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sexta-feira, 24 de maio de 2024

ANTIIMPERIALISMO: MOVIMENTO ANGOSTURA * Alí Ramón Rojas Olaya/VE

ANTIIMPERIALISMO: MOVIMENTO ANGOSTURA
Alí Ramón Rojas Olaya/VE

Em 23 de fevereiro de 2018, o almirante Kurt Walter Tidd assinou um documento ultrassecreto chamado: Plano para derrubar a Ditadura Venezuelana – Golpe de Mestre.

Neste material são dados os “Passos para acelerar a derrubada definitiva do chavismo e a expulsão de seu representante”.

Paralelamente, vários “influencers” difundem vídeos ridicularizando Simón Bolívar, alguns pseudo artistas pintam-no de forma grotesca, escritores da Colômbia, Peru, Venezuela e Espanha desacreditam-no e intelectuais ao serviço do decadente modelo civilizacional ocidental dão palestras contra ele em diversas universidades que estão espalhados na Internet.

Devemos lembrar que, durante a vida de Bolívar, James Monroe enviou emissários como John Baptist Irvine, Henry Clay e William Tudor para torpedear a gestão bolivariana. Em 1936, um gangster de Chicago chamado Walt Disney nomeou o cachorro São Bernardo, animal de estimação do Pato Donald, Bolívar.

No documento secreto, o almirante ianque fala de “falta de enraizamento”. Será que este fuzileiro naval acredita que o legado do pai da Nação está pouco enraizado na consciência do povo? Pois bem, deixe-me dizer ao novo regicídio do Comando Sul que o povo venezuelano, *hoje, 23 de maio de 2024, fará a apresentação formal do _Movimento Angostura_ em defesa do Libertador da América do Sul na Praça Bolívar em Caracas , com o apoio da Universidade Internacional de Comunicações, do Centro Nacional de Estudos Históricos, do Ministério do Poder Popular para a Ciência e Tecnologia, da Sociedade Bolivariana da Venezuela, da Frente Nacional de Coletivos Revolucionários Sergio Rodríguez, entre outras entidades do poder constituído e o poder constituinte*.

Lá, as pessoas em seu papel de quilombolas sencientes responderão à pergunta:

Por que existe uma campanha contra o Libertador Simón Bolívar?

(1) Porque é antiescravista, ambientalista, feminista, antioligarca e defensor dos povos indígenas.

(2) Porque em 24 de outubro de 1829 promulgou o Decreto de Quito no qual estabelecia que as riquezas minerais pertencem à República e não a potências estrangeiras.

(3) Porque em 15 de fevereiro de 1819, em Angostura, dirigindo-se aos constituintes de 5 de julho de 1811, disse que o nosso código não é o de Washington.

(4) Porque em 10 de outubro de 1817, Bolívar decretou em Angostura a Lei de Distribuição dos Bens Nacionais entre os povos armados que formavam o Exército Republicano na qual estabelecia que “o Governo garantirá que as partições sejam feitas da forma mais conforme aos interesses de todos, para os quais muitos podem se unir ou acompanhar uns aos outros”.

(5) Porque Bolívar em Angostura, em 7 de outubro de 1817, respondeu ao Tio Sam: “Não permitirei que o governo e os direitos da Venezuela sejam insultados ou desprezados. Ao defendê-los contra a Espanha, uma grande parte da nossa população desapareceu e o resto que resta está ansioso por merecer o mesmo destino. “É o mesmo para a Venezuela lutar contra a Espanha e contra o mundo inteiro, se todos a ofenderem”.

*É por isso que, assim como a esperança, Bolívar está nas ruas.*

ANEXOS
PLANO TERRORISTA DO IMPERIALISMO
ATÉ PAUL NEWMAN DENUNCIA O IMPERIALISMO
ATON FON FILHO DENUNCIA A DITADURA
***

domingo, 8 de janeiro de 2023

SIMON BOLÍVAR E SUA HISTÓRIA * Dilhermando Campos/NETFLIX

SIMON BOLÍVAR E SUA HISTÓRIA

Assim que tive notícia da estreia de uma série sobre a vida de Simon Bolívar no Netflix, em junho de 2019, refiz a minha concorrida lista de filmes de fim de semana. Porém, já com a pipoca, cobertor e companheira de jornada devidamente ordenados, uniformizados em impecáveis moletons e perfilados no sofá aguardando o momento de prestar continência ao General, tive duas decepções.

A primeira é que a série tinha 60 episódios com mais de 50 minutos cada – haja sábado, domingo e madrugadas! Bem, podia aguardar as férias que teria em agosto daquele ano e fazer essa maratona de 50 horas. Se Bolívar cruzou os Andes e atravessou os Llanos no inverno com seu exército para libertar a América, quem sou eu para reclamar de 50 horas no sofá, comendo pipoca e dando empolgados spoilers históricos para minha generala. Concluí que a causa valia o nosso sacrifício!

No entanto, a segunda decepção me obrigou a abortar a jornada revolucionária. Na verdade, Bolívar: una lucha admirable não é propriamente uma série, nem é um épico como eu esperava. É uma telenovela produzida pela Caracol Televisión da Colômbia. Não que eu não reconheça os méritos do gênero mais apreciado da teledramaturgia latino-americana e as potencialidades de explorá-lo na pedagogia popular. Mas, tenho que confessar, não é o meu predileto. E, por isso, assim como o general Francisco de Miranda, capitulei diante da minha missão.

Um ano depois, cá estou eu de quarentena no meio de uma pandemia global, também cumprindo pena pela traição à causa. Pelo ofício de professor, que virou trabalho remoto no confinamento, e pela asma que trago da infância, sigo trancado em casa há… sei lá, já perdi a conta!… e, por isso, tive agora a chance de me redimir ante El Libertador.

