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quarta-feira, 30 de junho de 2021

Carta ao PCPB * Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

 CARTA AO PCPB


POR QUE A FRT ROMPE COM O PCPB

A FRT vem informar aos seus amigos, simpatizantes, círculos e militantes sobre o rompimento com o PCPB. As razões são profundas. Antes de mais nada, pela opção exclusiva e apaixonada pela via institucional, através da busca de acordos tácitos com os partidos do sistema, visando eleições, composição em governos e vínculos parlamentares. O PCPB não vislumbra um mundo sem gabinetes nem benesses. E num segundo plano, pela dificuldade em compreender o desdobramento das palavras de ordens em políticas programáticas. Por exemplo, FORA BOLSONARO. Não é uma expressão gerada pela feiura do personagem, por sua debilóidice ou por ser miliciano. Mas devido ao contexto que o vincula com  o ataque neoliberal às nossas maiores riquezas, desde as econômicas até as sociais. 

Todos nossos camaradas tenham a tranquila certeza de que esgotamos o manancial marxista em exemplificar que os comunistas não devem participar das instituições burguesas por obrigação dogmática mas pelo resultado das análises feitas com base na correlação de forças dada pela conjuntura.

Não é preciso ser Einstein para enxergar a realidade. O capitalismo vem deslindando seus segredos há décadas. É uma crise atrás da outra e nenhuma tem solução sem assaltar os cofres públicos. 

Desde a última crise do petróleo, desde a guerra do golfo, dos balcãs, do oriente médio, o capitalismo vem buscando se apoderar dos recursos naturais, hídricos, minerais, entre outros, em todos os recantos do mundo.

Na América Latina não é diferente. Não há um só metro quadrado da região que não esteja no foco do imperialismo graças a suas riquezas.. E o seu último ataque foi ao Brasil. As riquezas do país são um manancial de causar desequilíbrio na sanha dos assaltantes. Dos golpes militares clássicos aos lawfares, seus métodos há muito abandonaram o "bom mocismo" da diplomacia, o Estado de Direito há muito virou estado de direita, o estado de bem estar social deu lugar ao estado de indigência social e as tão exaltadas instituições do estado burguês deram lugar a quadrilhas de religiosos, de empresas de comunicação, de juízes comprados, transformando as tão admiradas FFAA - Forças Armadas, em meros bandos de mercenários armados e mantidos pela sociedade a serviço de interesses estrangeiros.

Não poderiam ser diferentes os respectivos parlamentos e poderes executivos. De uma ponta à outra, temos mais quadrilhas a serviço do capital, volátil ou não, mas todas empenhadas em matar a fome dos seus donos: investidores que se comprazem em lucrar a bel-prazer enquanto saboreiam um uísque nos terraços mais caros do mundo, indiferentes ao suor que lhes sustenta.

Ou seja, há muito o capitalismo esgotou a paciência com o social. Há muito os encantos da social-democracia foram chutados porta-fora. O populismo dos velhos coronéis da periferia do mundo viraram monturos de lixo nos países dependentes. E em seus lugares assumiram chicago-boys do tipo Paulo Guedes, sujeitos adestrados na arte de rapinar os recursos das nações. As privatizações são o alvo preferido, uma vez que são mercados já garantidos, em sua maioria sem concorrência. 

Mas é interessante que há gente disposta a ignorar tudo o que nossos olhos vêem. Há um conjunto de forças políticas, compostas por tropas de "gente de bem" nos pregando o paraíso do passado, Parecem animadores de palco do Velho Guerreiro Chacrinha, mas se esforçam para parecer pós-modernos. Em sua maioria são representantes de castas, tem nomes nobres, tais como  Dórias, FHCs, Agripinos, Sarneys, Neves etc, lá no topo como glacê e na camada mediana um sem número de cafetões de toda espécie. Mas a pior camada é a inferior, que reúne "líderes" de todo naipe, tendo como ponta de lança um Lula. Paralelo a esse, vem uma ráia miúda batendo latinhas pra ganhar vintém. Aí se alinham inclusive próceres com discursos pseudo-revolucionários. Aí é que mora o perigo, porque almejam os mundinhos lá de cima. 

Portanto, nós militantes da FRT conclamamos todos os trabalhadores a se unirem e lutar por 

CRIAÇÃO DE GRUPOS DE APOIO MÚTUO NAS COMUNIDADE CARENTES
FORA BOLSONARO
VACINA PARA TODOS PELO SUS
REVOGAÇÃO DAS PRIVATIZAÇÕES
AUXÍLIO EMERGENCIAL DE 1 SALÁRIO MINIMO POR  PESSOA
ÁGUA, LUZ E TRANSPORTE GRÁTIS PARA TODOS OS DESEMPREGADOS
A LUTA CONTINUA ATÉ A VITORIA FINAL
!!!

quinta-feira, 27 de maio de 2021

É HORA DE IR ÀS RUAS * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

É HORA DE IR ÀS RUAS

O primeiro de maio, dia de luta dos trabalhadores, demonstrou aquilo que já denunciávamos. Não existe espaço vazio em política, e a extrema direita sabe muito bem disso. No primeiro de maio, as ruas deveriam ter sido ocupadas pelos trabalhadores, denunciando o genocídio, exigindo o Fora Bolsonaro, Vacina Para Todos e Auxilio Emergencial Digno. Mas quem saiu às ruas foram os defensores dessa política suicida, que não é só a pandemia, mas também a política econômica que agravada pela pandemia empurra milhões à pobreza, à miséria, ao desemprego, ao subemprego e o enriquecimento da burguesia monopolista. A não ida às ruas organizadamente enquanto esquerda, num movimento político organizado pelo Fora Bolsonaro, demostra claramente a ideia da subestimação política.

