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segunda-feira, 25 de novembro de 2024

XVIII MARCHA DA PERIFERIA REPARAÇÃO JÁ * Comitê Pró-periferia

XVIII MARCHA DA PERIFERIA REPARAÇÃO JÁ
Comitê Pró-periferia

CARTA - CONVITE

Como que a Constituição diz todos iguais, e essa igualdade não chega.
Reparação já!

Prezados(as),

A XVIII Marcha da Periferia terá como tema: REPARAÇÃO HISTÓRICA. E será realizada no dia 30 de Novembro de 2024 no Quilombo Liberdade com concentração as 16h no VIVA Fé em Deus, como já vem acontecendo nos últimos anos, por tudo que esse território representa para a luta antirracista no estado do Maranhão e no Brasil, pois além de ser considerado o maior Quilombo Urbano deste país, também é rico em manifestações culturais e tem um histórico de resistência na luta contra o racismo.

Contudo, que seja entendido, que o ato no Quilombo Liberdade é a culminância de uma série de atividades que as entidades do movimento negro e outras organizações antirracistas realizarão no decorrer deste Novembro Negro.

Para este ano, estão previstas atividades como: realização de reuniões preparatórias de Construção da Marcha (presenciais e virtuais); organização e sistematização de palestras em escolas públicas de São Luís; realização de ensaios de grupos culturais; marcha pelas ruas do Quilombo Urbano Liberdade, realização de Batalhas e Festival de Hip Hop Zumbi

Neste sentido, solicitamos desta entidade apoio político para a realização do referido evento.

Desde já agradecemos sua colaboração. Atenciosamente,

Comitê Pró-periferia!


COMENTÁRIOS

Concordo que tem que haver, várias manifestações em qualquer que seja os Kilombo e Kilombo liberdade.
Com uma resalva não existe Povo de raça pura existe frutos de mixigwnaçao. Para não ficar somente em um território, teria que ser roteirista para abranger todos os territórios.
Mais com o passar do tempo vai ser criado um segmento de descapitalizados torturados sem oportunidades
Ou o título vai ser descapitalizados sem oportunidades. Vamos pedir reparação de danos.

O Kilombo liberdade , realmente é grande. É para lutar e conquistar assim como tantos outros. São Luís inteiro , Maranhão inteiro , o mundo inteiro , tem Kilombola, tem Originários, Siganos, merecem ter reparação em tudo no Capital, na Educação, na Saúde, na distribuição de renda e Poder, nas posições e ocupações de espaços, na Saúde entre outros.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Jesus em defesa do povo * José Ernesto Dias / MA

 JESUS EM DEFESA DO POVO!


O judeu Jesus:

Líder dos explorados

Jesus na busca pelo bem comum

De toda a humanidade...


Nunca curvou-se

Às classes dominantes

Desumanos exploradores

Que enricam explorando...


Escravizando os dominados

Acumulando fortunas

Na imoral exploração

Enricam escravizando o povo...


O revolucionário Jesus

Na luta pelo bem comum

Em defesa dos explorados

Incomodou os grupos dominantes...


Que decidiram atacá-lo

Perseguido e difamando 

Taxado de comunista

Por defender os explorados...


Jesus na luta pelo bem comum

Foi perseguido com crueldade

Preso, torturado e julgado.

Executaram e, crucificando na cruz ...


Simplesmente por não curvar-se

Aos selvagens dominantes

Que enricam

Escravizando os dominados...


Os romanos se aproveitaram

Pegando um gancho na história

Decidiram confundir o povo

Distorcendo a luta do revolucionário...


O imortal Jesus

De cabelos e olhos pretos

De cor da pele escura

Foi atacado pelas elites dominantes ...


Os romanos, negando a história:

Na cara de pau, Inverteram tudo; 

Maquiando a imagem de Jesus

Remodelando a imagem...


Pintaram um Jesus

Branco de pele rosada

Cabelos longos, louro

E olhos azuis igual aos europeus....


Com palavras comoventes

Na bíblia, botaram parábolas:

Que confundem muita gente

Comovida, no exagero de milagres...


Se Jesus voltar a terra

Não tenham dúvida 

Que será novamente perseguido 

Pelos dominantes grupos...