Antes de retomar a missão, talvez inconscientemente tentando buscar motivos para ser dispensado dela, resolvi ler um pouco sobre a série e sua repercussão ao longo desse último ano. Descobri que antes mesmo da estreia houve uma polêmica entre os produtores e o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Na semana anterior ao lançamento, Maduro disse: “Las televisoras de la oligarquía colombiana van a inaugurar una miniserie de Bolívar. ¿Cuántas mentiras, difamaciones y basura pondrán en la miniserie?”

A fala do presidente foi respondida de forma veemente pela roteirista, Juana Uribe, e pelo ator, Luis Gerónimo Abreu, que interpreta o Bolívar adulto, dizendo que Maduro devia primeiro assistir a obra para depois fazer comentários a respeito e que tinham certeza que o povo venezuelano se orgulharia do Bolívar retratado na produção.

Só que eu entendi perfeitamente a desconfiança do presidente Maduro. Eu mesmo tenho como meta nunca assistir ao filme sobre Getúlio feito pela Globo Filmes. Não assisti, não vou assistir, não quero saber a respeito, pois tenho a absoluta certeza de que a obra é um insulto à memória do Presidente Vargas, feita pela oligarquia que o perseguiu até a morte e que tenta destruir seu legado até os dias de hoje. Pronto! O comandante Nicolás Maduro havia me dispensado da árdua tarefa.

Porém, no clique seguinte, descubro que Maduro, após a polêmica, não só assistiu à série com sua esposa, como se desculpou com os produtores pela manifestação precipitada, elogiando os atores, o roteiro e se lastimando pela série não ter 1.000 episódios, ao invés de apenas 60. Com isso, não tive escapatória e parti, com um ano de atraso, para uma longa marcha que começa na San Mateo do século XVIII.

A série se divide nas fases da vida de Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios Ponte-Andrade y Blanco, o homem mais rico da Venezuela que se converte no maior revolucionário do continente americano. Meu incômodo inicial se deu pela primeira parte da história, que retrata a infância do jovem Simón, lembrar um pouco novelas de época, dessas que a Rede Globo costuma veicular no horário das 6 da tarde. Mas essa parte é importante para a composição dos personagens e do ambiente cultural, econômico, político e sanitário da Venezuela de então. Caso se encoraje por este texto a empreender a mesma marcha e não seja grande admirador desse gênero da dramaturgia, lembre-se nesse ponto da jornada que está vendo a história de ninguém menos que Simón Bolívar! Continue.


Os primeiros capítulos mostram Simón aos 9 anos (interpretado pelo ator Maximiliano Gómez), nas vésperas da morte de sua mãe, María de la Concepción Palacios, que se apressa em resolver questões burocráticas para resguardar o patrimônio da família. Viúva e tuberculosa, María de la Concepción corria contra o tempo pela ambição dos parentes sobre a herança de seus filhos, especialmente por parte de seu inescrupuloso irmão, Carlos Palacios. Nesse período, a rica família Bolívar enfrenta a corrupta e implacável burocracia colonial, comandada pelos chapetones, como eram conhecidos os colonos brancos vindos da Espanha, que discriminavam e subjugavam os criollos, descendentes dos espanhóis nascidos na América.

A brutalidade da escravidão também é retratada na produção. As cenas de violência contra os negros, especialmente contra os escravos fugitivos, são muito impactantes. Historicamente, sabe-se que Bolívar foi acompanhado por toda a vida pelo ex-escravo José Palacios, seu fiel escudeiro que esteve ao lado do Libertador até seus últimos dias, o que foi bem mostrado na série. Sobre o personagem Dionísio, outro ex-escravo da fazenda dos Bolívar-Palacios, sabe-se que era filho de Negra Hipólita, figura importante na vida de Bolívar, a quem ele chamava em suas cartas como “su madre y su padre“. Porém, não há registros de que Dionísio tenha fugido para um quilombo, onde viveu até ser incorporado ao Exército Patriota, como mostrado na série.


A produção usa essa estratégia narrativa de introduzir alguns fatos e personagens ficcionais que concentram histórias, contradições, sofrimentos e anseios de grupos que realmente estiveram envolvidos nas guerras de libertação das colônias. Segundo a roteirista da série, 80% do que é mostrado é baseado em personagens e fatos reais, comprovados pela historiografia, e 20% são ficcionais para permitir a fluidez narrativa e romancear partes da trama, adaptando-a ao gênero dramatúrgico da produção.

É uma estratégia que funciona bem, mas pode confundir um pouco o público brasileiro que, infelizmente, desconhece a história da América Latina. Das resenhas que li em espanhol, foi muito comum ver a frase “é uma série muito boa para revisarmos os conteúdos dos cursos de história da escola”. Mas, como sabemos, as elites brasileiras sempre se esforçaram muito, desde o Império, para que o nosso povo não descubra que o Brasil faz parte do continente latino-americano. Sempre lembro disso quando vejo o jornalismo da Globo chamar a “correspondente para América Latina”, que mora na Argentina, como se São Paulo fosse parte da Europa ou da América Anglo-saxônica.

Como não estudamos, ou estudamos muito pouco na escola a história latino-americana, vale a pena ir pesquisando a respeito dos personagens, fatos e locais à medida que aparecerem na série (com cuidado de não ir na leitura além do ponto em que está assistindo, caso não queira tomar spoilers). Essa metodologia pode converter a série em um pequeno supletivo da história da América Latina, talvez envergonhando o espectador mais curioso que conhece com detalhes a travessia dos Alpes realizada por Aníbal na guerra de Roma contra Cártago, mas nunca tinha ouvido falar do Paso de los Andes, quando o exército maltrapilho de Bolívar cruzou a gélida cordilheira pelo páramo de Pisba para surpreender os espanhóis na tomada de Tunja e Bogotá. Outra recomendação de pesquisa, se não conhecer bem as diversas formatações dos países ao longo das guerras de libertação e a divisão dos vice-reinos que a coroa espanhola fazia no continente americano, é buscar por essas informações geográficas para se localizar melhor nas partes da história apresentadas na série.

