O capitalismo está podre. Todos sabemos disso. Mas ele não cai sozinho, ele não morre de morte natural. Precisamos aliar o antifascismo e o antimperialismo ao internacionalismo proletário, e assim somar forças para construir o socialismo. Faça a sua parte. A FRENTE REVOLUCIONARIA DOS TRABALHADORES-FRT, busca unir os trabalhadores em toda sua diversidade, e formar o mais forte Movimento Popular Revolucionário em defesa de todos e construir a Sociedade dos Trabalhadores - a SOCIEDADE COMUNISTA!
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quinta-feira, 13 de agosto de 2026
SÓ O POVO PODERÁ DEFENDER O BRASIL * LIGA COMUNISTA BRASILEIRA-LCB
sábado, 27 de setembro de 2025
25 ANOS DA 2ª INTIFADA * Brasil de Fato
25 ANOS DA 2ª INTIFADA
A Segunda Intifada Palestina, iniciada em 2000, completa 25 anos em um cenário de recrudescimento da violência contra o povo palestino. Ao BdF Entrevista, da Rádio Brasil de Fato, Ualid Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), avaliou que o atual genocídio em Gaza escancara ao mundo a verdadeira face de Israel.
“Nesse momento, nós temos a humanidade enxergando a cara feia do sionismo, a cara feia de Israel, que nunca tinha aparecido. Essa cara não é nova, só que as pessoas estão vendo essa cara agora, porque este é um genocídio televisionado”, disse.
Rabah destacou que a Segunda Intifada nasceu de uma grande frustração com os Acordos de Oslo, firmados em 1993. Para ele, a morte de Yitzhak Rabin, então premiê israelense, e a ascensão de figuras como Ariel Sharon, ex-primeiro-ministro de Israel, e Benjamin Netanyahu, atual premiê israelense, sabotaram qualquer possibilidade de paz.
“Ariel Sharon se opunha a qualquer solução negociada. Ele chega ao poder [em 2001] e, imediatamente, começa a invadir cidades palestinas da Área A e, logo em seguida, cerca Hebron, a própria Ramallah. Inclusive, ao invadirem Ramallah, cercam a Muqata, a sede do governo palestino em que ficava [o ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser] Arafat”, recordou.
A chamada Área A é a parte da Cisjordânia que deveria estar sob controle palestino, conforme os Acordos de Oslo, enquanto Hebron e Ramallah são duas das principais cidades da região. A Muqata, em Ramallah, era o complexo governamental onde Arafat ficou sitiado até sua morte, em 2004.
Segundo o presidente da Fepal, a militarização da Segunda Intifada também foi usada como justificativa por Israel para ampliar a repressão. “Há quem diga que ela se militariza no seu segundo momento e, ao se militarizar, teria dado a Israel argumentos públicos e midiáticos. Em história não existe ‘se’. Nós temos o que aconteceu”, afirmou.
11 de setembro e fim da liderança de Arafat
Para Rabah, os ataques de 11 de setembro de 2001 mudaram drasticamente a percepção mundial sobre os árabes e reforçaram a repressão israelense. Ele lembra que o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, deu o aval a Sharon para isolar e eliminar lideranças palestinas.
“Bush filho autoriza Ariel Sharon a implementar medidas de eliminação política e física de Yasser Arafat. Há também uma coordenação para a eliminação da liderança do Hamas”, apontou. O falecimento de Arafat em 2004 e a prisão de Marwan Barghouti, considerado uma espécie de “Nelson Mandela palestino”, simbolizaram o enfraquecimento das lideranças internas da resistência.
Reconciliação palestina e papel internacional
Apesar das divisões, Rabah se mostrou otimista com o processo de reconciliação nacional, mediado pela China em 2023, que tenta uma reunificação política entre as facções palestinas. Ele defendeu a integração do Hamas e da Jihad Islâmica à Organização para a Libertação da Palestina (OLP). “A OLP assume todo esse processo, em um governo de unidade nacional, com uma administração provisória exclusivamente para a reconstrução de Gaza”, explicou.
O dirigente também celebrou os reconhecimentos do Estado da Palestina por países ocidentais como Reino Unido, França, Canadá, Austrália e Japão, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), iniciada na última terça-feira (23). “Esses países não poderão, pelo menos em tese, apoiar o genocídio na Palestina ou a eliminação da população palestina porque eles reconhecem o Estado da Palestina”, afirmou.
Genocídio em curso
Para Rabah, a ofensiva israelense atual busca não apenas exterminar palestinos, mas também apagar provas de crimes de guerra. “Nós vamos impedir que se investigue. Então nós vamos matar todos os jornalistas, todos os médicos, destruir todos os hospitais, todos os prontuários médicos, destruir todos os documentos, destruir tudo para dificultar a investigação do genocídio”, denunciou, referindo-se às ações de Israel e dos EUA.