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É algo muito estranho quando se diz que o fascismo está aí, que tem golpe, que é preciso agir, e na prática deixar o caminho aberto para os fascistas e para os golpistas, ou seja, abandono das ruas que sempre foram um local de tradição da esquerda e dos trabalhadores sindicalizados.

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Da mesma forma, jogar as soluções dos problemas do povo para as eleições em 2022 é um absurdo diante de tamanho massacre, causado pelo arrocho econômico e pela pandemia. O significado dessa situação deveria ser logicamente, a mobilização com todos os meios, para pôr o fim de um governo que promove tal genocídio político. A questão de pensar ou não em relação à eleição não é o fator central. A centralidade está em lutar ou não lutar, pois só agindo na atualidade se consegue unir de forma positiva o hoje com o amanhã.

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Diz-se que o movimento está em descenso no Brasil e que, portanto, a luta de resistência é o elemento principal. Mas quando se abandona as ruas, em tempo que ainda é permitido usá-las como forma de denunciar nossos inimigos (e mesmo que não fosse deveríamos sempre buscar) e atrair o povo para a luta, e passar a atuar contra aqueles que estão querendo usá-las para isso, só pode ser uma resistência Social Democrata, daqueles que já fizeram os votos, que o institucional é o caminho máximo de toda a tática antifascista. Ora, que resistência é essa, sem mobilização do povo, nem mesmo no primeiro de maio, nem mesmo que seja de uma pequena parte do povo que denuncie a conjuntura genocida e passe à ação prática? Como abrir clareiras no golpe, sem que o lado de lá não sofra nenhuma pressão popular das ruas, de forma organizada? Se é possível contar com algumas ações no institucional, essas só terão consequências na luta, pela ação das ruas.

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A Esquerda e o povo nas ruas são os únicos elementos que farão o genocídio e a pandemia tomar outro caminho, pois enquanto permanecer Bolsonaro, Mourão e toda essa corja, a situação não só vai continuar, também irá se agravar. Além do mais, o quadro que se avizinha é um quadro que, se o proletariado sentir a sua força, irá bem mais longe, não só do que estamos pensando, isto é, de tirar Bolsonaro, Mourão e sua corja ou de ganhar as eleições em 2022, mas de uma retomada de luta do povo brasileiro em defesa da soberania, de sair das cordas e partir para a ofensiva. Parece que a concepção de resistência é o invólucro para não lutar com toda a força. Resistir é o momento em que as forças que resistem devem estar preparadas em todos os campos para todos os embates. Parece que o que se quer, é entregar as armas para não lutar. Em épocas de resistência é que se avança a passos firmes e ambiciosos, pois caso contrário, quando a resistência é vitoriosa, pensa que já se ganhou a guerra, e daí põe se tudo a perder.

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A negação que leva a negação tornou-se o episódio mais emblemático de nossa luta no Brasil. E o primeiro de maio comprova isso. Ao tratarmos os bolsonaristas de negacionistas, nós próprios estamos negando a luta na rua contra aqueles que são os responsáveis pela pandemia e pela miséria sem precedentes do povo brasileiro. Não é uma negação da negação logicamente, como lei da dialética, pois se assim fosse, o movimento confrontaria o golpe, contra aquilo que está caduco e não vacilaria em sair ao ataque. Além disso, se essa dialética da negação fosse usada, se entenderia que quando os saltos estão prestes a ocorrer, o objeto a ser transformado (no caso o golpe e o fim do governo Bolsonaro) se apega àquilo que mais lhe dá a aparência de que não há mudanças, às forças mais conservadoras, e dessa forma, exige que as novas forças deem um passo à frente, mostrando se são realmente o novo, demostrando a que vieram.

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Por isso, se a esquerda pensa em derrotar o golpe, pôr fim ao governo Bolsonaro e sua corja, de buscar um novo caminho para o povo, é hora de tomar a história nas mãos e sair as ruas e colocar esse governo de imediato pra correr, e não ficar escondido e contemplando medidas e decisões da direita, que podem até ser interessantes diante do contexto, mas acreditem, são medidas e soluções para eles e contra o próprio povo e a esquerda. Pois mirem-se nos exemplos de Biden, o grande democrata que veio armado até os dentes para rebentar os movimentos progressistas e Socialistas do mundo inteiro.

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Às ruas pelo Fora Bolsonaro, Mourão e sua corja.

Abaixo o Fascismo.

Em defesa do povo colombiano, atacado pelo governo fascista de Ivan Duque.

Por um Brasil soberano e socialista.

Dia 29 povo nas ruas!

sábado, 22 de maio de 2021

O Internacionalismo Proletário e o Movimento de Massas * George Kuntz / RJ

 O internacionalismo proletário e o movimento de massas


Em cima da escalada da crise capitalista mundial, os revolucionários temos como dever organizarmos a resistência contra o aumento dos ataques por parte da burguesia contra os trabalhadores e o movimento de massas.

O imperialismo, principalmente o imperialismo norte-americano, busca descarregar o maior peso da crise sobre os povos da América Latina porque é a região que domina de maneira mais contundente.

Nesse sentido, a política geral, que é reduzir as condições de vida ao máximo, adquire especial truculência na região.

O principal problema que a burguesia imperialista tem que resolver é como evitar uma grande onda de quebradeiras em massa que possa levar o movimento de massas a um grande ascenso. Para evita-lo colocou em pé uma política que tem um componente militar preponderante e do qual a política de estados de sítios generalizados faz parte, junto com o aumento da agressividade propagandísticas, que é ainda pior que a que acompanhou a imposição do chamado “neoliberalismo” com o objetivo de conter a escalada da crise que tinha se aberto com a crise de 1974.