Que com facilidade pela mídia

Confundirão os fieis

Dizendo que esse não é Jesus

É o espirito do satanás...

 

São Luís – MA, 20 de Janeiro de 2022

José Ernesto Dias


terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Respeitem os povos da floresta * José Ernesto Dias / MA

 RESPEITEM OS POVOS DA FLORESTA!

Os nativos brasileiras

Precisam se multiplicar

Germinando e enraizando

Por todas as partes da nação...


Preservando a cultura

Dos povos do lugar

Os indígenas aos brancos

Tem muito o que ensinar...


Sobre a importância da floresta

Em pé sem derrubar

Os indígenas estranham a ganancia

Dos brancos invasores...


Morar na nativa floresta

É viver com qualidade de vida

Respeitem, preservando o que resta:

Nas terras dos nativos...


Onde se encontra na floresta

O alimento farto

Que a natureza oferece

É só chegar e pegar...


Tem carne dos animais silvestre

Nos rios e lagos tem o peixe

Tem variedade de espécie de frutas

Tudo, é só chegar e pegar...


Na floresta o povo tem fartura

Nada precisa comprar

Na mata tem de tudo

Para o povo se alimentar...


Aonde chega os, estranhos brancos:

Prometendo o progresso

Se instalam e, vão derrubando tudo:

Arrasando a riqueza da floresta...


Em curto prazo

Se desenvolve a miséria

Minguando o alimento farto

O povo do lugar padece...


Os invasores enricam

O povo do lugar empobrece 

Caindo na pindaíba

Ludibriado, no falso progresso…



São Luís – MA – 02 de Janeiro de 2021

José Ernesto Dias

***

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

NOTA DE DENÚNCIA CONTRA A VIOLÊNCIA NO MARANHÃO * (FRT/BR)

 NOTA DE DENÚNCIA CONTRA A VIOLÊNCIA NO MARANHÃO

São Luís, 18 de novembro de 2021.


As entidades abaixo subscritas vêm a público denunciar a prisão arbitrária de cerca de 20 indígenas do povo Akroá-Gamella, em Viana, Maranhão. Dentre os indígenas, está o agente da Comissão Pastoral da Terra (CPT-MA), Kum’Tum Akroa Gamella. De acordo com informações que chegam do território, a situação se iniciou na manhã de hoje, 18/11, devido à tentativa de instalação de linhões de energia elétrica da Empresa Equatorial Energia no território indígena sem a devida consulta prévia ou autorização dos Akroá-Gamella, que tentaram a via da negociação e foram totalmente ignorados pela referida empresa.


Além da prisão realizada pela Polícia Militar do Maranhão, foram recolhidos celulares e câmeras fotográficas que registravam a presença ilegal de equipes para instalação dos linhões. Desde ontem o ambiente é de tensão, devido a presença de jagunços armados contratados pela concessionária de energia na região. 


A situação é de extrema violência, por parte de jagunços e da Polícia Militar, com casas invadidas e tiros disparados.


Exigimos liberdade imediata aos indígenas presos, a apuração rigorosa  das ações arbitrárias de instituições do Estado do Maranhão, assim como da empresa Equatorial  contra os Akroa-Gamella.


*Cáritas Brasileira Regional Maranhão*

*Conselho Pastoral dos Pescadores-MA*


*Aliança Palestina-Maranhão*


*Policiais Antifascismo*


*Comissão Pastoral da Terra-MA*


*Comissão Pastoral da Terra  Nacional*


*Conselho Indigenista Missionário-MA*


*Sociedade Maranhense de Direitos Humanos*


*Agência Tambor*


*Fórum Popular de  Educação do Campo do  Maranhão*


*Rede de Agroecologia do Maranhão* 


*Laboratório de Estudos Vulnerabilidades e Processos de Subjetivação/UFMA*


*Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros- NEAB/UFMA*


*Coordenação do Curso de Ciências Sociais da UFMA*


*Geiima - Grupo de Estudos Indígenas e Indigenistas no Maranhão/UFMA*


*APRUMA*


*Movimento de Defesa da Ilha*


*Grupo de Estudos Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente/UFMA*


*Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (MABE)*


*Associação Comunitária de Educação em Saúde e Agricultura- Acesa*


*Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra - MST.*


*TIJUPÁ*


*NURUNI/UFMA*


*ANAÍ*


*União de moradores do Taim*


 *Rede de mulheres das Águas e das Marés e dos Manguezais do Maranhão e do Piaui (Remumama)*


