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quarta-feira, 2 de julho de 2025

Infâmia no Senado Federal Implanta o Sionismo no Brasil * Roberto Amaral/SP

Infâmia no Senado Federal Implanta o Sionismo no Brasil
Enquanto o genocídio perpetrado por Israel e EUA contra os palestinos de Gaza avança sem freios, dizimando homens, mulheres e crianças que não têm a quem recorrer, nem onde se abrigar e nem para onde ir, e enquanto cresce a violência de colonos judeus contra os palestinos na Cisjordânia, o lamentável Senado que aí está teve o desplante de promulgar, no último 25 de junho, a lei que institui o Dia da Amizade Brasil-Israel – iniciativa infeliz do governo Dilma, que Lula não sancionou, mas não vetou. 

Trata-se de um cuspe na cara de quem sofre, direta ou indiretamente, os efeitos do genocídio palestino, primeira matança do gênero a que a humanidade assiste em tempo real, sob a cumplicidade do que ainda se chama civilização ocidental. O que a sociedade brasileira (por onde é mesmo que ela anda?) fará para compensar a infâmia?

Para não esquecer – Desde o início do genocídio em 2023, as tropas de Israel, com o apoio dos EUA e da OTAN (nomeadamente França, Grã-Bretanha e Alemanha), já mataram algo como 64 mil palestinos (The Lancet). Para escárnio do que resta de dignidade na ordem ocidental, o Estado sionista acusa o Irã invadido de “crime de guerra”.

Coronelismo, enxada e bytes – Na Câmara dos Deputados caminha a passo célere e quase despercebido o GT da Reforma Administrativa. Hegemonizado por despachantes do grande capital, aos quais se somam figuras pitorescas da “direita sem medo”, o grupo caminha para elaborar uma proposta de desmonte do Estado e precarização dos serviços públicos, tendo como alvo principal a estabilidade dos servidores, ensaiada na legislação ordinária de 1915 (lei nº 2.924) e consagrada pela Constituição de 1934. Se não for contida, a direita inflada terminará nos levando de volta ao direito colonial.
* Com a colaboração de Pedro Amaral

MAIS SIONISMO NO BRASIL

domingo, 7 de julho de 2024

TODO REPÚDIO À CPAC BRASIL 2024 * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

TODO REPÚDIO À CPAC BRASIL 2024 
O INELEGÍVEL E O REJEITADO
VIVI ÁLVARES NÃO PERDE O PULO
*
A EXTREMA DIREITA ESTÁ CRESCENDO E A ESQUERDA É NECESSÁRIA

Julio C. Gambina

Prensa Latina – Uma jovem de trinta e poucos anos perguntou-me se este era o pior momento de “política” que alguma vez tinha vivido. A resposta não foi fácil depois de meio século de atividade partidária à esquerda, como ativista e apoiante social, e como candidato mesmo em vários momentos eleitorais desde 1987.

Na verdade, sempre inserido em movimentos populares, primeiro como militante estudantil na cidade de Santa Fé, na UNL, a do Litoral; depois em Rosário, já como professor e parte da sindicalização dos professores na década de 80. Depois, na década de 90 e mais aqui na experiência do novo sindicalismo que a Central Operária da Argentina, a CTA, pretendia, agora deveria ser. mencionado no plural.

Claro que entre 76 e 83, sem parar a atividade política, a ditadura genocida, talvez esse, seja o “pior” momento. Em todo o caso, assumo a política como uma atividade para alcançar melhores condições de emancipação social, para além dos momentos “bons” ou “maus”. É dramático que hoje na Argentina se justifique este projeto reacionário da ditadura genocida, que iniciou a transformação regressiva do país, fortalecida sob governos constitucionais nos anos 90 do século passado, com Menem e De la Rúa, depois com Macri e agora agravado com Milei e Villarruel do poder executivo, eleitos por maioria de votos em 2023.

Algo semelhante ocorre nas recentes eleições parlamentares europeias, em que aumentaram os votos para aqueles que defendem Hitler e Mussolini, na Alemanha e na Itália. Pode parecer coincidência, mas não, o fenômeno se expressa em diversos territórios, mesmo quando há disputas que posicionam forças políticas que se dizem de esquerda nos governos. É necessário pensar por que cresce a extrema direita, ou diretamente a “direita”, pré-capitalismo e, em qualquer caso, quais as expectativas que a esquerda gera.

Entrei na política no momento de acumulação máxima do poder de esquerda e popular, ano em que o Vietnã derrotou militarmente a principal potência bélica, apoiada pelo poder hegemónico construído desde 1945. A ilusão da nossa imaginação pela “revolução” estava associada à uma cadeia que remetia a 1917 na Rússia, a 1949 na China, a 1959 em Cuba, foi projetada para 1979 na Nicarágua, até, apesar da especificidade diferenciada, para o Irão.

Esse foi o paradigma de uma experiência que se baseou na teoria construída a partir da crítica ao capitalismo com Karl Marx. É verdade que houve nuances nessas experiências e debates (leituras) sobre o futuro em cada uma delas, até mesmo na continuidade ou ruptura em relação ao fundador da teoria e ao seu parceiro, Federico Engels. A esquerda discutiu Entre 1989 e 1991, da queda do Muro de Berlim ao desmantelamento da União Soviética e ao fim da bipolaridade global entre capitalismo e socialismo, surgiram teorias do fim da história e até do socialismo e do marxismo.

