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quarta-feira, 8 de abril de 2026

RETOMAR A LUTA PELA SOBERANIA NACIONAL * Liga Comunista Brasileira/LCB

RETOMAR A LUTA PELA SOBERANIA NACIONAL

No atual contexto, de evidente crise da hegemonia imperialista estadunidense, o governo Donald Trump responde com uma política abertamente agressiva e neocolonial. Formas de dominação mais insinuantes, pela via do soft power, são substituídas por uma retórica e ações mais contundentes. A política imperialista é defendida sem meias palavras, impondo-se aos países da periferia do sistema um estado de exceção permanente.

Se quiser manter sua influência global, o imperialismo estadunidense precisa assegurar o controle da América Latina como base para sua projeção mundial. Para tanto, a reafirmação da antiga estratégia, de “América para os americanos”, exposta na Doutrina Monroe no começo do século XIX, é retomada com virulência. Expressando a personalidade narcísica do atual comandante da Casa Branca, agora se chama Doutrina Donroe. Mas se a Doutrina Monroe queria barrar a influência europeia nas Américas, a Doutrina Donroe tem como seu adversário a China.

Na luta dos Estados Unidos para reverter sua crise hegemônica, o Brasil é uma peça-chave. Somos o maior país da América Latina em dimensões territoriais, temos a maior população e a natureza nos dotou de grandes riquezas naturais cobiçadas pelo imperialismo. Temos importante projeção regional, com a luta de classe em nosso país repercutindo na luta de classe das nações do entorno.

Por todas essas razões, a eleição presidencial de 2026 assume uma importância decisiva para o futuro do Brasil. Paira sobre o nosso país uma grave ameaça de recolonização. Facções da burguesia brasileira, galvanizadas pelo bolsonarismo, defendem uma submissão completa do país aos interesses estadunidenses. Em congresso de líderes políticos fascistas, nos Estados Unidos, o candidato Flávio Bolsonaro declarou, caso eleito presidente, que colocará toda a riqueza das terras raras brasileiras a serviço dos Estados Unidos em sua disputa concorrencial com a China.

Essa manifestação de subserviência extrema reflete a política dessas facções, para quem a associação subordinada com o imperialismo estadunidense é um dado inquestionável. A instituição da presidência da República seria transformada em uma espécie de autoridade delegada pelos presidentes dos Estados Unidos.

As forças majoritárias da esquerda brasileira, nos seus últimos 50 anos, secundarizaram a questão nacional. Parida nas lutas contra a ditadura, e sofrendo com o impacto da dissolução do campo socialista, a questão democrática ocupou todas as suas preocupações. Teve até quem definiu a democracia como dotada de valor universal. Ela também embarcou na canoa furada da globalização, ignorando a permanência do imperialismo.

A luta pela soberania nacional deve ser resgatada com urgência pela esquerda brasileira. É impossível apresentar um programa político de superação das nossas contradições sociais, sem propormos um programa político capaz de resgatar a soberania nacional em todas as suas dimensões. Ambas as lutas, no contexto brasileiro, entram em contradição direta com o capitalismo. Associada em diferentes dimensões ao imperialismo, a classe dominante brasileira é o maior obstáculo à conquista de um país soberano e de uma superação da miséria e da pobreza do nosso povo. É urgente nos livrarmos da nossa classe dominante para não sucumbirmos a um projeto de recolonização do Brasil.

Para isso, será preciso construir instrumentos políticos capazes de unificar diferentes forças e personalidades em torno de um programa anti-imperialista como pressuposto das transformações econômicas, políticas e sociais revolucionárias em nosso país.

A MALHAÇÃO DO JUDAS E A MALHAÇÃO DA DITADURA MILITAR

A Malhação do Judas é uma tradição cultural de cunho religioso de vários países da América Latina. A malhação do Judas ocorre no sábado de Aleluia, dentre as festividades da Páscoa católica.

Tradição herdada da cultura ibérica, a malhação faz referência à traição de Judas, que delatou Jesus às autoridades romanas em troca de trinta moedas de prata. O evento é realizado em diversas cidades e bairros Brasil a fora.

Um boneco representando o personagem é espancado ou queimado. Em Itu, o boneco é explodido com fogos de artifício.

Em alguns locais, a festa assume caráter carnavalesco. E políticos desgastados e pessoas impopulares são personificados no Judas a ser malhado.