Os volumes de capitais fictícios adquiriram dimensões apocalípticas e aumentando.

Fica cada vez mais evidente que sem colocar em pé uma força capaz de enfrentar e derrotar a burguesia imperialista é impossível evitar que os trabalhadores e as massas sejamos esmagados.

O aumento da pressão do imperialismo imposto pela escala da crise tem levado a enorme enfraquecimento do centro da política e ao fortalecimento dos polos. O movimento de massas e revolucionário hoje aparece como muito fraco, mas a escalada do descontentamento social coloca o campo fértil para o fortalecimento. Por isso a burguesia responde com o fortalecimento do fascismo, o endurecimento do regime político e a política de guerra.

 

 Qual internacionalismo?

Muitas organizações da esquerda, inclusive da esquerda revolucionária, muitas vezes confundem o internacionalismo proletário com o apoio a governos da burguesia.

Nas atuais condições, essa política se torna muito crítica, além de um erro político muito grave.

Um dos componentes fundamentais do internacionalismo proletário é o apoio aos trabalhadores de todo o mundo, mas mantendo a independência de classe de todos os setores da burguesia. Isso é marxismo e leninismo básico.

O apoio a ações nacionalistas de determinados povos e governos deve ser dado de maneira parcial, condicional e somente no que efetivamente significar luta


contra o inimigo principal, o imperialismo, e desde que ajude a fazer a avançar a luta pela destruição do capitalismo mundial. E com a condição de que seja mantida a independência de classe, até porque a burguesia, assim como a pequeno burguesia, sempre procuram, por causa do caráter de classe, canalizar toda luta para a institucionalidade burguesa.

Para aplicar essa política, ainda é preciso considerar questões táticas como a diferença entre discursos e a prática de determinados governos, o que requer o conhecimento da realidade objetivo. Muitas organizações por limitações, muitas vezes ficam se pautando pela imprensa burguesa ou a propaganda de governos burgueses.

Tarefas colocadas hoje

O internacionalismo proletário é concreto e não tem nada a ver tanto com ficar a reboque de setores da burguesia como de ficar na mera diletância.

Os revolucionários hoje temos como dever organizarmos a luta nos países onde atuamos. Mas devemos considerar essa luta como parte da luta regional e mundial dos trabalhadores e dos povos contra o capital, as burguesias locais e o imperialismo.

Precisamos promover e organizar o apoio ativo aos povos e trabalhadores que estão efetivamente lutando, buscando estabelecer ações práticas e coordenadas.

Uma maneira concreta de apoiar a luta dos povos e dos trabalhadores é por meio da organização de campanhas de divulgação dessas lutas; de ajuda financeira; da formação de uma organização de Direitos Humanos que empreenda campanha em contra da repressão, dos assassinatos e de todas as violações dos direitos humanos, o que inclui a campanha pela liberação dos presos políticos.

A aproximação com as organizações que estão efetivamente lutando contra a opressão do capital deve acontecer por meio de comitês de enlace que permitam o conhecimento da atuação dessas organizações na prática.

Essa aproximação pode começar por meio de comitês de enlace que assumam a forma de comitês de propaganda e que possam evoluir para outras ações concretas como as campanhas financeiras, a solidariedade efetiva na questões dos Direitos Humanos e outras, que levem à realização de atividades e ações concretas cada vez mais coordenadas.

Sem a unidade dos trabalhadores, dos povos oprimidos e dos revolucionários é impossível derrotar a burguesia armada até os dentes. 

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quarta-feira, 12 de maio de 2021

Tribuna Proletária debate conjuntura * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

 TRIBUNA PROLETÁRIA

DEBATE CONUNTURA
https://www.youtube.com/watch?v=2TB5iPD_KXw 
-&-
Toda 4ªfeira, às 19 horas, a Tribuna Proletária e o PCPB - Partido Comunista do Povo Brasileiro, convida seus amigos, círculos políticos e militantes para uma análise dos principais assuntos da conjuntura brasileira e mundial , sempre com um tratamento didático, sem sociologismos, para que todos possam participar em nível de igualdade. 

Não perca. Seja bem vindo!
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sexta-feira, 7 de maio de 2021

Massacre em Jacarezinho * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

MASSACRE EM JACAREZINHO

Foto: Jacarezinhonews

O mundo assiste estarrecido a mais uma ação terrorista do Estado capitalista contra os trabalhadores. Desde a Colômbia ao Bairro do Jacarezinho, localizado na zona norte da Cidade Maravilhosa/Rio de Janeiro - referência turística mundial - a matança de pessoas humildes e indefesas ocorrida no dia 06 de Maio de 2021 matou sem a menor piedade, à margem de qualquer lei, desrespeitando determinação do STF - Supremo Tribunal Federal, e com o único objetivo: oferecer espetáculos para uma mídia covarde. 