É o momento de consolidação da proposta de liberalização da economia, simultaneamente com uma conclusão ideológica de impossibilidade de alternativa. “Não há alternativa”, enfatizou Margaret Thatcher na década de 80. O slogan foi a bandeira de vários projetos, o que no caso da Argentina explicita a orientação governamental dos anos 90 do século passado para afirmar o projeto reacionário da ditadura. A esquerda derrotada debateu nas explicações sobre o colapso soviético, entre a defesa da experiência e o que faltava, até a denúncia da deriva autoritária após a morte de Lênin, o líder histórico, ou mesmo quase desde o início, como pode ser rastreado nas polêmicas de Rosa Luxemburgo com os líderes comunistas no início da experiência soviética, especialmente sobre a participação democrática na tomada de decisões.

Um século depois da morte de Lênin, a polémica continua fazendo sentido pensar sobre o destino da revolução no presente. Durante meio século, a “liberalização” tem vindo a crescer no mundo, contra a intervenção estatal generalizada após a crise de 1930 e especialmente após o fim da Segunda Guerra Mundial. A liberalização é uma exigência essencial do capital, que remete à origem expressa no slogan do livre comércio, da livre concorrência ou do mercado livre. Este projeto fortaleceu-se com o colapso do projeto socialista na Europa de Leste, para além de qualquer discussão sobre o que estava a ser construído nesses territórios.

Em termos de imaginários sociais ampliados, o que existia era o “primeiro” e o “segundo” mundo, possibilitando a categoria do “terceiro” mundo e a terceira posição. Com isso, estratégias para o desenvolvimento dos países do sul do mundo, na África, na Ásia e na América Latina. Insistirei que se pode argumentar se foi o socialismo que existiu, mas na luta de classes concreta no sistema mundial, as categorias de três mundos ou “posições” definiram tácticas e estratégias que prefiguraram décadas de ação política no mundo.

A direita na ofensiva.

Mesmo quando as teses do fim da história foram debatidas e ridicularizadas, o capital mais concentrado retomou a ofensiva, suspensa durante meio século entre 1930 e 1970, na disputa pela apropriação dos lucros e pelo desarmamento da concorrência à sua rentabilidade por parte do Estado intervenção. É um programa que continua até ao presente, que, além disso, continuará e se expressa em todo o mundo na exigência de reformas laborais e previdenciárias, de privatizações, desregulamentações e de melhores condições de segurança jurídica para os investidores capitalistas em qualquer território. do sistema mundial.

Nessa direção, a esquerda, sem consenso quanto ao diagnóstico do ocorrido, tentou se reposicionar no debate político abrangente, tanto na disputa eleitoral quanto no plano cultural, oferecendo um imaginário da sociedade almejada. Há quem defenda o que existia para posicionar os rumos estratégicos contemporâneos, enquanto outros negam essas experiências e não assumem que a crítica envolva toda a esquerda, independentemente do papel desempenhado no passado.

A direita e a ortodoxia liberal, na sua ofensiva, desqualificam a atuação de toda a esquerda. Além disso, desde Mises e Hayek, há um século, a pregação da ortodoxia incluía, juntamente com a crítica a Marx e à sua tradição intelectual e revolucionária, a crítica à direção nascente que após a crise da década de 1930 seria assumida sob a hegemonia keynesiana.

Por isso, Javier Milei, que se assume como a vanguarda do liberalismo contemporâneo, intitula o seu livro “Capitalismo, Socialismo e a Armadilha Neoclássica. Da teoria econômica à ação política. No texto ele critica os seus colegas da corrente principal do pensamento e da prática económica, porque com as “falhas de mercado” eles apoiam a intervenção do Estado, e assim abrem as portas ao socialismo. É verdade que Keynes não se identifica com Marx, nem os seguidores do homem nascido em Trier assumem uma perspectiva de resgate do capitalismo, como se pode interpretar na intervenção teórica e de política económica do autor britânico da teoria geral e dos seus seguidores, que também é uma crítica ao mainstream neoclássico.

Pense à esquerda novamente

A verdade é que a esquerda, na sua busca nestas três décadas desde o colapso e a bipolaridade soviética, correu para a direita, dependendo das novas condições concretas do desenvolvimento capitalista e das abordagens políticas que abriram caminho à disputa do consenso eleitoral. Muitos mantiveram os seus programas radicais, com maior ou menor sucesso eleitoral, mas em nenhum caso foi reinstaurada uma perspectiva de opção civilizacional entre o capitalismo ou o socialismo, mesmo entre o socialismo ou a barbárie, como sustentava Rosa.

Insistirei que existem várias vozes e organizações que apoiam o radicalismo e a perspectiva da revolução, mas que no imaginário social global não conseguem definir as opções civilizacionais de boa parte dos séculos XIX e XX. É por isso que no título destaco a “necessidade” da esquerda, como um projeto político visível e assumido pela maioria em condições de construir um novo tempo para a sociedade, ameaçada pelas alterações climáticas, pela guerra, pela especulação e pela desigualdade que agrava a situação. condições de vida da maioria empobrecida.