Na época da ditadura, os presidentes generais foram alvo da ira popular na forma do Judas malhado. No período final do regime, o ditador Figueiredo era o Judas favorito do povo nos bairros e cidades pequenas Brasil a fora. A criatividade popular transformou a festa religiosa em diversão e protesto social.

Neste ano, em alguns lugares do Brasil e no México, onde a tradição é mantida, a malhação do Judas teve Donald Trump como alvo da ira e do protesto popular. 

 Segue um documentário sobre a malhação do Judas, dirigido por Vitor Diniz e Danilo Agripino: https://www.youtube.com/watch?v=ZMvVvpHGXhY.
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domingo, 22 de março de 2026

PETRÓLEO PARA CUBA * Paulo Henrique Rodrigues Pinheiro/Change.org

PETRÓLEO PARA CUBA
Ao Excelentíssimo Sr. Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva

O atual cenário atravessado por Cuba é o mais dramático desde a vitória da Revolução em 1959. O presidente dos Estados Unidos Donald Trump tem adotado medidas com o objetivo de agravar o bloqueio econômico imoral e ilegal contra Cuba. Dentre essas medidas, a mais grave é a de bloquear a venda de petróleo com a finalidade de derrotar a Revolução e impor medidas de caráter genocida.

Quer o presidente dos Estados Unidos alcançar seu objetivo de derrotar a Revolução, tal como Netanyahu faz em Gaza, matando o povo cubano pela fome e pela deterioração das condições de vida. E se não bastasse, caso Cuba não se renda, a ameaça com uma invasão militar. Nesse momento tão dramático, a Solidariedade Internacional é a maior arma para derrotar a agressão imperialista.

Por isso, nós abaixo-assinados, personalidades públicas, representantes da sociedade civil e cidadãos brasileiros solicitamos ao senhor presidente o envio de petróleo à Cuba como parte do esforço internacional de ajuda humanitária para que a Ilha possa mitigar os efeitos nefastos do bloqueio econômico que lhe foi formalmente imposto em 7 de fevereiro de 1962. O momento agora é de retribuir o que o povo cubano sempre fez, em especial durante o Programa Mais Médicos, quando ofereceu atenção, dedicação e carinho ao povo brasileiro.
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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Margem Equatorial - Petrobrás: A soberania vendida em lotes * Reynaldo José Aragon Gonçalves/AEPET

Margem Equatorial - Petrobrás: A soberania vendida em lotes

Defender o meio ambiente é imperativo. Mas enquanto a estatal brasileira se tornava vilã ambiental, o país entregou à Chevron, ExxonMobil e Shell direitos de exploração da Margem Equatorial. Sinal de que além de ecológica, a questão é geopolítica

A Petrobras passou mais de uma década bloqueada por exigências técnicas, pareceres contraditórios e campanhas ambientais seletivas. Enquanto isso, empresas estrangeiras como Chevron e ExxonMobil conseguiram acesso à Margem Equatorial sem resistência. Este caso não é sobre preservação ambiental. É sobre quem realmente decide o futuro do Brasil. E, neste episódio, quem decidiu não foi o Brasil.

No dia 17 de junho de 2025, o Brasil entregou à Chevron, ExxonMobil, Shell e outras multinacionais o controle sobre uma das regiões mais estratégicas de sua matriz energética: a Margem Equatorial.

O leilão promovido pela ANP ofertou 192 blocos exploratórios, sendo 63 nessa região, arrecadando R\$ 1,2 bilhão. O que a mídia tratou como sucesso financeiro foi, na verdade, a culminância de uma longa operação de deslegitimação simbólica da Petrobras e de esvaziamento da capacidade do Brasil de decidir soberanamente sobre seus recursos energéticos.

Durante mais de 13 anos, a Petrobras tentou, sem sucesso, obter licença ambiental para perfurar um poço exploratório na região. Apesar de ter cumprido exigências técnicas e apresentado estudos robustos, a estatal foi sistematicamente bloqueada por pareceres ambíguos, entraves regulatórios e uma campanha pública que a transformou em vilã ambiental.

O Ibama, por exemplo, indeferiu o pedido da Petrobras com base na ausência de uma Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS) que, tecnicamente, não era obrigatória.

Em paralelo, ONGs ambientalistas, muitas delas financiadas por fundações internacionais, atuaram com intensidade contra o projeto da Petrobras, ampliando o discurso do “risco à Amazônia” em editorias, redes sociais e pareceres públicos.