Este ataque militar contra uma comunidade carente traz aspectos próprios de uma guerra. É a primeira apresentação do atual governador Cláudio Castro, eleito como vice junto com outro assassino chamado Witzel. Ela representa o coroamento de uma série de ataques militares contra bairros e favelas onde o narcotráfico se instalou sob os olhares complacentes do Estado. Portanto, nada  justifica este tipo de atuação policial, uma vez que isso não oferece nenhuma garantia  quanto aos propósitos de oferecer paz e segurança à população atingida. A demonstração de tal governante deixa explícita a sua política de aplicação da violência como seu instrumento de diálogo com a sociedade. 
A invasão da Comunidade do Jacarezinho representa o mais violento ataque militar ocorrido nos últimos tempos nesta cidade. O total de mortos alegado pelo porta-voz do governador de que foram 25 vítimas não representa a verdade, pois as famílias ainda estão recolhendo parentes fuzilados e jogados nos valões. As cenas reproduzidas pela mídia covarde foram feitas sob autorização dos comandantes da operação, portanto não refletem o ocorrido. Ou seja, desde o resultado até ao discurso oficial, tudo não passa de uma farsa montada para produzir espetáculos cinematográficos de autopromoção do recém empossado governador. O destaque nisso tudo fica creditado à DPCA - Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, responsável pela denúncia de aliciamento de crianças pelo tráfico.
Por tudo isso, as entidades organizadas da Comunidade do Jacarezinho estão buscando seus direitos junto aos órgãos jurídicos institucionais competentes, na tentativa de fazer justiça e denunciar os responsáveis nos foros apropriados.

Nesse sentido, o PCPB se solidariza com a classe trabalhadora do Jacarezinho e redondeza e se põe à disposição para apoiar as suas iniciativas.

ABAIXO A VIOLÊNCIA!
CHEGA DE CHACINAS!!
PELA CONSTRUÇÃO DO GOVERNO DOS TRABALHADORES!!!
NENHUMA IMPUNIDADE SERÁ TOLERADA!!!!
PARTIDO COMUNISTA DO POVO BRASILEIRO / PCPB

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Solidariedade com o povo colombiano * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

 Solidariedade com o povo colombiano 


Nós abaixo assinantes, viemos a publico expressar o nosso repúdio contra a  brutal repressão e massacre promovido pelo estado narco-paramilitar  colombiano. 

O governo de Iván Duque tentou impor em plena “pandemia” o aumento  generalizado dos impostos, inclusive sobre produtos de primeira necessidade, na  cesta básica. 

Duque é um afiliado do ex presidente Uribe Velez que foi um afiliado de Pablo  Escobar, do cartel de Medellín. 


Posteriormente, o imperialismo norte-americano decidiu acabou com o poder  dos cartéis para ele próprio, por meio das suas agências e bases militares (há  nove na Colômbia) controlar o tráfico da cocaína, de onde saem as verbas  secretas para promover diversos tipos de agressões militares. 

A política do assassinato das lideranças sociais e política é a norma na Colômbia. 


Essa política é muito similar à da “democracia pinochetista” chilena onde há mais  de três mil presos políticos, mais de 500 pessoas estupradas pela política  pinochetista para promover o terror, mais de 400 com os olhos arrancadas por  balas e a região da Araucanía, onde mora a nação Mapuche, militarizada. 


Esses são os modelos que o imperialismo busca impor no Brasil para estende-lo  a toda a América Latina. Uma “versão moderna” das genocidas ditaduras  militares da década de 1970. 


Cabe aos verdadeiros revolucionários, anti-imperialistas e lutadores sociais  solidarizamos com os povos colombianos e chilenos, assim como promovermos a  solidariedade internacionalista, efetiva e na prática, além da simples  propaganda. 


Assinam, 

Gazeta Revolucionária 

PCPB (Partido Comunista do Povo Brasileiro) 

Anserp (Associação Nacional dos Servidores e Perseguidos) 

Imprensa Popular 

UST (União Sindical dos Trabalhadores) 

Tribuna Classista 

Ação Popular Comunitária

Emprego e Vida

Política Revolucionária

ATC

Pátria Latina

Portal Cuba Hoje


Secretário Geral do PCPB George Kunz



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Comunicado Urgente de organizações chilenas

Como Piñera, Duque ao Tribunal Penal Internacional! 

A Colômbia não pode suportar mais mortes, nem mais injustiças, nem mais fome. 

Iván Duque, parceiro de Piñera em Cúcuta, intensifica a repressão militarizada  contra o povo colombiano; implanta o bloqueio de informação tentando tornar  invisível o massacre que está em curso na Colômbia. Dessas terras clamam por  apoio internacional e é nosso dever responder. 

As assembleias territoriais e organizações populares chilenas e Wallmapu, agrupadas na Referência Política Social, RPS, expressam seu mais forte apoio e  solidariedade ao povo colombiano que luta e resiste nas ruas de Cali e outras  cidades contra a repressão militar e policial de Uribe Estado hoje administrado  por Duque, um fantoche do narcotráfico, das corporações transnacionais e do  imperialismo norte-americano. 

Cali, onde a repressão tem sido mais feroz, acorda a cada dia com mais pessoas  assassinadas, mutiladas, estupradas, detidas. São o efeito das mesmas práticas  repressivas que já conhecem os setores populares e os povos em resistência no  

Chile. É a política dos Estados policiais e militarizados que são a outra face do  mercado livre, do extrativismo e da dominação do grande capital. 

O povo colombiano não cresceu apenas por causa de um simples aumento de  impostos; Esse foi o gatilho, assim como a ascensão do metrô no Chile. Como  disseram, estão nas ruas “há tantos anos, décadas, de opressão, de injustiça e por  uma paz que nos foi negada”. São as mulheres que mais falam, os jovens que se  manifestam contra os aparatos repressivos, os trabalhadores que não aguentam  mais, os camponeses, os indígenas e os afro que, já cansados, assumem o  protesto com mais força. A Colômbia não pode suportar mais mortes, mais  injustiças e mais fome. 