Na Argentina isto implica uma ampla articulação de diversas tradições políticas, não necessariamente auto assumidas de esquerda, mas com a vontade de responder à nova reestruturação regressiva do capitalismo que fragmenta o trabalho, os trabalhadores e impacta a organicidade social e política, nas suas representações, demandas e reivindicações. É uma referência à diversidade do nacionalismo revolucionário popular e às diversas tradições da própria esquerda, que precisa ser assumida pelas novas gerações.

A esquerda e a direita foram categorias emergentes de representação política na disputa pelo poder, que hoje se renova pela ofensiva da direita. A esquerda precisa regressar à crítica essencial da ordem capitalista, regressar a Marx para uma melhor compreensão das mudanças atuais e sintetizar as práticas de transformação profunda que estão nas novas e renovadas experiências da atual luta de classes. Nessa trajetória, refiro-me ao movimento dos povos indígenas e à sua ressignificação das cosmovisões de “bem viver” ou “bem viver”; dos feminismos populares e das lutas pelas diversidades; do ambientalismo popular contra o saque às empresas transnacionais estimulado pelas ações dos principais estados do capitalismo mundial e das organizações internacionais; pelas lutas empreendidas por novos grupos de sindicalistas e organizações classistas típicas do nosso tempo contra a exploração, com ação nos locais de trabalho ou nos territórios onde desenvolvem a sua vida quotidiana.

Voltando ao início, se no início dos anos 70 nós, jovens, assumimos com entusiasmo o tempo da política transformadora, e depois estivemos preocupados durante décadas com a ofensiva capitalista, hoje assumimos o desafio de um futuro de emancipação, que começa por adequados diagnósticos desde o presente. Em suma, não há momento bom ou mau para a política, pois tendo realizado um momento de ofensiva popular dirigida à esquerda e ao socialismo, a tarefa de refundar a esquerda é essencial para travar a direita e mudar um horizonte de exploração, saque e destruição da vida, social e natural.

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Gigante Raí!! Que saudade dos jogadores brasileiros ou treinadores contados a dedo politizados no Brasil como: Raí,Sócrates,João Saldanha,Reinaldo e alguns da imprensa esportiva.
FORA MILEI
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NAZISMO DELIRANTE
MITO DOS IMBECIS
FASCISMO NÃO SE DISCUTE
REPÚDIO À CPAC BRASIL 204
EVENTO DA EXTREMA DIREITA
realizado em Balneário Camborií - SC/Brasil, nos dias 06 e 07 de Julho de 2024
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AVANÇOS DA PEDERASTIA.

Deputado libertário do partido Milei explica o que as famílias pobres devem fazer com as crianças “sobras”.

Sem dúvida, a Argentina “avança” para o “melhor” estágio de desenvolvimento de sua história.

Segundo o lixo libertário, dentro de 30 anos, a Argentina será como a Irlanda, a Alemanha e a França graças a ele. 
ESCRAVIDÃO INFANTIL
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sábado, 6 de julho de 2024

COMO ENFRENTAR A EXTREMA DIREITA * Breno Altman / SP

COMO ENFRENTAR A EXTREMA DIREITA
Breno Altman / SP

Solução democrática está condicionada à emergência de um novo projeto civilizatório, anti-imperialista e anticapitalista.

As recentes eleições europeias alarmaram o teatro político, agora agravado pelo crescimento da extrema direita no primeiro turno da disputa parlamentar francesa. O neofascismo, a julgar por esses fatos, continua em rota ascensional. À espera do resultado da corrida presidencial nos Estados Unidos, distintas correntes ideológicas estão em polvorosa. Vitorioso Donald Trump, a democracia liberal poderia estar em grave perigo.

O senso comum, da esquerda institucional à direita tradicional, parece indicar que, diante de tão grave ameaça, todas as forças democráticas deveriam se juntar para barrar a extrema direita. A contradição principal do planeta, para muitos, seria entre democracia e autoritarismo, como apregoa o governo Joe Biden, em um discurso que pretende isolar tanto o ultraconservadorismo quanto nações como China, Irã e Rússia.

Essa narrativa, contudo, padece de evidente paradoxo. Afinal, por que deveria ser defendido o sistema responsável pela alimentação do extremismo, ao propagar uma brutal onda de insatisfação? Qual o sentido de advogar essa ordem, quando é a sua existência que infelicita a maioria dos cidadãos e os empurra para a pulsão destrutiva da qual se apropriam grupos neofascistas?

Natural que velhas castas se agarrem como náufragos desesperados ao pacto pós-soviético, sustentado pela supremacia das ideias liberais. De republicanos tradicionais a sociais-democratas, esses grupos representam forças dirigentes de um mundo em crise e obviamente não desejam entregar a rapadura.

Por que, no entanto, partidos de esquerda deveriam se juntar a esse roteiro, no qual salta às vistas que seu papel seria coadjuvante e subordinado, além de abrir espaço para a extrema direita monopolizar o discurso antissistema? Não seria pura falcatrua chancelar a estrutura que empurra grande parte da humanidade para o empobrecimento, desigualdade, catástrofe climática e guerra?

Bem fizeram as legendas progressistas da França, ao constituírem, para enfrentar os extremistas de Marine Le Pen, uma alternativa ao social-liberalismo do presidente Emmanuel Macron, a Nova Frente Popular, ainda que limitada pela presença do Partido Socialista, parceiro da política pró-Ucrânia e pró-sionismo do atual mandatário.