*Conselho Gestor da Resex Tauá-Mirim*


*Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Judiciário Federal e MPU no Maranhão - SINTRAJUFE/MA*


*Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Maranhão - FETAEMA*


*Partido Comunista Brasileiro - MA*


Partido Comunista dos Trabalhadores Brasileiros - PCTB


Frente Revolucionária dos Trabalhadores - FRT

***

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Quilombolas ameaçados! * Jeanderson Mafra/MA

Quilombolas ameaçados!

Comunidades quilombolas de Alcântara vivem ameaçadas desde a instalação do Centro de Lançamento de foguetes 

(CLA) na década de 80. Algumas famílias foram expulsas e outras resistem.


O Jornal Tambor dessa quarta-feira (20/10) vai ouvir Davi Pereira Junior. 


Ele é quilombola do Território Quilombola de Itamatatiua - Alcântara. É Antropogo, doutor em Estados Latinos Americanos e da Diáspora Africana pela Universidade do Texas. É voluntário do Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara.


Nessa entrevista, ela falará sobre o veto da Comissão do Senado americano para o uso de verbas para remoção da comunidades quilombolas de Alcântara.


*Confira o Jornal Tambor às 11h no:* 


*YouTube:* https://youtube.com/channel/UCSU9LRdyoH4D3uH2cL8dBuQ


*Facebook:* https://www.facebook.com/agenciatamborradioweb/


*Twitter:* https://twitter.com/Agencia_Tambor?s=08


Ouça também o TamborCast: agora você pode ouvir as entrevistas pelo:https://open.spotify.com/show/1HtbNu0vfMd8mFrQ4qRoYb

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terça-feira, 10 de agosto de 2021

OUSAR LUTAR OUSAR VENCER *Coletivo Sopa de Lutas do Quilombo Fé em Deus / MA

 OUSAR LUTAR OUSAR VENCER

Aqui funcionava a casa de farinha deste senhor: José da Cruz.

CARTA CONVITE AOS MOVIMENTOS SOCIAIS, PARTIDOS POLÍTICOS, AOS MILITANTES DOS DIREITOS HUMANOS E A TODAS AS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA DO ESTADO DO MARANHÃO



CONTRA A VIOLÊNCIA POLICIAL E EM DEFESA DA VIDA DOS TRABALHADORES, DOS NEGROS, INDÍGENAS E DO POVO POBRE!



Um dos atos mais vis cometidos pelas forças policiais do estado foi o assassinato da vereadora Marielle Franco no dia 14 de março, morta por milicianos. No Maranhão o repentista Gerô, o Padre Josimo e muitos outros são as vítimas das mesmas armas utilizadas contra tantos mártires da violência estatal que tem recrutado os mais impiedosos carrascos e servos da morte para os seus conglomerados de interesses político-empresariais.


O Maranhão tem sido, mais ainda recentemente, grande palco de conflitos agrários, evidenciando grande brutalidade policialesca tanto pela participação quanto pela omissão estatal bem como pela lógica latifundiária que aflige os trabalhadores no campo.


Vivemos uma época pré-histórica na qual todas as formas de alienação e estranhamento (des)humano consignam a existência do estado e seu inevitável aparato repressor. Deve-se portanto trabalhar para extinguir as raízes antissociais do crime libertando homens e mulheres da necessidade de estado e suprimindo a polícia como corpo separado e distante da totalidade do povo. Entretanto no intuito de amenizar o sofrimento, e longe de qualquer ilusão humanizadora, colocam-se no horizonte tarefas imediatas: reforma da polícia e das demais instâncias, em todos os níveis e âmbitos, que possam eliminar seus aspectos mais gravosos.


Ou então, estaremos continuamente condenados a assistir sucessivas tragédias como a do jovem médico, em Imperatriz, assassinado por um agente do Estado; continuaremos a presenciar o assassinato de Brunas Lícias, de Gerôs e de jovens autistas como Hamilton César Bandeira, de 23 anos, assassinado após sua casa ser invadida por policiais civis; a lamentar a morte do jovem Caio de 22 anos, morto brutalmente pela polícia no dia 25 de janeiro de 2020 no Quilombo Liberdade.