Apesar da gravidade do momento, ele aposta que o processo de descolonização da Palestina seguirá a mesma trajetória de resistência que derrubou o apartheid na África do Sul. “A luta é uma sequência de vitórias, derrotas, acúmulo, e há um momento em que o Apartheid deixou de ser admissível. Nesse momento, nós temos a humanidade enxergando a cara feia do sionismo. Esse genocídio nunca custou tão caro”, projetou.
sábado, 10 de maio de 2025
FRENTE POLISÁRIO 52 ANOS * Jorge Alejandro Suárez Saponaro/AR
domingo, 8 de janeiro de 2023
SIMON BOLÍVAR E SUA HISTÓRIA * Dilhermando Campos/NETFLIX







quarta-feira, 20 de abril de 2022
TERCEIRA VIA: LIBERTAÇÃO NACIONAL * E. Precílio Cavalcante / RJ
TERCEIRA VIA: LIBERTAÇÃO NACIONAL
Que precisamos de uma terceira via não se pode duvidar. Esse é o caminho a seguir, a trilha a percorrer.
— Não há vento favorável para quem não sabe o porto onde quer chegar! Disse Sêneca, filósofo romano.
E para nós, brasileiros, o rumo a tomar é a terceira e verdadeira via:
A Via da Libertação Nacional.
É a quebra dos grilhões que nos subjugam ao Império ianque. É o fim da infeliz situação de colonização continuada. Uma situação perversa de dependência que hoje, 2022, completa dois séculos desta dolorosa farsa.
O que determina a nossa situação de atraso político, econômico e social, não é uma certa elite estúpida e atrasada. Nem o identitarismo de sexo, cor da pele ou de outra qualquer procedência.
A principal e fundamental causa do nosso atraso, das crises e golpes militares, é de caráter econômico e político. E portanto, de colonização continuada.
De colônia de Portugal até 1822, passamos à colônia do Império britânico.
Mas é preciso deixar claro que Portugal era conhecido em toda a Europa como uma colônia do Império britânico.
Portanto, éramos colônia de uma colônia de Sua Majestade britânica.
Não precisa ser muito inteligente para perceber que, de fato, já éramos colônia do Império britânico.
Em 1822 trocamos apenas de metrópole: Lisboa por Londres.
Não fizemos a nossa revolução nacional. E não rompemos com o colonialismo. E portanto, não construímos o Estado nacional.
O resultado é sermos hoje Brazil com “Z”, colônia do todo poderoso Império ianque.
O fascismo dependente e absurdo que hoje domina o poder central em Brasília é uma exigência do Tio Sam, do Império ianque.
Neste 2022 devemos começar a nova caminhada que se chama luta de libertação nacional. Que atende pelo simples nome de nacionalismo!
Mas, antes de tudo, devemos defenestrar do poder o fascismo dependente, que está destruindo todo o patrimônio nacional.
Defender as nossas riquezas do solo e subsolo que são patrimônio do nosso povo. E povo é nação!
Defender a PETROBRÁS, o Pré-sal, a ELETROBRÁS, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal e tudo o mais que o nosso povo construiu a duras penas!
Defender a cultura nacional, construída com muita luta, sacrifício e paixão por nossos artistas, por nossos escritores, músicos, poetas, cantores e compositores. Expressão da alma e sentimentos do nosso povo.
Um povo sem cultura é um povo sem alma!
Devemos romper neste 2022, com esta farsa da meia soberania, soberania relativa, nação mais ou menos soberana!
Isto não existe! Ou se é independente e soberano ou somos uma dependência colonial.
Isto não passa de uma tenebrosa farsa histórica, sustentada por uma classe dominante perversa e pervertida, que explora cruelmente o nosso povo, em aliança estreita com os impérios mundiais, ontem o Império britânico e hoje o Império ianque!
Não entenderemos quais são os pilares de sustentação do sistema de colonização continuada, a que somos submetidos, se não atentarmos para as maquinações que envolvem a classe dominante colonial em aliança estreita com o Império ianque.
E quanto a isto temos uma história velhaca e mentirosa que fala de um desquite amigável entre o Brasil e Portugal em 1822. Com o objetivo de encobrir as lutas pela independência e a soberania nacional.
Foram muitas lutas e correu muito sangue.
A morte heroica de Tiradentes na forca em 1792 não arrefeceu os combates à colonização lusa.