A verdade é que a dualidade entre democracia e autoritarismo está longe de ser o crivo real da atual situação planetária. Essa leitura restringe-se a descrever duas alas empenhadas em proteger, com estratégias e radicalidades diferentes, o mesmo modelo que colocou o mundo à beira do abismo – e que foi estabelecido pelo sistema imperialista liderado pelos Estados Unidos, com seu programa neoliberal e neocolonial.

Somente haverá saída para essa crise profunda através do fortalecimento de coalizões cujo propósito principal seja enterrar o ordenamento hegemônico desde o final da Guerra Fria. Uma solução efetivamente democrática está condicionada à emergência de um novo projeto civilizatório, anti-imperialista e anticapitalista, capaz de converter o mal-estar dos povos em mobilização transformadora.

Aprisionada à armadilha do fim da história, segundo a qual o capitalismo e a democracia liberal seriam a última estação do trem, a humanidade estará cavando sua própria sepultura.
xxx

quarta-feira, 26 de junho de 2024

ABERRAÇÕES NAZISSIONISTAS NA TERRA DA GAROA * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

ABERRAÇÕES NAZISSIONISTAS NA TERRA DA GAROA
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NÚCLEO PALESTINA DO PT DE SP
A Câmara Municipal de São Paulo faria hoje um Seminário sobre a “Situação da Palestina”, porém por "preocupações expressas do Consulado Geral de Israel" o evento foi suspenso.
Eis a missiva pedindo o cancelamento e os *argumentos persecutórios dos sionistas de plantão:*

CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Oficio CERIM 19/2024
Ref: Suspensão de Realização de Evento
São Paulo, 25 de Junho de 2024.

Senhora Vereadora,
Em função das informações divulgadas recentemente pela imprensa e considerando as preocupações expressas pelo Consulado Geral de Israel em São Paulo, venho por meio desta comunicar a suspensão do evento "Seminário Sobre a Situação da Palestina e o Partido dos Trabalhadores" previsto para hoje, às 19h, na Sala Oscar Pedroso Horta. Esta decisão está fundamentada no Artigo 1o, § 3o do Regimento Interno da Câmara Municipal de São Paulo, e visa permitir que a Mesa Diretora realize uma deliberação aprofundada sobre a matéria.

A suspensão tem como objetivo garantir uma análise detalhada dos aspectos relacionados ao evento, assegurando que todas as atividades promovidas nesta Casa estejam alinhadas aos princípios de respeito, diplomacia e segurança pública.

Solicito que sejam tomadas todas as medidas necessárias para impedir a realização do evento até que a análise e averiguação estejam completas. Agradeço sua compreensão e estou à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais.

Atenciosamente,
MILTON LEITE
Presidente da Câmara Municipal de São Paulo
À Vereadora Luna Zarattini

CONVITE 
Companheiras e companheiros petistas e simpatizantes
Lançamento do Núcleo Palestina do Partido dos Trabalhadores
Para discutir a situação na Palestina e o PT convidamos:

Markus Sokol, executiva nacional do PT
Mohamad El Kadri, petista e dirigente do Fórum Latino-Palestino
Rawa Alsagheer, palestina, coordenadora da rede Samidoun de solidariedade aos prisioneiros palestinos
E convidada do Vozes Judaicas pela Libertação

TERÇA-FEIRA 25 DE JUNHO DE 2024 | 19 HORAS
Câmara dos Vereadores de SP Sala Pedroso Horta 1o subsolo
Viaduto Jacarei, 100

Transmissão online na TV Câmara
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Obviamente a imprensa a serviço do sionismo já está atulhada da propaganda de guerra sórdida dos sionistas.
Por enquanto vi nos canais de internet, mas seguramente vai ter campanha na imprensa venal dita democrática


ANÁLISE DE CONJUNTURA

Há décadas a extrema direita vem ocupando espaços estratégicos no país, na política, na justiça, na mídia e outros setores menos importantes, mas também formadores de opinião, como sindicatos, associações e igrejas, com o intuito de manipular e dominar nosso povo.

Alguns fatos políticos, travestidos de jurídicos, nos chamam atenção.

A absolvição por unanimidade do senador Sergio Moro, das acusações de abuso de poder econômico e uso de caixa dois durante a pré-campanha de 2022. Comportamento diferente teve a mesma justiça no julgamento e condenação, mesmo sem provas, do Presidente Lula.

Esses julgamentos são evidências claras que a justiça tem lado, tem posição definida, sempre foi e será burguesa.
E só estão condenando os invasores que depredaram a Praça dos Três Poderes 224, ao todo, só os pobres de direita, nenhum militar, nenhum poderoso.

O sistema democrático de direito é o ponto de equilíbrio entre a democracia e o autoritarismo, por essa razão é constantemente atacada.

A escola civico-militar, adotada pelo governo anterior e continuada pelo bolsonarista Tarcísio de Freitas no Estado de São Paulo, e o extremismo religioso, tendo como figuras principais os pastores evangélicos bolsonaristas Silas Malafaia e André Valadão, esse último usa os cultos religiosos para incentivar os fiéis a não enviarem filhos e filhas para as faculdades, segundo o negacionista elas destroem a vida dos jovens, é preferível colocarem eles para venderem picolé.

O hipócrita extremista pastor evangélico Valadão mantém um filho estudando nos EUA.