Aqui foi a pequena roça do Sr José da Cruz

Estamos em tempo decisivo onde precisamos romper com a lógica beligerante da Segurança Pública, servir ao povo e a democracia, no que exigimos ao Governo do Maranhão que cumpra o seu papel e mude a formação policial promovendo responsabilidade e eficiência cidadã ainda que constrangidos no interior da lógica societária do capital.


Esta Carta Convite visa denunciar e exigir proteção ao povo pobre do Maranhão, urgência de Segurança Pública, entendido como o direito à vida e proteção dos desfavorecidos. Por Segurança Pública também traduzimos um baluarte popular para a manutenção da democracia, da liberdade de expressão e proteção dos sem terra, sem moradia e sem assistência estatal.


Nosso luto pelas vidas ceifadas e nosso REPÚDIO ao Governo do Estado do Maranhão por sua negligência e por sua não-atuação ESTRUTURAL no sistema de Segurança Pública, mantendo a lógica desumana e militarista da política de segurança como arma engatilhada contra o povo do estado do Maranhão.


Dito isso, os movimentos sociais independentes convidam e pedem seu apoio para uma manifestação em São Luís dia 25 agosto em frente ao comando geral da polícia militar do estado do Maranhão, no Calhau. Faça-se presente, vamos juntos repudiar e cobrar medidas pra conter a escalada de assassinatos e atrocidades cometidos pelo estado. Estamos em favor da paz, do pão, terra e trabalho! 


"Ousar lutar. Ousar vencer"


_Lamarca


Organização: Coletivo Sopa de Lutas do Quilombo Fé em Deus

*

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

NOTA DE REPÚDIO AO GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO * FRT/BR

 *NOTA DE REPÚDIO AO GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO*

Nós, Povos das águas, dos campos e das florestas, e demais signatárias e signatários, viemos manifestar nosso repúdio contra o grito de mando e tentativa de silenciamento feito pelo Governo do Estado do Maranhão através de ação judicial movida contra Rafael Silva, assessor jurídico de lutas de povos e comunidades tradicionais, na qual o Governo do Maranhão faz tentativa de CENSURA PRÉVIA.

Essa ação judicial não é apenas contra ele, mas tenta soar um grito sobre todos nós, o grito que tenta nos impedir de manifestar nossas lutas em defesa de territórios tradicionais quando elas incomodam ao poder.


Conhecemos a luta do Cajueiro. A destruição que o Governo do Estado quer, para fazer um porto privado, nos atinge diretamente. O porto desejado pelo grande poder econômico e político ilude esperanças de quem vive às margens da cidade e alimenta a insaciável sanha de lucro do agronegócio, que quer invadir cada vez mais nossos territórios sagrados, ameaçando nossos corpos, nossa espiritualidade, a memória de nossos ancestrais e a vida dos que virão de dentro de nós. 


O porto é um projeto de destruição de modos de vida tradicionais no Cajueiro, em todo Maranhão e de povos e comunidades de outros Estados do MATOPIBA. O Cajueiro está aqui, onde nós estamos.


Não é apenas a Rafael Silva que se dirige esse processo judicial com pedido de censura prévia. Nós entendemos o recado, Governador!


O Palácio dos Leões está rugindo alto, avisando o que espera quem o critica. Não é de hoje que essas táticas são usadas. 


Quem segura o cabo das chibatas não sabe o que são memórias de dor.


Esse grotesco grito do Golias-Governo do Estado do Maranhão tenta, na verdade, silenciar a fala-canto de s. Davi e das raízes do Cajueiro.


Golias não tem sentimento de culpa, por isso precisou aprender o sabor do chão.

Mas cada Davi sabe o valor humano da terra à qual pertence. E sabe que, do chão, levantarão sementes.

 Continuamos nas lutas em defesa de nossos territórios e não admitimos o grito autoritário que tenta nos calar!