Outra dica importante: caso não vá assistir só e conheça um pouco da história latino-americana, por questões de segurança pessoal, sugiro ter cuidado redobrado com spoilers. Fui advertido, em grau crescente de rispidez, que frases como “isso foi antes da derrota em Puerto Cabello”, “depois que destruírem a Segunda República”, “ele ainda não foi exilado na Jamaica”, “só depois que ele ficar viúvo” ou chamar pessoas que aparecem pela patente militar com a qual são conhecidas hoje, especialmente se naquele momento da história o personagem for um simples civil, configura uma, cito literalmente, “sequência irritante de spoilers”. Após o ultimato, “no próximo eu paro de assistir”, me contive, guardando o melhor de todos para o fim, onde terei meu momento pernóstico de ouro, na Conspiración Setembrina: “La Libertadora del Libertador”, “La Libertadora del Libertador”, “La Libertadora del Libertador” – repeti mentalmente por dias aguardando o momento certo para me antecipar alguns milésimos de segundo quando a fala aparecesse.

De um modo geral, a série é muito bem produzida, com cenas incríveis de batalhas famosas, figurinos impecáveis, atores excepcionais – valendo destacar a espetacular atuação de Luis Gerónimo Abreu que deu vida ao Bolívar na maturidade. Na terceira fase da história, quando Bolívar retorna da Jamaica para libertar definitivamente a Grã-Colômbia, a produção ganha uma dinâmica nova, pois é baseada nos diários de Daniel O’Leary, importante documento das batalhas e do dia a dia da guerra. O’Leary foi membro da brigada britânica que lutou ao lado de Bolívar e que passa a ser o narrador da série a partir desse ponto.


A produção é muito rica em detalhes biográficos de Simón Bolívar e também de Manuela Sáenz, ‘la amante y patriota de usted’– interpretada de forma excepcional pela atriz equatoriana, Shany Nadan –, cuja história é apresentada em paralelo à do Libertador até se cruzarem e se apaixonarem em Lima, quando Manuelita se incorpora ao Exército Patriota. Além de possibilitar as situações românticas necessárias ao gênero da teledramaturgia, essa forma de mostrar as duas vidas correndo em paralelo permitiu uma valorização do papel da mulher nas guerras revolucionárias, que ocuparam todos os fronts, precisando ainda confrontar a cultura ultraconservadora da época. Talvez a atuação militar de Manuelita pudesse ter sido mais bem explorada em sua participação na Batalla de Ayacucho, sob comando do General Sucre, onde teve brava atuação, mas foi mostrada de forma muito breve na série.


Sobre o conteúdo histórico, valeria aparas também na forma como retratam o general Francisco de Miranda, o precursor da independência hispano-americana, apresentado como um mercenário decadente, o general Rafael Urdaneta, dando muito enfoque a algumas vacilações desse fiel seguidor de Bolívar, e o general José Antonio Páez, mostrado apenas como um homem chucro dos Llanos, que se alfabetizou depois de adulto. Páez é uma figura interessante, pois, apesar dessa origem simples, foi um homem que se superou incrivelmente ao longo da vida, não apenas liderando o exército de llaneros que foi fundamental nas guerras de libertação, como se tornando o primeiro presidente da Venezuela, após a dissolução da Grã-Colômbia – cargo que ainda veio a ocupar por mais duas vezes –, além de ter aprendido idiomas e se dedicado à música quando teve oportunidade nos interregnos de seus mandatos.

Sobre a história dos confrontos clássicos, apesar da superprodução da Batalla de Pantano Vargas e da Batalla de Boyacá, há a ausência inexplicável da Batalla de Carabobo, na qual Bolívar conseguiu finalmente expulsar os espanhóis da Venezuela e libertar o país. Talvez pela série ser colombiana não julgaram central retratar esse fato histórico, mas é uma ausência notável em uma produção que visa contar a história de Bolívar.


Em relação à biografia do Libertador, há que se levar em consideração que as telenovelas, além serem compostas por inúmeras cenas de romances e mais romances próprias do gênero dramatúrgico, tendem a apresentar as decisões dos personagens como impulsos individuais, desatrelados de sentidos mais transcendentes ou de mudanças na visão de mundo fruto da maturidade. Para a história funcionar, as paixões devem estar no comando, surpreendendo o espectador pela imprevisibilidade e audácia dos apaixonados.

Nesse sentido, é compreensível porque o regresso de Bolívar da Europa para libertar a América é apresentado como uma decisão de um jovem rico em busca de sentido para a vida, que deseja incluir no currículo um feito grandioso que o distinga na História. Talvez por esse motivo, não apareça na série a cena do Juramento del Monte Sacro, episódio em que Bolívar, diante de seu ex-professor venezuelano, a quem reencontra na Europa, o revolucionário filósofo e pedagogo Simón Rodríguez, faz um juramento se comprometendo a lutar até seu último dia pela causa independentista hispano-americana.