Mesmo com evidências técnicas indicando que os blocos estavam a centenas de quilômetros da foz do Amazonas e que o impacto sobre os biomas seria controlado, a narrativa dominante foi a da destruição iminente.

O curioso é que o discurso ambiental evaporou quando empresas estrangeiras demonstraram interesse. Durante o processo que antecedeu o leilão da ANP, não houve protestos relevantes, notas de repúdio ou mobilização digital contra a participação da Chevron, da ExxonMobil ou da Shell.

A mesma Margem Equatorial que era intocável para o Estado brasileiro tornou-se, subitamente, uma nova fronteira de oportunidade para o capital estrangeiro. Sinal de que o problema nunca foi apenas ambiental — era geopolítico.

Após o leilão, com os contratos assinados, algumas ONGs voltaram a se manifestar contrariamente à exploração. Mas o estrago já estava feito. A omissão estratégica durante o período crítico permitiu que o leilão ocorresse com fluidez e sem pressão social. Essas idas e vindas não revelam incoerência, mas método: o objetivo foi bloquear a Petrobras, não necessariamente o projeto de exploração.

O caso escancara uma das formas mais sofisticadas de guerra do século XXI: a guerra informacional. Trata-se da ocupação do campo das ideias, da percepção e das narrativas que moldam o senso comum. A opinião pública brasileira foi lentamente induzida a rejeitar qualquer iniciativa de soberania energética que envolvesse o Estado.

A Petrobras passou a ser tratada como uma empresa obsoleta, burocrática, ineficiente e poluidora. Esse processo não foi espontâneo: foi articulado por um ecossistema formado por editorias econômicas, ONGs transnacionais, influenciadores digitais, consultorias regulatórias e plataformas tecnológicas.

A erosão simbólica da Petrobras foi essencial para que o leilão não gerasse repúdio. Quando a população já não reconhece sua estatal como ferramenta de soberania, não há resistência organizada à sua exclusão. O Estado foi convencido a agir como despachante do capital externo, e a sociedade, treinada a acreditar que qualquer alternativa nacional é automaticamente ineficaz.

Essa é a dimensão mais perigosa da guerra híbrida: o inimigo não precisa mais invadir; basta convencer. E o convencimento se faz com mídia, métricas, pareceres, hashtags e relatórios. O que se perde não é apenas a capacidade de explorar um bloco de petróleo. O que se perde é a capacidade de existir como sujeito político autônomo.

Defender o meio ambiente é imperativo. Mas permitir que essa causa seja instrumentalizada por interesses que não respondem à população brasileira é um erro grave. A Margem Equatorial é apenas um exemplo. A verdadeira disputa é pela soberania informacional. E nenhum país soberano entrega sua narrativa e seu petróleo ao mesmo tempo. A menos que já tenha perdido os dois.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

ABAIXO O LOTEAMENTO DA MARGEM EQUATORIAL * Emanuel Cancella/RJ

ABAIXO O LOTEAMENTO DA MARGEM EQUATORIAL
Emanuel Cancella 

Marina Silva em parceria com George Soros entregou a Chevron, Exxomobil, Shell e outras a Margem Eguatorial!

 Soberania ameaçada: multinacionais avançam sobre a Margem Equatorial (16).
Veja no Brasil 247 o que postou Outras Mídias em 18/06/2025 (1): 

"Petrobrás: A soberania vendida em lotes

Defender o meio ambiente é imperativo. Mas enquanto a estatal brasileira se tornava vilã ambiental, o país entregou à Chevron, ExxonMobil e Shell direitos de exploração da Margem Equatorial. Sinal de que além de ecológica, a questão é geopolítica.

A Petrobras passou mais de uma década bloqueada por exigências técnicas, pareceres contraditórios e campanhas ambientais seletivas. Enquanto isso, empresas estrangeiras como Chevron e ExxonMobil conseguiram acesso à Margem Equatorial sem resistência. 

Este caso não é sobre preservação ambiental. É sobre quem realmente decide o futuro do Brasil. E, neste episódio, quem decidiu não foi o Brasil.

No dia 17 de junho de 2025, o Brasil entregou à Chevron, ExxonMobil, Shell e outras multinacionais o controle sobre uma das regiões mais estratégicas de sua matriz energética: 

a Margem Equatorial. O leilão promovido pela ANP ofertou 192 blocos exploratórios, sendo 63 nessa região, arrecadando R\$ 1,2 bilhão. 