É universal, a educação é o principal instrumento de transformação social, só não na bolha da ignorância bolsonarista.
Partindo de uma frase de um dos maiores educadores do mundo, o sociólogo Paulo Freire, "só a educação liberta",
esse é o projeto educacional que os negacionistas bolsonaristas têm para o Brasil, negar as chaves das algemas?
Que cidadão e cidadã querem formar?
Quais os custos políticos dessa inação?

Na realidade, o bolsonarismo quer inviabilizar qualquer possibilidade de libertação do povo.

"Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: as pessoas se libertam em comunhão".
(Paulo Freire)
Paulo Freire quis dizer que a luta por liberdade, por melhores condições de vida, é conjunta, é coletiva.

RONILDO ANDRADE-CE
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sábado, 27 de abril de 2024

RAÍZES DO ÓDIO * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

RAÍZES DO ÓDIO
ONDAS DE ÓDIO
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(Teaser do Onda de Ódios, 20/02/2024)

Ondas de ódio é uma série de podcasts para você entender o papel que a televisão teve – e tem – na ascensão da extrema direita e na normalização do discurso de ódio no Brasil. Para além do inegável protagonismo das redes sociais, queremos compreender como o meio de comunicação mais popular do país contribuiu para a crise atual da nossa democracia. Vamos tratar da histórica convergência de valores e interesses entre políticos e donos de emissoras, programas jornalísticos populares e de entretenimento, apresentadores e comentaristas da TV aberta. Nossa escuta não se restringe aos fatos recentes e que culminaram em mais uma tentativa de golpe. Voltaremos no tempo, abordando desde as raízes clientelistas do nosso sistema midiático até o processo de formação da nossa sociedade, marcado por desigualdades e violências estruturantes, para desvendar os entrelaçamentos atuais entre discurso de ódio, mídia e política.

Essa é uma série que apresenta os primeiros resultados da pesquisa de doutorado Discurso de ódio na TV: a legitimação da retórica bolsonarista através do ataque à dignidade humana, às instituições e à democracia, desenvolvida no Programa de Pós-graduação da Escola de Comunicação da UFRJ por Rosangela Fernandes, coordenadora do CRIAR Brasil, e coorientada pelo professor da UFJF, João Paulo Malerba, ambos narradores, roteiristas e idealizadores da série.

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https://youtu.be/rHUQdudrx0k?si=aAqt0mYvN8yM8BVs (Podcast Ondas de Ódio - Episódio 1, 20/02/2024)
https://youtu.be/5qCiOOH4ARs?si=p7myJC6wq91mslXp (Podcast Ondas de Ódio - Episódio 2, 20/02/2024)
https://youtu.be/YcW3pFwuFng?si=EbHui6GgDC3faKlE (Podcast Ondas de Ódio - Episódio 3, 20/02/2024)
https://youtu.be/nJoQ3BKDjLA?si=mCqBSL1hzX5Uc2oB (Seminário: "Palavras Matam. Como enfrentar a Desinformação e o Discurso de Ódio", 06/06/2023)
https://www.brasil247.com/blog/sobre-o-odio-voce-autoriza (Brasil 247: Blog de Rosangela Fernandes, Coordenadora Criar Brasil/Pesquisadora PEIC/UFRJ, 28/10/2022)
https://www.brasil247.com/blog/e-preciso-falar-sobre-a-ditadura-militar-e-sobre-a-conivencia-da-midia (Brasil 247, 30/03/2023, atualizado em 31/03/2023: por Isabelle Gomes e Rosangela Fernandes)
https://www.brasil247.com/blog/o-alivio-de-2023-s5b6bg4x (Brasil 247: Rosangela Fernandes, 29/12/2023)
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

URGE CORTAR RELAÇÕES COM ISRAEL * MALU AIRES

URGE CORTAR RELAÇÕES COM ISRAEL
MALU AIRES

O governo de Israel está em guerra contra o Brasil, desde o dia que se apaixonou por Bolsonaro e pelo seu discurso nazifascista.
O Brasil venceu a extrema-direita nas urnas, mas ainda enfrenta seu venenoso discurso de ódio que só o capitalismo é capaz de patrocinar para confundir.

A relação Brasil-Israel está abalada, desde o dia que o ódio desfilou com bandeiras de Israel, anunciando um "Messias" miliciano que prometia matar todos.

A parceria genocida entre os dois países, durou 4 anos. Bolsonaro passava a boiada e o governo de Israel comprava a carne e a soja que bancava maior destruição. Israel vendeu armas pros genocidas brasileiros, vendeu equipamentos de espionagem pro golpe durar mais 20 anos e deixou seu embaixador preparado para contestar as urnas brasileiras. O governo de Netanyahu perdeu as eleições no Brasil e também não aceita a derrota, até hoje.

A embaixada de Israel, em novembro passado, promoveu encontros com a extrema-direita brasileira indiciada em graves crimes contra o Estado brasileiro.
O governo de Israel é bolsonarista, logo, um perigo também para a paz do povo brasileiro.
Lula sabe com quem está falando - com uma fraude, com um covarde, com um assassino, com um governante da mais baixa estirpe moral, com um patético genocida.