Apesar de não ter frequentado cursos formais, além da escola militar, Bolívar teve grandes tutores ao longo da vida. A visão de um criollo que, a partir dos estudos e vivência nas metrópoles do mundo, dá inteligibilidade às suas revoltas políticas, compreendendo o papel das colônias dentro do sistema mundial e jurando tomar para si a causa da libertação de seu povo, talvez não coadune com o gênero narrativo da produção. O fato é que daria uma bela cena, Bolívar bradando o juramento no monte romano, cujo conteúdo conhecemos por trocas de cartas posteriores entre ele e Simón Rodríguez: “¡Juro delante de usted, juro por el Dios de mis padres, juro por ellos, juro por mi honor y juro por mi patria, que no daré descanso a mi brazo, ni reposo a mi alma, hasta que haya roto las cadenas que nos oprimen por voluntad del poder español!”

Por fim, é interessante que, mesmo sendo colombiana, a série toma o partido de Bolívar na rivalidade com o general Santander, mostrado como alguém hesitante, sempre disposto a sabotar o projeto da Grã-Colômbia. Na disputa entre santanderistas e bolivarianos, que se deu em torno do federalismo liberal e do centralismo autocrático, com o qual o Libertador queria evitar a fragmentação do novo país, a história apresentada é claramente favorável à visão defendida por Bolívar.


No entanto, curiosamente no episódio da Conspiración Setembrina – aguardado por mim desde o início para o meu spoiler de placa –, a série isenta Santander do complô, a despeito das provas que existem da sua culpabilidade. No evento central desse episódio, quando eu me preparava repetindo mentalmente “La Libertadora del Libertador”, “La Libertadora del Libertador”, aguardando a hora exata… tocou a companhia e eu perdi o timing!!

Era a padaria que agora, na pandemia, tem feito entregas em casa, protegendo seus consumidores do coronavírus e das ilusões cinematográficas que podem nos fazer esquecer da mediocridade existencial que vivemos no atual momento. Máscara no rosto, álcool em gel preparado, tive que ir lá fora atender o entregador, esse herói latino-americano do século XXI que vem salvando milhões de vidas montado em sua moto, enquanto luta contra o subemprego aguardando a libertação da Pátria.
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BOLÍVAR BIOGRAFIA
CARACOL TV E NICOLAS MADURO

El Presidente de #Venezuela, Nicolás Maduro, se retracto públicamente este 31 de julio de 2019 sobre sus opiniones previas en torno a la serie "Bolívar, una lucha admirable" escrita por Juana Uribe, producida por Caracol Televisión y distribuida por Netflix. La recomienda ampliamente. "Cometí conceptos prejuiciados y adelantados sobre la serie, y me equivoqué. Ofrezco excusas. Hemos quedado maravillados y conmovidos. Lograron en la serie traer un Bolívar, vivo, humano, sensible"

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sábado, 31 de julho de 2021

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Eleições na Venezuela neste 06 de dezembro * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT / BR

Eleições na Venezuela neste 06 de dezembro

todo repúdio à intervenção imperialista, mas nenhuma conciliação com os golpistas!

Serão realizadas no próximo dia 06 de dezembro, as eleições legislativas na Venezuela, que neste ano aumentará o número de Deputados à Assembleia Nacional de 165 para 277 cadeiras, ampliando a representação nacional. “Participarão 107 partidos políticos, 98 deles partidos de oposição e 14.000 candidatos do sexo masculino e feminino, o que representa mais de 90% das organizações políticas legais registradas no CNE.” (Ministério do Poder Popular para Relações Exteriores, 03-12-2020). O imperialismo e seus tradicionais peões na América Latina, tem desenvolvido intensa campanha internacional contra o pleito, através de uma campanha baseada em verdadeira guerra psicológica e de calúnias à pátria bolivariana e ao presidente Nicolas Maduro.

A Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), tradicional instrumento da geopolítica de Washington em nosso continente, aprovou uma resolução no último dia 21 de outubro, declarando “fraudulentas” as eleições. Tanto é assim, que o Secretário de Estado dos EUA, o carniceiro Mike Pompeo, deu as cartas nessa farsante Assembleia colonial, declarando de forma arrogante a seus vassalos presentes, as receitas golpistas a serem seguidas fielmente contra a Venezuela.

Como verdadeira caixa de transmissão dos interesses imperialistas internamente, a direita golpista venezuelana publicou um documento assinado por 27 partidos burgueses, entre eles os que são dirigidos pelos fascistas Leopoldo López e Henrique Capriles, declarando o boicote ao pleito e convocam a chamada “comunidade internacional” a não reconhecerem o processo eleitoral. A extrema direita que hoje possui maioria na Assembleia Nacional (controlam 112 dos 167 assentos no parlamento), sabe que perderão um dos seus últimos recursos políticos formais para instrumentalizar o golpismo com aparências “legalistas”, por isso o circo montado em torno da sabotagem ao processo eleitoral.

Por sua parte, o governo Maduro tem garantido a mais ampla transparência do processo, abrindo o país aos observadores internacionais de diversos países, mostrando ser bem distante da verdade, as falácias veiculadas pela imprensa capitalista mundial sobre a suposta “ditadura” chavista na Venezuela.

É inegável que no contexto de um Estado ainda capitalista (as bases de um Estado burguês, ainda que nacionalista, antiimperialisra e democrático até o momento permanecem na Venezuela), o regime político venezuelano seja dos mais democráticos do mundo: as próprias eleições extremamente transparentes recorrentes no país, o fortalecimento de mecanismos de participação popular existentes, etc., mostram isso de forma cabal. O fato de um golpista agente de uma potência estrangeira, como Juan Guaidó ainda estar em liberdade e possuindo direitos políticos; o parlamento nacional ser controlado pela maioria opositora e mesmo o indulto que o governo chavista concedeu a mais de 100 conspiradores contra seu governo, são expressões disso.

Por outro lado, ao não avançar no sentido da socialização completa dos mais importantes meios de produção, do sistema financeiro, da grande imprensa golpista e da expropriação dos principais setores da burguesia interna, a Venezuela corre gravíssimos riscos de ser vencida pela contra-revolução.