Como RPS, do Chile e do Wallmapu, apelamos a todas as organizações populares  e de trabalhadores, ativistas político-sociais e todas as pessoas com um mínimo  de sensibilidade às injustiças, a apoiar ativamente o povo colombiano.  Intensificar os contatos com as organizações populares de Cali e da Colômbia,  enviando a nossa solidariedade e oferecendo ao mundo as nossas redes de  divulgação para quebrar o bloqueio da informação; iniciar campanhas de  denúncia da repressão em curso no Chile e no exterior; para desafiar a presença  e os negócios da capital colombiana no Chile. 

Referente Político Social - RPS 

Assinam-se as assembleias e organizações populares que se agrupam na  Referência Política Social e outras organizações que decidiram aderir: 

https://plrchile.com/comunicado-urgente-como-pinera-duque-al-tribunal penal-internacional/ 

Chile, 4 de maio de 2021.

terça-feira, 27 de abril de 2021

DECLARAÇÃO DO 1º DE MAIO DO PCPB * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

 DECLARAÇÃO DO 1º DE MAIO DO PCPB

POR UM 1º DE MAIO DOS TRABALHADORES

INTERNACIONALISTA, OPERÁRIO, REVOLUCIONÁRIO E SOCIALISTA

Passado mais de um ano do início da crise sanitária provocada pela pandemia do COVID-19, é, nos marcos de um recrudescimento dessa crise, que se converteu rapidamente em uma profunda crise humanitária e acelerou o metabolismo da crise mundial do capitalismo que ocorrerá o 1º de maio, que é o dia internacional dos trabalhadores e tem suas raízes socialistas nos primórdios do século passado, ao contrário do que afirmou o pinochetista Paulo Guedes, Ministro da Economia do governo genocida de Bolsonaro,  para justificar criminosamente cortes draconianos no setor de Saúde, como no kit covid de intubação, no programa de vacinação, etc. de que a pandemia está arrefecendo.

O sistema capitalista mundial, que encontra-se respirando por aparelhos, demonstrou nessa crise que a acumulação do capital, baseada na exploração do homem pelo homem é um vetor que vai totalmente no sentido contrário à defesa da vida e que, portanto não possui outra escolha senão levar milhões de seres humanos à infecção e à letalidade por conta da busca obstinada da produtividade contra a permanente queda tendencial da taxa média de lucro provocada pela crise de superprodução de mercadorias, por um lado, e, por outro lado, pela enorme desvalorização da força de trabalho, reforçada proporcionalmente pelo aumento vertiginoso do exército industrial de reserva de milhões de desempregados.

A crise atual é a maior crise capitalista da história, até referendado pelos principais observatórios do grandes capitalistas como o Financial Times. Por meio de repasses de trilhões de recursos públicos os lucros foram mantidos e até aumentados no ano passado. O efeito colateral foi o aumento da inflação e a disparada dos preços das matérias primas, o que tem impactado diretamente os ingresso.

As medidas do capital e seus governos no mundo inteiro tem sido a da defesa da produção de mercadorias e o lucro, pouco importando se a força de trabalho é a força produtiva que está sendo destruída, o que provoca um aumento das tendências do sistema capitalista à sua própria autodissolução.

Os salários e os direitos dos trabalhadores têm sido degradados. Há milhões de micro, pequenas e médias empresas que têm quebrado ou se encontram prestes a quebrar.

A produção de vacinas monopolizada pelos principais laboratórios do mundo e concentrada na sua maioria em um punhado de países imperialistas expressa o enorme abismo entre estes e os países periféricos, não restando senão para os trabalhadores dos países oprimidos pelo imperialismo a defesa de um programa de nacionalização e expropriação de toda a indústria farmacêutica e o desconhecimento da propriedade intelectual desses monopólios com a quebra das patentes.

O ano de 2021 iniciou espetacularmente marcando o completo fracasso e fim da era Trump nos EUA, com sua tentativa de golpe de estado na ocupação do Capitólio, com o antecedente histórico das multitudinárias mobilizações de 2020 contra o assassinato cruel de um policial branco a Georg Floyd, que ascendeu o estopim de uma enorme rebelião popular que chegou a cercar a Casa Branca em Washington e obrigar o presidente e seus arroubos fascistóides a se esconder em seu bunker de guerra. Joe Biden que venceu as eleições questionadas por fraudes é o outro lado da moeda do imperialismo norte-americano que tem que se haver com a guerra comercial acirrada com a China e com a contenção do descontentamento das massas dentro do seu próprio país.

A “saída” do capitalismo mundial para a brutal crise, que tem elevado os montantes de capitais fictícios a níveis estratosféricos, é a guerra, que implica em nova escala de destruição de forças produtivas e na militarização das sociedades. Esta política está sendo colocada em prática em todo o mundo. Em América Latina, o pinochetismo tem se generalizado. A imposição generalizada de estados de sítio, sob a máscara de supostamente combater o Covid, é a pior desde as sangrentas ditaduras militares.

No Brasil, a burguesia enquanto classe dominante está por detrás da política de genocídio deliberado do governo Bolsonaro, que já se aproxima de 400 mil mortes pelo COVID-19, não havendo mais nenhuma tergiversação em relação à necessidade vital para a classe trabalhadora de por um fim a esta situação insuportável.

O governo Bolsonaro é a correia de transmissão dos interesses da poderosa federação patronal, a FIESP, Paulo Skaf, e os maiores empresários e banqueiros do país, bem como dos representantes do agronegócio, o setor que mais lucra com a pandemia através da exportação de commodities em muitos casos com antecipação de contratos de venda de mercadorias de até 4 anos.