Se apropriar dos instrumentos religiosos para propagar terror, abuso, dolo e extermínio não é novidade na história de tragédias da humanidade.
Netanyahu é mais um meme nazifascista apoiado pelos EUA. A parceria do governo norte-americano com sanguinários não é novidade na história de vexames do imperialismo.

Na Palestina, a extrema crueldade é televisionada, arrancando a dignidade de um mundo obrigado a ver, sem poder gritar socorro. Estamos assistindo um genocídio que pune quem não compactua com a barbárie. Somos "personas non gratas" no banquete de cadáveres de crianças.
"Não perturbe os genocidas!", diz a propaganda de guerra.
Todo cuidado! A máquina de propaganda faz de qualquer besta um semideus, contratado para matar qualquer esperança.

A máquina não conseguiu vencer a nossa esperança.
O Brasil é soberano para dizer ao mundo que não compactua com genocidas. Lula foi eleito para derrotar um genocida tão desqualificado, imoral, mentiroso e desumano quanto Netanyahu. O Brasil retorna ao palco global para interpretar seu histórico papel de mediador da paz, governado por sujeito homem que não abaixa a cabeça para genocidas e demais bestas endeusadas.

Derrotamos a extrema-direita que governou o Brasil, com a mesma dignidade e postura que agora enfrentamos a extrema-direita que governa a barbárie no planeta.

Genocidas, temei! Deus é brasileiro e seus filhos são humanistas.

Palestina Livre e Viva para ver Netanyahu e o governo de Israel punidos por todos os seus crimes de guerra!
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segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

ANOS DE CHUMBO * RONILDO ANDRADE/PB

ANOS DE CHUMBO
DOCUMENTOS REVELADOS

Quem vivenciou, ou leu sobre o Regime Militar (Ditadura 1964-1985), sabe do que os militares são capazes, foram vinte e um anos de perseguição, prisão, tortura e assassinatos de opositores.

Além de muitos escândalos de corrupção e obras inacabadas.

Roubos e contrabando de uísques, perfumes e roupas de luxo, envolvido capitão Ailton Guimarães.

Um dos maiores torturadores de presos políticos, delegado Sergio Fernandes Fleury.

Foi acusado pelo MP por associação ao tráfico de drogas e extermínio, apontado como líder do esquadrão da morte e proteção ao tráfico.

Governadores biônicos.

No Paraná, Haroldo Leon Peres, escolhido governador, foi descoberto tempos depois que ele era ladrão em Maringá, e foi pego extorquindo um empreiteiro.

Outro governador envolvido em várias denúncias, o conhecido Paulo Maluf, foi acusado de corrupção no caso Lutfalla, empresa têxtil de sua mulher, sobre empréstimos no BNDE.

Era prática do Regime Militar, mordomias de Ministros e servidores financiados com dinheiro público.

Uma piscina térmica na casa do Ministro das Minas e Energia.

O Ministro do Trabalho tinha 28 empregados.

Na casa do Governador de Brasília, frascos de laquê e alimentos eram comprados em grande quantidade, 6800 pãezinhos tinham sidos comprados num mesmo dia.

Obras inacabadas:

A mais famosa delas é a rodovia transamazônica, BR 230, que começa em Cabedelo na PB.

O que eram proibidos e confiscados, eram liberados para servidores.

Era uma verdadeira farra com dinheiro do povo.

Esses foram alguns casos de corrupção no Regime Militar.

Durante a Ditadura Militar, 191 brasileiros que resistiram ao regime foram mortos.

210 estão até hoje desaparecidos.

Foram localizados apenas 33 corpos.

Totalizando 434 militantes mortos e desaparecidos.

Ao elegerem o genocida, parece até que desconheciam a história ou estavam com saudades dos tempos de chumbo.

Os quatro anos de destruição do Brasil , pelo desgoverno, foram uma amostra do que viria a seguir.

Já imaginaram o que estaria acontecendo se o genocida tivesse se reeleito?

RONILDO ANDRADE/PB



sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

NAZISSIONISMO ATACA O PADRE JULIO LANCELLOTTI * ROBSON SÁVIO-SP

NAZISSIONISMO ATACA O PADRE JULIO LANCELLOTTI 
ROBSON SÁVIO-SP
A extrema-direita persegue quem pratica a ética cristã

A Câmara Municipal de SP aprovou uma CPI que, nitidamente, é uma perseguição política ao padre Júlio Renato Lancellotti .

É execrável a perseguição político-religiosa àqueles que trabalham em prol da justiça e são comprometidos com os empobrecidos e os "descartáveis" [como diz o papa Francisco] da sociedade.

Padre Júlio é um exemplo da ética cristã: se compromete com o povo oprimido; sua fé é engajada e amorosa. Sua vida e sua práxis são farol e profecia. Pratica o Evangelho que escandaliza porque vive o que prega.

Tem uma vida de imitação a Cristo: simplicidade, partilha, generosidade e amorosidade.

Sua fidelidade ao Cristo incomoda, porque ele carrega a única verdade que importa ao cristianismo autêntico: o amor.

Receba, Padre Júlio nossa solidariedade.

E que a extrema-direita saiba: o Padre Júlio não está sozinho.