As declarações de setores do chavismo de que “Um conflito permanente determinado pelo fato de que o socialismo bolivariano-que se define como socialismo do século XXI-não optou por proibir a burguesia através da ditadura do proletariado, mas por conviver com ela, apostando em tirar o solo de baixo dos pés, desmantelando o velho estado burguês por dentro...” e [...]”viver ‘dormindo com o inimigo em casa’(Ministério do Poder Popular, 12 de 2020), são ao nosso ver de uma ingenuidade gritante. As experiências históricas das lutas de classes, da Comuna de Paris, revolução vietnamita, aos golpes de Estado e da contra-revolução na América Latina são demasiadamente pedagógicas para nos iludirmos em “dormir com o inimigo em casa”.

A experiência revolucionária mais rica que tivemos em nosso continente, a revolução cubana, nos ensinou que não podemos transigir com o inimigo imperialista e muito menos seus lacaios internos. Justamente ao contrário, como diria o grande mestre do proletariado internacional Vladimir Lenin: “Mas a ditadura do proletariado, isto é, a organização da vanguarda dos oprimidos como classe dominante para a repressão dos opressores, não pode conduzir a um simples alargamento da democracia. Juntamente com uma imensa ampliação do democratismo, que se transforma pela primeira vez em democratismo para os pobres, em democratismo para o povo, e não em democratismo para os ricos, a ditadura do proletariado impõe uma série de excepções à liberdade em relação aos opressores, aos exploradores, aos capitalistas. Temos de os reprimir para libertar a humanidade da escravidão assalariada, é preciso quebrar a sua resistência pela força; é claro que, onde há repressão, há violência, não há liberdade, não há democracia” e que “Democracia para a maioria gigantesca do povo e repressão pela força, isto é, exclusão da democracia, para os exploradores, para os opressores do povo - tal é a modificação da democracia na transição do capitalismo para o comunismo.” (Lenin, “O Estado e a Revolução”).

Neste sentido, subsidiados pelas experiências das revoluções e contra-revoluções do século passado aos nossos dias e tendo plena ciência das dificuldades do processo pelo qual passa o povo venezuelano, resultado da sabotagem imperialista internacional, pensamos ser imperioso o avanço da revolução bolivariana em sentido à ditadura do proletariado, que feche as contas de capitais do país e monopolize através do estado o comércio exterior; que se avance no sentido da planificação econômica; da nacionalização do sistema financeiro e de crédito; para minar os efeitos da guerra de propaganda golpista, é preciso estatizar por completo toda a imprensa burguesa e fortalecer os mecanismos de comunicação comunitárias e populares; o armamento das massas, treinamento militar popular, a constante educação nacionalista-revolucionária entre os militares, devem ser incrementados. 

Não há mais espaços para ilusões: uma eventual vitória da contra-revolução na Venezuela banharia o país em sangue e instauraria um regime de tipo fascista 

abertamente terrorista. Dessa forma, fortalecer os mecanismos de poder popular e eliminar a burguesia golpista como classe, é tarefa central dos trabalhadores venezuelanos, que necessitam urgentemente da mais ampla e militante solidariedade internacional dos seus irmãos de classe.

A Frente Revolucionária dos Trabalhadores do Brasil, está incondicionalmente ao lado dos trabalhadores revolucionários da pátria de Bolívar e Chávez. Defendemos a mais ampla autonomia e independência do povo venezuelano para decidir seu destino e repudiamos firmemente a sórdida campanha intervencionista do imperialismo contra nosso país irmão. No entanto temos certeza, de que somente avançando em direção ao autêntico socialismo poderá se consolidar a revolução bolivariana.

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

CARLOS MARIGHELLA, PRESENTE!! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT-BR

 CARLOS MARIGHELLA, PRESENTE!!

Homenagem a Carlos Marighella da Coordinadora Simon Bolivar

Homenagem a Carlos Marighella feita por Carlos Pronzato
*
CARLOS MARIGHELLA, PRESENTE!!

Há 51 anos, em 04 de novembro de 1969, era assassinado o político,


escritor e revolucionário Carlos Marighella em uma emboscada do

Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) comandada

pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury.


Carlos Marighella nasceu no dia 05 de dezembro de 1911, em Salvador (BA), filho da baiana Maria Rita do Nascimento e do imigrante italiano Augusto Marighella. Incentivado pelos pais, cursou Engenharia na Escola Politécnica da Bahia e nesse período se aproximou da Juventude Comunista de Salvador.


Marighella escreveu poemas e denunciou a censura, participando ativamente de manifestações estudantis, e por esse motivo foi preso pela primeira vez no governo do interventor Juracy Magalhães. Depois do seu período na prisão, passou a militar efetivamente na Juventude Comunista de Salvador. 


Em 1936, aos 25 anos de idade, o militante baiano foi transferido para o Rio de Janeiro para ajudar na reorganização do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Nas manifestações em 1° de maio do mesmo ano é preso pela segunda vez, torturado e após um ano sai da prisão e entra na clandestinidade, mudando-se para São Paulo em 1937. Dois anos depois, já sob a ditadura do Estado Novo, Marighella se torna um preso político pela terceira vez.


Ficaria preso por seis anos, e nesse período aprendeu inglês e ajudou na alfabetização de companheiros do cárcere. Marighella sai da prisão em 1945 com a anistia do Estado Novo, período que Luís Carlos Prestes e outros presos políticos do regime também são libertos. Em dezembro do mesmo ano ele é eleito deputado federal pela Bahia através das eleições constituintes, entretanto não demorou muito para Marighella voltar à clandestinidade porque em 1947 durante o governo de Eurico Gaspar Dutra o PCB tem seu registro cassado. 