O Congresso Nacional aprovou a semi privatização do programa nacional de vacinação com o direito das empresas privadas adquirirem as vacinas sem que seja necessário doar todo o seu estoque ao sistema público de saúde. A defesa do SUS só pode se dá acompanhada da luta pela estatização da saúde com expropriação dos hospitais e clínicas e os planos privados de saúde, que se beneficiaram com a municipalização da saúde. Por um sistema de saúde 100% estatal sob controle dos trabalhadores.

A MP 936 de redução da jornada de trabalho com redução salarial de 25% a 75% ou suspensão dos contratos através de acordos (coação) entre os patrões e os trabalhadores, e pagamento do BEm (Benefício Emergencial proporcional ao benefício do Seguro-desemprego) que vigorou de abril a dezembro de 2021, cinicamente autoproclamada como de Preservação do Emprego e da Renda, volta à tona no Congresso Nacional como exigência do G-20 tupiniquim, o grupo dos 20 maiores empresários do país, em vídeo-conferência direta com Bolsonaro, em abril do ano passado, com o objetivo de reter o FGTS, o valor integral do benefício do Seguro-desemprego e a multa rescisória dos trabalhadores.

No bolso do Centrão, no interior do Congresso Nacional, o governo Bolsonaro reteve verbas da saúde, seguro-desemprego, educação, previdência social, moradia, ciência e tecnologia, etc. para garantir um montante de 33,5 bilhões para as emendas parlamentares, e mesmo assim, ver ameaçada a sua governabilidade. 

Na Cúpula de Líderes sobre o Clima convocada por Joe Biden, nos EUA, Bolsonaro para agradar o imperialismo fez falsas promessas para logo depois cortar milhões no Orçamento na Fiscalização ao combate ao desmatamento. Um dirigente sindical da Associação Nacional dos Servidores do IBAMA denunciou que em 2020 mesmo o orçamento destinado à Fiscalização e proteção ao meio ambiente já ter sido barbaramente encolhido, nem sequer foi utilizado pelo governo Bolsonaro integralmente.

Bolsonaro e o Centrão não conseguiram evitar a instalação da CPI da pandemia, que terá como alvo principalmente seu ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazzuelo, que por mais controlada que possa ser pela bancada governista, e venha a ter a complacência da oposição com a sua governabilidade, é mais um componente na “usina de crises” que se tornou um método sistemático de governo.

Bolsonaro acuado pelo Congresso Nacional com a instalação da CPI da pandemia, pelo STF com as últimas decisões que este tomou principalmente em relação à liberação da candidatura de Lula, ameaçou colocar o exército nas ruas para impedir que os governadores e prefeitos apliquem o lockdown invocando a Constituição Federal, escancarando o verdadeiro conteúdo da democracia burguesa que em última instância é a ditadura de um punhado de capitalistas, que impõem à fórceps o direito de exploração da força de trabalho, enquanto que para os trabalhadores o único direito que possuem nos marcos dessa democracia é o de serem explorados, e nessa situação de excepcionalidade que passa a humanidade, doando sua própria vida.

A outra tentativa de saída do capital passa por uma nova etapa de privatização das empresas estatais que ainda restam, que no Rio Grande do Sul escandalosamente foi o pontapé inicial com a entrega do que restava da Companhia Estadual de Energia Elétrica – CEEE, a troco de banana, pelo valor de todo o ativo e patrimônio da empresa por R$ 100 mil. O governo Bolsonaro já enviou para o Congresso Nacional os projetos de privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e da Eletrosul. 

Os maiores interessados na luta contra a privatização das empresas estatais em primeiro lugar são seus próprios trabalhadores, que sofrerão com as demissões e demais consequências nefastas; os maiores interessados na privatização das mesmas são setores da burguesia nacional que parasitam historicamente nestas mesmas empresas e o imperialismo; mas é do interesse geral de toda a classe trabalhadora que essas empresas não sejam privatizadas e passem a ser controladas pelos próprios trabalhadores. Esse é um ponto que deve estar inscrito no programa de transição desse beco sem saída do sistema capitalista para um governo de trabalhadores, uma sociedade socialista.

Há 25 anos da chacina dos sem-terras em Eldorado dos Carajás, no Pará, sob os auspícios dos governos federal de FHC e estadual de Almir Gabriel, ambos do PSDB, a CUT, a CTB e a Intersindical junto com outras centrais sindicais diretamente ligados aos patrões e à direita convocou um ato do 1º de maio aonde estarão no mesmo palanque Lula, Dilma, Boulos, Flávio Dino, Marina Silva, Ciro Gomes, João Dória, FHC e outros representantes do capital e da direita, como o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira do PP de Alagoas e o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco do DEM de Minas Gerais. 

Uma frente ampla sem limites à direita, do PT, PC do B, PSOL, PDT, REDE, PSDB, PP, DEM tendo a burocracia sindical cutista e as demais centrais a função de dar um verniz “classista” no ato do 1º de maio, que é para ser justamente um ato de luta contra os interesses patronais e do grande capital nacional e internacional.

O governo Bolsonaro quando supostamente estaria prestes a cair foi anabolizado pelo novo governo Biden/ Kamala. Todo o regime político, desde a extrema direita até a “esquerda” oficial são instrumentos da política do imperialismo de massacrar os povos brasileiro e latino-americanos para salvar-se da sua crise. É um governo Bolsonaro 2.0 e muito mais inimigo do povo brasileiro.