O que a mídia tratou como sucesso financeiro foi, na verdade, a culminância de uma longa operação de deslegitimação simbólica da Petrobras e de esvaziamento da capacidade do Brasil de decidir soberanamente sobre seus recursos energéticos.

Durante mais de 13 anos, a Petrobras tentou, sem sucesso, obter licença ambiental para perfurar um poço exploratório na região. Apesar de ter cumprido exigências técnicas e apresentado estudos robustos, a estatal foi sistematicamente bloqueada por pareceres ambíguos, entraves regulatórios e uma campanha pública que a transformou em vilã ambiental. 

O Ibama, por exemplo, indeferiu o pedido da Petrobras com base na ausência de uma Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS) que, tecnicamente, não era obrigatória.

Em paralelo, ONGs ambientalistas, muitas delas financiadas por fundações internacionais, atuaram com intensidade contra o projeto da Petrobras, ampliando o discurso do “risco à Amazônia” em editorias, redes sociais e pareceres públicos. 

Mesmo com evidências técnicas indicando que os blocos estavam a centenas de quilômetros da foz do Amazonas e que o impacto sobre os biomas seria controlado, a narrativa dominante foi a da destruição iminente.

O curioso é que o discurso ambiental evaporou quando empresas estrangeiras demonstraram interesse. Durante o processo que antecedeu o leilão da ANP, não houve protestos relevantes, notas de repúdio ou mobilização digital contra a participação da Chevron, da ExxonMobil ou da Shell. 

A mesma Margem Equatorial que era intocável para o Estado brasileiro tornou-se, subitamente, uma nova fronteira de oportunidade para o capital estrangeiro. Sinal de que o problema nunca foi apenas ambiental — era geopolítico.

Após o leilão, com os contratos assinados, algumas ONGs voltaram a se manifestar contrariamente à exploração. Mas o estrago já estava feito. 

A omissão estratégica durante o período crítico permitiu que o leilão ocorresse com fluidez e sem pressão social. Essas idas e vindas não revelam incoerência, mas método: o objetivo foi bloquear a Petrobras, não necessariamente o projeto de exploração ".

Não podemos esquecer: Na Margem Equatorial são prováveis 30 BI de barris de petróleo, equivalentes a US$ 2 TRI variando de acordo com o dólar e o preço do barril de petróleo que agora com a guerra Israel X Iran disparou (8). Margem Equatorial é a maior descoberta petrolifera no mundo contemporaneo.

Para confirmar que o golpe do século: A ANP no dia 17/06/25 leiloou na Margem Equatorial, mais de US$ 2 TRI em petróleo e arrecadou menos de R$ 1 BI (9).

Marina Silva com a história de defender os peixinhos a fauna e flora fechou as portas a Petrobrás e abriu uma porteira para as petroleiras estrangeiras.

George Soros, o sabotador, é reincidente já que tambem quebrou o banco da inglaterra, agora junto com Marina Silva quebrou a Petrobrás (10)!

A sabotagem da Petrobrás pelo ongueiro George Soros (2).

Diario da Causa Operária - DCO: George Soros veta exploração de petróleo no Brasil. A serviço de George Soros e da Open Society, IBAMA, ligado a Marina Silva, rejeitou pedido da Petrobrás para explorar região (3).

Brasil 247: Greenpeace financia expedição para evitar exploração de petróleo pelo Brasil na Margem Equatorial. Empresas multinacionais como Exxon e Total já estão explorando petróleo na Guiana Francesa (4).

Pesquisa mostra que 2 a cada 3 brasileiros (62,4%) são favoráveis à Petrobras explorar petróleo na Foz do Amazonas (11). 

“Nós vamos explorar a Margem Equatorial”, diz Lula (14). 

Petrobrás cumpriu todas as exigências do Ibama, diz presidentes da Petrobrás (Jean Paul e Magda) para conseguir a licença ambiental (12,13)!

A Petrobrás e o Brasil agradece a Aepet (5), Clube de Engenharia (7) Universidade Federal Fluminense (6) que defenderam a Petrobrás na Margem Equatorial!

sábado, 12 de março de 2022

NÃO OLHE PRA CIMA! * Frente Revolucionária dos Trabalhadores / FRT - BR

NÃO OLHE PRA CIMA!