Passado o tempo, o Brasil vivencia o golpe militar de 1964 e Carlos Marighella é preso pouco depois do golpe deflagrado, foi baleado em uma sala de cinema no Rio de Janeiro. Solto um ano depois, Marighella é contrário ao posicionamento de conciliação que o PCB adotou após o golpe. Para ele, a luta de guerrilha era a única saída para aquele momento de repressão. O Comitê Central do PCB, liderado por Prestes, expulsa a ala divergente que em 1967 criaria a Ação Libertadora Nacional (ALN).


Carlos Marighella se torna líder da ALN, a maior organização de guerrilha contra a ditadura militar no Brasil, e por isso é considerado o inimigo número um do regime. Na noite de 04 de novembro de 1969 ele é assassinado em São Paulo, em uma emboscada na Alameda Casa Branca no bairro Jardim Paulista. O delegado Sérgio Paranhos Fleury armou tudo depois de torturar os freis dominicanos Fernando de Brito e Ivo Lesbaupin, obrigando-os a marcar um encontro com Marighella. Cinco tiros. E então a ditadura militar eliminava seu inimigo número um.


Depois do assassinato de Carlos Marighella muitas homenagens foram feitas ao revolucionário, e com o passar dos anos muitos ainda procuram conhecer sua história. Com uma vida muito agitada, o baiano lutou até onde pôde defendendo o que acreditava. Nunca se calou diante da censura e repressão. Preso e torturado inúmeras vezes, continuou na busca de uma sociedade livre de opressões. Assassinado e ainda vivo em ideais. Carlos Marighella, presente!


#CarlosMarighella 

#Revolucao

#DitaduraNuncaMais

#TodasAsVidasImportam

#SMDH

*

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Repúdio ao Imperialismo * FRT/BR

REPÚDIO AO IMPERIALISMO 

"COMUNICADO OFICIAL DE LA FUERZA ARMADA NACIONAL BOLIVARIANA

FANB20SEP2020


La Fuerza Armada Nacional Bolivariana informa que el día de ayer sábado 19SEP2020, en el marco de la operación “Escudo Bolivariano 2020 – Centauro de los Llanos” y con base en información de inteligencia suministrada por el Sistema de Protección Para la Paz (SP3), se


ejecutó la neutralización de tres campamentos ubicados en los sectores Tres Esquinas, Mata de Bambú y Las Palmitas, todos en el municipio José Antonio Páez del estado Apure; desde donde operaban grupos estructurados de delincuencia organizada que se dedicaban al secuestro, extorsión, narcotráfico y otros ilícitos.


Como resultado de la operación fueron detenidos cinco terroristas, a quienes se les incautó: cinco fusiles de asalto, tres pistolas automáticas, abundantes cartuchos de diferente calibre, uniformes camuflados, equipos audiovisuales y de telefonía, así como variados pertrechos de guerra. Las unidades militares acantonadas en la zona continúan en los actuales momentos labores de rastreo y persecución de otros integrantes de los precitados grupos delincuenciales.


Por otra parte, debemos informar el lamentable fallecimiento del Primer Teniente Augusto David Linares, el Teniente Miguel Ángel Mora García, el Sargento Mayor de Primera Gabriel Alexander Pérez Silva y el Sargento Segundo Reiber David Chirinos Reyes; quienes perdieron la vida cumpliendo con el sagrado juramento de defender la Patria, por lo que en honor a su heroicidad, el Presidente Constitucional y Comandante en Jefe de la FANB ha ordenado el ascenso post morten. Expresamos las más sentidas condolencias a sus familiares y les ofrecemos nuestra solidaridad y apoyo incondicional. Así mismo se mantienen bajo estricta observación médica, cuatro efectivos militares que resultaron heridos.


Es importante destacar que estos grupos al margen de la ley, provienen de territorio colombiano, donde se desplazan con absoluta impunidad y la aquiescencia del gobierno y las fuerzas militares de ese país, en permanente conspiración contra Venezuela, que padece desde hace décadas la violencia generada en Colombia.


El ciudadano Nicolás Maduro Moros, Presidente Constitucional de la República Bolivariana de Venezuela, nuestro Comandante en Jefe, de manera enfática ha impartido órdenes precisas de continuar llevando a cabo este tipo de acciones. En tal sentido, reiteramos el irreductible compromiso de seguir combatiendo sin descanso a estas organizaciones criminales que pretenden alterar la paz y el buen vivir del pueblo venezolano. Defenderemos a todo trance, haciendo uso legítimo de la fuerza del Estado y con la estoicidad de las soldadas y los soldados de la Nación, su integridad territorial, nuestra libertad, soberanía e independencia.


¡Chávez vive!… ¡La Patria sigue!


¡Independencia y Patria Socialista!… ¡Viviremos y venceremos!


¡Independencia o nada!


¡Leales siempre!… ¡Traidores nunca!


Caracas, 20 de septiembre de 2020


VLADIMIR PADRINO LÓPEZ

General en Jefe


 TAGS:DEFENSA INTEGRAL DE LA NACIÓNFANBMPPDUNIÓN CÍVICO MILITARVENEZUELAVLADÍMIR PADRINO LÓPEZ"

domingo, 20 de setembro de 2020

PRONUNCIAMIENTO EN SOLIDARIDAD CON LA REVOLUCION BOLIVARIANA / FRT/BR

 PRONUNCIAMIENTO EN SOLIDARIDAD CON LA REVOLUCION BOLIVARIANA



El Colectivo de Defensa de la Embajada de la República Bolivariana de Venezuela en El Salvador, a 322 días de defensa, manifestamos nuestra solidaridad con el pueblo de Simón Bolívar y Hugo Chávez.

