritário. Nos termos da perspectiva marxista, a partir da década de 50,

MATERIAL

As fontes serão utilizadas até o final da pesquisa. As mais acessadas são:


   Nas referências bibliográficas do próprio Florestan Fernandes, especificamente o texto Revolução Burguesa no Brasil e o que é revolução?

   Entrevistas: Encontros/Florestan Fernandes. Org. Amélia Cohn. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2008. As entrevistas presentes nessa coletânea são dos seguintes veículos:

   Folha de São Paulo (23/03/1968); Folha de São Paulo (30/03/1968); Revista Trans/form/ação (1975); Folha de São Paulo (24/06/1977); Jornal Movimento (21/11/1977); Jornal Em Tempo (agosto/1980); Depoimento realizado no Museu da Imagem e do Som/SP (26/06/1981); Revista Ciência Hoje (outubro de 1983); Programa Radiofônico Certas Palavras (maio/1989); Revista Teoria e Debate (30/03/1991); Entrevista realizada em 1992 e inclusa no DVD do filme Cafundó em (2006);Revista Tempo Social (outubro de 1995); 17/18 Ensaio. Florestan Fernandes: Constituinte e Revolução. Entrevista concedida a: J. Chasin, Ricardo Antunes, Antôio Rago Filh, Paulo Douglas Basrsotti e Maria Dolores Prades (fevereiro/1989).

   Programa Roda Viva da Emissora de Televisão Cultura em 05 de dezembro de 1994 (em DVD e transcrita).

   DVD – Programa Intérpretes do Brasil da TV Cultura. Comentado pela socióloga Maria Hermínia Arruda (USP).

CONCLUSÃO

O Estado burguês era nessa visão de Florestan Fernandes uma autocracia e a democracia dele manifestada tinha características de um sincretismo, pois “partia do fascismo, passava pelo autoritarismo e chegava à democracia, sem que o conteúdo autocrático e sincrético do Estado burguês fosse questionado e colocado em xeque” (MACIEL, 2010, p. 03).

Maciel (2010) enfatiza a importância do sociólogo na leitura sobre o Brasil e reconhece nele o esforço teórico-metodológico que não teria o mesmo rigor sem a apropriação do marxismo como recurso heurístico e proposição política. Sua forma de compreensão e explicitação da realidade histórica brasileira é


advinda, segundo este autor, de um profundo conhecimento das categorias da dialética marxista, o que favoreceu na práxis uma “leitura original do marxismo”.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FALCON, Francisco. História das Idéias. In: CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo (Orgs.). Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

FERNANDES, Florestan. Capitalismo dependente e classes sociais na América Latina. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975.

. Sociedade de classes e subdesenvolvimento. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975.

 

. Mudanças sociais no Brasil. 3 ed. São Paulo/Rio de Janiero: Difel, 1979.

 

.                                            A  revolução         burguesa  no    Brasil:   ensaio   de interpretação sociológica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.

 

KONDER, Leandro. História dos intelectuais nos anos 50. In: Historiografia brasileira em perspectiva. 3 ed. São Paulo: Contexto, 2000.

PORTELLI, Hugues. Gramsci e o bloco histórico. 5 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.

MACIEL, D. . Florestan Fernandes e a questão do transformismo na trasição democrática brasileira. In: IV Simpósio Lutas Sociais na América Latina, Londrina - PR. Anais do IV Simpósio Lutas Sociais na América Latina. Londrina

- PR : GEPAL, 2010. v. 1. p. 102-112.

MORAES, João Quartim (Org.). História do marxismo no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, v. 3, 1998, p. 201-244.

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