- Não olhe pra cima! 
É o nome de um filme recem lançado, mas nem parece. Até dá a impressão de que trata-se de alguma coisa contra nós, algo que não podemos saber ou ver. É que algo ronda os céus e não é somente os aviões de carreira. Claro! Tem os aviões de guerra, os drones, os satélites, além dos super- heróis das tantas histórias em quadrinhos que já lemos.

- Ou será que descobriríamos algo se olhássemos para cima? 
Perguntas, tantas perguntas, e mais perguntas nos fazemos. Por exemplo, por que o Putin, presidente da Rússia, é culpado dos preços dos combustíveis, entre eles o gás de cozinha, que nós temos que pagar tão caros? 

A resposta é simples, mas precisamos fazer um passeio pela economia política para chegar a ela. É que o sistema econômico em que vivemos é o capitalismo. Há décadas ele vive uma crise terminal, devido ao avanço tecnológico, a divisão internacional dos mercados, a extinção de mão-de-obra e o desemprego, e, consequentemente, a diminuição a margem de lucro dos produtos. 

COWBOY CAMINHONEIRO

Diante disso tudo, os capitalistas se acham no direito de assaltarem nações-povos-países menos favorecidos, menos armados, subdesenvolvidos - praticando o que conhecemos como IMPERIALISMO - e se fartam de suas riquezas, como na guerra do Iraque, do Afeganistão, da Síria e tantos outros.

Em grande parte, é por isso que não gostam quando adquirimos o hábito de "olhar para cima". Porque acabamos vendo algo mais. Por exemplo, agora está ocorrendo mais uma guerra no mesmo molde das outras, baseada em rapina de riquezas nacionais feita pelo IMPERIALISMO. 

CRUZAMENTO FEIRA DE SANTANA-BA

Explico: é que em 2014, lá na Ucrânia, foi derrubado um governo eleito pelo voto direto daquele povo. Só que esse governo não seguia as ordens do IMPERIALISMO - capitaneado pelos Estados Unidos. Logo em seguida, foi empossado sem eleição nem nada um "pau manado" chamado Zelenski, tipo Bolsonaro - inclusive nazistóide - que passou a fazer tudo que o TIO SAM ( expressão pejorativa para definir os Estados Unidos) mandasse. Implantou dezenas de bases militares, laboratórios militares de produção de vírus, usinas nucleares das mais perigosas - lembre-se de Chernobil - e desenvolveu uma milícia NAZISTA, com a finalidade de eliminar estrangeiros, principalmente russos, devido ao racismo existente entre aqueles povos. Até agora se sabe que essa milícia matou 14 mil pessoas. Devido ao poderio militar adquirido, a Ucrânia assumiu a condição de ameaça à Rússia, e com total apoio da OTAN. Por isso a Rússia reagiu. E a reação da Rússia, comandada pelo Presidente Putin, está sofrendo retaliações impostas pelo IMPERIALISMO, através dos Estados Unidos e da Europa, que dispõem da OTAN para intimidar seus adversários. Entre essas retaliações, está incluído a comercialização do petróleo e seus derivados, o que acarreta a elevação dos preços no mundo inteiro. Daí, a nossa gasolina, o nosso óleo diesel, o nosso gás de cozinha, dispararam os preços.
 
FEIRA DE SANTANA

Todos se perguntam: mas Bolsonaro não faz nada? Claro que não. Ele é um "pau mandado". Mas nós sim, nós podemos mudar tudo por que nós, o povo, os trabalhadores, somos quem tudo produz. Nós temos o direito de parar este pais e exigir que o nosso país nos seja devolvido. Basta decretarmos uma 

GREVE GERAL, por:

1 - revogação de todas as privatizações;
2 - revogação de todas as reformas anti-sociais;
3 - redução da jornada de trabalho para 6 horas diárias com geração de mais emprego;
4 - cumprimento da Constituição de 1988, especialmente em saúde e educação;
5 - retirar da lista de commodites todos os ítens da cesta básica e estabelecer seus preços autonomamente;
6 - reforma urbana e agrária sob controle dos trabalhadores;
7 - revogação da Lei Anti terror;
8 - total liberdade de organização e manifestação;
9 - salário mínimo de acordo com o DIEESE;
10 - auxílio emergencial de 1SM enquanto houver pandemia do covid-19.
PETROBRAS

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES
12/03/2022