Las elecciones para la Asamblea Nacional el 6 de diciembre próximo serán otro ejercicio de democracia participativa y protagonismo del pueblo venezolano. A lo largo de 21 años de revolución bolivariana, las 25 elecciones han sido importantes escenarios de lucha popular.

Durante cinco años, la Asamblea Nacional ha estado en manos de la oposición pro-imperialista. Los diputados vendepatrias han pasado estos años confabulándose con el imperialismo gringo en la creación de un gobierno títere que solo ha funcionado en el exterior para robarse activos como CITGO, cuentas bancarias y reservas de oro del pueblo venezolano y para promover la la profundización del bloqueo criminal en su contra. Conspiran con el gobierno de Colombia, país que sirve como base para mercenarios quienes infructuosamente intentan una y otra vez incursionar en Venezuela. Su presidente, Duque, recibió a tropas elites de EEUU que, en el marco de la adhesión de Colombia a la OTAN y bajo la dirección del Comando Sur, realizan maniobras militares conjuntos al ejército colombiano en tierra, mar y aire. 

El gobierno de Trump, junto a gobiernos títeres de la región y de Europa, pretende que no se realice las elecciones para evitar que el pueblo retome esa cancha; la desventaja de las fuerzas pro imperialistas en las encuestas es notorio. No realizar las elecciones sería justificar más medidas de hecho incluyendo una futura agresión militar. La gira actual de su lacayo Mike Pompeo en los países vecinos busca profundizar el aislamiento de Venezuela y crear condiciones óptimas para una intervención militar.

En este contexto, garantizar que las elecciones se realicen es la primera batalla. Con el objetivo de crear condiciones para que un sector de la derecha participe en las próximas elecciones, el presidente legítimo, Nicolás Maduro decretó amnistía a un grupo de opositores de extrema derecha sentenciados por su involucramiento en actos de golpe de Estado y terrorismo. Quedan desenmascaradas las fuerzas enemigas nacionales e internacionales que buscan deslegitimar al gobierno con falsos informes de violaciones de derechos humanos para postergar las elecciones. Aunque la amnistía sabe a trago amargo, es un paso necesario y oportuno para vencer en esta lucha. 

El gobierno del presidente Nicolás Maduro y el pueblo venezolano no permitirán que se viole la Constitución. Saldrán victoriosas sobre las pretensiones imperialistas de sabotear las elecciones así como en la recuperación popular y soberano del parlamento.

¡QUE VIVA EL PUEBLO BOLIVARIANO!

¡VIVIREMOS Y VENCEREMOS! 


San Salvador, 19 de septiembre del 2020

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sexta-feira, 24 de julho de 2020

Feliz Aniversário Simón Bolívar!! Ricardo Julio De La Cruz Castro/VE

FELIZ ANIVERSÁRIO SIMÓN BOLÍVAR

Se Cumplen 237 años del Natalició de Nuestro Padre Libertador Simón Bolívar


Simón José Antonio De La Santísima Trinidad Bolivar Palacios y Blanco nació en Caracas el 24 de julio de 1783,fueron sus padres Juan Vicente Bolívar y María Conceociòn Palacios a la edad de los 2 años quedó huerfáno de madre y a los 9 quedó huerfano de padre sus maestros eran Simón Rodríguez,Andrés Bello,Rafael Urdaneta,Francisxo De Miranda tuvieron que dar clases en su casa era rebelde,revoluciinarii,socialista se fue a Madrid se casó cin una madrileña Maria Teresa Rodríguez del Toro Ialaiza murió de una fiebre amarilla en San Mateo ,Estado Aragua cobsiguió su maestro Simón Rodríguez se fue a Roma se juramenti el 15 de Agosto de 1805 y se hizo Libertador Liberó a Venezuela a Colombia ( Nueva Granada),Ecuador,Perú,Bolivia y Panamá.


Sus resto de.mujeres eran de Bolívar: Elenita Lenoit Fanny Dubillars y Manuelita Saenz La Libertadora del Libertador.


Bolívar contribuyó la firma de la Independencia de Venezuela el 19 de Abril de 1810 .Ese mismo año,Bolívar fue partícipe en la Firma del Acta de La Independencia de Colombia ( Nueva Granada) el 20 deJjulio de 1810.


El 5 de Julio de 1811,Bolívar tambien logra liberar a Venezuela y derrota al imperio español.


Bolívar pensaba en no solo en años sino en siglos.Bolivar tenía planes para liberar a Cuba y Puerto Rico era porque Colombia tenia que ser redonda.


El 14 de mayo de 1813,Bolivar inicia la Campaña Admirable que inicia en Cartagena de Indias hasta el 6 de agosto del.mismo años en que entra triunfante a Caracas.


En 1814 Bolivar es exiliado en Haití ahí le otorgan el titulo del Libertador y ahí conoce a Alexander Petion a Henry Cullen y otros.


El 6 de septiembre de 1815,Bolivar redacta la Carta de Jamaica en el cual pedía el apoyo de la Unidad de los pueblos latinoamericanos y caribeños .Luego llegaban duras batallas que fueron derrotadas con Bolívar al mando la de la batalla del oriente por Barcelona Estado Anzoátegui en 1816 frente a las tropas de Pablo Morillo,José Tomas.Boves,Ambrosio Plaza,Pedro Gual y José María España.


En 1817,Bolívar funda el Correo del Orínoco el 20 de noviembre del mismo año,Bolívar anexó la octava estrella de Venezuela en honor a la liberación de la provincia de Guyana.