• Entidades e comunidades


1. Guardiões do Cajueiro;

2. Povo Indígena Akroá Gamella - Território Taquaritiua – Viana- MA;

3. Povo Tremembé de Raposa- MA;

4. Quilombo Açude- Serrano do Maranhão;

5. Quilombo Afoga Bode – Pirapemas;

6. Quilombo Alto Bonito – Brejo;

7. Quilombo Aranha – Santa Helena;

8. Quilombo Ariquipá – Bequimão; 

9. Quilombo Assoviante – Matões;

10. Quilombo Bacuri - Santa Helena;

11. Quilombo Bem Fica- Santa Helena;

12. Quilombo Bica – Pirapemas;

13. Quilombo Boa Esperança II -Serrano do Maranhão;

14. Quilombo Boi de Carro - Santa Helena

15. Quilombo Cabanil- Serrano do Maranhão;

16. Quilombo Cedro- Serrano do Maranhão;

17. Quilombo Centrinho – Pirapemas

18. Quilombo Chapadinha- Santa Helena;

19. Quilombo Charco- São Vicente de Ferrer;

20. Quilombo Chega Tudo - São Vicente de Ferrer;

21. Quilombo Cocalinho – Parnarama;

22. Quilombo Cuba - Santa Inês;

23. Quilombo Engole- Cedral;

24. Quilombo Faxina- Santa Helena;

25. Quilombo Imbiral, Pedro Rosário;

26. Quilombo Iteno, Serrano do Maranhão;

27. Quilombo Janaubeira - Santa Helena;

28. Quilombo Leão – Pirapemas;

29. Quilombo Maiabi- Mirinzal;

30. Quilombo Mandacaru dos Pretos – Matões; 

31. Quilombo Marfim – Santa Inês;

32. Quilombo Mata de Pantaleão – Mirinzal;

33. Quilombo Mata Limpa – Matões;

34. Quilombo Monte Alegre- São Luiz Gonzaga;

35. Quilombo Mundico- Santa Helena;

36. Quilombo Nazaré - Serrano do Maranhão;

37. Quilombo Olho DAgua dos Grilos, São Luís Gonzaga;

38. Quilombo Onça – Santa Inês;

39. Quilombo Palmeirinha - Pedro do Rosário;

40. Quilombo Panaca – Pirapemas;

41. Quilombo Parnamirim – Pirapemas;

42. Quilombo Pau Pombo - Santa Helena;

43. Quilombo Pindobal de Fama- Turilandia;

44. Quilombo Ponta- Serrano do Maranhão;

45. Quilombo Pontes – Pirapemas; 

46. Quilombo Rio do Curral – Mirinzal;

47. Quilombo  Rio Grande - Bequimão;

48. Quilombo Rosário- Serrano do Maranhão;

49. Quilombo Salgado - Pirapemas;

50. Quilombo Santa Luzia – Santa Helena; 

51. Quilombo Santo Antonio do Cosmo – São Luis Gonzaga Maranhão;

52. Quilombo Santo Honório – Pirapemas;

53. Quilombo São Benedito dos Pretos – Pirapemas;

54. Quilombo São João - Matões;

55. Quilombo São José do Brito- Turiaçu;

56. Quilombo São Raimundo- Santa Helena;

57. Quilombo São Roque- Santa Helena;

58. Quilombo Sapocaia do Albino - Santa Inês;

59. Quilombo Satubinha – Santa Inês;

60. Quilombo Tambá – Pirapemas;

61. Quilombo Tanque da Rodagem – Matões;

62. Quilombo Tanque de Melquides – Matões; 

63. Quilombo Vista Alegre - Pirapemas;

64. Quilombo Vivo - Santa Helena;

65. Comunidade  Vila Bela – Igarapé do Meio; 

66. Associação das Profissionais do Sexo do Maranhão (Aprosma);

67. Associação de Produtores Hortifrutigranjeiros de Tendal Mirim, Paço do Lumiar;

68. Associação dos produtores Rurais do povoado Cocalinho; 

69. Coletivo Re(o)cupa – Resistência Cultural Upaon Açu – 

70. Comissão de Direitos Humanos da OAB/MA;

71. Comissão Pastoral da Terra – Regional Maranhão;

72. Comunidade Negra Velha – Luís Domingues; 

73. Conselho Indigenista Missionário - Regional Maranhão;

74. Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente da Universidade Federal do Maranhão (Gedmma/UFMA);