Vamos divulgar e compartilhar mensagens de apoio e solidariedade ao padre Júlio. 
(Robson Sávio)


quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

DEFENDER A PALESTINA É COMBATER A EXTREMA-DIREITA NO BRASIL * Munir Naser/Monitor do Oriente

DEFENDER A PALESTINA É COMBATER A EXTREMA-DIREITA NO BRASIL

Desde a partilha da Palestina com a resolução 181 da ONU em 1947 até os dias atuais, a causa Palestina é uma referência de resistência e inspiração para os povos oprimidos em todo mundo. A relação dos Black Panter’s ( Panteras Negras ) com a OLP (Organização pela Libertação da Palestina) era notória. Para Jean Genet, militante anticolonial, antiracista, poeta e escritor, tanto os afro-americanos quanto os palestinos sofriam com a mesma opressão colonial.

No Brasil, o Movimento Negro Unificado (MNU) tem relações com a OLP desde a ditadura militar (1964-1985). Diante dessa conjuntura, a OLP em 1980 promoveu em São Paulo o encontro e a manifestação pública da organização no Teatro de resistência Ruth Escobar, porém os sionistas tentaram intimidar e silenciar vozes palestinas no ato, mas, graças à solidariedade e à força do recém fundando MNU, a garantia política do movimento e das falas foram exitosas. Além disso, juntamente com o Movimento dos Trabalhadores sem Terra, a Central Única dos Trabalhadores e o Movimento dos Trabalhadores sem Teto, o MNU entregou uma carta ao Governo Brasileiro exigindo o fim dos acordos comerciais com Israel, principalmente de caráter bélico e de inteligência/tecnologia.

Portanto, por que defender a causa Palestina no Brasil é combater a Extrema-direita?

Elencado com as principais reivindicações do povo brasileiro, que são reformas profundas diante das estruturas de poder que atualmente estão com crise de representatividade popular, descrédito nas instituições e na justiça, a causa Palestina aponta, ainda mais forte na conjuntura atual, um norte de resistência a ser seguido. O povo oprimido no Brasil colocou Luís Inácio Lula da Silva com suas próprias mãos no poder, mesmo contra a máquina pública, o assédio dos patrões, as operações golpistas da PRF, porém a estrutura do Estado ainda está bolsonarizada. O chantagista da União, Arthur Lira, o faminto centrão e a força da Extrema-direita no Brasil fazem com que a tarefa de reconstruir o país seja mais difícil.


As críticas duras do embaixador de Israel no Brasil ao Partido dos Trabalhadores, além do ferimento de protocolos diplomáticos atentando contra a soberania do país se reunindo com líderes da oposição no parlamento brasileiro, além do inelegível e investigado que promoveu o governo mais reacionário da história do Brasil até a redemocratização, Jair Bolsonaro, mostra a natureza perversa e anti-povo e o que representa o sionismo em qualquer lugar.

Desumanizando os palestinos como se fossem ‘incivilizados’ demais para serem salvos – Cartoon [Sabaaneh/Monitor do Monitor do Oriente]

Diante disso, é um aceno ditatorial e imperialista de Israel, pois, ao se reunir com os golpistas que financiaram e agitaram os atos antidemocráticos do dia 08 de janeiro de 2023, chantagea o governo brasileiro aos seus desejos perversos. Não é coincidência que golpistas e terroristas invadiram a sede dos poderes carregando bandeiras de Israel, é coerente até com suas ideologias.

Combater isso faz se necessário para sobrevivência de uma democracia popular. Como combatemos? Pedindo o fim da cooperação militar e tecnológica proposta no ano de 2019 pelo então governo genocida. Além do fim de relações diplomáticas com estado de apartheid Israelense, que apesar dos crimes contra palestinos e o genocídio em prática com mais de 70 dias de bombardeios, o agravante é o atentado contra a soberania brasileira .

O fim dos acordos militares e comerciais impactariam diretamente a relação de opressão do povo negro no Brasil e do povo indígena. Pois, as armas que são usadas nas periferias e as táticas militares são importadas do estado racista de Israel. As armas que matam o jovem negro no país são as mesmas que matam crianças e mulheres palestinas na Cisjordânia e em Gaza. Os equipamentos de inteligência, softwares, materiais de empresas mineradoras são utilizados para invasão de terra indígena no Brasil e na Palestina. Além da segurança da democracia que esteve novamente danificada, que contou com inteligência e tecnologia israelense para o grampeamento de autoridades, ministros, servidores públicos de maneira ilegal por meio de funcionários da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência).


Independentemente de ideologia, 61% dos brasileiros não concordam com a violência em Gaza promovido por Israel de acordo com a Genial Quaest. Diante desses números, a reivindicação de um cessar-fogo imediato, a autodeterminação do povo palestino e o fim da cooperação militar pode ser um caminho fértil que elenca na perspectiva de mobilização para pressionar o Governo e o parlamento em relação à desmilitarização da polícia e o fim da violência pública, em relação à reforma agrária, em relação à reforma política, dentre outras necessidades do povo brasileiro.

Consequentemente, denunciando e mostrando ao povo brasileiro quem apoia o genocídio do povo palestino e os intensos crimes contra humanidade são dos deputados e autoridades de extrema-direita.
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sábado, 30 de dezembro de 2023

NAZISSIONISMO ATACA BRENO ALTMAN * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

NAZISSIONISMO ATACA BRENO ALTMAN
"INQUÉRITO CONTRA BRENO ALTMAN É INTIMIDAÇÃO!