En 1818,Bolivar preparaba de afrontar muchas batallas.El 15 de febrero de 1819,Bolivar instala El Congreso de Angostura.El 3 de abril del mismo año,Bolivar lideraba una batalla que casi estaba apunto de perderla pero la ganaron con a punta de coraje era 150 llaneros contra 2 mil soldados españoles los derrotarin los desmoronaron completamente.El 25 de Julio de 1819,Nolívar lidera La Batalla del Pantano de Vargas derrotando a los soldados españoles hasta el 7 de Agosto de 1819 culmina con la Batalla de Boyacá Firmando El Acta de Independenxia de Colombia ( Nueva Granada).


En 1820,Bolívar recorría en grandes batallas y en grandes victorias.


El 24 de Junio de 1821,Bolivar estaba en La Batalla de Carabobo tambien derrotando con los soldados patriotas a los españoles.Ese año se instala La Convención de Ocaña.En 1822 Bolívar libera al Ecuador en diversas batallas como la de Atahualpa,la de Guayaquil,la de Guaras,y la de Quito y de ahí conocia A Manuelita Saenz La Libertadora del Libertador.En 1824 Bolívar se dirige al Perú y conocía al Gran Prócer de Argentina José De San Martín.Bolivar liberaba al Perú con las batallas de Cusco,Arequipa,Junín y Finalmente el 9 de Diciembre de 1824 con la de Ayacucho liderado tambien por el cumanes El Gra  Mariscal de Ayacucho,Antonio José de Sucre y Alcalá soldado Bolivariano y estuvo acompañado de los 400 momposinos junto a Bolívar.


En 1825,Bolivar se dirigió a Bolivia para liberar a su pueblo.Bolivar fue Ministro de Educación de Bolivia y Antonio José De Sucre y Alcalá fue primer Presidente de Bolivia ,instala El Congreso de Bolivia,iba dirigir a Argwntina pero el Congreso de Colombia (Nueva Granada) lo negaron.


En 1826 Bolivar instala el Congreso Anfictiónico de Panamá.


Cuando Bomivar regresó a Caracas en 1827 ya era dueño y señor del poder.Bolivar lo llamo en una ocasión la primera gran lanza heroes en la Queseras del.Medio en las Sabanas de Apure El frande Pallará el centauro José Antonio Paéz,pero a Paez al principio era Bolivariano pero traicionó a Bolívar y alio con la oligarquía negra se encargaban a Bolívar de difamarlo.Y de ahí a Bolívar lo echaron de Venezuela lo expulsan.A Bolivar lo querian fusiarlo ahí redactado el Decreto de Valencia llamandolo "Traidor" y ordenó su captura y su fusilamiento y se fue a Bogota y allá tenía muchas cosas quehaceres también .Ya era dueño y señor del poder un ambicioso granadino antibolivariano y viceral Francisco De Paula Santander y ahí casi matan a Bolívar ,Casi lo matan ennuna noche del 25 de Septiembre de 1828,se conoce como la Noche Septembrina o la Conspiraciin Septembrina esto fue en el Palacio Presidencial pero Manuela Saenz lo ayuda a cambiarlo de ropa y la ayuda a Escapar a Bolívar para evitar que lo asesinaran.


Renunció al poder porque ya no lo quería.En 1829 Bolívar funda el Correo De Bucaramanga .


El 4 de Junio de 1830,Bolívar pierde a sus mas grandes compañeros ,camaradas leales es asesinado Antonio José De Sucre de tres balazos en la Selva de Berruecos.Bllivar recorría de Cartagena de Indias,Barranquilla,Soledad,y de ahí llega a Santa Marta,Colombia (Nueva Granada) a la Hacienda de San Pedro Alejandrino estaba acompañado del medico fránces Alejandro Próspero Reverend, el mayordomo se llamaba Joaquín de Mier .Bolivar lo dejaban  bilipendiado,cuestionado,traicionado,solitario casí fue para el día 10 de diciembre del mismo año y el Día de 17 de Diciembre de 1830 siendo la 1 y 15 minutos de la tarde dejá siembre nuestro Padre Libertador Simón Bolívar.


Nuestro Comandante Hugo Rafael Chávez Frías Devolvió y revindicaba la reseña histórica y el pensamiento de las ideas de Simón Bolívar porque vive por siempre y para siempre en Nuestra Patria Grande Libre y Soberana sin ningún imperio que lo interfiera por siempre y para siempre !!


Que Viva Simón Bolivar!!

Que Viva Nuestro Comandante Hugo Rafael Chávez Frías!!

Que Viva Nuestro Presidente Obrero y Chavista Nicolás Maduro Moros!!!

Que Viva Nuestra Revolución Bolivariana !!!

Que Viva Nuestro Socialismo Bolivariano del Siglo XXI!!

Unidad,Lucha,Batalla y Victoria Rodilla en Tierra Fusiles al Hombro y Bayoneta Calada !!

#LealesSiempreTraidoresNunca LEALES SIEMPRE TRAIDORES NUNCA !!

INDEPENDENCIA Y PATRIA SOCIALISTA VIVIREMOS Y VENCEREMOS !!!

HASTA LA VICTORIA SIEMPRE!!


PALABRA QUE SI!!


Redactado por: Ricardo Julio De La Cruz Castro/VE

Dirigente Bolivariano,Revolucionario,Socialista,Antiimperialista,Feminista,Humanista,Radicalmente,Verdaderamente,Prifundamente,Esencialmente Chavista de verdad de verdad,Solidario,Activo,Disciplinado,Dirigente de La Colombia Humana,Poeta,Escritor,Intelectual,Ensayusta,Deportista,Atleta,Adiciinado,Recreativo,Gran Lector,Hombre de Lucha,Hombre de Paz,Coherente,Correcto,Elocuente,Locutor Alternativo,Popular,Comunitario,Dirigente Juvenil,Abogado Litigante en Ejercicio.

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