75. Movimento Quilombola do Maranhão – Moquibom;

76. Mulheres Guerreiras da Resistência do Moquibom;

77. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Questões Agrárias - NERA/UFMA;

78. Adryana da Silva Costa;

79. Alana Silva Brito - do lar;

80. Alberto Guilherme Tavares, apoiador da luta da comunidade do Cajueiro;

81. Alfredo Lavra Costa Santos Macedo - porteiro:

82. Ana Caroliny Azevedo Silva - estudante;

83. Ana Clara Ferreira de Araújo - aposentada;

84. Ana Kelma Fernandes de Sousa - vendedora;

85. Ana Lourdes da Silva Ribeiro- Educadora Ambiental, pesquisadora do  GEDMMA e doutoranda em Geografia pela Universidade Federal do Ceará- UFC;

86. Ana Lúcia Furtado da Silva, comunidade de Tendal, luta pelo direito à moradia;

87. Ana Margarida Serra, professora;

88. Ângela dos Santos Piancó, motorista. Imperatriz – MA;

89. Anna Christina Chaves - cantora, produtora, ativista cultural – Brasília; 

90. Antônia Márcia Carvalho Barbosa, funcionária pública;

91. Ariana Gomes, militante do direitos das mulheres quebradeiras de coco babaçu, Assistente Social, Secretária Executiva da Rede de Agroecologia do Maranhão-RAMA;