A Associação Brasileira de Imprensa, por sua Comissão de Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos, manifesta publicamente sua surpresa com a informação de que o Ministério Público Federal determinou à Delegacia de Direitos Humanos e Defesa Institucional da Polícia Federal, da Superintendência Regional do DPF em São Paulo, a abertura de Inquérito Policial para investigar o jornalista Breno Altman, editor do site Opera Mundi.

Pelas informações veiculadas na manhã deste sábado no site Brasil 247 o inquérito é resultado de reclamação descabida da Confederação Israelita do Brasil, que de forma enviesada e conveniente rotula as críticas de Altman ao sionismo como antissemitismo.

A ABI lembra que a Constituição de 1988 garante a todo e qualquer cidadão a liberdade de expressão. Da mesma forma, respaldado nesse princípio constitucional, o Supremo Tribunal Federal tem garantido por inúmeras decisões a liberdade de imprensa, assegurando a todos os jornalistas o direito à crítica.

Confundir as posições antissionistas de Altman – cidadão judeu – com crime de antissemitismo é fazer o jogo dos que defendem o genocídio que o governo de Israel comete na Palestina, ao provocar milhares de assassinatos, inclusive de inocentes crianças.

Para a ABI essa investigação soa como evidente assédio a um jornalista crítico. Uma tentativa de calá-lo com ameaça de um processo criminal, o que é inconcebível no estado democrático de direito, que todos nós jornalistas sempre nos empenhamos em defender, notadamente nos últimos anos.

Nesse sentido, entende que o próprio MPF ou a Justiça Federal, respeitando o estado democrático de direito e a Constituição Cidadã, devem providenciar o trancamento desse inquérito.

Certos de que a democracia que saiu vitoriosa no 8 de janeiro de 2023 prevalecerá e será respeitada, a ABI aguarda providências dos responsáveis por tal situação para dar um fim à campanha intimidatória que Altman vem sofrendo.

Aproveitamos o ensejo para desejar a todos um próspero 2024, no qual a democracia, a liberdade de expressão e de imprensa prevaleçam. Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2023 

COMISSÃO DE DEFESA DA LIBERDADE DE IMPRENSA E DOS DIREITOS HUMANOS DA "

+SOLIDARIEDADE A BRENO ALTMAN
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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

DESNAZIFICAR O BRASIL JÁ! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

DESNAZIFICAR O BRASIL JÁ!
NAZISSIONISMO ATACA BRENO ALTMAN
RESPOSTA DE BRENO ALTMAN À CENSURA SIONISTA

Soube pela imprensa que a CONIB (Confederação Israelita do Brasil) teria obtido medida liminar determinando a retirada de algumas das minhas postagens em redes sociais, sob o risco ser multado.

A alegação dessa agência do Estado sionista é que meus textos seriam “racistas”, por sua suposta natureza antissemita. De forma cautelar, sem apreciação de mérito, um juiz paulista teria acatado parcialmente as demandas apresentadas.

O comportamento dessa entidade é previsível. Sua história é repleta de manobras e artimanhas para defender os crimes praticados pelo regime que representa. Também são notórios seus vínculos com a extrema direita brasileira, com a qual partilha os piores valores antidemocráticos.

A CONIB, ao buscar me censurar, volta-se contra a liberdade de expressão e de imprensa, revelando as entranhas do autoritarismo típico da doutrina que professa. O sionismo, uma das mais brutais correntes chauvinistas de nosso tempo, persegue implacavelmente quem denuncia as práticas genocidas e de lesa-humanidade cometidas por Israel, tentando condenar seus críticos ao silêncio e à invisibilidade.

Para disfarçar suas intenções, os dirigentes dessa organização recorrem a uma mentira surrada, a da equivalência entre antissionismo e antissemitismo.

Antissemitismo é o ódio contra os judeus, que encontrou seu apogeu com o Holocausto, no qual morreram dezenas de meus familiares, entre milhões assassinados pela bestialidade nazista, esmagada pelo Exército Vermelho e a luta dos povos em 1945.

Antissionismo é a repulsa contra uma ideologia racista e colonial que envergonha a tradição humanista do judaísmo, manchando-a com o sangue das crianças executadas na Faixa de Gaza. São muitos os judeus antissionistas, como é o meu caso, comprometidos em combater o regime de apartheid construído pela liderança israelense, assim reconhecido por organizações de direitos humanos e pela resolução 3379 da Assembleia Geral das Nações Unidas, vigente de 1975 a 1991, que identificava o sionismo com forma de discriminação racial.

Tenho orgulho de pertencer à militância contra o sionismo, ocupando a mesma trincheira escolhida por meus ancestrais há três gerações. Ameaças e arroubos ditatoriais da CONIB apenas reforçam a minha convicção sobre o papel que devo continuar a cumprir, ao lado de muitas outras pessoas, companheiros e coletivos.

Acusar-me de antissemita é apenas um discurso sórdido e falso, que não consegue ocultar a aliança entre o sionismo e os neofascistas da atualidade (como o primeiro-ministro de Israel, o ex-presidente do Brasil e o recém-eleito presidente da Argentina).

Tomarei as medidas judiciais cabíveis. E multiplicarei todos os esforços, em todos os espaços e momentos, para ajudar a desmascarar o regime sionista e ampliar o trabalho de solidariedade com o heroico povo palestino.