Lula, depois de anunciada a liberação da sua candidatura, em uma entrevista para a Rede Bandeirantes afirmou que Bolsonaro devia começar a governar o país, dando um verdadeiro talão de cheques em branco para o presidente genocida e deixando-lhe com as mãos e os pés livres até as eleições de 2022, e que é favor da privatização de algumas estatais, explicando porque mormente exista um genocídio deliberado no país, o qual o governo Bolsonaro é o principal responsável, como dizem nossos hermanos latino-americanos “no se pasa nadie!”. A governabilidade de Bolsonaro/Mourão, Guedes, e todos os bandidos instalados no Palácio do Planalto está garantida, desde que a candidatura de Bolsonaro se desidrate, mesmo que seja às custas de milhares de mortes e milhões de infectados pelo COVID-19.  

Por isso, neste 1º de Maio afirmamos que é um dia da classe trabalhadora do mundo inteiro, um dia de luta classista dos trabalhadores.

Convocamos todas as organizações e agrupamentos operários independentes a constituir uma frente única de luta por um 1º de maio internacionalista, operário, revolucionário e socialista, que levante a defesa das necessidades mais prementes dos trabalhadores.

Dentre elas e para começar, a Constituição de um Comitê Independente dos trabalhadores para centralizar a luta pelo combate à pandemia, por um programa de vacinação em massa e imediato, desde que haja uma investigação realizada por esse Comitê sobre os efeitos colaterais graves e sobre a agressão à soberania nacional imposta pelos monopólios.

Contra a redução dos salários e a suspensão dos contratos, pela redução da jornada de trabalho nos setores vitais como a saúde e alimentação sem redução dos salários.

Pela escala móvel da jornada de trabalho e dos salários e a garantia de uma verdadeira quarentena para os trabalhadores que dure pelo menos 60 dias para liquidar com o ciclo de reprodução do vírus do Covid. O governo deve viabilizar ajuda dignas para todos os brasileiros durante o período, da mesma maneira que em março de 2019 repassou prontamente R$ 1,250 trilhões aos bancos.

Pela imediata ruptura de pagamento da fraudulenta dívida pública, e a estatização do sistema financeiro e do comércio exterior. Esses processos também devem ser controlados pelo Comitê independente de trabalhadores.

Não às privatizações, colocar as estatais sob controle dos trabalhadores, reestatização de todas as empresas estatais que foram privatizadas sob controle dos trabalhadores.

Não ao genocídio, a escravidão, a fome e a miséria que assolam os trabalhadores.

Por um Congresso de bases com delegados eleitos nos locais de trabalho, moradia e estudo, para discutir e aprovar um programa que coloque na ordem do dia a organização dos trabalhadores contra o massacre generalizado, na direção de uma verdadeira GREVE GERAL, que seja capaz de desenvolver lutas e generalizá-las, para colocar abaixo o governo genocida de Bolsonaro/Mourão, que neste momento representa todo o regime político a serviço dos grandes capitalistas.

A saída dos trabalhadores para a crise é lutar por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo e pelo socialismo, que implica na expropriação dos grandes capitalistas e o rompimento com o imperialismo.

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sexta-feira, 23 de abril de 2021

A ATUALIDADE DA REVOLUÇÃO LATINOAMERICANA * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

 A ATUALIDADE DA REVOLUÇÃO LATINOAMERICANA

Um País independente , não se rende , não se entrega , não renega sua revolução , seus avanços , Cuba não se deixar levar por seus detratores , vendilhões da imprensa a serviço de seus patrões , o grande capital , procura sim e consegue manter-se forte, destemida e determinada a manter de pé, alicerçada por seu povo a manter suas conquistas e aprofunda a Revolução que transformou sua realidade  de um quintal de interesses mais escuso  estadunidenses a um País forte e Soberano , que sabe  conduzir com firmeza o seu destino , se ajustes se fazem necessários, lá estará o povo cubano convocado a decidi-lo de forma livre, e Soberana , tomar suas decisões ao contrário do alarmismo da imprensa burguesa que mesmo distorcendo os fatos, não consegue destruir a realidade. Cuba viverá sempre. 


Nossas saudações ao povo Cubano e seus dirigentes, ante a necessidade da revolução latinoamericana!


 A revolução cubana é uma prova viva do potencial libertador e humanista do socialismo. Cuba, mesmo isolada, caluniada e sabotada por um criminoso bloqueio perpetuado pelos sádicos de Washington, mantém condições sociais, econômicas e culturais dignas ao seu povo, enquanto em todo o nosso continente, ao contrário, vivemos o auge da barbárie capitalista e a explosão da miserabilidade, embrutecimento de nossa gente e concentração afrontosa da riqueza nas mãos de uma ninharia de magnatas larápios. 


 Apesar de relativa abertura--devido às condições econômicas concretas, inevitável--de sua economia ao capital privado estrangeiro, algo semelhante a Nova Politica Econômica (NEP), implementada pelos bolcheviques logo após a Revolução Russa de 1917, Cuba mantém de forma segura as bases do Estado operário, qual seja: a propriedade socializada dos meios de produção, monopólio estatal do comércio exterior, planificação da economia e controle das contas de capital por parte do Estado. 

Tais instrumentos de controle econômico, permite garantir as bases da ditadura do proletariado num cenário dificultoso. No entanto, para que a transição ao socialismo avance de forma segura, o Estado cubano precisa sair do isolamento. 


 Na América Latina, palco da hegemonia criminosa do imperialismo e do subdesenvolvimento imposto aos nossos povos, somente a revolução nos seus principais países pode fazer avançar de forma irresistível a causa do socialismo. Apesar de todo o heroísmo histórico, a revolução cubana somente poderá  emancipar por completo seu povo e concretizar o horizonte de Che, acerca do "homem novo", quando o socialismo triunfar em nossa América.

Somente os Estados Unidos Socialistas da América Latina, poderão concretizar os magníficos sonhos de Bolívar, José Marti, Mariatégui, Che, Darcy Ribeiro, Fidel e tantos outros camaradas e revolucionários valorosos.