Seguem-se revoltas e revoluções que abalaram o país nas primeiras décadas do século XIX.
A Revolução Pernambucana de 1817 e a Confederação do Equador, que foram sufocadas a sangue e fogo, marcaram a época.
Os diplomatas ingleses em conluio com a diplomacia lusitana engendraram a independência do 7 de setembro de 1822.
O grito do Ipiranga: Independência ou morte! não passa de uma farsa histórica!
Seria ridículo se não fosse trágico, se não estivessem em jogo os destinos de um povo.
O processo de dominação envolve do delegado de polícia ao lacaio que senta na cadeira de presidente da república, contando-se aí grande parte dos poderes legislativo e judiciário.
Nesse processo, o Exército é usado como guarda pretoriana, no papel de escudo e lança na defesa do status quo.
E aí a ideologia, o anticomunismo, joga um grande peso. Quem não aceita a dominação colonial é demonizado e reprimido como comunista, subversivo ou terrorista.
Defender o interesse nacional é crime, nacionalismo é igual a comunismo. E deve, e tem de ser reprimido.
Ser patriota pode, nacionalista não e não!
A patriotada defende a cor da bandeira e grita: “ Brasil acima de tudo!”
E entrega o Pré-sal, e oferece à venda as empresas estatais, por preço de liquidação, na bacia das almas. É a maldita privatização!
Este é o posicionamento do atual governo de extrema direita.
E que fique bem claro: a direita brasileira é a única no mundo que luta contra os interesses do seu país.
A direita da Alemanha, da Argentina, da Turquia ou de qualquer outro país do mundo, defende o interesse do seu próprio país.
E neste caso, ela, a direita brasileira, é coerente, pois se reconhecendo colônia do Tio Sam, ela defende os interesses da metrópole ianque....
Após o golpe militar de 64, um dos cardeais da direita brasileira, Juracy Magalhães, designado embaixador em Washington, ao desembarcar na metrópole, deu uma entrevista à imprensa declarando: “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil!”
A política externa do Brazil é feita pelo Departamento de Estado ianque. É ele que escolhe quem são os nosso amigos e inimigos.
A política econômica é traçada pelos banqueiros ianques e dirigida internamente por banqueiro “brasileiros”, que de brasileiros só tem o nome. São os “ Meirelles, os Paulo Guedes”, economistas da Escola de Chicago, que têm por missão evitar a todo custo o desenvolvimento econômico do país. São privativistas radicais.
Afinal de contas, a colônia não deve e não pode crescer, se desenvolver economicamente, pois isto seria o caminho da libertação.
Na política interna o “presidente da república” tem de ser um lacaio subserviente às ordens do Império.
Nas eleições deste ano de 2022, votaremos e lutaremos pelos candidatos da esquerda. De Presidente da República a deputados federais, senadores e deputados estaduais.
Mas sabemos que o voto por si só não resolverá o nosso principal problema, que é da independência e soberania nacional.
A estratégia do nosso candidato à Presidente, Lula, defende a pacificação.
Nós, na nossa via, defendemos o rompimento político com o Império ianque, o Tio Sam. Não aceitaremos mais ser a colônia Brazil com “Z”, da metrópole ianque!
E. Precílio Cavalcante, capitão de mar e guerra, ref. do Corpo de Fuzileiros Navais. Ilha de Paquetá, abril de 2022.
VIVA A LIBERDADE E ABAIXO O FASCISMO!!
quarta-feira, 31 de março de 2021
DIA DA TERRA PALESTINA / NOTA DA FEPAL * FRT/BR
DIA DA TERRA PALESTINA
Os protestos de 1976 mobilizaram milhares de pessoas em toda a Palestina histórica, da Galileia ao Al Náqab, sobretudo nas cidades que haviam sido colocadas sob toque de recolher pelas forças de ocupação do regime. Além das mortes, centenas de pessoas ficaram feridas e muitas foram presas.
Todos os anos no Dia da Terra a população palestina promove atos, em vários lugares do mundo, para celebrar a resistência e denunciar os crimes do regime supremacista israelense e de seu projeto colonial, que segue em franca expansão. Muitas pessoas plantam uma oliveira para celebrar a data. A árvore símbolo da cultura palestina, fonte de renda para muitas famílias, é um dos alvos favoritos de Israel, que as destrói aos milhares todos os anos.
Sempre teremos gente para plantar. Eles podem até nos derrubar, nos arrancar de nossa terra, mas enquanto algum de nós ainda estiver vivo, seguiremos semeando novos frutos e RESISTIREMOS.
Viva a Terra Palestina!
(Nota da FEPAL - https://fepal.com.br/ )