92. Aristéa Santos Santana, professora, bacharelando em Direito ( FEMAF) Faculdade de Educação Memorável Adelaide;

93. Benedito de Jesus Teixeira – pedreiro;

94. Benjamim Mendes siqueira. Aposentado PMDF.Brasília-DF;

95. Brenda Carvalho, bacharel em Direito;

96. Camila Renata Lopes Freitas - educadora física;

97. Carlos Alberto Sá, professor;

98. Carmem Marques, pedagoga e liderança comunitária de Paço do Lumiar;

99. Cássio Pinto Costa - atendente comercial;

100. Catarina Silva - dona de casa;

101. Célio Costa Saraiva - servente;

102. Cid SebastiãoJunior - funcionário público aposentado, Brasília;

103. Cíndia Brustolin, pesquisadora e professora UFMA;

104. Claudio Castro, jornalista;

105. Cláudio Rodrigues dos Santos - pedreiro;

106. Clemildes Santos - vendedora autônoma; 

107.  Clemir Batista da Silva, pároco da Paróquia São Matias- Alcântara;

108. Creusa Maria Silva - dona de casa;

109. Cristiano Pinheiro - pintor;

110. Dafiny Vitória Botão Serra - estudante;

111. Daiane Sousa Pinto - dona de casa;

112. Dalva Maria - maquiadora;

113. Daniel Maia Correia de Albuquerque, Advogado;

114. Danielle Cristina Santos Ferreira, servidora pública;

115. Daniel Bastos Moreira, professor UFMA;

116. Davi Teixeira Mendes, universitárioUNB . Brasília- DF

117. David Lobão Santos Jacinto, Bacharel em Ciências Contábeis;

118. Diana Carla Amorim Castro - estudante;

119. Dielson Rodrigues, Secretário Geral do Sind. Bancários do Maranhão;

120. Diogo Sebastião Costa Pinheiro;

121. Eden do Carmo Soares Junior, jornalista e economista, servidor público;

122. Ednalva Souza Coelho; 

123. Elaine dos Santos Piancó, bióloga;

124. Eliana de Amarina - vendedora autônoma;

125. Elson de Jesus Costa - pedreiro;

126. Elzanise Barbosa da Fonseca, professora, Macapá (AP);

127. Emília Araújo- Pedagoga;

128. Emília Carla Pacheco, ativista pelo direito dos quilombolas;

129. Evaldo Batalha Piancó, motorista;  

130. Eduardo Sales dos Santos, professor universitário;

131. Fabiana Brito - do lar;

132. Fábio Pacheco, professor, Articulação Nacional de Agroecologia (ANA);

133. Fernando Bragança, advogado, professor;

134. Francisca Marques Siqueira, comerciante; 

135. Francisco de Oliveira Costa Filho - segurança;

136. Francisco Ferro;

137. Francisco Jadson - pedreiro;

138. Frederico Silva, professor universitário;

139. Geraldo Santos - autônomo;

140. Gerliane Costa Fonseca - dona de casa;

141. Gisele Gama Andrade, escritora, produtora e ativista cultural, Brasília;

142. Horácio Antunes de Sant'Ana Júnior, professor de Sociologia da UFMA;

143. Iranilde A Sousa - diarista; 

144. Isabel Cristina Chaves Soares. Bacharel em Direito.  Brasília  - DF;

145. Ivanilde Pereira - costureira;

146. Izabelle Gomes Jansen Ferreira, assistente administrativo;

147. Izaldete dos Santos Azevedo Silva - artesã; 

148. Jaldenir Ribeiro Reis, artesão;

149. Jadeylson Ferreira Moreira, sociólogo;

150. Jean Dantas, empresário, Brasília, DF.

151. Jéssica Tiradentes Portela Alves, empresária, Brasília;

152. João Batista Azevedo – professor;

153. João Germano da Silva, seu Joca, Guardião do Cajueiro;

154. João Luiz Rodrigues de Souza;

155. João Maria dos Santos; psicólogo; 

156. Jeffeson Chagas, advogado criminalista;

157. Joelson Rodrigues Costa - auxiliar de produção;

158. Joelson Sena Maia, guardião do Cajueiro; 

159. Jonas Oliveira Costa - motorista;

160. Jonilson Barbosa Pereira - locutor;

161. Jonilson Silva - pedreiro;

162. Jorge Antônio Leão - professor de Filosofia do IFMA Campus Monte Castelo; 

163. Jorge Luiz Reis Araújo;

164. José Alberto Cândido Bertelli. -Bancário (DF);

165. José de Ribamar Sousa Vieira, pedagogo (UFMA). Especialista em  Educação do Campo (UFMA) Mestrando em Ciências da Educação (Escola João de Deus)  ILUSES Lisboa/Portugal; 