 Cuba deu o primeiro passo e se mantém no caminho certeiro da emancipação de nossos povos das garras predatórias do imperialismo senil. Vida longa a Cuba e a seu povo guerreiro!


(Texto construído em conjunto pelos camaradas Hélio e Bergoci, ambos do CC do PCPB)

terça-feira, 20 de abril de 2021

SAUDAÇÕES AO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

 SAUDAÇÕES AO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA



No momento em que o imperialismo junta todas as forças inimigas do progresso e da paz mundiais contra a felicidade de todos, a realização do 8°Congresso do Partido Comunista de Cuba mantém acesa a esperança e os sonhos de milhões de seres humanos que veem no socialismo a sua única perspectiva de continuar vivos. 


Por isso, saudamos fraternalmente a cada delegado congressista e nos irmanamos às decisões  tomadas pela construção de um futuro seguro, justo e harmônico para todos.




Neste momento não podemos deixar de acrescentar os nossos calorosos votos de FELIZ NATALICIO ao Camarada Excelentíssimo Presidente MIGUEL MARIO DIAZ-CANEL no seu 62° aniversário.


Seguem votos de saúde,  sucesso e paz dos Camaradas do

PARTIDO COMUNISTA DO POVO BRASILEIRO/PCPB


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domingo, 18 de abril de 2021

Unificar os verdadeiros revolucionários e anti-imperialistas contra o massacre * Partido Comunista do Povo Brasileiro/PCPB

Unificar os verdadeiros revolucionários e anti-imperialistas contra o  massacre 

Companheiros e companheiras, 

O avanço do massacre dos trabalhadores e do povo brasileiro avança a passos  largos perante a paralisia generalizada no Brasil. 

Se tornou imperioso organizar a resistência com o massacre. A violência dos  ataques tende a colocar as massas em movimento inevitavelmente. Esse é o  verdadeiro motivo do acelerado aparelhamento repressivo do estado e da  burguesia, assim como o fortalecimento das milícias, da incorporação das bandas  criminosas ao estado e dos fascistas. 

Não é mais lógico nem prudente continuar atuando a partir de pequenos núcleos.  As divergências táticas entre os agrupamentos da esquerda revolucionária  devem ser deixadas de lado em prol da defesa das bandeiras de luta contra o  massacre dos trabalhadores e do povo brasileiro e dos povos da América Latina.  O cancelamento da ultra corrupta dívida pública e das privatizações. A saúde e a  educação públicas. O salário mínimo vital e o emprego. O fim do latifúndio e o  “agronegócio”. O rompimento com todas as  imposições do imperialismo e pela  soberania nacional. 

É preciso unir a esquerda revolucionária na defesa do programa  revolucionário 

Muitas das divergências estão ultrapassadas para o presente momento histórico,  pois se relacionam com “ismos” ou grandes personalidades cujas “correntes  revolucionárias” cumpriram um papel, até importante, em épocas determinadas. Ainda onde essa política conduz a não ser à conformação de seitas. 

Precisamos responder à altura das necessidades que os trabalhadores e os povos  têm hoje.  

Também precisamos superar o “egocentrismo” em prol da organização da luta de  massas ao invés de ficarmos pulverizados em aparelhinhos. 

A unidade na luta se tornou imprescindível hoje, inclusive adotando medidas  orgânicas. 

Neste momento, em que a “esquerda” oficial se passou com mala e cuia para o  campo da direita e do imperialismo, dando continuidade ao processo que escalou  a partir da década de 1980, com o chamado “neoliberalismo”, é preciso ocupar o  campo político que ficou aberto, qual uma avenida. Até porque se essa tarefa não  for cumprida, esse campo será ocupado pelo fascismo e/ou esmagado pelas  ditaduras pinochetistas

Precisamos nos agrupar para lutar, unir forças e ideias, e criar o núcleo de um  grande movimento para salvar a nação brasileira. 

Muita gente está morrendo pela pandemia e principalmente pela destruição da  saúde pública, dos empregos, de todos os serviços sociais, num clima  generalizado de insegurança.

Contra o governo Bolsonaro, o fascismo e o imperialismo 

O Brasil, o fascismo e o pinochetismo, e o gado indo para o abate 

Se encontra em andamento uma CPI contra o governo Bolsonaro em relação à  gestão da pandemia. 

Em primeiro lugar, devemos entender o caráter deste governo se não quisermos  ser enganados mais uma vez. 

O governo Bolsonaro estava prestes a cair quando Donald Trump perdeu as  eleições nos Estados Unidos para Joe Biden/ Kamala Harris. Como por arte de  mágica, ele foi reciclado e passou a resumir o conjunto do regime político. 

O governo Bolsonaro 2.0 impôs os presidentes das câmaras dos deputados e dos  senadores de levada. A seguir aprovou a Autonomia do Banco Central por 336  votos a 114 e a abertura de contas em dólares para as grandes empresas  contarem com facilidades adicionais para repatriar os lucros. 

A aprovação da PEC 186, a denominada PEC do Auxílio Emergencial, na prática teve como objetivo reforçar a Lei do Teto para os gastos sociais. 

Agora temos todo o regime político, desde a extrema direita até a “esquerda” oficial teleguiada pelo imperialismo norte-americano para impor o massacre do  povo brasileiro. 

Isto é particularmente grave porque se trata da nova versão da ditadura militar  de 1964, desta vez tomando como modelo o pinochetismo chile e o estado  narcoparamilitar colombiano, para a seguir impo-lo e reforça-lo em toda a  América Latina.
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