166. José Ivo de Paula Reis - carroceiro;

167. José Marcelo Chaves Silva - pescador;

168. José Paulo Moreno Filho - pedreiro;

169. José Ribamar Costa:

170. Josemeire Fernandes Gomes, Cabeleireira; 

171. Joyce Pinto Souza - professora;

172. Júlia Letícia Ferreira, geógrafa;

173. Julia Naomí Costs Rodrigues, pós-graduanda; 

174.  Kamyla Ewelen Almeida Gomes- Bacharel em Direito, pós graduanda em Direito Público;

175. Katia Regina Santos Lopes - copeira;

176. Káty Maria Nogueira Morais, professora; 

177. Laís de Sousa Almeida;

178. Lauande Aires, ator e produtor cultural;

179. Leandro Teixeira Bouças; Gerente/Amadoero- RJ

180. Leonardo Teixeira Bouças. Supervisor Vivaz, Brasilia-DF

181. Lidiane Carvalho Amorim de Sousa, Analista em Reforma e Desenvolvimento Agrário/Antropóloga  do INCRA;

182. Luciana Teixeira Bouças Mendes. Massoterapeuta. Brasília- DF 

183. Luciane Martins de Jesus - doméstica;

184. Lucilene Câmara Pereira - lavradora;

185. Luiza dos Santos, bibliotecária; 

186. Luiz Augusto Braga;

187. Lurdilene Oliveira da Luz -  servidora pública;

188. Mara Ferreira - estudante;

189. Marcos Magah, artista;

190. Maria Amélia Paraguassu, do lar;

191. Maria Amélia A Pinheiro - lavradora;

192. Maria Aparecida Silva Brito - do lar;

193. Maria Aurora Oliveira - doméstica;

194. Maria Anunciação Azevedo, liderança comunitária de Paço do Lumiar;

195. Maria da Luz Pinto Bezerra Costa - lavradora;

196. Maria da Neiva Costa - aposentada 

197. Maria de Jesus Costa, ativista pelo direito das mulheres profissionais do sexo;

198. Maria Divina dos Santos, liderança comunitária pelo direito à moradia do Renascer;

199. Maria do Carmo C Lima - doméstica;

200. Maria Aparecida dos Santos, educadora popular;

201. Mariana Conchas Ferro, artesã;

202. Maria do Carmo Lima Martins;

203. Maria do Carmo Vieira Serra, aposentada;

204. Maria Domingas C Silva - do lar;

205. Maria Domingas Rodrigues Costa - lavradora;

206. Maria Goreth Nunes Trabulsi, aposentada;

207. Maria Isabel Ribeiro Dorneles - aposentada;

208. Maria Lídia Ferreira Melo, pedagoga  e ativista indígena;

209. Maria Regina Cardoso - dona de casa;

210. Maria Taglianett Silva Santos, aposentada, São Luís MA

211. Mário Leite Silva, Economiario, São Paulo, SP.

212. Marcos Alexandre dos Santos, historiador;

213. Matilde Costa B de Souza - doméstica;

214. Maysa Pestana Rodrigues, estudante;

215. Meire Diniz, ativista dos direitos dos povos indígenas; 

216. Nadia Moura. Fonoaudióloga. Faxinal dos Guedes (SC);

217. Natália Amorim da Silva, guardiã do Cajueiro;

218. Natália Pereira de Santana;

219. Natalia Duailibe Sá, contadora;

220. Nayane Raquel  de Oliveira Silva, estudante universitária;

221. Neiliane C S Costa;

222. Nilber José Araújo da Cruz . - Gerente de Vendas (RJ);

223. Nubia Regina Pessoa Cruz - assistente social;

224. Nubia Marinho Soares, historiadora;

225. Pedro Fernandes Souza - pedreiro; 

226. Pedro Ribeiro da Silva, funcionário público federal; 

227. Perolina Cristina Paiva - técnica em enfermagem;

228. Rafael Silva Souza , aposentado; 

229. Rafaela Campos da Silva, advogada;

230. Raissa Macedo Pereira - dona de casa;

231. Régia Cristina Alves dos Santos, professora de Geografia;

232. Regina Helena Martins de Faria - historiadora, professora da UFMA;

233. Reginaldo Coelho Araújo - carpinteiro;

234. Roberta Maria Batista  Lima, professora e pesquisadora da UFMA;

235. Rodrigo Motta Dantas, estudante universitário;

236. Rosa Maria dos Santos, comerciante;

237. Rogério Fernandes Soares;

238. Romário da Silva Santos - estudante;

239. Ronilde Silva Pinheiro - estudante;

240. Rosana Motta da Silva, fisioterapeuta;

241. Rosana Muniz - do lar;

242. Rosete de Jesus Muniz - costureira;

243. Sagramor Lopes, assistente administrativa, Rio de Janeiro - RJ

244. Salvio Matos - vigilante;

245. Shirlandy dos Santos - dona de casa;

246. Sonia Mugschl - Professora e poeta;

247. Soraia Elizabeth Castelo Branco - doméstica;

248. Sâmia Castelo Branco, radialista;

249. Silvia Lima, empreendedora;

250. Suzete Gomes Ferreira - pescadora;

251. Sylmara Durans Diniz, ativista pelo direitos dos povos e comunidades tradicionais;

252. Tatiana Bonfim Silva, costureira;

253. Talita Moreira Sá, bibliotecária;

254. Tereza Lopes, administradora; 

255. Thalita Moraes Freitas - Agente de viagens;

256. Thyago Henrique Chaves de Carvalho, empresário, Brasília (DF)

257. Tüny Cwe Wazahi (Rosa Eliana Torres), ativista em defesa dos povos indígena Tremebé

258. Valdemarina da Luz Pereira, luta pelo direito a moradia em Paço do Lumiar

259. Valdenice Rocha Silveira - Bacharel em Direito;

260. Valéria do Nascimento Borão, aposentada;

261. Valquíria Frazao da Luz Costa - dona de casa;

262. Vera Lúcia Lopes de Barros, mestre em Saúde e Ambiente pela UFMA, Doutora pelo Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA); 

263. Yndara Vasques Lima, jornalista;

264. Wagner Jorge de Oliveira (Wagner Heineck), ator, produtor e ativista cultural.

265. Waldemilson Silva Costa Leite - pedreiro;

266. Wellington Farias - técnico de planejamento;  


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